Esta história pertence ao Projeto Adote Uma Ideia

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Ideia #019

doada por Jéssica Malinverno

// A Ideia
Você foi numa festa da escola. Uma loucura só, tudo rolando, bebidas, drogas e tudo mais. Ao tentar voltar para casa não consegue nem andar, cai no chão e ele te acude. Você nem consegue ver o rosto dele direito e na manhã seguinte acorda só de roupas intimas no quarto dele, e ele te observando.

// Sugestões
--
// Notas
--

Esta história não possui capas prévias (:

Sem curiosidades para essa história no momento!

Inoubliable

Capítulo 1

   já havia procurado pela parte interna de quase toda a casa, e nada de encontrar as amigas. Ela odiava se encontrar totalmente perdida e sozinha num lugar onde ela não se sentia completamente à vontade, e digamos que ela era a típica nerd reservada que só se abria com as amigas, me entendem? Ela não era de frequentar festas, especialmente na casa dos colegas de faculdade ou curso, especialmente no início de um novo semestre, onde ela gostava de se dedicar ao máximo. Mas as amigas haviam praticamente a obrigado a comparecer na tal festa, correndo o risco de acabarem com a amizade, então ela preferiu não arriscar.
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  Enquanto digitava apressadamente mais uma mensagem para as amigas no grupo, ela sentiu o corpo bater contra algo e então ela foi para trás com tudo, sendo impedida por dois braços ágeis a segurando pelos ombros, e quando ela olhou para cima, encarou o garoto desconhecido. Ela piscou os olhos algumas vezes, começando a ficar irritada.
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  - Opa! Quase, hein? Mas eu te segurei! – Ele abriu um grande sorriso.
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   respirou fundo, duas vezes.
  - Verdade! – Ela tentou se desvencilhar do desconhecido quando viu o celular tocar, mas sem sucesso. – Valeu!
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  Ela assistiu à chamada encerrar e bufou de novo, enquanto o desconhecido ainda sorria para ela.
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  - Eu sou o Yugyeom, e você? – O rapaz começou a afrouxar o toque nos ombros dela.
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  Ela mal entendeu o nome dele e vislumbrou e entrando na casa, procurando por ela e então ela cortou o rapaz:
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  - Ah! Você é um dos asiáticos do intercâmbio então? – Ela umedeceu os lábios. – Aproveite sua festa! Prazer, Yugi-oh! Bem-vindo!
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  E então ela se desvencilhou do asiático e foi em direção às amigas, sem se apresentar ou qualquer coisa do tipo. Jackson gargalhou alto enquanto colocava uma das mãos sobre o ombro de Yugyeom, ficando na ponta do pé para fazê-lo.
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  - Ela te chamou de Yugi-oh? O desenho? – Yugyeom deu de ombros.
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  - Qual o problema das francesas, hein? – Ele balançou a cabeça levemente, soltando um suspiro, antes de se virar e seguir em direção às bebidas, decidido a não deixar que esse encontro estranho o afetasse.
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  Jackson continuou gargalhando, ainda rindo do apelido “Yugi-oh”, de repente, ele se desequilibrou e quase caiu, já que Yugyeom saiu em direção à cozinha da casa, mas foi amparado por Jinyoung, que estava passando por ali.
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  - Você está bem? – O rapaz riu da cena e deu um tapinha no ombro de Jackson.
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  - Estou ótimo, cara! – respondeu Jackson, ainda rindo. – Acho que já é hora de pegarmos mais algumas bebidas, certo?
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  Jinyoung concordou com um aceno de cabeça, enquanto Yugyeom se servia de uma bebida e os três começaram a caminhar em direção à área externa da casa, onde a piscina brilhava sob as luzes da noite.
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  Ao chegarem lá, encontraram o restante dos amigos: Youngjae, Jayb, Bambam e Mark, conversando animadamente com algumas outras pessoas. Eles se juntaram ao grupo, cumprimentando uns aos outros com sorrisos e brincadeiras.
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  - Olha só quem resolveu aparecer! – exclamou Bambam, dando um tapinha no ombro de Yugyeom. – Vocês perderam a diversão!
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  Jinyoung sorriu, sentindo-se mais à vontade agora que estava com seus amigos.
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  - Parece que vocês estão se divertindo bastante…
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  - Com certeza estamos! – respondeu Jayb, levantando sua bebida em um brinde improvisado. – A noite está apenas começando!
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  Enquanto os amigos conversavam e riam animadamente, Jinyoung observava o quintal da casa com as luzes azuis fortes que refletiam as sombras dos coqueiros lá presentes. Ele se viu imerso em um ambiente completamente diferente, um país estrangeiro, com uma cultura e uma língua que ele ainda estava aprendendo a entender completamente.
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  Enquanto observa os outros jovens se divertindo na piscina, Jinyoung sentiu uma mistura de emoções. Por um lado, ele estava animado por estar com seus amigos, desfrutando de uma noite divertida. Por outro lado, ele se sentia um pouco fora do lugar, consciente de que estava longe de casa, em um lugar que ainda parecia estranho e desconhecido.
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  Ele se perguntava sobre o que o futuro reservava para ele e seus amigos, sobre as experiências que ainda estavam por vir nessa jornada universitária no exterior. Ele se sentia grato pela oportunidade de estar ali, mas também um pouco apreensivo com o desconhecido.
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  Enquanto esses pensamentos passavam pela mente de Jinyoung, ele se lembrou da importância de aproveitar o momento presente e viver cada experiência ao máximo. Ele se juntou aos seus amigos na beira da piscina, deixando de lado suas preocupações por um momento, e mergulhndoa na diversão da noite.
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***

