Keep You With Me

Escrito por Lari Tosi | Revisado por Francielle

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Capítulo 1

  Lá estava eu, sentada no sofá e pensando na vida. Nada passando na TV, nada de novo no twitter... Nada que pudesse me distrair da minha ansiedade. Queria que as minhas amigas chegassem logo. Minhas malas já estavam todas arrumadas, mas cadê elas?
  Finalmente tive a brilhante ideia de ler, na verdade reler pela vigésima vez, meu guia sobre Malibu. Nós íamos para uma das cidades mais lindas e incríveis, as fotos da revista pareciam brilhar a cada vez que eu olhava atentamente, imaginando cada detalhe de como seria estar por lá.
  Foi então que eu voltei pra realidade e ouvi uma batida impaciente na minha porta. Só podiam ser as retardadas das minhas amigas.
  - Tá surda? - perguntou , rindo da minha cara.
  - Desculpa, estava sonhando em como vai ser a nossa viagem e...
  - Vai ser perfeita! Isso todas nós sabemos. - me interrompeu.
  - Vamos logo gente, não aguento mais esperar! - disse, gritando e pulando, parecendo uma louca.
  Pegamos as nossas bagagens, descemos, e entramos no táxi. O taxista nos olhou com uma cara de espanto, deve ser por causa da quantidade de malas. Eu ia sentir falta do Brasil durante o meu lindo e esperado mês de férias.

Capítulo 2

  O tempo no aeroporto parecia não passar, as borboletas voavam cada vez mais rápido dentro dos nossos estômagos.
  Como sou muito sortuda, meu lugar no avião era separado das loucas que me acompanhavam. As três tiveram a sorte de sentar juntas, e eu fiquei na janelinha, digamos que apenas uma pessoa me separava delas. Essa pessoa era um cara de mais ou menos 25 anos, cabelos castanhos, algumas tatuagens. Falou poucas palavras em inglês com os amigos que, por coincidência, eram três e caíram nos acentos de trás das minhas amigas. Prevendo que àquelas horas de viagem seriam um saco se eu não tomasse providências, iniciei uma conversa com o meu inglês mais ou menos perfeito.
  - Você é estrangeiro?
  - Sim, sou de Nashville... Vim tocar com os meus amigos aqui no Brasil, e vamos passar férias em Malibu. Meu nome é , mas pode me chamar de . E você, quem é?
  - , mas pode me chamar de .
  - Você é brasileira?
  - Sou sim. Aqueles são seus amigos? Vocês têm uma banda? - apontei para as únicas três pessoas que estavam cantando naquele avião.
  - Eles mesmos. Aquele é o , o do lado é o , e o que canta com mais entusiasmo é o . Nossa banda chama Hot Chelle Rae e já temos algumas músicas.
  - Legal! Essas aqui do lado são as minhas amigas.
  - Prazer meninas! - ele disse, com uma voz simpática.
  - Oi! - elas disseram em coro, olhando pra mim com cara de quem suspeitava alguma coisa.
  O piloto anunciou que estávamos decolando e essa era a única parte da viagem que eu ficava insegura.
  - Tudo bem com você? - disse , notando minha cara de espanto.
  - Não gosto muito de decolar, mas nada demais. - eu respondi com vergonha.
  - É só fechar os olhos, fica tranquila.
  Por incrível que pareça, o jeito que ele falou, tão calmo e sincero, me deixou mais confortável com a situação.
  Senti um frio na barriga e percebi a velocidade aumentando. Fechei os olhos. segurou a minha mão e eu achei aquilo incrivelmente fofo. Quando percebi que estávamos nas nuvens, tomei conta de que aquilo estava estranho para duas pessoas desconhecidas e voltei à realidade, soltando a mão dele e rindo daquilo tudo.
  É, eu estava certa. A melhor viagem da minha vida estava apenas começando.

