Esta história pertence ao Projeto Adote Uma Ideia

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Ideia #233

Doada por Bela

// A Ideia
Ele foi apaixonado por ela no ensino fundamental e ensino médio e agora, um anos após terem terminado o terceiro ano, descobre que a sua paixão platônica vai morar no apartamento ao lado do seu e que ainda se encontrarão em diversas aulas da faculdade. Ele havia prometido a si que esqueceria ela depois de sair o colegial, principalmente depois de ter falhado em todas as suas tentativas de mostra a ela seus sentimentos. Mas será que vai ser possível esquecer alguém com o carisma, beleza e empatia dela, que aprecem ter se aperfeiçoado ainda mais depois do amadurecimento de entrar para a faculdades? Ainda mais morando ao lado dessa pessoa? Isso, junto as novas experiencias que ele(e ela também)irão adquirir com a vida universitária, tornarão a tarefa dele de esquece-la ainda mais complicada.

// Sugestões
A paixão dele por ela poderia ter começado ainda quando crianças, talvez até mesmo em alguma festa (clichê) infantil durante alguma brincadeira ou em algum ato gentil dela com ele.
Ele poderia ser do tipo tímido enquanto ela não seria a típica popular mas sempre teve amigos nesses grupos e por isso sempre foi considerada uma popular, ainda que fosse bem diferente dos populares cliches.
// Notas
Apesar de formula-la com ele/ela pode ser suavemente e perfeitamente adaptado para ela/ela e ele/ele.

Capa por Liv

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Sem curiosidades para essa história no momento!

Desapaixonar

Prólogo

  “Tobermory, Ontario, Canadá, muitos anos atrás…

  Naquela tarde ensolarada de verão, os risos infantis ecoavam pelo quintal da casa de . Ele estava comemorando seu aniversário de oito anos e a festa estava em pleno andamento. Amigos e parentes se reuniram para celebrar, mas havia uma pessoa em particular que ocupava a mente de mais do que qualquer outra – .
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   e eram amigos desde o jardim de infância. Suas casas estavam próximas e seus pais frequentemente organizavam encontros para as crianças brincarem. No entanto, havia algo especial na maneira como tratava que o fazia sentir-se único.
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  Enquanto as outras crianças se divertiam com jogos e doces, estava ao lado de , segurando uma fatia de bolo cuidadosamente decorada. Seus olhos castanhos cintilavam de empolgação quando ela se aproximou dele.
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  , fiz este pedaço de bolo só para você… – disse com um sorriso doce, estendendo a fatia na direção dele. 
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  O menino ficou momentaneamente surpreso. O bolo estava lindo, com glacê colorido e confeitos brilhantes, e havia claramente dedicado um tempo considerável para fazê-lo. Ele aceitou o bolo com gratidão, seu coração se aquecendo com a gentileza dela.
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  – Obrigado, . É o bolo mais incrível que já vi! –  ele respondeu, seus olhos encontrando os dela e, por um breve momento, pareceu que o mundo inteiro desapareceu. 
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   sorriu amplamente e ficou ao lado de enquanto ele saboreava cada mordida do bolo. E assim, naquela festa de aniversário infantil, a semente de uma paixão começou a brotar no coração de .
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  Ao longo dos anos, essa paixão platônica só cresceu, apesar de todas as tentativas do rapaz de escondê-la.”
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***

  Ottawa, Ontario, Canadá, algum dia de 2023

  - ? ?
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  O mais alto pensou estar delirando ou algo do gênero quando ouviu a voz de ecoar pelo andar. Afinal de contas, havia um ano que eles não se viam e que ele não tinha notícias dela.
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  Ele virou-se, com o coração batendo descompassado. Seus olhos encontraram os dela e, por um momento, o tempo pareceu congelar. estava ali, parada no corredor do prédio de apartamentos, com um sorriso que iluminava o ambiente. Ela estava ainda mais bonita do que ele se lembrava, com os cabelos castanhos claros caídos em cascata sobre os ombros, e seu olhar cheio de vivacidade.
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  - ? – murmurou , a voz trêmula de surpresa. 
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  Ela se aproximou com passos decididos e o abraçou com força.
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  - , eu não posso acreditar que é você! Quanto tempo!
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  O rapaz estava sem palavras enquanto retribuía o abraço. Ele ainda estava tentando processar a realidade de que sua amiga de infância estava ali, de pé, bem na sua frente, depois de tanto tempo. Era como se um desejo antigo se realizasse de repente.
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  - Eu também não acredito, ! – ele disse finalmente, afastando-se o suficiente para olhar para ela. – O que você está fazendo aqui?
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  A moça deu de ombros, um brilho de empolgação em seus olhos…
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  - Bem, eu me mudei para Ottawa para começar a faculdade… E, para minha surpresa, descobri que esse apartamento ao lado do seu estava vago, então achei que seria uma ótima oportunidade… Mas não sabia que era seu!
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   piscou, tentando processar a informação. O apartamento ao lado? Era um golpe do destino.
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  - Eu também estou na faculdade aqui… – disse, um sorriso surgindo em seu rosto. – É, pelo jeito, vamos ser vizinhos agora!
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   riu, um som alegre que o rapaz tinha sentido falta.
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  - Isso é incrível, ! Vai ser ótimo ter um amigo por perto.
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  - Sim, vai ser ótimo!
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   concordou, mas em seu coração, ele sabia que seria muito mais do que isso. A paixão que ele havia sentido por na infância havia perdurado, e agora, com ela morando tão perto, ele se perguntava se teria alguma chance de finalmente mostrar a ela seus verdadeiros sentimentos.
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  E assim, naquele dia de 2023, enquanto o sol brilhava sobre Ottawa, uma nova e emocionante fase de suas vidas começava. e estavam prestes a embarcar em uma jornada na faculdade, onde novas experiências e desafios os aguardavam. E, no meio de tudo isso, a chama da paixão que havia começado quando crianças poderia estar prestes a se reacender.
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Continua

  Curiosidade: Bom, porque não unir o útil ao agradável? Minha paixonite pelo ator canadense Adam Dimarco com o adote uma idéia? Primeiramente ia ser Vondy e shortfic, mas mudei tudo, e é isso!

Capítulo um

   se levantou assustado da mesa onde tomava calmamente seu café da manhã quando ouviu as batidas na porta de seu apartamento. Correu até a mesma, quase caindo ao tropeçar no pé do sofá, e atendeu à porta xingando baixinho.
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  Com o coração ainda acelerado pela surpresa, ele se deparou com do outro lado. Seu rosto se iluminou com um sorriso radiante quando seus olhos se encontraram.
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  - Surpresa! – exclamou , inclinando-se para deixar um beijo rápido na bochecha de antes de entrar no apartamento como um furacão.
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  A moça tinha uma energia contagiante que sempre a acompanhava e era como se ela tivesse trazido um vendaval de alegria consigo.
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   assistiu com espanto enquanto se movia pelo apartamento como se estivesse em sua própria casa. Ela abriu armários, examinou o que havia na geladeira e, em um piscar de olhos, estava mexendo em sua cafeteira, preparando seu próprio café como se fosse algo totalmente natural.
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  - Você não vai acreditar o quanto eu estou ansiosa para o primeiro dia na faculdade, ! – disse , sua voz vibrando de entusiasmo. – Tive que me segurar para não sair correndo para lá desde que acordei… Mal posso esperar para as aulas, as novas amizades e todas as oportunidades que a faculdade nos proporcionará!
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  O rapaz ainda estava processando a presença repentina da amiga e mal conseguia acompanhar seu ritmo. Ele não pôde deixar de sorrir com o contagiante entusiasmo dela.
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  - Isso é incrível, . Estou animado também… – disse, pegando sua própria xícara de café, agora preparada por , e se juntando a ela na mesa. – A propósito, como você sabia que eu estava em casa?
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   deu de ombros, um brilho travesso nos olhos.
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  - Eu apenas sabia, ! Afinal, agora somos vizinhos, e eu pretendia começar o primeiro dia de aula com um pouco de empolgação…
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  O rapaz riu, sentindo-se cada vez mais grato por tê-la de volta em sua vida, agora de uma forma tão próxima. Com ao seu lado, a ansiedade que ele sentia sobre a faculdade começou a desvanecer.
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  Após o café da manhã, e continuaram a conversar sobre suas expectativas para o primeiro dia na faculdade. A garota parecia cheia de entusiasmo e o rapaz não conseguia deixar de admirar sua energia contagiante. Ambos se preparavam para começar essa nova fase de suas vidas e uma atmosfera de amizade e animação preenchia o ar.
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   se levantou da mesa recolhendo os pratos e então fez a mesma coisa que ele, só que com os copos. Juntos os dois foram rumo à pia, fazendo com que seus ombros se tocassem com certa brutalidade, a atmosfera estava leve, e o toque acidental dos ombros deles fez com que seus olhares se encontrassem.
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  Os olhos de se prenderam aos de , e ele sentiu seu coração acelerar. Naquele momento, o rapaz não pôde evitar a avalanche de sentimentos que o dominava. A proximidade com , a mulher que ele havia amado desde a infância, era quase avassaladora…
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  No entanto, não percebeu a turbulência nos olhos do amigo, para ela, era apenas um momento de amizade e conversa casual.
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  , lutando contra as emoções que ameaçavam transbordar, percebeu que precisava se afastar. Ele não queria que notasse o que ele estava sentindo, principalmente porque sabia que o melhor era esquecer o que sentia por ela como mulher.
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  Com um sorriso forçado e uma desculpa sobre a necessidade de se preparar para o primeiro dia de aula, se afastou bruscamente e deixou a cozinha. , confusa com sua súbita mudança de comportamento, observou-o partir, sem suspeitar da intensa paixão que ele estava tentando esconder.
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***

  Quando pôs o pé para fora de seu apartamento, lá estava , toda arrumada para o seu primeiro dia de aula, enrolando uma das mechas de seu cabelo castanho enquanto esperava pelo amigo, escorada na parede ao lado do apartamento de frente.
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  - Você ainda não foi? Tava tão ansiosa… – Ele respirou fundo se virando para trancar o apartamento –
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  - Não vamos juntos? Estava esperando por você!
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   abriu a boca para dizer algo, mas não conseguiu. Como ele faria para se afastar dela?
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  Os dois caminhavam lado a lado com falando sem parar sobre seu curso e sobre quais matérias ela estava ansiosa para começar logo, até ele ouvir ela dizer “Psicologia e Tecnologia”. Aquela era uma das matérias que ele também tinha na grade curricular.
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  - Faremos essa matéria juntos então! – esboçou um sorriso enquanto tentava manter a calma –
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  Meu Deus, como ele faria para se afastar de ? Será que seria possível?
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  - Que curso é o seu mesmo? – Ela riu, sapeca. – Sabe que minha memória é toda coisada, né?
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   riu, fechando brevemente os olhos. Aquilo era verdade! A memória de era péssima!
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  - Engenharia de Software! – Ele olhou para a amiga que sorriu, mas se manteve olhando para frente.
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  - Ah, verdade! Você sempre gostou mesmo de mexer com essas coisas de computador! Por que a gente ficou quase um ano sem se falar, hein? Por que você mudou sem me falar? Por que tudo isso aconteceu? Eu não entendi muito bem…
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   engoliu seco e depois respirou bem fundo. Não podia falar a verdade, é claro! Que desculpa ele inventaria? Ponderou por um momento e, finalmente, respondeu:
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  - Bem, , foi uma decisão familiar. Meu pai conseguiu um novo emprego em outra cidade e tivemos que nos mudar de repente. Eu nem tive a chance de me despedir de ninguém!
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  A expressão da moça suavizou enquanto ela parecia compreensiva.
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  - Entendi! Mas estou feliz que tenhamos nos reencontrado agora…
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   assentiu, agradecendo por ter aceitado sua desculpa, no entanto, ele sabia que manter sua distância seria essencial para que ele pudesse seguir em frente e tentar esquecer sua paixão platônica por ela.
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***

