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Sem curiosidades para essa história no momento!

fantasize

  Encarei a minha mesa e suspirei, percebendo que teria que voltar ao trabalho, já que faltava uma hora para as cinco e eu precisava pagar os boletos no final do mês. Às vezes me perguntava se o meu emprego valia a pena, e a resposta – depois de ponderar bastante – era somente uma: até que sim. Trabalhar das nove às cinco não era tão cansativo na maioria dos dias e, diferente das minhas colegas, a minha supervisora não era tão rígida e fazia questão que eu fosse embora no horário certo, por mais que todos no escritório soubessem que a mulher só agia assim para incomodar o outro supervisor, que odiava o fato de perder a competição entre eles dois, qualquer que fosse. Nós suspeitávamos que ambos tinham um caso, o verdadeiro enemies to lovers que cansamos de ver nas histórias e, para completar, era “proibido”. Não é como se a empresa não tivesse noção de que seus funcionários se envolvem, mas os próprios preferiam não expor suas vidas amorosas para não virarem fofoca nos demais setores.
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  — É claro que eles estão fodendo — Clara, minha amiga e vizinha de mesa, disse ao dar de ombros, tragando o seu cigarro. — Não percebem o quão corados os supervisores ficam quando estão trocando olhares? Se bobear, devem se pegar na escada de incêndio.
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  — E quem não se pega nessa escada, querida? — Alex perguntou em um tom malicioso, se deliciando com a sua cerveja. — Sabe quantos gemidos já escutei quando precisei fazer hora extra?
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  — Pelo menos eles estão vivendo perigosamente. — Dei uma golada no meu gin, tentando não soar amarga.
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  — Você tá precisando de uma foda, isso sim — Bia comentou, rindo. — Assim como todos nós nesse grupo.
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  — Um brinde à coisa mais óbvia de nossas carreiras. — Alex levantou seu copo, sorrindo. — Mas, mudando de assunto… Vocês viram o novo chefe do nosso departamento? Que homem é aquele, minhas amigas!
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  — Acredita que ele é o assunto mais comentado? — Clara cruzou os braços, descansando as costas na cadeira. — Jisoo e Marc deram sorte dele ter entrado na empresa, caso contrário, até semana que vem descobririam o caso deles.
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  — Eu queria que ele entrasse na minha vida também, se é que me entende… — Bia bebericou o seu drink, fugindo de nossos olhares. — Fala sério, alto, extremamente bonito e gostoso.
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  — Muito gostoso, diga-se de passagem — Alex completou.
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  — Nem comecem a falar dele, por favor. — Massageei as têmporas, escorregando o meu corpo pelo meu assento.
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  — Por quê?
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  — Além do nosso querido chefe ter uma namorada, é ele quem tem aparecido nos meus sonhos.
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  — Oh, aqueles sonhos?
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  Ri sem humor, pensando no quão fodido era o destino por colocar logo esse homem na minha vida.
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  Eu o vi há algumas semanas em uma livraria, comprando o mesmo livro que eu; coincidentemente, acabamos nos esbarramos e pude espiar mais dos livros em suas mãos, vendo que o nosso gosto é praticamente o mesmo. Não trocamos uma palavra sequer, apenas olhares rápidos e um pequeno aceno de cabeça, o que foi o bastante para eu reconhecê-lo. Não sei quando começou, porém, tenho tido sonhos com uma pessoa em específico e todos esses são resumidos em um único tema: sexo. No início, achei que poderia ser por excesso de tesão, já que as pessoas com quem transei não me saciavam completamente, no entanto, a continuidade do sonho me fez repensar e chegar à conclusão de que deveria ter algum significado escondido que explicasse isso. O problema maior não é ter reconhecido ele, é o fato dele ter alguém.
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  E ser o meu chefe.
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  Por mais excitante fosse imaginar ter um romance com o seu chefe, isso só funcionava nas histórias, na vida real as probabilidades de isso acontecer são quase nulas. E mesmo que acontecesse, não seria comigo.
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  — Certeza de que é namorada? — Bia questionou. — Sabe, às vezes é uma amiga, familiar…
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  — Eles até ficam bonitinhos juntos — comentei a contragosto, rolando os olhos.
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  — E o que te impede de tentar algo, ?
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  — Namorada — levantei um dedo, listando os motivos — e chefe.
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  — E eu volto a te perguntar: o que te impede, querida? Não é como se você fosse a primeira a se envolver com alguém do escritório, e nem sabe se a mulher é realmente a namorada dele.
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  — Concordo com Alex, . — Clara descansou o queixo nas mãos entrelaçadas, me olhando fixamente. — Tentar não custa nada, e nós quatro já ficamos com alguém de lá, o status do homem é só um detalhe.
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  — Vocês são os piores amigos, sabiam? — Virei a vodca, pedindo por mais uma dose. — Não empurrem quem já está na ponta do penhasco.
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  — Diga o que quiser, quando estiver se deliciando com ele entre as suas pernas, não esqueça de nos agradecer. — Bia deu de ombros, soltando a fumaça do cigarro. — Agora, se me dão licença, vou tirar o meu atraso.
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  — E eu o meu — Alex chamou o garçom, pedindo a conta.
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  Nos despedimos assim que pagamos, e cada um foi para o seu lado, prontos para aproveitarem mais ainda as suas sextas à noite. Rolei a tela do celular, procurando alguém minimamente interessante para curtir o restante do meu dia, contudo, o poder de é tão grande que todos os contatos se tornaram desinteressantes.
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  — Vá para o inferno, .
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  O amaldiçoei até sua décima geração, e ao chegar no ponto de ônibus, lembrei que o pendrive com o novo projeto havia ficado no escritório. Como o prazo é até segunda-feira, teria que voltar ao trabalho para buscar, e lá se vai a minha noite de descanso.
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*