   finalmente encontrou e em uma área mais tranquila da festa, afastadas da música alta e das luzes piscantes. Seu rosto estava visivelmente irritado quando se aproximou delas.
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  - Finalmente vocês apareceram! – exclamou, cruzando os braços em frente ao peito.
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   e olham para a amiga com surpresa, percebendo imediatamente a tensão em sua expressão.
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  - Desculpe, amiga! – Começou , com uma expressão de preocupação. – Nós estávamos procurando por você, mas não conseguíamos encontrá-la em lugar nenhum.
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  - É, , nós realmente estávamos preocupadas… – Adicionou , tentando acalmar a situação.
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   bufou, claramente insatisfeita com a explicação.
  - Preocupadas? Vocês duas me arrastam para essa festa louca e depois simplesmente me abandonam?
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  As duas amigas trocam olhares desconfortáveis, percebendo que estava realmente chateada com elas.
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  - Desculpe mesmo, … – insistiu , colocando uma mão no ombro da amiga. – Não foi nossa intenção deixá-la sozinha. Vamos tentar compensar isso agora, ok?
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   suspirou, percebendo que suas amigas estavam genuinamente arrependidas. Ela abaixou a guarda um pouco, sabendo que a amizade delas era mais importante do que qualquer discussão.
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  - Tudo bem – ela finalmente respondeu, relaxando um pouco. – Mas da próxima vez, não me deixem esperando tanto tempo, ok?
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  As três amigas se abraçaram, deixando o desentendimento para trás e se juntaram ao restante do grupo para aproveitar o resto da festa juntas.
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  , inicialmente relutante em participar da festa, ficou receosa e incomodada com o ambiente agitado ao seu redor. No entanto, suas amigas fazem o possível para ajudá-la a se sentir mais à vontade, apresentando-a a algumas pessoas e incentivando-a a se soltar um pouco.
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  À medida que a festa avançava e as bebidas fluíam, começou a relaxar e se divertir mais. Ela se deixou levar pela atmosfera festiva e acabou bebendo mais do que pretendia, incentivada pelas amigas. Em um momento de descuido, ela experimentou uma substância ilícita, influenciada pelo ambiente e pelo efeito do álcool.
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  Conforme a noite avançava, se separou das amigas em meio à multidão e, eventualmente, se viu incapaz de voltar para casa sozinha. Desorientada e incapaz de andar direito, ela caiu no chão, em um estado vulnerável.
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  Foi então que Bambam, um dos asiáticos recém-chegados com quem suas amigas haviam interagido anteriormente, a encontrou e percebeu seu estado preocupante. Decidido a ajudar, ele a acudiu e, ao perceber que ela não estava em condições de retornar para casa sozinha, decidiu levá-la para o apartamento que dividia com os amigos.
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  Carregando nos braços, Bambam a levou para seu apartamento, onde os outros amigos ficaram surpresos com a situação. Eles cuidaram de , garantindo que ela estivesse segura e confortável, enquanto refletiam sobre os perigos das festas descontroladas e a importância de cuidar uns dos outros em momentos de vulnerabilidade.
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***

