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Quiz #008
// O Tema
Qual a sua forma de amar ou a do personagem de sua próxima história? Responda às perguntas e descubra!
// O Resultado
Toque físico


Esta história não possui capas prévias (:

Sem curiosidades para essa história no momento!

Manhattan

  After Vegas

  Mais um dia acordando no conforto daqueles braços fortes de , sentir o calor seu corpo junto ao meu era como uma descarga de energia que me motivava a encarar minha família e tudo que havia ficado em Henderson. Já se completava duas semanas que estávamos em Vegas, desfrutando da nossa “lua de mel” improvisada. Ainda não tinha tido coragem suficiente para voltar e contar tudo a todos, até o momento só sabiam que eu estava longe de casa e aparentemente bem, somente precisando ficar sozinha.
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  — Bom dia, dr. Lewis. — sussurrei ao senti-lo beijar meu pescoço.
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  — Bom dia, sra. Lewis. — disse ele, ao acariciar meus cabelos — Dormiu bem?
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  — Sim. — respondi dando alguns traços de desânimo.
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  — O que foi? — ele ergueu seu corpo e me olhou carinhosamente — Pode me dizer?!
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  — Estou meio preocupada. — disse num tom baixo.
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  — Ainda acha que o Matt vai querer me matar? — brincou ele — Não se preocupe, não a deixaria viúva tão rápido.
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  — Seu bobo. — bati de leve em seu braço — Pare de brincar com coisa séria.
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  — Mas eu estou falando sério. — ele segurou em minha mão, entrelaçando nossos dedos — Nosso copo está meio cheio, eles vão entender.
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  — Eu te amo. — sussurrei dando um sorriso suave.
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  — Idem.
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  Ele se aproximou de mim lentamente até que me beijou com intensidade, a forma que me aninhava em seus braços unindo nossos corpos me deixava ainda mais entregue e fora de órbita. Porém, havia aquela 3 palavras que mesmo não sendo pronunciadas por ele, seus gestos, atitudes e a forma que me tocava, me faziam absorver cada vez mais seus sentimentos profundos por mim.
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  — Então… — eu me afastei um pouco dele — Vamos mesmo amanhã para Henderson?
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  — Você quer adiar mais alguns dias? — sugeriu ele em pergunta.
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  — Não. — respondi — Já liguei para minha mãe confirmando, não podemos mais adiar.
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  — Tem certeza?
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  — Sim. — sorri novamente.
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  Ele se levantou e colocando o roupão que estava aos pés da cama, caminhou até o telefone em cima da mesa lateral, ligando para o serviço de quarto para pedir nosso café da manhã. Havíamos tido uma conversa aleatória na noite anterior sobre meus planos profissionais para o futuro, já que agora estava desempregada.
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  Difícil admitir, mas sim, erroneamente eu havia baseado todos os meus projetos em cima do meu casamento com Cedric. Abandonada na porta da igreja, tudo o que havia imaginado realizar também se desfez, surreal as voltas que a vida nós dá, porém, agora eu deveria me levantar e começar tudo novamente.
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  — Vai ficar aí? — perguntou ele, assim que dispensou o funcionário que nos trouxe o café.
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  — Seria manhoso demais pedir café na cama? — tombei a cabeça.
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  — Depende do que pode acontecer depois. — ele sorriu maliciosamente.
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  Eu nunca havia imaginado o quão intenso e insaciável, poderia ser.
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  — Tarado. — eu ri e me levantei depressa — Vamos comer na mesa.
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  — Porque sempre faz isso? — ele me olhou indignado.
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  — Isso o que? — perguntei rindo dele, caminhando em sua direção.
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  — Propõe ideias maravilhosas e depois me deixa no deserto. — sua cara estava como de um cachorrinho abandonado.
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  — Que fofo. — parei em sua frente e envolvi meus braços em seu pescoço — Nada nos impede agora.
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  — Tem certeza?! — seu olhar malicioso e o sorriso de canto, fizeram meu corpo arrepiar.
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  — Vamos tomar café. — me afastei dele rindo.
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  — Era disso que eu estava falando. — murmurou ele.
