Li Santos
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Sem curiosidades para essa história no momento!

Camping

  Felicidade não é bem a palavra para descrever o que sente agora. Apreensão é mais apropriado.
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  Ela e Gustavo, seu namorado, desembarcam no aeroporto de Tóquio pela primeira vez. A animação na feição do rapaz é nítida, já continua tensa e preocupada com o futuro. Ela foi convencida pelo namorado a se mudar para o Japão com o intuito de uma melhora de vida para ambos. Ela confessa que não era muito fã da cultura oriental, mas graças a Gustavo ela pôde conhecer mais sobre o Japão e gradativamente se apaixonar por sua cultura. A ideia inicial do rapaz, que agora tira fotos pela janela do táxi enquanto vão para o apartamento que alugou, é passar esse mês de visto temporário que conseguiu na busca de um trabalho fixo e passar para o visto de trabalho. está com o visto de turista, mas pretende procurar um emprego em qualquer área para também conseguir um visto mais prolongado.
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  Assim que chegam ao apartamento alugado, o casal ajeita as malas no canto da sala e observa ao redor. O lugar é tipicamente japonês, compacto, porém aconchegante. Aos poucos tudo vai se ajeitar. Essa é a esperança de .
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  Semanas depois…

  A jovem mulher, que está com 31 anos, se esforça para aprender o idioma. Porém, para quem nunca teve ou pretendia ter contato com o japonês, está sendo bastante complicado aprender até o básico. Ela já sabe algumas saudações e cumprimentos do dia a dia, mas ainda sente dificuldades com outras coisas como por exemplo quando se deve ou não dar “bom dia” a alguém. Os japoneses são bastante retraídos e não costumam sair cumprimentando desconhecidos na rua, agem por educação quando algum cliente entra em uma loja, por exemplo, mas de maneira automática – quase robótica.
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   já está trabalhando como atendente em uma konbini, uma loja de conveniência próxima a seu apartamento e, por isso, consegue seu visto de trabalho. Ela consegue trabalhar até em mais de um emprego, mas prefere pegar mais horários na konbini do que ter outro trabalho. Por enquanto, não será necessário.
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  Desde que chegaram a Tóquio, o casal briga quase todo dia. Parece que Gustavo esqueceu sua personalidade gentil e apaixonada no Brasil, já que sempre que pode joga na cara de que ela veio ao país junto com ele porque quis e que ele não tem culpa de estarem passando por dificuldades tanto financeiras quanto amorosas. A vida feliz ao lado do namorado em um novo país que imaginou infelizmente não se concretizou. Um dia, quando ela chega do trabalho, encontra Gustavo arrumando suas malas. Ele está de partida.
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   — Vamos viajar? — questiona em tom confuso assim que entra em casa, deixando seus sapatos no hall de entrada, algo bem comum no Japão.
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  — Na verdade, eu irei — corrige ele, enfático, sem ao menos olhar para ela.
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  — Para onde? — A moça se aproxima.
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  — Osaka — responde Gustavo, seco. toca em seu braço, mas ele se esquiva.
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  — Calma…
  — Estou calmo. — A voz dele demonstra o contrário e a moça logo percebe.
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  — Me explica direito o que está havendo. Pela quantidade de malas, creio que não seja uma viagem curta… — deduz ela, sentindo o coração se inflar de medo.
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  — Estou indo para ficar em Osaka e… — Antes dele concluir a frase, já sabe o que ele irá dizer. — Não quero mais namorar você, pois eu… eu estou com outra pessoa.
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   A última frase dita por Gustavo não estava nos pensamentos iniciais de sobre a fala dele. Por isso ela realmente não espera e sente a dor da separação. Assim que Gustavo deixa o apartamento, ela desaba a chorar compulsivamente. Não consegue negar o sentimento forte que tem pelo rapaz, apesar das brigas e discussões inúteis, ela gosta dele e é claro que não está lidando bem com a separação repentina. Talvez seja o choque da novidade ou talvez perdure.
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  Tudo que quer agora é sumir.
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  Dias depois…

   está arrumando as caixas de lenços na prateleira bem a sua frente. Retirando algumas do lote anterior e colocando as novas para preencher todo o espaço que antes não estava ocupado. Ela já se sente relativamente melhor e conformada com o fato de morar sozinha em um país ainda estranho à sua antiga realidade. Seu aprendizado em japonês está a cada dia melhor e certamente ela consegue se comunicar mais ativamente com os clientes e colegas de trabalho, sem contar os lugares que ela vai – lê-se: mercados e banco. 
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  — -chan — chama Aimi, sua colega de trabalho e grande companheira que ganhou nessas semanas que chegou ao país.
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  — Hm? — resmunga ela em resposta, erguendo seu olhar para a moça que para em pé ao lado de .
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  — Trouxe para você. — Ela estende uma garrafa de água sabor laranja para . No Japão é comum ter água com gosto de algumas frutas, a moça acostumou-se com esses sabores exóticos.
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  — Oh, obrigada, Aimi-chan. — agradece e segura a garrafa, abrindo-a em seguida. — Quer também?
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  — Oh, não, obrigada — diz a moça e se abaixa ao lado da amiga. — Vamos sair hoje depois do trabalho?
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  — Ah, não sei. Para onde quer ir? — Ela dá um gole em sua água.
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  — Pensei em irmos ao festival que vai ter na praça perto da minha casa — responde a outra e completa: — Vão tocar algumas bandas locais, vai ser divertido, !
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  — Eu preciso lavar algumas roupas e terminar de limpar a casa… — começa a proferir a sua desculpa, mas é cortada pela amiga.
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  — -chan! Não seja assim, já faz dias que você terminou com o brasileiro e ainda está assim? — conclui Aimi, dando sua bronca.
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  — Eu também sou brasileira, lembra?
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  — Não falei no sentido ruim,
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  — Eu sei. — ri e a amiga a acompanha. — Eu queria ir, mas não sinto vontade. Desculpa! — Ela junta as mãos, erguendo na altura do rosto, pedindo desculpas.
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  — Yare yare*, você é muito sistemática, — reclama Aimi. — Deveria sair mais e conhecer pessoas novas.
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  *Expressão usada para representar um “aff”.


  — Eu conheço você — defende-se ela e ganha uma revirada de olhar da amiga.
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  — Eu disse pessoas novas, ! — enfatiza. — Qual foi a última vez que conheceu alguém desde que chegou ao Japão?
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  — É… — Aimi volta a interromper.
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  — E não vale os clientes da loja!
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  — Ah… — Elas riem, pois ia dizer justamente um dos clientes que conheceu hoje pela manhã. — Acho que só você.
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  — Mas nos conhecemos aqui, sua boba. — Elas voltam a rir. — Sério, , por que não faz alguns passeios pela cidade?
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  — Tipo?
  — Hm… Acho que deveria andar de bicicleta, você sabe?
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  — Sei.
  — É bem divertido e libertador andar de bicicleta pela cidade, olhar os altos prédios e pessoas passando apressadas. Deveria experimentar — aconselha ela.
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  — Uma bicicleta é muito cara?
  — Ah, não muito, mas eu posso te emprestar a minha! Eu tenho uma reserva, te empresto enquanto não compra a sua — diz Aimi, animada.
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  — Obrigada! Vou aceitar! — curva levemente o tronco em agradecimento. 
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  Não tem clientes na loja e o supervisor delas saiu para resolver algumas coisas, aproveitando-se disso as duas seguem a conversa sobre coisas que pode fazer para conhecer novas pessoas. Aimi se oferece para levar a amiga aos lugares e até apresentar alguns amigos. nunca foi boa em conhecer novas pessoas, sempre foi apresentada a alguém, no trabalho ou através de outros amigos. Esse fato a deixa frustrada, mas ela não consegue evitar a sua pouca habilidade em comunicar-se com pessoas estranhas ao seu círculo social.
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  Ela espera que no Japão isso possa mudar de alguma forma.
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  Meses depois…

