Li Santos
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Sem curiosidades para essa história no momento!

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Hajime no Ippo

   acordou contrariado, queria dormir mais e não precisar ir ao colégio esta manhã. Fazia um tempo agradável em mais um belo dia primaveril.
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  O despertador tocou pela quinta vez, quando o jovem resolveu levantar-se. Ainda sonolento, pegou sua toalha de banho e foi ao banheiro fazer sua higiene matinal. Ao concluir, voltou ao seu quarto e vestiu o uniforme. Primeiro a calça e meias; depois colocou a camisa regata e, por cima, a camisa social que estava impecavelmente passada e pendurada na porta de seu guarda-roupas; pegou a gravata, já com o nó pré-feito, e a pôs no pescoço, apertando o nó (odiava usar gravata); por fim, ajeitou seus cabelos, ainda molhados, arrumando sua vasta franja que lhe caía aos olhos.
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   pegou seu paletó, sua pasta com seu material escolar, o case de seu violão e desceu para tomar café.
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  — Bom dia, mamãe! – disse o jovem de 17 anos, dando um beijo carinhoso na mulher que aparentava ser irmã mais velha dele, mas era sua mãe.
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  — Bom dia, meu querido. – respondeu ela – Vai acabar se atrasando de novo, -chan* – a mulher o olhou repreensiva enquanto colocava a panela de arroz sobre a mesa.
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  — É difícil acordar cedo quando se vai dormir às 3h da manhã – reclamou ele, sentando-se à mesa e colocando suco em seu copo.
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  — Então durma mais cedo, mocinho – a mulher disse com ênfase e trouxe à mesa a —avessa de arroz que estava cozinhando. – Coma direito, não é porque está atrasado que vai se alimentar mal.
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*Chan – tratamento carinhoso usado no Japão, somente para pessoas que você tenha muita intimidade, usado para homens e mulheres.