Capítulo 3

  Logo depois da janta, veio aquele sono. Não conseguia mais deixar meus olhos abertos. Minhas amigas já dormiam e roncavam, o que eu achei engraçado por serem tão hiperativas. estava assistindo um filme de terror, e não demonstrava um pingo de medo, ou sono, parecia muito entretido.
  - Quer assistir comigo? Se tiver coragem, é claro.
  - Tá me chamando de medrosa? - eu brinquei, colocando o fone de ouvido e me aventurando a tentar assistir.
  - Vamos ver se você consegue, então.
  Eu cobria meu rosto toda hora que morria um personagem, gritava sempre que apareciam vampiros... E ele rindo da minha cara. Fechei os olhos, não aguentando mais ver ataques e monstros, e acabei pegando no sono.
  A noite passou rápida, e eu acordei quando senti minha cabeça caindo pro lado. Meu Deus, eu tinha dormido no ombro dele... Que vergonha! Me acomodei, encostando na janela mesmo, achou que eu ainda estava dormindo e foi pro banheiro.
  - Que fofos gente! Awnnnnnnnnnn. - ouvi a voz da .
  - O que vocês tão falando de mim? - eu disse.
  - Não precisa falar nada , suas bochechas já falaram tudo. - a disse, me zoando.
  - Afe, parem com isso! Não tem nada rolando, fiquem na de vocês porque se não... - tive que parar de falar quando notei voltando.
  Aproveitei pra ir ao banheiro, lavar o rosto e escovar meus dentes... Pelo cheiro o café já estava pra ser servido.
  Fui rápida e voltei pro meu lugar, todos comemos danone, pão e suco de laranja, e finalmente percebi que estávamos chegando.
  "Apertem os cintos, pois em menos de cinco minutos pousaremos em Malibu."
  - Qualquer coisa é só fechar os olhos. - ele disse, zoando da minha cara.
  Bati meu travesseiro na cara dele e apertei meus cintos.
  Aos poucos pude sentir que estávamos descendo, fechei os olhos e só abri quando o piloto anunciou que havíamos chegado.
  Peguei meu bloquinho que sempre deixava na bolsa, minha caneta rosa, e anotei meu número de telefone.
  - Meu número tá aqui, a gente pode combinar de se ver, já que vamos ficar bastante tempo por aqui. - entreguei o papel na mão dele.
  - Claro! Deixa eu anotar o meu no seu celular... - ele pegou meu celular e gravou seu número nas "Notas".
  - Tchau ! A gente se fala!
  - Tchau , eu te ligo. - ele disse, se despedindo com um beijo na bochecha.

Capítulo 4

  Ao sair do táxi, sentimos a leve brisa de Malibu bagunçar nossos cabelos. A paisagem era linda, e o nosso hotel era tipo, perfeito. A entrada era de pedras e as portas todas de vidro. Uma placa verde dizia "Flower's Hotel".
  Entramos e fizemos nosso check-in. Por sorte estávamos na hora certa e pudemos ir direto pro nosso quarto.
  - O número do quarto é treze, ! - disse, pois ela sabia como ninguém como eu amava esse número.
  - Me sinto a Taylor Swift. - respondi, abrindo a porta.
  - Gente, tem Wi-fi, TV... Me gusta! - simplesmente gritou.
  - Olha essas camas, são mais fofas que algodão doce. - disse, rindo.
  - Vamos se trocar gente, estou morrendo de fome! - falei, ao perceber que minha barriga estava roncando.
  Estava muito calor, então nosso look coletivo foi: shorts jeans, biquini e um par de chinelos. Decidimos almoçar por lá mesmo, a preguiça de ir procurar um restaurante fora do hotel era maior.
  - Corre , pega aquela mesa pra gente!
  - Acorda , cabe uns oito lá.- respondeu.
  - Tudo bem, é a única livre e eu e a estamos com fome. - falou.
  Sentamos lá, mesmo ocupando apenas metade das cadeiras.
  - Vamos pegar a comida. - eu disse, levantando.
  "Macarrão, hambúrguer e todos os tipos de refrescos". Esse era o enorme cardápio. Peguei um pouco de macarrão e um suco de melancia, indo rápido pro meu lugar e atacando a pobre da comida.
  Todas comemos rápido e resolvemos sentar nos lindos sofás floridos que tinham no hall de entrada. Senti que havia alguém se aproximando da gente.
  - ! Mentira que você tá hospedada aqui? - era o , e o meu coração deu um pulo.
  - Você também tá por aqui? Não acredito! - eu disse.
  - Oi, eu sou a e você é o...
  - . Prazer.
   e já estavam conversando sobre alguma coisa que apareceu no último filme do Harry Potter, assim como e estavam trocando olhares sem parar.
  - O que vão fazer hoje a tarde, ? - perguntou.
  - Nada, por enquanto. E vocês?
  - Também. A gente podia ir pra praia né?
  - Claro, eu ia adorar. Deixa eu ver com as meninas...
  - Vamos sim! - todas elas falaram, rindo.
  Nossa tarde já estava mais do que combinada.