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  Era tudo novo sim, e eu nunca imaginei que me casaria com o melhor amigo do meu irmão. Mesmo sendo meu amor platônico da infância, agora estava vivendo esse sonho, algo que de certa forma me deixava com receio, uma irritante sensação de acordar a qualquer hora e tudo não passar de ilusão. Em segundo, senti suas mãos em minha cintura, completando o movimento com um beijo roubado logo em seguida.
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  — Não é um sonho. — disse ele, como se soubesse o que eu estava pensando.
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  — Eu sei. — respirei fundo.
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  — Então, não fuja de mim, . — seu olhar sério fez meu coração pulsar mais forte — Nosso casamento é real, estamos aqui e eu prometo que…
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  Nem mesmo deixei que ele terminasse a frase, o beijei no impulso aninhando-me em seus braços. Mesmo com tudo de bom que Vegas trazia para mim, lá no fundo havia aquele trauma de ser abandonada, no qual eu teria que lutar contra para ser completamente feliz ao lado de . Ele sabia desse ressentimento que se mantinha em meu íntimo, e a forma doce, carinhosa e paciente como me tratava, me transmitia ainda mais segurança.
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  — Obrigado. — sussurrei.
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  Um sorriso singelo surgiu em sua face, ao segurar minha mão, ele me guiou até a mesa e afastou a cadeira para que eu me sentasse. O lado cavalheiro de vivia me surpreendendo a cada dia, principalmente quando se preocupava com minha saúde ao secar meus cabelos.
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  Após o café da manhã, ele se ausentou por um longo tempo. Coincidentemente, ao jantarmos no restaurante do hotel há duas noites, acabamos encontrando um antigo professor dele, que o convidou para participar de uma roda de conversa com alunos. Aproveitei esse tempo para ir ao Moonlight Coyote novamente ao final da tarde, já que era meu último dia em Vegas, queria me despedir de James e da senhora Brown, a dona do bar.
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  — Olha só quem está aqui. — disse James ao me ver chegar — A jovem recém casada.
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  — Boa tarde, para você James.
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  — E continua feliz. — notou ele — Você não ia voltar para Henderson?
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  — Adiamos para amanhã, por isso vim me despedir hoje. — expliquei — A senhora Brown está?
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  — Não, ele precisou sair, assuntos pessoais. — respondeu.
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  — Que pena, eu queria muito ver ela antes de ir.
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  — Volta amanhã. — insistiu.
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  — Não posso, vamos sair logo cedo. — expliquei a ele.
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  — Você já tem o contato dela, depois mande uma mensagem — sugeriu ele — Então, vai beber o que hoje? Martini? Gin? Black Suit?
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  — Suco de laranja, eu sei que vocês servem isso. — disse confiante.
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  — Nossa, quem vem a um bar e pede suco? — James fez uma careta engraçada.
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  — Minha esposa. — apareceu misteriosamente ao meu lado, colocando sua mão em minha cintura e me dando um selinho — Oi querida.
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  — Como sabia que eu estava aqui? — perguntei intrigada ao vê-lo.
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  — Apenas presumi que quisesse se despedir de nosso novos amigos. — ele sorriu.
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  — Que bom que você disse amigos. — comentou James, segurando o riso — Porque depois de aguentar vocês dois por duas semanas, eu deveria até ser convidado para ser o padrinho oficial.
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  — Você já é nosso padrinho. — eu confirmei.
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  — Assim espero. — consentiu ele.
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  Nós rimos um pouco, James era sim um bom novo amigo. Daqueles que ouviu todas as nossas lamúrias e acompanhou cada passo desde o início, quando estávamos bêbados e nos casamos de verdade, até o momento atual, felizes e prestes a viver uma longa vida de casados em Manhattan. Permanecemos mais algum tempo no bar conversando e rindo das histórias de James, até que voltamos para o hotel, parou na recepção para fechar a conta, pois nossa partida seria logo ao amanhecer. Assim que entrei no quarto, recebi uma ligação da minha mãe, que parecia ansiosa por meu retorno.
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  — Sim mãe, eu já disse que estou muito bem, eu precisava desse tempo só para mim e quando chegar aí, explicarei tudo. — repeti novamente.
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  — Você sabe que é preocupação de mãe. — ela se explicou do outro lado da linha — Nós ainda não devolvemos os presentes como pediu, estão todos no seu quarto.
