
De Repente Hogwarts Mania
Escrito por Mikaelson | Revisado por Lelen
Prólogo
virou o carrinho e encarou a barreira. Parecia muito sólida. Ele começou a andar em direção a ela. As pessoas a caminho das plataformas nove e dez o empurravam. apressou o passo. Ia bater direto no coletor de bilhetes e então ia se complicar. Curvando-se para o caminho ele desatou a correr, a barreira estava cada vez mais próxima. Não poderia parar, o carrinho estava descontrolado, ele estava a um passo de distância, fechou os olhos se preparando para a colisão... E ela não aconteceu... Ele continuou correndo. Abriu os olhos. Uma locomotiva vermelha a vapor estava parada à plataforma apinhada de gente. Um letreiro no alto informava “Expresso de Hogwarts 11 horas”.
continuou andando pela aglomeração até que encontrou um compartimento vago no final do trem. Primeiro pôs seu cachorro Colin para dentro e começou a empurrar e a forçar com a mala em direção à porta do trem. Tentou erguê-la pelos degraus acima, mas mal conseguiu suspender uma ponta e duas vezes deixou-a cair dolorosamente em cima do pé.
Assim que entrou no compartimento, se sentou na cabine vazia. Passos começavam a ser ouvidos. Alunos de todas as idades começavam a andar pelo trem, alguns buscando uma cabine, outros falando sobre quadribol e outros ainda se preparando para mais um ano em Hogwarts. E ainda havia aqueles que procuravam desajeitadamente uma cabine. Viu um garoto de cabelos negros e roupa preta passar por ele com um sorriso debochado e olhando-o com desdém sussurrando algo a um colega, que riu escandalosamente.
— Posso me sentar aqui? — perguntou uma garotinha de cabelos negros, olhos severos e uma expressão séria.
— Claro — concordou com um sorriso tímido.
— Qual seu nome? — perguntou a garota. — Sou .
— — o outro se apresentou.
— Prazer em te conhecer , espero que sejamos amigos em Hogwarts.
— Também espero. Primeiro ano? — perguntou ele.
— Sim.
Enquanto os dois conversavam entre si, o trem começou a andar. As janelas agora tinham belas paisagens. Conforme o trem começava a andar, começara a ganhar velocidade. As janelas agora começavam a deixar a cidade, agora passando por pastos verdejantes. Havia animais ali perto.
— Bonita paisagem — elogiou .
— Espero ir para a Grifinória — comentou .
— Eu também.
De repente ouviu-se uma porta se abrindo. Uma outra garota de cabelos negros entrou no compartimento. Ela era um pouco gorda. chegou a conclusão que ela até que ela estilosa, mesmo em meio a tanta gordura.
— Posso sentar aqui? As outras cabines estão cheias — pediu ela. — Sou .
— Sente-se — concordou animada. — Primeiro ano também? — perguntou.
— Sim! — concordou animada. — Espero que Hogwarts seja legal.
O trem continuou a andar, agora saindo dos pastos verdejantes e caminhando por pontes altas, prédios e até mesmo florestas. Matagais se moviam normalmente, junto a cavernas e visões vibrantes. , e conversavam animadamente, discutindo sobre as casas de Hogwarts. queria ir para Lufa-Lufa, enquanto e para a Grifinória. As conversas saíam naturalmente. Logo, a mulher dos doces apareceu.
— Doces, queridos? — perguntou.
— Eu quero todos — disse animado, tirando alguns galeões. e olharam admiradas. — Vou dividir com vocês.
Após pegar os doces, , e começaram a dividi-los, comendo com avidez. Conforme provavam os doces mágicos, mais comiam, nunca haviam visto doces bruxos assim. Em meio a conversas, o trem continuou a andar. Agora estava passando por mais prédios e lugares fumegantes. Enfim, chegaram perto de Hogsmead. Conforme se aproximavam, sugeriu que eles fossem se trocar pois iriam para Hogwarts logo. Os três começaram a colocar as vestes e logo, o trem estacionou em Hogsmead.
— Primeiro ano aqui — disse o guarda-caças Rubeo Hagrid.
, e acompanharam instantaneamente o guarda-caças. Entraram num barquinho falando mentalmente “Uau!”. A viagem de barco se seguiu normalmente.
— Tudo aqui é lindo — murmurou .
— Verdade — concordou .
A viagem continuou até que chegaram em Hogwarts. A porta se abriu revelando um castelo lindo e imponente onde Albus Dumbledore, o professor de Transfiguração, já esperava pelos alunos. Perto dele, estava o diretor Armando Dippet. Hogwarts era diferente do que muitos poderiam pensar, mais diferente. Mais bonita, mais antiga. E assim o início da seleção começava...
Capítulo 1 — O Início da Jornada
— Estou nervosa — disse .
— E eu então — disse . — Meu primo diz que ouviu o pai dele falar que a seleção é traumática.
— Segundo o que li, o Chapéu não é tão assustador, só analisa a personalidade de quem entra.
— Fascinante ver os alunos chegarem — disse Albus Dumbledore olhando os alunos primeiranistas com intensidade. — Sejam bem-vindos. Este é o inicio de um ano novo e cheio de desafios. As quatro casas são Grifinória, Corvinal, Lufa-Lufa e Sonserina. Cada casa produz e já produziu bruxos excelentes. Quando eu chamar seus nomes, sentem no banquinho que os selecionarei para uma casa — disse Dumbledore ajustando seus óculos meia-lua.
