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Sem curiosidades para essa história no momento!

Maria

Capítulo 1: O Presságio

“Maria, eu sempre achei que algo indicaria, mas foi em qualquer outro dia comum que você me deixou”

  Em um dia aparentemente comum, as sombras começaram a se insinuar, lançando dúvidas sobre o que parecia ser uma conexão inabalável. Namjoon, embora abalado por dentro, tentava esconder a tempestade que crescia em seu coração. As lágrimas que ele segurava revelavam uma despedida que, ainda estava envolta em mistério.
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  Namjoon e Maria se conheceram em uma tarde de primavera, em um café movimentado da cidade. Ela estava lendo seu livro favorito, e Namjoon, intrigado pela atmosfera serena que ela emanava, teve a coragem de se aproximar. A conversa fluiu naturalmente, como se fossem almas destinadas a se encontrar.
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  A amizade deles se transformou rapidamente em algo mais profundo, à medida que compartilhavam risos, sonhos e confidências. O amor entre Namjoon e Maria cresceu como uma flor desabrochando, preenchendo todos os espaços vazios de seus corações. Cada momento juntos era uma aventura, e a conexão que compartilhavam parecia transcender as fronteiras do tempo.
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  O namoro começou com encontros simples, mas significativos. Passeios pelo parque, jantares à luz de velas, e até mesmo as discussões, que fortaleciam ainda mais o laço entre eles. Namjoon e Maria acreditavam que tinham encontrado a essência da felicidade no olhar um do outro.
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  A primeira vez deles foi um momento especial, carregado de emoções e vulnerabilidade. Foi como se o universo conspirasse para tornar aquele instante inesquecível, selando a intimidade entre dois corações apaixonados.
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  Contudo, conforme o tempo passava, as sombras começaram a pairar sobre o relacionamento. Pequenos desentendimentos tornaram-se fissuras, e a insegurança de Namjoon cresceu, obscurecendo a luz que uma vez brilhou entre eles. Ele lutava para compreender a razão de suas dúvidas, mas a cada tentativa, as sombras se aprofundavam.
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  As palavras de despedida pesavam em sua língua, mas ele não conseguia mais sufocar a verdade que se manifestava dentro dele. A conexão inabalável que compartilhavam agora parecia uma ilusão, um sonho desfeito pelas sombras que obscureciam seu coração.
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  E assim, em um dia que começou como tantos outros, a chama que uma vez ardeu intensamente entre Namjoon e Maria começou a se extinguir. O passado de amor agora contrastava com o presente de despedida, deixando ambos diante de um futuro incerto, onde as sombras da dúvida lançavam uma sombra sobre o que antes era uma promissora história de amor.
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Capítulo 2: O Chamado das chamas

“Não sabia o que queria, mas sabia que não estava aqui nessa cidade que te afoga… Mas, como o fogo, precisava ir…”

  Namjoon se via perdido em suas próprias memórias, remexendo os recantos do passado que agora pareciam distantes. Lembrou-se de como Maria, em meio à confusão de sua própria jornada, expressava constantemente o sentimento de estar afogada na cidade que, para ela, era mais uma gaiola do que um lar.
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  Maria não se encaixava nos padrões e nas expectativas que a cidade impunha. Seus sonhos eram vastos, e as paredes estreitas da rotina urbana pareciam sufocá-la. Namjoon recordou as noites em que ela se sentava à janela, olhando para o horizonte distante, como se buscasse respostas nas luzes que brilhavam além das fronteiras da cidade.
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  As escolhas recentes de Maria, talvez impulsivas, foram suas tentativas desesperadas de encontrar um sentido para sua existência. Ela queria mais do que a vida que a cidade oferecia, e essa busca incessante por algo além gerava uma angústia palpável. Namjoon percebeu como a cidade, que para muitos era um refúgio, para Maria era uma prisão de concreto e vidro.
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  O relacionamento deles, que começou como uma ilha de conforto, tornou-se um farol que guiava Maria por águas turbulentas. Namjoon recordou as lágrimas que ela derramou, compartilhando a sensação de não pertencimento, a inquietude que a consumia. Ele queria ser o porto seguro para ela, mas a correnteza da vida a levava para longe, em direção ao desconhecido.
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  As conversas noturnas ecoavam em sua mente, onde Maria falava sobre a necessidade de se perder para se encontrar. Como o fogo que queima para se renovar, ela explicava que a única maneira de escapar das sombras era deixando tudo para trás. Namjoon agora entendia que, para Maria, a cidade era a escuridão, e ela ansiava pela luz de um novo amanhecer.
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  O desejo de Maria de se libertar, de queimar as amarras que a prendiam, transformou-se em um chamado irresistível. As chamas da mudança eram sua única rota de fuga, e Namjoon, apesar de amá-la profundamente, compreendia que ele próprio não poderia extinguir o fogo que ardia dentro dela.
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  Assim, enquanto Namjoon se afogava em lembranças, ele agora entendia que Maria não sabia exatamente o que queria, mas sabia que não estava ali, na cidade sufocante. Como o fogo, ela precisava ir, e isso, por mais doloroso que fosse, era inevitável.
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Capítulo 3: O Novembro de despedida

“Naquele novembro, eu corri até a sua casa, mas só encontrei sua carta e ela dizia…”

  Naquele novembro, Namjoon correu até a casa de Maria, um lugar que costumava ser um refúgio, um lar compartilhado. Contudo, ao chegar, em vez da acolhedora presença dela, encontrou apenas um silêncio frio e uma carta sobre a mesa, como uma última testemunha do que um dia foi.
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  Com mãos trêmulas, Namjoon abriu a carta, seus olhos devorando cada palavra escrita à mão por Maria. As linhas delicadas revelavam a agonia da alma dela, a luta interna que ele não conseguira enxergar antes.
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“Desculpa, eu não consigo me amar
Do jeito que você me ama
E agora eu não posso mais voltar
A minha casa está em chamas.