Capítulo 5

  Chegamos na praia abalando, oito pessoas mais animadas que o resto do planeta. Espalhamos nossas tolhas pela areia e sentamos. Três "panelinhas" haviam se formado... Eu e o , e , e , e .
  Todos estavam conversando a todo vapor, começamos a juntar as conversas e assim foi passando o tempo.
  - Estou cansado de ficar aqui, quero andar na beira do mar. - falou, já de pé.
  - Eu vou com você. - me adiantei.
  Todos pararam de conversar e ficaram nos olhando.
  - A gente vai ficar por aqui porque pelo visto ninguém tá afim de andar. - disse.

  Nós dois ficamos caminhando e chutando a água, que nem duas crianças.
  - Sabe, a gente teve muita sorte.
  - Por quê?
  - Nos damos muito bem, sentamos juntos no avião, e estamos hospedados no mesmo hotel. Não acha engraçado?
  - Verdade, nós demos sorte... Parece até que o destino está querendo nos mostrar alguma coisa.
  - Você vai fazer alguma coisa amanhã a noite?
  - Não que eu saiba.
  - A gente podia ir jantar...
  - Ia ser legal! Só preciso ver com as meninas.
  - Mas eu queria que fôssemos só nós dois.
  - Hmmm, ok.
  - É que sabe, e devem estar combinando de ir assistir algum filme, ouvi eles falando. E o me contou que ele, a , a e o também estavam combinando de sair e...
  - Por mim tudo certo. Aonde você quer ir?
  Senti o rosto dele se aproximando do meu aos poucos, meu coração começou a desparar e apenas "fechei os olhos". Nossos lábios estavam quase se tocando...
  - Te ligo amanhã. Tenho que ir. - disse, chamando os meninos e indo embora.
  É, parece que o destino estava a meu favor.