  No primeiro dia de faculdade, e começaram com uma empolgação palpável. Ambos estavam ansiosos para embarcar nessa nova jornada acadêmica e fazer novas amizades. Suas aulas conjuntas ainda não haviam começado, então eles passaram a maior parte do dia em aulas diferentes.
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   encontrou-se imerso em uma série de palestras introdutórias para seu curso de Engenharia de Software. Ele estava determinado a se concentrar em seus estudos e seguir em frente, mas não pôde deixar de se lembrar da proximidade que compartilhara com naquela manhã na cozinha.
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  Enquanto isso, se viu envolvida em uma série de aulas de seu curso de Psicologia. Sua personalidade extrovertida e carismática logo a fez ganhar novos amigos, ela não estava ciente do impacto que causava, mas chamou a atenção por onde passava, assim como fazia quando eram crianças.
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  À medida que as aulas chegaram ao fim, saiu de sua última palestra e observou cercada por um grupo animado de colegas. Ela parecia à vontade na companhia de seus novos amigos, e ele não pôde deixar de sentir uma pontada de tristeza. O contraste entre sua personalidade extrovertida e a de , mais reservada, era evidente.
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  O rapaz se perguntou se ele seria capaz de manter sua promessa de seguir em frente, mesmo quando estava cercado pelas memórias e pela presença cativante de . Seu primeiro dia de faculdade havia trazido um lembrete doloroso de que, embora eles compartilhassem uma longa história, o futuro estava repleto de incertezas.
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***

   estava em seu apartamento após o primeiro dia de aula na faculdade, sentindo-se animada e ansiosa para compartilhar suas experiências com . Como ele era seu melhor amigo, e agora também seu vizinho, ela queria passar mais tempo com ele. Preparou o jantar com calma e esmero e então colocou os dois pratos sobre a mesa.
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  Decidida a convidá-lo para jantar, bateu na porta do apartamento de , esperando que ele estivesse em casa. Quando ele atendeu, um sorriso caloroso iluminou seu rosto.
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  - Vem! Vamos jantar lá em casa! Já preparei tudo! Até nossos pratos eu já arrumei sobre a mesa…
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   sorriu, mas parecia hesitante:
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  - Eu estava pensando em pedir algo para comer esta noite…
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  , determinada a compartilhar o jantar que havia preparado, decidiu usar seu charme. Ela inclinou a cabeça para o lado, olhando para o amigo com um olhar travesso.
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  - Vamos lá, ! Você realmente prefere pedir comida quando tem um jantar incrível aqui esperando por você? – Ela deu um passo adiante, olhando fixamente nos olhos dele com um sorriso cativante. – Além disso, é uma ótima maneira de nos atualizarmos sobre nossos primeiros dias de aula. O que você acha?
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   não pôde resistir à combinação de comida deliciosa e a companhia acolhedora de . Ele sorriu, rendido ao charme dela.
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  - Você tem razão, . Com um convite tão persuasivo, como posso recusar? Vou adorar jantar com você!
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   sorriu, satisfeita por tê-lo convencido.
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  Eles entraram no apartamento dela, e o rapaz passeou os olhos por lá, notando a atmosfera aconchegante e acolhedora que a decoração transmitia. As paredes estavam pintadas em tons suaves, criando uma sensação de tranquilidade; as janelas amplas permitiam a entrada de luz natural, iluminando o espaço.
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  O mobiliário era uma mistura de peças modernas e antigas, dando ao apartamento um toque de personalidade única. A sala de estar estava equipada com um sofá confortável e uma mesa de café.
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  A cozinha era charmosa e bem organizada, com armários de madeira e uma bancada que serviria como o local de jantar naquela noite. A mesa estava posta com pratos e talheres, aguardando o jantar que havia preparado com esmero.
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  Pequenos detalhes decorativos, como quadros nas paredes e plantas em vasos, adicionavam um toque de aconchego ao ambiente. No geral, o apartamento de era um reflexo de sua personalidade calorosa e acolhedora, tornando-o o local perfeito para compartilhar uma refeição e criar novas memórias com seu amigo de infância, .
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   e se acomodaram à mesa posta pela moça em seu aconchegante apartamento. Uma deliciosa fragrância de comida pairava no ar e serviu o jantar que ela havia preparado com um sorriso nos lábios.
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  Enquanto saboreavam as primeiras garfadas, a conversa fluiu naturalmente entre os dois. Eles compartilharam histórias engraçadas do primeiro dia de aula, riram e comentaram sobre suas primeiras impressões sobre o campus.
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  O ambiente era descontraído e amigável, e a comida estava incrivelmente saborosa. A amizade de longa data entre eles tornou a noite ainda mais especial.
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  Depois do jantar, eles se ofereceram para lavar a louça juntos. cuidadosamente enxaguou e entregou as peças para , que as secava e guardava nos armários. Trabalhando em equipe, eles se moviam com harmonia, como se estivessem dançando juntos na cozinha.
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  Enquanto lavavam a louça, os olhares se encontraram ocasionalmente, e eles trocaram sorrisos cúmplices. A proximidade e a camaradagem entre eles eram evidentes. Após a lavagem da louça, eles se acomodaram no sofá e ligou a Tv.
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  - Acho que já vou! – Ele resolveu se pronunciar quando a amiga sumiu pelo corredor que dava aos quartos e ao banheiro –
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  - Não senhor! – Ele a ouviu gritar de lá. – Você vai ficar para assistirmos um filme!
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   engoliu seco e se levantou do sofá de forma automática. Não! Aquilo não seria nada, nada bom para seus planos de esquecê-la!
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   apareceu novamente, agora com um olhar manhoso e um biquinho nos lábios, como se fosse impossível resistir ao seu pedido.
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  - , eu realmente não gosto de ficar sozinha até dar sono… – ela disse, com uma voz doce e uma expressão irresistível. – E você sabe como somos bons em escolher filmes juntos, não é? Por favor, fica!
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   não conseguia dizer não àquela carinha encantadora. Ele concordou com um sorriso e voltou a se acomodar no sofá, os dois se cobriram com cobertores e escolheram o filme juntos.
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  Conforme o filme começava, se deitou no peito de , e ele aconchegou-se, passando um braço sobre seus ombros. Em um momento de silêncio entre eles, começou a acariciar o rosto de com a mão suave.
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  O rapaz correspondeu, deslizando a mão pelas costas da moça, enquanto assistiam ao filme. A atmosfera era tranquila e confortável, mas o coração de estava acelerado com a proximidade e a intimidade da situação.
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  Enquanto assistiam ao filme, os olhares se encontraram mais uma vez, e eles trocaram sorrisos cúmplices. não conseguia deixar de pensar nos sentimentos que haviam ressurgido durante a noite e na paixão que ele havia mantido em segredo por tanto tempo.
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  O filme continuava a se desenrolar diante deles, mas os pensamentos do rapaz estavam em outro lugar… se perguntava como conseguiria se afastar de quando a proximidade entre eles pareceu ter aumentado. Os sentimentos que ele havia mantido em segredo por tanto tempo agora estavam começando a emergir, e ele estava confuso sobre o que fazer a respeito.
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  Os olhares deles se encontraram novamente, e não conseguia deixar de notar a expressão calorosa e afetuosa nos olhos de . Era um olhar que o fazia questionar todas as promessas que havia feito a si mesmo sobre esquecê-la. No escuro do apartamento, a incerteza sobre o que o futuro reservava pairava no ar, e se sentiu cada vez mais perdido em seus pensamentos confusos.
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Capítulo Dois

  - Uma festa? – Ele piscou algumas vezes.
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   passeou os olhos por ela que estava vestida numa calça de couro prateada e um cropped trançado do, mesmo tecido, só que preto e de mangas meio rasgadas, deixando o braço dela quase todo à mostra ao invés de tampá-los. Quando ela piscou mais devagar, reparou que a sombra dela combinava perfeitamente com a calça prateada e ele pareceu ficar um pouco tonto quando ela sorriu e depois gargalhou, o empurrando para dentro de seu próprio apartamento com as mãos em seu peito.
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  - Tá malhando, ? Tá fortinho, hein? – Ela deu um tapinha em seu peito e fez ele ficar vermelho antes de gargalhar de volta para ela. – Te dou quinze minutos para ficar pronto!
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  - Eu não vou, ! – se jogou no sofá pegando o controle remoto.
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  A moça rapidamente tomou o controle das mãos do amigo e jogou no outro sofá.
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  - , por Deus! – ela exclamou com um toque de frustração. – Você ficou enfiado nesse apartamento a semana inteira estudando, recusou todos os meus convites, a gente nem se viu a semana toda! Não senhor, nós dois vamos a essa festa sim!
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  O rapaz olhou para , debatendo internamente. Ele sabia que se cedesse, estaria mais uma vez se aproximando dela, o que poderia ser perigoso para seu coração, mas ao mesmo tempo, não podia negar a atração que ainda sentia por ela.
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  Os pensamentos de oscilaram entre o desejo de ficar longe e a vontade de estar ao lado de . Por fim, ele suspirou e concordou.
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  - Tudo bem, ! Vou me arrumar… – disse, resignadamente sabendo que, de alguma forma, ela sempre conseguia fazê-lo ceder.
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***