Eu precisava me deixar
Pra descobrir onde eu estava
Mas não é que eu me sinta mal
Eu só não sinto nada

Eu não sinto nada
Me deixa ir
(Me deixa, me deixa)
Me deixa ir
(Me deixa, me deixa, me deixa ir)”

  Cada palavra da carta era o eco de uma música que eles costumavam dançar juntos, mas agora tocava em um tom de despedida. Namjoon sentiu um nó na garganta, tentando compreender a magnitude do que Maria estava expressando.
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  As palavras ressoaram em seu peito, revelando a batalha silenciosa que ela enfrentava consigo mesma. Maria não se via merecedora do amor que Namjoon oferecia, como se o calor do afeto que ele lhe proporcionava fosse demais para sua própria escuridão interior.
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  A metáfora da casa em chamas pesou como um fardo sobre Namjoon. A casa que eles construíram juntos agora ardia em chamas simbólicas de mudança irreversível. O lar que uma vez abrigou risadas, carinhos e sonhos compartilhados estava agora sendo consumido pelas chamas da transformação que Maria ansiava.
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  Namjoon sentiu um vazio imenso, como se o chão tivesse sido arrancado de sob seus pés. A carta era a evidência dolorosa de que o amor deles não poderia salvar Maria das chamas interiores que a consumiam. Ele compreendeu que, por mais que quisesse ser o salvador dela, havia batalhas que ela precisava travar sozinha.
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  E assim, naquele novembro sombrio, as palavras da carta ressoaram como uma sinfonia de despedida. Namjoon estava diante do fato de que, por mais que tentasse, não poderia apagar as chamas que Maria sentia dentro de si. Restava a ele aceitar a triste realidade de que a casa que construíram agora estava em chamas, e não havia retorno possível.
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Capítulo 4: A busca pela estrela perdida

“Desculpa, eu não consigo me amar do jeito que você me ama! Baby, I wanna be a star…”

  Alguns meses se passaram desde que Maria havia ido embora. O tempo, muitas vezes, não apaga as cicatrizes, mas traz consigo uma compreensão gradual e acomodação à ausência. A vida de Namjoon continuava, mas as sombras da lembrança de Maria ainda pairavam sobre ele.
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  Em um dia comum, enquanto folheava correspondências em sua caixa de correio, Namjoon encontrou uma carta endereçada a ele com a caligrafia familiar de Maria. Seu coração disparou com uma mistura de esperança e ansiedade enquanto abria a carta.
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“Desculpa, eu não consigo me amar
Do jeito que você me ama
Baby, I wanna be a star.”

  A confissão ecoava as palavras anteriores, mas havia uma mudança sutil. Maria não falava mais sobre não conseguir se amar da maneira que Namjoon a amava; em vez disso, ela expressava um desejo ardente de se tornar uma estrela.
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  As linhas seguintes da carta narravam a jornada de Maria desde a separação. Ela compartilhava como as chamas queimaram o que restava de sua antiga vida, mas no processo, ela encontrou uma força interior que não sabia que possuía. Maria descrevia seus passos hesitantes em direção à autodescoberta e aceitação.
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  “Baby, I wanna be a star” tornou-se a declaração de seus novos objetivos e aspirações. Maria não buscava mais a validação em um relacionamento; ela ansiava por brilhar como uma estrela independente, iluminando seu próprio caminho.
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  Namjoon sentiu uma mistura de emoções ao ler as palavras de Maria. Por um lado, havia uma pontada de tristeza ao perceber que ela estava seguindo um caminho diferente, mas, por outro lado, sentiu um certo orgulho pelo crescimento e coragem que ela estava demonstrando.
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  A carta de Maria era um convite para que Namjoon também seguisse em frente. Ela não pedia reconciliação, mas sim compreensão. A estrela que ela buscava ser era uma metáfora de sua busca pela autenticidade e realização pessoal.
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  E assim, diante da carta que marcava um novo capítulo, Namjoon percebeu que o amor deles não era um fim, mas um ponto de partida. Ele guardou a carta com carinho, desejando que Maria encontrasse sua luz, assim como ele desejava encontrar a sua própria. A jornada de ambos, agora separados, continuaria, cada um trilhando seu caminho em busca de estrelas e significados pessoais.
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Fim

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Lelen
Admin
6 meses atrás

Betiza, tu vai me bater se eu pedir uma “continuação” com os caminhos de Maria e Joon no futuro? kkkkkkk Adoraria ver eles sendo felizes, mesmo separados (e vai que, né, a esperança é a última que morre kkkk) e conquistando as coisas na vida <3
Eu gostei da forma como você escreveu a história, deu pra se ligar com o personagem de uma forma profunda e dá o que refletir <3


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