But she's so lost in the stereo, lost in the stereo

Escrito por Jo Blasioli | Revisado por Mah

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Capítulo 1

  Estava dirigindo pelas ruas de Baltimore procurando uma cafeteria. Eu tinha duas semanas de folga da turnê, junto com o resto da banda.
  Procurei um lugar para estacionar, depois de alguns minutos achei uma vaga, desci do carro e fui em direção a Oriole.
  Entrei na cafeteria, que estava com um movimento bom, fiz meu pedido e fui sentar em uma mesa aos fundos. Era um sabado normal, até uma menina entrar. Ela era diferente.
  Bem eu tinha acabado de vê- la então, ela parecia diferente para mim, pelo fato de usar uma calça jeans preta apertada com a barra dobrada para fora, chinelos amarelos, camiseta simples branca e um casaco vermelho e preto xadres por cima; tinha cabelos repicados e negros, pele clara, algumas tatuagens à mostra e carregava uma eco bag, não que eu entenda de bolsas, mas já tive diversas garotas, ok?
  Posso ter parecido tolo, mas me levantei e fui em direção à mesa que a garota acabara de sentar.
  - Oi. - Disse simpático. A garota apenas me olhou e continuou mexendo em seu notebook. Resolvi me sentar.
  - Sua mãe nunca te disse para não falar com estranhos? - A menina respondeu meio desconfortável.
  - Não precisamos ser estranhos. - Ok isso foi muito estranho.
  - Isso foi muito estranho, dude. - Não disse?
  - Ok, desculpa, me chamo , prazer. - Disse, estendendo minha mão para garota, que recuou um pouco, mas acabou cedendo.
  - Nome legal.
  - . - Completei.
  - Desculpa, o quê?
  - Meu sobrenome. , .
  - Da banda? All Time Low?
  - Exato, você conhece?
  - Já ouvi falar, mas não espere que eu seja uma tiete e agora comece a surtar e pedir autógrafos.
  - Não, eu não espero isso. - Disse rindo, meio sem graça. Essa menina me deixava meio tenso.
  - Então, trabalha com o quê?
  - Faço estágio na Hember Records, é uma produtora musical nova.
  - Você pretende seguir com essa profissão?
  - Se eu estou fazendo um estágio acho que isso é meio óbvio.
  - Talvez você fizesse por falta de opção pra poder pagar uma faculdade ou sei lá.
  - Tá me chamando de perdedora?
  - Eu não disse isso, você que está surtando.
  - Só a pergunta que era meio óbvia, dude. - Ela disse revirando os olhos.
  - Não precisava ser grossa desse jeito comigo, dude.
  - VOCÊ que chegou aqui do nada e começou a perguntar, você deveria se acostumar a viver em sociedade. Nem todos são educados o tempo todo.
  - Ok, estou indo, só pensei que poderia conversar com alguém enquanto esperava meu café.
  - OK. , né? Pode ficar, eu que vou sair. Ninguém merece ter que aguentar isso de estranhos. - Disse a menina, colocando seu notebook na bolsa.
  - Eu só estava errado pensando que talvez você fosse uma garota legal.
  - Você achou? - Disse com um sorriso inocente.
  - É eu achei.
  - E por que achou isso? NÃO, quer saber, eu preciso terminar de selecionar bandas para um festival, até outro dia . - Ela disse, saindo da cefeteria.
  E eu fiquei como? Com aquela menina na cabeça as últimas três semanas. Eu sei isso é ridiculo, é bem parecido comigo, aliás.
  - , ? Porra, , você tá me ouvindo?
  - O que, ?
  - Porra, presta atenção em mim. Bom, uma produtora ligou pro nosso empresário, eles querem que a gente toque em um festival pra ajudar a divulgar a produtora, que é nova.
  - Se eles liberarem, tudo bem.
  - É, sei lá o que aconteceu, mas eles liberaram. Deve ser alguma filial e... - Nossa, esse não parava mais de falar. Será que ele não percebe que eu não estou dando a mínina? Tinha que descobrir alguma coisa daquela menina que tem me dado muito de sono ultimamente. Sim, MUITO sono, porque eu durmo para sonhar com ela.
  - Olha, se você não ouvir por bem, vai ser por mal, . - disse em tom ameaçador.
  - Desculpa, dude, mas que produtora é essa?
  - Desculpa, dude. - disse, me imitando de um jeito bem gay. - Bom, acho que o nome é Hember.
  - WHAT THE FUCK?
  - O que tem demais?
  - Hember, Hember Records?
  - É, deve ser, cara.
  - É MINHA CHANCE ! É A CHANCE DE ENCONTRAR A MENINA DA CAFETERIA.
  - Aff, ainda nessa menina, ? Cara, você deve estar muito carente. - disse, debochando.
  - É, amorzinho, desde que você me abandonou por aquela loira peituda minha vida sexual não tem sido mais ativa. - Disse com um dedo nos lábios em uma tentativa muito 'fail' de o seduzir, imitando um gay.
  - OH, ME SINTO CULPADO AGORA, VEM CÁ MEU AMORZINHO. - disse, começando a correr atrás de mim enquanto nós dois ríamos nossos pulmões.

Capítulo 2

  I am I am I am a zombie, hello, hello, hello, you push me, to go, to go, to go, before I lie down dead
  (Eu sou, eu sou, eu sou um zumbi, olá, olá, olá, você me empurra, para ir, ir, ir, antes de eu cair, cair morta)

  A música alta vinha da casa que tinham me passado o endereço.
  Olha, eu não era nenhum psicopata, mas na última semana eu tinha procurado formas de conseguir alguma coisa da menina da cafeteria e com o pretexto de 'É que a gente marcou de se encontrar depois do festival, mas eu perdi o seu celular'.
  Se você achou isso bizarro espere até saber que ela não compareceu ao festival e eu nem ao menos sabia seu nome, então tive que a descrever. Acho que peguei pesado no quantidade de 'Ela é bonita e sexy', mas o que importa é que eu descobri seu nome: e acho que combina com ela, ok? WTF? Estou agindo como um gay desde quando eu conheci ela e acho que gays não a atraem.
  Desci do carro, que estava estacionado em frente à casinha de paredes azul claro e com um jardim precisando urgentemente de um aparador e com a tradicional caixinha de correios quebrada. Não disse que estou muito gay? Toquei a campainha e esperei.
  - Oi... O que VOCÊ está fazendo aqui? - , que vestia um short jeans desfiado e camiseta do snoopy com os cabelos presos em um coque mal feito, acho que propositalmente, me atendeu.
  - Oi, , eu vim ver as fotos do festival. - Inventei uma coisa absurda na hora.
  - Mas eu nem fui ao festival, como eu ia ter as fotos?
  - E por quê você não foi? - Disse, tentando fazer ela se esquecer da pergunta.
  - Porque eu tive problemas familiares, acho que isso não vem ao caso.
  - E a sua mãe está bem? Não vai me convidar para entrar?
  - Ok, , o que você quer?
  - Eu vim ver sua mãe. Sra. está aí?
  - , para, isso não tem graça.
  - Filha, me chamou? - Uma mulher de cabelos negros e olhos muito claros apareceu na porta atrás de .
  Antes que ela pudesse dar uma resposta me testemunhei:
  - Sra. , que prazer. . - Me apresentei para a senhora, que sorriu.
  - , por que não me disse que iria vir visitas?
  - Mãe, eu não sabia.
  - É, me desculpe, eu vim sem avisar.
  - É, veio sem ninguém convidar.
  - ! Oras, sempre é bem vindo filho, bom então entre para poder conversar melhor com a .
  - Obrigado, Sra. . - Disse, já entrando e parando na sala. Olhei para trás e pude ver um pequeno sorriso se formando nos lábios de , mas fora tirado no momento que ela percebeu que eu a olhava.
  - Então, crianças, eu estou tentando arrumar essa sala que vive em bagunça, mas podem ir conversar no quarto da .
  - Mas, mãe, no quarto?
  - , você sabe que sempre fui uma mãe liberal. - Sra. disse, dando uma piscadinha.
  - MEU DEUS, MÃE! Vem logo antes que eu te expulse, . - disse, envergonhada, nos guiando escada acima.
  Entramos em um quarto de paredes amarelas com alguns discos pendurados, na outra havia notas musicais e as outras duas apenas amarelas.
  - Quarto bonito. - Disse.
  - E o que você entende de decoração?
  - Na verdade, se esse tom de amarelo fosse mais escuro realçaria ainda mais seus belos olhos, amiga. - não conteve o riso.
  - Acho que era uma tentativa de piada. - A mesma disse.
  - É, pessoas normais diriam 'Obrigada, , você é bonito e sexy', mas com você não deu certo. - Disse, afinando a voz, o que a fez rir de novo.
  - É, eu não sou totalmente normal, mas isso não quer disser que eu não te ache bonito e sexy. - Eu não esprava por isso.
  - Olha, eu não espreva por isso, mas já que você tocou no assunto eu devo admitir. - Nós dois sorrimos e nos sentamos em sua cama.
  Eu sentia que com ela tinha que ser diferente.
  - Então, , eu sei que você não veio por fotos que não existem ou ver a minha mãe.
  - Que calúnia.
  - Então eu acho que você está no quarto errado, querido.
  - Na verdade... - Disse, cortando o assunto. - Eu vim apenas te ver, é pecado?
  - Eu sempre me considerei o 8° pecado, já que você tocou no assunto. - disse, se aproximando.
  - Será que eu vou cometê- lo? - Disse, me aproximando mais da garota, controlando a respiração.
  - Me diz você. - Eu segurei seu rosto com uma das mãos e a outra apoiei em sua cintura, fui aproximando mais os rostos e...
  E A PORRA DO CELULAR DELA COMEÇOU A TOCAR!!
  - Odeio a tecnologia. - riu e foi o atender. Deitei em sua cama a esperando.
  Cara que força esssa garota exercia sobre mim? Ela me fez ser idiota o bastante a ponto de me fazer bolar planos idiotas para conseguir seu endereço por não a ter tirado da cabeça desde a primeira vez que a vi há dois meses.
  - Voltei.
  - Senti sua falta.
  - Cala a boca, . - Ela disse e eu sorri, enquanto a mesma se deitava ao meu lado.
  - Quer continuar de onde paramos?
  - Tentador, mas você precisa ir embora agora.
  - Por quê? Seu namorado está vindo aqui? - Disse, sorrindo.
  - É. - Retirei o sorriso. - Eu tenho que trabalhar, , hoje é sábado e eu trabalho aos finais de semana.
  - Mas são 4 horas da tarde.
  - Essa é a minha vida. - Disse, se levantando.
  - Então eu te levo.
  - , não precisa. - A menina disse, se levantando e abrindo seu guarda roupas, pegando uma calça jeans clara rasgadada, uma camiseta preta dos Beatles com um casado vermelho e All Star da mesma cor.
  - Não sou nenhum psicopata.
  - Depois de hoje, prefiro não arriscar. - A olhei repreensivo. - Não que eu não goste da ideia. - Sorriu maliciosa.
  - Já disse que eu adoro o jeito que você se veste?
  - Pelo jeito, você me adora por inteira.
  - Talvez. - Nós dois rimos.
  Esperei ela voltar trocada do banheiro e descemos as escadas.
  - Mãe, to indo trabalhar, o vai me dar uma carona, beijos.
  - Tchau, filha. Tchau, , volte sempre que quiser. - Disse maliciosa.
  - Obrigado, Sra. .
  - Cara, eu adorei sua mãe. - Disse, assim que saímos da casa, levando um tapa no braço em seguida.
  Fomos o caminho inteiro escutando música e conversando. Até que a gente tava se dando bem.
  - Que horas você sai, ?
  - Me chame de e eu saio às 19 horas, por quê?
  - Pra eu vir te buscar, oras.
  - , você já veio me trazer.
  - Por isso mesmo. - Disse, rindo.
  - Não precisa.
  - Mas eu quero.
  - Mas não deve!
  - Por quê?
  - Porque não precisa.
  - Você não quer me ver?
  - Eu quero.
  - Então você confessa?
  - Confessar o quê, tá doido?
  - Que gosta da minha companhia.
  - Gosto, menos quando faz isso.
  - Eu também gosto da sua. - Disse, aproximando nossos rostos. - Espera, quando eu faço o quê?!
  - Tipo agora, que parou de tentar me beijar pra fazer perguntas. - disse, rolando os olhos. - Tchau, , te vejo às 19.
  É, ela estava certa, mas por pouco tempo.

