Aconteceu em Forks

Escrita porLelen
Editada por Lelen

Capítulo 1 • Bem-vinda a Forks (ou “À primeira vista”)

Tempo estimado de leitura: 19 minutos

  Eu encarava aquela cidade minúscula e chuvosa com a expressão um tanto triste. Não que eu não quisesse me mudar para a casa da minha avó, mas Forks era tão chuvosa e nublada que chegava a ser depressivo… eu teria que arrumar um jeito de encontrar o meu próprio sol naquele lugar…
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  O chefe de polícia Charlie Swan foi quem foi me buscar no aeroporto acompanhado de minha avó. Ela não era uma senhora tão senhora, mas não gostava de dirigir por percursos muito longos, o que significava que ela se limitava a dirigir apenas dentro da cidade.
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  Reencontrar minha avó — Lucile White — foi uma alegria, nós nos víamos uma vez por ano na maioria das vezes, mas já fazia dois anos que não nos víamos em pessoa. Agora eu estava ali para poder concluir o ensino médio e, quem sabe, ingressar em uma boa faculdade.
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  O caminho de volta para Forks foi tranquilo, apesar de eu ter sentado na parte de trás de uma viatura de polícia real, o bate-papo que minha avó teve com o chefe de polícia deixava o ambiente leve e divertido. Creio que teria sido muito esquisito caso eu tivesse que viajar os poucos quilômetros que separam o aeroporto de Forks somente com o policial, já que ele parecia o tipo de pessoa que só falava quando necessário… e eu também.
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  Quando o xerife Swan nos deixou na porta da casa de minha avó, eu sorri. Aquele lugar havia sido reformado e modernizado, mas ainda tinha o mesmo ar de lar que eu me lembrava da infância. Peguei minhas malas, e vovó Lucile me levou até meu velho quarto, o mesmo no qual eu dormia toda vez que ia para lá, mas agora ele estava um pouco mais livre e organizado.
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  — Deixei mais espaço para que você pudesse decorar o lugar e deixa-lo com a sua cara, %Maddie%. — Vovó sorriu largamente enquanto deixava minha mochila na cadeira perto da escrivaninha.
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  Eu sorri de volta e assenti. Já que Forks parecia tão escura e deprimente, eu teria que fazer do meu quarto um lugar claro e alegre.
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  — O almoço ficará pronto em meia hora — informou Lucile, seguindo para a cozinha no andar de baixo.
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  Usei aqueles minutos para poder dar uma ajeitada nas minhas coisas, tirando as roupas das malas e colocando sobre a cama para depois poder organiza-las dentro do guarda-roupas e armário. Eu não havia trazido muita coisa de casa, pensando que o que pudesse vir a faltar eu poderia comprar por aqui mesmo ou pedir para meus pais me enviarem.
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  Depois do almoço, passei o restante da tarde arrumando minhas coisas no quarto, para minha alegria, vovó havia providenciado uma estante novinha para mim e eu pretendia enchê-la de livros novos. Quando a noite caiu, me senti satisfeita com o resultado do dia: meu quarto estava arrumado, apenas esperando um toque final que seria dado nos próximos dias com uma mão de tinta e algumas decorações.
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  No dia seguinte eu teria aula e queria estar pronta para o que precisasse, então, logo depois do jantar eu tomei um bom banho e me enfiei no meio das cobertas. Tive a impressão de que não demorei muito tempo para pegar no sono, mas fui despertada pelo uivo de… lobos ao longe. Olhei ao redor, ainda meio confusa com o novo ambiente. A luz do corredor de quartos ainda estava acesa, o que significava que vovó ainda estava acordada.
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  Tentei voltar a dormir, mas acho que estava muito ansiosa para começar o novo ano letivo — embora no meio do semestre —, então permaneci um bom tempo acordada madrugada a dentro, ouvindo mais uivos, e barulho de floresta, sem contar os cachorros dos vizinhos que haviam decidido “conversar” com os lobos. Mesmo assim, eu acordei disposta na manhã seguinte.
