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Quiz #009
// O Tema
Qual o pet ideal para o seu personagem?
// O Resultado
Raposa


Esta história não possui capas prévias (:

Sem curiosidades para essa história no momento!

Florya

   corria pela vasta floresta do reino de Florya, sentindo a brisa gélida se chocar contra o seu rosto e balançar as suas longas madeixas. O seu familiar, uma coruja carinhosamente chamada de Caramelo, voava acima das árvores, partilhando o sentimento de ser livre com a sua dona, que sorria alegremente por conta do passeio noturno. Assim como a coruja, amava a vida noturna e sempre trocava o horário do seu sono, se aventurando noite a dentro no que o reino tinha a oferecer.
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  Em Florya, a partir do momento que um novo ser nasce, o seu familiar nasce junto, crescendo lado a lado ao seu mestre, além de terem uma conexão única. O reino era repleto de belezas naturais, tendo o convívio de seus moradores e animais o mais pacífico possível, apesar das eventuais diferenças; há familiares que são mais sociáveis que outros, então nem sempre a interação dos bichinhos é a melhor, principalmente se o seu humano correspondente não gostar de alguém. Mas e Caramelo até que se davam bem com os demais, por mais que fossem mais quietos e solitários, pois a garota e a sua coruja apenas preferiam o silêncio e suas próprias companhias, já que a interação com o restante dos cidadãos não os interessa tanto.
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  Mas, para a sua surpresa, escutou um choro baixinho e logo Caramelo foi atrás para desvendar o mistério; ao se aproximarem de um penhasco com uma altura considerável, avistaram uma raposa não muito longe dali, com a pata machucada e lágrimas em seus olhos castanhos. A cena partiu o coração de , e ela não pensou duas vezes ao pular do penhasco, sem se importar se sairia com algum machucado. No entanto, antes de aterrissar no chão, o seu corpo foi envolvido por dois braços, fazendo a sua queda ser a mais segura possível. Mesmo que quisesse ignorar, seu olhar cruzou com o da pessoa que lhe ajudou, e independente do seu coração errar uma batida, a garota se assustou com a quantidade de arranhões que o rapaz tinha.
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  — Agora está explicado o motivo da raposa estar chorando… — Procurou em sua bolsa alguns frascos, combinando os conteúdos em um vazio. — Caramelo, você já sabe o que fazer! — Jogou o vidro para a coruja, observando o seu familiar cuidar da raposa e se virou para o dono dela. — E você, beba todo o conteúdo dessa poção, ajudará com os seus machucados.
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  — Obrigado — agradeceu com certa dificuldade, pondo a mão em cima da costela.
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  — Vocês foram atacados? — perguntou enquanto limpava superficialmente as feridas, percebendo que não conseguiria cuidar de todas sem os materiais necessários.
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  — Sim, por caçadores. Nunca pensei que eles encontrariam o nosso reino… — O rapaz soltou um grunhido de dor. — Felizmente eu e Chika conseguimos proteger os demais e fazê-los saírem daqui.
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  — Por que não chamou ajuda? — o encarou séria, vendo o sorrisinho do rapaz se desfazer. Mesmo que a garota preferisse ficar sozinha com o seu familiar, sabia que se tivesse que encarar uma situação desse nível, teria que pedir ajuda. — Quer saber? Podemos conversar sobre isso mais tarde. Agora a prioridade é cuidar de vocês dois. Consegue andar?
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  — Consegui até te segurar — comentou em um tom divertido apesar das dores.
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  — Você não muda nunca, .
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  A mulher deu as costas para o rapaz, o impedindo de falar qualquer coisa; ela esticou a sua mão para a raposa, que havia parado de chorar e estava com um semblante melhor, para que a bichinha pudesse cheirá-la e sentisse confiança em , então a pegou no colo, começando a andar em direção à sua casa.
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  Para a sorte dos quatro, a casa de não ficava distante, inclusive, era um chalé muito aconchegante rodeado de plantas, árvores e com um pequeno lago na frente. Assim que chegaram no local, a garota tratou de cuidar da raposa a enchendo de carinho e de petiscos gostosos, a deixando na companhia de Caramelo, que demonstrou, pela primeira vez, um interesse em algum outro familiar. Então, seguiu para o seu quarto, encontrando adormecido após tomar um banho, e reparou que levara mais de uma hora nos cuidados da raposa.
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🦉🦊