Capítulo 3

  - Maybe it's not my weekend but it's gonna be my year I'm so sick of watching while the minutes pass as I go nowhere. - Eu cantava Weightless enquanto tomava banho.
  - Cala a boca, , tem gente tentando ver TV aqui mano. - reclamou.
  - This is my reaction to everything I fear cause I've been going crazy I don't want to waste another minute here. - Cantarolei a última parte do refrão e saí do banheiro enxugando meus cabelos com outra toalha.
  - Se você não parar agora eu vou te capar dude.
  - Olha que o ficaria muito bravo com você, não é amô?
  - Eu ou a ?
  - Cara, já vão começar de novo.
  - Ah, ele está ficando irritadinho, woooon. - começou e eu mostrei dedo.
  - Vocês são muito cuzões e outra, por que não assistem TV lá em baixo? Por que precisa ser no MEU quarto?
  - Coé, , já vai começar a expulsar a gente? E a menina nem mora aqui ainda. - maldito.
  - Ok, continuem zoando com a minha cara, mas agora saiam do meu quarto, preciso me vestir e buscar a . - Os três saíram fazendo gracinha do quarto. provavelmente não iria com a cara deles.

  **

  - Boa noite, . - disse enquanto se aproximava do carro.
  - Oi, , desculpa, não tinha te visto. - Disse, agora de frente para a garota.
  - É, eu percebi. Provavelmente já tinha esquecido o que tinha vindo fazer aqui, já tinha me esquescido.
  - Larga de ser besta vai, entra no carro. - Nós dois rimos fracamente. - Quer ir pra algum lugar? - Perguntei quando já estavamos no carro.
  - Para casa? Dã.
  - Para a sua ou a minha?- Disse, fazendo biquinho.
  - , como você é besta. - disse entre risos.
  - Larga de ser má, , vamos passar a noite juntos. - me olhou assustada. - Quando eu digo juntos quero dizer bebendo, conversando, rindo, assistindo a algum filme. Sua maliciosa. - Disse, divertido.
  - Ok, eu aceito, , mas depois eu me viro pra ir embora. - Disse, pegando o seu celular e enviando um SMS, provavelmente avisando à Sra. que domoraria para chegar.
  - Coé, , se você quiser ir embora eu te levo... Ou pode passar a noite lá em casa, eu tenho quartos de hospedes.
  - Depois eu sou a safada da história, meu Deus. - disse rindo. - Mas obrigada, eu acho que depois volto para a casa.
  - Ajuda se eu disser que o quarto tem trancas? - Disse rindo também. Passamos o resto do caminho cantando músicas e fazendo campeonato de assobios. Eu ganhei claro, sou foda.

  **

  - Não vale, você roubou! - mais ria do que falava, se tacando no sofá da sala de TV. Haviamos acabado de chegar.
  - , você é uma má perdedora.
  - Eu? Má perdedora? Então te desafio a outra coisa.
  - O quê? Você sabe que vai perder de novo.
  - Haha, Sr. , saiba eu tenho um jogo.
  - Não to afim de Strip Poker hoje não. - Levei um tapa no peito. - Ai, sua violenta.
  - TIVE UMA IDEIA.
  - O QUÊ?
  - Primeiro vamos parar de gritar, segundo eu faço uma cantada de pedreiro e se você rir, perde.
  - Isso não vale.
  - Ok, no final você tem direito a uma cantada e se me fizer rir eu tenho que fazer algo pra você.
  - Qualquer coisa? - Perguntei maliciosamente.
  - Pode ser, já que você vai perder mesmo. Vai, vou começar. Eu não sou Casas Bahia mas sou dedicação total à você!- disse rindo. Eu não resisti e também ri. - AEAEAEAEAE ganhei.
  - Aff, . Melhor de 3.
  - Oi, tem um pedaço de bife no seu canino, posso limpar com minha língua?
  - , isso é mais nojento do que engraçado.
  - Droga!
  - Vai, você tem mas uma chance.
  - Ok, deixa eu pensar... Você é a aspirina das minhas dores de cabeça!
  - Meu Deus, onde você aprende essas coisas, ? - Comecei a rir. - Deve ter muito pedreiro te cantando.
  - Não sou tão cobiçada assim, mas o importante é que eu ganhei, UH UH UH UH. - fazia uma comemoração idiota e engraçada.
  - Ok, minha vez. Mas se você rir não valeu a pena nada até agora e você perde e paga prenda.
  - Tente me fazer perder, querido.
  - Não sabia que flor nascia no asfalto! - Foi inevitavel, nos olhamos e começamos a rir.
  - Somos muito bestas.
  - E eu ganhei de novo, sou foda dinguin diguin.
  - Já tá ficando ridiculo perder essas coisas para você.
  - Podia perder mais uma coisa.
  - O quê?
  - Essa roupa ficaria ótima toda amassada no chão do meu quarto amanhã de manhã. - Disse rindo e corou.
  - Idiota, vá pegar alguma coisa pra beber, vá.
  - Won, , não precisa ficar brava, era só mas uma cantada. - Disse a abraçando e depois começando a fazer cosquinhas.
  - PARA , SÉRIO. - A garota ria.
  - Esse é o seu castigo, não posso parar.
  - Mas isso não tem nada a ver com um castigo.
  - Ok, eu paro, eu paro. - Disse me afastando.
  - Qual é o meu castigo? - A olhei malicioso.
  - Não precisa fazer nada do que não quiser, você sabe né? - A menina concordou com a cabeça.
  - Então vem aqui comigo. - Disse me levantando junto com a garota e segurando sua mão. Subimos as escadas e seguimos para o final do corredor; abri a porta, agora podendo olhar um terraço muito bonito, na minha opinião. Dava vista para a piscina bem iluminada no quintal, dava para ver com clareza as estrelas não tão vistas da cidade.
  O terraço tinha alguns bancos de madeira e uma mesa, eu e os caras costumavanos ir lá para compor ou passar o tempo.
  - Nossa, , isso é realmente lindo. - disse enquanto analisava o local.
  - Que bom que gostou. - Disse me aproximando da garota, segurando em sua cintura.
  - Por que me trouxe aqui? Não era só um beijo?
  - Porque não quero que seja qualquer beijo. - Disse e aproximei nossos rostos. Fechei os olhos e pude sentir seu perfume agora bem de perto, encostei nossas testas, deixei uma mão em sua cintura e a outra coloquei em sua nuca, enquanto me abraçava pelo pescoço selei nossos lábios e depois de alguns segundos pedi passagem com a língua, que logo foi cedida.
  Senti minhas pernas cederem e a respiração falhar um pouco, mesmo o beijo sendo tranquilo. Me pergunto se ela se sentiu o mesmo. Acho que não.
  - Pronto. - Disse baixo. Não queria forçar muito, talvez ela não quisese.
  - V- você, eer, não gostou? - perguntou nervosa e eu sorri. Talvez ela se sentisse do mesmo jeito.
  - Tá brincando, né? Eu só não queria forçar as coisas, , vai que você não queria. - Disse, indo me sentar em um banco.
  - Ok, minha vez. Tá brincando né? - A garota disse, também se sentando.
  - Eu só não sabia, me desculpe, ok? - Disse rindo.
  - Isso é imperdoavel. - disse, negando com a cabeça. - A menos que... - Me olhou maliciosa.
  - A menos que o quê, dona ? Não me olhe desse jeito. - Disse, começando a rir.
  - Ora, , pensei que você fosse menos lerdo. - disse, saindo do banco e se sentando no meu colo, de frente para mim, colocando uma perna de cada lado. Parou e ficou me olhando; passou uma mão em meu rosto, o que me fez fechar os olhos, então, começou a me beijar de novo.
  Dessa vez o beijo era mas rápido e selvagem, as passadas de mão começaram a ficar mais rápidas e isso estava me empolgava ainda mais.
  - Tem alguem ficando realmente impolgado aqui. - disse, partindo o beijo.
  - Não tenho culpa, sou homem, é inevitavel.
  - Então se você visse uma gordona de maiô roxo fluorescente, também teria essa reação? - perguntou, zombando.
  - Isso não acontece com qualquer pessoa, né dona ? E acho que você está com depressão, se comparando com uma gordona de maiô fluorescente. - Foi minha vez de zombar dela, o que me rendeu outro tapa no peito. - Não vale, quando você faz graça eu não te bato. - Falei, fingindo sentir dor.
  - Se isso acontecesse eu acionaria a lei Maria da Penha, querido. - disse, se levantando.
  - Tem certeza? - Dei um tapa em sua bunda e a puxei para meu colo de novo, iniciando outro beijo.
  - Isso ainda não me fez mudar de ideia.
  - Então terei que tentar outras coisas. - Disse, mordendo seu lábio.
  - Convidativo, mas agora tenho que ir para a casa.
  - Você não precisa ir embora, já está tarde.
  - , é mais perigoso dormir no quarto do lado do seu.
  - Você me ofende, sabia? - Disse, fingindo indignação.
  - Não seja bobo. Eu fico, mas só porque realmente já é muito tarde.
  - Então vamos entrar.

