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Sem curiosidades para essa história no momento!

hello?

  Encarei a tela do meu celular com um certo pesar, sem ter mais esperanças de receber uma mensagem do rapaz que conheci de manhã, não que tivesse alguma garantia de que eu conseguiria ler qualquer coisa que me enviassem.
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  Mais cedo, depois de ter ido para a academia, eu estava refazendo o caminho para casa quando esbarrei – na verdade, fui acertada em cheio – em uma pessoa que aparentava estar atrasada para algo importante, visto que não me percebeu no meio do caminho. Com a queda, eu caí em cima do meu celular e já podia sentir o meu salário indo embora por conta do conserto, mas antes que eu pudesse chorar e xingar até a décima geração do culpado, o rapaz sorriu em forma de desculpas e me ajudou a levantar, pedindo o meu número para que acertássemos a questão da tela. Por uns segundos fiquei hipnotizada pelo seu sorriso, contudo, fui acordada do transe ao escutá-lo solicitando novamente o meu contato e logo passei, o vendo sumir na multidão.
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  Já era quase cinco horas quando me dei por vencida e aceitei que teria que gastar o meu dinheiro reserva para levar o meu celular no técnico; antes de sair, passei um pouco de pomada nas regiões doloridas, afinal, não havia sido só o meu telefone que sofreu as consequências.
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  Por mais que eu estivesse ligeiramente irritada com o homem misterioso e a sua falta de compromisso, me peguei lembrando de seu sorriso e sorri junto, me sentindo como uma personagem de um filme de romance. Não é como se não tivesse várias pessoas bonitas por aí, no entanto, ele possuía algum detalhe diferente que atraiu toda a minha atenção em menos de cinco minutos, e para alguém que não se interessa facilmente pelos demais no dia a dia, esse homem era uma completa novidade na minha vida.
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  Cheguei no shopping faltando vinte para as seis e precisei correr para encontrar as lojas de eletrônicos abertas, já que algumas fechavam mais cedo no domingo. A única que arrumava o modelo do meu celular ficava mais longe da entrada, porém, consegui adentrar o local minutos antes de fechá-la, quase implorando para um dos funcionários me esperar.
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  — Boa noite! — uma garota me cumprimentou animadamente. — Como podemos ajudá-la?
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  — Boa noite, Naomi. — Sorri amigavelmente, recuperando o fôlego. — Queria saber se o meu amigo aqui teria conserto.
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  — A condição dele é bem ruim, mas não está perdido. — A sua fala me fez soltar um risinho abafado. — Só um momento que chamarei o outro funcionário que cuida dessa parte. Se quiser dar uma olhada pela loja, talvez ver uma capinha nova? Temos umas que ajudam em caso de queda.
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  — Isso seria ótimo, poderia me mostrar? — A menina assentiu e se afastou um pouco, indo para perto da porta que dava provavelmente para a área do estoque do lugar.
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  — , preciso de você aqui embaixo! — Naomi se juntou a mim, escolhendo os modelos das cases e me mostrando. — Alguma que te interesse?
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  — Adorei essa aqui. — Apontei para uma transparente que tinha as bordas mais firmes e em uma coloração de azul marinho.
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  — Ótima escolha! Geralmente, os clientes gostam muito desse modelo, e é o favorito do , o rapaz que verá o seu celular.
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  — Então deve ser uma ótima escolha mesmo. — Sorri marotamente, lembrando que teria um custo maior. — O triste é ter que gastar dinheiro com algo que eu não esperava, mas já que estou na chuva, é melhor eu terminar de me molhar, né?
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  — Eu te entendo, o meu quebrou não faz nem um mês e tive que usar minha poupança para arrumá-lo.
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  — O culpado pelo estado do meu disse que me mandaria uma mensagem, só que até agora não recebi nada — suspirei — e eu nem pensei em pegar o contato dele.
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  Naomi não teve a chance de me responder por conta do toque do meu celular que começou a ecoar pela loja; me apressei para pegá-lo, tentando identificar o número e sem sucesso, atendi a ligação com dificuldade:
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  — Alô?
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  No mesmo momento em que minha voz saiu pelos meus lábios, pude ouvir uma voz masculina tanto pelo celular quanto próxima a mim e virei o meu corpo rapidamente, dando de cara com o tal rapaz misterioso tão surpreso quanto eu. Pisquei os olhos algumas vezes para ter a certeza de que não estava imaginando coisas e vi que Naomi veio para o meu lado, captando toda a situação.
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  — , não me diga que foi você que quebrou o celular da cliente? — A garota colocou as mãos na cintura. — Sabia que ela estava esperando a sua ligação desde cedo? Você precisa assumir as suas responsabilidades!
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  — Está tudo bem, Naomi. — Sorri sem graça, fingindo que minhas bochechas não coraram por ela ter revelado o que lhe contei anteriormente.
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  — Você ficou esperando a minha ligação? — Fui obrigada a encará-lo, assentindo timidamente. — Desculpe-me, não foi a minha intenção.
