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Quiz #003
// O Tema
Em qual estação deve-se passar sua próxima fanfic? Baseado em suas preferências, lhe diremos qual estação mais combina com a sua próxima história!
// O Resultado
Citar o nome da estação dentro da história (ou no título), deixando a palavra em negrito para melhor identificação.


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Esta história não possui capas prévias (:

Sem informações no momento.

4 Estações do Amor: Manhã de Primavera

Primavera Fletcher

  Esta é a história de como nos tornamos amigas e fizemos a esperançosa promessa de nos casar em um ano. As quatro donzelas mais encalhadas e desafortunadas de Londres, na busca pela tão sonhada aliança no dedo e um amor verdadeiro. 
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   Fletcher, Jenie Sollary, Annia Sollary e Nalla Miller.

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Londres – 1847

  Calorosa noite de verão, me encontrei indisposta para ir ao baile. Mal se havia passado um ano desde a morte de Thomas, para meu coração se desesperar em absorver a ideia de que estava solteira novamente e vista como a encalhada de Limerick. Confesso que não tinha sentimentos por ele, pois nosso noivado era puramente um arranjo entre famílias, entretanto, sonhava com a ideia de me apaixonar por ele ao longo de nosso casamento. As informações que tinha sobre Thomas, eram repasses de minha criada Lilien, que mantinha corte com o mordomo de sua família. 
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  Sua morte foi um dos motivos para me mudar para Londres e morar com tia Poppy e o tio Walter. Segundo meus pais, minha honra estava machucada pelo fato de ter ficado viúva antes do casamento. Tia Poppy não poupou esforços em seu discurso motivacional, dizendo que uma bela dama como eu deveria finalizar o luto e ir à luta. E o baile de hoje, era mais do que oportuno para marcar presença na tradicional e elitista sociedade inglesa.
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  — Vamos, , não quero me atrasar. — Disse titia ao aparecer da porta do meu quarto, ajeitando seu chapéu.
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  Assenti com um sorriso singelo e olhei-me pela última vez no espelho. Aquele coque valorizava meu rosto, assim como a maquiagem meus olhos. Saí do meu quarto e acompanhei titia pelo corredor até chegarmos na carruagem em frente a casa. Assim como eu tia Poppy pertencia à nobreza, porém segundo ela, havia nascido com o coração de um burguês, fato esse que a fez se apaixonar pelo maior banqueiro da Inglaterra, o tio Walter. Eu me divertia muito com os dois, apesar dos momentos tristes de seu casamento por não conseguirem ter filhos. 
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  Mantive minha atenção para a janela por todo o caminho, enquanto titia tagarelava sobre os possíveis convidados da noite. Ao chegarmos na residência da família anfitriã, os Sollary, tidos como novos ricos da cidade, titia não poupou comentários sobre a extravagante entrada em pedra de mármore carrara. Foi difícil não me atentar aos detalhes, devido ao que ela dizia. Entrando pelo hall, o mordomo nos guiou ao salão principal e nos apresentou aos donos. O sr. e sra. Sollary pareciam pessoas humildes e de bom caráter, certamente por sua origem fora da aristocracia. 
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  — Te aconselho a dar umas voltas e conhecer os jovens da cidade, não se esqueça de sempre sorrir com graça. — Disse titia pouco antes de algumas senhoras se aproximarem de nós. 
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  Assenti e me afastei segundos depois dela me apresentar. Fiquei olhando a minha volta, mais atenta a arquitetura da residência do que às pessoas ali. Me aproximando do salão de danças, vi alguns casais se divertindo ao centro enquanto os músicos tocavam. Não me contive em comparar os vestidos das damas de minha idade, alguns pomposos e outros simples, até que notei duas jovens sentadas e não muito felizes ao canto. 
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  — . — Blair me assustou ao tocar em meu braço chamando minha atenção para ela.
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  A olhei curiosa. O que estaria fazendo ali? Minha última notícia era de suas férias em Paris com os avós. 
