I Think About You
Escrito por Nara Sousa | Revisado por Beezus
Expectativas
A noite estava fria, mas acolhedora, aquele tinha sido um dia cansativo, porém a noite parecia boa, como não seria? Passará o dia tentando arrumar um vestido para ir à festa de Natal; quem diria que o vestido que queria estava bem na sua frente. lhe mostrou o vestido pendurado no cabide.
- Nossa Dre ele é lindo. – exclamou olhando para o vestido, ele era vermelho tomara que caia com uma abertura que ia da cintura até as costas com bordas prateadas; o vestido era na altura dos joelhos.
- Eu sei, acho que vai ficar lindo em você. – comentou passando o vestido para ela.
- Nunca vi você com ele. – falou colocando o vestido em cima da cama.
- Eu ganhei esses dias; aliás, que graça tem se você ir com um vestido usado, é natal, considere como meu presente. – falou dando um sorriso e lhe entregando uma caixa de sapato.
- O que é isso? – perguntou apontando para a caixa.
- Presente do . – respondeu Dressa.
- Do ? – perguntou ; conteve a ansiedade de agarrar a caixa e saber o que tinha dentro.
- Sim, ele queria te dar alguma coisa então pediu pra mim te dar isso. - explicou .
- Eu não quero. - falou empurrando a caixa e a deixou cair. O par de sapatos alto preto com detalhes vermelhos e alças prateadas ficou à mostra.
- Nossa! É lindo. - exclamou se ajoelhando e pegando-os.
- Mas eu não os quero. – se segurou para não puxar os sapatos da mão da amiga e dizer que eram dela.
- Quê isso, Du? deve ter pagado muito caro por ele; não faça essa desfeita. – Dre colocou os sapatos ao lado do vestido. – é um belo par.
- Não vou calça-los.
- Como quiser, mas saiba que esta parecendo uma criança mimada. – sorriu com a cara que a amiga fez; se despediu e foi para sua casa se arrumar.
ficou encarando o par de roupas que estava em cima da cama e tentou se convencer que eram horríveis, mas a única coisa que pensou foi em como tinha bom gosto.
Já eram oito e quinze e precisava se arrumar para sua festa de formatura. Tomou seu banho, passou um lápis de olho, uma sombra cor de vinho bem fraca, rímel e um batom vermelho não muito forte, adorava aquela maquiagem, pois destacava seus olhos; deixou seus cabelos soltos meio bagunçados com a franja caída cobrindo um dos olhos, seus cabelos estavam na altura dos ombros.
Ficou de toalha encarando a roupa que estava em cima da cama, Dre tinha razão, era um belo par, nenhum sapato combinaria com o vestido como aquele; colocou o vestido e calçou os sapatos, ao se olhar no espelho viu que a roupa chamará a atenção para as duas partes de seu corpo que disse que amava; seus peitos e suas pernas; será que ele tinha feito de propósito? Pensou, mas logo afastou aquele pensamento; colocou os brincos que sua mãe lhe deu e resolveu não colocar nada no pescoço que chamasse a atenção de para aquele local, não queria que ele pensasse que estava querendo provoca-lo. Ouviu Jonh buzinar e desceu para encontra-lo, ao abrir a porta, sorriu ao ver a cara dele de espanto.
- O que foi Jonh? – perguntou ela com um sorriso no rosto, adorava provocar aquela sensação nos homens como Jonh; inocentes.
- Você esta linda. – elogiou-a.
- Obrigada. – agradeceu ela indo em sua direção; ele abriu a porta do carro para que ela entrasse e em seguida ocupou o lugar do banco do motorista, Jonh foi a viagem inteira dizendo como estava linda, porém ela passou a viagem pensando se ia ter aquela mesma opinião.
- Chegamos. – avisou Jonh tirando-a de seus pensamentos, ele desceu e abriu a aporta dando espaço para ela descer do carro. Assim que ele trancou o mesmo estendeu o braço para e os dois entraram na festa.