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  — Obrigado mãe.
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  — Quando voltar amanhã, terá que visitar os pais do Cedric. Acha que consegue?
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  — Porque não conseguiria? Eles sempre foram legais comigo, não tem culpa nenhuma. — respondi.
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  Logo a maçaneta da porta se mexeu e entrou no quarto com alguns papeis nas mãos.
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  — Mãe, tenho que desligar agora, nos vemos amanhã.
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  — Até amanhã querida, se cuide.
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  Encerrei a ligação e voltei novamente meu olhar para ele, que neste momento já mexia no celular. Me espreguicei um pouco e caminhei em sua direção.
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  — Sua mãe ligou de novo?!
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  — Sim, ela queria confirmar que não irei adiar novamente. — respondi mantendo meu olhar nos papeis — O que são?
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  — São pra você. — disse ele me entregando.
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  — Para mim?! — eu peguei e comecei a folhear — Do que se trata?!
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  — Como está disponível para o mercado de trabalho, achei que poderia ajudar minha esposa em sua nova jornada em NY. — explicou ele — Tenho um amigo, que conhece um amigo, que conhece um amigo, que precisa de uma aprendiz para trabalhar diretamente com ele na InH Coffee Dream.
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  — Sério? — o olhei surpresa — Não me diga que irei trabalhar com o melhor pâtissier de New York?!
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  — Só se você quiser. — ele sorriu carinhosamente.
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  — Copo meio cheio?! Não é?! — disse.
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  — Copo meio cheio. — reforçou ele confirmando.
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  Eu o beijei novamente, com certa empolgação.
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  — Incrível… Você é o melhor marido do mundo. — continuei.
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  — E eu só ganho um beijinho como recompensa?
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  — Eu ainda não estou devidamente empregada, então só vai ganhar isso.
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  — Mercenária. — ele se voltou para mala que estava aberta e caminhou até ela.
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  Eu ri baixo dele, então fui até o banheiro e tomei uma ducha quente, coloquei sua camisa azul listrada, que havia se transformado no meu pijama.
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  — Fico admirado de como minhas roupas de deixam ainda mais sexy. — ele sorriu com malícia.
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  — Agradeço o elogio senhor meu marido. — ri de leve — Já arrumou tudo?
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  — Sim, e aproveitei para comprar outras duas para colocar suas roupas. — respondeu — Seu vestido também já foi guardado.
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  — Verdade, havia me esquecido desse vestido, apesar do azar inicial, ele acabou me dando sorte. — afirmei.
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  — Não só a você. — ele sorriu e pegou em minha mão me puxando para mais perto, me aninhou em seus braços.
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  Eu sabia que as horas seriam longas até o amanhecer.
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  — O que?! — foram as únicas palavras que minha família conseguiu pronunciar após eu e contarmos nossa história.
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  — Eu sei que parece loucura, mas é real. — ergui minha mão esquerda mostrando a aliança de casamento, e ele fez o mesmo.
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  — Seu babaca. — meu irmão se voltou para cima de e socou seu rosto o derrubando no chão.
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  — Matt?! — eu gritei o empurrando.
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  — Matt, meu filho. — meu pai o segurou — O que acha que está fazendo?
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  — Você está louco? — Jenie, minha cunhada, o olhou com desaprovação.
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  Então , ainda caído começou a rir ao limpar o vestígio de sangue que apareceu em sua boca, então Matt começou a rir também, nos deixando estáticos. Meu pai o soltou sem entender nada. Matt estendeu a mão para ajudar se levantar, que log aceitou e ao se erguer abraçou.
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  — Alguém me explica o que foi isso? — disse Jenie com seu olhar indignado.
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  — Nem eu entendi. — comentei estática.
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  — Seu babaca, deveria ter feito isso antes, pouparia minha irmã de ter sido abandonada no altar. — disse Matt ainda rindo.