  **

  - Olha, , pegue essa regata branca e essa boxer. - A menina entrou no banheiro e já voltou vestida, é claro. E estava extremamente sexy com minhas roupas.
  - Acho que ficou bom. - Ela disse. E eu não conseguia parar de olhá- la. - ? , planeta terra chamando.
  - Você tá muito sexy, .
  - Eu já devia imaginar. - disse, gargalhando e eu a puxei para um beijo. - Agora eu vou para o quarto de hóspedes. Boa noite, gato. - disse, piscando, o que me fez rir.
  - Boa noite, gata. - Me deu um selindo e foi para seu quarto. Isso estava ficando divertido.

Capítulo 4

(coloque para carregar)

  ', saí cedo para o trabalho, fui avisada de última hora, depois passo aqui para você não morrer de saudades.
  Queria que você fosse meu mouse pra eu poder passar a mão em você toda hora, haha
   Xx'

  Eu tinha acabado de acordar e ir para a cozinha quando vi esse post-it da na geladeira; ri sozinho da cantada dela. Hoje tinha ensaio e os caras viriam aqui.
  Peguei uma torrada enquanto subia de novo para me arrumar.

  **

  - , MINHA PUTA, CHEGAY PRA VOCÊ. - chegou gritando e eu desci correndo.
  - OH, MEU AMÔ, SENTI SUA FALTA. - Disse pulando nele.
  - Disso tenho certeza, imagino que aquela garota não te satisfaça como eu.
  - Nunca alguém irá me satisfazer como você, agora vem cá me beijar, lagartão. - Nós dois rimos.
  - Vocês são muito gays. - disse enquanto ele e entravam rindo.
  - Isso é inveja, mas vamos ensair logo que eu tenho mais o que fazer. - comentou.
  - Então, caras, eu comecei a compor uma nova música há umas duas semanas, quero tocar pra vocês, se chama Jasey Rae.
  - Ok, toca logo que eu to com fome. - disse.
  - 1, 2, 1, 2, 3. - fez a contagem pra não perder o costume.

  Dê play na música

  Lights out
  (Luzes apagadas)
  I still hear the rain
  (Eu ainda ouço a chuva)
  These images that fill my head
  (Essas imagens que ocupam minha cabeça)
  Now keep my fingers from making mistakes
  (Agora impedem meus dedos de cometerem erros)
  Tell my voice what it takes to speak up, speak up
  (Dizem à minha voz o quanto custa para falar alto, falar alto)
  And keep my conscience clean when I wake
  (E manter minha consciência limpa quando eu acordo)
  Don't make this easy
  (Não faça isso ser fácil)
  I want you to mean it, Jasey
  (Eu quero que você queira isso, Jasey)
  (Say you mean it)
  (Diga que você quer isso)
  You're dressed to kill
  (Você está vestida para matar)
  I'm calling you out
  (Eu estou te chamando pra sair)
  (Don't waste your time on me)
  (Não perca seu tempo comigo)
  Now there's an aching in my back
  (Agora há uma dor em minhas costas)
  A stabbing pain that says I lack
  (Uma angústia penetrante que diz que eu necessito)
  The common sense and confidence
  (De senso comum e confiança)
  To bring an end to promises
  (Para trazer um fim a promessas)
  That I make in times of desperate conversation
  (Que eu faço em tempos de conversas desesperadas)
  Hoping my night could be better than theirs in the end
  (Esperando que minha noite possa ser melhor que a deles no fim)
  (Just say when)
  (Só diga quando)
  Don't make this easy
  (Não faça isso ser fácil)
  I want you to mean it, Jasey
  (Eu quero que você queira isso, Jasey)
  (Say you mean it)
  (Diga que você quer isso)
  You're dressed to kill
  (Você está vestida para matar)
  I'm calling you out
  (Eu estou te chamando pra sair)
  (Don't waste your time on me)
  (Não perca seu tempo comigo)
  I've never told a lie, and that makes me a liar
  (Eu nunca disse uma mentira e isso faz de mim um mentiroso)
  I've never made a bet, but we gamble with desire
  (Eu nunca fiz uma aposta, mas nós nos arriscamos com desejo)
  I've never lit a match with intent to start a fire
  (Eu nunca acendi um fósforo com intenção de começar um incêndio)
  But recently the flames are getting out of control
  (Mas recentemente as chamas estão saindo de controle)
  Call me a name, kill me with words
  (Me xingue, me mate com palavras)
  Forget about me, it's what I deserve
  (Me esqueça, é o que eu mereço)
  I was your chance to get out of this town
  (Eu era sua chance de sair desta cidade)
  But I ditched the car and left you to
  (Mas eu me livrei do carro e deixei você para)
  Wait outside
  (Esperar do lado de fora)
  I hope the air will serve to remind you
  (Eu espero que o ar sirva para lembrá-la)
  That my heart is as cold as the clouds of your breath
  (Que meu coração é tão frio quanto as nuvens da sua respiração)
  And my words are as timed as the beating in my chest
  (E minhas palavras são tão determinadas quanto as batidas em meu peito)


  - E aí gente? O que acharam?
  - Cara, isso tá muito bom. - disse.
  - É, a gente tem que mostrar logo pra gravadora. - disse.
  - É, realmente está, , vamos tentar pegar ela agora.
  - Ok.
  - 1, 2, 1, 2, 3, 4. - começou a contagem.

  **

  - AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, ESTOU EXAUSTO, VAMOS COMER. - gritou e nos fez rir.
  - Você reclama demais, mas vamos comer logo vai.
  - , SUA BICHA GOSTOSA, A CAMPANHIA TÁ TOCANDO E EU NÃO VOU ATENDER! - sempre muito discreto.
  - EMPREGADA MORTA DE FOME. - Gritei de novo, enquanto ia ver quem era.

  - Oi, bicha gostosa. - disse, rindo.
  - Me chama de shakira e vamos fazer um waka waka, ah, oi . - Disse rindo.
  - Besta. Ah, você tem visita, então depois a gente se vê.
  - Claro que não, são só os caras. Vem, vou te apresentar à eles.
  - Tem certeza?
  - Anda logo, , depois eu que sou lerdo.

  - , , . - Chamei.
  - O que é agora? Não posso mais comer em paz? Oh, droga. - apareceu, ficando de boca aberta logo em seguida, como os outros dois.
  - Então, fechem a boca. Essa é a , a garota que eu disse.
  - Oi, gente. - disse.
  - Oi, , sou , e fala há muito tempo de você. - Dei um tapa nele.
  - Prazer, , .
  - Oi, da cafeteria, sou , o mais bonito de todos. - ria.
  Pelo que pensei na reação dela ao conhecer eles, não tinha sido negativa.
  - Então gente, vamos lá pra outra sala e deixar eles sozinhos. - disse e eu agradeci mentalmente.
  - Ah, só porque eu adoro ficar de vela. - subiu reclamando e fazendo os outros rirem.