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  — Blair?! — Dei um sorriso disfarçado. — O que faz aqui? Tive notícias suas que estava em Paris.
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  — Voltei mais cedo desta vez, vovô ficou adoentado e nos antecipamos. — Explicou com traços afobados de quem recuperava o fôlego. — Não sabia que viria, este baile está esplêndido.
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  E ela muito eufórica.
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  — Sinto que vou sair daqui às portas do altar. — Ela soltou um sorriso satisfatório.
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  — Sério? Não me diga. — Mantive a suavidade na voz, não dando lugares a possíveis frustrações. — Isso é incrível.
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  — Sim. — Ela segurou de leve em minha mão. — Ah, amiga, fiquei sabendo sobre seu noivo, lamento muito, eu iria lhe enviar uma carta, mas as viagens de papai para a América foram repentinas e depois Paris.
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  Eu notava o tom de falsidade em sua voz. A parte verdadeira de nossa amizade era sempre minha mesmo. Ela havia tido longos 365 dias para me escrever. 
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  — Senhorita. — Um cavalheiro se aproximou de nós e olhou para ela. — Me daria a honra de mais uma dança?
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  — Sinto-me honrada pelo pedido, senhor Dominos. — Ela sorriu para ele e, segurando em sua mão, deixou-se ser guiava pelo homem.
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  Mais uma vez eu estava sozinha e meu olhar vago se voltou para as mesas, duas damas sentadas ao fundo e seus olhares tristes. Relutei por minutos para não me aproximar, tinha a esperança de ser cortejada, afinal era a novidade do baile, um rosto novo na cidade. Entretanto, sem sucesso, me juntei ao grupo das isoladas.
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  — Boa noite, senhoritas. — Disse me aproximando delas e sentando na cadeira vaga.
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  — Fale por você. — Disse uma delas, que trajava um vestido azul marinho, combinado aos cabelos anelados.
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  — Não seja mal-humorada, Annia, ela só nos cumprimentou. — A outra me olhou e sorriu, fazendo uma breve reverência com a face. — Boa noite, bem-vinda à nossa casa.
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  — Sua casa? — Suas palavras me impressionaram. — São filhas dos anfitriões?
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  — Sim. — Annia bufou um pouco. — E nem assim nos convidaram para dançar, nem mesmo uma pequena valsa. 
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  — Os convidados ainda estão nos conhecendo. — Explicou a outra, voltando o olhar para a irmã. — Você é muito pessimista.
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  — Jenie, e você é tão otimista. — Ela cruzou os braços.
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  — Bem, se serve de consolo para vosso coração, eu sou conhecida na cidade e nenhum cavalheiro teve a decência de me tirar para uma dança. — Desabafei ponderadamente.
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  Annia soltou uma gargalhada.
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  — Está pior que nós. — Comentou ela.
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  — Nós percebemos quando o cavalheiro puxou sua amiga para o centro do salão e você ficou como um vaso de planta na porta. — A outra deu uma risada mais tímida. — Você é nova na cidade? Como diz que a conhecem?
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  — Eu não sou nova, somente estava afastada de Londres e retornei recentemente. — Expliquei a ela. — Sou Fletcher, vim morar com meus tios.
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  Apontei para eles, do outro lado da sala.
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  — E por que retornou? — perguntou Jenie com olhar curioso.
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  — Porque preciso me casar para curar minha honra diante da minha família. — Expliquei.
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  — Você não é mais pura? — Annia me olhou com malícia.
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  — Não, não é isso, sou pura sim. — Senti-me ofendida. — Eu estou viúva, só isso.
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  — Viúva? E pura? — Uma outra donzela que estava próxima adentrou na conversa, ela tinha uma bandeja em sua mão, certamente uma serviçal.
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  — Criada, o que está fazendo ouvindo a conversa alheia? — Annia a repreendeu de imediato.
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  — Desculpe-me, senhorita. — A moça abaixou o olhar envergonhada.
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  — Ah, não, não brigue com ela, certamente sua situação está pior que a nossa, sendo da classe trabalhadora, não deve ter um pretendente. — Disse Jenie.