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  Tentei dispensar as suas desculpas, contudo, o rapaz estava tão sério e, aparentemente, arrependido que apenas o deixei agir como bem entendesse. Suspirei mais uma vez, sendo deixada sozinha no balcão assim que ele e Naomi foram para a outra sala e sem nada para fazer, fiquei mexendo nos cartões presentes de jogos em busca de algum que fosse do interesse da minha irmã. Nem tive tempo de pensar em , visto que o homem e Naomi voltaram, devidamente sem seus uniformes e prontos para irem embora.
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  — Já mandamos uma mensagem para o nosso técnico avisando do seu celular. Amanhã cedo ele começará a trabalhar na sua tela, o prazo que damos é de três dias. Aqui — o rapaz me entregou o comprovante contendo todas as informações —, teria algum número para podermos entrar em contato caso fique pronto antes?
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  — Tenho, um momento. — Tirei o papel e a caneta da bolsa, anotando o telefone rapidamente. — É só dizer que é sobre o celular da .
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  — Obrigada pela preferência, ! — Naomi sorriu alegremente. — Agora, já está tarde, né? , acompanhe a unnie até em casa, é o mínimo depois de hoje.
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  — Não tem necessidade… — Fui interrompida pela pseudodiscussão que os dois iniciaram, e tive a impressão que por um momento esqueceram da minha presença no meio deles.
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  — Eu já ia fazer isso, Naomi. — O rapaz respirou fundo, se dando por vencido. — Você não tem que estudar para as provas?
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  A vimos se afastar enquanto dava um tchauzinho para a gente, e assim que ficamos completamente sozinhos, o silêncio surgiu de maneira veloz – por mais que não fosse desconfortável. Caminhamos até a saída do shopping sem saber muito bem o que falar, e eu ri lembrando de como ele e a garota pareciam irmãos, achando uma gracinha a interação deles.
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  — Aconteceu algo? — O vi me olhar um tanto curioso.
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  — É só que você e a Naomi parecem irmãos — sorri pequeno —, eu e minha irmã mais nova dificilmente discutíamos.
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  — Não somos, mas nos consideramos. Naomi é sobrinha do técnico da loja e a garota já trabalhava aqui quando comecei. Todos na loja se tratam como família, portanto, automaticamente você se torna um membro da família ao entrar. — O espiei conforme andávamos, observando a sua expressão calma.
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  — Que legal! É bom trabalhar em um ambiente em que se sente confortável e as pessoas são amigáveis.
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  — E você? — O encarei sem entender.
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  — Eu o que?
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  — O que você faz? Digo, trabalha, estuda? Não sei a sua idade, então não sei se está na faculdade ou…
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  — Calma, é muita pergunta de uma vez! — Ri da sua reação, dispensando novamente as suas desculpas. — Bom, eu sou formada em biologia marinha, mas atualmente tenho um pequeno negócio com duas amigas de papelaria online. Sei que não é o esperado, só que você precisa dar o seu jeito ao ter que se mudar às pressas para outro país e… Desculpa, eu falo muito.
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  — Não tem problema, está sendo divertido saber mais sobre você. — Senti o meu rosto aquecer e desviei de seu olhar, não conseguindo evitar de ter um sorrisinho bobo nos lábios.
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  — Enfim, não tenho muito o que adicionar. Ah, e tenho vinte e seis anos!
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  Descobri que ele também tinha a mesma idade que a minha e que além do trabalho, e sua família possuíam uma confeitaria no centro da cidade. Soube da sua cor favorita, comida que detestava e até os jogos que mais gostava, e em algum momento da conversa, eu esqueci que nunca tivemos qualquer tipo de contato e continuei batendo papo com o rapaz como se fôssemos amigos há anos.
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  A todo tempo se mostrou interessado em saber mais sobre mim e não tenho como negar que isso causava uma sensação gostosa; não tem nada melhor do que a reciprocidade nessas situações, e percebi que a probabilidade de eu ter desenvolvido um crush nele era de 100%. Infelizmente, chegamos no meu ponto, e logo teríamos que nos separar, algo que eu não queria. O olhei e ofereci um sorriso, recebendo de volta um igualmente alegre e eu tive a certeza que esse era o sorriso mais bonito que eu já vi em toda a minha vida.
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  — É aqui que fico. Obrigada por ter me acompanhado, .
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  — Eu que agradeço por não ter ficado tão chateada pelo ocorrido de mais cedo e pela companhia.
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  — Fiquei mais chateada por não ter recebido a ligação sua do que pelo acontecimento… — Por um momento não percebi que falei os meus pensamentos em voz alta. Olhei para o chão querendo sumir de tamanha vergonha e ouvi a sua risada de novo, dessa vez, com mais clareza.
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  — Me perdoe por isso, . — Levei meu olhar para o dele, provavelmente com as bochechas extremamente coradas. — Mas você pode ficar tranquila. A próxima ligação com certeza será feita, e espero que você a atenda. Tenha uma boa noite e até breve!
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  Entrei no ônibus ainda sem reação, me sentindo definitivamente como uma personagem de um livro de romance. Consegui espiar sua silhueta no ponto de ônibus e quase que automaticamente, correspondi o seu tchauzinho, o vendo se virar assim que saí do ponto.
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*