  A noite estava agradável quando e chegaram à casa onde ocorria a festa da faculdade. A música pulsava pelo ambiente, e risos e conversas animadas preenchiam o ar. O local estava decorado com luzes coloridas, criando uma atmosfera festiva.
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   segurou o braço de , ansiosa para aproveitar a festa, e eles começaram a circular pelo ambiente. O rapaz observou as pessoas e tentou se manter afastado daquelas que poderiam mexer com seus sentimentos.
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  Em meio à multidão ele avistou Noah, seu novo amigo da faculdade. Noah era alto, de cabelos escuros e olhos amigáveis. Ele acenou para e, com ao seu lado, se aproximou do amigo.
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  - ! Que bom que você veio! – cumprimentou Noah com um sorriso caloroso, os dois apertaram as mãos.
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  - Oi, Noah! Essa é minha amiga, ! – apresentou.
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   sorriu e cumprimentou o outro, depois fez uma piadinha de forma amigável:
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  - Então, você conseguiu fazer um amigo, ? – provocou ela, com um sorriso travesso. – Pensei que você fosse o mais tímido da turma!
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  Noah riu da brincadeira da moça, e a conversa entre os três fluiu de forma descontraída. , ainda tentando manter seus sentimentos em xeque, estava grato pela presença de Noah como um novo amigo na faculdade.
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   sorriu levemente diante da provocação de , consciente de que sua timidez era notória.
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  - Bem, eu tive sorte de conhecer o Noah aqui. Ele é um cara legal e a gente tem conversado bastante na faculdade! – explicou, tentando parecer descontraído.
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  Noah acrescentou com um sorriso amigável:
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  - É verdade, . Às vezes, é bom sair da minha concha e conhecer pessoas incríveis como o !
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  Até que os olhos de se encontraram com os de Michael e então ela empalideceu levemente, segurando-se no ombro de , que olhou para ela preocupado:
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  - O que foi? – Instintivamente a mão dele foi parar no quadril da amiga.
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  - O Michael! – ela sussurrou contra o ouvido dele. – Vamos pegar uma bebida antes que ele me alcance!
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  - Quem é Michael? – perguntou em vão enquanto era arrastado pela moça.
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  Enquanto se afastavam rapidamente da área onde o tal Michael estava, e se dirigiram à cozinha para pegar suas bebidas. A moça começou a explicar a situação para , com um toque de frustração em sua voz.
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  - Então, esse é o Michael: – começou ela, desviando o olhar para verificar que ele não estava por perto. – Ele é o ex-namorado de uma das amigas que fiz no curso! Ele não entende que não quero nada com ele e insiste em dar em cima de mim… Um completo babaca!
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   olhou para com compreensão. Ele sabia o quanto situações como aquela podiam ser desconfortáveis, e estava grato por estar ali para ajudá-la.
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  - Eu entendi… – disse o rapaz com empatia. – Não se preocupe, estamos juntos nisso! Se ele continuar incomodando, me avise, e eu vou te ajudar a lidar com ele, ok?
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   sorriu, grata pela preocupação de . Eles pegaram suas bebidas e, juntos, voltaram à festa, determinados a aproveitá-la ao máximo e a não deixar que nada ou ninguém atrapalhasse o divertimento daquela noite.
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  Enquanto Noah, e estavam aproveitando a festa, Emma e Abigail, as amigas da moça, finalmente chegaram ao local. Elas eram tão animadas quanto e compartilhavam a empolgação de começar a faculdade.
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  Quando Emma e Abigail encontraram , e Noah, suas expressões se iluminaram com sorrisos calorosos. Abigail, em particular, parecia encantada ao ver . Ela não conseguia tirar os olhos dele e imediatamente quis se apresentar.
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  - ! – exclamou Emma, abraçando sua amiga. – Que ótimo te encontrar aqui!
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  - Ei, pessoal! – Abigail cumprimentou todos, mas se aproximou de e estendeu a mão, seu sorriso radiante. – Sou Abigail, é um prazer conhecê-lo…
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  , lisonjeado com a recepção calorosa, apertou a mão de da moça e sorriu.
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  - O prazer é todo meu, Abigail! Sou o e este é o Noah! – Ele apontou para o amigo.
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  Os três começaram a conversar, compartilhando histórias sobre a faculdade e a festa. Abigail, embora educada e amigável com todos, continuava a lançar olhares discretos na direção de , e sua atração por ele não passou despercebida por , que esboçou um sorriso divertido.
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  Conforme a noite avançava, começou a se sentir um pouco desconfortável na festa. Ele olhou ao redor e notou que Abigail ainda estava lançando olhares furtivos em sua direção. Isso o deixou um pouco inquieto, e ele se perguntou se deveria sair da festa antes que a situação ficasse ainda mais complicada.
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   percebeu a expressão preocupada do amigo e se aproximou dele com um olhar curioso.
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  - Tudo bem, ? Você parece um pouco distraído… – Observou .
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  O rapaz hesitou por um momento, mas depois decidiu compartilhar sua preocupação:
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  - É que Abigail parece estar me olhando de um jeito estranho… – admitiu ele, falando em voz baixa. – E eu não quero criar problemas aqui!
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   riu suavemente e colocou a mão no braço de .
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  - Não se preocupe, ! É só coisa da sua cabeça. Abigail é simpática com todo mundo, é só o jeito dela! E eu já disse a ela o quanto você é tímido, então talvez ela só queira conhecê-lo melhor…
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  Ele ainda parecia incerto, mas a amiga não desistiu:
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  - Fique mais um pouco, por favor! – Insistiu com um sorriso. – Vai ser divertido, prometo!
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   finalmente cedeu, impressionado com a persuasão da amiga. Ele concordou em ficar mais um tempo na festa, mas seu coração continuava dividido entre sua timidez e o desejo de passar mais tempo com e seus amigos.
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  Enquanto estava distraído conversando com Abigail e Noah e os três saíam para buscar mais bebidas, Michael aproveitou a oportunidade para se aproximar de . Ele estava determinado a reconquistar sua ex-namorada, Abigail, e acreditava que aquela festa era o momento perfeito para tentar.
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  Quando Michael se aproximou, se sentiu desconfortável, mas não queria criar um problema na frente de todos. Ela tentou ser educada, mas ficou aliviada quando viu retornando à festa com bebidas em mãos.
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   notou imediatamente a expressão de desconforto no rosto de quando ele voltou. Ele se aproximou dela e a abraçou de forma protetora, lançando um olhar frio em direção a Michael:
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  - , você está bem? – perguntou ele com preocupação genuína.
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  A moça assentiu, grata pela chegada do amigo e ele estava determinado a ajudá-la. sorriu para e ofereceu a mão.
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  - Vamos lá, … Vamos mostrar a todos que estamos nos divertindo! – disse, indicando a pista de dança.
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   sorriu, aliviada, e aceitou a mão do amigo. Os dois se dirigiram à pista de dança, e assim que chegaram lá, o DJ trocou a música para uma lenta e romântica. sentiu-se protegida e grata por ter ao seu lado naquele momento.
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  Enquanto dançavam coladinhos, aproveitou a proximidade com seu melhor amigo, sentindo-se segura e amparada por ele. Seus sentimentos naquele momento eram de gratidão por ter alguém tão confiável como ao seu lado.
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  No entanto, tinha emoções conflitantes. Ele sentia a paixão reprimida que nutria pela amiga há anos surgindo novamente, e aquele momento íntimo na pista de dança apenas reforçava seus sentimentos. Ele tentou reprimir seus desejos, mas era difícil não se deixar levar pela proximidade e pela dança romântica com a mulher que ele amava em segredo.
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  Na pista de dança, sob a luz suave do ambiente e a melodia lenta e romântica preenchendo o ar, e se moviam em harmonia. mantinha uma das mãos na cintura de , enquanto a outra segurava a mão dela delicadamente. Seus corpos estavam próximos, quase colados, e a dança era lenta e até íntima.
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  Enquanto dançavam, sentia o calor do corpo de e o doce aroma de seu perfume. Cada movimento da dança era carregado de tensão e emoção reprimida. Ele tentava focar apenas na amizade deles, mas era difícil ignorar o desejo que sentia por ela. Os olhos de estavam fixos nos dela, e ele podia ver a confiança e a gratidão nos olhos de . No entanto, o que via como amizade e proteção, via como paixão reprimida e desejo.
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  Os sentimentos de eram intensos e conflitantes. Ele sabia que precisava manter sua paixão em segredo, mas, naquele momento, enquanto dançava com , era difícil conter as emoções. Cada passo, cada movimento, cada olhar compartilhado os aproximava ainda mais, e se via perdido em sua paixão por .
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  Enquanto continuavam a dançar na pista lenta e romântica, se inclinou levemente para o ouvido de , aproveitando a música suave que tocava ao fundo:
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  - , muito obrigada por me ajudar com o Michael. Você é um verdadeiro amigo! – sussurrou ela, sua voz repleta de gratidão –
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   sorriu e acenou com a cabeça, seu coração aquecido pelas palavras de . Antes que ele pudesse responder, a música na pista voltou a ficar agitada, e eles se separaram um pouco, ainda dançando, mas agora em um ritmo mais animado.
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  Nesse momento, seus amigos – Noah, Emma e Abigail – se juntaram a eles na pista de dança, e a noite continuou com risos, dança e diversão. tentou manter a amizade em primeiro plano, mas não podia ignorar os sentimentos intensos que nutria por , e a noite parecia trazer ainda mais desafios emocionais.
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***

  Durante o restante da noite, a festa continuou animada, com dança, música e risos. , no entanto, estava aproveitando a festa de forma um pouco mais intensa do que o habitual. Ela estava se soltando e experimentando diferentes bebidas, e o resultado foi que ela acabou tomando seu primeiro porre.
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  Preocupados com o estado de , , Noah, Emma e Abigail decidiram cuidar dela e garantir que ela estivesse segura durante a festa. Eles a mantiveram hidratada, ajudaram-na a se equilibrar e a garantir que ela não se envolvesse em nenhuma situação desconfortável.
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  Quando a festa finalmente chegou ao fim, percebeu que estava um pouco desorientada e não conseguia encontrar a chave de seu apartamento. Com sua preocupação aumentando, ele decidiu levá-la para seu próprio apartamento, onde ela poderia descansar em segurança.
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  A noite havia se transformado em uma experiência inesperada para todos, e se encontrou cuidando de de uma maneira que nunca imaginou!
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  Quando saiu do banho e entrou em seu quarto, ele encontrou deitada em sua cama, vestindo uma de suas camisetas. Seu coração deu um salto enquanto observava a visão. Ela parecia tão serena e vulnerável ali, e algo dentro dele se agitou.
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  Ele se aproximou da cama e se deitou ao lado dela. Seus olhos se encontraram e piscou sonolenta, olhando para ele com carinho. Era um momento tão íntimo e especial que se viu incapaz de resistir a compartilhar o que estava pensando:
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  - Esses seus olhos poderiam engolir estrelas, galáxias e universos… Que esperanças eu posso ter? – murmurou ele, sua voz cheia de emoção.
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   sorriu levemente, mas seus olhos começaram a se fechar, e logo ela adormeceu, mergulhando em sonhos que não podia compartilhar. Enquanto a observava dormir, ele se perguntou sobre o que o futuro reservava para os dois e como ele poderia lidar com os sentimentos que cresciam dentro dele a cada dia.
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Capítulo Três

   colocou as mãos sobre o rosto assim que abriu os olhos, a cabeça dela latejava sem parar e a boca estava seca como se ela não bebesse água há dias! Depois de olhar ao redor com os olhos semicerrados tentando reconhecer onde estava, ela se sentou na cama ainda meio zonza.
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   estava na cozinha, encostado no fogão enquanto preparava o que achava ser, pelo cheiro, panquecas. , mesmo com a cabeça latejando como nunca, sorriu ao observar o melhor amigo lá, cozinhando. Ele era tão precioso!
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  - Bom dia, dorminhoca! Como você está se sentindo? – disse , virando-se para olhá-la com um sorriso gentil.
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  A moça piscou algumas vezes, tentando focar no rosto do amigo.
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  - O que aconteceu ontem à noite? – perguntou ela, franzindo a testa.
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  - Você bebeu um pouco além da conta na festa. Nada demais, apenas um porre épico. Eu e os outros cuidamos de você, e agora estamos aqui, prontos para um café da manhã revigorante! – explicou , entregando à uma xícara de café.
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   pegou a xícara com as mãos trêmulas e deu um gole, sentindo o calor revigorante da bebida.
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  - Obrigada por cuidar de mim, . Você sempre esteve lá quando eu precisei – disse ela, olhando nos olhos do rapaz com gratidão.
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  - Sempre, ! Amigos cuidam um do outro, não é? Agora, coma um pouco e recupere suas energias! – sorriu, passando um prato com panquecas na direção dela.
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  Os dois passaram a manhã conversando, rindo e compartilhando o café da manhã. se sentia grata por ter alguém tão especial como ao seu lado. Mesmo com a ressaca insistente, aquele momento simples na cozinha se tornou um desses instantes que fortalecem laços de amizade e tornam as manhãs especiais.
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***

  No dia seguinte, os dois se encontraram no corredor e o abraçou com força, fazendo o cheiro dela impregnar em seus pulmões. Hoje era um daqueles dias em que os dois, além de irem juntos para a faculdade, dividiriam uma aula.
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  No caminho dos dois para o prédio sinuoso da faculdade, , é claro, falava sem parar sobre diversos assuntos, e se perguntava como ela podia ter tantas pautas para conversar às sete e meia da manhã.
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  Ao chegarem à faculdade, encontraram Noah no pátio, que se juntou a eles para o percurso até o auditório. continuava tagarelando animadamente e notou que Noah parecia se divertir com a energia contagiante dela.
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  Dentro do auditório, e encontraram Abigail e Emma. Abigail acenou animadamente para eles, mas percebeu que os olhares de Emma não eram tão discretos quanto ela achava. Havia algo em seu olhar que o incomodava, mas ele tentou não dar muita importância.
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  Durante a aula, se concentrou no conteúdo, mas de vez em quando, notava o olhar de Emma sobre ele. Aquilo o deixava desconfortável, mas ele tentava manter a atenção na aula. Ao final da mesma, os cinco saíram juntos do auditório e esperava que o restante do dia transcorresse sem muitos contratempos.
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  - Vamos almoçar aqui na faculdade mesmo? Por que a gente não vai, sei lá, num shopping? – propôs Emma.
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  A sugestão da moça foi prontamente aceita e o grupo dirigiu-se ao shopping nas proximidades da faculdade. Ao chegarem lá, decidiram explorar as opções de restaurantes disponíveis.
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  Enquanto percorriam as opções, percebeu que Emma estava interessada em experimentar algo novo. Eles acabaram escolhendo um restaurante de culinária asiática, e, para surpresa de , Emma revelou que também adorava esse tipo de comida.
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  Durante o almoço, e Emma compartilharam risadas e descobriram uma paixão em comum por pratos específicos do cardápio. A conexão entre eles estava crescendo, mas o rapaz, apesar de apreciar a amizade de Emma, não conseguia evitar as lembranças e sentimentos em relação a , que permaneciam presentes em seu coração.
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  Depois do almoço, o grupo decidiu explorar o shopping. percebeu que Emma estava ao seu lado e eles começaram a conversar sobre diferentes assuntos, descobrindo mais sobre seus gostos e interesses. , que caminhava à frente com Noah e Abigail, ocasionalmente olhava para trás e notava a interação entre e Emma.
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  A atmosfera era leve, e o shopping proporcionava um ambiente descontraído para agradáveis conversas. e Emma compartilharam histórias engraçadas, descobriram mais sobre suas vidas e perceberam algumas afinidades surpreendentes.
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  Enquanto o passeio continuava, começou a perceber que as trocas de olhares entre seu amigo de infância e Emma eram mais frequentes, e uma pequena insegurança começou a surgir e estava atenta a cada detalhe.
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  Ao saírem do shopping, o grupo se dispersou, cada um seguindo seu caminho. e começaram a caminhar de volta para o apartamento em silêncio, algo incomum para os dois. Normalmente, era a tagarela do grupo, mas naquele momento ela parecia perdida em pensamentos.
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  O rapaz lançou olhares furtivos para a amiga, notando a expressão pensativa em seu rosto. Ele sabia que algo estava diferente, mas não conseguia identificar exatamente o que era. Tentou quebrar o silêncio:
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  - , está tudo bem? Você parece quieta – perguntou ele com preocupação.
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  A moça olhou para ele, seus olhos revelando uma mistura de emoções. Por um momento, ela hesitou antes de responder:
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  - , você já sentiu que algo está mudando, mas não consegue entender exatamente o quê?
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   franziu a testa, surpreso pela revelação de . Aquelas palavras ressoaram em seus próprios pensamentos, refletindo a mudança sutil que ele também havia percebido nas interações entre eles e, agora, com Emma.
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  - Sim, , eu sinto isso também… – admitiu, seu tom refletindo uma sinceridade compartilhada.
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  O silêncio entre eles persistiu, carregado de uma tensão não dita. O caminho de volta para o apartamento tornou-se uma jornada silenciosa, onde ambos estavam imersos em suas próprias reflexões sobre o que estava acontecendo entre eles e como as dinâmicas haviam se alterado.
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***