Capítulo 6

  Eram dez horas da noite do dia seguinte, só estava eu no quarto, pois as meninas tinham saído. Já estava indo colocar meu pijama, porque nada do Sr. ligar. Entrei no banheiro, vesti minha típica camisola de ursinhos, tirei a maquiagem e prendi um coque. Isso tudo demorou uma meia hora, porque sou muito desligada.
  Ao abrir a porta dei de cara com ele.
  - Desculpa o atraso, adorei seu look.
  - Engraçadinho, nem pra atender seu celular né? Mas pera, como você entrou?
  - Suas amigas me emprestaram a chave.
  - Ah! Folgadas...
  - Fecha os olhos.
  - Por que?
  - Tenho uma surpresa, fecha!
  - Ok. - eu disse, obedecendo ao pedido.
  Quando abri meus olhos, eu realmente me surpreendi. Nunca pensei que alguém podia fazer algo tão fofo pra mim.
  A única mesa do quarto estava arrumada, com vários morangos e uma panela cheia de calda de chocolate. Uma vela em forma de coração deixava tudo mais, romanticamente perfeito.
   puxou a cadeira pra eu sentar, me senti uma princesa.
  - Sente-se senhorita ursinhos carinhosos.
  - Nossa, que honra! E para de zoar do meu pijama, eu estava super produzida, mas o senhor resolveu atrasar e me pegou desse jeito, que vergonha.
  - Você tá linda.
  - Esses morangos parecem estar uma delícia, vamos ver... - eu disse, provando um, encharcado de chocolate.
  - Sabe , eu sei que essas férias só começaram... Mas o que eu sinto por você já é especial e eu fiz tudo isso por que...
  - Por que...?
  - Eu tô apaixonado.
  - Essa seria a hora que eu pediria desculpas por ter dormido no seu ombro e por ter feito você segurar a minha mão no avião, mas na verdade eu não estou arrependida. Porque eu te amo.
  Dessa vez o meu coração batia tão forte, que eu nem sabia mais o que era a tranquilidade. Seu olhar se aproximava do meu, cada vez mais. Minha boca estava cada vez mais próxima da dele, quando finalmente nossos narizes se tocaram. Coloquei minhas mãos em sua nuca e me rendi ao beijo. Nunca tinha me sentido tão bem, tão apaixonada, tão feliz, tão especial, quanto naquele momento. Não foi só um beijo, foi sentir de perto o amor se espalhando na minha mente, no meu corpo, no meu coração.
  - Daí ele me disse que... Omg! - disse, espantada.
  - Desculpa atrapalhar, já estamos indo... - tentou consertar.
  - Fiquem sossegadas, eu já estava de saída, meninas... Até mais . - disse, sem graça, levando a mesa pra fora e fechando a porta, deixando as meninas entrarem.

  - do céu, o que foi isso?
  - Calma ... Foi só um beijo.
  - Só um beijo? Vocês pareciam estar mergulhando num arco-íris.
  - Ai meu Deus, eu vou dormir. Amanhã a gente conversa.
  - Bom mesmo, porque eu quero saber de tudo. - disse.
  - Não adianta esconder da gente! - falou.
  - Boa noite. - finalizei a conversa e fui deitar.

Capítulo 7

  Um mês já tinha passado. 30 dias ao lado da pessoa mais especial do mundo... E nada dele me pedir em namoro. Tudo bem que já estávamos praticamente namorando, mas também poderia considerar isso tudo como uma grande ficada, nunca se sabe o que se passa na cabeça de .
  Chegamos no quarto, a janta tinha sido maravilhosa (mesmo sendo no McDonalds) e minhas amigas estavam acabadas, mas eu nem tanto... Deve ser sintoma de paixão.
  "Abre a porta da varanda."
  Silenciosamente, sem querer acordar minhas amigas, obedeci ao pedido. Abri a porta de vidro com todo o cuidado do mundo e dei de cara com ele.
  - Como você subiu aqui? - falei baixinho.
  - Tenho mania de subir nas árvores... Tive a sorte do seu quarto estar no primeiro andar.
  - E o que é isso na sua mão? Um presente pra quem? - eu disse, notando o pequeno embrulho que ele segurava.
  Então ele se ajoelhou e olhou nos meus olhos.
  - , você quer namorar comigo? - ele disse, abrindo a caixinha e mostrando um lindo anel, igual o que ele estava usando.
  Meu coração dava mil pulos por segundo, meus olhos estavam quase deixando uma lágrima cair e de uma hora pra outra, o mundo parecia ter sido pintado de cor de rosa.
  - Achei que você nunca ia perguntar.
  - Isso é um sim?
  - É, acho que você pode encarar desse jeito. - eu disse, enquanto ele colocava o anel no meu dedo.
  Nossos rostos se aproximaram e pude sentir seu beijo. Nossos movimentos eram perfeitos, uma música romântica grudou na minha cabeça e eu me deixei levar. Quando aquele conto de fadas acabou, eu disse, sem graça:
  - É melhor você ir embora, as meninas vão acordar.
  - De jeito nenhum! Daqui eu não saio. - disse, pegando a minha mão e puxando pra dentro.
  Ele deitou na minha cama e ergueu o cobertor, como que me convidando pra entrar na coberta junto com ele.
  - Tá louco? Não podemos fazer isso aqui... É constrangedor.
  - Não estava pensando nisso, sua boba! Só queria dormir com você.
  - Já que é assim não dá pra recusar né...
  Deitei junto a ele e encostei minha cabeça em seu peito.
  - Tudo passou tão rápido, mas foi tão mágico... - disse pra ele.
  - Eu queria que o tempo parasse. Não quero que você vá embora! Quero ficar com você pra sempre, se não fosse essa maldita distância...
  - Talvez fosse melhor a gente terminar.
  - Tá maluca? Eu te pedi em namoro agora.
  - Mas a gente já viveu muita coisa... E só vamos se apegar a isso tudo se continuarmos namorando.
  - Não, tudo menos isso. Se a gente se ama mesmo, a distância não vai mudar nada.
  - Espero, mas você sabe que é difícil... Não quero te ver com qualquer uma de Nashville ok?
  - Quanto a isso você nem precisa esquentar a cabeça!
  - Não mesmo?
  - Não, e esse anel que eu te dei é a prova disso - ele disse.
  - Vamos aproveitar enquanto estamos juntos... Boa noite. - eu disse, voltando a deitar minha cabeça nele.
  - Boa noite .
  Foi como se nada pudesse me afetar, eu me sentia a melhor pessoa do mundo, abraçada com alguém tão especial como ele. Nossas mãos se juntaram debaixo da coberta e eu finalmente peguei no sono. Ele também.