  Quarta-feira chegou e com ela a ansiedade de receber a ligação de . Vim visitar a casa dos meus pais e consequentemente encher o saco da minha irmã, já que não tinha nada melhor para fazer. Finalizei o trabalho da loja virtual na parte da manhã e como ainda estou sem o celular, uma das meninas ficou encarregada de responder as redes sociais. Felizmente, o movimento da lojinha crescia cada vez mais, sendo o suficiente para eu pagar as contas junto com os meus trabalhos de freelance.
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  Peguei um pouco do suco na geladeira e dividi em dois copos, oferecendo um para a caçula e me joguei no sofá, totalmente entediada. Perdi a noção do horário por estar assistindo um filme, e quando escutei a voz da Sophie ecoar da cozinha, dei um pulo do sofá:
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  — , o seu namorado quer falar com você… — Não a deixei terminar sua frase e peguei o celular de sua mão, a expulsando do ambiente.
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  — Alô? — perguntei ao mesmo tempo que rezava para ele não fazer nenhum comentário sobre o que acabou de acontecer.
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  — Olá, aqui é o ! — se apresentou de maneira animada, provocando uma risada minha. — O seu celular está pronto para ser retirado.
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  — Oi, obrigada por avisar! — Tentei soar o mais natural possível. — Mais tarde passo na loja para buscá-lo.
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  — Tudo certo, agendei a sua retirada para o final do expediente. — Ele não me permitiu contestar sobre o horário, prosseguindo. — Espero que essa ligação não a tenha decepcionado, talvez estivesse esperando por outra…
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  — É claro que não! — me apressei em negar, me arrependendo instantaneamente por parecer um tanto desesperada. — Não ligue para o que minha irmã falou. Enfim, nos vemos depois!
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  — Fique tranquila, eu nem escutei. — Ouvi sua gostosa risada do outro lado da linha. — Até depois, . Ah, e não deixe o seu namorado esperando.
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  Desliguei a ligação com o coração acelerado e xingando até a décima geração de .
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  Definitivamente, ele havia escutado.
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*