   está muito atrasada.
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  Já era para ela estar na loja, mas teve que passar no mercado, fazer compras e deixá-las em casa antes de trabalhar. O resultado é esse: ela cortando os carros, desesperada por estar atrasada. A moto que comprou com o salário de sua promoção à supervisão da loja de conveniência que trabalha lhe cai muito bem para se locomover pela cidade. Ela usa fones sem fio no ouvido e ouve uma música bem agitada, o que a deixa mais agitada ainda e a faz acelerar a moto. Ela sabe que está indo muito rápido, mas ela precisa chegar logo ao trabalho, a supervisora não pode chegar atrasada. É falta de respeito.
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   não sabe de onde ele veio, como aconteceu tudo, só sabe que agora, segundos depois de virar o rosto para o lado e voltar a mirar a sua frente, ela está no chão sentindo o corpo doer. Sua moto está perto de suas pernas junto com a bicicleta dele. ergue o olhar, sentindo-se um pouco tonta, e olha para o rapaz não tão alto que, para seu alívio, também usa capacete. Ele se levanta devagar, conferindo o próprio corpo para ver se não havia se machucado. faz o mesmo. 
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  — Oh, me desculpe! Por favor, me desculpe! — implora ela, levantando-se e chegando mais perto do rapaz.
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  — Está tudo bem, tudo bem — ele diz e ajeita o capacete na cabeça. — Você se machucou?
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  — Não, não foi nada demais. — Ela sente seu joelho arder por debaixo da calça e sabe que está machucado.
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  — Precisa ir ao hospital?
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  — Não, não é necessário. E você? Se machucou? Eu fui tão imprudente, me perdoe!
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  — Não se preocupe, eu estou bem. Foi só um susto, né? — O rapaz sorri de maneira doce e curva o tronco levemente.
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  — Aii, eu preciso ir, estou atrasada! — diz , lembrando-se de seu atraso.
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  — Oh, vá com cuidado! — alerta ele e ri, erguendo sua bicicleta ao estado de antes do acidente.
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  — Obrigada, mais uma vez me desculpe e espero que não fique com raiva de mim. — faz o mesmo com sua moto, montando no veículo.
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  — Não estou. — Ele volta a sorri e monta na bicicleta. — É…
  — Preciso ir! Bom dia! 
   dá a partida na moto e dispara na direção da konbini. O rapaz apenas observa-a ir embora. Que moça apressada e estranha, parecia que ela não estava apenas atrasada e sim que ela estava incomodada em estar conversando com alguém. O jovem rapaz espanta os pensamentos e continua seu trajeto de antes. Só agora ele nota que seu cotovelo está um pouco arranhado.
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  Dias depois…

  Hoje é feriado no Japão e ganhou o final de semana de folga do trabalho. Aimi também ganhou e está viajando com o namorado para Yokohama numa visita aos pais do rapaz. ainda não conhece tantas pessoas, mas já domina o idioma o suficiente para manter uma conversa com qualquer nativo. O problema é iniciar a conversa.
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  Por se tratar do primeiro feriado em que não irá trabalhar, a moça resolve fazer algo que Aimi já havia lhe aconselhado, mas ela nunca teve coragem de executar: acampar perto da montanha. Ela não gosta muito de natureza, trilhas, bichos e qualquer coisa relacionada ao acampamento, porém, ela permite experimentar pelo menos dessa vez e esquecer-se desses pequenos empecilhos mentais que ela tem.
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  A moça estaciona sua moto no lugar apropriado e desembarca retirando seu capacete. O ar puro das montanhas e da floresta ao seu redor a faz respirar melhor, sua alergia nem se manifesta mais agora, ao contrário de ontem que lhe atacou o dia inteiro. É primavera no Japão e as flores estão incrivelmente lindas. Para a surpresa de , ela descobre que é alérgica a pólen. A moça retira as coisas que não couberam na mochila de dentro da bag da moto e caminha até um local onde possa montar a barraca. Ela pretende passar o final de semana todo e só retornar na segunda pela manhã, sendo que hoje é sexta-feira.
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  Após encontrar um local adequado, onde já tem algumas barracas montadas, arreia suas coisas no chão e desembrulha a barraca, começando a montá-la. Bom, ou pelo menos tentar, né? Ela tem muita dificuldade em cumprir as instruções do manual de montagem assim como em pedir ajuda a quem quer que seja. 
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  — Com licença… — diz uma voz, de repente, tirando a concentração da moça que ergue seu olhar para encarar quem a chama. — Quer ajuda com a barraca? — Conclui o rapaz que veste uma camisa da seleção japonesa na cor azul. acha esse o modelo mais bonito de camisa.
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  — Não precisa — responde a moça sem olhar direito para o rapaz. Ela volta sua atenção ao que está fazendo.
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  — Posso te ajudar e terminamos antes que anoiteça — insiste ele com um tom brincalhão.
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  — Escuta aqui, cara. — se levanta, jogando as hastes da barraca no chão, e encara o homem. — Eu disse que não preciso de ajuda, você é surdo? Ou não está entendendo o meu japonês?
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  — Nossa! — Espanta-se ele com o olhar arregalado. — Que grossa, não precisa falar dessa forma, só queria ajudar!
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  — Pois eu não preciso de sua ajuda! Eu consigo muito bem ler o manual e montar uma simples barraca — rebate a moça, nervosa por não conseguir montar a barraca e por estar cansada. Ela só quer deitar um pouco.
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  — Então por que não conseguiu até agora? — desafia ele.
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  — Ora essa, não te devo satisfações! — Ela dá de ombros e volta a agachar para terminar o que mal havia começado.
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  — Espera… — chama ele novamente e o olha de rabo de olho. — Você é aquela mulher que me atropelou com a moto dias atrás! — diz ele, apontando o indicador para .
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  — Ah, então você é o idiota que não sabe identificar a luz de um semáforo? — diz, irônica. — Você sabe que estava errado!
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  — Você me atropela e a culpa é minha? — Ele aponta para si mesmo. — Inacreditável!
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  — Inacreditável mesmo! Japonês idiota que não sabe cumprir uma simples regra de trânsito.
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  — Do que me chamou? — O homem dá um passo à frente e sustenta seu olhar desafiador.
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  — Japonês idiota — repete ela, pausadamente.
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  — Que audácia, você é estrangeira, não é? Dá para notar pela arrogância. — Ele se aproxima mais, ficando com o corpo muito próximo ao dela, as respirações alteradas pela ânsia da discussão.
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  — Não seja xenofóbico, cara!
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  — E você me chamar de “japonês idiota” é o que então? — rebate.
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  — Ah, quer saber? Não devo satisfações para você. Me deixe em paz, eu só quero relaxar e você está me atrapalhando. — dá as costas para ele que resmunga em resposta.
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  — Faça como quiser. 
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  O homem se vira e anda de volta para sua barraca, que fica próxima à de . A mulher volta ao serviço de montagem da barraca, tentando esquecer-se da discussão com esse rapaz idiota.
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  Já está de noite e finalmente termina a montagem da barraca. Sente-se tão cansada que nem tem forças para comer. São exatamente 8:39PM e a brisa gelada de primavera da noite japonesa se faz presente. ainda não está tão acostumada e sente bastante frio, ela veste um casaco mais quente e entra na barraca, acomodando-se dentro dela. Não é tão confortável quanto sua cama, mas o suficiente para conseguir descansar. Pelo menos é essa a intenção da mulher.
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  Algumas horas se passam e ainda não consegue dormir ou ao menos descansar o corpo. Os constantes espirros, acompanhados de uma tosse insuportável não a deixam dormir. Certamente ela está incomodando as outras pessoas que estão acampando por ali, mas ela não consegue evitar os espirros, apesar de abafá-los com um pano enfiado no rosto. 
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  — Com licença. — A mesma voz de mais cedo volta para incomodá-la. Ela resolve ignorar e volta a espirrar em sequência. — Senhorita, eu trouxe algo para aliviar a tosse e os espirros. Posso abrir? — insiste ele. Bom, não está bem, definitivamente, por isso, resolve aceitar a ajuda.
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  — Po-pode… — responde ela com a voz fraca e tosse em seguida.
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  — Com licença… — O homem abre o zíper da barraca e põe a parte superior de seu corpo para dentro, mantendo seus pés do lado de fora. Em suas mãos há uma xícara de chá que aparentemente está bastante quente. — Trouxe chá para a senhorita.
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  — Meu nome é — diz ela por debaixo do cachecol que envolve seu pescoço.
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  — Prazer, . Me chamo — ele diz, pela primeira vez, com a voz mansa e dá um leve sorriso. o encara, os olhos ardendo e sentindo um frio tremendo. — Está com tanto frio assim? — Ela apenas afirma com um gesto de cabeça. Desconfiado, adentra um pouco mais a barraca, colocando a xícara de chá no cantinho. — Licença — pede novamente e repousa sua mão na testa dela. — Você está com febre — afirma ele.
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  — Legal… — diz a moça sem emoção e tosse em seguida.
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  — Ah, toma um pouco do chá, vai ajudar — oferece ele novamente e pega a xícara de chá, estendendo-a para .
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  — Obrigada, não precisava se incomodar — diz, sentando-se um pouco e pegando a xícara.
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  — Bom, desculpa dizer, mas eu não consigo dormir com você espirrando e tossindo. — Ele ri levemente e sente-se envergonhada por estar incomodando mesmo que sem querer. — Desculpa…
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  — Tudo bem — ela diz e volta a beber mais um pouco do chá.
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  — Bom, vou te deixar descansar. Amanhã eu pego a xícara, tá? 
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   apenas acena com a cabeça, sua boca ainda encostada na borda da xícara quente, se despede e deixa a barraca. Após concluir seu chá a mulher deixa a xícara num canto e volta a se deitar. Realmente o chá está ajudando, ela sente-se mais aquecida e seus espirros dão uma trégua. Até que o japonês idiota não é tão idiota assim. seu nome, não é? Hm, nome bonito, dono bonito. Implicante, mas bonito. Ok, não sabe o motivo de estar pensando nisso justamente agora. Ela precisa dormir, pois amanhã pretende fazer uma trilha e conhecer melhor o lugar em volta do acampamento. Esvaindo a mente dos pensamentos, a mulher fecha os olhos e descansa, adormecendo minutos depois.
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  No dia seguinte
  7:24AM