  - Então, eu pensei que você tinha sentido mais a minha falta. - disse enquanto a gente sentava no sofá da sala de TV.
  - E quem disse que eu não senti? - A chamei para mais perto.
  - Não me deu nem um beijinho. - Disse, com cara de piedade.
  - Sou um Power Ranger, quer ficar comigo? - Disse rindo.
  - Quero sim. - disse e eu a puxei para um beijo.
   veio para meu colo sem quebrar o beijo enquanto eu acariciava seu corpo, a garota passou a mão para dentro da minha camisa, o que fez meu corpo estremecer e soltar um gemido baixo, mas o suficiente para ouvir.
  - Você se empolga muito rápido, . - Disse, enquanto deslizava suas mãos por meu corpo.
  - A culpa é toda sua. - Disse, juntando nossas bocas de novo com um pouco de agresividade; mordi seu lábio e também passei minhas mãos para dentro de sua blusa, mas as tirando em seguida e começando a rir, deixando uma sem entender nada.
  - O que foi, tapado?
  - Me lembrei de quando a gente se conheceu e você me perguntou se minha mãe não tinha me ensinado a não falar com estranhos, e agora você está quase transando com esse estranho. - também riu.
  - É, e eu poderia realmente estar, se o idiota não tivesse parado o 'serviço' e começado a rir.
  - Me desculpa, amor, mas sou o economista, com 15 reais consigo te levar a um Motel 5 estrelas 3 vezes. - Começamos a rir.
  - A gente realmente tem que parar com essas cantadas de pedreiro.
  - Não, eu gosto delas, eu até guardei o seu recado de hoje.
  - Ownt! Que fofinho você, vem cá. - disse, começando a me beijar de novo, mas dessa vez o beijo era calmo. Ficamos assim e trocando carinhos por um bom tempo até os caras descerem.

  - SE VISTAM, ESTAMOS DECENDO. - avisou.
  - A gente já vai , beijos, delícia. - se despediu.
  - É, fica com essa mulherzinha. Ô raça, depois me liga, amorzinho. - disse. - Ok, é brincadeira, , beijos.
  - Tchau dudes, e , você sabe que nenhuma mulher tira o seu lugar, né? - Disse rindo.
  - Eu sei, gato.
  - Tchau garotos, adorei conhecer vocês. - disse.
  Os três sairam me deixando sozinho com .
  - Então, nenhuma mulher substitui é?
  - Nenhuma tinha conseguido até agora. - Disse rindo.
  - Isso quer disser que eu consegui? - perguntou, se aproximando.
  - Não conte isso para o , ele ficaria arrasado. Você é o pão da minha linguiça. - Disse entre risos, sorriu e me beijou.
  - Que besteirento, mas acho que já vou também.
  - Mas por quê? Você acabou de chegar e amanhã é segunda, você não trabalha e eu tó de férias de novo.
  - Mas eu não tenho roupas aqui, , e não to afim de ficar com a mesma roupa de novo.
  - Você não precisa de roupas. - Sorri malicioso. - Fica comigo nessa casa solitária. - Fiz biquinho e ganhei um beijo.
  - Só porque você é uma fofura, mas me leve em casa, aí eu pego roupas e você vê a minha mãe, já que você a adora. - Eu concordei e nós fomos.

  Quando chegamos não tinha ninguém na casa, pegou suas coisas rapidamente e fomos em direção ao mercado; eu precisava comprar algumas coisas e camisinha. riu quando eu disse das camisinhas.
  - , isso está muito desconfortavel. - Algumas pessoas estavam nos olhando e comentando, uma fã ou outra vinha pedir parar tirar foto e estava se sentindo constrangida.
  - A gente já vai, , desculpa te fazer passar por isso. - A garota sorriu e me deu um selinho.
  - Vamos, as camisinhas ficam no caixa. - disse rindo.
  Pegamos muitas camisinhas para fazer graça, as pessoas nos olhavam estranho, e eu estava achando aquilo engraçado. Pegamos nossas sacolas e fomos para minha casa, eu realmente estava gostando daquilo, e estava pronto para mais.

  **

  - LAAAAAAARGA DE SER CHATA.
  - Não acho que seja apropriado, . - disse, tentando se fazer de séria.
  - POOOOOOOOOOOOOOOOR QUÊ? - Eu estava fazendo drama porque a garota não queria dormir no mesmo quarto que eu, especificando, na mesma cama.
  - Porque não acho certo que uma pessoa pura e religiosa como eu deva deitar com um homem antes do casamento. - Nós dois gargalhamos.
  - Pois saiba que quem sai perdendo é você. - Fiz bico.
  - Tenho medo do que você pode fazer. - Disse, se tacando na cama comigo.
  - Ô terra boa para prantá mandioca!
  - Fica quieto, senão saio daqui. - ria.
  - Eu não comprei todas aquelas camisinhas pra nada, pode vir aqui dar assistência pro seu macho. - Disse rindo.
  - Essa boca tem programa para hoje?
  - Só se você quiser.
  - Então eu acho que ela vai ter muito trabalho. - Eu voltei a me deitar e se sentou em cima de mim, começando a beijar meu pescoço enquanto minhas mãos passeavam por seu corpo.
  - Cade aquelas camisinhas, ?

Capítulo 5

  's POV.

  Quando abri meus olhos sorri automaticamente: estava deitada no peito nu de . Pode ter sido loucura, mas eu sentia que com ele eu não precisava de mais nada. Desde a primeira vez que o vi me senti atraída e confesso que adorei o fato de ele ter chegado e começado a falar comigo.
  Eu o esnobei porque, afinal, como eu iria saber que eu ia gostar tanto de um cara esquisito?
  Eu nunca fui de muitos namorados, mas fico feliz que tenha dado errado no começo, porque estava tudo dando tão certo agora.
  Dei um selinho nele e me levantei, indo até o seu banheiro e começando a tomar banho. Ainda me sentia anestesiada com a noite passada, tinha sido tudo tão perfeito. Ok, eu estava parecendo uma adolescente agora, mas que se foda, tinha sito tudo tão lindo mesmo.
  - ? Cadê você? - Escutei de fora do banheiro.
  - NO BANHO! - Gritei e escutei a porta ser aberta.
  - Posso tomar banho com você? - Perguntou com a voz rouca, o que me fez estremecer.
  - Claro. - Disse, e sorri quando ele entrou no box e selou nossos lábios.
  - Bom dia. - Ele disse.

  **

  Estava sentada no colo de , no quintal, já que o tempo estava bom.
  - a gente precisa conversar.
  - Isso já é uma conversa.
  - To falando sério, seu bobo.
  - Ok, pode falar amor.
  - Bom, falar disso é estranho, mas eu quero saber como fica a nossa 'relação'.
  - Você não tá gostando? - Percebi a preocupação em seu tom de voz e confirmei quando ele tirou a mão de minha cintura.
  - Eu to gostando, por isso to perguntando. Eu só quero ter certeza do que é. - Voltou a sua mão em minha cintura.
  - Então, Linda Boba , aceita ser a Sra. Linda Boba ?
  - Isso é um pedido de casamento? - Disse rindo
  - Eu acho que é cedo pro casamento e quero que o pedido seja melhor do que esse, já que você não respeita a minha lerdeza para pensar em coisas legais. - Ele disse rindo. - Mas se você aceitasse ser minha namorada já seria um lindo começo.
  - Então eu aceito só pra fazer não ficar me enchendo muito o saco sabe? - Disse rindo e começando a beijá-lo.
  Desci minha boca para o seu pescoço e escutei um gemido abafado, o que me fez voltar para encontrar sua língua desesperadamente.
  Que poder esse homem exerce sobre a minha pobre alma, Senhor?
  Começamos a intensificar mais o beijo e as provocações.
  - , te quero agora. - Disse com a voz falha.
  - Então vamos subir. - Ele disse, tirando a boca do meu pescoço, que já implorava por ela de volta.
  - Eu quero aqui. - sorriu e começou a tirar minha blusa.
  - Você comeu sucrilhos hoje?
  - Olha a pergunta errada na hora errada, .
  - Responde.
  - Por quê?
  - Você despertou o tigre em mim. - Comecei a rir.
  - Idiota, volta pro que estava fazendo. - Ele sorriu.
  Já estavamos completamente nus e eu me movia em cima de , que soltava gemidos abafados por estar ocupados com meus seios. Eu nunca tinha feito isso, mas era tão prazeroso que resolvi continuar a comandar a situação; quando cheguei ao meu limite, joguei o peso do meu corpo sobre , que me abraçou e me beijou levemente.
  - Eu acho que te amo, . - disse baixo e eu sorri, o abraçando mais forte e beijando sua bochecha.

  **

  - Nossa!
  - O que agora, ?
  - Como você é parecida com a filha da minha sogra.
  - Ok, , já chega com cantadas com sogra. - Disse, me sentando do seu lado com uma vasilha de pipocas.
  - É excitante quando você me chama de . - disse, me roubando um beijo, que seria intensificado se não fosse a campanhia. - Chegaram.
  - OLÁAAAAAAAAAA, LINDO CASAL. - chegou fazendo farra.
  - Cala a boca, , nem é tão lindo assim. - disse, fingindo ciúmes.
  - Oi, linda , idiota .
  - Muito engraçado, . - disse, dando passagem pra eles entrarem.
  - OOOOOOOOOOOOI, GALERA! - Disse animada. Eu realmente gostava deles. - E , você sabe que eu sou mais linda que você, então aceite que você perdeu o pra mim de uma vez. - Eu ri enquando fingia indignação.
  - Fique sabendo que o sexo de vocês nunca será tão prazeroso quanto o nosso.
  - Ok, , me polpe de detalhes. - Ri. - Prontos para perder a partida de vídeo game para uma garota? - Disse ameaçadora.
  - Haha, vai sonhando. - disse.
  E a partida de vídeo game que duraria até a noite, provavelmente, começou. Eu realmente estava gostando disso.