   acordou no dia seguinte, os efeitos da ressaca pesando sobre ela. Ela lentamente abriu os olhos e percebeu que não reconhecia o lugar onde estava. Confusa, ela olha ao redor e percebe que está em um quarto desconhecido, apenas de roupas íntimas. Um calafrio percorreu sua espinha enquanto ela tentava juntar as peças de como chegou ali.
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  Antes que ela conseguisse processar totalmente a situação, ela se deparou com Bambam, sentado em uma cadeira de escritório próxima à cama, observando-a atentamente. Um grito involuntário escapou dos lábios dela ao vê-lo ali, e ela se apressou em cobrir o corpo com as cobertas, sentindo-se exposta e vulnerável.
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  - Desculpe! Desculpe! – diz ela, sua voz carregada de pânico e confusão. – O que eu estou fazendo aqui? O que aconteceu?
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  Bambam levanta uma mão em um gesto tranquilizador, mantendo uma expressão calma e compreensiva.
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  - Ei, calma! Você está bem! Eu te encontrei na festa ontem à noite e você não estava em condições de voltar para casa. Então eu te trouxe para o meu apartamento para você descansar.
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   ficou atônita com a revelação, tentando lembrar-se dos eventos da noite anterior. Sua cabeça latejou com dor de cabeça, tornando difícil se concentrar.
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  - Mas por que estou só de roupas íntimas? – perguntou ela, sua voz tremendo de desconforto.
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  Bambam desviou o olhar por um momento, parecendo constrangido.
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  - Eu… Eu te ajudei a deitar na cama e, como você estava com muito calor, eu… Eu tirei suas roupas e te cobri com um lençol mais leve. Eu juro que não foi nada inapropriado. Eu só queria ter certeza de que você estava confortável.
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   se sentiu aliviada ao ouvir a explicação do rapaz, mas ainda estava perturbada com a situação. Ela percebe que precisava sair dali o mais rápido possível e resolver o que aconteceu.
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  - Eu… Eu preciso ir… – diz ela, começando a se levantar da cama com cuidado, segurando as cobertas ao redor de si mesma.
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  Bambam assente compreensivamente.
  - Claro, eu entendo. Vou te dar um tempo para se recompor. Se precisar de alguma coisa, estarei na sala.
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  Com um aceno de cabeça, Bambam saiu do quarto, permaneceu lá com o coração ainda batendo rápido com a confusão da manhã. Ela precisava descobrir o que de fato havia acontecido na noite anterior e como chegou até ali, mas primeiro, ela precisava se recompor e lidar com os efeitos da ressaca. Será que ele estava falando a verdade? E quem era ele?
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Capítulo 2