Ao contrário do que pensará e ainda não haviam chegado; escolheram uma mesa e se sentaram, ficaram esperando até que a chamaram para ajudar Kendall a arrumar a mesa da ceia, ao voltar para sua mesa observou que tinha uma mensagem de dizendo que ainda não tivera escolhido um vestido e que talvez eles demorassem um pouco para chegarem à festa.
- Olá pessoal! Boa Noite a todos. Como minha avó não consegue subir até aqui, vim agradecer em seu lugar. Sabemos que esse ano não foi muito bom para ela, eu e minha família queremos agradecer às pessoas que foram visita-la no hospital e a vocês que vieram celebrar com a gente hoje sua alta e o natal, então OBRIGADO E FELIZ NATAL A TODOS! – Kendall se pronunciou, por ultimo ele levantou a taça que tinha mão em sinal de brinde, todos fizeram o mesmo, em seguida ele desceu e deu um enorme abraço na Dona Knight, ela era uma lutadora; sobreviverá a segunda guerra mundial e um ataque cardíaco recente que quase a matou dando um susto em sua família, porém resistiu.
- Nossa! Lindo o gesto do Kendall em da essa festa para Dona Knight. – comentou dando um susto em , que deu um pulo.
- Sua doida tem que gritar no meu ouvido? – falou se levantando e dando um tapa de leve no braço da amiga, mas as duas se abraçaram e começaram a rir.
- Olá Jonh, feliz natal. – cumprimentou ao se soltar da amiga e indo dar um abraço no moço sentado.
- Feliz natal pra você também. – respondeu Jonh retribuindo o abraço recebido. – onde esta o ?
- Foi falar com o Kendall. – respondeu Dressa ao amigo.
se virou e olhou em direção onde Kendall estava, cumprimentou Luciana, namora de Kendall, em seguida falou com a senhora que estava na cadeira de rodas.
Depois dele e cumprimentarem a todos os conhecidos da festa, se juntaram a e Jonh, assim que a viu deu um sorriso malicioso a analisando dos pés a cabeça; ela estava sentada com as pernas cruzadas, distraída falando com Jonh; assim que o viu se levantou e o abraçou por pura educação, mas logo se arrependeu, as mãos dele em sua cintura a fizeram se arrepiar.
- Você esta linda, adorei os sapatos. – deixou cair sua mão a encostando nas suas pernas, num gesto imperceptível e se afastou rápido demais fazendo ele dar um sorriso.
- Obrigada, agradeça a por ter me dado o vestido. – respondeu colocando um espaço aceitável entre ela e ele.
- ? Engraçado nunca ti vi com ele. – se dirigiu a namorada.
- Porque você me deu semana passada, bobinho. – respondeu apertando o rosto de , que a afastou rápido.
- Verdade tinha me esquecido. – respondeu ele com sorriso estranho nos lábios, o que fez pensar que ele tinha feito oficialmente de propósito; “sabia que sou exigente com roupas e que se tivesse me convencido de que não tinha nenhum vestido Dressa me emprestaria um; mas como ele tinha certeza que ela me emprestaria esse?” pensou.
- Ficou chateado? – passou as mãos no cabelo do namorado.
- Eu lhe dei o vestido então... Se você não tivesse gostado era só ter me falado. – respondeu, mas não tinha tristeza em sua voz, porém a implicância estava acenando.
- Não é nada disso, não tinha um vestido para hoje e eu dei o vestido para ela, além disso, minha mãe me deu este que estou usando, então resolvi da o seu para ela. – explicou ao namorado.
- Você tem tantos vestidos por que não deu outro a ela? – agora parecia se divertir com a discursão, ele estava fazendo se sentir culpada e estava adorando isso.
- Se quiser eu posso tira-lo. – interrompeu o casal e fez menção de abrir o zíper do vestido fazendo a olhar com um fogo nos olhos como se ela tivesse feito exatamente o que ele queria.
- Que isso de modo algum; . – repreendeu o namorado.
