Com O Mundo Em Minhas Mãos
Escrito por Giuliana Ramires | Revisado por Paulinha
"Você deveria se inscrever. Sua voz... é perfeita, ." As palavras de não saiam de minha cabeça. Era a motivação certa para o erro perfeito. Suspirei e me inscrevi. Dali, eu não sairia mais.
Flashback On
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- Você é vizinha do ? Do ?
***
- Me desculpe, te machuquei?
Olhei para cima e me deparei com a pessoa que eu menos queria ver. Não por não gostar, e sim pelo contrário. Eu o amava, sem ao menos conhecê-lo. Ele era perfeito, e eu... Nem um pouco segura de mim.
- Não, estou bem.
***
- Você mora aqui há muito tempo?
- Eu disse que pegaria o gelo e iria embora, Sr. .
- Primeiro, me chame de , em seguida, responda minha pergunta. E quem sabe depois, eu lhe deixo ir.
- Sim, . Eu moro aqui há bastante tempo. Para ser exata, nunca me mudei.
***
- Vou ter que viajar, . - Sem abraços ou chocolates quentes. Completamente frio, e direto.
- Viajar?
- Vou gravar um clipe, e depois volto. Afinal, eu moro aqui. - Deu uma risada e me encarou.
brincava de babá sempre que podia. Buscava-me em minha escola e caminhava comigo até minha casa. Saia comigo, e sempre colocava um sorriso em meu rosto.
***
- If I was your boyfriend, I'd never let you go
- I can take you places you ain't never been before
- Você me assustou. - Disse colocando a mão em meu peito, sentindo meu coração pular.
- Você tem uma voz linda.
***
Flashback OFF
E aqui estou eu, esperando a minha vez para ser a próxima American Idol.
- . - Um homem chamou, e a sala ficou em silêncio. Suspirei e entrei.
Um jurado. Era por isso que ele havia deixado de ser babá. Para julgar um programa de tv.
Cantei Bubblewrap do McFly, e por alguma ironia do destino fui aplaudida de pé. Os quatros jurados, incluindo disseram "sim". O que significava... Eu estava dentro.
Sai e encarei todos os que ainda faltavam. Meus olhos estavam cheios d'água.
- Pode me seguir, por favor? - O mesmo homem que havia me mandado entrar, tocou meu ombro. Assenti e caminhei até uma sala.
" "
- O que eu estou fazendo aqui? - Virei-me e ele já havia saído.
Toquei três vezes na porta e abri, vendo-o sentado encarando a porta.
- Obrigada. Obrigada por vencer seus medos e confiar em mim.
Caminhei até ele e o abracei. Era a sensação mais confortante do mundo, ter seu mundo em mãos.

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