   procurou por suas peças de roupa, encontrando as mesmas perfeitamente dobradas em cima de uma cadeira dessas gamers.
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  Ainda com as vistas embaçadas e a cabeça latejando, ela cambaleou até lá e então se livrou dos lençóis que a cobriam, deixando os mesmos deslizarem por seu corpo e caírem no chão. Com certa dificuldade ainda, se vestiu e depois encarou seu reflexo no espelho que havia no quarto do rapaz.
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   se encarou profundamente: a maquiagem borrada no rosto, os cabelos desgrenhados, os lábios inchados e vermelhos. Ela estava destruída! Fechou os olhos com força e então tentou ajeitar os fios de cabelo.
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  Calçou o all star também desajeitadamente, amarrando-o de qualquer maneira e então quando ela pegou sua bolsa e abriu a porta do quarto em que estava, deu de cara com um dos garotos saindo do banheiro, apenas com a toalha enrolada na cintura.
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  Os olhos de se arregalaram quando ela notou as gotinha de água caindo pelo abdômen nu dele e então seu rosto corou violentamente
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  Em silêncio ela encarou o rosto bem desenhado dele e percebeu que ele era asiático também. Provavelmente ela havia ido parar na casa dos recém chegados. Droga!
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  Sem dizer nenhuma palavra ela apenas caminhou pelo corredor que dava acesso á sala e a cozinha do recinto. Quando ela chegou, as vozes se calaram e todos os seis rapazes a encararam. Ela encarou-os de volta, um por um. Corou violentamente outra vez e encarou Bambam de novo.
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  - Vem tomar café com a gente! – ele chamou erguendo uma fatia de pão torrado –
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  - É! Você gosta de geleia de mirtilo? – Yugyeom perguntou erguendo o potinho de geleia –
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  - Tem croissant também! – Jackson ergueu a bandeja –
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  - E morangos! – Mark ofereceu –
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  - Vem! Senta aqui… – Youngjae se levantou para que o lugar dele ficasse vago –
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   piscou algumas vezes enquanto a cabeça dela latejava com o barulho que eles faziam. Jinyoung percebeu.
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  - Ei! Parem! Vocês estão assustando-a! – ele também se levantou – Ela deve estar com uma ressaca terrível, e ela não nos conhece, deve estar com medo.
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  Os outros ficaram em silêncio e Bambam então limpou as mãos na calça de moletom que ele usava e foi em direção à ela.
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  - Você precisa que eu te leve para casa? – ele perguntou baixo, temendo que ela sentisse mais dor de cabeça –
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  - Não! Eu vou pedir um carro, não precisa!
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  O garoto que ela havia visto saindo do banheiro chegou até a cozinha e encarou da cabeça aos pés. Ele deu um sorriso de canto.
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  - Pergunte a princesa se ela precisa de remédios! Seria bom ela tomar!
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   voltou a corar se lembrando do momento compartilhado com o rapaz minutos antes.
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  - Não! Eu só quero ir para casa! – balançou a cabeça com veemência –
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  - Ih Bambam! Parece que ela não gostou da noite de vocês! – Jaebeom gargalhou fazendo alguns amigos rirem junto –
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   arregalou os olhos encarando Bambam, que prontamente lhe segurou os ombros.
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  - Ele está brincando! Não aconteceu nada, eu inclusive dormi aqui no sofá, minhas costas estão doendo até!
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  Jinyoung reparou que ela continuava com os olhos arregalados e se aproximou.
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  - Ele tá falando a verdade! Eu vi quando vocês dois chegaram. Você estava desmaiada, basicamente, e o Bambam dormiu aqui no sofá. Não aconteceu nada!
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  Youngjae percebendo que a ruiva não se sentaria com eles a mesa, sentou-se em seu lugar outra vez.
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  - E eu acordei de manhãzinha para beber água e ele estava deitado aqui no sofá. O Jayb é palhaço assim mesmo, não liga!
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  - Ele gosta de implicar com o Bammie! – Yugyeom sorriu –
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  Jayb também se aproximou de Bambam, Jinyoung e , e encarou a ruiva.
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  - É, relaxa! Eu só estava tentando descontrair esse clima de enterro que você trouxe.
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   estreitou os olhos com a audácia do tal Jayb, enquanto Bambam e Jinyoung ralhavam com ele.
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  - Estou indo! – ela se livrou das mãos de Bambam –
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  - Eu vou com você! Vou esperar o carro com você…
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  - Não precisa! Não quero estragar seu café da manhã com o meu clima de enterro.
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  Bambam saiu atrás dela, mas antes lançou um olhar raivoso para Jayb, que só gargalhou.
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***