   já está com a higiene matinal feita, ela não costuma comer nada pela manhã, não sente apetite para isso, portanto ela recolhe sua mochila com os mantimentos para a caminhada na trilha e parte rumo ao seu objetivo. Muitos de seus colegas temporários de acampamento resolvem fazer o mesmo, porém por caminhos diversos. Ela respira fundo, sentindo o ar fresco das montanhas invadir seus pulmões e segue por um caminho não tão movimentado. O lugar é deslumbrante, há muitas árvores altas por onde ela consegue ver a imponência da montanha ao fundo. Os raios de Sol passam por entre as árvores, iluminando bastante o local por onde ela passa agora, ainda se sente um pouco cansada por ontem, mas, ainda assim, bem melhor. Ela nem avistou sair, mas viu que sua barraca estava vazia. Esquecendo-se um pouco dele, prossegue seu caminho.
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  Minutos depois…

  A mulher faz uma pausa para comer algo, agora que a fome começa a incomodá-la de fato. Senta-se um pouco no chão da trilha e retira de dentro de sua mochila uma marmita com um pouco de lamen com curry, juntamente com uma garrafa térmica com chá dentro. Após comer, guarda as coisas de volta na mochila, pondo-a em suas costas e caminha para onde estava indo. O Sol está forte e o calor começa a incomodá-la, fazendo-a suar. 
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  — Você é muito teimosa… — escuta, ao longe, e vira-se para ver quem fala aquilo. Ao ver a figura de aproximando-se, ela bufa e volta a caminhar na mesma direção que estava indo antes de parar. — Hey, está indo pelo caminho errado, senhorita espirro — zomba ele ao fim da frase e respira fundo para não rebater a provocação. — ! ! — chama , mas a moça não se vira para escutá-lo, segue andando na direção que realmente está errada. — ! — ele chama, mais energicamente.
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  — O que você quer, ?! — Ela vira-se bruscamente e para de andar, assustando-se com o movimento. — Não cansa de me encher? Nem nos conhecemos.
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  — Calma. — Ele ri. — Só quero te avisar que está indo pelo caminho errado.
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  — E? — indaga ela, dando de ombros.
  — Você pode se perder. As trilhas são muito parecidas… — diz em tom tranquilo e ela o interrompe.
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  — E desde quando você se importa com uma “estrangeira arrogante”? — rebate fazendo o sinal de aspas com as mãos.
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  — Achei que já não estava mais chateada com isso — diz ele. — Eu até me esqueci do que me chamou ontem.
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  — Olha, , eu só quero relaxar, está bem? Ando muito estressada por conta do trabalho e eu não preciso de você me perseguindo e enchendo o meu saco durante minha viagem. — A mulher solta um suspiro cansado, relaxando um pouco os ombros.
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  — Eu só estou te avisando que está indo pelo caminho errado — repete .
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  — Que seja. — Ela dá de ombros e volta a caminhar para o outro lado.
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  — Você é muito teimosa, ! — repete o japonês, irritado e dá de ombros. 
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  Mesmo sabendo que a possibilidade de se perder é grande, resolve deixá-la seguir pelo caminho mesmo que esteja errado. Ele faz o percurso inverso, retornando à trilha correta. O dia passa rápido e logo a noite vem bem na hora que o rapaz chega ao acampamento juntamente com os demais ocupantes do lugar. Distraído com o próprio cansaço, deixa sua mochila do lado de fora da barraca e vai preparar seu jantar, a fome está apertando seu estômago.
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   degusta seu macarrão apimentado e frango quando algo lhe ocorre de repente. 
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  — ? — Ele se questiona, olhando para a barraca intocável da moça. 
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  Curioso, ele levanta-se, deixando sua tigela em cima da cadeira e vai até a barraca dela, confirmando sua ausência. Será que ela ainda não voltou da trilha? Ou será que ela está apenas tomando banho no rio? Ele resolve perguntar aos demais ocupantes do acampamento para ver se algum deles sabe do paradeiro de . Infelizmente ninguém até agora sabe dela. Até que um deles se lembra de ter visto uma jovem estrangeira caminhar na direção oposta de onde todos vinham. Na hora, lembra-se da moça. Certamente ela ainda está na floresta e possivelmente com fome e perdida.
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  Mesmo estando irritado com a insistência e teimosia da moça, sai à procura dela, recolocando sua mochila nas costas e levando consigo sua marmita, que ainda tem comida. O homem faz o caminho até a trilha onde encontrou a mulher mais cedo e segue até o ponto para onde ela estava indo. A partir dali ele começa a chamar por ela. Minutos se passam e nenhum sinal de , começa a se preocupar. Será que aconteceu algo com ela?
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  A noite de primavera está um pouco fria, o que é relativamente normal para a época, o japonês ajeita o casaco no corpo junto com sua mochila e segue caminhando pelo chão escorregadio da floresta. Ao fim da tarde choveu um pouco e, por já estar de noite, o chão ainda se encontra molhado sem o auxílio do Sol para secá-lo. Ele caminha com cuidado e continua chamando por , sem sucesso. 
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  — ! ! — grita , caminhando na direção do riacho que há por ali, já conhecido por ele. — ! — repete o chamado e finalmente chega até o riacho, onde há menos árvores. Ao correr os olhos pela lateral do lugar, ele a encontra caída no chão. — Meu Deus, ! — corre até ela, tomando cuidado para não escorregar e se agacha ao seu lado. — Por favor, esteja bem… — pede ele em voz alta, verificando a pulsação da mulher e dando um suspiro aliviado ao verificar que ela está respirando serenamente. 
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   corre para dentro da floresta novamente e deixa sua mochila no espaço entre as árvores por onde passou minutos atrás; o homem retorna até e a carrega no colo, pondo a mochila dela nas costas e levando-a até o local onde deixou a sua. Ele repousa a mulher com a cabeça apoiada na mochila e procura um cobertor para protegê-la do vento frio. Após fazer isso, ele retira seu fogão portátil, repousando o objeto perto de e acendendo-o. Ele estica a esteira no chão e senta-se sobre ela, retirando alguns utensílios de dentro da mochila. 
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  — Ai… — geme em tom baixo e se mexe um pouco.
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  — … — chama aproximando-se devagar. Seus olhares se cruzam com a pouca iluminação do local.
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  — ? O que houve? Aonde estamos?
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  — Você não retornava nunca e eu resolvi te procurar. Te encontrei perto do riacho caída no chão. O que houve com você? — explica ele, fazendo uma pergunta ao final e retornando ao seu lugar do outro lado do fogão portátil.
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  — Eu estava andando, o chão estava escorregando muito. Acho que eu passei mal e acabei desmaiando — responde , sentindo sua cabeça doer levemente próximo à nuca. — Como me achou?
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  — Como eu disse, você não aparecia e eu sabia que ainda estava na trilha errada — comenta ele, alfinetando a mulher que logo percebe a ironia.
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  — Se vai falar que eu estava na trilha errada, é melhor você…
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  — O que te deu na cabeça para sair por aí sem saber por onde estava indo? — interrompe em tom bravo.
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  — Eu sabia sim!
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  — Ah, estou vendo! — rebate ele, irônico. — Eu disse para você não ir por aquele caminho. Não disse?
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  — Disse. — Ela revira o olhar com a fala dele e continua em tom bravo:
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  — Não revire os olhos para mim!
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  — Que seja. — Ela dá de ombros e senta-se um pouco, ajeitando o casaco no corpo e o cobertor.
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  — Não seja ingrata, . Eu vim até aqui ajudar você!
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  — Obrigada por isso, — diz ela, finalmente dando o braço a torcer.
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  — Também não precisa fazer essa cara — ele diz e se espanta.
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  — Como está enxergando direito? Nem tem tanta luminosidade assim! — Impressiona-se ela. ri.
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  — Eu aprendi a enxergar com pouca luz — explica. — Consigo ver a sua cara de espanto agora e o quão fofa você fica quando a faz — completa ele e sente o rosto corar ainda mais. — Bom, está com fome? — indaga o homem, mudando de assunto e também sentindo o rosto corar.
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  — Hum, um pouco — responde ela, olhando para os lados. 
   observa colocando a marmita em cima do fogão portátil para esquentar novamente a comida. 
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  — Aqui, cuidado que está quente — avisa ele entregando a marmita após esquentá-la e colocando a dele para esquentar.
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  — Obrigada, — a moça agradece.
  — Por nada — diz o rapaz e completa: — É melhor passarmos a noite aqui e voltarmos para o acampamento amanhã logo cedo.
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  — Concordo. — leva à boca o macarrão feito por e suspira com o sabor. — Hm, está muito gostoso, ! — elogia ela e o rapaz sorri.
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  — Obrigado, minha especialidade. — Eles riem e também prova de sua própria comida.
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  — Você acampa há muito tempo? — indaga , de repente. Ele limpa a garganta para responder.
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  — Sim, eu amo a natureza e sempre que eu posso vou acampar pelo país — explica ele. — Sabia que o Japão tem muitas montanhas e lugares incríveis?
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  — Ouvi falar, mas eu nunca fui — diz comendo mais um pouco de macarrão.
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  — Ah, deveria explorar mais as belezas naturais daqui — sugere . — Faz muito tempo que veio para cá?
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  — Alguns meses. — Ela sorri sem jeito, pois lembra-se do motivo de ter ido ao país.
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  — A pergunta te incomodou, né? Me perdoe — diz ele, também sem jeito.
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  — Não, não é isso, está tudo bem — apressa-se ela. — É que eu acabei de me lembrar que eu nunca realmente parei para pensar o motivo de eu ter vindo ao Japão. Acho que foi tudo muito de repente e natural — diz ela.
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  — Entendo.
  — Digo, sobre meu processo de adaptação, foi complicado, mas natural. Eu realmente tive que aprender o idioma e tudo mais — reforça a mulher.
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  — Deve ter sido difícil, né? — percebe que há algo incomodando .
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  — Bastante, mas eu não me arrependo de ter ficado.
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  — Pensou em ir embora?
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  — Várias vezes, principalmente quando o meu ex-namorado resolveu que seria uma excelente ideia me largar aqui sozinha — ela desabafa e a encara, surpreso.
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  — Como assim?