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  — Errada a senhorita não está. — Confessou a moça. — Pelo menos, ambas as senhoritas são de famílias importantes, por certo, até o final desta recepção terão olhares dos cavalheiros para vós.
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  — Não estou muito certa disso. — Annia bufou novamente. — Mas a considerar meus padrões para um bom cavalheiro, prefiro que nenhum deles se aproximem de mim.
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  Nós demos algumas risadas dela.
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  — Como se chama, criada? — perguntou Jenie.
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  — Nalla Miller, senhorita Sollary. — Respondeu ela.
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  — Ah, sem muitas formalidades, Nalla, pode me chamar de Jenie. — A garota sorriu de leve para ela. — E pode ficar por aqui se quiser, observei que tens trabalhado muito.
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  — Agradeço, senhorita, mas não quero levar uma bronca da senhora Moodle. — Disse acanhada.
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  — Eu direi a ela que está nos servindo particularmente. — A solução de Jenie parecia convincente.
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  Nalla assentiu com o olhar agradecido.
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  — Bem. — Annia me olhou. — Ainda estou curiosa, como pode ser viúva?
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  — Estava noiva de um casamento arranjado, porém meu noivo faleceu, passei esse tempo em luto. — Respondi.
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  — E ele morreu há quantos dias? — perguntou Nalla.
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  — Há um ano. — Respondi.
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  — Você está de luto há um ano? — Jenie ficou boquiaberta com minhas palavras.
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  — Sim, mas agora virei a página. — Assegurei em um suspiro. — Sinto que não posso esperar por mais tempo, quero viver o amor e com minha idade, estou quase sem esperanças.
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  — Quantos anos tem? — Jenie me olhou atenta.
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  — 20.
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  — Com 20 anos você fica um ano de luto? Como pode? — Annia se mostrou indignada.
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  — Você também tem 20 anos e está solteira, Annia. — Retrucou sua irmã.
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  — Estou solteira porque não quero me casar com qualquer homem, além do mais, em Liverpool nunca tivemos muitos prestígios, por isso viemos para Londres. — Explicou ela. — Pior é você que chora por um homem comprometido.
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  — Ele é casado? — perguntei curiosa.
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  — Não, mas está noivo. — Explicou ela e continuou em sua defesa. — Ele é meu melhor amigo desde a infância, não me culpem por amar meu melhor amigo.
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  — Vocês parecem tão encalhadas quanto eu. — Comentou Nalla em sussurro.
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  Nós a olhamos.
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  — Perdoe-me pelas palavras duras. — Nalla se encolheu.
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  — Eu deveria te repreender agora, mas suas palavras são honestas. — Disse Annia. — Estamos mesmo assim.
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  — É deprimente. — Comentou Jenie. — Não se preocupe, Nalla, a verdade é cruel para todos.
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  — Estou cansada disso. — Me pronunciei. — Eu proponho uma promessa.
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  — O quê? — Jenie me olhou intrigada.
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  — Vamos nos ajudar e encontrar nossos futuros maridos, partiremos em busca do amor e nos casar no próximo ano. — Dei a ideia olhando-as empolgada. — O que me dizem?
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  — Acho que podemos começar avaliando as possibilidades. — Annia deu um sorriso malicioso. — Você conhece muitas pessoas em Londres, ?
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  — Não, mas sei de uma pessoa que pode nos ajudar. — Sorri de volta.
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  Sim. A única pessoa que vinha em minha mente era tia Poppy. O baile não tinha nos rendido muita coisa, mas no sábado seguinte, reuni as garotas no jardim da casa dos meus tios para colocarmos nossa promessa em prática.
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  — Não há muitos jovens atraentes na cidade, mas aqui temos alguns nomes bem promissores. — Disse titia ao se reunir conosco.
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  Ela ainda não aceitava muito bem a presença de Nalla por ser de classe inferior. Mas eu não me importava, minha nova amiga se mostrava mais sincera e leal que muita nobre que conhecia.