  No meio da noite, foi despertado pelo som suave de batidas na porta. Sonolento, ele se dirigiu à porta, surpreendido ao encontrar parada no corredor. Seus olhos estavam cansados, mas havia uma determinação em seu olhar.
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  - , o que aconteceu? – perguntou ele, preocupado, enquanto a deixava entrar.
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   esboçou um sorriso fraco e desculpou-se por incomodá-lo. , sem hesitar, a convidou para entrar. No pequeno apartamento, a luz da lua filtrada pelas cortinas criava uma atmosfera tranquila.
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  - Eu estava com fome… e, bem, eu estava pensando, eu poderia pegar um lanche emprestado? – pediu , com um olhar tímido.
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   assentiu, indo até a cozinha. Ele pegou um lanche que havia pedido para entrega e o dividiu com a amiga. Sentaram-se no sofá, compartilhando o silêncio confortável.
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  Enquanto mordiscavam seus lanches, quebrou o silêncio com uma pergunta inesperada:
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  - , você já percebeu que a Emma parece estar interessada em você?
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  A pergunta da moça pegou-o de surpresa. Ele não estava esperando abordar esse assunto tão diretamente, especialmente no meio da noite, no entanto, decidiu ser honesto:
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  - Bem, , talvez haja algo, mas eu não tenho certeza. Às vezes é difícil interpretar essas coisas!
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   assentiu, parecendo contemplativa. O silêncio retornou, mas dessa vez estava carregado com a complexidade de emoções não ditas. Eles continuaram a compartilhar o lanche na tranquilidade da noite, cada um imerso em seus próprios pensamentos sobre as mudanças que estavam ocorrendo em suas vidas.
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  Nos dias que se seguiram, a dinâmica entre , , e Emma se tornou mais evidente. As aulas, as conversas e os momentos juntos criavam uma teia complexa de emoções. percebia os olhares de Emma, por vezes carregados de significado, enquanto , por sua vez, observava atentamente essas interações.
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  Uma tarde, os cinco estavam estudando juntos na biblioteca da faculdade. O clima tenso flutuava no ar, mas todos tentavam manter uma atmosfera de normalidade. Quando a biblioteca fechou, decidiram continuar o estudo no apartamento de .
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  O apartamento estava silencioso, cada um imerso em seus próprios pensamentos. , sentindo a tensão, decidiu quebrar o gelo:
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  - O que vocês acham de pedirmos pizza? – sugeriu ele, tentando descontrair o ambiente.
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   concordou, parecendo aliviada pela sugestão. Emma também assentiu, mas percebeu um lampejo de decepção em seus olhos.
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  Enquanto esperavam pela pizza, a conversa fluía de forma descontraída, mas a tensão ainda pairava. A chegada da pizza trouxe um alívio momentâneo, todos se concentrando na refeição.
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  Após a pizza, decidiram assistir a um filme para relaxar. se viu no meio de um dilema, sentando-se no sofá entre e Emma. parecia à vontade, enquanto Emma estava visivelmente mais nervosa.
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  Ao longo do filme, se recostou confortavelmente, parecendo mais interessada na trama do que nas dinâmicas sutis ao seu redor. Emma, por outro lado, mal conseguia disfarçar seu nervosismo, lançando olhares ocasionais na direção do rapaz.
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  Quando o filme terminou, sugeriu:
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  - Acho que já está ficando tarde. Precisamos nos preparar para a aula de amanhã.
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  Os três se despediram, cada um seguindo para seu próprio apartamento. sentia o peso da situação, tentando compreender a complexidade das relações que estavam se formando entre ele, e Emma.
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  A noite se arrastou e se viu refletindo sobre a crescente tensão entre o trio. O dilema emocional estava longe de ser resolvido, e o caminho à frente parecia cada vez mais incerto.
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  Nota da autora: Eu metendo a cultura asiática mesmo quando a fanfic não é de K-pop, por que eu sou assim? haha Espero que estejam gostando <3

Capítulo Quatro

  Calmamente sentado em um dos bancos dispostos pelo campus ele lia seu livro “O verdadeiro valor de TI – de Richard Hunter e George Westerman”. Hoje ele havia saído mais cedo de casa, não dando tempo de aparecer. Estava decidido a esquecê-la e infelizmente para isso, ele precisava se afastar dela o máximo que conseguisse.
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   estava absorto em sua leitura quando notou a presença de ao longe. Ela se aproximava com um sorriso animado, acenando para chamar sua atenção. No entanto, ao se aproximar, a moça percebeu imediatamente a mudança na atitude do amigo.
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  - Oi, ! Como vai o dia? – cumprimentou ela, tentando manter o tom animado.
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  , por outro lado, respondeu de maneira mais fria e distante do que o habitual. Seus olhos encontraram os dela, mas havia uma certa reserva que não passou despercebida por .
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  - Oi, . O dia está indo… – respondeu ele, desviando o olhar de volta para o livro.
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  A mulher franziu o cenho, percebendo a mudança sutil, mas palpável no comportamento do amigo. Ela se sentiu momentaneamente desconcertada, tentando entender o que havia acontecido. No entanto, decidiu não pressionar naquele momento, dando a o espaço que parecia desejar. Mesmo assim, a sombra da confusão pairava sobre ela enquanto se afastava, acenando mais uma vez antes de se afastar, deixando mergulhado em seus próprios pensamentos.
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  Sentindo-se intrigada e um pouco machucada pela mudança de atitude de , decidiu desabafar com Abigail. As duas se encontraram em um café aconchegante no campus da faculdade.
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  - Abigail, eu não entendo o que está acontecendo com o … Ele está tão estranho esses dias… – confessou, mexendo seu café sem muita vontade.
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  Abigail, que conhecia a relação entre e , franziu a testa e expressou sua preocupação.
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  - Estranho? Como assim? Vocês sempre foram tão próximos. – Abigail olhou para a amiga com curiosidade.
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  - Ele estava mais frio, distante. Parece que algo mudou entre nós, mas eu não faço ideia do que pode ter acontecido. – suspirou, sentindo-se desorientada.
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  Abigail, então, tentou acalmar a amiga:
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  - Talvez ele esteja passando por alguma coisa! Você sabe como os homens são às vezes, guardando tudo para eles mesmos… Deve ter uma explicação, amiga!
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  Mesmo que as palavras de Abigail trouxessem algum conforto, não conseguia ignorar a sensação de desconexão que agora pairava sobre sua amizade com . O mistério só aumentava, deixando-a com um sentimento de inquietação.
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  Será que ela deveria tentar conversar com ele?
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***

  Durante o almoço, Emma e trocaram histórias sobre suas vidas, compartilharam risadas e descobriram interesses em comum. A conversa fluiu de maneira natural e aos poucos foi se abrindo, esquecendo momentaneamente as preocupações que o assombravam.
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  No entanto, em algum momento da conversa, os olhos de Emma encontraram os dele de uma maneira que não passou despercebida por , que observava de longe. Uma pontada de desconforto a atingiu, mas ela tentou ignorar, convencendo-se de que era apenas fruto de sua imaginação.
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  Após o almoço, se despediu de Emma com um agradecimento sincero pela agradável companhia. Enquanto ele se afastava, se aproximou, tentando disfarçar qualquer vestígio de incerteza em seu rosto.
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  - Ei, . Como foi o almoço? – perguntou ela casualmente, embora seu coração batesse um pouco mais rápido do que o normal. – Vi que almoçou com a Emma…
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   olhou para a moça, percebendo que ela estava tentando agir normalmente. Ele sorriu, mas havia uma cautela em seu olhar.
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  - Foi bom… Emma é uma pessoa legal – respondeu ele, sem entrar em detalhes.
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   forçou um sorriso, mas algo dentro dela começou a incomodar. A sombra da dúvida se instalou em sua mente enquanto os dois se afastavam do refeitório. tentou manter a conversa leve, procurando uma distração para dissipar o desconforto que se instalara entre eles.
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  - Ei, , você ouviu falar da festa que a fraternidade está organizando este fim de semana? – perguntou, esperançosa de mudar o clima.
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  O rapaz ponderou por um momento antes de responder, mantendo o tom casual:
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  - Ah, sim, ouvi falar! Provavelmente não vou, tenho algumas coisas para terminar de ler e… – Ele hesitou por um breve instante. – …bem, não sou muito fã desse tipo de festa, você sabe.
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   assentiu, compreendendo. No entanto, ela não pôde deixar de notar que algo havia mudado na dinâmica entre eles. Uma barreira sutil, mas perceptível parecia ter se erguido, separando-os de uma maneira que ela não conseguia entender completamente.
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***