  — Bom dia, senhor dorminhoco.
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   coçou os olhos, levemente incomodado com os raios solares que invadiam o quarto. Ele não sabia quando exatamente, mas acabou adormecendo quando a poção que havia tomado fez efeito, o que coincidiu com o momento em que sua cabeça tocou o travesseiro macio de . Ele coçou a nuca desconcertado, aceitando o copo de chocolate quente que a mulher lhe ofereceu e se ajeitou na cama, percebendo que o espaço ao seu lado estava bagunçado.
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  — Você não achou que eu dormiria no sofá, certo?
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  — Nunca disse isso… — suspirou.
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  — Mas pensou… — assobiou, fazendo o rapaz rir. — Como está se sentindo?
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  — Melhor e sem dor.
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  — Ótimo. Já avisei ao chefe local o que houve, e a investigação foi iniciada. Se quiser, podemos ir ao centro para mais notícias.
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  — Tudo bem. — Bebericou a bebida, se surpreendendo com o sabor. — Como a Chika está?
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  — Melhor do que você, com certeza. — se segurou para não revirar os olhos, esquecendo por alguns minutos como a personalidade de poderia ser um tanto difícil. — Só tem uma coisa que me preocupa.
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  — O que? — O rapaz quase pulou da cama, nervoso com o pensamento de que sua raposa poderia ter alguma sequela do ataque.
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  — Caramelo e Chika estão… próximos.
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  — Próximos? — arregalou os olhos. — Próximos como amigos ou…
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  — Próximos como almas gêmeas, .
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  O silêncio foi a única resposta.
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  Florya possuía uma crença que quando dois familiares se gostavam, independentemente de suas características e classificações, isso significava que os seus donos também nutririam sentimentos um pelo outro, o que foi provado diversas vezes durante os vários anos que se passaram. Com isso, os mestres não podiam manter os familiares longe por muito tempo, mesmo quando há as exceções dos donos não se gostarem – o que é raro. Tanto quanto tinham plena noção de que teriam que se ver mais vezes, mas acreditavam fielmente que não compartilhariam de sentimentos amorosos, afinal, já eram amigos, não havia mais nada que poderia sair de duas pessoas que nunca se viram por outra luz.
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  — Hum… — se levantou, observando os familiares brincando pela janela e sorriu. — Obrigado mais uma vez por ter nos ajudado.
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  — Não há necessidade, eu faria isso mesmo se eu te odiasse. O que não é o caso — falou a última frase baixinho, sem que ele escutasse. — Chika quase não levou dano, inclusive, tenho certeza que ela chorou por sua causa.
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  — Ah, foi por isso. Chika estava mais preocupada comigo do que com ela, mas eu nunca conseguiria permitir que o meu amor se sacrificasse por mim, mesmo que tecnicamente, essa seja as funções dos familiares. — respirou fundo e encostou as costas na parede, analisando o quarto. Era a primeira vez que estava na casa de em mais de dez anos de amizade, o que era explicado pelo fato da mulher preferir ficar no seu sossego, e sinceramente, nunca ligou para esse fato.
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  — Caramelo já tentou bicar um tigre…
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  — O do ? — perguntou aos risos.
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  — Sim, o pobre do grande bichano só queria brincar. Tudo deu certo no final, só que fico imaginando se fosse um caso igual ao seu. — encarou a sua coruja brincando lá fora, com o coração apertado. — Eu faria loucuras para poupar qualquer sofrimento que Caramelo viesse a ter. Ele me salva todos os dias por apenas existir, e eu não suporto o pensamento de vê-lo sofrer, sinto muito que vocês tiveram que lidar com o caçador ontem.
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  — Eu compreendo perfeitamente a sua fala, acho que todos nós nos sentimos assim. Sei que fui irresponsável, mas na hora não pensei em mais nada.
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  — Você não foi, . Qualquer pessoa em sã consciência agiria desse jeito. — se aproximou do amigo, o olhando fixamente. — Quem tem que se sentir mal são os fodidos que tentam vir caçar um dos nossos, e o chefe que precisa proteger melhor o seu reino.
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  — Concordo — sorriu pequeno, se sentindo mais leve —, só tenho uma pergunta: por quanto tempo você ficou falando no ouvido do chefe?
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  — O suficiente para ele nunca mais dormir e focar 100% na proteção do reino. — deu de ombros enquanto caía na gargalhada, maravilhado com o jeito da garota.
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  — Certas coisas nunca mudam, né? — Usou um tom saudoso, a olhando com carinho. — Obrigado mais uma vez, .
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  — E você continua com essa mania de me chamar assim mesmo que a gente fique meses sem se ver… — Deu as costas para ele e começou a andar. — É por isso que prefiro ser solitária. Não corro o risco de ser iludida por um carinha bonito e adorável.
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   piscou algumas vezes ao assimilar o que acabara de escutar, ainda impressionado com a fala da mulher. O rapaz não entendia o motivo dela reagir dessa forma ao usar o seu apelido, entretanto, se lembrou de algo importante: ele era o único que a chamava assim.
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🦉🦊