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  — Então, você não está bravo? — perguntei.
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  — Estou bravo por ele não ser meu cunhado a mais tempo. — respondeu meu irmão.
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  — Então porque bateu nele. — eu o empurrei de leve.
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  — Pra ele não se esquecer que você é minha irmã. — disse Matt.
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  — Agradeço o lembrete. — riu junto.
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  — Vocês são dois babacas, isso sim. — Jenie cruzou os braços nervosa.
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  — Que isso princesa. — Matt a abraçou — É coisa de amigo.
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  — Eu concordo com ela. — afirmei.
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  — Já que está tudo bem, porque não vamos para a cozinhar comer. — sugeriu minha mãe empolgada — Eu fiz bolo de cenoura com calda de chocolate.
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  — Meu favorito. — eu me animei.
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  — Já que não tem bolo de casamento, vai o de cenoura mesmo. — reclamou Jenie — Ainda estou inconformada, não fui a madrinha.
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  — Você é nossa madrinha oficial. — intervi, ao abraça-la de leve — É minha melhor amiga.
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  — Assim como o James. — completou de forma desnecessária.
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  — Quem é James? — perguntou ela.
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  — Um amigo que fizemos em Vegas. — respondi — O cara do bar que foi nosso ouvinte e conselheiro.
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  — Ele me passou o vídeo da gente gritando no bar que íamos nos casar. — comentou .
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  — Que vergonha. — me encolhi um pouco.
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  — Eu vou querer ver. — Matt riu.
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  — Eu também. — disse minha mãe segurando o riso — Mas vamos logo antes que o bolo esfria.
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  Foi surpreendente e engraçado como eles reagiram a nossa história, principalmente meus pais. Eu sabia da grande preocupação que minha mãe teve após o desastre do meu não casamento com Cedric, mas vê-la sorrir ao saber que eu estava com , foi reconfortante para mim. E além do Matt, que me deixou estática ao saber que sempre torceu para que sua irmã ficasse com seu melhor amigo.
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  — A história de vocês parece até aqueles filmes clichês de comédia romântica, onde o Bradley Cooper seria perfeito no papel do . — comentou Jenie, enquanto saboreava seu pedaço de bolo.
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  — Verdade, não tinha pensado nesse ângulo. — concordei.
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  — Acho que vou escrever um roteiro assim e enviar para algum concurso de roteirista. — disse ela empolgada — Quem sabe não dá certo.
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  — Ainda com o sonho de ser cineasta?! — riu.
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  — Quando eu for rica e morar em Malibu, você não vai rir de mim. — ela o olhou atravessado.
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  — Me levando junto, você pode morar onde quiser. — comentou Matt.
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  — E por falar em morar. — meu pai nos olhou — Onde pretendem morar? Você estava trabalhando na Califórnia, não é?
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  — Sim. Mas recentemente recebi uma proposta melhor para trabalhar em Manhattan.
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  — New York?! — Jenie quase deu um pulo da cadeira e me olhou de forma instigante.
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  — Eu sei que o tal Cedric está em NY. — disse — Mas isso não importa, a cidade é grande e agora, é muito bem casada.
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  — Hummmm…. — Jenie vibrou um pouco.
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  Enquanto isso, eu fiquei meio envergonhada.
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  — Não será mesmo um problema. — confirmei — Além do que, conseguiu uma entrevista para mim como aprendiz do pâtissier do InH Coffee Dream.
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  — Sério? — minha mãe me olhou admirada — Sempre foi seu sonho conhecer o chefe Han.
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  — Sim, estou ansiosa já para conhecê-lo.
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  — Hum… — me segurou pela cintura aproximando seu corpo do meu — Estou começando a ficar com ciúmes.
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  — Não precisa dr. Lewis. — eu o beijei de leve.