  Enquanto , Abigail e Emma conversavam animadamente na festa da fraternidade, elas ficaram surpresas ao ver entrar no local acompanhado por Noah. O olhar de encontrou o delas e ele ofereceu um aceno casual antes de se juntar ao grupo.
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  Abigail foi a primeira a reagir, soltando um comentário brincalhão:
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  - Olha só quem decidiu aparecer e até trouxe companhia! – disse ela, rindo.
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  Emma se juntou à brincadeira:
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  - Noah, você já é da turma agora! – falou com um sorriso.
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   observava a cena com um misto de surpresa e curiosidade. , normalmente reservado em eventos sociais desse tipo, parecia mais à vontade na presença de Noah. Ela se perguntou o que havia mudado e por que ele estava agindo de maneira tão diferente ultimamente… Talvez devesse conversar com ele, não?
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   e Emma se dirigiram à área onde as bebidas eram servidas, e enquanto pegavam suas escolhas, começaram a conversar sobre livros. Emma demonstrou um interesse genuíno nos gostos literários do rapaz, perguntando sobre seus autores favoritos e os últimos livros que ele havia lido.
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  , surpreendido pela empolgação da moça em discutir literatura, começou a compartilhar suas recomendações e pensamentos sobre diversos livros. A conversa fluía naturalmente e a conexão entre eles crescia à medida que descobriam interesses em comum.
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  , observando de longe, sentia uma pontada de desconforto ao ver o amigo de infância tão envolvido em uma conversa com Emma. Essa situação alimentava sua insegurança e incertezas sobre a mudança no comportamento de recentemente.
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  Enquanto e Emma desfrutavam de uma conversa animada sobre livros, e Abigail perceberam a dinâmica entre eles. Abigail, sempre atenta aos detalhes, notou a expressão pensativa no rosto de .
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  - , está tudo bem? Você parece meio distraída… – perguntou, inclinando-se para sussurrar.
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  A moça balançou a cabeça, tentando afastar os pensamentos negativos.
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  - Está tudo bem, Abby. Só estou cansada, acho…
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  Abigail olhou em direção a e Emma, percebendo a conexão entre os dois.
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  - Você notou que o está se dando bem com a Emma, não é?
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   assentiu, não conseguindo evitar um aperto no peito.
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  - Sim, eu percebi. Mas é só porque eles compartilham o gosto por livros.
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  - Não sei… parece mais do que isso. – Abigail observou, preocupada.
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   forçou um sorriso.
  - Abby, não se preocupe. Eu e o somos melhores amigos. Nada vai mudar isso!
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  Enquanto a noite continuava, lutava contra seus próprios sentimentos, tentando convencer a si mesma de que a amizade entre ela e permaneceria inalterada. No entanto, a sombra da dúvida persistia.
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   e Emma observavam Noah, que parecia se divertir flertando com uma moça na festa. O ambiente estava animado e a música preenchia o ar enquanto eles conversavam.
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  - Noah está mesmo se divertindo! Ele parece conhecer muita gente por aqui… – comentou Emma, dando um gole na bebida.
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   concordou, observando Noah com um sorriso.
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  - Sim, ele sempre foi assim, sabe? Extrovertido, fazendo amizade com todo mundo.
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  - E você, ? Como está sua vida amorosa? – Emma perguntou de repente, olhando diretamente nos olhos dele.
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   se sentiu um pouco surpreso com a pergunta direta. Ele hesitou por um momento antes de responder:
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  - Ah, eu… não estou realmente pensando nisso agora. Estou mais focado nos estudos, sabe?
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  Emma sorriu, parecendo intrigada.
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  - Sério? Um cara tão legal como você deveria estar aproveitando a vida amorosa. Não tem ninguém que chame sua atenção?
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  O rapaz sentiu um desconforto leve, não querendo entrar em detalhes sobre seus sentimentos por .
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  - Bem, acho que ainda não encontrei alguém que me faça pensar assim. Mas quem sabe, né?
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  Emma parecia satisfeita com a resposta e voltaram a observar a festa, mas sentiu que havia algo mais nas entrelinhas daquela conversa. Enquanto tentava se concentrar na festa, sua mente continuava voltando para os sentimentos complicados que guardava.
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  A noite continuava animada na festa com risos, música alta e movimento constante. e Emma permaneciam lado a lado, aproveitando a companhia um do outro. Noah, por sua vez, parecia ter encontrado uma boa conexão com a moça com quem flertava, e o grupo seguia se divertindo.
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  , observando de longe, sentiu um aperto no peito ao ver o melhor amigo e Emma juntos. Um misto de emoções a invadiu, mas ela tentou disfarçar enquanto conversava com Abigail e outros conhecidos.
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  Enquanto isso, e Emma continuavam a trocar ideias e risadas. A sintonia entre eles era notável e começava a se surpreender com o quão fácil era estar na companhia de Emma. A noite seguia seu curso, mas sentia uma sombra de confusão pairando sobre seus pensamentos.
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  - Ei, , me dê uma recomendação incrível de um livro lido esse ano? – perguntou Emma, puxando o assunto livros de novo.
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  , que adorava falar sobre leitura, iluminou-se com a pergunta. Os dois começaram a compartilhar recomendações, discutindo autores favoritos e histórias marcantes. Essa conversa se tornou um refúgio temporário para o rapaz, permitindo-lhe esquecer as complexidades de sua vida amorosa.
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  A festa continuava, e o grupo se envolveu em diversas atividades. No entanto, os caminhos de e permaneciam distantes naquele momento, ambos imersos em seus próprios pensamentos e sentimentos.
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  , discretamente, afastou-se do grupo por um momento para observar de longe. Ela estava no meio da pista de dança, entregando-se à música com uma energia contagiante. Seus movimentos eram graciosos e um sorriso radiante iluminava seu rosto.
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  Enquanto a observava, não pôde deixar de se perguntar como ela conseguia ser tão vibrante e cheia de vida. Um sentimento misto de admiração e saudade o envolveu. parecia estar realmente se divertindo e isso trouxe à tona lembranças de outros momentos em que compartilharam alegrias juntos.
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  Apesar de estar feliz por vê-la aproveitando a festa, uma parte de também se sentia nostálgica e, talvez, um pouco melancólica. Ele se perguntava se as coisas poderiam voltar a ser como antes ou se ambos estavam destinados a trilhar caminhos separados.
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  A noite na festa continuou com animação e descontração. , ainda que inicialmente relutante, acabou cedendo aos apelos de Emma e os dois se encontraram dançando na pista. Ela o arrastou com entusiasmo e os dois compartilharam risadas e movimentos sincronizados.
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  Enquanto isso, observava de longe, seu olhar oscilando entre a diversão de com Emma e a saudade de tempos passados. A música pulsava, as luzes cintilavam e a atmosfera era de celebração, mas, no fundo, sentimentos complexos se entrelaçavam na mente de cada um deles.
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  No caminho de volta para o prédio dos apartamentos, um silêncio tenso pairava entre e . Cada passo ecoava a complexidade dos sentimentos que os envolviam naquela noite agitada. , mesmo se divertindo na festa, sentia uma pontada de melancolia ao ver dançando com Emma. Seu coração estava dividido entre a alegria da amizade deles e a sombra do que parecia perdido.
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  Por outro lado, , enquanto dançava com Emma, tentava se envolver no momento presente, mas sua mente frequentemente divagava para a imagem de observando-os de longe. Uma mistura de confusão e arrependimento permeava seus pensamentos, enquanto ele se perguntava sobre as escolhas que estava fazendo.
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  Enquanto subiam juntos no elevador, a tensão entre eles era palpável. Cada andar percorrido parecia um eco dos momentos compartilhados e das palavras não ditas. Ao chegarem em seus respectivos andares, o olhar de encontrou o de por um breve instante, mas nenhum deles quebrou o silêncio. Cada um mergulhou em seus próprios pensamentos, enfrentando a complexidade dos sentimentos que a noite trouxera à tona.
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   se despediu de com um simples “Boa noite”, sentindo a necessidade de um distanciamento naquele momento. Ela entrou em seu apartamento e a porta se fechou atrás dela, criando uma barreira física que refletia a distância emocional que ambos sentiam.
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  , por sua vez, entrou em seu próprio apartamento. O ambiente estava silencioso, mas a agitação interna continuava. Ele foi para o banheiro, deixando a água do chuveiro cair sobre ele, como se quisesse lavar não apenas a poeira da festa, mas também as incertezas que o acompanhavam.
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  Ao sair do banho, o rapaz, com os cabelos ainda úmidos e sem camisa, caminhou pelo apartamento. Quando ouviu batidas na porta, seu coração deu um salto. Ao abrir, deparou-se com do outro lado.
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  - Podemos conversar? – ela pediu, seus olhos buscando os dele.
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  A tensão pairando no ar, ambos enfrentando a necessidade iminente de discutir os sentimentos que haviam emergido naquela noite tumultuada.
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Capítulo Cinco

   engoliu seco ao encarar a figura de parada do lado de fora de seu apartamento.
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  - , já está tarde! Que tal nós termos essa conversa amanhã?
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   sacudiu a cabeça com determinação, seus olhos transmitindo uma urgência que não podia ignorar.
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  - , por favor, é importante! Precisamos conversar agora… – insistiu ela, com um tom sério e decidido.
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   hesitou por um momento, sentindo a pressão do momento. Então ele deu um passo para trás, abrindo espaço para entrar. Ele sabia que adiar a conversa não faria bem para nenhum dos dois, então decidiu enfrentar o que quer que estivesse por vir naquela noite.
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   adentrou o apartamento do moreno com as mãos para trás, sentindo o peso do mundo nos ombros. Os dois se encararam e então coçou a nuca sentindo toda a coragem que tinha, desvanecendo aos poucos.
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  Ela olhou nos olhos de e respirou fundo antes de finalmente falar:
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  - … Eu não sei por onde começar.
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   assentiu compreensivamente, sentindo a tensão no ar. Ele sabia que aquela conversa poderia mudar muita coisa entre eles.
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  - Por que não começa pelo começo? – sugeriu ele, tentando parecer calmo, apesar da turbulência de emoções dentro dele –
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   ponderou por um momento, buscando as palavras certas. Ela não queria causar mais confusão entre os dois, mas sabia que precisava esclarecer as coisas entre eles.
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  - , eu tenho me perguntado… se fiz algo que te magoou de alguma forma. – Ela falou suavemente, sua expressão carregada de preocupação e incerteza –
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   abaixou o olhar por um instante, ponderando sobre como responder. Ele sabia que precisava ser sincero, mas não queria colocar em uma posição desconfortável.
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  - Não, , você não fez nada. – ele respondeu com sinceridade, erguendo o olhar para encontrar os olhos dela – Não é sobre você… É mais complicado do que isso!
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  - Complicado porque exatamente? – ela se aproximou dele com alguns passos – Se eu não fiz nada, então o que aconteceu?
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   respirou fundo, sentindo o peso da decisão que precisava tomar. Ele sabia que suas palavras poderiam machucar , mas era importante ser honesto com ela.
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  - , é melhor assim… Eu acho que precisamos nos afastar um pouco… – Ele falou com seriedade, desviando o olhar por um momento antes de continuar – Para as coisas não se complicarem mais do que já estão.
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   ficou quieta por um momento, absorvendo as palavras de . Ela sabia que ele estava certo, mas ainda assim, a dor da separação era difícil de suportar.
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  - Eu entendi… – ela murmurou, lutando para manter a compostura. – Talvez seja melhor assim, então… Mesmo que pareça confuso já que você diz que eu não fiz nada!
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   fechou os olhos por um momento, sentindo-se dividido entre a verdade e uma mentira conveniente. Ele sabia que precisava explicar melhor as coisas para , mas ao mesmo tempo, temia magoar-se ainda mais. Uma parte dele queria se proteger, enquanto outra parte sabia que a verdade era necessária para que ambos seguissem em frente.
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  Finalmente, ele decidiu optar pela mentira, convencendo-se de que era melhor para ambos. Ele abriu os olhos e encontrou o olhar de , sua expressão revelando uma mistura de confusão e tristeza.
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  - … Eu… – ele engoliu em seco, sentindo o peso das palavras que estavam prestes a sair. – É complicado… Eu tenho pensado muito nas coisas ultimamente, e… Bem, eu acho que estou começando a me envolver com alguém. E eu sei que é egoísta da minha parte, mas eu não quero que a nossa amizade atrapalhe isso!
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  Ele esperou, observando atentamente a reação de . Por um breve momento, ela pareceu surpresa, mas logo recompôs sua expressão, escondendo qualquer sinal de mágoa.
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  - Entendo… – ela murmurou, forçando um sorriso – Claro, ! Eu não quero atrapalhar você…
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   se aproximou de e, com um gesto suave, depositou um beijo rápido em sua bochecha. Foi um gesto simples, mas cheio de significado, uma despedida que expressava tanto gratidão quanto resignação.
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  - Obrigada por me ouvir, . – ela disse, sua voz carregada de emoção contida – Se precisar de algo, estou aqui… Mesmo que as coisas mudem entre nós, a sua amizade sempre será importante para mim!
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  Com essas palavras, virou-se e saiu do apartamento, deixando com uma sensação de vazio no peito. Ele sabia que a mentira que acabara de contar pesaria sobre ele, mas por enquanto, parecia a escolha mais fácil.
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   ficou ali, perdido em seus próprios pensamentos, enquanto o eco do beijo de ainda pairava em sua bochecha, lembrando-o da complexidade e fragilidade das relações humanas.
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   fechou a porta de seu apartamento, sentindo um nó se formar em sua garganta. Ela se recostou contra a porta e deixou escapar um suspiro pesado. As lágrimas começaram a escorrer por seu rosto, silenciosas testemunhas de sua dor e confusão.
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  Ela caminhou até o sofá, afundando-se nele enquanto as emoções tumultuavam dentro dela. se sentia perdida, incapaz de entender completamente o que acabara de acontecer. Por que as coisas tinham que ser tão complicadas entre ela e ?
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  Apesar de seu coração partido, sabia que precisava seguir em frente. Ela se esforçaria para superar essa decepção e manteria sua amizade com da forma que fosse possível. Com um suspiro resignado, secou as lágrimas e começou a planejar como lidaria com essa nova reviravolta em sua vida.
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***

  Durante toda a semana, e mantiveram uma distância cautelosa um do outro, mesmo quando compartilhavam as aulas na faculdade. Seus cumprimentos eram meros gestos formais, e qualquer conversa era limitada e breve.
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   observava de longe, incapaz de evitar a sensação de vazio que se instalara em seu coração desde o dia em que decidiram se afastar. Ela o via interagindo com outros colegas, especialmente com Emma, e sentia uma pontada de ciúmes se manifestando dentro dela.
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  Ela observava se afastando dela, e não podia evitar a dor que sentia ao vê-lo se envolvendo com outras pessoas, especialmente Emma. Ela se questionava se era capaz de lidar com a ideia de seguindo em frente sem ele.
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  No entanto, havia um momento em que admirava ainda mais. Durante um protesto na faculdade contra testes em animais, ela o viu observando-a de longe, com um olhar de admiração e respeito. Naquele momento, ela percebeu que, apesar das dificuldades entre eles, ainda a apoiava e valorizava suas convicções.
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  Durante o protesto, estava no centro das atenções, liderando os estudantes com cartazes e palavras de ordem contra os testes em animais. Ela irradiava uma determinação e coragem que capturava a atenção de todos ao seu redor.
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  Enquanto isso, observava-a de longe, escondido entre os espectadores. Seu olhar era uma mistura de orgulho e admiração enquanto ele testemunhava a força e a convicção de em defender aquilo em que acreditava. Ele podia ver a paixão brilhando em seus olhos, e isso o tocava profundamente.
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  Apesar das tensões entre eles, naquele momento, sentia uma conexão renovada com . Ele percebeu que, independentemente das diferenças que os separavam, havia algo especial na determinação dela em lutar por suas convicções.
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  Quando o protesto terminou e os estudantes se dispersaram, encontrou o olhar de entre a multidão. Houve um momento de silêncio entre eles, onde palavras não eram necessárias. Era como se eles se entendessem mutuamente, apesar das barreiras que agora os separavam.
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   se aproximou de segurando uma prancheta com uma petição. Seus olhos ainda brilhavam com a energia do protesto enquanto ela explicava animadamente sobre o abaixo-assinado que ela e seus amigos estavam promovendo para conscientizar sobre os testes em animais.
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  - , você não vai acreditar na repercussão que o protesto está tendo! – disse , seus olhos brilhando com entusiasmo – Estamos coletando assinaturas para um abaixo-assinado contra os testes em animais, e estamos conseguindo muita adesão!
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   ouviu atentamente, admirando a paixão de pela causa.
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  - Isso é incrível, . Vocês estão fazendo um trabalho importante! – ele respondeu, genuinamente impressionado –
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  Ao final de sua explicação, estendeu a prancheta para , pedindo-lhe para assinar a petição. No entanto, sua expressão mudou quando respondeu que já tinha assinado a petição de Emma.
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  A surpresa estampada no rosto de foi evidente, mas ela rapidamente recuperou a compostura.
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  - Ah, entendi! – disse ela, tentando esconder sua decepção – Bom, obrigada mesmo assim, . Cada assinatura conta.
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  Por dentro, sentiu um aperto no peito ao ver a expressão de mudar. Ele desejou poder explicar melhor suas razões, mas sabia que era tarde demais.
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  Após o breve momento de tensão, forçou um sorriso, tentando disfarçar sua decepção. – Bem, de qualquer forma, obrigada por ouvir, ! – ela disse, recuando um passo – Acho que eu devo ir agora… Temos muito o que fazer ainda.
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   assentiu, sentindo um aperto no coração ao ver a expressão de .
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  - Claro, ! Boa sorte com o abaixo-assinado. Estou torcendo por vocês. – ele respondeu, tentando transmitir apoio genuíno –
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  Os dois se despediram com um aceno e se afastou, carregando consigo a frustração e confusão de seus sentimentos. observou-a se afastar, desejando poder consertar as coisas, mas sem saber como.
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***