  **

  - HAHAHA, FINALMENTE GANHEI ALGUMA COISA! - Eu comemorava por ter ganhado a partida.
  - Se prepare para a revanche. - disse.
  - Não, sem revanche, vamos sair, ainda dá tempo. - propôs.
  - Verdade, to cansado de mofar pelos cantos.
  - Que exagero, . Mas eu acho legal, vamos ? - perguntou.
  - Não sei, talvez vocês queiram passar um tempo sozinhos. - Realmente era verdade.
  - ATÉ QUE FIM PERCEBEU, NÉ BARANGA? - começou com as graças dele.
  - Mas fique sabendo que quando o voltar é meu até a próxima segunda-feira.
  - Vai sonhando que ele vai voltar.
  - OK, CHEGA! Todos nós vamos. Vai, a é namorada do agora e se ela não for ele vai ficar empatando nossas fodas querendo voltar. - disse.
  - Viu, , vamos logo nos arrumar.
  - OK, OK.
  - Passamos aqui às 9 horas em ponto. E isso foi pro , que demora mais que mulher pra ficar pronto. - Então os garotos foram embora.
  - EU TOMO BANHO PRIMEIRO! - Gritei.
  - Pena que só tem um banheiro na casa né, .
  - Droga, queria ganhar mais alguma coisa. - Nós rimos.
  - Ok, vamos logo. - E partimos para o banheiro.

  **

  - Estou pronta. - Anunciei descendo as escadas já vestida.
  - Você está linda, amor. - disse, me beijando.
  - Mas aonde nós vamos? Porque dependendo do lugar eu troco de roupa.
  - AAAH, ONDE VOCÊ PENSOU QUE NÓS IRÍAMOS? - perguntou.
  - Em algum pub, sei lá.
  - Olha, seu dia de sorte, hein, . - disse. - Vamos mesmo em um pub.
  - Idiotas, sei que estão dissendo isso só para eu não trocar de roupa.

  **

  - WE ARE THE CHAMPIONS MY FRIEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEND. - Saímos cantando quando chegamos ao pub, bem movimentado, com uma decoração rústica do lado de fora.
  - Que lugar legal. - Disse, analisando mais o lugar.
  - É, eu também gostei. - comentou.
  - Então vamos entrar logo. - disse, passando um braço por minha cintura.

  **

  Já estávamos há uma meia hora no lugar, sentados em volta de uma mesa na área vip e bebíamos enquanto terminava alguma música da Dev.
  - Eu amo essa música! Dança comigo, ? - Me levantei, olhando-o. Primeiro ele me olhou, assustado por eu tê-lo chamado pelo sobrenome; acho que ele interpretou mal.
  - Não to afim agora, . - Disse, dando mais um gole em sua cerveja.
  - Então vou sozinha. - Que seja, já devia estar bêbado.
  Então comecei a mover lentamente meu corpo ao som de Hysteria, do Muse e fui aumentando mais aos poucos. Talvez se eu o provocasse um pouco as coisas ficassem mais interessantes.

  's Pov

  - Que merda ela acha que tá fazendo?
  - Você que não quis ir dançar com ela, .
  - Mas ela não precisava dançar desse jeito. Se fosse pelos olhares que ela está recebendo já estaria grávida.
  - Isso que dá ter uma namorada bonita. Eu disse pra continuar comigo. - disse, rindo.
  - Não tá na hora de piadas, . O pior de tudo é que ela está tão bonita.
  - Pare de babar, , ela já é toda sua. - Sim, ela era minha, e isso me deixava feliz.
  - QUE MERDA ELA ACHA QUE TÁ FAZENDO?
  - Vai dar merda.
  - Calma, , ela só tá dançando.
   agora estava dançando com um cara menor que ela. Isso era estranho, mas ok, não muda o fato de que ela está dançando com outro.
  - Quer saber? Eu não vou fazer nada. Ela que saiba a merda que tá fazendo. - Tomei mais cerveja. Se ela queria agir como idiota, faria sozinha.
  A música acabou e voltou para a mesa, sentando do meu lado e colocando suas pernas nas minhas.
  - Eu realemente amo aquela música. - Comentou, mas ninguém deixou sair uma palavra. - O que foi? Comeram suas línguas?
  - Não, mas aquele cara te comeu com os olhos. - Disse mesmo.
  - O que é isso, ? Ele só me acompanhou na música, já que meu namorado não quis ir comigo.
  - Isso não muda o fato de ele quase ter te comido. - Ela me deu um tapa no braço, o que me fez derrubar um pouco de cerveja. - Você tá maluca, ?
  - Eer, acho melhor a gente sair daqui. - Os caras nos deixaram sozinhos.
  - Qual é o seu problema, ein ? Não precisa falar comigo desse jeito.
  - Que seja, .
  - Agora você vai começar a agir como um idiota? Porque não é isso o que eu espero.
  - Eu também não esperava um monte de coisas, mas mesmo assim aconteceram. Já vejo amanhã nas manchetes: ' Corno '.
  - Eu não te traí, , eu nunca te trairia. E não sei por que você está preocupado com o que vão dizer.
  - Eu não me importo, até o momento que você esteja do meu lado.
  - Então está na hora de acordar, , porque eu estou do seu lado, se ainda não percebeu. E você está quase acabando com isso. - Eu não disse mais nada. se tacou do meu lado e permanecemos em silêncio por um bom tempo.
  - Eu quero ir embora, . - disse, me olhando. E apenas com aquele olhar eu não sentia mais nenhuma raiva, só queria tê-la comigo para sempre.
  - Vem, vamos para casa.
  - Não, eu quero ir para a minha casa.
  - Tem certeza? Eu queria ficar com você. - Disse, abaixando o olhar.
  - Vai continuar brigando comigo? Porque eu não gosto de brigar com você.
  - Me desculpa, tá? É normal eu ter medo de te perder quando você é muito para mim.
  - Não fala isso, , eu te amo ok? - Senti uma alegria imensa percorrer meu corpo, por escutar, pela primeira vez, aquelas palavras da garota. Sorri e a abracei de lado.
  - Eu te amo, . - Selei nossos lábios em um beijo rápido. - Agora vamos para a NOSSA casa. - Escutei a garota gargalhar enquanto passava sua mão por minha cintura e nós abandonávamos o pub.
  Enviei uma mensagem para os caras. Depois eles iriam embora de táxi, então segui para casa com .

Capítulo 6

  - Sei lá, , tenta falar com ela. - aconselhou.
  - Mas eu acho que ela que tinha que falar alguma coisa.
  - Então dá alguma indireta.
  - Ela não gosta muito desse tipo de indireta. - O assunto era , que teve que trabalhar a semana inteira e nós não tinhamos nos visto nesse tempo; o máximo de contado era por celular, quando ela não estava muito ocupada para mim. Eu sei que é díficil para ela também, mas a maioria das vezes eu estava em turnê, o tempo que restava eu queria passar com a minha namorada. Era a segunda vez que eu estava de férias e ela não pode passar comigo e isso estava me deixando nervoso.
  - Se você não tentar nada não vai cair do céu né, ?
  - Ok, eu vou ligar pra ela e ver se ela pode passar aqui à noite.
  - Isso, tente, agora. Eu já tenho que ir.
  - Obrigado, , tchau.
  E lá estava eu, tacado na sala com muito tédio, então resolvi ligar logo para .
  Esperei... Um, dois, três toques e fui atendido.
  - Eer, você pode falar agora ?
  - Posso sim, estou no banheiro. - A garota riu.
  - Eu queria saber se você quer passar aqui em casa à noite, se você não estiver muito cansada para mim, é claro.
  - , não vamos brigar agora, hoje eu saio às 8 porque é o dia que os funcionários saem para beber juntos, mas eu saio daqui e vou direto praí, ok?
  - Aleluia. Ok, não se atrase, eu preciso conversar com você, beijos.
  - Beijos, te amo.
  Desliguei. Agora tinha que esperar, então resolvi assistir algum filme.

  **

  Já passava das 8:30 e nem sinal da . Eu estava ficando puto, então resolvi me vestir e ir para algum lugar. Estava descendo as escadas quando a campanhia tocou.
  - Oi, amor. Desculpa a demora, mas eles não queriam me deixar vir. Ah, você vai sair? - A menina perguntou, vendo que eu estava arrumado.
  - Pelo jeito você não se preocupou em ser mais rápida, né? Eu pensei que você não viria mais, então resolvi sair. - Disse, dando espaço para ela entrar e fomos para meu quarto.
  - , desculpa. - A menina disse, enquanto se tacava em minha cama, me chamando em seguida. E, por mais que eu estivesse bravo, me deitei ao lado dela, que colocou sua cabeça em meu peito. - Senti sua falta. - Ela disse mais baixo.
  - Não tanto quanto eu.
  - Você ainda está bravo?
  - Sim.
  - Você me perdoa?
  - Sim.
  - Todas estas curvas e eu sem freio nenhum. - Nós dois rimos.
  - Nunca mais faça isso, ok? Me sinto rejeitado porque eu sempre imploro um tempo pra poder vir embora e ficar com você. Já perdemos algumas coisas por isso e eu tenho que me responsabilizar pela banda toda. Aí, das duas últimas vezes, eu nem vi você.
  - Eu nunca mais faço isso, eu prometo, e acho que vou pedir demissão se continuar assim.
  - Não precisa fazer isso, só tenha tempo pra mim. - A menina sorriu e inclinou a cabeça para me beijar.
  - Eu tenho saudade do meu ursinho. Quer dormir comigo? - A menina gargalhou.
  - Não precisava nem pedir, eu ia dormir aqui de qualquer jeito, você querendo ou não. - Ela disse e eu levantei, tirando minha roupa e colocando uma calça de moletom. estava me olhando com uma cara engraçada.
  - O quê? - Perguntei sorrindo.
  - Você é muito lindo, isso é injusto.
  - Injusto é você ser namorada de um cara feio assim. - Nós dois gargalhamos e eu deitei em baixo do edredom, dando um selinho nela.
  - Me empresta sua camiseta preferida pra dormir? - Eu concordei com a cabeça e ela levantou para pegar; voltou para a cama com a camiseta e de calcinha, entrando em baixo do edredom. Eu me virei de frente para ela, que me abraçou enquanto eu começava a beijá-la. Ficamos trocando carinhos até o sono chegar.
  - Boa noite, eu te amo, .
  - Eu te amo, .

