Hunt You Down, Baby
Vittória | Revisado por Natashia Kitamura
Música: Animals, por Maroon5
parecia que congelou uns sete anos no tempo e também continuava do mesmo jeito: exibido e arrogante. Eles se conheceram no final do ensino médio, no terceiro ano e ele queria tudo que era supostamente dela: a vaga na universidade no curso de Direito e a presidência do grêmio estudantil. Sua pele tinha sido mais tingida pelo sol, os cabelos aloirados por parafina e havia adotado um estilo de vida praiano. Sobre , continuava baixinha, ruiva, muito magra, de óculos, mas por algum motivo todos começaram a achar o seu biótipo bonito. Em , moravam em cada extremo da cidade e o homem a procurou para vender as ações da empresa de sua família. não tinha isso somente como interesse, também queria reavivar coisas do passado; no último dia de aula, após o intervalo, ele a fez matar a aula e acabar tendo um tipo de caso.
- Sabia que íamos nos ver novamente. Que o tempo ia passar e nós íamos continuar adorando o ódio. Ficou muito tempo longe, mas não me esquece, né?
Sim, você pode começar de novo
Pode correr livremente
Pode encontrar outros peixes no mar
Pode fingir que era pra acontecer
Mas não consegue ficar longe de mim
foi chegando tão perto que se respirasse seu cabelo subiria. Usava o mesmo perfume de sempre, não era um perfume de comum, nem sabia se aquela mistura de amêndoas e alfazema era realmente um perfume de homem.
- Absolutamente, . – revirou os olhos com o apelido do colegial. - Você que nunca deixou de lembrar-se do que aconteceu atrás da quadra.
Ainda ouço você fazendo aquele som
Acabando comigo, rolando no chão
Pode fingir que era eu, mas, não, oh
- ... Quer reviver o final do ano?
O que está tentando fazer comigo?
Não conseguimos parar, somos inimigos
Mas nos damos bem quando estou dentro de você
tinha que admitir sobre a proposta ser tentadora, seu último e nada bom relacionamento havia acabado há dois meses e ela possuía uma queda por surfistas. Suspirou profundamente, aspirando todo o seu aroma antes que se juntasse com o dela.
Você é como uma droga que está me matando
Te elimino totalmente
Mas eu fico tão alto quando estou dentro de você
“Por pouco tempo” pensou. Antes de tudo, puxou a nuca com forca para que seus lábios se unissem aos da mulher. “ continuava o mesmo.” Confirmou.
Baby, serei seu predador essa noite
Te caçarei, te comerei viva
Como animais, animais, animais
- Dez e meia lá em casa.
Depositou a chave de casa que carregava consigo dentro do bolso da calça jeans do amante, quando chegasse pegaria a reserva embaixo das plantas e o endereço era foi inalterado desde vinda dela a essa cidade, não teria problema em chegar lá. Ambos olharam o relógio, faltava uma hora.
*****
não tinha uma coleção muita grande de roupas em seu armário, mas sabia que a perfeita era um vestido preto na altura do joelho da coleção passada da sua marca preferida. A mesa na sala estava posta com um jantar bem variado, não conhecia seu talento na cozinha, não a conhecia quase nada. Ela atirava bem, era das boas, tinha largado as aulas de tiros e passado para a prática. Não precisava de dinheiro, mas de uma coisa que a empolgasse e perigosa. Ele não podia contar que a outra nerd da sala tinha virado uma assassina de aluguel.
O homem adentrou na sala atrasado, pontualidade nunca havia sido seu ponto forte, preferia se gabar pela invencibilidade nos jogos de cartas como o pôquer e como era imperdoável contra todos os seus adversários desde adolescente, sobre como os atraia cada vez mais para o jogo se deliciando com a entrega das suas vidas na mesa.
“Nenhum dos dois eram santos, se merecem.” Pensou você leitor, mas eles vieram para executar uma antiga dívida que eram ambos. , ao longo do tempo de jogatina, acumulou muito inimigos, Luke Wade era o principal e sabia que a hegemonia do só acabaria com uma bala na cabeça. Mas também adquiriu muitos bens, era um deles.
aproximou-se da velha companheira, tocando-a. A mão de repeliu a pele fria e ela aproveitou para aprofundar seu olhar nos grandes olhos verdes do homem.
- Veio por causa de mim?
- Claro, meu amor, claro. Seus longos cabelos cheirosos me trouxeram para voltar e blábláblá. – assemelhava-se a um trovador a falar.
- Vamos resolver as coisas logo.
Dentro do terno, mostrou uma faca de cozinha.
- Sério, acho que me merecia mais. E a consideração, ?
Corriam como animais quebrando tudo a sua frente, desviando das mesas reviradas e cacos de vidro espalhados no chão. Queriam pegar seus alvos apesar de todo o desejo que ambos sentiam, seriam ótimos juntos se toda essa atração não fosse uma combustão contra os dois que os matariam qualquer dia.
Se eu correr, não será suficiente
Você continua na minha cabeça, presa para sempre
Então pode fazer o que quiser, sim
Amo suas mentiras, vou engolir tudo
Mas não negue o animal
Que ganha vida dentro de você quando estamos juntos
Ele a pegou pelo braço e acertou seu rosto com o pé. O seu revolver já estava engatilhada e sabia que ia vencer.
- Te amo, meu bem.
- Não ligo pro que você diz.
Não diga mentiras
Você não pode negar
A besta que vive aí dentro
Sim, sim, sim
Não, não minta
Você não pode negar
A besta que vive aí dentro
Sim, sim, sim
O prazer de matar era impagável e assim apertou o gatilho.
Como animais, como animais.
Você acha que ia ser assim tão fácil me ter, ?

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