   esperava por Emma do lado de fora do restaurante, sentindo-se um pouco nervoso com o jantar que tinham planejado. Ele olhou para o relógio e viu que estava alguns minutos adiantado. Respirando fundo para se acalmar, verificou se estava apresentável e ajustou o colarinho da camisa.
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  Finalmente, viu Emma se aproximando com um sorriso caloroso no rosto. Seus olhos se encontraram e sentiu um calor se espalhar por seu peito. Ele abriu um sorriso e acenou para ela, enquanto ela se aproximava.
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  - ! Que bom te ver! – disse Emma, dando-lhe um abraço amigável quando chegou perto o suficiente –
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  - Você também, Emma. Estava ansioso por este jantar… –  respondeu , retribuindo o abraço –
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  Os dois entraram juntos no restaurante, trocando pequenas conversas enquanto aguardavam para serem levados até a mesa. sentia uma mistura de nervosismo e empolgação, ansioso para passar mais tempo com Emma e conhecer melhor essa mulher que parecia despertar algo novo dentro dele.
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  Sentados à mesa, e Emma desfrutavam de uma refeição deliciosa enquanto conversavam animadamente. O clima entre eles era leve e descontraído, e sentia-se cada vez mais confortável na presença de Emma. Ela compartilhava histórias engraçadas e interessantes sobre sua vida, e não conseguia deixar de se encantar com ela.
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  Conforme a noite avançava, uma energia especial parecia pairar sobre a mesa. e Emma trocavam olhares intensos de vez em quando, cada vez mais conscientes da atração que havia entre eles. sentia seu coração bater mais rápido toda vez que seus olhos encontravam os dela.
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  Depois de terminarem o jantar, eles decidiram pedir sobremesa para prolongar o momento agradável que estavam compartilhando. Quando a sobremesa chegou, Emma inclinou-se um pouco mais para frente na mesa, sorrindo para com os olhos brilhando.
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  - , eu estou realmente gostando de passar esse tempo com você… – disse Emma, sua voz suave e calorosa –
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   sentiu um calor subir pelo seu corpo enquanto olhava para ela. Ele sabia que tinha que aproveitar o momento e expressar o que estava sentindo. Com o coração batendo forte, ele estendeu a mão sobre a mesa e segurou a mão de Emma com delicadeza.
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  - Emma, eu também estou adorando! –  disse , olhando nos olhos dela com ternura –
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  Sem pensar muito, ele se inclinou um pouco mais para frente e seus lábios encontraram os dela num beijo suave. Foi um momento cheio de emoção e promessas para o futuro. Eles se afastaram lentamente, olhando nos olhos um do outro com sorrisos radiantes.
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  … – murmurou Emma, sua voz repleta de ternura e felicidade –
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   sorriu, ele sabia que aquele momento era apenas o começo de algo especial entre ele e Emma, e mal podia esperar para ver para onde essa jornada os levaria.
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***

  Após o jantar, e Emma caminharam juntos até o apartamento dela. O ar estava fresco e agradável, e eles aproveitaram o momento para conversar mais e se conhecerem melhor. Chegando ao prédio de Emma, eles pararam em frente à porta e se entreolharam, compartilhando um sorriso cheio de significado.
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  Obrigada por essa noite, ! – disse Emma, tocando suavemente o braço dele –
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   sentiu uma onda de ansiedade percorrer seu corpo enquanto olhava para ela.
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  - O prazer foi todo meu, Emma! – respondeu ele, com um brilho nos olhos –
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  Sem pensar muito, inclinou-se para frente e depositou outro beijo nos lábios de Emma. Foi um beijo suave e cheio de promessas, selando o momento especial que compartilharam durante o jantar.
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  Quando se separaram, olhou nos olhos de Emma, sentindo-se grato por tê-la conhecido. Ele sabia que havia algo especial entre eles, algo que valia a pena explorar.
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  Com um último sorriso, deu um passo para trás e acenou para Emma antes de se virar e começar a caminhar de volta para casa. Enquanto atravessava as ruas silenciosas da cidade, pensava sobre o que o futuro reservava para ele e Emma. Ele sentia uma mistura de emoções, mas, acima de tudo, sentia-se esperançoso. Talvez, finalmente, ele estivesse pronto para deixar o passado para trás e abrir seu coração para uma nova chance com Emma.
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Capítulo Seis

   observou e Emma sentados em um dos bancos do campus conversando animadamente e então ela umedeceu os lábios e engoliu seco. Se sentiu trocada, mesmo que entendesse que a situação entre ela e e ele e Emma fossem completamente diferentes, afinal de contas e ela eram melhores amigos e o que ele estava começando a ter com Emma nada tinha a ver com amizade… não é?
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   sentiu um nó se formar em sua garganta quando percebeu que a tinha visto observando-os. Ela rapidamente desviou o olhar, tentando disfarçar sua decepção e tristeza.
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   franziu o cenho levemente ao notar a expressão de . Ele se levantou do banco onde estava com Emma e se aproximou dela.
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  - , tudo bem? – ele perguntou, sua voz carregada de preocupação.
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   forçou um sorriso e acenou com a cabeça.
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  - Sim, está tudo bem. Só estava pensando em algumas coisas… – respondeu ela, tentando soar despreocupada.
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   estudou o rosto da amiga por um momento, como se estivesse tentando decifrar seus pensamentos.
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  - Se quiser conversar sobre qualquer coisa, estou aqui – disse ele gentilmente.
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   assentiu, agradecida pelo gesto de , mas ao mesmo tempo lutando com suas próprias emoções. Ela se perguntou se algum dia seria capaz de superar a sensação de ser substituída por alguém que parecia ocupar cada vez mais espaço na vida de .
Enquanto Emma se aproximava novamente, lançou um último olhar preocupado para antes de voltar sua atenção para sua nova companhia. observou-os se afastarem juntos, sentindo-se mais sozinha do que nunca.
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  Enquanto e Emma caminhavam de mãos dadas pelo campus, tentava manter o sorriso no rosto para não preocupar Emma, mas seus pensamentos estavam longe. Ele não conseguia evitar pensar em e na expressão triste que viu em seu rosto antes.
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  Emma percebeu a mudança no semblante de e apertou levemente sua mão.
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  - Você está bem? – perguntou ela, com um tom de preocupação na voz.
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   suspirou, desviando o olhar por um momento antes de voltar a encarar Emma.
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  - Sim, estou bem. Só estava pensando em algumas coisas da faculdade! – respondeu ele, tentando parecer convincente.
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  Emma estudou o rosto de por um momento, percebendo a sinceridade em seu olhar. Ela apertou sua mão suavemente, transmitindo apoio silencioso.
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  - Se quiser conversar sobre isso, estou aqui para você! – disse ela, oferecendo conforto.
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   sorriu levemente, grato pelo gesto da moça.
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  - Obrigado – murmurou ele, sentindo-se um pouco mais reconfortado pela presença dela ao seu lado.
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  Os dois continuaram a caminhar juntos e tentou deixar suas preocupações de lado, concentrando-se no momento presente ao lado de Emma, no entanto, uma parte dele ainda estava pensando em e esperando que ela estivesse bem.
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***

  Enquanto caminhava distraída pelo campus, acabou esbarrando em um garoto, fazendo com que ambos deixassem cair seus livros. Ela se apressou em se abaixar para recolher seus pertences, murmurando um pedido de desculpas enquanto tentava juntar os livros espalhados. O garoto também se abaixou, ajudando-a a recolher os livros.
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  - Desculpe, foi minha culpa! – disse ele, com um sorriso simpático.
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   ergueu o olhar para encontrá-lo e ficou surpresa ao se deparar com seus olhos. Ela sentiu uma pontada de reconhecimento ao olhar para ele, como se já o tivesse visto antes, mas não conseguia se lembrar de onde.
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  - Não se preocupe, foi um acidente… – respondeu ela, devolvendo o sorriso enquanto pegava os últimos livros.
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  Seus olhares se encontraram novamente e ela sentiu uma estranha sensação de familiaridade ao encará-lo.
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  Eles permaneceram ali por um momento, trocando olhares enquanto seguravam os livros. Uma conexão silenciosa parecia se formar entre eles, como se houvesse algo mais do que apenas o encontro casual no campus.
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  Finalmente, o garoto quebrou o silêncio:
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  - Bem, acho que é melhor voltarmos aos nossos afazeres… – disse ele, oferecendo os livros de . Ela concordou, pegando os livros de volta.
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  - Obrigada – disse ela com um sorriso suave.
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  Enquanto se afastavam, não pôde deixar de pensar naquele breve encontro e na sensação inexplicável de familiaridade que sentiu ao olhar nos olhos do garoto.
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   adentrou a sala e avistou Emma, Abigail e algumas outras amigas conversando animadamente em um canto. Abigail notou sua chegada primeiro e, com um largo sorriso, se aproximou para abraçá-la.
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  - , que bom te ver! – exclamou Abigail, envolvendo-a em um abraço caloroso.
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   retribuiu o abraço, sentindo-se grata pela presença reconfortante da amiga, no entanto, quando seus olhos encontraram os de Emma e dos outros, ela forçou um sorriso meio contido, tentando disfarçar sua verdadeira emoção.
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  - Oi, pessoal! – cumprimentou , tentando manter o tom animado em sua voz.
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  Emma sorriu de volta, mas pôde perceber uma leve tensão em sua expressão. Ela se perguntou se Emma tinha notado sua reação um pouco forçada ao cumprimentá-la…
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  Enquanto as outras amigas de Emma se juntavam ao grupo, tentou se integrar à conversa, mas sua mente ainda estava vagando, preocupada com os sentimentos que vinha experimentando ultimamente.
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   seguiu Emma e Abigail até os seus lugares na sala de aula, mas algo chamou sua atenção no fundo da sala. Ela avistou o garoto com quem esbarrara mais cedo, sentado em uma carteira, concentrado na leitura de um livro.
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  Curiosa, observou-o por um momento. Ele parecia absorto na leitura, com os olhos fixos nas páginas do livro e uma expressão séria no rosto. Ela notou como ele segurava o livro com firmeza, como se estivesse completamente imerso na história.
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  Enquanto o professor começava a aula, não conseguia deixar de se perguntar sobre o garoto misterioso. Ela se perguntou qual era o livro que ele estava lendo e o que o mantinha tão absorto naquele momento. Aquela figura solitária no fundo da sala despertou sua curiosidade, e ela se pegou pensando se deveria tentar conversar com ele depois da aula.
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  Após a aula, se aproximou do garoto no fundo da sala enquanto Emma e Abigail conversavam entre si. Ela se aproximou com cautela, tentando não parecer intrusiva.
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  - Oi, desculpe por esbarrar em você mais cedo… – começou, sua voz um pouco tímida. – Você estava tão concentrado na leitura que nem percebeu que somos da mesma sala, não é?
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  O garoto ergueu os olhos do livro, surpreendido por ser abordado. Seus olhos encontraram os de por um momento antes que ele respondesse:
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  - Não tem problema. Eu estava mesmo envolvido na leitura – respondeu com um sorriso simpático. – Meu nome é Lucas, e o seu?
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   se apresentou, e os dois começaram a conversar sobre o livro que Lucas estava lendo e outros interesses em comum. A conversa fluiu naturalmente entre eles, e se viu gostando rapidamente da companhia dele.
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  Conforme conversavam, e Lucas descobriram mais afinidades em seus gostos e interesses. Ela ficou surpresa com o quão fácil era falar com ele e como ele compartilhava muitas de suas opiniões.
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  Enquanto isso, Emma e Abigail observavam de longe, sorrindo ao ver interagindo tão bem com Lucas. Elas se entreolharam, percebendo que parecia estar se divertindo e se dando bem com o novo colega de classe.
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  Após um tempo, o sinal tocou indicando o final do intervalo. e Lucas se despediram com um sorriso, concordando em se encontrar novamente para conversar sobre seus interesses em comum. se juntou a Emma e Abigail, compartilhando animadamente como havia sido sua conversa com Lucas.
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***