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  Vovó havia preparado um café da manhã gigante, com a desculpa de que não sabia se eu ainda gostava das mesmas coisas, então fez um pouco de tudo que eu poderia querer.
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  Depois de me aprontar, Lucile me deu uma rápida carona até o colégio de Forks para que eu aprendesse o caminho. Tínhamos combinado de que eu poderia pegar o carro em dias mais frios ou com o tempo ruim. Hoje era um dia que podia ser considerado ensolarado na cidadezinha, obviamente nada comparado à Califórnia, mas era um solzinho gostoso.
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  Cheguei à escola com muitos minutos antes do sinal, tive que passar na secretaria para pegar meu horário e levar a documentação restante para validar meus estudos ali. Tudo parecia bastante tranquilo entre os estudantes de Forks e, apesar de alguns olhares curiosos, ninguém realmente se importou em vir “investigar” a novata.
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  Tive dois períodos cansativos de matemática e um de história antes do horário do intervalo, onde, aí sim, me senti um pouco deslocada. Parecia que todos ali tinham seus grupos muito bem fechados, eu não via exatamente onde eu poderia me encaixar, ao menos para ter uma pausa relaxante. Foi quando Angela Webber, fotógrafa do jornal do colégio, surgiu com um sorriso simpático no rosto e estendendo a mão para mim, se apresentando.
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  — Temos história juntas. — Ela sorriu, meio que explicando sua aproximação e como sabia meu nome.
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  Eu sorri, assentindo.
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  — Desculpe se eu não te reconheci, eu costumo ser ruim com feições e… Bem, eu não estava exatamente olhando para todos quando entrei na sala de história… — Sorri amarelo, me desculpando.
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  Angela apenas sorriu como quem quer dizer que aquilo não era problema.
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  — Vem, você pode sentar com a gente — disse ela, já me puxando para a mesa com mais quatro amigos que mais tarde eu descobri serem Eric York, Mike Newton, Jessica Stanley e Bella Swan.
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  Fui recebida de forma calorosa e quase me senti em casa com a forma acolhedora que aqueles cinco me trataram. Angela Webber era a garota mais doce e simpática que eu já conheci; Mike Newton parecia um garotinho muito mais jovem do que a real idade e, apesar das tentativas bobas de flerte, ele parecia bacana; Eric York era bastante extrovertido — à sua maneira — e tinha um jeito de repórter — o que queria dizer que ele podia ser bastante insistente às vezes; Jessica Stanley era o tipo de garota a qual você deveria correr caso quisesse saber das últimas fofocas do lugar, ela sabia de tudo; e, finalmente, Isabella Swan, a filha do chefe de polícia da cidade, ela era bastante retraída e introvertida, talvez até mais do que eu, o que eu realmente achava impossível… eu não tinha muito o que dizer sobre ela.
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  O grupo falava das últimas novidades da escola — tirando a minha transferência no meio de um semestre — e Jessica e Angela começaram a comentar sobre os caras da equipe de natação que eu não tinha ideia de quem eram.
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  — E quanto a você, novata? — Eric se virou para mim com um ar curioso e uma sobrancelha erguida. — Qual o seu segredo? Por que trocou a Califórnia por Forks no meio do semestre?
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  — Como sabe sobre a Califórnia? — perguntei, surpresa.
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  — Eu fiz o meu dever de casa. — O rapaz piscou marotamente para mim. — Vi no seu Facebook, você ainda não atualizou. — Deu de ombros quando percebeu minha expressão. — Mas então, o que houve com você para vir parar aqui?
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  Dei de ombros, não era nada absurdo.
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  — Eu tive uma crise aguda de estresse e depressão, meus pais acharam que terminar os estudos em um lugar menor e mais tranquilo poderia me ajudar — murmurei como se comentasse o tempo. — Nada de extraordinário, só mais uma pessoa com seus problemas…
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  Eric soltou um risinho e sorriu e Mike e Angela pareceram preocupados.