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  Alguns barulhos de comemoração soaram pela cozinha acompanhados de risos e piadas. Mesmo longe, teríamos o apoio de minha família, o que me deixava ainda mais tranquila e segura que tudo daria certo. Decidimos passar o final de semana em Henderson, e preparar com calma nosso embarque com o destino New York, eu aproveitei para devolver alguns presentes entregues pelos parentes e amigos de Cedric, quanto aos outros de pessoas próximas a mim, agradeci a todos e expliquei que eu havia sim em casado, porém com outra pessoa.
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  A última coisa que fiz na cidade, foi visitar os pais de Cedric, acompanhava do meu marido é claro, queria que eles vissem que eu estava bem e que não tinham nenhuma culpa pelas ações do seu filho. No final, a senhora Donson parecia um pouco mais conformada, apesar de ter me confessado que seu sonho era que eu realmente tivesse me tornado sua nora. Contudo, o que passou não volta mais, e ter me caso em Vegas com , havia sido a melhor decisão da minha vida, mesmo que tenha sido tomada comigo bêbada.
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  Aterrissamos em New York após 5 horas de voo, nossa primeira parada foi o apartamento que um amigo de havia indicado para ele alugar. Próximo ao central parque, era uma cobertura que pertencia um prédio de 15 andares, a vista era incrível obviamente, assim como o bom gosto de para a decoração.
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  — Uau, aqui é lindo. — disse ao me aproximar da varanda do terraço da cobertura — Olha essa vista!
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  — Você gostou?! — perguntou ele me abraçando por trás — Estou feliz por não ter que viver aqui sozinho agora.
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  — Posso fazer uma pergunta indiscreta? — virei minha face de leve e o olhei.
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  — Diga.
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  — Quanto você recebe para pagar por um apartamento desse? — eu estava curiosa.
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  — Estou curioso pela pergunta. — ele me olhou desconfiado.
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  — Curiosa estou eu, você sempre foi o sem teto que passava semanas dormindo no sofá da sala dos meus pais. — mantive meu olhar sério para ele — Ganhar uma bolsa em Harvard e manter um apartamento assim, é novidade para mim que passei parte da minha vida em Henderson.
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  Ele sorriu de canto.
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  — Que alívio.
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  — Não acredito que você pensou que eu iria pedir o divórcio e querer pensão alimentícia. — demonstrei indignação em meu olhar — Não sou tão mercenária assim.
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  — Minha mercenária. — ele me beijou de leve, pousando suas mãos em minha cintura, deixando-as em contato com minha pele — Está com fome? Não quis comer nada durante o voo.
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  — Vai me dizer agora que você sabe cozinhar?! — por essa eu não esperava.
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  — Algum problema nisso?! — ele me olhou confuso.
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  — Não, eu acho muito sexy um homem cozinhando. — desta vez foi minha vez a lançar um olhar malicioso para ele.
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  — Senhora Lewis, que olhar sugestivo. — brincou ele me aninhando ainda mais a ele, e dando um beijo de leve em meu pescoço — O que acha de pularmos a parte do jantar e ir direto para a sobremesa?
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  — Não é de todo uma má ideia. — concordei desta vez sem fazer nenhum tipo de resistência.
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  Sob o conselho da minha mãe, eu não iria mais tentar fugir da felicidade que estava em minha frente, nem mesmo deixar meus traumas do passado interferir no meu futuro com meu marido. Então, naquele primeiro dia, eu iria me entregar totalmente a ele, sem medo de ser abandonada, pois em cada gesto de carinho, cada olhar e cada toque de , eu sentia que estava plenamente segura em seus braços e sendo amada de forma profunda e intensa.
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  — Eu te amo. — sussurrou ele em meu ouvido, assim que misteriosamente chegamos ao quarto, fazendo meu corpo arrepiar.
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  Aquela 3 palavras que ele se negava a pronunciar claramente, foram a faísca necessária para que aquele espaço se tornasse menor e mais quente.
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Isso só acontece uma vez na vida
Meus instintos reprimidos estão surgindo
O que fazer? Acabei de ganhar na loteria.

– Lotto / EXO

  “Felicidade: Um dia me disseram que o sorriso é uma forma de mostrarmos o quanto gostamos de alguém. Hoje me perguntaram se eu gostava de você, e eu apenas sorri.” – by: Pâms

Fim

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Lelen
Admin
8 meses atrás

Eu tô moscando um pouco porque ainda não li a primeira parte 😂😂
Mas tenho interesse no senhor Lewis aí, vou caçar a primeira parte pra me inteirar das coisas, pera aí


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