  Meses se passaram desde o ataque que e Chika sofreram, e graças à pressão não só dele e de , mas como dos demais, o chefe conseguiu reunir uma boa equipe para melhorar a proteção do reino e exilou aqueles que facilitaram a entrada dos caçadores, trazendo novamente a paz e tranquilidade que o reino de Florya era acostumado.
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  Os encontros semanais entre Caramelo e a Chika se tornaram quase que diários, uma vez que e concordaram que estar na presença um do outro era extremamente agradável e divertida; é claro que ao longo dos meses, os amigos começaram a ficar mais próximos ainda, e quando perceberam, compartilhavam um beijo debaixo de uma cerejeira, marcando o início do relacionamento. Os seus familiares não podiam estar mais felizes ao se verem frequentemente, e tal fato deixava os seus humanos tão alegres quanto os bichinhos, já que sempre iriam priorizar os seus familiares e o seu bem-estar e suas vontades.
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  — Eles não se desgrudam mais.
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  — Esses jovens! — abraçou a namorada por trás, entrelaçando suas mãos. — Nem lembram mais que nós existimos.
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  — Não fale assim, você também não se desgruda de mim, . — riu, ganhando um beijo no topo da cabeça.
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  — Mas não acha que fomos realmente esquecidos? — se virou e apertou a bochecha do namorado, o achando adorável.
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  — Talvez, só que o importante é que eles estão contentes, certo? Nunca pensei que o Caramelo se sentiria tão à vontade na companhia de outro ser a não ser eu.
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  — É o poder da Chika! — Os dois riram, concordando.
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  — Felizmente a Chika tem um dono que é a cópia dela, né? — A garota passou os braços pelo pescoço do rapaz, o puxando para si. — Vocês são as únicas exceções, .
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   sorriu, selando os seus lábios com os de ; logo, Caramelo e Chika se juntaram aos dois, interrompendo o momento para que ganhassem afagos e petiscos. e sua coruja ainda gostavam de uma vida solitária, mas dividi-la com e sua raposa, a transformava em algo divertido e interessante.
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  N/A: finalmente veio a primeira fic com o meu gatinhoooo 🥹🥰
  Em breve vou trazer outra fic dele que era pra ter sido a primeira, porém, enquanto isso ficamos com essa fic fofinha hihi
  Desde que vi o tema do quiz, eu pensei em fazer uma comédia romântica ou uma fantasia, e obviamente que fantasia ganhou KKKKKKKKKK ainda mais por conta dos animais que saíram pra mim.
  Espero que tenham gostado desse casal fofinho e de seus respectivos familiares 🥰 Caramelo e Chika (Chika por causa de Chikorita de Pokémon hehe) são uns amores 😭🥰
  Acho que teremos mais uma fic nesse universo!
  Até a próxima <3

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Lelen
Admin
4 meses atrás

Eu loka, li a história e esqueci de comentar.
Olha aí, eu amei como essa história foi evoluindo rápido, mas ao mesmo tempo de um jeitinho delicadinho? E tem animal, né? Não tem como não se apaixonar HAHAHA
Assim, eu já espero uma continuação/série de short/long explicando melhor os paranauê de Florya e aprofundando esse amor aí HEHEHEH e o Hoshi, né, nosso hamster tigrão HEHEHEHEHE
É isso, os pedidos se sempre porque eu sou pidona mesmo.
PS: por alguma razão eu vi o Jun usando umas roupitchas estilo séculos passados, um chapéuzin estilo boina, uma calça cáqui, camisa e suspensório, POR QUÊ? NEM DEUS SABE KKKKKK


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