Capítulo 8

  - Gente, olha isso!
  - O que foi ?
  - Olha quem ta dormindo abraçadinhos... acorda a , !
  - Awnnnnnnnnnnnn. - foi tudo o que a , conseguiu dizer, morrendo de sono.

  Quando acordamos e nos demos conta do que estava acontecendo, ficamos totalmente sem reação.
  - Tenho que ir, a gente se vê depois. - disse, saindo como se nada tivesse acontecido.
   e começaram a arrumar as suas malas, e veio falar comigo.
  - , como assim?
  - Calma sua besta, a gente só tava dormindo.
  - Aham.
  - É verdade!
  - Que fofos!!! Sério, que fofos!
  - Vamos arrumar as malas, vai. - falei enquanto abria meu armário e jogava tudo na cama.

Capítulo 9

  Lá estávamos nós... No aeroporto, cada uma abraçada com seu amor de férias. e se despediam, e aproveitavam pra dar seu último beijo, e e não paravam de se abraçar. Foi então que o nosso vôo foi chamado.
  - Não vai. - ouvi falando no meu ouvido.
  - Como assim? Por mais que me doa eu tenho que ir, minha vida tem que continuar... Nas férias vou fazer de tudo pra ir pra Nashville te ver.
  - Vou ficar esperando.
  Demos nosso "último beijo" e fui com as meninas pro avião.
  Realmente, não estava sendo fácil, no vôo de ida eu conheci a pessoa mais especial da minha vida, e no vôo de volta eu fazia de tudo para esquecer os quilômetros que iam nos separar, dali pra frente.

Capítulo 10

  Nada conseguia me entreter, minha casa parecia mais um deserto, sem emoção e sem nada que pudesse me importar.
  Tudo que eu pensava era nos meus beijos com o , nossos abraços... Chega, não dava mais pra pensar nele.
  Peguei meu celular e comecei a fuçar no twitter... "Mensagem de @K: algo me diz que você tem que ir na sua sala."
  Não estava entendendo mais nada, apenas obedeci, por besteira e teimosia.
  - O que você tá fazendo aqui?
  - Não consigo ficar longe de você. - disse, me puxando pra perto dele e me dando o melhor beijo de todos os tempos.

THE END <3



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