  — Estou mentalmente e fisicamente fraca.
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  Sentei na minha cadeira e abri a gaveta, achando o bendito pendrive debaixo das papeladas. No momento, pouco me importava com o projeto – não é como se eu não tivesse cópias no meu notebook em casa –, contudo, eu precisava de uma desculpa para voltar ao escritório. Os sonhos envolvendo não me davam descanso, então pensei em me manter acordada o máximo que podia, e nada melhor do que adiantar o trabalho da semana – apesar de ser ironia, o faria mesmo assim.
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  Alonguei o meu braço após concluir os slides, me preparando para pegar um café quando percebi que não estava sozinha. No fundo, havia um feixe de luz vindo da sala que tinha uma plaquinha com os dizeres “Diretor”, e a figura do homem foi avistada por mim. Tentei passar despercebida, porém, ele foi mais rápido e logo veio ao meu encontro com uma feição séria, contudo, serena:
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  — Hora extra? — questionou ao se juntar a mim no trajeto para a copa.
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  — Pode se dizer que sim. — Me limitei a dar um sorrisinho. Definitivamente não estava a fim de manter uma conversa básica com meu chefe, ainda mais por ter as lembranças dele nu brotando na minha mente. — E você?
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  — Pode se dizer que sim — respondeu ao pegar dois copos, me oferecendo um.
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  O silêncio que surgiu entre nós era a única resposta possível para aquela pequena interação. O espiei discretamente, entendendo perfeitamente o motivo dele ser o hot topic do prédio inteiro – não que eu não soubesse antes. Tudo em si ornava estupidamente bem, desde o corte do seu cabelo como a escolha dos sapatos sociais; seus óculos combinavam com o formato de seu rosto e o restante das roupas, apesar de estar apenas com a camisa social, sem o terno por cima. O acessório lhe dava um charme a mais, mas vê-lo sem o objeto e em cima de você com um olhar sedento, era simplesmente uma das cenas mais gostosas do mundo. Senti as bochechas corarem com o pensamento, e logo me repreendi, afirmando que essa não era eu. Encarei o café na minha mão, que provavelmente estava frio a essa altura e suspirei pesadamente, me sentindo fraca.
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  — Já acabou o trabalho? — Não percebi a sua aproximação, o que me assustou um pouco.
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  — Sim.
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  — Que ótimo, então. — Reparei no sorriso que abriu, fazendo com que meu coração acelerasse brevemente. Merda. — Poderia vir no meu escritório me ajudar a revisar o projeto da semana?
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  Um convite muito arriscado. Ponderei por uns segundos, debatendo com o meu anjinho e diabinho o que deveríamos fazer, e para a minha surpresa – ou azar – os dois chegaram a conclusão que eu deveria aceitar.
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  Afinal, o que pode dar errado?
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  — Só vou pegar as minhas coisas e te encontro na sua sala, tudo bem? — O vi assentir ao se afastar.
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  Com a bolsa em meu ombro, encostei as costas na parede, fechando os olhos por um momento. Sinceramente, não sei como acabei nessa situação, mas também não posso dizer que não estava gostando nem um pouco. Hipocrisia não fazia parte da minha rotina, então, o que me restava era ser honesta e aproveitar a oportunidade.
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  — Seja bem-vinda à minha humilde sala.
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  Abri os olhos com calma, fingindo que o fato da sua voz ter soado perigosamente perto da minha orelha não causou efeito algum em mim. não demonstrou nenhuma reação, e felizmente não percebeu a minha, e assim adentrei o seu escritório, em completo silêncio.
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*