, e se olharam curiosos. Filius Flitwick fora selecionado para Corvinal. Astrid Lohman para a Grifinória. Francisco Zabini para a Sonserina. Finalmente foi a vez de que foi para a Grifinória. Já demorou um pouco sendo selecionada instantaneamente para a Lufa-Lufa. Chegou a vez de que foi selecionado para a Grifinória como . Muitos alunos trocaram olhares curiosos. Um na Grifinória. Isso era novidade. Francisco Zabini olhava tudo com olhos calculistas.
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— Bem-vindos — disse o diretor Dippet. — Este ano começou trazendo novos rostos. — Olha para , , e outros primeiranistas. — O teste de quadribol para os segundanistas em diante começa em duas semanas. Como sabem, esse é meu ultimo ano como diretor, antes de eu me aposentar. Acredito que quando eu aposentar, Dumbledore será o novo diretor. Também temos um novo professor de Defesa contra as Artes das Trevas. Não posso esquecer de mencionar que se deve ter cuidado com corredores proibidos. De resto, aproveitem o banquete.
O banquete começou a ser servido. se serviu de uma grande porção de comida, enquanto olhava a mesma com um olhar quieto e moderado enquanto se servia animadamente.
— Comida boa — disse .
— Boa mesmo — concordou .
— E quadribol, deve ser um bom esporte — comentou entusiasmada.
— Eu acho que não vou saber jogar, mas imagino que assistir os treinos vai ser divertido — opinou .
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Após o banquete, os monitores começaram a guiar os alunos. Eles caminharam por escadas andantes até que chegaram a sala comunal da Grifinória. Era um local cheio de alunos. Alguns até mesmo já se acomodavam na sala comunal, observando os brasões da casa em formato de leão. pegou seu animal de estimação, colocou a gaiola perto da cama e começou a se deitar.
— Primeiro ano? — perguntou um garoto de cabelos castanhos, sorriso cativante e alto. — Sou John, John Peter Rosier.
— — respondeu ele de volta.
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O dia seguinte amanheceu naturalmente. já estava na quarta feira, conversando animadamente com alguns grifinórios. , na mesa da Lufa-Lufa, acenava para ela. chegou timidamente cumprimentando .
— Como foi sua noite, ? — ele perguntou.
— Fiz algumas amigas e ouvi falar sobre quadribol, e sua noite, como foi? — perguntou ela curiosamente.
— Fiz um amigo novo, um Rosier — disse .
— Falando de mim? — perguntou Rosier com um sorriso nos lábios sentando na mesa da Grifinória.
— Bem — concordou arrancando uma risada de Rosier.
— Animados? — perguntou. — Vai ser meu primeiro ano também. Primeira aula do dia com o professor Dumbledore, depois Herbologia com a Profa. Trelawney — disse Rosier.
— Parece que será interessante — observou.
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Após tomar o café da manhã, seguiram para a primeira aula de Transfiguração que seria mesmo com o professor Dumbledore. Dumbledore tinha cabelos negros e barba longa e óculos meia-lua e sorriso sereno.
— Que brilhante ver alunos que buscam conhecimento na aula maravilhosa de Transfiguração — elogiou Dumbledore. — Transfiguração não é para todos, mas sim para aqueles que não têm medo de ousar. E acima de tudo, é para os que têm disciplina e sabem realizar feitiços convocatórios precisos. Alguém sabe o que quer dizer Transfiguração? — perguntou Dumbledore.
, e Francisco Zabini levantaram a mão.
— Sim, Sr. .
— Acredito que seja a arte de transformar coisas em objetos ou alguma magia convocatória, professor. Podem ser feitiços demonstrativos ou transformação de objetos ou animais — sugeriu.
— Muito bem — concordou Dumbledore.
olhou com um novo respeito. Desde que recebera sua carta em Hogwarts uma das matérias que mais admirava era Transfiguração.
— Continuando, agora quero ver transformar esse palito em fósforo. Imaginem e se concentrem — disse Dumbledore apontando para vários palitos nas mesas.
conseguiu rapidamente assim como Rosier. Já teve mais dificuldade assim como . Já Francisco Zabini quase derrubou um palito e lançou um olhar cortante à mesa da Grifinória. Outros alunos tentaram, alguns conseguindo e outros não. O dia se passou naturalmente, Dumbledore ensinando Transfiguração e alguns aprendendo e outros não. e saíram da aula de Transfiguração com uma nova perspectiva a respeito da aula de Dumbledore.
— Bem-vindos — disse a professora Cassandra Trelawney. — Bem-vindos a aula de Herbologia. Me chamo Cassandra Telawney. Esse é meu ultimo ano como professora de Herbologia, mas estou aqui para ensinar essa matéria tão importante. Vocês devem tomar cuidado com as plantas, elas são sensíveis. Vamos a aula!
saiu da aula com uma nova perspectiva achando Herbologia interessante. A próxima aula seria de Feitiços com o professor Carrow. e conseguiram fazer bem o feitiço Wingardium Leviosa, enquanto tinha mais dificuldade. Finalmente chegou a hora do almoço. se sentou na Grifinória ao lado de e , os três começando a falar com Rosier sobre aulas e quadribol. parecia animada. À tarde teriam aulas de Poções...

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