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  — Para ser honesta, atualmente ando mais interessada em como terei dinheiro para comer no dia seguinte, do que ter uma corte. — Confessou Nalla ao se sentar na cadeira ao lado da janela.
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  — Está sem trabalho? — perguntei a ela, lançando um olhar sugestivo para titia.
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  — Sim, fui dispensada pela senhora Moodle. — Respondeu.
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  — Nós até poderíamos oferecer um emprego em nossa casa, porém, nossos pais não podem empregar mais pessoas. — Disse Jenie.
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  — Não se preocupem, eu vou tentar na confeitaria, dizem que estão contratando. — Ela se mostrou otimista.
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  — Eu tenho uma vaga lembrança de estarem precisando de uma tutora para cuidar de uma criança. — Titia se pronunciou. — Se não me engano, o senhor Sebastian Bellorum ficou viúvo e não se casou novamente, precisa de pessoas para cuidar da filha doente.
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  — Viúvo?! — Annia olhou para Nalla com malícia. — Este é o ponto chave da informação.
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  — Oh, não, Annia, não me olhe assim. — Nalla se encolheu com vergonha. — Se eu conseguir o emprego, já me darei por satisfeita e ficarei muito grata. 
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  — Nalla, deixe de bobeira, nossa promessa é para nos casar e não arranjar um emprego. — Disse chamando-a ao propósito inicial.
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  — Eu não tenho família para me amparar como vocês, , preciso ser realista. — Disse com firmeza.
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  — Não se preocupe, minha jovem, se este for o caso, eu mesma lhe darei uma carta de recomendações para que consiga o emprego. — Titia se mostrou solidária a ela.
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  — Então, voltemos ao assunto inicial, a lista de nomes. — Disse Annia. — O amor tem pressa para mim também.
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  Nós rimos dela e continuamos com titia nos apresentando aos cavalheiros solteiros e mais cobiçados de Londres. Enquanto nossa esperança se mantinha acesa com nossos encontros semanais e cartas compartilhadas de motivação, a vida se encarregou de mudar todos os planos para nós quatro, a começar por mim. Viajei novamente para Limerick, meus pais tinham uma notícia para me dar e não podia ser por carta, o que deixou-me apreensiva de início. 
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  Foi no jantar de recepção para a família Tenebrae que o mistério foi se revelando e minha tortura começou. Para honrar com sua palavra, lord Tenebrae anunciou que seu filho mais velho se casaria comigo. Homem este a quem forçaram se retirar da vocação de padre, para honrar o compromisso da família. Meu corpo gelou ao me deparar com seu olhar frustrado para mim. 
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  Como poderia eu casar-me com um padre? 
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  — Espero que não penses que a culpa é minha. — Disse ao padre, me aproximando dele no jardim.
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  — Achas que a morte do meu irmão é culpa sua? — ele manteve seu olhar no céu, parecia sereno.
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  — Não digo sobre isso, mas digo que só está aqui por uma promessa feita por nossos avós, talvez se eu não tivesse nascido uma donzela… — comecei a me explicar.
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  — O mundo não gira em torno de vós. — Ele me olhou com seriedade. — Confesso que sempre sonhei em seguir minha vocação e dedicar minha vida à igreja do Senhor, mas se essa não é a vontade d’Ele.
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  Seu tom amargurado era notável naquela circunstância. Contive minhas expressões de chateação, se mostrava um homem grosseiro, eu só estava tentando consolá-lo. Mas oras. Eu é quem deveria ser consolada por meus pais aceitarem este prêmio de consolação. Thomas era um lord, cavalheiro e muito gentil pelo menos, todos só tinham elogios para ele. Agora este ser em minha frente, a única coisa que Lilien comentava, era de suas horas na biblioteca lendo livros e mais livros. 
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  — Pois saiba que não estou de acordo com a proposta de vosso pai. — Retruquei à altura. — E não deixarei que minha vida se entrelace a vossa. 