  — Ah, desculpe, … eu não, eu não deveria falar disso com você. Mal nos conhecemos. — Ela ri, nervosamente, e dá um gole no chá que havia lhe dado minutos atrás.
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  — Está tudo bem, — apressa-se ele. — Se quiser falar sobre isso, eu posso ouvi-la. — Ela o encara, mesmo estando pouco iluminado, ela consegue ver no rosto de a sinceridade e receptividade estampadas nele.
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  — Ah, acho que não há muito o que contar, afinal. — dá de ombros e ri sem humor. — Apenas mais uma história de uma mulher traída pelo namorado. A diferença é que ele me convenceu a vir para o Japão e, pouquíssimo tempo depois, apareceu em casa dizendo que iria para Osaka sozinho, já que ele “não me amava mais”. — Ela faz o sinal de aspas com as mãos e volta a sorrir sem humor.
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  — Sinto muito por isso, — o homem diz com sinceridade e completa: — Mas veja pelo lado bom — o encara —, pelo menos você está podendo conhecer um lugar incrível e tenho certeza de que conheceu pessoas legais no período que está aqui.
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  — Nisso você tem razão. — Ela sorri dessa vez com um pouco de alegria lembrando-se dos amigos que fez durante esse tempo. — Você, certamente, é uma delas. — Instantaneamente o rosto de se avermelha e esquenta com a vergonha que sente agora.
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  — Obrigado — ele agradece, tímido.
  — Me desculpe por ter te atropelado.
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  — Ah, está tudo bem, né? Já passou. — Eles sorriem um para o outro. 
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  Nessa hora, se instala um silêncio perturbador. Para se distrair – e tentar acalmar os próprios ânimos –, joga um pouco de água no rosto na tentativa frustrada de fazê-lo parar de aquecer quando olha para . Ele sabe que não dará certo, mas mesmo assim está fazendo. Do outro lado do fogão, a mulher observa jogar água no rosto e passar a mão pelos cabelos. Só agora ela consegue ver que os cabelos de são compridos e na cor azul. Como ela nunca notou antes? O movimento sensual que ele faz ao jogar os cabelos para trás a faz soltar um suspiro nervoso, volta a prender os cabelos num coque no topo de sua cabeça, deixando novamente a lateral dela à vista. espanta os pensamentos eróticos que lhe passam pela mente e se encolhe no próprio abraço sentindo o ar gelado a tocar de repente.
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   — Está com frio? — pergunta , vendo a reação dela ao vento.
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  — Um pouco. — Ela sente o corpo tremer de frio e observa se levantar e andar em sua direção.
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  — Com licença — pede ele, sentando-se ao lado de e jogando o cobertor que está em seus ombros, sobre os ombros dela também, cobrindo assim os dois. — Melhor? — Ela o encara sentindo o calor do corpo dele.
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  — Sim, obrigada, … — Eles ficam em silêncio, encarando pontos aleatórios em volta, sem se encararem. Do nada, põe a mão na testa de , assustando-a.
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  — Que bom que não está mais com febre — diz ele, a boca do rapaz muito próxima à moça. está com os pensamentos a mil.
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  — Que boca bonita… — sussurra num tom alto suficiente para ser entendida por que muda de expressão de imediato.
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  — O que disse?
  — Hã? — Ela volta a si e balança a cabeça. — Tem certeza de que não podemos voltar hoje? — Retoma a pergunta e tosse de maneira forçada, disfarçando.
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  — A não ser que queira se perder de novo — comenta em tom irônico. — Enxergo bem no escuro, mas nem mesmo as trilhas são fáceis de identificar assim. Melhor a gente acampar aqui e logo cedo voltamos, ok?
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    volta a concordar e solta um suspiro. Alguns segundos se passam, mas para eles parecem horas, muito tempo pensando se devem ou não se entregar ao desejo que sentem. Num impulso mútuo, ambos se viram um para o outro e se beijam. avança sua mão esquerda pelos cabelos de puxando-a para perto, aconchegando-a em seus lábios. Já está com ambas as mãos nas coxas dele, alisando o local. Também num impulso eles se afastam momentaneamente. 
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  — É melhor a gente não… — ofega . — Você estava com dor de cabeça e…
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  — Minha cabeça não está doendo — rebate tão ofegante quanto.
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  — Não? — O olhar dele percorre o rosto da moça, o desejo estampado, gritante para ele.
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  — Faz tempo que eu não beijava ninguém… — Ela pensa alto demais e parece se irritar, voltando a trançar seus dedos nos cabelos dela com mais firmeza que antes.
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  — Não fale do passado, por favor. — A voz dele sai arrastada, parte pelo tesão que sente e parte pela leve raiva que surge em seu interior.
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  — Desculpe…
  — Só desculpo você se me pedir para te foder com força. — Os olhos flamejantes de incendeiam o corpo de . Ela mal consegue respirar quando está perto dele. A moça arregala o olhar, espantada.
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  —
  — Pede, me pede que eu fodo você melhor que qualquer um que já passou por sua vida, . — Esse olhar. Ah, esse olhar que deixa o corpo de entregue aos prazeres da carne, inevitavelmente, seu corpo clama pelo toque desse homem.
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  — Me fode com força, … 
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  Outro sussurro sai dos lábios de que se xinga mentalmente por não conseguir emitir uma frase sem pestanejar. É um pouco difícil quando se tem as mãos grandes e quentes de percorrendo suas coxas, como fazem agora. Os lábios macios do homem tocam os dela num beijo indecente tão quanto suas mãos. Em um quase empurrão, ela se deita por cima do homem sem interromper o beijo, está bom demais para sair dali. O cobertor está embaixo dele e logo sente o frio gelado contra sua pele, mas ela não se incomoda, pelo menos não agora.
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  — … — Ela interrompe uma última vez antes de se entregar totalmente a ele.
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  — Oi… — sussurra o homem com as mãos na parte posterior das coxas dela.
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  — Vai ser apenas sexo, está bem? — diz , ofegante. analisa a expressão dela, tentando achar alguma falha em seu rosto, porém não encontra nada.
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  — Está bem — responde , encarando-a após alguns segundos.
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  Eles voltam a se beijar fervorosamente, palavras já não são mais necessárias. As regras do jogo já foram expostas: será apenas sexo e fim. Com esse pensamento fixo, aproveita para subir suas mãos por dentro do casaco de que sente o local por onde os dedos dela passam se arrepiar. Sentada sobre o colo de , retira o próprio casaco, junto com sua blusa.
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  Ele está sentado, com o tronco erguido, e retirando a própria roupa, casaco e camisa. Sem querer, ao retirar a camisa, sai junto o prendedor dos cabelos de , antes que ele pudesse prender novamente, pede para que ele deixe solto. Diz que ele fica sexy dessa forma. Vaidoso com o elogio, o homem obedece e apenas joga os cabelos para trás retirando-os de seu campo de visão.
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  Ele passa as mãos por cima dos seios de , alisando-os e percorre até as costas dela para retirar seu sutiã. Outro beijo acontece enquanto os seios de são expostos ao frio da noite de primavera, porém são aquecidos quase de imediato pelas mãos de que os agarra, apalpando-os com firmeza, sentindo a maciez deles. O homem solta gemidinhos enquanto os massageia.
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  Os dois se afastam um pouco, ela retira sua calça e bota, faz o mesmo retirando as mesmas peças de seu corpo, ficando apenas de cueca. De cara, repara no tamanho do pau já rígido do rapaz, o volume, mesmo dentro da cueca, já impressiona e a faz desejá-lo o mais depressa possível dentro de si.
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   ia deitar-se sobre , porém a rapidez com que ele a empurra sobre as folhas caídas no chão de terra gelado da floresta não lhe deixa outra alternativa a não ser deixá-lo agir. O homem desce uma trilha de beijos aquecidos pelo tronco da mulher sob ele, as mãos retirando a calcinha rendada dela com toda a calma possível. Ainda não está tão tarde, eles terão bastante tempo para aproveitar a companhia um do outro e, afinal, será apenas sexo. precisa aproveitar isso.
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  Já sem sua calcinha, sente os lábios de tocarem de maneira incisiva sua intimidade, logo após a língua dele penetra o local, invadindo seu interior e sugando com força. geme com os movimentos e procura algo para agarrar, já que não acha nada além de gravetos, folhas e flores caídas, a moça aperta os próprios seios, massageando-os enquanto geme.
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  Em dado momento, ela abaixa seu olhar para ver e encontra os olhos dele fixos nos dela, assustando-se rapidamente. Ela sente o calor no olhar do homem, as chamas consumindo seus corpos avassaladoramente. Ele não para de olhar para desde que começou a chupá-la, mal pisca. protesta veementemente ao perceber que para as sugadas em sua intimidade, ela sente o corpo dele cair sobre ela juntamente com os cabelos soltos do homem que caem nas laterais de seu rosto.
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  O membro ereto de penetra rapidamente e ela solta um gemidinho de prazer, logo envolvendo suas mãos no pescoço dele, puxando-o para mais perto. Acontece mais um beijo enquanto ele penetra a mulher com certa força, imprimindo seu quadril contra ela. O prazer dessa transa só aumenta e se questiona nesse momento se valerá realmente a pena eles prosseguirem. Isso porque ele é um homem romântico, ele se aproximara de com o objetivo que conhecê-la melhor, ele queria mesmo era prosseguir com o sexo e depois, quem sabe, convidá-la para sair. Ele se sente um idiota por pensar assim. Às vezes deseja apenas não ser tão passional, talvez doesse menos ao fim.
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  Em meio aos seus devaneios internos, os fios do cabelo de caindo em seu rosto o distraem, ele os joga para trás e o encara com uma expressão sexy. Ela acha tal movimento muito sensual. precisa arrumar algo para distrair sua mente desses pensamentos melosos. Tendo uma ideia brilhante e prazerosa, o homem ergue uma das pernas de e aumenta as estocadas. Tal ato anima tanto ele quanto ela que começa a gemer mais alto, as mãos passeando pelo tórax de .
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  Sentindo-se arrepiado e com seu prazer percorrendo seu corpo, ele segura a perna erguida de e começa a depositar beijos pela extensão alcançável dela. O prazer de aumenta com o gesto, ela nunca pensou que sentiria prazer ao ser beijada na perna. Ela grava em sua memória a sensação incrível que a consome agora para a prosperidade. Ela deseja continuar sentindo isso e quer que seja com ele. Mas é apenas sexo, não é?
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  Minutos se passam e, após explodirem com seus orgasmos, e se vestem. Ele arruma melhor o local e retira uma barraca reserva que sempre leva consigo. Com a barraca já armada, ambos adentram e se abraçam deitados. Ninguém diz mais nenhuma palavra, nada sobre o que acabara de acontecer, nada sobre o amanhã, nada sobre o que ambos pensam agora. Nada. E é com esse silêncio que eles adormecem.
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  No dia seguinte…