   não reclamou. Ultimamente, os dias no colégio têm sido cansativos demais para o jovem estudante. Nada de novo acontecia e isso, para alguém como ele, o entediava e desanimava. O jovem comeu seu café da manhã com tranquilidade, escovou os dentes e despediu-se da mãe, saindo logo em seguida.
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  Andando o mais lentamente possível, fez o rotineiro caminho até sua escola que não era tão longe de sua casa. Quase vinte minutos depois, o jovem chegou à portaria do colégio tradicional de sua cidade e foi surpreendido por seus amigos, que o esperavam no portão principal.
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  — Não deveriam estar na aula de Educação Física? – questionou o rapaz, assim que se aproximou mais dos amigos.
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  — Estávamos esperando nosso líder querido! – disse , animado por finalmente ver o amigo. – Temos uma grande novidade, ! – é o apelido de . Suspendendo as sobrancelhas, olhou surpreso para os amigos, sem entender porque tanta agonia.
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  — Que grande novidade é essa?
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  — A escola fará um festival de música em breve! Dia 27 deste mês! – revelou , outro amigo do rapaz. O sorriso de formou-se quase que imediatamente no rosto dele.
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  — Sério? – o tom de voz de mudou rapidamente para um mais animado.
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  — Sim! Cara, é a nossa chance! – disse , o último integrante da banda e do grupo de amigos.
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  — SIM! Temos que começar a ensaiar! – gritou , super animado e estendeu a mão. – Vamos?! – ele aguardou os amigos colocarem suas mãos em cima da dele, assim que o fizeram eles gritaram animados e jogaram as mãos para cima.
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  Os quatro amigos mal conseguiram se concentrar nas aulas seguintes. Levaram uma bronca do professor de Educação Física pelo atraso. As aulas de Linguagem Nacional e História Nacional foram as mais longas das vidas deles. Queriam que chegasse logo a hora do intervalo para poderem realmente falar sobre o festival. Precisavam planejar tudo, nem um nome para banda eles tinham, precisavam correr.
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  Na parte da tarde, após as aulas obrigatórias, os jovens tinham reuniões com o clube de música e leitura no qual faziam parte. Porém, como eles odiavam ler e só estavam no Clube de Leitura para aumentarem suas notas, eles ficaram apenas no Clube de Música que tinha apenas quatro membros: eles mesmos.
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  Uma das regras do colégio era que, durante qualquer aula, e isso incluía as reuniões de clube, ninguém poderia subir ao terraço dos prédios. Era extremamente proibido, passível de punição.
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  Ignorando totalmente essa regra, os jovens foram até o terraço de um dos prédios do grande colégio e sentaram ali para conversar sobre como proceder com o festival.
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  — Para começar precisamos de um nome – determinou , sentado ao lado de . e estavam encostados na grade que cercava o terraço.
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  — Sim, mas nem temos candidatos a nome ainda – foi a vez de falar, enquanto pegava o caderno para anotar os tópicos tratados na reunião.
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  — Para que esse caderno? – questionou , curioso.
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  — Para fazer a pauta do Clube de Música, é claro. – disse ele num tom óbvio – Não podemos perder esse crédito extra, caras.
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  — Você é um gênio, – falou e todos concordaram, rindo. – Ok, vamos lá. Qual o nome ideal para nossa banda?
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  — Hm… – ficou pensativo, todos ficaram e pensaram em um bom nome. Não poderiam errar e nem trocar de nome depois, seria estranho. Precisava ser o melhor nome possível. Mas, qual escolher? – Que tal The Rock’s? – e fizeram uma expressão de espanto misturado com riso. E riu abertamente da sugestão do amigo.
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  — Não, , esse nome é péssimo. Vamos pensar mais – ainda rindo, controladamente, os rapazes voltaram a ficar em silêncio, pensando em nomes para a banda. Por que é tão difícil?, pensou , irritado. De repente, eles ouvem um barulho vindo da porta do terraço. Todos viraram para olhar o que era.
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  — Quem tá aí? – gritou e a porta se fechou. Levantando e correndo na direção da porta de ferro, tentou abrir, mas a porta se abriu primeiro revelando quem estava lá.
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  — Então é aqui que vocês estavam?! – berrou o inspetor do colégio, com fúria.
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  — Oh, droga! – reclamou e saiu correndo. Os outros levantaram e correram em direções opostas.
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  Após uma intensa correria, , e conseguiram escapar. Já , foi pego pelo inspetor que o segurou pela gola da camisa e o arrastou escadas abaixo. choramingava enquanto era levado até a diretoria pelo inspetor.