   e caminhavam lado a lado, o silêncio pesando entre eles enquanto seguiam em direção aos prédios de seus apartamentos. A moça decidiu quebrar o silêncio, sentindo a necessidade de esclarecer algo que a incomodava.
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  - … – começou , hesitante. – Você e Emma estão juntos?
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   ficou um pouco surpreso com a pergunta, mas tentou manter a calma enquanto respondia:
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  - Sim, . Estamos saindo e nos conhecendo – admitiu ele, observando a expressão da amiga com cuidado.
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   assentiu, tentando disfarçar a desilusão que sentiu ao ouvir a confirmação. O resto do caminho foi feito em silêncio, cada um imerso em seus próprios pensamentos e sentimentos.
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  A garota respirou fundo antes de fazer a pergunta que estava inquieta em sua mente:
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  - Você está muito apaixonado por ela? – indagou, olhando diretamente nos olhos de do rapaz, tentando captar qualquer sinal de hesitação em sua expressão.
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   ponderou por um momento antes de responder, escolhendo cuidadosamente suas palavras:
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  - Ainda é cedo para dizer… – Começou ele, mantendo um tom neutro. – Mas Emma é uma pessoa incrível e estou gostando de conhecê-la melhor.
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   assentiu, tentando esconder qualquer emoção que pudesse transparecer em seu rosto. O resto do caminho continuou em silêncio, cada um imerso em seus próprios pensamentos e sentimentos.
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  Ao chegarem ao prédio onde moravam, e se despediram com um aceno discreto e seguiram para seus respectivos apartamentos. se sentia dividida entre a alegria de ver novamente e a tristeza por perceber que as coisas entre eles não eram mais como antes. Enquanto isso, ponderava sobre suas emoções conflitantes, questionando-se se era possível realmente seguir em frente sem machucar a amiga.
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  No silêncio de seus apartamentos, ambos refletiram sobre o que o futuro reservava para sua amizade e se era possível encontrar um equilíbrio entre o passado e o presente. Mas, por mais incertas que fossem as respostas, uma coisa era certa: o vínculo entre e era forte demais para ser completamente esquecido.
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Capítulo Sete

  - Você recebeu o convite? – ela perguntou assim que abriu a porta para ela.
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  Os dois estavam fugindo um do outro há alguns dias, e sempre pareciam desconfortáveis quando, vez ou outra, se trombavam nos corredores da faculdade, nas aulas que compartilhavam, no corredor do apartamento… Mas não deixava de pensar nela, mesmo dizendo a si mesmo que estava feliz com o relacionamento que vinha desenvolvendo com Emma.
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  Não era mentira, ele de fato se divertia com ela, já que tinham muitos gostos e assuntos em comum, e ela era muito carinhosa, muito disposta e muito exuberante. Mas ela não era , e virava e mexia esse pensamento perturbava a mente de .
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  - O convite dos nossos pais? – ele perguntou, já sabendo a resposta. assentiu para ele, confirmando.
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  - Eu fiquei em dúvidas se você havia mesmo recebido, já que não falou comigo sobre… na verdade, não só sobre, não é! – soltou um risinho abafado enquanto sentia o peito apertar. suspirou pesadamente.
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  - Porque ainda não sei se vou! – Deu de ombros.
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  - Mas se nós formos, temos de ir amanhã depois das aulas!
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   continuou encarando-a, sem saber o que dizer.
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  - Tudo bem! Já entendi… – Ela umedeceu os lábios. – A Emma não vai gostar de saber que vamos viajar para nossa cidade natal juntos e passar o final de semana todo lá, só nós dois e os nossos pais, não é?
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   voltou a suspirar.
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  - Eu nem contei a ela sobre o convite, , então não tem nada a ver com ela.
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  - Tem a ver com o quê? Até porque ela não tem motivo nenhum para ter ciúmes de mim… você e eu somos só amigos. Aliás, éramos!
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  - … – Ele suspirou pesadamente mais uma vez. – Você não entenderia!
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  - Eu já entendi! Você deixou muito claro para mim quando se afastou pela segunda vez! – conseguiu enxergar uma certa mágoa nos olhos marejados dela. – Achei que tivesse mais importância na sua vida, só isso! – Ela deu de ombros. – Enfim, estou indo até a rodoviária comprar a minha passagem, estou com saudade dos meus pais.
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  Quando deu as costas para ele, fechou os olhos com força. Ele também sentia falta dos pais… e claro que ela era importante na vida dele, até demais!
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  - ! – ele chamou. – Espera.
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   parou de andar assim que chegou na porta de seu apartamento, com os braços cruzados abaixo dos seios, ela encarou no corredor.
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  - Vamos comprar nossas passagens! Espera só eu colocar uma blusa de frio e pegar minha carteira!
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  - Você quem sabe! Eu vou pegar a minha carteira. – Ela deu de ombros.
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   a viu entrar no apartamento e depois de um suspiro pesado, ele entrou em seu apartamento também.
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  Procurou por sua carteira e a encontrou sobre o painel onde a TV ficava, pegou a mesma colocando-a no bolso da calça cor de caqui que usava e então correu até o corredor e entrou em seu quarto, pegando a grande blusa de moletom que estava jogada sobre a cama e a colocou no corpo.
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  Quando saiu de seu apartamento encontrou escorada na porta de seu próprio apartamento enquanto encarava a tela do celular. Ele se aproximou dela e ergueu os olhos o encarando:
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  - Vamos! Tô pronto.
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  - Estou chamando um carro, não vou andar até a rodoviária nesse frio! – Ela fez um muxoxo.
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   não aguentou com o mau humor que ela estava demonstrando e então sorriu sem mostrar os dentes. viu, mas não comemorou, nem comentou nada. Não queria cantar vitória antes do tempo.
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  - Vamos estrear o elevador? – ele sugeriu apontando para o mesmo, que ficava bem de frente para o apartamento dos dois.
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  - Ah, não sei! Vamos testar na volta? O carro já está quase chegando! E se ficarmos presos? Melhor na volta.
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  Num impulso ela segurou uma das mãos dele e saiu puxando-o para as escadas. congelou nos primeiros segundos com a surpresa do toque dela em suas mãos, mas logo se recompôs e soltou a mão de quando eles começaram a descer as escadas, com ela na frente.
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  - Me desculpe! Foi um impulso… – ela pediu quando eles chegaram à recepção do prédio.
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  - Qual é o carro? – Ele mudou de assunto enquanto abria a porta de vidro que dava para o portão.
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   umedeceu os lábios, sem graça.
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  - Um Honda Civic… – respondeu seguindo-o.
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  O portão foi aberto pelo porteiro que cumprimentou os dois jovens com um sorriso e então avistou o carro parado do outro lado da rua.
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  - Ali. – Ela apontou e então os dois seguiram até o veículo.
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  Os dois cumprimentaram o motorista e o caminho até a rodoviária foi feito em completo silêncio, com encarando a bela cidade de Ottawa pela janela enquanto jogava um jogo qualquer em seu celular.
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  O clima ruim entre os dois fazia querer segurar o rosto dele entre as mãos e exigir que ele voltasse a ser seu melhor amigo, ela queria dizer que ele estava sendo um grande otário de trocar a amizade dos dois por simples casinho… mas ela sabia que aquilo poderia piorar ainda mais a situação.
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  Quando eles finalmente chegaram à rodoviária, continuaram caminhando lado a lado em silêncio.
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  - Greyhound? – perguntou .
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  - Pode ser! – respondeu seca.
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  Os dois se encararam e então saiu na frente, deixando parado alguns passos para trás.
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  Quando ela chegou ao balcão, viu se encostar a ela, ao seu lado, o braço dele roçou no dela delicadamente. Se encararam novamente e ele foi o primeiro a desviar o olhar quando o coração começou a acelerar.
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  - Duas passagens para Tobermory, saindo aqui de Ottawa amanhã à noite, por favor!
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  - Certo! – A atendente assentiu para eles e então começou a mexer no computador. – Nós temos às dezenove e depois temos à meia-noite!
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  A atendente olhou para e depois para quando ele disse meia-noite e ela disse dezenove horas, confusa.
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  - A minha é às dezenove! Se você quiser ir à meia-noite, fique à vontade! – Ela retirou o cartão de crédito da carteira.
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   rolou os olhos, insatisfeito e então encarou outra vez. Reparou na cara carrancuda que ela estava e então não soube por que, mas sorriu, achando-a fofa e adorável com aquela carranca estampada no rosto.
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  - Pode reservar o assento ao lado dela para mim às dezenove, por favor! – Ele pegou a carteira no bolso.
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  A atendente assentiu, sorrindo sem mostrar os dentes e então primeiro finalizou a compra de , emitindo seu bilhete e em seguida fez a mesma coisa com .
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   se afastou do balcão enquanto finalizava sua compra e então ela começou a mexer no celular, pronta para chamar um carro para eles voltarem ao prédio. agradeceu à atendente, que lhes desejou uma boa viagem e então ele se aproximou de outra vez.
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   ainda estava concentrada em seu celular quando o rapaz se aproximou. Ela rapidamente ergueu os olhos e mostrou a tela do celular para ele.
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  - Pedi um carro, deve chegar em uns cinco minutos – informou ela, tentando manter a voz neutra. assentiu, aliviado por não precisar caminhar de volta no frio.
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  - Obrigado, – respondeu ele, tentando encontrar algo mais para dizer, mas a tensão entre eles ainda era palpável.
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  Os dois ficaram em silêncio, observando a movimentação na rodoviária enquanto esperavam pelo carro. começou a sentir a mesma sensação de desconforto de antes, mas dessa vez misturada com uma pitada de esperança. Talvez a viagem juntos pudesse trazer alguma clareza para a situação entre eles.
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  Quando o carro finalmente chegou, mostrou a tela do celular para novamente.
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  - É aquele ali. – Apontou para um sedã preto que parava perto do meio-fio.
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   a seguiu até o carro, ambos agradecendo ao motorista antes de entrarem. A viagem de volta ao prédio foi igualmente silenciosa, mas dessa vez havia uma ligeira mudança na atmosfera. podia sentir que ainda estava magoada, mas havia algo diferente em sua expressão, como se ela estivesse esperando por algo.
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  Quando chegaram ao prédio, saiu primeiro e segurou a porta para . Ele agradeceu com um leve sorriso e os dois caminharam juntos até o elevador.
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  - Vamos testar agora? – sugeriu , apontando para o elevador. deu de ombros, mas dessa vez com um sorriso suave.
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  - Vamos lá! – concordou.
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  Eles entraram no elevador e, enquanto as portas se fechavam, sentiu uma pontada de nostalgia pelos momentos que haviam compartilhado antes de tudo se complicar. O elevador subiu em silêncio, e quando as portas se abriram, ambos saíram juntos.
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   parou em frente à porta de seu apartamento e se virou para .
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  - Boa noite, . Obrigada por vir comprar a passagem comigo – disse ela, tentando manter a voz firme. assentiu, sentindo uma mistura de alívio e tristeza.
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  - Boa noite, . A gente se vê amanhã – respondeu ele, tentando ignorar a sensação de perda que o assolava.
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   entrou em seu apartamento e fechou a porta, encostando-se contra ela e deixando escapar um suspiro profundo. fez o mesmo, entrando em seu apartamento e fechando a porta atrás de si. Ambos sabiam que a viagem do dia seguinte seria um momento decisivo para sua amizade, mas por enquanto, só podiam esperar e ver o que o futuro reservava.
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***