  **

  'Bom dia flor do campo, haha. Te amo.
  '

  Escrevi e enviei a mesagem para assim que acordei. Estávamos fazendo festivais em cidades vizinhas há três semanas e terminava hoje.
  Voltaríamos para Baltimore no outro dia.

  'Tenha um bom dia. Mulher da sua vida haha. Xx'

  Sorri com a mensagem enviada por , o que me fez pensar em tudo o que eu já tinha vivido com ela e como eu estava feliz. Só ela me fazia bem.
  Era como acordar na manhã de natal e ver que ganhou o presente escolhido; e se você já foi criança sabe que isso é muito bom, talvez a melhor sensação do mundo, e eu queria me sentir assim para sempre.

  **

  - A gente pode ir embora mais cedo? - Perguntei.
  - De novo não, . A gente sempre vai embora mais cedo pra você poder ficar com a . - disse, se tacando no sofá.
    - É verdade. E hoje tem uma festa aqui perto que eu quero muito ir. - disse.
  - É cara, vai, você precisa de uma festa pra tentar curtir um pouco a noite com seus melhores amigos. - filosofou.
  - Ok, mas não vamos demorar muito. - Não querendo ser egoísta, e não que eu não gostasse de sair com eles, mas agora as coisas eram diferentes. Resolvi concordar para evitar brigas e futuras mortes.

  **

  - Tunts, tuntz, tuntz. - fazia enquanto entrávamos na festa.
  - Isso vai ser muito louco. - concluiu.
  Já deviamos estar há umas 2 horas na festa; estávamos em uma mesa cheia de bebidas e garotas; não que eu estivesse com alguma delas, mas a conversa estava legal, mesmo eu não estando bêbado.
  - Então, Vitor, trabalha com o quê? - Uma loira, que estava realmente muito bêbada para lembrar meu nome, perguntou.
  - Com obras. - Disse rindo e a loira também começou a rir. Pessoas bêbadas são estranhas quando não sou eu. Senti meu celular vibrar.

  'Oi você ainda está acordado? Provavelmente não. Bom eu tive que resolver algumas coisas na gravadora e só cheguei agora, estou exausta, mas não consigo dormir. Se tiver acordado me liga tá? Sinto sua falta.
   xx'

  Me senti culpado por estar me divertindo sem ela e, por mais que ela pudesse brigar comigo, me afastei da mesa e liguei para ela.
  - Linda? - Falei.
  - Amor? - Escutei a garota do outro lado da linha.
  - Sou eu. - Disse rindo, mas dúvido que ela tenha escutado.
  - Aonde você tá?
  - Eer, os garotos queriam sair e me arrastaram com eles para uma festa.
  - Ah, sim. E você está se divertindo?
  - Um pouco, eles estão bêbados. - Ela não estava feliz.
  - Bom, eu estou exausta, meus pés tem bolhas e meu cabelo não vê um pente há uma semana.
  - Me desculpa por estar me divertindo enquanto você está quase morrendo.
  - Não exagera, . - Disse rindo. - Você tem o direito de se divertir sem mim, e ontem à tarde eu também me diverti, ok? Um ex-vizinho apareceu aqui e nós passamos a tarde relembrando o quanto ele me enchia. - Ok, sou ciumento mesmo e não gostei disso.
  - Ah, que bom amor.
  - É, foi legal. Imagina que ele me disse que...
  - ? - A cortei. Eu realmente não estava querendo ouvir ela dizer que ele provavelmente gostava dela na infância e que ainda gostava, por isso voltou. - Você deve estar muito cansada, tenta dormir amor, quando eu chegar aí vou direto para a sua casa, ok? Esquente o meu lado da cama.
  - Tudo bem, vou esquentar. - Ela disse rindo. - Não demore muito pra chegar, estou quase morrendo de saudades.
  - Eu também, te amo muito, .
  - Te amo mais, Hamtaro. - Nós rimos. - Beijos.
  - Beijos.

Capítulo 7

Coloque pra carregar.

  's Pov

  - Ah, Oi,Andrew Campbell. - Abri a porta e era Andrew, o amigo que eu disse para .
  - Olá, . Ou será ?
  - Ah, não me enche, quem vai casar aqui é você. - Disse, dando espaço para ele entrar. - Vamos conversar na sala, vem.
  - Então, , você vai poder me ajudar? - Me perguntou, apreensivo.
  - Claro que sim, você é meu amigo, And, não vou te deixar na mão.
  - Mas o não vai ligar de a namorada dele viajar com um amigo?
  - Na verdade eu ainda não falei com ele, mas ele vai entender. - Eu estava preocupada com a reação dele. - E já disse que você pode chamá-lo de .
  - Não consigo, . Bom, na verdade, não consigo imaginar que você namora com um cara desses. É o tipo de homem que você nunca se envolveria antes.
  - Por que você tá falando isso? - Tinha algo errado ali.
  - Porque eu era esse tipo e você me deu essa desculpa. - Eu estava pasma.

  's Pov

  Tinha conseguido fazer os caras virem embora de madrugada, tudo para ver minha mais cedo. Não liguei para avisar que tinha chegado, tinha resolvido ir direto para sua casa.
  Vi que a porta estava destrancada e resolvi entrar, coisa que não teria feito se soubese.
   estava na sala, conversando com um cara que parecia tê-la deixado constrangida, porque suas bochechas estavam corando.
  - Então, , você vai poder me ajudar? - Ele a perguntou. Parecia preocupado.
  - Claro que sim, você é meu amigo, And, não vou te deixar na mão. - respondeu sorridente.
  - Mas o não vai ligar de a namorada dele viajar com um amigo? - O quê? Claro que iria ligar da minha namorada viajar com outro cara.
  - Na verdade eu ainda não falei com ele, mas ele vai entender. E já disse que você pode chamá-lo de . - Vamos tentar entender agora, .
  - Não consigo, . Bom, na verdade, não consigo imaginar que você namora com um cara desses. É o tipo de homem que você nunca se envolveria antes.
  - Por que você tá falando isso? - Tinha algo errado ali.
  - Porque eu era esse tipo e você me deu essa desculpa. - Cretino.
  - And, você tem a Amber. Ela é o tipo certo de garota pra você. - Qualquer tipo de pessoa que não seja você é o certo para ele.
  - Claro que eu tenho a Amber... Porque eu não tenho você. - Estava me segurando para não ir socá-lo, mas tinha que ouvir a resposta da .
  - Talvez eu seja muito pouco pra você, And. - disse, abaixando o olhar enquanto ele sorria. Antes que eu visse algo que eu não queria, me manifestei.
  - , tá aqui? - Disse, fingindo que tinha acabado de chegar.
  - ! - Ela se levantou vindo em minha direção e me abraçando.
  - Eer, não sabia que tinha visita. - Olhei para o homem na sala com olhar de desdém.
  - É, não sabia que você chegava agora, por isso disse que ele podia vir na parte da manhã. - parecia nervosa. Será que ela tinha me visto ali antes? Acho que não.
  - Eu não podia estar aqui junto com ele? Porque, se for o problema, eu posso ir pra casa. - Estava começando a me irritar.
  - Não seja bobo, , eu disse pra ele vir agora pra poder todo o tempo com você depois.
  - Hum!
  - Então, amor, esse é o amigo que eu disse ontem para você, Andrew Campbell. - Agora eu o odiava muito mais. Era o tal amigo de infância que tinha voltado pra rouba-lá de mim. Maldito!
  - E aí, cara?
  - Então você é o tal namorado que ela vem me falando. - Como assim 'vem falando'? Eles não tinham apenas se visto uma vez?
  - Imagino que eu seja o único namorado dela. - Sorri, irônico.
  - Então, rapazes, eu estava precisando conversar com os dois mesmo... Não vejo hora melhor. - parecia ter sentido que eu não gostei do amigo dela.

  **

  - Então, , o Andrew vai se casar, mas sua noiva, a Amber está na África com uma ONG para famílias sem muitos recursos, então como o And veio para Baltimore passar esse tempo com seus pais, mas Amber pediu para ele ver um lugar para o casamento enquanto isso, já deixando algumas opções... - ia falando e eu a cortei, como de costume quando não to gostando de um assunto.
  - E o que nós temos a ver como isso, ? - Ela me lançou um olhar maldoso.
  - Então, como eu estava dizendo, Andrew veio me pedir para ir ver alguns lugares com ele em Nova York, porque precisa de uma opinião feminina. - Claro que eu não concordaria com isso, não mesmo.
  - E quando é isso?
  - Amanhã! - disse baixo, apertando os olhos.
  - Amanhã? Mas eu cheguei hoje, . - Eu disse, aparentemente triste, mas a garota não disse nada.
  - Bom, eu não quero me intrometer na relação de vocês, mas como ninguém fala nada... - Andrew começava a falar. - Eu acho que o pode aguentar uns três dias sem você, . E outra, ele não é seu dono.
  - Ele não é meu dono, Andrew!
  - É, eu não. Sou apenas seu namorado. - Olhei para ela e sorri, irônico.
  - Então eu acho que tudo bem eu ir ajudar meu amigo, depois disso eu passo o resto do tempo com o , tudo resolvido.
  - É, parece que não tenho mais opções!
  - É, parece que não. Obrigado . E... Bom, vou deixar vocês dois conversando, até amanhã, . - Ele disse, se despedindo com um abraço. - E até outra oportunidade, . - Assenti com a cabeça.