  - Espera! – ele segurou o braço dela quando já estava do lado de fora da casa – Me desculpe! Não liga pro Jayb, logo logo você se acostuma.
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  - Me acostumo? – ela fechou os olhos – Eu nem conheço vocês, porque me acostumaria?
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  Bambam soltou o braço de , sentindo-se um pouco ofendido com a resposta e o tom de voz usado por ela.
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  - Ei, calma aí! Se eu não tivesse resgatado você, pensou no que poderia ter acontecido?
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   umedeceu os lábios. A cabeça dela latejava com força, e ela sentia o corpo ainda fraco. Mas o tal Bambam tinha razão… ele havia salvado a vida dela, ela querendo ou não, ela gostando ou não.
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  - Obrigada! – foi o que ela conseguiu dizer – Eu só não estou num bom dia!
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  - Vou abrir para você o portão. Tem certeza que não quer que eu te leve? Acho que já te dei provas suficientes de que você pode confiar em mim, não é?
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   ponderou por alguns segundos e encarou o carro parado na garagem da casa. Olhou para Bambam e reparou por alguns segundos no quanto a boca dele era bonita… desviou os olhos de lá e então topou:
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  - Tá bom! Aceito a sua carona!
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  Bambam sorriu mostrando os dentes e então ele pediu que ela esperasse, ele precisava pegar a chave do carro dentro de casa.
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   escorou no carro, enquanto fechava os olhos por causa da intensa dor de cabeça. Bambam abriu a porta da casa e viu os amigos rindo, enquanto Jayb e Jackson eram os únicos sentados à mesa. Youngjae e Mark estavam sentados no sofá, prontos para começar uma partida de FIFA e Yugyeom e Jinyoung lavavam e enxugavam as louças.
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  - Onde está a chave do carro? – ele procurou por elas no balcão –
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  - Dentro do meu quarto! – Jayb respondeu – A princesa resolveu aceitar a sua carona?
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  - Sem deboches Lim Jaebeom!
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  Bambam correu até o quarto do amigo e então pegou a chave que estava em cima de uma prateleira. Passou correndo outra vez pelos amigos, sem se despedir e então destravou o carro, fazendo Louis se assustar com o barulho. Ele quis rir, mas conteve a risada, se não a ruiva poderia resolver não aceitar outra vez a carona.
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  Já dentro do carro, escorou a cabeça no vidro com os olhos fechados e Bambam perguntou:
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  - Qual bairro você mora?
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  - Marais. – respondeu sem abrir os olhos – Sabe chegar lá?
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  - Vou colocar no GPS. Ainda não sabemos andar muito pela cidade!
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  - Imaginei! – ela esboçou um quase sorriso – Moro na Rue du Chemin Vert, número dois mil.
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  Bambam colocou o endereço no celular e colocou o aparelho no suporte, e então olhou para ele.
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  - Seu nome é Bambam? – ela fez uma careta –
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  O loiro riu, achando engraçado.
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  - Não! É um apelido, meu nome é muito difícil, então me deram esse apelido para facilitar.
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  - E como é seu nome?
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  - Kunpimook Bhuwakul.
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   franziu a testa e os dois se encararam, logo em seguida explodiram em risadas.
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  - Me desculpe! – ela pediu depois de se recuperar – É sério?
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  - É sério! Eu não sou coreano como os garotos! Sou da Tailândia, então meu nome é tailandês! Na verdade, eu, Jackson e Mark não somos coreanos, mas nossos pais se mudaram para a Coreia, por isso sabemos o idioma e etc.
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  - Você pode repetir, mais devagar?
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  Os dois se olharam brevemente outra vez.
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  - Kun… – ele pausou – pimook!
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   repassou o nome em pensamento antes de repetir:
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  - Kun… – pausou – pimook?
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  Bambam sorriu.
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  - Sim! Mas por favor, me chame de Bambam. Nem a minha mãe me chama mais de Kunpimook… e você? Não sei seu nome mocinha.
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   voltou a escorar a cabeça no vidro fechado do carro.
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  - Armand!
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  - Você nasceu aqui em Paris?
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  - Nasci! Meus pais também nasceram aqui… você morou na Coreia muitos anos?
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  - Fui para lá com treze anos!
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  - Qual você prefere? Tailândia ou Coreia?
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  - Tenho preferido a França, acredita? – ele sorriu –
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   abriu a boca, um tanto quanto surpresa com a resposta.
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  - Porque?
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  - Não sei! – ele deu de ombros – Senti uma identificação com Paris que não sei explicar…
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  - Os turistas não costumam gostar muito de nós franceses. Dizem que somos grosseiros!
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  - Um segredo: os Coreanos também são!
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  Os dois voltaram a rir.
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  - Por isso você não estranhou então…
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  - Você acha os franceses grosseiros?
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   pensou um pouco na pergunta, e então abriu os olhos.
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  - Acho! – ela deu de ombros – Eu mesma fui grosseira com você um pouco mais cedo.
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  - Tudo bem! – ele balançou a cabeça –
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  O restante do caminho foi feito em silêncio por eles, com de olhos fechados, com a cabeça hora escorada no vidro, hora no apoio de cabeça do banco.
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  Chegando a porta da casa dela, os dois se encararam outra vez:
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  - Toma um banho quente e um remédio. Ah, e bebe muita água!
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   assentiu para ele.
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  - Obrigada mais uma vez! Se não fosse você, eu nem sei onde poderia estar agora! Não sei como agradecer…
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  - Que tal me dando seu número? – ele mordeu o lábio inferior –
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   encarou o movimento e então piscou algumas vezes. Ele estava querendo o número dela para que?
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  - Meu número? – ela continuou piscando –
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  - Sim! Seu número de telefone…
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  - Para? – ela indagou –
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  Bambam riu, achando-a graciosa.
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  - Para que nós dois possamos conversar, manter contato, sabe?
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   assentiu para ele.
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  - É realmente necessário? – ela coçou a nuca – Olha, minha cabeça está doendo muito! A gente se esbarra na faculdade, senhor Kupi sei lá o que!
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  E então ela saiu do carro, batendo a porta atrás de si, deixando Bambam com cara de bobo.
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  - Que garota doida! – ele piscou algumas vezes e balançou a cabeça – Gostei!
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***