  — Unnie, seja bem-vinda!
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  Naomi me cumprimentou alegremente, sorrindo com a minha chegada. Faltava dez minutos para fecharem, e como fui obrigada por um certo alguém a retirar o meu celular só agora, não tive muita escolha a não ser seguir com o horário definido.
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  Conversei brevemente com a garota até ver devidamente arrumado para ir embora e com o meu celular em suas mãos, logo me entregando depois de me dar um sorriso. Ignorei o fato disso ter feito o meu coração acelerar e o ignorei levemente, ligando o meu celular e o vendo voltar a vida.
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  — Como senti sua falta, meu melhor amigo. — O desbloqueei, recebendo várias mensagens dos dias que fiquei fora. — Quanto que ficou?
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  — É por minha conta — o rapaz respondeu prontamente —, ou você achou que eu estava brincando quando falei que te ligaria para resolvermos a questão do conserto?
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  — Obrigada, . — Sorri.
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  — Você tem planos para agora? — A sua pergunta me pegou de surpresa, mas neguei com a cabeça. — Gostaria de sair comigo?
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  — Sim? — respondi sem pensar duas vezes, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.
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  — Que ótimo, então! Achei que era só eu que estava ansioso para te ver novamente. — fez a sua confissão de forma tão simples que eu precisei de um momento para digerir o que acabei de escutar.
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  — Você será o meu fim, — sussurrei mais para mim do que para ele.
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  Enquanto esperava o rapaz se despedir dos colegas de trabalho, me peguei relembrando dos meus pensamentos desses três dias; eu me questionava se também estava a fim de mim do mesmo jeito que eu estava dele, e se queria fazer as mesmas coisas que eu queria fazer com ele. Sorri com o fato de ter uma resposta positiva para esses pensamentos e logo o vi se juntar a mim.
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  — Vamos? — O rapaz estendeu a mão na minha direção e eu aceitei, entrelaçando nossos dedos.
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  — Sabe o que pensei nesses dias? Que você sempre esteve a uma ligação de distância.
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  — E pretendo continuar assim. — sorriu marotamente. — Até quando você quiser esperar por uma ligação minha.
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Fim

  N/A: Preciso confessar que eu estou muito na vibe de histórias de romance e não consigo parar de escrevê-las HAHAHAHA
  Nos meus planejamentos, eu não pensava em escrever uma fic com o Seventeen tão cedo (por mais que quisesse ainda esse ano), só que foi meio impossível evitar não escrever nada com o meu lindíssimo DK após ler as fics da dona Lelen (e as da Nat também <3), e por ter feito as capas das suas fics, o homi não para de aparecer no meu feed do pinterest (não que eu esteja reclamando hihihi). Então, decidi unir o útil ao agradável e aqui está a primeira fic deles <3
  Espero que gostem dessa história fofinha, a autora adorou escrevê-la!
  Até a próxima <3

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Lelen
Admin
11 meses atrás

Primeiro de tudo: LEE SEOKMIN É MUITO 22KO, VEMK MEU BIAS WRECKER WRECKER <3
DK é muito apaixonante, né? Coisinha mais preciosa <3 (perdão, Wonwoo, mas ele é meu bias wrecker wrecker por motivos kkkkk)
Eu já tava ficando ofendida que ele não tava me ligando/mandando mensagem no começo da história, mas perdoo porque o destino mexeu os pauzinhos. Se não fosse pelo destino, eu ia estar xingando DK KKKKKK

Segundo: I REGRET NOTHING EM TER FEITO VOCÊ FAZER AS CAPAS DAS HISTÓRIAS OASINDPASODNASOPDNASPD
Bem vinda ao fandom e aguardo mais historinhas HEHEHEHEH


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