   desperta sentindo-se sozinho dentro da barraca, ao abrir os olhos ele comprova a sensação de solidão. não está com ele. O homem levanta apressado e sai da barraca encontrando todas as coisas em seus devidos locais, menos a mulher. Assustado e sentindo-se traído, ele pega seu casaco, vestindo-se, e calça suas botas. Após, ele caminha em uma direção qualquer a fim de encontrar a moça. Não demora muito para que ele a ache, está tomando banho no rio. Nua. solta um suspiro e continua encarando a cena. A mulher mergulha rapidamente e volta à superfície, jogando os cabelos molhados para trás, retirando o excesso de água deles. Ela está de costas para a beira e, ao se virar, seus olhos encontram a figura de em pé, encostado em uma árvore, a encarando. sorri.
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  — Bom dia, espião — zomba ela, rindo e mexendo as mãos por cima da água.
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  — Bom dia — responde com o olhar ainda fixado nos seios de que estão quase totalmente à mostra.
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  — Amanheceu fazendo calor, surpreendentemente — comenta a moça olhando para a paisagem a sua volta. — Deveria vir se refrescar — convida e engole em seco.
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  — Se eu for aí eu sairei com mais calor do que antes. — Eles riem com o comentário e concorda com um gesto de cabeça.
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  — Mas se você vier, eu prometo fazer algo que eu não fiz ontem. — Curioso, ergue o corpo, excitado.
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  — E o que seria?
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  — Venha aqui e eu te digo — sugere a moça e joga o corpo para trás, boiando na água. 
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   coça a própria nuca e começa a tirar a roupa. Ele sabe que possivelmente irá se arrepender, sua passionalidade ainda o matará de raiva ou de amor. Mas, enquanto isso não acontece, ele resolve pensar apenas na parte de seu cérebro que quer ouvir os desejos de seu pau que está enrijecido desde que os olhos do homem viram a figura nua de .
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  Essa parte da floresta não é tão frequentada, sendo assim não há perigo de alguém os flagrar pelados no rio. caminha ainda encarando boiar e entra no rio indo até ela. Ao se aproximar, o homem observa de perto o bico dos seios dela apontarem para cima. está de olhos fechados enquanto boia, seus braços abertos brincando com a água em volta, a cena excita . Ele não resiste e abocanha um dos seios de que se remexe um pouco, quase perdendo a concentração, mas logo consegue manter seu corpo boiando.
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  Ele passa a mão esquerda por debaixo d’água e segura as costas dela, sua mão direita indo diretamente na intimidade de , penetrando seus dois dedos centrais ali dentro. O olhar de observa o céu azul dessa manhã de primavera, alguns pássaros voando ao longe e uma brisa gostosa preenchendo o ambiente. Ter essa vista enquanto é tocada por é algo memorável, de fato. Porém, o interrompe, voltando a ficar em pé dentro do rio e envolve seus braços no pescoço dele, beijando-o com paixão. Uma das mãos dela deixam o pescoço de e mergulham dentro d’água, nadando até o pau do homem que logo sente seu toque, abrindo os olhos para olhar para .
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  O sorriso malicioso dela junto com os movimentos rápidos que ela faz o deixam ainda mais excitado, transbordando tesão. Eles não param de se beijar enquanto manobra o pau de majestosamente. Ela sente que ele está ficando mais tenso e, vide a noite passada, percebe que é um sinal de que o orgasmo dele está próximo, então ela interrompe tudo, retirando sua mão de dentro da água e se afastando um pouco dele. 
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  — … — a voz falha de diz e ela o encara mordendo os lábios.
  — Deita — pede ela levando o indicador da mão direita até sua boca, mordendo-o.
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  — Hã?
  — Boia para mim, quero te fazer uma surpresa, — ela explica melhor e ele a encara em confusão. Ele abre a boca para perguntar novamente, mas o interrompe. — Apenas boie para mim,
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  Ele vê a mesma mão direita de sair de sua boca e descer pelo próprio corpo percorrendo água adentro, ao chegar ao seu destino a expressão de muda para uma de puro prazer. Então, entende que ela está se tocando bem na sua frente. 
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  — Por favor, … — ela volta a pedir, soltando um gemido gostoso em seguida. 
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  Sem questionar mais, ele ergue as pernas, jogando o corpo para trás e boia de braços abertos. Seu olhar recaído em , vendo-a se masturbar de olhos fechados. De repente, ela abre os olhos, sem parar de se tocar e se aproxima de . Até as pernas dele, mais precisamente. Ela as afasta com a mão livre, seus dedos da mão direita ainda penetram a própria intimidade ainda que devagar. Só agora, quando segura seu pau, é que percebe o que ela quis dizer com “algo que ela não tinha feito ontem”.
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  Na noite anterior, apenas a chupou, mas dessa vez é quem o chupará. Logo a língua dela percorre de uma vez a cabeça do pau dele fazendo-o soltar um suspiro através dos dentes cerrados. Os lábios quentes da mulher englobam parte do membro de que sente o corpo relaxar, porém ainda boiando na água calma do rio. Ele deseja segurar nos cabelos de para conduzi-la de alguma maneira, mas não tem forças para mover os braços até a cabeça dela. As sugadas que lhe dá o deixam amolecido e entregue a ela. Entregue à estrangeira que o atropelou dias atrás e que agora está chupando seu pau tão gostoso que não demora para que ele chegue ao seu orgasmo.
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   o encara, mantendo seus dedos em sua intimidade, e intensifica a penetração. volta a ficar em pé e agarra os seios de com vigor, chupando-os com força. Ela leva sua mão livre na nuca dele e bagunça os azulados cabelos molhados do homem que sabe bem como deixá-la excitada. Empolgada e sentindo suas pernas tremerem, chega ao seu orgasmo e amolece nos braços de .
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  Meses depois…