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  — Mas você está legal agora? — perguntou Webber, séria, eu apenas assenti.
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  A conversa do grupo recomeçou quando meus olhos bateram em uma mesa praticamente isolada no refeitório com cinco integrantes. Observei-os discretamente, interessada. Todos os cinco eram bastante atraentes, quase que de uma forma impossível. Eram todos bastante pálidos, tão pálidos que me questionei se eles não tinham alguma questão de pigmentação da pele. Acho que fiquei tanto tempo voltando meu olhar para aquele grupo que Jessica acabou percebendo.
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  — Aqueles são os Cullen — quase sussurrou para mim enquanto olhava discretamente para o quinteto —, eles não se misturam muito conosco, reles mortais. — O tom que ela usou parecia quase ressentido e eu questionei internamente se ela tinha algum interesse particular neles.
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  — Você pode dizer que eles são os esquisitos da escola — disse Mike, olhando para mim fazendo uma leve careta, acho que ele também deveria ter alguma coisa pessoal com eles.
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  — Esquisitos, mas bonitos — murmurou Angela, dando uma olhadela na direção da mesa também, percebi um olhar torto de Eric, mas a garota pareceu não enxergar.
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  — Ok, podemos mudar de assunto? — Ouvi a voz de Bella Swan pela primeira vez numa conversa desde que havia sentado ali. Ergui uma sobrancelha, surpresa com a reação.
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  — Ah, não liga, não — disse Eric se voltando para mim. — Quando Bella chegou, ela teve uma quedinha por Edward Cullen, mas não deu certo. — Pude perceber a garota mencionada lançar um olhar irritado na direção de York.
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  Encarei os cinco jovens isolados e presumi que o tal Edward deveria ser o rapaz de cabelos acobreados, já que era o único que parecia desacompanhado. O moreno de cabelos curtos tinha os braços em volta da garota loira e perfeita ao seu lado, e o rapaz loiro olhava para a garota miúda de cabelos escuros curtos e espichados de uma forma completamente apaixonada, seria praticamente uma ofensa dizer que não estavam juntos…
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  — É, Edward Cullen é o cara do canto direito da mesa — murmurou Jessica. — Como eu disse para Bella quando ela chegou: nem perca seu tempo, ele não sai com gente como a gente — ela soltou num tom amargurado.
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  — Ahn… Não se preocupe, eu só estava curiosa. — Dei de ombros. — Por que eles são tão brancos? — deixei escapar por meus lábios e vi os cinco me encararem de forma engraçada. — O quê?
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  — Bem… eles são mesmo muito pálidos — concordou Angela. — Mas ninguém que conhecemos já interagiu com os cinco para saber muita coisa.
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  Voltei a olhar para os tais Cullen, curiosa. Qual seria o grande segredo deles…? Por que não se misturavam com os outros alunos? Minha mente começou a trabalhar sozinha em teorias mirabolantes sobre as razões de eles serem considerados “esquisitos” e serem isolados. Devo dizer que eu tenho uma imaginação bastante criativa e essa criatividade pode ser tanto boa quanto ruim. Era boa quando eu precisava de ideias para escrever uma nova história, mas podia ser bem ruim quando eu tinha uma crise de ansiedade.
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  Mais tarde, quando voltei para casa, corri para a escrivaninha onde havia deixado meu notebook e comecei a trabalhar na nova história que havia bolado sobre os Cullen e seus segredos… algumas horas depois, eu já tinha um bom rascunho sobre uma história sem título que se passaria em Forks e tinha como protagonistas Bella e Edward. Eu sei, é bizarro imaginar que os personagens principais da minha história fictícia são pessoas reais, mas apesar de eu ter uma mente criativa para histórias, não podia dizer a mesma coisa para nomes, então decidi usar os nomes verdadeiros das pessoas envolvidas.