  Dê play na música

  - Vou subir e arrumar minhas coisas. - disse, mais para ela mesma do que para mim.
  - Então para viajar comigo e com a banda você não pode deixar o trabalho, mas para viajar com o seu amigo pode? - Disse, quando ela começou subir as escadas.
  - , desculpa, mas eu não podia deixar ele na mão em uma coisa tão importante. - Ela disse, voltando para onde eu estava.
  - Parece que todo o resto é importante menos eu. Eu to cansado de sempre fazer de tudo pra poder ficar mais tempo com você, tentar ser um namorado presente, mas você sempre arruma um jeito pra acabar com tudo na maioria das vezes.

  You don't want me, no
  (Você não me quer, não)
  You don't need me
  (Você não precisa de mim)
  Like I want you, oh
  (Como eu quero você, oh)
  Like I need you
  (Como eu preciso de você)
  And I want you in my life
  (E eu quero você na minha vida)
  And I need you in my life
  (E eu preciso de você na minha vida)

  - , se eu soubese que ia ser desse jeito eu não teria deixado isso começar. Eu tentei te dar uma chance. - Ela me olhava, mas, diferente das outras vezes que eu me perdia com aqueles olhos, eles me transmitiam frieza. - Eu me dei uma chance. - A cortei.
  - Por que eu não sou o tipo de cara que você se envolve, certo?
  - Quem te disse isso?
  - Talvez eu seja muito pouco pra você, assim como você é pouco para o Andrew. - Uma mulher normal diria que eu estava enganado, que eu era muito bom para ela ou essas coisas melosas, que no fundo todos gostam de ouvir, mas não .

  You can't see me, no
  (Você não pode me ver, não)
  Like I see you
  (Como eu vejo você)
  I can't have you, no
  (Eu não posso ter você, não)
  Like you have me
  (Como você me tem)
  And I want you in my life
  (E eu quero você na minha vida)
  And I need you in my life
  (E eu preciso de você na minha vida)
  Love, love, love
  (Amor, Amor, Amor)
  Love, love, love
  (Amor, Amor, Amor)

  - Ou talvez eu sou demais para qualquer homem. Sabe, eu sou muito boa, não tá vendo, ? - Ela disse, ironicamente. - Eu devia imaginar que isso realmente não ia dar certo. Eu nunca gostei de pessoas me controlando o tempo todo, eu gosto de viver cada dia sem me preocupar, , e você chegou e me fez começar a preocupar. - Ela agora estava andando de um lado para o outro.
  - Desculpa se eu fui tão ruim pra você. - Disse, indgnado.
  - Não, , isso me fez ver que você é realmente importante para mim, mas talvez você não seja para mim o que eu sou para você. - Agora ela estava parada perto de mim.
  - Obrigado por me fazer de idiota todo esse tempo, .
  - Eu não menti esse tempo, ! Cara, eu só vou viajar por no máximo três dias com um amigo. - Ela disse, sentando no sofá e apoiando a cabeça em suas mãos.
  - E eu só queria um tempo com você quando eu voltase.

  You can't feel me, no
  (Você não pode me sentir, não)
  Like I feel you
  (Como eu sinto você)
  I can't steal you, no
  (Eu não posso te roubar, não)
  Like you stole me
  (Como você me roubou)

  - Sinto muito.
  - Olha, vamos aproveitar esses dias que você vai ficar fora para você ver o que sente por mim, ok? Quando você voltar me procure para dizer, mesmo que vá me magoar, só não me faça de idiota, . - Ela suspirou e depois de um tempo respondeu.
  - Ok, obrigada, . - Ela se levantou e me abraçou. Quando ia me beijar eu desviei.
  - Não vamos nos enganar enquanto não tivermos certeza do que você sente. - A beijei na testa. - Agora acho melhor eu ir pra casa, preciso descansar. - Disse, soltando-a.
  - Tem certeza?
  - Se eu ficar aqui não me responsabilizo. - Disse, rindo fraco, e a garota sorriu, mas era um soriso triste.
  - Tudo bem, amanhã quando eu for te ligo ou mando mensagem.
  - Ok, tchau, .
  - Tchau. - Saí da casa pensando no que acabara de acontecer.

  And I want you in my life
  (E eu quero você na minha vida)
  And I need you in my life
  (E eu preciso de você na minha vida)

Capítulo 8

  's Pov

  Dirigi até em casa perdido em pensamentos e deixando que algumas lágrimas fossem derramadas. A verdade é que eu nunca tinha estado apaixonado desse jeito, era uma coisa totalmente diferente para mim, eu não queria deixar a , não mesmo, era a garota mais diferente que eu tinha conhecido desde a adolescência e me conquistado sem explicação, mas eu não podia ficar insistindo nisso sozinho. Sentindo isso sozinho.
  Por mais que me machucasse e eu não me imaginasse mais sem ela, seus carinhos, mesmo que poucos, toques, seus lábios.
  - Parece que somos só vocês e eu agora, Playboys. – Falei sozinho, tentando me distrair. Estranho, eu sei.
  Taquei-me na cama e sem nem pensar em tomar um banho. Precisava descansar, precisava relaxar, precisava tirá-la da cabeça.
  As horas passavam devagar, pelo menos era o que eu sentia. Acordei e já era manhã; desci para comer alguma coisa, mesmo que não tivesse vontade.

  ‘1 Nova Mensagem’

  Um frio percorreu minha barriga. Era ela.
  Pensei em não olhar, mas como a curiosidade sempre ganha...

  ‘Bom dia? Espero não ter te acordado! Bom, estou indo daqui a pouco para o aeroporto, queria poder me despedir mas imagino
  que você não queira ver a minha cara. Bom, é isso, até daqui a alguns dias, beijos,

  Pensei em sair correndo com o carro a tempo de vê-la, mas acho que seria idiota da minha parte depois do que tinha acontecido no outro dia.
  Eu tinha que ter calma e não ser precipitado. Voltei a tomar meu café, seriam definitivamente longos dias.

  's Pov

  Nenhuma mensagem de . Eu sei que deveria esperar isso, mas era agonizante.
  - Vamos, ? – Andrew me perguntou quando terminou de colocar as malas no táxi.
  - Claro!
  Agora era só esperar até mais alguns dias e tudo isso estaria resolvido. Pelo menos era em que eu tentava acreditar.

Capítulo 9

  - Vamos lá, abre logo a merda dessa porta, !
  - Caras, me deixem ok? – Já estava nessa discussão por uns 15 minutos com , e .
  - A única coisa que eu deixo você fazer é abrir essa merda antes que eu a derrube. E você sabe que eu posso fazer isso. – ameaçou.
  Eu sabia que ele realmente podia fazer aquilo, mas, para evitar futuras contas e brigas, resolvi me levantar da cama e abrir a porta.
  - Obrigado, . – disse, irônico, enquanto entrava no quarto.
  - Se vieram aqui para ficar com ironias prefiro ficar sozinho por esse tempo. – Disse sem humor.
  - Calma cara, a gente só veio aqui por estávamos preocupados, ok? O que aconteceu entre você e a ? – tinha que tocar nesses assuntos, né? Puta que pariu.
  - A gente terminou. – Disse, tentando controlar minhas emoções, gay eu sei. – Bom, na verdade a gente deu um tempo. – Suspirei e voltei a contar toda a história para eles, que não me deixariam em paz.
  Depois de ter contado tudo para eles e falar como eu me sentia sobre Andrew eles insistiram para eu sair de casa.
  - , ela volta hoje, você vai ficar aqui parado como um cachorrinho esperando ela vir te contar se te quer ou não? Ou tentar se divertir?
  - , você fala dessa forma porque nunca se apaixonou por ninguém.
  - E agradeço à Deus todo dia por isso. Só de ver vocês todos ‘frufruzinhos’ me da enjôos, imagina se fosse comigo.
  - Isso se chama gravidez, . – disse enquanto voltava da cozinha comendo um burrito.
  - Droga, pensei que tivesse usado camisinha. – também entrava na brincadeira.
  - Tô falando! – agora tentava roubar o burrito de .
  - Olha, o importante aqui é esse palerma do sair com a gente hoje.
  - Ok, calem a boca agora. Eu vou, mas não esperem que a Sra. Animação vá comigo. – Disse, subindo para tomar um banho e evitá-la.

  's Pov

  Hoje era o dia esperado, na verdade eu havia chegado ontem de viagem com Andrew, mas como era muito tarde resolvi deixar aquele assunto para hoje à noite, porque eu precisava achar as palavras certas para fazer isso.
  Nesses dias que eu estive fora procurei por amigas, se assim posso chamá-las. Ter amigas não era muito comum da minha parte, mas enfim, eu procurei alguém pra dizer o que estava acontecendo.
  E depois de pensar bem achava que tinha tomado a decisão certa. Ela só se confirmou um tempo depois.
  Me vesti e peguei o caminho para a casa de ...