   e , o casal improvável e totalmente sem querer, acaba se formando. Eles saem algumas vezes e acabam namorando, inevitavelmente. O sentimento deles aflora e apenas se expande durante esses meses que se passam. Eles sentem-se felizes por terem cruzado o caminho um do outro.
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   termina de abotoar sua camisa deixando apenas o último botão, próximo ao seu pescoço, solto. Ele ajeita a peça dentro de sua calça, fechando o zíper e abotoando-a também. Ao se olhar no espelho do banheiro de seu apartamento, o homem pensa em seu pedido de mais tarde. Um flashback de sua trajetória nos últimos meses passa em sua mente de maneira lenta e nostálgica, desde o dia em que foi atropelado por até ontem quando passaram a tarde juntos no parque próximo ao apartamento dela, após o trabalho.
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  O homem pega a caixinha onde guarda o anel de noivado e a abre observando mais uma vez o objeto lá dentro com pequenas pedras semipreciosas cravejadas em todo seu entorno. O pedido de casamento será feito na presença de dois grandes amigos: Aimi e seu namorado, Taishi, que são testemunhas do relacionamento de e , além de grandes incentivadores. O casal está junto há quase um ano, pode parecer pouco para já haver um pedido de casamento, porém, para , é tempo suficiente para comprovar seu amor pela estrangeira que ele tanto preza e que tanto quer compartilhar sua vida como já faz, só que agora de maneira mais séria.
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  Já pronto, o homem guarda a caixinha com o anel de noivado no bolso de seu blazer, vestindo-o, e cata as chaves do carro, descendo até a garagem e partindo para o restaurante.
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   , Aimi e Taishi aguardam a chegada de que está alguns minutos atrasado.
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  — Você está realmente linda hoje, — Aimi reforça o comentário anterior.
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  — Sim, -chan, você está muito bonita hoje — elogia Taishi, sorridente. Todos estão sentados à mesa. Aimi e Taishi um ao lado do outro e de costas para a porta do restaurante.
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  — Obrigada, gente, mas não é para tanto. — Ela sorri sem jeito e bebe mais um pouco de água. — está demorando… — comenta e sente o nervosismo aumentar. Ele havia marcado esse jantar há dias. 
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  O casal de amigos engata uma conversa com , mas ela não consegue focar cem por cento no que eles dizem, seus pensamentos estão em querer adivinhar o que quer com esse jantar em um restaurante tão caro e bonito quanto esse que estão agora. Todos estão trajados de gala, o vestido que usa não seria diferente: ele é azul-marinho, longo na altura de sua canela, rendas da mesma tonalidade do tecido compõe o torso de seu corpo, pequenos brilhantes enfeitam a renda e usa um sapato alto quase do mesmo tom; em seu pescoço ela usa uma corrente fina com um singelo pingente em formato de estrela que lhe havia dado de aniversário dias atrás. Por falar nele, o perfume do namorado logo é sentido por ela, mas, antes de se virar para vê-lo, sente as mãos quentes e grandes dele cobrirem seus olhos e os lábios dele encostarem seu pescoço nu. 
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  — Boa noite, amor — sussurra ao pé do ouvido dela e tira suas mãos do rosto de , ajeitando a mecha de cabelo que havia caído, colocando-a por detrás de sua orelha.
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  — Boa noite, amor, que bom que chegou — diz e vira o rosto para dar um beijo demorado nele.
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  — Boa noite, pessoal! — o homem diz para os amigos que o encaram sorridentes.
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  — Boa noite, ! Demorou, hein?! A estava quase enfartando e totalmente no mundo da lua — comenta Taishi e todos riem.
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  — Agora que o chegou, podemos pedir o prato principal, o que acham? — sugere Aimi e todos concordam. 
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  Após pedirem, os amigos começam a conversar enquanto degustam o vinho que pediram. Eles fazem um brinde à amizade deles e bebem mais um pouco do líquido em suas taças. pretende fazer o pedido após o jantar, perto de irem embora, está tão nervoso que mal consegue se concentrar na conversa.
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  Dessa vez, domina sua curiosidade interna e continua conversando com Aimi e Taishi, enquanto observa de canto de olho a dispersão do namorado. O jantar é servido e todos jantam uma deliciosa comida e continuam a beber. Após concluírem a refeição eles pedem mais uma garrafa de vinho e continuam conversando, dessa vez todos estão atentos ao assunto e riem divertidos.
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  De repente, algo chama a atenção de Aimi e a faz mudar de expressão para uma bastante aflita. Ela tenta chamar a atenção da amiga de maneira discreta, porém não compreende, então Aimi resolve mandar uma mensagem no privado para .
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  “Não faça alarde, mas o Gustavo está aqui no restaurante e ele já te viu. Ele não para de encarar nossa mesa.”