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  O plot principal seria que Isabella Swan se muda para Forks porque sua mãe se casou novamente — com um jogador de baseball de segunda base — e a boa filha quer que sua mãe possa aproveitar o novo casamento sem ter que se preocupar com ela. Quando em Forks, Bella conhece Edward, membro da, um tanto excêntrica, família Cullen. Inicialmente Edward não parece gostar muito da novata da escola e ela se pergunta se fez alguma coisa para ele, mal sabendo que aquela família guardava um grande segredo…
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“Qual deles é o garoto de cabelos castanhos avermelhados?” perguntei. Espiei com o canto do olho e ele ainda me encarava, mas não como os outros alunos tinham feito durante todo o dia - a expressão dele era meio frustrada. Olhei para baixo novamente.
“Aquele é Edward. Ele é maravilhoso, lógico, mas não perca tempo. Ele não namora. Nenhuma das garotas daqui é bonita o suficiente para ele, aparentemente” ela desdenhou, um caso claro de rejeição. Fiquei me perguntando quando ele tinha rejeitado ela.

  No dia seguinte o dia foi tão tranquilo quanto o anterior, aquela era a vantagem de uma cidadezinha pequena, as coisas não aconteciam tanto por lá, o que era noticiado na televisão ou nos jornais costumavam ser sobre as cidades vizinhas ou sobre algum evento que aconteceria pelas redondezas, mas nada extraordinário como eu estava acostumada a ver nas cidades grandes. Era reconfortante e ajudava a não piorar minha ansiedade.
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  A história sobre Bella Swan e Edward Cullen ainda precisava tomar forma, mas eu estava gostando de como as coisas estavam indo, já que a minha imaginação e criatividade estar a todo vapor significava que minha mente estava livre o bastante para pensar em outras coisas que não fossem o que me deixava ansiosa ou deprimida.
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  Naquele dia eu havia tido aula de biologia, não foi surpresa alguma quando entrei no laboratório e percebi que todos já tinham suas duplas para o resto do semestre. Imaginei que ficaria sozinha em alguma mesa quando o professor me mandou sentar à uma das duas mesas vazias. Coloquei minha mochila no chão e encarei o quadro à frente da sala para saber o que faríamos, quando um rapaz de cabelos acobreados entrou a passos rápidos, pedindo desculpas ao professor pelo aparente atraso — ele não estava atrasado. Edward Cullen parou de repente quando olhou para a mesa onde eu estava sentada e eu me senti um pouco… invasora? Aquela era a mesa que ele costumava usar?
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  — Finalmente encontramos uma dupla para você, Cullen — disse o professor, sorrindo, o tom brincalhão.
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  O rapaz não expressou nenhuma emoção — boa ou ruim — por me ter como dupla, apenas assentiu e se aproximou da bancada, sentando-se ao meu lado.
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  Eu o encarava, me preparando para falar algo, quando Bella Swan tropeçou sabe Deus onde e, quase caindo, se segurou na mesa logo à sua frente, onde uma garota soltou um risinho contido. Ergui a sobrancelha enquanto seguia discretamente Swan com os olhos, me perguntando se ela costumava ser atrapalhada daquela forma normalmente, eu quase tinha me esquecido do que queria dizer a Edward, quando o ouvi suspirar baixinho ao meu lado, também olhando para Isabella.
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  Pensei se Edward Cullen poderia ter algum interesse na filha do chefe de polícia de Forks, minha mente começando a viajar por possíveis cenas que eu poderia colocar na minha nova história, quando percebi que meu companheiro de bancada me encarava de sobrancelha erguida. Acho que fiquei encarando na direção dele por tempo demais… Pigarreei.
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  — Hum… Se você quiser trocar de lado... — murmurei, tentando parecer o menos estranha possível. — Eu não sabia que já tinha alguém aqui, então...
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  Edward apenas balançou a cabeça levemente e voltou a olhar para a frente, onde o professor começava a se preparar para iniciar a aula. Eu apenas dei de ombros me lembrando do que Jessica havia dito sobre os Cullen não se misturarem com o restante dos alunos. Acho que eu fazia parte do restante, então.