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  — E acha mesmo que vossos pais vão negar a oferta? — Ele manteve o olhar atento em mim.
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  — Bem, se houver uma proposta melhor. — Respondi.
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  — O que quer dizer com isso? — O olhar ficou confuso.
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  — Tenho uma proposta a você. — Tinha que pensar rápido para me livrar dele.
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  — Qual?
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  — Me ajude a encontrar um pretendente, e eu convenço meus pais que o acordo não precisa ser honrado, pois o filho prometido era o Thomas e não você. — Firme e sem segurança nas palavras, estiquei a mão para ele. — O que me diz?
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  — Fechado. — Ele apertou minha mão sem nem pensar duas vezes. — Em breve conhecerá os melhores partidos de Limerick. — Assegurou ele.
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  Meus pais não tinham dado a resposta a pedido meu naquela noite, com a desculpa que precisavam de um tempo para absorver a ideia e não ter traumas. Na manhã seguinte, enviei uma carta contando tudo para as irmãs Sollary em Londres e outra para Nalla, que havia se mudado para Derbyshire a trabalho. 
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  Uma semana depois, as respostas delas chegaram. Cada uma com sua novidade e contratempo do destino, com a distância, não conseguiríamos nos ajudar fisicamente e somente as cartas poderiam nos motivar a não perder as esperanças. 
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  Assim, a sorte estava lançada para as quatro amigas.
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   era um homem de palavra, e a cada oportunidade ele me apresentava a diversos amigos e conhecidos. Mas parecia que nenhum era bom o bastante para ele.
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  — Tenebrae, poderia por gentileza parar o que está fazendo? — chamei sua atenção, ele se mantinha sentado no banco do jardim.
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  — O que faz em minha casa? — fechou o livro e me olhou curioso. — Não deveria estar em um encontro?
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  — Sim, deveria, até você estragar à distância. — Retruquei mostrando-me furiosa. — Tem certeza que quer me ajudar a encontrar um pretendente?
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  — Por que duvidas? — ele se manteve sério.
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  — Porque tenho certeza que não está se empenhando. — Cuspi a verdade em sua cara. — Como ousas apresentar-me um cavalheiro de extrema má educação?
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  — Eu disse que ele não era o homem certo, mas você que exigiu conhecê-lo por suas conquistas como atleta do país. — Retrucou ele com suavidade na voz. — Algo que deixou-me perplexo por imaginar seja uma dama interesseira, achei que quisesse se casar por amor.
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  — Ambos sabemos que o amor não nasce da noite para o dia, mas se constrói quando há uma vontade mútua. — O confrontei. — E o fato de me interessar por um cavalheiro aparentemente famoso, não me torna uma interesseira, mostra que sei apreciar as qualidades de um homem.
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  — Sério?! — ele se levantou do banco e aproximou com leveza.
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  De perto era tão charmoso quanto o falecido irmão Thomas, apesar de ser dez anos mais velho que eu, algo que me incomodava ainda mais pela proposta de seus pais. Não me imaginava viver o amor com alguém tão mais velho que eu, menos ainda que havia abandonado o celibato por obrigação familiar. Entretanto, não mudava o fato de ser bonito e atraente.
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  — Então diga-me, conseguiu reconhecer alguma qualidade em mim? — seu olhar ficou intenso de repente, uma novidade para mim.
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  Algo que me assustou um pouco, por fazer meu coração acelerar.
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  — Primeiras impressões? — perguntei.
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  — Seja honesta. — Pediu ele.
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  — Você é um homem de palavra, o que significa que tem honra. — Iniciei sem dificuldade. — E a forma cordial e respeitosa como trata os empregados mostra que também é generoso e de bom coração.
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  Confesso que era raro fazê-lo, mas sempre que sorria com espontaneidade, me deixava fascinada, pois seu sorriso era tão bonito que me lembrava a beleza das flores do campo na primavera. Assim que voltei à razão, dei um passo para trás para me afastar, neste momento, pisei em falso e meu corpo tombou para cair. me amparou, segurando firme em minha cintura. Uma pontada de dor surgiu na altura do tornozelo fazendo-me reclamar.