- Desculpe. – se rendeu levantando as mãos e as deixando em cima do ombro, porém ele ainda tinha aquele fogo nos olhos, como se ainda tivesse a esperança de ver sem aquele vestido, ou melhor, o tirando.
acalmou a amiga dizendo que podia sim ficar com o vestido e que depois se entenderia com , este estava com os pensamentos longes demais para ficar perto da namora e saiu para pegar uma bebida.
estava do lado de fora da festa encostado a uma árvore com um copo de champanhe nas mãos. Tentara evitar pensar naquela noite, vê-la com aquele vestido, o jeito que ele caia tão bem em seu corpo o deixou tão excitado, a imagem dela o tirando para ele. Não, ele não podia ter aquelas fantasias com ela, não com ela, mas não conseguia evitar, ela tinha um fogo que o hipnotizava e vê-la daquele jeito e não poder toca-la como queria era um sacrifício, não sabia como conseguiu resistir a ela, porém quando estavam próximos um do outro era como se seu perfume o leva-se para um mundo onde só existia os dois e o pior que quanto mais ela o evitava mais ele a queria, porque ele sabia que ela também sentia o mesmo; faria daquilo um jogo e ela seria seu personagem favorito; sabia que era errado, mas quem disse que ele se importava?
Viu alguém saindo da casa e se virou para ver quem era; estava parada olhando para o céu e tinha uma expressão de alívio por ter finalmente conseguido sair da festa; já era mais de meia noite e queria ir para casa, entretanto Jonh estava bêbado e ela não iria com ele, ir andando estava fora de opção. Ao ver sua expressão mudou para preocupada, não confiava nela perto dele, este não se mexeu nem mudou de expressão apenas continuou a admirando.
- O que faz aqui? – perguntou ela.
- O mesmo que você, dando um tempo dos espíritos natalinos. – respondeu ele colocando a mão no bolso.
- Claro. – respondeu ela meio nervosa.
- Parece nervosa . – comentou ele fazendo menção de se aproximar, mas não o fez, não confiava em si mesmo perto dela, não depois da semana passada onde os dois quase se beijaram.
- Não estou nervosa não pareço nervosa por que eu estaria nervosa? – ela falou tudo só de uma vez, confirmando que estava muito nervosa; ele riu.
- , ... – ele começou a andar em sua direção; “isso é m jogo e ela é o chefão que precisa ser vencido e dominado; principalmente dominado” pensou ele enquanto subia os degraus da varanda até ela. respirava pesadamente o que fazia seu peito subir em descer numa sincronia para ele.
- Melhor nós entrarmos. – ela tentou se virar para entrar na casa, porém foi mais rápido e a segurou pela cintura encostando seu corpo no dela.
- Não sabia que era covarde. – ele a desafiou.
- Eu não sou... Eu não sou covarde. – ela respondeu com mais convicção.
- Prove. – ele se aproximou deixando seus lábios a pouco centímetro dos dela como se fosse um convite.
- Não tenho que provar nada a você. – ela se defendeu tentando desesperadamente se soltar dele; ele passou suas mãos pelos braços dela como se quisesse acalma-la e deu certo; ela se arrepiou com a delicadeza que ele a tocava; suas mãos foram até seu pescoço, ele passou a mão onde deveria conter um colar, deixou a mão lá durante alguns segundos, depois subia a mão para seu rosto.
- Não precisa ficar nervosa, não vou mordê-la; ainda. – ele soltou sua cintura a afastando para analisa-la melhor.
- Já falei que não estou nervosa. – respondeu ela se livrando enfim das mãos dele.
- Esta sim; quando esta nervosa fica na defensiva. – rebateu ele como se conhecesse ela melhor do que ela mesma.
- Estou irritada por querer ir embora e Jonh esta bêbado demais para me levar. – ela se defendeu; não respondeu apenas encostou-se ao cercado e deu um longo gole em seu champanhe. Todo seu corpo parecia que estava pegando fogo, ele queria sentir a maciez da pele dela em todo o seu corpo, queria arrancar aquele vestido dela. A taça de champanhe não estava fazendo efeito, tinha que beber algo mais forte, porém não queria deixa-la.
- você esta bem? – perguntou ela se aproximando. Pecado; era isso que ela era; o rabo do diabo que veio para atormenta-lo, ela era o pecado e o pior era que ele queria se jogar naquele pecado, queria degustar cada parte dele.