  Durante a revisão do projeto, mais conversamos coisas aleatórias e banais, conhecendo um ao outro, do que, de fato, revisar o projeto. Era engraçado como tudo fluía bem com , e poder falar com ele fora do expediente do trabalho foi uma experiência boa – apesar de ainda estarmos nele. Perdi a conta de quanto tempo ficamos batendo papo na sua sala, apenas voltando a atenção ao mundo real quando percebi que o meu celular vibrava incessantemente. Desbloqueei a tela rapidamente, vendo que as minhas amizades estavam a todo vapor no nosso chat, e respondi brevemente, rindo de suas mensagens. Ignorei as outras que me chamavam para sair, e ao voltar a atenção para , o encontrei sentado na mesa, me observando.
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  — Você é requisitada, né?
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  — Talvez? — Soltei um risinho, me acomodando na sua cadeira para encará-lo melhor.
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  — Então eu sou realmente sortudo por te ter por um momento.
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  O sorriso de era um golpe baixo. A sua existência por si só parecia ser uma tentação, mas o efeito do seu sorriso estava em um nível a mais, fazendo com que eu ficasse fraca.
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  — Eu quero te beijar.
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  Tentei ignorar os sinais do meu corpo, mas escutá-lo dizer tão abertamente que queria me beijar fez o resto da minha sanidade ir pelo ralo. Eu não sabia que precisava tanto dos seus lábios contra os meus até sentir a sua boca roçar na minha, logo acabando com a distância e a tortura ao pedir passagem para aprofundar o beijo. Sua língua se envolvia com a minha como se fosse ensaiado, de maneira lenta até que sentíamos a urgência de termos mais contato. Ele estava inclinado, me dando uma ótima abertura para desabotoar a sua camisa social, no entanto, fui parada no meio ao ser pega no colo de surpresa.
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   me colocou sentada na sua mesa, e conforme o homem tirava a minha blusa, eu o assistia como se estivesse em um transe, deixando meus dedos passearem pelo seu peitoral visivelmente malhado; novamente, o rapaz sorriu antes de me beijar, me fazendo ficar perdida com seus toques. passeou pelo meu corpo com seus lábios, distribuindo chupões e mordidas por todo meu pescoço e busto, parando nos meus seios, onde fez questão de dar total atenção. Eu já não conseguia raciocinar muito bem, sua língua se divertia com o meu mamilo, e ao sentir a forte mordiscada na região, soltei um gemido alto, quase pedindo por mais. Tampei a minha boca para evitar de gemer alto, mas proibiu a ação, segurando as minhas mãos acima da minha cabeça e me deitou na mesa.
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  — Deixe que escutem.
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  O olhei com uma sobrancelha arqueada, recebendo como resposta um sorriso travesso antes de voltar a sua atenção para o meu corpo. Ele não perdeu tempo em usar a sua gravata para amarrar meus pulsos, usando suas mãos livres para explorar cada parte do meu corpo até chegar no cós da saia. a desabotoou rapidamente, se livrando da peça e me olhou por completo, umedecendo os seus lábios entreabertos. A cena por si só era extremamente sexy, e em como todos os outros sonhos, o seu olhar sedento somente por mim provocava uma excitação sem igual. Queria que ele me fodesse tão forte que me faria esquecer o meu nome.
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  Se fosse meu, eu lhe daria todos os dias, em todos os lugares; em casa, no carro, no motel, no trabalho. Das nove às cinco e das cinco às nove.
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  — Você deveria ver como fica extremamente gostosa quando me olha assim, pedindo por mais. Eu queria muito que o teto fosse espelhado, mas deixaremos esse detalhe para a próxima vez, sim? — Ele afastou as minhas pernas, beijando a parte interior das minhas coxas demoradamente. Sua língua traçou uma linha até a minha vagina extremamente molhada, passando-a por cima do tecido fino da minha calcinha, o que fez com que eu gemesse seu nome. — Se você já está assim sem eu ter feito muito…. — sorriu, maravilhado com a minha reação. — Eu devo ser realmente sortudo por poder te comer e ter as suas deliciosas reações para mim, .
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  A essa altura o meu corpo explodia de tesão e felizmente a minha calcinha já estava em qualquer lugar de seu escritório, deixando minha buceta a mostra, pulsando de tamanha excitação. Senti o meu coração descompassado acelerar com o toque da sua língua no meu clitóris, e não satisfeito, o mordeu, fazendo todo o meu corpo tremer. Os meus gemidos saíam na mesma velocidade dos seus movimentos, e como gostava de me torturar, o homem ia bem devagar, saboreando toda a extensão da minha buceta como se fosse o prato principal da noite.
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  Eu não sabia se mantinha os olhos fechados ou abertos, o meu raciocínio já não funcionava tão bem e para completar, o meu chefe começou a aumentar a velocidade, chupando o meu clitóris com tanto gosto que nem percebi que ele me olhava, visivelmente excitado. Quando ele introduziu dois dedos, o meu quadril começou a se movimentar junto, rebolando na mesma intensidade, e eu podia jurar que até o final do sexo, eu não teria mais voz de tanto gemer.