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  — Me desculpe, sr. Inspetor, eu não queria, por favor, me deixe ir embora, por favor… – resmungava ele, chorando e com as mãos unidas em súplica.
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  — Cala a boca, garoto e aceita seu destino! – bradou o homem e bateu na porta do diretor. Após receber a ordem para entrar, o inspetor adentrou ao escritório do diretor com taku a tiracolo.
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  — O que houve? – questionou o diretor, com o olhar suspenso, parando de escrever em seu computador.
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  — Esse aluno e mais três estavam no terraço durante a aula, diretor – entregou o inspetor com um sorriso satisfeito no rosto. está parado em frente a mesa do diretor com os olhos vermelhos e ainda chorando.
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  — O que você tem a dizer sobre isso, meu jovem? – o diretor se ajeitou na cadeira e cruzou os braços sobre o peito. respirou fundo e disse aos soluços:
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  — Estávamos em reunião, sr. Diretor. Eu e meus amigos estávamos só em reunião do Clube de Música, por favor, não fizemos por mal… – ele disparou a falar. Respirando fundo, o diretor o interrompeu.
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  — Clube de Música, hm? – o diretor resmungou em voz alta e pôs a mão no queixo, encarando o jovem – Você sabe que há uma sala específica para as reuniões do Clube de Música, não sabe, meu jovem?
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  — Si-Sim, senhor – a voz embargada de quase amoleceu o coração do diretor, mas, as regras eram claras. Eles precisavam ser punidos – Sr. Inspetor – chamou o diretor, de repente.
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  — Sim, sr. Diretor – o inspetor sabia que receberia uma ordem para executar uma punição e aquilo estava muito feliz.
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  — Descubra os nomes dos alunos do Clube de Música que estavam no terraço junto com esse jovem – apontou para e prosseguiu: – e os façam limpar a piscina. Já estava pensando em chamar o pessoal da manutenção para fazer isso, aproveitemos os nossos jovens prestativos para fazer esse serviço. – ao fim da frase, o diretor tinha um sorriso no rosto, o inspetor também e tinha uma expressão de derrota na cara.
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  Obedecendo à ordem do diretor, o inspetor levou junto com ele para uma busca pelo colégio atrás dos demais alunos que seriam punidos. Minutos depois e eles não encontraram ninguém. Frustrado, o inspetor mandou para casa e disse que cumpriria a ordem no dia seguinte.
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  O jovem foi para casa sozinho. Não conseguiu contato com os amigos. Naquele dia, antes do jantar, a campainha de sua casa toca. A mãe dele foi atender e sorriu ao ver quem eram as visitas.
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  — -kun**, -kun, -kun, bem vindos! Por favor, entrem – disse a mulher, solícita. – -chan, seus amigos estão aqui! – ela gritou na direção da escada que levavam aos quartos da casa – Por favor, subam, meninos.
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  — Obrigado, okaasan***! – os três falaram quase juntos e subiram até o quarto do amigo, batendo na porta.
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  — Entrem! – gritou de dentro do cômodo, os três entraram e encontraram cabisbaixo.
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  — Que cara péssima, ! – comentou sentando-se ao lado do amigo que estava sentado no chão, encostado na cama. e fazem o mesmo.
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  — Como foi com o inspetor? – diz num tom preocupado. Ele sabia que tinha dado problema.
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  — Pegamos detenção – respondeu , quase chorando.
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  — Quê?! – os outros falaram em uníssono.
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  — Como ele sabia que éramos nós? Você dedurou a gente, ? – bradou com raiva e apreensão.
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  — Não! Não faria isso! – apressou-se em falar. – O diretor perguntou o que eu fazia lá e eu respondi que era uma reunião do Clube de Música. – as expressões nos rostos de , e foram as mesmas, como se dissessem: “Ah, não, !!!!”
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  — Meu Deus, ! – bradou .
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  — Você sabe que os únicos membros do Clube de Música somos nós, não sabe? – era o mais nervoso dos quatro e o que menos tinha paciência com as besteiras cometidas pela inocência de .
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  — Ah, caras, me desculpem! Fiz merda de novo! – lamentou-se e pôs as mãos cobrindo o rosto. sentiu pena do amigo.
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  — Relaxa, , está tudo bem, cara – ele chegou mais perto dele e deu tapinhas no ombro do rapaz.
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  **Kun – é usado para se referir a homens, normalmente estudantes.
***Okaasan – usado para se referir à mãe, podendo ser sua própria mãe ou a de outra pessoa. Forma formal de ser usada.