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  — Acho que será difícil a caminhada de volta para casa. — Expliquei sentindo o desconforto das dores.
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  — Está sentindo alguma dor? — ele me olhou preocupado. — Permita-me que a carregue para dentro.
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  — Sim. — Consenti.
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   me pegou no colo e levou-me para dentro. Não demorou muito até que meus pais chegaram acompanhados do doutor Han. O diagnóstico fora somente uma leve torção no tornozelo que me deixaria em repouso na casa dos Tenebrae como hóspede. Muito proposital dos meus pais concordarem com a ideia da sra. Tenebrae. 
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  Fria madrugada de outono, a insônia tomou conta de mim. Peguei o livro que deixei na mesa de apoio ao lado e comecei a ler. De repente, ouvi algumas batidas na porta, a maçaneta girou e entrou em meu quarto.
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  — O que faz acordado? — perguntei curiosa.
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  — Perdi o sono, vejo que aconteceu o mesmo a vós. — Respondei ele.
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  — Sim. — Assenti.
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  — Está melhor? — perguntou ao adentrar fechando a porta.
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  — Sim, graças aos remédios a dor passou, mas ainda sinto latejar um pouco. — Respondi observando sua aproximação.
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  Seu olhar mantinha-se preocupado e direcionado ao meu tornozelo.
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  — Deves ter mais cuidado ao andar. — Disse ele ao parar ao lado da cama.
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  — A culpa foi sua por ter se aproximado demais. — Retruquei erguendo um pouco mais meu corpo entre as almofadas. — Não sabes que deve manter certa distância de uma dama, mesmo sendo um padre.
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  — Não sou mais padre. — Seu olhar ficou diferente, um pouco mais intenso.
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  — Não?!
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  — Já disse que fui forçado a largar por causa da promessa. — Lembrou ele.
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  — Ah sim, verdade, havia me esquecido. — Voltei meu olhar para minhas mãos pousadas sobre as cobertas. — Perdoe-me.
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  — A culpa não é tua, já disse isso também.
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  — Não precisa usar este tom impaciente comigo. — O repreendi. — De qualquer forma, a culpa pelo meu estado é vossa.
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  — Tudo bem, tomo a culpa para mim sem o menor problema. — Ele sorriu de canto. Chocando-me.
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  — Bem. — Ele respirou fundo, acompanho seus movimentos, logo retirou uma caixinha do bolso.
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  — O que é isso? — perguntei curiosa.
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  — Uma joia de família, meu irmão daria a vós em seu jantar de noivado oficial, mas não teve tempo. — Explicou ele ao abrir revelando um cordão de ouro com uma pérola negra dentro.
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  — Que linda, pérolas negras são raras e muito caras também. — Disse estática. — Por qual motivo trouxe-me isso?
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  — Para dar-lhe. — Respondeu.
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  — Mas, não poderei aceitar, não iremos nos casar. — Expliquei.
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  — É vosso, tenho certeza que meu irmão iria gostar de vê-la usar. — Insistiu ele — Por favor, aceite.
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  Assenti. se aproximou mais e ao sentar na beirada da cama para encaixar o cordão em meu pescoço, deslizou sua mão de leve até tocar na pérola. Meu coração acelerou um pouco com sua aproximação e o aroma de vosso perfume.
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  — És tão linda. — Ele foi se aproximando mais e mais de mim até que vossos lábios encostaram aos meus.
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  Em um beijo suave e doce, que me deixou desnorteada.
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  Este foi mais um fato dos muitos que relatei nas cartas para minhas amigas. Tinha notícias de que Nalla passava por alguns conflitos com o sr. Bellorum, mas que tinha se apegado muito à pequena Molly, filha dele. Annia devido aos negócios de seu pai, estava prometida a um casamento por contrato com o homem mais libertino de toda a Inglaterra. E Jenie, continuava a sofrer por seu amigo de infância que em breve retornaria do exército para se casar com outra.