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  — Mais um, por favor — pedi, sendo atendida prontamente. — Mais rápido….
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   sempre garantia os meus desejos, seja lá quais fossem as minhas fantasias; mas, a única coisa que ele fazia de acordo com o seu próprio desejo era ditar a velocidade que me chuparia, então mesmo que eu suplicasse, o rapaz levaria o tempo que fosse para me fazer perder os sentidos ao me proporcionar um prazer sem igual. Minhas coxas iam apertando o seu rosto conforme eu sentia que estava chegando no ápice, e assim que consegui soltar as minhas mãos, as direcionei para a sua cabeça, a pressionando contra a minha vagina, a fim de sentir mais de sua língua no meu clitóris. Todo o meu corpo estremeceu ao atingir o orgasmo, e como sempre fazia, continuou a lamber a região, e apesar de ainda estar com as pernas bambas, eu o parei, fazendo uma ordem mascarada de pedido:
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  — Eu quero que você me foda como nunca antes, .
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  — O seu desejo é uma ordem, meu bem.
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  Eu o beijei agressivamente, mordendo o seu lábio e sentindo todo o gosto da sua boca. O homem tinha o poder de me fazer esquecer de tudo, e no momento, a única coisa que importava era senti-lo dentro de mim, estocando sem parar. Seus movimentos me levavam a loucura, e era uma delícia escutá-lo gemer enquanto me olhava tão intensamente, chamando o meu nome no pé do meu ouvido. sabia perfeitamente do que eu gostava, e não demorou muito para mudarmos as posições, explorando todo o prazer que conseguíamos através delas. Eu perdi as contas de quantas vezes tivemos orgasmos ou da quantidade de camisinhas espalhadas pelo chão, só sei que cada vez que eu olhava no fundo dos seus olhos, eu enxergava ali o meu desejo por mais sendo refletido.
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  E como sempre, no momento em que eu me sentia satisfeita, o meu despertador tocava, revelando que tudo não passava de um sonho.
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  — O destino realmente está de putaria comigo. — Ri sem humor, totalmente puta com a situação. — Eu devo estar maluca, não é possível.
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  Encarei o dia ensolarado como uma boa coisa, me forçando a sair de casa em pleno sábado de manhã. Depois de mais uma fantasia com o meu chefe, decidi tomar uma ducha bem gelada e tomar um café na rua, para ver se me ajudava a espairecer um pouco. Todos esses sonhos pareciam reais até demais, e o fato de eu me sentir mentalmente e fisicamente cansada após eles, era curiosamente estranho. Talvez eu devesse pedir demissão do trabalho ou sair com mais pessoas.
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  Ou os dois.
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  Andei até a cafeteria que Clara me apresentou na semana passada. Aparentemente, o local funcionava também como uma boate na parte da noite, e o nosso grupo já estava marcando de vir aqui no final de semana seguinte. Mandei uma foto do café no chat e respondi algumas outras mensagens antes de entrar, recebendo de Bia uma postagem recente do meu chefe nas redes sociais. Fechei os olhos com força e guardei o celular, xingando até a milésima geração do homem.
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  — Vá se foder — falei baixinho enquanto abria a porta do recinto —, ?
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  Pisquei algumas vezes para ter a certeza de que aquilo não era uma pegadinha. Definitivamente era o meu chefe na minha frente, com o avental do café e a mulher que eu podia jurar que era a sua namorada estava mais afastada, atrás do balcão. A sua surpresa em me ver era igual a minha, e com toda a certeza ele havia escutado os meus xingamentos direcionados a si. Mas tinha algo diferente na sua reação que não se resumia a surpresa, parecia que tentava me evitar, e ao ver que suas bochechas coraram, uma lâmpada acendeu na minha mente.
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  Ele sabia dos sonhos.
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  — Nós precisamos conversar — falou, sorrindo pequeno.
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  — É, você me deve algumas explicações, não acha, ?
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  O vi engolir seco ao escutar o seu apelido, e eu tive a confirmação do meu achismo. Toda vez que transávamos, eu o chamava assim, já que era uma preferência dele – afinal, antes de se tornar o meu chefe, eu não sabia o seu nome.
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  Respirei fundo, tentando manter a compostura ao ser guiada para uma das mesas mais privadas, e logo ele surgiu com um milkshake de ovomaltine na bandeja, me entregando. O olhei com um olhar suspeito, contudo, resolvi aceitar o seu gesto; o homem não estava sem graça, mas a essa altura, possuía plena noção de que eu sabia de tudo, caso contrário, não teria me dado o meu milkshake favorito. Suspirei pesadamente, sem saber o que esperar dessa conversa.
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  A única coisa que eu queria era entender o motivo dos meus sonhos e a razão pela qual é quem realiza todas as minhas fantasias.
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Fim