  Quando entrou em casa, deu de cara com o pai sentado em sua cadeira de balanço, lendo o jornal. Ela xingou mentalmente antes de bater a porta atrás de si.
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  - Onde você dormiu? – o pai desviou os olhos do jornal e olhou para ela –
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  - Na casa da !
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  - Você não é de dormir fora… – o pai estreitou os olhos –
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  - Foi uma noite atípica! – ela deu de ombros subindo a escada –
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  - ! – o pai chamou, mas ela ignorou –
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  Só queria um banho quente e dormir até o dia seguinte. Jogou a bolsa sobre a cama e saiu do quarto, indo até o banheiro. Se livrou das roupas que cheiravam a fumaça e álcool e então entrou debaixo do chuveiro, regulando a temperatura da água, para a mais quente o possível.
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  Tomou seu banho quente tão esperado e então se enrolou em sua toalha, voltando para o quarto. Se sentou na beirada da cama e abriu a bolsa, retirando o celular de lá. A bateria estava por um fio, mas ela conseguiu vislumbrar na tela as inúmeras mensagens e chamadas não atendidas.
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  Colocou o aparelho para carregar e então secou os cabelos com o secador, não muito, pois ela queria dormir. Depois se trocou, e então viu as amigas desesperadas atrás dela.
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  Mandou mensagem no grupo, avisando que estava viva, que já estava em casa e que mais tarde explicava como havia chegado e etc, pois agora precisava de um analgésico e cama. Tomou o remédio que havia encontrado na caixa de primeiros socorros que havia no banheiro, e se deitou. Apagou logo em seguida.
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***

  Quando Bambam chegou em casa, encontrou Jinyoung jogado no sofá lendo um livro enquanto Jayb e Jackson brigavam pelo controle do video game e Mark aguardava pacientemente. Ele não viu Yugyeom e Youngjae.
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  - Parem de brigar crianças! – ele tentou separar Jayb e Jackson – Tirem pedra, papel e tesoura!
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  Jackson e Jayb assim o fizeram, voltando a brigar por não concordarem com o resultado.
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  Bambam resolveu desistir e então foi para seu próprio quarto.
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  Ele bateu os olhos em sua própria cama e então se lembrou de e da noite passada… Passou as mãos pelo lençol e então sorriu se lembrando de como ela se agarrava a ele no trajeto até o quarto, mesmo que inconscientemente, depois ele alargou o sorriso se lembrando das coisas sem sentido que ela havia falado, num francês enrolado e rápido…
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  Se deitou na cama após se livrar dos tênis e então sentiu o cheiro de amêndoas que os cabelos de Louis haviam deixado por sua fronha.
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  -Je t’aurai encore petit… – ele sussurrou antes de pegar no sono –
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  ♤ Tradução: Ainda vou ter você pequena… ♤

Continua

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Lelen
Admin
3 meses atrás

Eu sou a garota do JB, então tô no aguardo HOPASHDASPOD
Mas sim, quero saber o que rolou nessa noite e o que vai rolar nas próximas 😏😏😏😏
(PS: apesar do Jayb ser meu mozão, Jackson tem um espacinho especial no meu coração porque ele é muito precioso e todo mundo tem que proteger ele desse mundo <3)

Lelen
Admin
2 meses atrás

Eu só imaginando como seria acordar num lugar com 7 homens bonitos. Assustador, porém… 😏😏😏
JB fazendo a tensão aumentar no meio da situação já tensa… Homi de Deus, não se brinca com isso não 😂😂😂
Vamos ver o que meu Jaeb vai fazer nas próximas aparições.

E gente, eu nunca consigo decorar os nomes tailandeses, mas acabei de me lembrar que o Ten do NCT/WayV tem um “porn” no meio do nome eu estou rindo sozinha porque meu lado quinta série continua muito vivo 😂


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