  No outro dia…

   entrou no auditório alguns minutos antes da aula começar, procurando um lugar para se sentar. Seus olhos vagaram pelo ambiente, e logo ele avistou sentada ao lado de Lucas. Eles estavam rindo de algo e parecia radiante, seu sorriso iluminando todo o seu rosto.
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   sentiu uma pontada no peito ao vê-la assim. Não conseguia se lembrar da última vez que a tinha visto tão feliz e despreocupada. Era evidente que a companhia de Lucas lhe fazia bem. sempre teve esse brilho especial, mas agora parecia mais intenso, como se estar ao lado de Lucas trouxesse à tona uma alegria que ele não via há algum tempo.
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  Ele observou os dois por mais alguns momentos, incapaz de desviar o olhar. gesticulava enquanto falava, seus olhos brilhando de entusiasmo. Lucas parecia encantado, rindo e concordando com tudo o que ela dizia. se perguntou qual era a natureza do relacionamento deles. Eles pareciam tão confortáveis juntos, como se fossem mais do que apenas colegas de aula.
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  Sentindo-se um intruso, se afastou e encontrou um lugar do outro lado do auditório. Ele se sentou, mas sua mente continuou voltando para e Lucas. Será que eles estavam saindo?
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  A aula começou, mas mal conseguia se concentrar nas palavras do professor. Seus pensamentos estavam ocupados com e o que ela poderia estar sentindo por Lucas. Ele queria se sentir feliz por ela, queria torcer para que ela encontrasse a felicidade que merecia, mas não podia ignorar a sensação de perda que o consumia.
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   lançou mais um olhar na direção de e Lucas. Eles estavam compartilhando um livro, os ombros tocando-se levemente enquanto liam juntos. A intimidade entre eles era palpável, e isso só aumentava as dúvidas e os medos de .
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  “Será que estou realmente pronto para deixá-la ir?”, pensou ele, sentindo o peso das emoções se acumulando. Ele sabia que tinha que dar uma chance a Emma e ao que eles estavam construindo juntos, mas ver tão feliz com outra pessoa o fazia questionar tudo.
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  A aula seguiu em um ritmo arrastado, e cada minuto parecia uma eternidade. Quando finalmente terminou, se levantou lentamente, observando enquanto e Lucas se levantavam juntos, ainda rindo e conversando. Ele percebeu como Lucas gentilmente colocou a mão nas costas de enquanto a guiava para fora do auditório, e algo dentro dele se quebrou um pouco mais.
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  Enquanto saía do auditório, se prometeu que tentaria seguir em frente, mas a imagem de rindo com Lucas ficaria gravada em sua mente por muito tempo, um lembrete constante do que ele havia perdido e do que ainda desejava.
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  Ao sair do auditório ele acabou se encontrando com Noah, que percebeu o semblante abatido do amigo.
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  - Precisa conversar? – Ele colocou uma das mãos sobre um dos ombros de . – Notei você perdido durante a aula e resolvi sentar longe para não te atrapalhar.
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   engoliu seco e então os dois começaram a caminhar rumo à sala de aula.
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  - Não é nada demais. Só não tenho dormido bem…
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  Noah encarou o amigo que agora ajeitava a alça da mochila nos ombros.
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  - Entendi… – Noah suspirou. – Olha eu sei que está mentindo, mas eu respeito você não querer falar sobre! Só saiba que se precisar, pode desabafar. Somos amigos e pode ser importante você saber que pode contar com alguém.
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   sorriu sem mostrar os dentes e assentiu para Noah, ele era uma boa pessoa e sabia disso.
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  Depois das aulas ele resolveu passar o intervalo na sala de aula mesmo, enquanto tentava distrair a mente estudando.
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  - Você me avisa quando chegarem lá? – Emma passou os braços em volta do pescoço de . – Me preocupo com essas viagens de ônibus, sabe? – assentiu para ela com a cabeça enquanto a abraçava pela cintura.
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  - Vai ficar tudo bem, não se preocupe! Eu te aviso quando nós chegarmos, claro. Você também vai me dando notícias suas aqui, combinado?
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  Emma encostou a testa na dele e então roçou levemente o nariz no dele. Logo os dois estavam se beijando discretamente já que ela sabia que não gostava de beijos muito quentes ou exagerados em público.
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  Quando se separaram, ela lhe beijou a bochecha antes de acariciar a mesma e sorriu genuinamente, sabia que ela era muito carinhosa.
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  Depois ele fez sozinho o caminho até o prédio e sorriu outra vez pensando em Emma e em todo o carinho que ela tinha com ele.
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  Precisava deixar no passado…
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***

  A mala de era enorme e riu quando a viu tendo dificuldade de empurrar a mesma. Ele correu até ela, ajudando-a.
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  - Você sabe que nós só ficaremos esse final de semana, né, ? – Ela sentiu as bochechas enrubescerem.
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  - Mulheres precisam de mais coisas que vocês homens, então não me julgue, ! Até parece que você não me conhece… Até melhor que eu mesma.
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  O sorriso no rosto de foi desaparecendo aos poucos enquanto a ficha dele caía de que ela tinha razão. Umedeceu os lábios e então os dois logo estavam parados em frente ao elevador recém instalado.
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  - Deixa que eu chamo o carro dessa vez.
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  - Espera nós chegarmos a recepção para pedir, melhor, não?
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   olhou para ela e assentiu, guardando o celular no bolso outra vez.
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  - Tem razão. – Ele assentiu enquanto ela chamava o elevador. – Fechou todo o apartamento? Parece que ia chover…
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  - Sim senhor. E você? – O moreno fez que sim para ela. Aí o elevador chegou e ajudou a enfiar a mala no mesmo enquanto os dois riam.
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  - Caramba, tá pesada, ! – ele reclamou quando terminou de entrar no elevador junto com ela e a mala.
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   e continuavam rindo enquanto tentavam ajeitar a mala dentro do elevador. Assim que ele apertou o botão do térreo, o elevador deu um tranco repentino e parou de se mover, as luzes piscando antes de se apagarem completamente, deixando-os na escuridão.
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  - O que foi isso? – perguntou, a voz tremendo um pouco.
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  - Acho que o elevador parou… – respondeu, tentando manter a calma. – Deve ser uma queda de energia.
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  No escuro, tentou alcançar o painel de controle, mas o elevador deu outro tranco, fazendo com que ele perdesse o equilíbrio e caísse contra . Suas mãos instintivamente seguraram os ombros dela para se apoiar, e ele sentiu o corpo de estremecer levemente com o contato inesperado.
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  - Desculpa! – ele murmurou, sentindo o calor do corpo dela tão próximo do seu.
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  - Tudo bem – ela sussurrou de volta, as palavras saindo quase em um suspiro.
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  Por um momento, tudo o que podia ouvir era a respiração rápida de misturada com a sua. No escuro, suas mãos deslizaram dos ombros dela para os braços, e ele sentiu o coração acelerar com a proximidade.
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  - … – ele começou, mas as palavras falharam enquanto a tensão entre eles crescia.
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   sentiu a respiração dele contra o seu rosto, e sua própria respiração ficou entrecortada. Ela sabia que esse momento estava carregado de sentimentos não ditos e de uma conexão que ambos vinham tentando ignorar. No silêncio e na escuridão, parecia que o tempo havia parado para os dois.
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  - , eu… – ela tentou falar, mas foi interrompida quando ele se inclinou mais perto, seguindo um impulso que não conseguia mais conter.
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  Seus lábios se encontraram em um beijo hesitante no começo, mas que rapidamente se tornou mais profundo e cheio de desejo. Eles estavam entregues ao momento, esquecendo todas as dúvidas e complicações que vinham enfrentando. Era como se finalmente todas as barreiras tivessem sido derrubadas, e tudo o que restava era a verdade crua de seus sentimentos.
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  Quando finalmente se separaram, ainda ofegantes, manteve a testa encostada na de . Ambos estavam tentando processar o que acabara de acontecer, respirando pesadamente no espaço apertado do elevador. O silêncio foi quebrado de repente pelo som das luzes se acendendo e o elevador voltando a se mover.
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  A súbita iluminação revelou os rostos corados e as expressões confusas de ambos. deu um passo para trás, ainda tentando compreender a intensidade do momento que acabaram de compartilhar. piscou algumas vezes, ainda atordoada.
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  - … – começou, mas foi interrompido por ela.
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  - Isso não pode acontecer, … – ela disse, a voz trêmula. – Não devia ter acontecido.
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   sentiu o peito apertar com as palavras dela, embora soubesse que havia uma verdade dolorosa naquelas palavras. Ele queria dizer algo, qualquer coisa para mudar a situação, mas antes que pudesse formular uma resposta, o elevador chegou ao térreo e as portas se abriram.
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   pegou a mala com certa dificuldade e saiu do elevador, evitando olhar diretamente para . Ele a seguiu, o coração ainda batendo forte, tentando encontrar as palavras certas.
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  - , espera – ele disse, tocando levemente o braço da amiga. Ela se virou, os olhos cheios de emoções conflitantes.
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  - , por favor. Isso só vai complicar ainda mais as coisas entre a gente – ela falou, a voz embargada. – Você está com a Emma agora. Eu… não posso ser a causa de mais confusão na sua vida.
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   ficou em silêncio, vendo a dor e a determinação nos olhos dela. Ele sabia que ela estava certa, mas isso não tornava a situação menos difícil.
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  - Vamos… vamos só pegar nossas passagens e ir para essa viagem – ela disse finalmente, tentando recompor-se.
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  Ele assentiu, engolindo em seco enquanto ambos se dirigiam para fora do prédio. O clima entre eles estava carregado de tensão, e nenhum dos dois sabia como voltar ao que eram antes.
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Continua

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Lelen
Admin
9 meses atrás

AI, EU AMO PLOT DE BFF E AMOR DE INFÂNCIAAAA <33 Aparentemente eu amo muitos plots HAHAHAHAHAH
Num conhecia o ator, mas agora tô conhecendo HIOASHOAIDHO
Vamos ver pra que lado o moço vai, né? Vai superar? Vai correr atrás? E a moça? Será que é recíproco ou é só amizade mesmo? HM? HMMMM?

Lelen
Admin
9 meses atrás

Gente, o Adam tá sofrendo, coitado OIASHDOASIBD
Eu adoraria ter um POV da Ellie ou sei lá, porque assim, do jeito que tá indo a coisa, essa menina tá sendo tóxica 😂😂😂
Espero que ela não esteja sendo FDP com o moço, só dando os sinais errados pra depois dizer que só quer amizade. TÔ DE OLHO 👀

Lelen
Admin
8 meses atrás

hmmm, temos peças novas no jogo HEHEHEHEH
Michael, pode parando por aí que tu mal apareceu e já me deu ranço, obrigada, de nada.
E acho que talvez agora a Ellie perceba alguma coisa, né. Tem concorrência aí HASPDOHASOPD
Vamos ver no que vai dar isso tudo.

Lelen
Admin
7 meses atrás

HEEEITCHA QUE COMEÇOOOOOU! Triângulo amoroso aí, amo. Só ninguém ser babaca com ninguém, obrigada OPNASDPOANDP
Assim, se a bonita não começasse a perceber o Adam como “mais do que amigo” agora, eu definitivamente ia torcer pra ele ficar com a Emma, porque deu de sofrer por amor não correspondido, né. MAS a Ellie tá percebendo, então estou dividida, vamos esperar os próximos capítulos pra eu poder dizer alguma coisa kkkkkk

Lelen
Admin
6 meses atrás

Veja bem, eu tô dependendo dessa próxima conversa dos dois pra tomar um partido. Olha lá, hein, Adam? 🧐
O ótimo é que cada hora eu tô 🧐 pra um dos dois kkkk
Mas vou dizer, achei mancada do Adam agir desse jeito do nada com a moça sem a menor explicação.
Tô com sentimentos mistos no meio disso tudo HOADNAPOSDNPASD
Aguardando a att pra ver onde essa conversa vai levar.

Lelen
Admin
5 meses atrás

Eu tô julgando o Adam, perdoa, mas tô. Tá sendo babaca. Tudo bem, tu quer ali ver se dá certo com a outra moça e pá. MAS PQP, HEIN? não dá pra passar pano pra tu agora não, moço, senta lá no cantinho e vá pensar nos seus atos. Agora tô torcendo pra Ellie encontrar O cara, só pra botar muito mais lenha na fogueira, é isso.
NPOASNDPASODNOAPSDNP

Lelen
Admin
3 meses atrás

Tenho interesse no Lucas, desculpa, Adam 😂😂😂
Tá, vamos deixar os dois aproveitarem um pouco outros parceiros antes de ENFIM perceberem que gostam um do outro, né. Bora fazer valer a pena 😂
Ellie já sentiu ciuminho, agora é hora – de novo – do Adam, vai, homem!
Fico no aguardo de maiores participações do Lucas, se ele ficar sozinho final, manda ele aqui pra casa, ok? (por enquanto, né, vai que ele se mostra um grande babaca no final das contas kkkkkkkk)

Lelen
Admin
1 mês atrás

😑😑😑
Eu tô só julgando todo mundo kkkkkkk
Entendo, entendo muito bem. Mas PQP. Tavam com a faca e o queijo na mão, aí JOGARAM TUDO PRO ALTO 😭😭😭😭
Mas tá, eu só não sei mais pra quem eu torço, se quero os dois pps juntos como casal, se quero que eles fiquem só como amigos, se quero uma amizade colorida, um poliamor… enfim, né, olha onde eu fui parar AHHAHAAH
Como vai ser essa viagem e depois dela com essa torta de climão? Gente… GENTE… Não sei o que pensar ou sentir 🥲🥲


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