  N/A: Essa fic não faria parte desse universo, mas como lida com a questão dos sonhos, juntei o útil ao agradável hehehehe
  Inicialmente fiquei em dúvida entre o Gyu e o Woo, porém já temos um Woo nesse universo, aí lembrei que a dona Lelen tinha pedido pra trazer uma com o DK, então ele foi a escolha final 😌😚
  Essa música da Ari é bem boa, e eu tava querendo escrever uma fic com ela, acabou que tudo casou bem no final hehehehe
  Será se teremos uma continuação? Essa foi um pouco diferente das outras, então… sim? Obviamente teremos JSAKNAHJSBAJHSBA
  Eu não sou de escrever fics restritas, então espero que tenham gostado! Aproveitando também que é o mês do meu aniversário, quis trazer esse presente pra vocês HAHAHAHA 🥰
  Até a próxima <3

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Lelen
Admin
8 meses atrás

Queria dizer que: pqp esse DK da capa (e da fic também, né kkkkk)🤤
Eu só acho que precisamos de uma fic final juntando todos esses casais e o “o que aconteceu depois” de cada um HEHEHEHEHE
Estava eu lendo aqui, né, aí lembrei de uns sonhos que tive com meus favoritos (claro que Nunu tava em um deles kkkkk) e fui contar pra Natashia, no final do relato ela só veio com um “CADÊ O ROMANCE???” e eu só “olha na cabeça de quem você tava, amiga 😊”
Cheguei à conclusão que, nem meus favoritos me fazem mudar nos meus sonhos, eu não sou romântica 😂 eles que lutem.
Eu super aceito mais fics nesse universo, amooooo <3

Gabriela
Gabriela
4 meses atrás
  Um convite muito arriscado. Ponderei por uns segundos, debatendo com o meu anjinho e diabinho o que deveríamos fazer, e…" Read more »

Se até o anjinho conclui que eu devo ir até esse gato, quem sou eu para negar né hahahaha

Gabriela
Gabriela
4 meses atrás

Droga, como assim já acabou?! Quero mais hehehe
Achei simplesmente incrível a escrita, o desenvolvimento da história e dos personagens! Parabéns! s2


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