- Não. – respondeu a olhando, viu a confusão invadir o seu rosto. – Eu quero uma coisa que nunca vai poder ser minha, por que as pessoas dizem ser errado. – Ela estremeceu, não tinha certeza mais sabia lá no fundo que ele estava falando dela. Eles ficaram se olhando ele esperando uma reposta dela e ela perdida sem saber o que fazer.
se endireitou e largou a taça vazia em algum lugar, ela sabia o que ele queria fazer e não se mexeu, porque lá no fundo ela queria a mesma coisa. Ele a puxou para mais perto, depositou beijos de seus seios até seu pescoço; ele passou a mão em suas coxas a subindo até a altura de sua cintura, então a beijou, pediu passagem e ela lhe deu; apesar da pressa que ele tinha para tê-la, não tornava o beijo vulgar nem menos apaixonado, muito pelo contrario, tornava o beijo excitante.
Ele a virou para a varanda, onde ele se encontrava antes, sentou-a no cercado e posicionou-se entre suas pernas sem tirar os lábios dos dela; uma de suas mãos estava em sua coxa e a outra em sua cintura a segurando; tirou seus lábios dos dela e começou a beijar seu pescoço, tudo muito rápido, porém preciso e excitante. Eles já não tinham noção de tempo nem espaço, não lembravam onde estavam só queriam um ao outro, alimentando o desejo que tinham um pelo outro. voltou a beija-la dessa vez com mais calma; ela puxou o cabelo dele para trás parando de beija-lo, este abriu os olhos e reclamou, ela desceu a mão até seu rosto e depois para o seu pescoço depositando um beijo neste e voltou a beijar seus lábios, lhe dando selinho de três em três segundos, sempre com os olhos abertos.
- ! – escutaram uma voz perto demais. – ! – Luciana gritou e apareceu de surpresa. estava sem as mãos de em sua cintura e pegou um susto ao ver Luciana quase na porta fazendo com que ela caísse para o outro lado da varanda; ficou surpreso.
- finalmente encontrei você, sumiu. – informou Luciana impedindo de ir ajudar .
- Luciana? Ah... Oi, como assim sumiu? – olhou rápido para o local onde tivera caído e sorriu ao vê-la tentando tirar as folhas que estavam em seu cabelo.
- Ela esta bêbada, procurei ela por toda parte, mas não a encontrei. – respondeu Luciana se aproximando.
- Não. – falou de repente assustando Luciana e a impedindo de passar. – Vem vamos procurar . – ele puxou Luciana pelo braço a afastando da varanda.
estava procurando alguém para leva-la pra casa; pois quando voltou para a festa viu Jonh desbundado na mesa e a maioria que conhecia já tinha ido embora.
- Por favor, Kendall tem que me levar, não tem mais ninguém que possa. – pediu pela décima vez.
- Não dá, tenho que arrumar as coisas por aqui, além disso, estou sem carro – respondeu ele colocando pratos limpos numa caixa.
- Pegue o carro do Jonh ele não vai se importar. – sugeriu ela olhando para Jonh que estava babando.
- Por que não vai com ? – perguntou Kendall naturalmente; ela estremeceu; ficar sozinha com estava fora de opção, tinha certeza que ele jogaria aquele momento na cara dela.
- Ele vai levar a . – respondeu ela.
- está na casa da minha mãe, tomada banho e agora deve esta dormindo. – respondeu ele.
- O que? Por quê? – perguntou ela.
- As meninas não acharam o para leva-la pra casa então Luciana a levou para casa da minha mãe, pois ela estava dormindo no chão do banheiro. – Kendall sorriu.
- já deve ter ido embora. – respondeu ela.
- Na verdade ele esta no bar. – Kendall apontou para um canto do salão. estava sentado com uma garrafa de uísque na mão. – Se eu fosse você falaria logo com ele antes que fique bêbado. – Kendall falou e se foi deixando-a sozinha para pensar o que iria fazer, estava muito tarde não poderia ir embora sozinha.
- Como esta ? - Perguntou ela se colocando ao lado de .