  A menção da presença do ex-namorado no local faz enrijecer seu corpo, sentindo-se gélido com a informação. não se atreve a olhar para trás, não consegue sequer segurar seu celular direito e o deixa cair em seu colo, as mãos tremendo de nervoso. Faz dois anos que ela não o vê, dois anos que se livrou, mesmo que sem querer, de um relacionamento que claramente não lhe servia mais e nem lhe fazia bem. Desde então só coisas boas vêm acontecendo em sua vida e ela não quer estragar nada.
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  A curiosidade em olhar para Gustavo e perguntar o motivo dele encarar a mesa onde está com os amigos é grande, mas ela não faz isso. Aimi está nervosa também, conhece o temperamento explosivo do ex da amiga, segundo relatos dela própria e de brigas que ela mesma já presenciou. Certamente Gustavo não quer apenas olhar para . Infelizmente a suspeita de Aimi se concretiza e ela vê o outro caminhar na direção da mesa deles. Mais uma vez ela chama a atenção da amiga que dessa vez consegue entender e vira o rosto para encarar o rapaz que já está muito perto.
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  — Então quer dizer que está me traindo?! — comenta Gustavo já atrás da cadeira onde está, a mulher se levanta para encará-lo.
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  — Gustavo… — diz ela, sem saber o que dizer, sem saber como agir. Parece que a aura gélida do ex ainda a paralisa.
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  — O que está havendo? — questiona também se levantando e passando a mão direita na cintura de , fato que destrava o corpo dela e a faz olhar o namorado.
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  — Quem é você? — indaga Gustavo olhando para que mantém seu olhar sereno para o homem a sua frente.
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  — Sou , namorado da . E você é? — sustenta o olhar e aperta um pouco a cintura da namorada.
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  — Gustavo… sou namorado dela…
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  — Ex-namorado — enfatiza quase gritando, mas logo controla sua voz. — O que quer?
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  — Soube que ainda mora em nosso apartamento e…
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  — Ele é meu agora — corrige ela, interrompendo-o. — Resolveu me perseguir após dois anos sumido?
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  — Não seja injusta,
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  — O que você quer com a minha namorada? — dessa vez, é quem o interrompe.
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  — Nada que te interessa, oh japonês — debocha Gustavo.
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  — Não fale assim com ele! — sai em defesa de e completa: — Fala, o que você quer comigo?
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  — Você — responde o homem e solta uma risada nasal.
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  — Não me faça rir, Gustavo. Eu estou muito bem sem você, não sabe o favor que me fez indo embora para Osaka. — Para é um grande alívio dizer essas palavras que tanto guardou por todo esse tempo.
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  — Você me esqueceu fácil demais. Deu para o primeiro que apareceu na sua frente! — Gustavo solta a ofensa e o segura pela camisa erguendo-o levemente.
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  — Não ouse falar assim com a minha noiva! — sibila ele com muita raiva e segura seus braços.
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  — , não vale a pena — pede ela, temerosa.
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  — Há algum problema aqui? — Um dos seguranças se aproxima junto com mais dois homens, também seguranças do restaurante.
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  — Esse homem está incomodando, está sendo inconveniente — diz com raiva em sua voz.
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  — Senhor, por favor, queira…
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  — Eu sei o caminho da saída! — brada Gustavo, interrompendo o segurança e dá um tapa em sua mão. — Aproveite sua vidinha, — sibila ele antes de virar as costas e ir embora.
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    dá um suspiro aliviado e deixa o corpo relaxar um pouco, a segura pela cintura novamente. 
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  — Você está bem? — indaga ele.
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  — Estou. — fecha os olhos com força pondo uma das mãos no rosto.
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  — É melhor ela se sentar um pouco — sugere Taishi, preocupado.
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  — Amor… — chama e o encara. — Você está realmente bem? — O olhar dele, tão meigo e preocupado, a faz sorrir de leve e ela o abraça.
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  — Estou — sussurra e completa: — Eu te amo,
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  Ele afaga as costas de e deposita um beijo no ombro dela. Os ânimos se acalmam e todos voltam a se sentar, tentando retomar a conversa, porém sem sucesso. Então, eles decidem se despedir e pedir a conta. Após pagarem, cada casal vai para uma direção. e vão direto para o estacionamento, até o carro de , e eles vão para o apartamento dele. Chegando lá, eles entram e a mulher vai direto para o sofá, sentando-se, vai até a cozinha e pega duas taças e a garrafa de vinho na geladeira. Na sala, ele serve duas taças e entrega uma para que sorri ao recebê-la, ele senta-se ao lado da namorada dando um gole no vinho.
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  — Amor… — chama a mulher com um sorriso tímido nos lábios.
  — Diga.
  — No restaurante, no meio da discussão com o Gustavo, você… você se referiu a mim como sua noiva. — engasga-se com o vinho, tossindo um pouco e faz rir de sua reação. — Não estava sabendo desse detalhe da nossa relação — conclui ela, bebendo mais um pouco de vinho. deixa sua taça em cima da mesa de centro.
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  — Aquele bruto idiota estragou o meu pedido — inicia o homem, pegando seu blazer atrás de si e tirando a caixinha com o anel de dentro de um dos bolsos. — Eu ia fazer após o jantar, mas ele chegou estragando tudo.
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  — Ainda dá tempo de fazer o pedido, a noite não acabou ainda, amor. — sorri e também põe sua taça em cima da mesa de centro.
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  — … — Ele encara a namorada e estende a caixinha em suas mãos, abrindo-a. — quer ser minha esposa? — As mãos dele estão trêmulas e ele quer chorar, mas segura as lágrimas dentro dos olhos, controlando-se.
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  — Claro que eu quero, amor! — Aceita e se joga nos braços do namorado que agora é seu noivo. 
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  Ele a abraça de volta e deixa algumas lágrimas escorrerem, não imaginou que fosse ficar tão emocionado assim e até está aliviado por não estarem no restaurante pois sentiria vergonha de chorar na frente de outras pessoas.
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  O casal se afasta um pouco e retira o anel da caixinha, segurando a mão direita de e pondo o anel em seu dedo apropriado. O objeto fica lindo na mão da noiva e ele deixa um beijo no local encarando-a em seguida. Então, o beijo acontece. Basta isso para engatilhar o desejo de ambos que se agarram forte um no outro enquanto o beijo aquece seus corpos. O amor percorre todo o interior do homem que, naturalmente, envolve suas mãos no corpo da noiva para carregá-la no colo. 
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  — Eu consigo andar até o quarto, amor — diz com um sorriso no rosto enquanto segura o rosto do noivo.
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  — Me deixa ser carinhoso com você. — Ele pega na cintura dela, apertando-a. — Deixa? — Ela sorri mais abertamente.
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  — Está bem, amor.
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    sela seus lábios novamente e se agacha na frente dela, envolve suas pernas na cintura dele que a sustenta pelas costas assim que ela toma impulso para subir no colo do homem. Já encaixada ali, ela envolve seus braços no pescoço do noivo e o beija com paixão; as mãos de sobem e descem pelas costas de se revezando entre segurá-la e acarinhá-la.
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  Ele caminha até seu quarto e a deita em sua cama sem interromper o beijo. Suas mãos suspendem o vestido da noiva indo diretamente repousar em suas coxas; ele desce seu tronco até o local e deixa vários chupões de leve nas coxas de que geme baixinho com o gesto; fica de joelhos na cama para retirar sua camisa, desabotoando-a, enquanto isso joga as mãos para suas costas e puxa o zíper do vestido descendo um dos lados de seu ombro, trata de retirar o outro lado e beija o ombro nu dela, descendo a peça até a cintura da mulher; ela retira o vestido totalmente ficando apenas de lingerie que é da mesma cor; os olhos de não desgrudam do corpo da noiva, mapeando-o em sua mente enquanto termina de retirar sua camisa e desabotoa a calça, também retirando-a.