   soltou olhares de repreensão para e que demonstravam querer matar pelo pequeno vacilo involuntário que ele cometeu. Os três não demoraram muito na casa de e logo voltaram para suas casas. O jovem mal conseguiu dormir durante a noite.
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  No dia seguinte, os amigos se encontraram na porra principal do colégio. e mal falaram com e ignoraram o amigo durante todas as aulas. já estava de saco cheio da infantilidade de todos.
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  Após as aulas, já no período da tarde, os quatro foram gentilmente convidados pelo inspetor a acompanharem ele até a piscina do colégio. O inspetor explicou que a água da piscina já tinha sido retirada e deixaram apenas o suficiente para que pudessem limpá-la. Mostrou-lhes os materiais de limpeza que deveriam usar. Após explicar tudo, o inspetor deixou os meninos sozinhos para começarem o trabalho. Erguendo as barras das calças e as mangas dos casacos de frio que usavam e começam finalmente a limpeza.
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  Com as caras amarradas, os quatro limparam, em silêncio, toda a extensão da piscina que tem tamanho olímpico. Cansado de tanto aborrecimento no ar, pega o seu rodo e joga água no rosto dos amigos que o fuzilam imediatamente com os olhares. tinha um sorriso travesso no rosto e bateu o rodo na água novamente. Se sentindo desafiados, os outros três começam a bater com seus rodos na água. Estava declarada a guerra de água na piscina!
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  Após se secarem e rirem muito juntos, os meninos sentaram-se à beira da piscina para descansarem um pouco. Não foi necessário um pedido de desculpas oficial. Estava tudo bem de novo.
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  Os dias passaram rápido e faltava menos de uma semana para o festival e o mesmo dilema ainda atormentava-os: o nome da banda.
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  — De hoje não passa! Escolheremos um nome! – determinou e os outros concordaram.
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  Durante esses dias, eles ensaiaram bastante e já tinham um setlist para o festival. Escolheram três músicas, todas compostas pelo , que tem um dom para escrever músicas muito afiado.
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  Após todas as aulas daquela quarta-feira, pela tarde, eles se reuniram na sala de aula deles para escolherem um nome para a banda. Usaram o quadro para escrever as sugestões de todos.
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  Horas se passaram e eles ainda não tinham se decidido por um nome. O quadro da sala cheio de possibilidades, todas descartadas por eles. Nenhum nome era bom o bastante. Cansados e famintos, os quatro resolvem ir comprar algo para comer.
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  A sala vazia foi a oportunidade que a garota estava esperando. Sorrateiramente, ela entrou na sala, assim que notou o distanciamento das vozes dos meninos, e pegou um giz. Rabiscou algo num canto ainda não riscado do quadro e saiu apressada. Não poderia ser pega. Não tinha nem palavras para explicar o porquê dela estar ali.
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   tinha esquecido sua carteira na sala, quando voltou para pegá-la avistou uma garota com o uniforme igual ao dele, feminino, correndo apressada.
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  — -chan? – questionou para si mesmo.
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   é uma colega de turma dele. Tímida e reservada, a garota só senta nos cantos da sala, sempre com uma franja cobrindo seus olhos, não costuma falar com ninguém. Ela foi transferida no ano passado e não fez amizade com nenhum colega.
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  Os outros três voltaram, com seus lanches, e encontraram parado em frente ao quadro observando o mesmo. Ele tinha um sorriso satisfeito no rosto.
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  — !? – disse ao entrar e colocar seu suco em cima de uma das carteiras.
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  — Vem lanchar, compramos seu lanche já que você sumiu – comentou .
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  — Fora vocês… – ele disse, de repente, atraindo a atenção de todos – que escreveram esse nome aqui? – e apontou para um dos nomes. Ninguém se lembrava de terem escrito no quadro.
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  — ? repetiu o que estava escrito – Gostei! – falou com a boca cheia.
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  — Também! Por que esse não é o nome da nossa banda?! – sugeriu também de boca cheia.
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  — O que acha ? – perguntou, todos olharam para com um ar de suspense. é o líder da banda, ele quem daria a palavra final.
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  — Com certeza será o nome da nossa banda! – sacramentou ele e todos vibraram.
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  Finalmente eles tinham um nome.
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  Dia 27, Festival do Colégio, sábado, 15:11.
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  Já era para o ter entrado no palco, mas problemas técnicos da apresentação anterior atrasaram tudo. Nervosos demais para falar qualquer coisa, os quatro conferiam pela enésima vez se seus instrumentos estavam afinados, se não precisava trocar nada, bebeu muita água para não ficar rouco durante a apresentação. Trêmulos, os garotos nunca se sentiram assim antes em sua curta vida. Nervosismo ao extremo, será que seria sempre assim? Se eles querem seguir essa carreira, precisam se acostumar com a pressão dos palcos. Mas, aquilo estava quase os fazendo surtar.
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  O organizador do festival deu o sinal de que eles poderiam finalmente subir ao palco, porém as pernas dos garotos paralisaram. Imóveis e quase desistindo, eles não sabiam o que fazer. Até que ouviram um grito vindo da platéia.
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  — Força, !!!! – uma voz feminina gritou.
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  Uma luz se acendeu na cabeça de , o fazendo se animar. Olhou seus companheiros de banda e todos sorriam, parecendo que tinham tomado algum tipo de energético que os dava energia para se mexer e subir ao palco. Rapidamente, os quatro saíram dos bastidores e tomaram seus lugares no palco. De uma só vez, os primeiros acordes da primeira música foram tocados. Não tinha mais volta.
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  A música estava na metade e a plateia começou a se animar com a canção. Empolgado, começou a dançar conforme a melodia que ele mesmo ajudou a criar, e viu mais pessoas enchendo o público.
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  Após as três músicas, os rapazes concluíram o show e agradeceram os aplausos que receberam. A plateia gritava que queria mais, mas não tinham mais tempo. Eles voltaram aos bastidores, anestesiados de felicidade e se abraçaram. Arrumaram suas coisas e saíram pela lateral do ginásio onde se apresentaram. Para a total surpresa deles, muitos estudantes o aguardavam para tirar fotos. Agradecidos, os quatro se enfileiraram para tirar foto com todos.
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  Tinha tanta gente, era difícil saber quem era quem e de qual turma, mas jurou ter visto dentre essas pessoas. Deixando isso de lado, ele terminou de tirar as fotos com seus primeiros fãs e se despediu deles, junto com seus companheiros de banda.
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  Ao saírem do colégio, após esse incrível primeiro show do , os amigos tiveram a certeza de que queriam fazer aquilo para sempre.
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  Tiveram a certeza de que aquele era o primeiro passo de uma vida feliz.
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  Juntos.
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“Com uma tampa colocada firmemente,
Essa vida cotidiana vazia
Eu realmente tenho a intenção de me libertar
mas sempre que eu era incapaz
Para dar o primeiro passo em frente
Você sempre esteve lá para me puxar pela mão”

Hajime no Ichi ho,

Fim

Nota da autora: Nhaaa finalmente pronto!
Essa história conta o início, treze anos antes, de uma outra fic minha, a Sunny Day. Confiram lá a continuação dessa história, treze anos depois! Hih

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Natashia Kitamura
Admin
7 meses atrás
  – Isso é ótimo. Boa sorte e feliz natal." Read more »

É exatamente assim que me sinto toda vez que preciso escolher um título para minha fanfic ><‘ I feel u

Natashia Kitamura
Admin
7 meses atrás
   suspirou." Read more »

Hahahahahahahah! Aí você causou, hein? Como que não considerou essa informação?


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