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  Não estava fácil para nenhuma de nós.
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  — E este? — disse ao apontar para o nome escrito na lista de . — Godric Flint. O que acha dele?
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  Olhei para meu padre casamenteiro temporário e sorri esperançosa. Ambos estávamos nos comportando como se nada tivesse acontecido e o beijo nunca existido. Mas sempre que meus olhos focavam em seus lábios, meu corpo estremecia de imediato. A lista de nomes que havia feito já se encontrava no final e sem aprovações.
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  — Não, ele é nojento e não gosta de se banhar. — Ele manteve seu olhar no livro que lia. — Não podes casar com um homem que passa a vida fedendo.
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  — Assim não está me ajudando, daqui a pouco vou achar que você quer me tornar uma freira.
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  Respirei fundo e olhei para uma das estantes da biblioteca de sua casa, reunindo o pouco de paciência que ainda existia dentro de mim.
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  — Foi você que disse que queria uma proposta melhor que eu. — Ele fechou o livro e me olhou sério. — Estou procurando uma proposta melhor que eu.
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  — Ao meu ver, está tornando todos piores que você de propósito. — Pousei as mãos na minha cintura com indignação. — Confesse.
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  — Fletcher. — Ele se levantou da cadeira e seguiu até mim, parando a milímetros de distância. — Não vou permitir que qualquer homem tenha o direito de tocá-la, em memória do meu irmão que sempre se mostrou ser o melhor para vós.
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  Meu coração se aqueceu com suas palavras. Pensar que ele provavelmente poderia estar cuidando de mim e me resguardando de fazer um mau casamento. Talvez aquele beijo fora somente um momento de devaneio de ambas as partes. Contive as lágrimas de pequena emoção no canto dos olhos e voltei minha atenção para a janela.
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  — Mas e então? Chegamos ao último nome da lista. — Comentei mantendo-me firme a sua aproximação.
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  — Louis Hilt. — Disse ele o nome do felizardo. — Acho que é possível que seja um bom candidato.
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  — E como ele é? — voltei meu olhar para ele, precisava não demonstrar fraqueza agora.
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  Era estranho para mim, mas após sete meses estando próxima de e o conhecendo um pouco mais, havia me habituado com seu jeito direto e não ponderado de falar. Sentimentos de amizade também apareceram ao longo deste tempo, me deixando ainda mais confusa com tudo o que acontecia. Mas naquele momento, uma pequena e significativa parte dentro de mim parecia torcer para que ele dissesse que talvez o último nome também não fosse o melhor para mim.
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  — Diga, como ele é? — insisti.
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  — Tão gentil, honesto e cavalheiro como meu irmão. — Seu olhar ficou estranho. — Acredito que tenha chances de gostar dele.
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  Assenti voltando meu olhar para a janela. Curiosamente, eu não estava feliz com suas palavras. Deveria pular de alegria, mas apenas me mantive em silêncio. 
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  As semanas se passaram e após retornar de uma viagem à Roma, Louis Hilt chegou à Limerick para visitar seu amigo Tenebrae, hospedando-se em sua casa. Um jantar de boas-vindas fora oferecido ao convidado, uma oportunidade para que eu o conhecesse afinal. Seus pais me apresentaram como a futura noiva de , mas meu padre tratou de explicar a situação ao amigo em momento propício. O que me rendeu conversas produtivas no jardim após a sobremesa.
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  Eu não queria que fosse tão natural como foi, mas Louis sabia a arte de agradar os ouvidos de uma dama romântica como eu. Se Jane Austen o tivesse conhecido, certamente colocaria traços dele em Willoughby de Razão e Sensibilidade. Notei certo olhar frustrado e triste em , sempre que movia minha atenção para ele, algo que aconteceu quase toda a noite.
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  Os dias foram seguindo e mais cartas eram enviadas para minhas amigas, descobri que eu não era a única indecisa em minha vida, e todas as outras tinham uma decisão a tomar relacionada ao seu futuro. Isso mostrava que realmente a vida era movida a escolhas.