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  Quando a aula terminou, Edward juntou suas coisas e foi um dos primeiros a sair da sala de aula. Eu tomei meu tempo, organizando minhas coisas na mochila antes de rumar para a porta, onde Mike Newton me esperava, junto de uma Bella não muito à vontade.
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  — Qual a sua próxima aula? — me perguntou o rapaz com aquele sorriso de quem estava tentando ser simpático, mas ao mesmo tempo flertando.
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  — Educação física — respondi, olhando a folha de papel com meus horários.
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  — Ótimo, eu e Bella também! — Mike sorriu como se fosse a melhor notícia do mundo, e eu apenas assenti, acompanhando os dois até o ginásio. — Cullen não pareceu muito receptivo com você — comentou ele de repente. Dei de ombros.
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  — Eu sou parte do resto, não? Não sou parte do círculo de amizades ou família dele, então imagino que seja o esperado? — Mike ergueu a sobrancelha e Bella suspirou. — Só espero que eu não tenha que fazer as aulas práticas sozinha…
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  — Hum, Edward é um ótimo aluno… Em tudo. — Newton olhou para mim, como se quisesse me confortar. — Sorte sua.
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  Ergui as sobrancelhas quando o encarei de volta, eu não sabia se devia me sentir agradecida pela informação ou se deveria me sentir ofendida com o que aquela frase poderia implicar. Decidi apenas ficar calada, às vezes era bom levar o conselho dos Pinguins de Madagascar em conta: sorria e acene.
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  Nada de interessante aconteceu durante a educação física, a não ser Isabella Swan acertando boladas em seus colegas de time no vôlei e eu conseguindo acertar um saque de primeira, apesar da minha altura mínima e falta de força.
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  Na hora de ir embora, acabei decidindo sair pela secretaria, já que cortaria metade do caminho do estacionamento e ficaria mais perto do caminho de casa. Lá encontrei com Edward conversando qualquer coisa com a secretária, a expressão neutra. Ele se virou em minha direção quando ouviu a porta do lugar se abrir, eu não sabia se devia ficar feliz ou achar estranho a forma como ele não parecia ter muita expressão.
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  Cumprimentei a ele e à secretária que sorriu para mim, perguntando brevemente como havia sido meu dia. Não querendo me estender muito em um bate-papo sobre amenidades, eu apenas respondi um “bem, obrigada” e saí ligeira de lá, ouvindo os dois que ficaram ali voltando a conversar.
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[...] Mas Edward Cullen ficou rígido e se virou lentamente para me olhar - o rosto dele era absurdamente lindo - com olhos fulminantes e cheios de ódio. Por um instante senti puro medo, levantando os pelos dos meus braços. O olhar só durou um segundo, mas me congelou mais do que o vento enregelante. Ele se virou novamente para a recepcionista.
“Deixa para lá, então.” ele disse apressadamente com uma voz aveludada. “Vejo que é impossível. Muito obrigado pela ajuda.” se virou sem olhar para mim de novo e saiu pela porta.


  Nota: Dei um migué nesse Quiz? Dei um migué. Essa história tá finalizada? Nope. Mas eu quis enviar as histórias que enviei porque elas couberam no tema 🥹
  Edward Cullen nunca foi meu favorito - o primeiro favorito foi o Carlisle, depois eu parti pro Demetri. Sim, o guarda Volturi lol -, mas um dia eu pensei: e se esse Edward fosse baseado em alguém real? Aí surgiu o meu Edward de Aconteceu em Forks. Um pouco estranho, mas 100% humano 😂
  Eu já tenho 12 capítulos escritos dessa história, mas enquanto eu não finalizar, não vou continuar postando. DESCULPAAAAAA. 😭
  Rezem pra eu desbloquear minha criatividade e o meu tempo pra reler Crepúsculo e Sol da Meia-noite.

 

Capítulo 1
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