  Apertar ou não apertar a campanhia? Eis a questão.
  Ok, o que te falaram ? Vamos parar de agir como uma garotinha.
  - Oi, , estou atrapalhando? – Disse assim que o garoto me atendeu. Ele estava nervoso, eu podia ver.
  - Oi, , pode entrar. – Disse, me dando espaço pra entrar.
  - Obrigada. – Ele não estava sozinho – Oi dudes. – Disse, acenando para os outros três, que me responderam em coro.
  - Então, a gente já volta viu, ? Esquecemos a maçaneta do , no... na... na... no carro, né gente? – tentava inventar uma desculpa para nos deixar sozinhos.
  - Claro, eu sempre esqueço a maçaneta da porta de casa. – disse, rolando os olhos, irônico, enquanto seguia com os outros dois, rindo para fora da casa.
  - São idiotas, não ligue. – disse, já prevendo o silêncio constrangedor que tomaria o local. – Então, pode falar o que quer .
  - Ok, eu já vou. – Disse, me sentando e o chamando para se sentar do meu lado. – Acho que você sabe pra que eu vim aqui, você não é idiota, então eu já vou começar a falar. – Ele assentiu com a cabeça enquanto eu tentava controlar o nervosismo.
  - Bom. , estou tentando procurar a maneira certa de fazer isso. Aquele dia na cafeteria eu fui muito chata, eu sei, mas só de imaginar hoje me rende boas risadas, eu sou tão rabugenta! Mas você mesmo assim deu um jeito muito estranho de me encontrar e isso me surpreendeu. E acredite, eu fiquei muito feliz. Depois nós já estávamos nos tratando como ‘amantes’ que se conheciam há muito tempo, digo, convivêssemos há muito tempo; e tudo que deveria ser perfeito foi virando uma bola de neve. Eu sabia que isso ia acabar acontecendo, essas coisas sempre acontecem comigo, só que eu não sabia como parar com isso, eu não queria parar isso. Quando eu estava com você, quando nós fazíamos amor, tudo isso desaparecia dos meus pensamentos, mas aí o trabalho me chamava e eu percebia que isso era errado, talvez não errado, mas quando se trata de o amor não tem vez antes do trabalho. Eu nunca tive nada com o Andrew e nunca vou ter, ok? E o que você ouviu era um jeito de não deixá-lo triste. Mas acho que acabei deixando alguém mais importante. – Eu disse e pude ver seus olhos tristes, mas mesmo assim me ouvindo atentamente. – Olha, eu procurei opiniões para ter certeza do que fazer, por mais que isso seja difícil, eles estão certos, a que eles conhecem está se perdendo e acho que ainda não é o momento para tudo isso de mudanças; talvez eu me arrependa muito um dia, mas a certeza que eu tenho agora é que a gente deve parar por aqui antes que as coisas se compliquem mais. Você sabe que é o primeiro cara a me fazer querer ir ficando ao mesmo tempo né? – Disse, me levantando, enquanto vinha em um ato desesperado me abraçar. Seu abraço era muito apertado, mas ao mesmo tempo muito aconchegante. – Só espero que não fique com raiva de mim para sempre.
  - Não posso te garantir nada agora, , mas posso te agradecer por não ter ficado mais tempo enrolando nessa decisão, se é que isso se agradece.
  - Te entendo, agora preciso contar uma coisa. – Disse, saindo do abraço. – Eu consegui um emprego fixo, a Hember Records está crescendo e por isso estão abrindo uma filial em Nova York. E no começo estão mandando os melhores funcionários para ficar por um tempo e alguns estagiários. Eu fui escolhida. Agora não trabalho mais só nos finais de semana e preciso me mudar, esse também é um dos motivos, já que você sabe como isso é importante para mim. Viajo essa semana de volta, por isso tinha que vir me despedir de qualquer jeito.
  - But she so lost in stereo, lost in stereo. – Cantou para mim e eu sorri – Que bom que conseguiu, .
  - Agora preciso ir, tchau, . – O abracei uma última vez e saí da casa.

  's Pov

  ‘Caras, eu tô bem, ok? Não se preocupem como bixas loucas, mas eu não vou sair mais, preciso fazer uma coisa’

  Mandei uma mensagem para eles e subi para meu quarto, precisava compor.

**

  So what am I supposed to do? Oh, oh,
  (Então, o que devo fazer? Oh, oh,)
  When she's so damn cold like 20 below
  (Quando ela está tão frio como 20 abaixo de zero)
  That girl, that girl she's such a bitch,
  (Essa garota, essa garota, ela é uma vadia,)
  I tell myself I can handle it.
  (Digo a mim mesmo que posso lidar com isso.)
  But where am I supposed to go? Oh oh
  (Mas onde eu devo ir? Oh oh)
  When she throws me out and it's 20 below
  (Quando ela me joga fora e é 20 abaixo de zero,)
  That girl, that girl she's such a trick,
  (Essa garota, essa garota, ela é um truque,)
  But I can't lie, I'm in love with it.
  (Mas eu não posso mentir, eu estou apaixonado por ela.)

  E assim surgiam os primeiros versos de umas das faixas do nosso próximo CD.

  Se você ainda não ouviu: That Girl

Capítulo 10

  Estamos aqui com o All Time Low, que está divulgando o seu novo trabalho Dirty Work, e estão aqui para algumas perguntas.
  - Oi, rapazes. A nova faixa de vocês, ‘That Girl’ é algo que realmente aconteceu ou é algo inventado?
  - Oi, Ashley. Bom, a maioria das músicas que nós compomos procuramos nos basear em fatos que aconteceram, mas sem deixar de dar aquela incrementada, ou coisas que podem acontecer no dia a dia de qualquer pessoa. – Eu respondi, como respondia na maioria das vezes, esse tipo de pergunta.
  - É, mas nesse caso tem a ver com uma garota muito especial, não é mesmo ? – me sacaneava.
  - É, isso mesmo. – Disse rindo. – Na verdade ela não tem ideia. – Já fazia um pouco mais de um ano, mas ainda tinha feito um CD dizendo sobre ela, que foi a primeira mulher que mexeu comigo, a primeira que eu amei.
  - Haha, falando em ‘No ideia’, isso também é pra ela?
  - Claro que sim. – disse, antes de eu poder responder. – Apesar de que eu ter um pouco de ciúmes, sabe?
  - Então, podem tocar algo para nós?
  - Claro, é por isso que estamos aqui. Querendo ou não iríamos tocar. – disse e nos fez rir.
  - Então vamos de No Ideia? – perguntou.
  - Obrigada, garotos, obrigada por assistirem a mais um programa, agora vamos ficar com All Time Low...

  She's so close when I'm so far away,
  (Ela está tão perto quando eu estou tão longe,)
  When I'm so far away
  (Quando eu estou tão longe)
  Let me dream, let me stay
  (Deixa-me sonhar, deixem-me ficar.)
  She's so close when I'm so far away,
  (Ela está tão perto quando eu estou tão longe,)
  When I'm so far away,
  (Quando eu estou tão longe)
  I can't sleep I can't dream
  (Eu não consigo dormir, eu não posso sonhar.)
  She has no idea, that I'm even here
  (Ela não tem ideia, que eu ainda estou aqui)
  She has no idea...
  (Ela não tem ideia ...)

  E assim eu iria continuar. Quem sabe um dia nos conseguíssemos ficar juntos? Não to dizendo isso de um jeito desesperado, eu realmente gosto dela e sinto sua falta, mas eu já estou muito melhor. Só que se ela estivesse pronta para mudar de vida e ser tão rabugenta poderíamos tentar. Mas ela está tão perdida no som, perdida no som.

  Se você ainda não ouviu: No Idea

FIM



Comentários da autora

EVERYBODY KNOWS THE END ~CANTA~ . É gente, é isso mesmo -q
Escrever uma fic em andamento sozinha, pra mim foi um desafio, sabe coisa de gente maluca ? E depois de ter perdido o resto da fic quando o computador foi formatado e ter que começar tudo de novo não foi fácil e nem legal.
Porque eu costumo abandonar as fics quando isso acontece, mas no fundo ainda queria escrever, então a inspiração bateu na minha porta e eu a deixei entrar -QN
Queria agradecer muito à Mah por ter me aguentado esse tempo, sério, eu gosto demais de você U.U AÇLKJFÃSFKASKFLÇKSALÇFKA~SLKFSA. E queria deixar meu testamento aqui também -QNNN.
Bom, é isso gente, eu fico triste com finais e isso me faz chorar, desculpa se não agradei, mas eu sou muito naive às vezes e realmente melo demais. COMO SE REALMENTE FOSSE EU NA HISTÓRIA.
É claro que na vida real eu ficaria com o Alex ( sou Gaskarth). E aqueles pelos do braço dele me seduzem muito PQP! Pelo menos faria de tudo pra tentar continuar com ele...
Mas isso não é mais papo HAHA. É isso, até a próxima fic e por enquanto eu continuo só com a Too Much OF Anything Is Too Much, com a Cah, então me procurem por lá.
Beijos tripulação.
Jo.

Nota da Beta: AAAi que triste, acabou ): Essa foi uma das primeiras fics que eu betei e uma das minhas primeiras a betar também.
Vou sentir falta, sério. Obrigada pela linda fic, Jo, e por tudo. Vou continuar atrás de você, não pense que não HAHAHAHA,
também te adoro.
Espero que tenham acompanhado e gostado da fic como eu. Agora vou-me que ela nem sabe que me meti aqui D:
Beijos, Mah