- Dormindo que nem um bebê na casa da mãe do Kendall. – ele respondeu sem olha-la e dando um longo gole na garrafa de uísque.
- Preciso que me leve para casa antes de ficar bêbado. – Falou ela tomando a garrafa da mão dele o fazendo olha-la.
- Precisa? – Perguntou ele debochando.
- Tenho que ir embora e você é o único sóbrio até agora – Respondeu ela, não sabia de onde tirou aquela coragem, seu coração estava a mil e sua respiração estava tão pesada que as vezes não respirava.
- Ache outro motorista – Respondeu ele pegando a garrafa de uísque de volta.
- Por favor, eu não quero isso tanto quanto você, mas a culpa é sua, não deveria ter me beijado. – Explicou ela gentilmente, ele tirou a garrafa dos lábios e sorriu. Encostou a cabeça na mesa como se estivesse pensando, levantou empurrando a cadeira ficando cara a cara com ela.
- Eu sei que não devia ter te beijado, mas não aguentei esta tão linda. Desculpe-me. – falou ele.
- Tudo bem, contanto que não se repita. – respondeu ela.
- Não posso garantir isso. – respondeu ele dando um sorriso de lado, aquele que ela adorará, por mais que ela se negasse, queria ouvi-lo dizer aquilo, queria beija-lo novamente ou até mais.
- Vai me levar em casa? – perguntou ela mudando de assunto.
- Tudo bem eu te levo – Ele tirou as chaves do bolso. – Me espere lá na frente enquanto pego o carro.
- Obrigada. – Ela sorriu e foi espera-lo onde pediu.
Os dois não disseram uma palavra a viajem inteira, se ela falasse algo ele com certeza reverteria e, eles acabariam se beijando de novo e por mais que ela o quisesse não poderia trair sua amiga.
- Pronto, está entregue. – falou ele parando o carro e a olhando, ela respirou fundo.
- Obrigada. – ela agradeceu tirando o cinto e abrindo a porta; desceu do carro e o olhou, ainda tinha esperança dele dizer alguma coisa, mas ele não falou nada apenas ficou olhando para frente. fechou a porta com força e caçou as chaves de sua casa na bolça; ouviu um barulho e virou, ele tivera saído do carro e estava andando em sua direção, ele a pegou pela cintura e a beijou, um beijo demorado pelo fato dela ter retribuído; no inicio pensou em , mas depois de sentir a língua dele explorando cada centímetro de sua boca se recusou a pensar nela.
- nós não podemos. – ela finalmente conseguiu dizer.
- Mas queremos. – ele rebateu dando mais um selinho nela.
- Eu não... – ele a saltou imediatamente e a olhou, ela não sabia o que tinha em sua expressão se era ódio, confusão ou qualquer outra coisa.
- Você não o que? – ele perguntou a olhando talvez com raiva.
- Eu não posso trair . – respondeu ela e por um momento pensou tê-lo visto com uma expressão de alívio.
- Só me responde uma coisa – ele falou e concordou com um aceno positivo de cabeça. – você quer?– esperou a resposta, apesar dele já saber qual era.
- eu...
- Só me responda , sim ou não. – ouve uma longa pausa e ele já ia se afastando, não queria ele longe; estava se enganando dizendo pra si mesma que não sentia nada, porém ele estava ali esperando três e simples letras eram só o que ele precisava para toma-la em seus braços. respirou fundo e olhou nos olhos dele, não pode impedir as palavras que saíram de sua boca e não queria.
- Sim eu desejo você, eu quero você, eu... – ele a interrompeu lhe dando um beijo; esse era diferente, acendeu a chama que cobria os dois, seus corpos se encostaram e pôde ver o quanto excitava ; sorriu durante o beijo. Ele a encostou na parede ao lado da porta e ia a apertando ainda mais em seu corpo.
- Dá pra você abrir logo a porra dessa porta? – perguntou ele ofegante enquanto ela ria, pegou a chave que estava na bolsa ao chão e mau ela abriu a porta a agarrou por trás e fechou a porta com os pés sem parar de distribuiu beijos pelo seu pescoço.