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  Ficando apenas de cueca, ele engatinha pela cama ficando por cima de que se deita totalmente apoiando a cabeça nos travesseiros atrás de si. Eles se encaram brevemente e se beijam, o homem derrubando seu peso sobre ela, acariciando seu rosto com uma mão ao mesmo tempo que a outra percorre a extensão da lateral do corpo de chegando até a intimidade dela. O roçar dos dedos dele sobre sua calcinha faz sentir seu tesão aumentar durante o beijo em , ela aperta um pouco os ombros dele pedindo por mais e logo ela é atendida.
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  O homem penetra seus dedos calcinha adentro de , indo até o interior de sua vulva, introduzindo seus dedos com leveza em seu princípio; tal ato é suficiente para fazer interromper o beijo e soltar um gemido prolongado, ficando ofegante em seguida. inicia os movimentos em um ritmo gostoso e prazeroso para ambos, o que deixa seu pau já ereto e pronto para agir quando solicitado; eles se encaram com os olhos brilhantes de amor e luxúria; sem conseguir ficar apenas tocando sua noiva com os dedos, leva sua boca até os seios dela, afastando seu sutiã para o lado e dando-lhe alguns chupões enquanto segura eles com a mão livre. Ele sempre gostou de fazer isso como seu primeiro ato no sexo e sabe que é uma das partes favoritas de , ele faz questão de realizá-la sempre.
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  Alguns minutos se passam e agora se prepara para sentar no colo de que está sentado na cama, recostado na parede de travesseiros que está atrás dele; ela fica de pé, posicionando-se de costas para ele e na direção de seu pau e agacha devagar, sensualizando um pouco. Quando ela menos espera, agarra sua bunda dando-lhe uma bela mordida na carne do local. 
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  — Aii, ! — geme ela, rindo em seguida.
  — Senta logo, amor, senta no meu pau que eu quero sentir você — ele pede com a voz sexy.
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  — Só se der um beijinho. — vira o rosto para trás, fazendo um beicinho. ri.
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  — Dou. — Sem tirar os olhos dos olhos dela, o homem dá um beijo demorado na bunda de que ainda está com as mãos apoiadas nos joelhos. — Agora senta no meu pau, amor.
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  Pedindo de maneira tão sensual dessa forma, resolve atendê-lo, sentando-se devagar no membro do noivo ao passo que o segura com uma das mãos, apoiando-se na coxa direita de com a outra. A sensação de sentar-se ali é incrivelmente esplêndida e faz a mulher suspirar, gemendo a cada quicada que dá; segura a cintura dela ajudando-a nos movimentos e também sente seu prazer quase explodir, o deixando louco; a mão esquerda dele sobe pela barriga de parando nos seios dela e apertando-os com cuidado para não machucar; involuntariamente ele abre mais o arco das pernas dela, fechando as dele de forma que consiga erguer o próprio quadril.
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  Assim que começa a subir e descer o quadril, experimenta a pressão exercida por ele que não para de forçar seu membro para dentro da noiva; os gemidos altos e gradativos dela empolgam o homem que aperta os seios de com um pouco mais de força, levando sua outra mão até o rosto dela, puxando-o para mais perto do seu; os cabelos soltos e úmidos pelo suor encostam no rosto de que aspira o aroma dali; repousa a nuca um pouco no ombro um pouco no rosto do noivo e vira o rosto para encará-lo, envergando o tronco para frente; o ápice dele está próximo; na verdade, ele já está controlando-se há pelo menos cinco minutos. Porém, quando adiciona o movimento frontal, acaba descontrolando . O rebolar para frente e para trás dela faz com que ele solte seu orgasmo de uma vez, explodindo dentro de , o líquido quente preenchendo o local, aquecendo ainda mais a intimidade dela. A mulher não para de rebolar, ainda a abraça e ela volta seu rosto para frente, ainda com a nuca apoiada dessa vez totalmente por cima do ombro do noivo. 
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  — Não para, bebê, não para — pede entre arfadas.
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  — Ahh, amor… — ela geme, parando para recuperar o fôlego. — Eu preciso… — se interrompe e para de rebolar no pau de , levantando-se dali, virando de frente e voltando a sentar-se no membro dele. — Eu preciso olhar para você enquanto eu gozo… — afirma.
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   sorri com a fala dela e abraça o corpo da noiva com carinho. volta a quicar, retomando o ritmo anterior e, consequentemente, a sensação eminente de seu orgasmo retorna. O homem não resiste em ter os seios de tão próximos a ele sem estarem em sua boca, logo ele os toma nas mãos, apertando-os contra seu rosto, a língua dele passeando pelo bico de cada seio; o olhar fixo dele nas expressões faciais que faz agora, enquanto continua a quicar em seu membro com as mãos apoiadas nos ombros de .
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  Ele sente que o orgasmo de está muito mais perto de acontecer, por isso, começa a intensificar as sugadas em cada seio dela, fazendo-a gemer ainda mais. Ela gosta tanto quando ele faz isso e sente tanto tesão que só faz contribuir para o seu prazer. Logo, goza, soltando um longo gemido e jogando a cabeça para trás.
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  Assim que ele sente o líquido dele preenchendo sua intimidade, toma o corpo dela num abraço, erguendo o quadril para levantar, e troca de lugar com ela, deitando sobre a cama e se deitando por cima da noiva. O ato é finalizado com um longo e apaixonado beijo.
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  — Agradeço todo dia por ter cruzado meu caminho com o seu naquele acampamento — ele diz em tom apaixonado ao finalizar o beijo e encara os olhos dela.
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  — Eu também. — sorri, ficando emocionada com as palavras repentinas de .
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  — Que bom que você é teimosa e se perdeu na floresta. — Eles riem levemente e recebe o afago do noivo em seus cabelos.
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  — É, senão eu nem teria tido a oportunidade de te ver pelado. — Ele a encara e ri novamente.
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  — Olha — para e sorri de canto —, pela tensão sexual que havia entre nós dois, certamente você me veria pelado de qualquer maneira.
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  — ! — Eles riem de novo.
  — Eu te amo, amor! Eu te amo, minha estrangeira birrenta! 
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  Um beijo suave encerra a noite, mas não a história desse casal.
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  O destino fez se mudar para um país totalmente inverso ao que ela estava acostumada e, logo após, sofrer o livramento da separação de um relacionamento fadado ao fracasso. O mesmo destino que cruzou o caminho dela com o japonês aventureiro em um acidente inusitado. O mesmo que os reencontrou no acampamento, proporcionando a ambos uma intensa noite de amor. O que resta para e é torcer para que esse mesmo destino os mantenha unidos nesse amor tão forte e tão bonito que sentem um pelo outro.
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“Apenas desejando o céu sem fim
Ressoa fortemente nas profundezas do meu coração.”
– Realize, FLOW.

Fim

  Nota: Oieee! E aí? Gostaram de CAMPING?!
  Particularmente, a história ficou MUITO maior do que planejei. Era para ser uma oneshot de no máximo 6 páginas, bem leve. Mas, nada com o Take como protagonista é simples, então ele resolveu que seria bom transformar numa fic maior. A inspiração inicial veio das inúmeras fotos de acampamento que o Take (@TAKE_FLOW) posta em seu Twitter. Agradeço a ele por isso, obrigada Take-kun! <3
  Obrigada a quem leu e espero que tenham gostado!

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Lelen
Admin
4 meses atrás

Tem gente que olha pro ridículo e quer agarrar, né? E olha pra noção e fala “Não quero”.
Eu gosto do nome Gustavo, mas fiquei com rancinho agora. Bicho escroto. A cara de pau do vadio em surgir do além querendo ainda ser “namorado”. SAI, ENCOSTO.
Amei a parada de “amor a primeiro atropelamento” <3

Li Santos
Li Santos
4 meses atrás
Reply to  Lelen

Esse gustavo aí é o puro ranço mesmo. Haha
Amor ao primeiro atropelamento e depois ao primeiro espirro ahahahah

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