Ele a virou deixando-a de frente para ele, ela jogou as chaves e a bolsa em algum lugar da sala e o guiou até seu quarto. Nesse momento já não pensava em mais nada, a imagem de chorando sumiu de sua cabeça ao sentir as mãos de em sua pele; ele abaixou o zíper de seu vestido e o acompanhou com as mãos conforme o vestido descia pelo seu corpo, tirou os sapatos e fez um caminho de beijos até sua barriga o que a fez sorri, ela o fez levantar e retirou o blazer que a impedia de tocar sua pele, abriu os botões de sua camisa bem devagar fazendo reclamar e arrancar a camisa de si mesmo.
- Isso eu quero que você faça. - disse olhando para o cinto em sua calça o que a fez morder seu lábio inferior. Ela se abaixou e retirou o cinto que a atrapalhava, em seguida desabotoou suas calças e sorriu ao ver um volume em sua box, a retirou e sentiu tremer ao seu toque. Ela se levantou e o beijou, ao mesmo tempo o masturbando com as mãos; o empurrou para a cama o fazendo deitar, se colocou em cima dele e desceu até a altura de sua cintura, pegou seu membro e lambeu a parte de cima, colocou só a parte da cabeça na boca e em seguida colocou seu membro por inteiro, fazendo seu pênis entrar e sair, como se fosse um pirulito em suas mãos, começou a fazer os movimentos mais rápido ganhando alguns gemidos de como aprovação, sentiu seu membro endurecer e sorriu. Ele se sentou e a colocou em seu colo, tirou seu sutiã e o jogou para longe. Retribuiu beijos em torno de seu peito e em fim o colocou na boca enquanto massageava o outro; passou a língua em torno de seu mamilo e passou para o outro fazendo o mesmo processo, a deitou na cama e foi em direção a sua calcinha, a retirou e beijou sua virilha, fazendo o mesmo até chegar no meio de suas pernas; as abriu para dá acesso total a , assim que sentiu a língua dele em seus clitóris gemeu baixo, depois de um tempo sentiu dois dedos a invadindo e gemeu mais alto, a medida que fazia movimentos mais rápidos com os dedos ela gemia mais, arqueou as costas ao senti-lo dentro dela; ele se deitou mais sobre ela, começou a beija-la para abafar seus gemidos, o que a fazia ficar mais excitada.
trocou de posição ficando em cima dele, começou a fazer movimentos para cima e para baixo sobre o fazendo gemer conforme ia fazendo movimentos mais rápidos, ele apertava seus seios que balançavam a sua frente. se apoiou na cabeceira da cama e sentiu a invadir por trás, fazendo-a gemer ainda mais, ele jogou um travesseiro que o estava atrapalhando e acabou quebrando o abajur que se despedaçou no chão, porem não deram muita importância. acelerou mais os movimentos e a beijou no pescoço, dando uma mordidinha aqui e outra ali; ela puxou seu cabelo para trás a fim de ver seu rosto e o beijou. Ele a deitou na posição anterior, porem agora seus movimentos eram mais precisos, apertou as coxas dela ao sentir que o orgasmo vindo.
retribuiu o beijo que recebera, tirou seus lábios dos dela e fez um caminho de beijos de seu pescoço ate sua barriga; subiu parando em seus peitos, depois de ter conseguido alguns gemidos deitou-se ao lado dela ainda a beijando.
A culpa estava para invadir , mas as mãos de ainda explorando seu corpo e seus lábios nos dele não permitiam que sua consciência falasse.
- Você é fantástica. – ele sussurrou.
- É eu sei. – respondeu ela ganhando um sorriu divertido e um beijo em seguida. – O que faremos agora? Fingir que nada aconteceu?
- Não vou fingir você é minha agora. – respondeu ele a puxando para mais perto.
- Mas e ? – ela não queria acabar com aquele momento, porem precisava saber.
- Terminarei com ela ao amanhecer. – ele respondeu dando um sorriso fraco. Por mais que fosse sofrer, não iriam depender dela para serem feliz. Um dia talvez ela superaria, talvez não agora, mas um dia; ela não podia guardar aquela magoa para sempre.

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