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  Tarde de inverno, eu me mantinha encolhida em meio às cobertas, presa em casa devido a neve. Logo, a criada veio aos meus aposentos dizendo que uma audiência comigo havia sido solicitada. Dei um pulo da cama e me troquei rapidamente, talvez fosse Louis para conversar com meus pais a respeito de uma possível corte. Quando desci as escadas e avistei um homem de costas, meu corpo paralisou de imediato.
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  Ao sinal do olhar de meu pai para mim, o homem se virou em minha direção, revelando ser . Um alvoroço foi causado dentro de mim, tanto que senti meu coração acelerar.
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  — Lord Tenebrae. — Disse num tom baixo, não demonstrando a surpresa causada. — O que fazes aqui?
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  — Permita-me alguns minutos de conversa? — pediu ele cordialmente.
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  — Se for do consentimento dos meus pais. — Voltei meu olhar para papai.
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  — Iremos deixá-los sós, mas estaremos a sala ao lado. — Consentiu meu pai. — Vocês precisam ter uma conversa final para que decidamos de uma vez por todas se continuamos ou não com o noivado.
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  Concordei com o olhar e esperamos até que saíssem. mantinha o olhar fixo em mim.
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  — Diga então, a que veio? — pronunciei primeiro, deixando as formalidades de lado.
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  — Não escolha ele. — Disse direto e sincero no olhar, se aproximando de mim.
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  Essas três palavras não eram as que eu sonhava todos esses anos ouvir, mas naquela altura da nossa proximidade, haviam se tornado mais preciosas que um “eu te amo”. Eu estava com medo do que essa declaração causaria em meus sentimentos e minha mente. Louis era um sonho de pretendente, mas ver ali diante de mim com um olhar triste, porém esperançoso.
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  Era algo que me deixava ainda mais confusa.
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  — Por que diz essas palavras? Acaso quer me deixar maluca? — o olhei indignada, me afastei um pouco. — Não podes dizer…
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  — Eu te amo. — Interrompeu-me. — Era isso que eu queria dizer.
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  — O quê? — sussurrei, sentia-me estática pela confissão.
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  — Perdoe-me pela honestidade, mas não mentirei para vós. — Ele continuou. — Confesso que não me sentia digno de casar-me no lugar de meu irmão, e andei amargurado pela morte dele, mas sempre a desejei para mim. 
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  — Não entendo suas palavras, como podes me amar? — perguntei ainda mais confusa.
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  — A promessa não se referia a Thomas, mas a mim, o primogênito. — Esclareceu ele. — Entretanto, meu irmão se apaixonou por vós desde o primeiro momento em que a viu, eu não iria competir com meu irmão e nem magoá-lo, por isso, desisti… E quanto mais eu tentava não pensar na noiva de Thomas, mais eu pensava em como seria se ao invés dele, se casasse comigo, audacioso de minha parte. Foi então que decidi seguir pelo caminho em que poderia ocupar minha mente para não pensar em vós. Mas quando meu irmão morreu e me senti ainda mais péssimo ao saber da ideia dos meus pais, não me achava digno.
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  — Eu não sei o que dizer. — Sussurrei novamente.
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  — Não diga, apenas não escolha o Louis. — Seu pedido veio junto com um olhar de ternura e sinceridade.
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  Curiosamente eu tinha uma escolha.
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  Onde no início tinha perdido meu noivo, agora perto do fim haviam dois corações interessados em mim. Mas eu sabia qual escolher, e depois dessa louca e desesperada declaração de , não podia mais negar que por dentro eu me aquecia perto dele. Aquele beijo não tinha sido um erro, mas sim, seus sentimentos reprimidos por mim se mostrando de forma desesperada.
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  Nos casamos em uma manhã de primavera do ano seguinte. Exatamente como a promessa que tinha feito com minhas amigas, que compareceram à cerimônia. Eu estava torcendo por elas, assim como torceram por mim. 
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  — Não acredito que puderam vir. — Disse empolgada ao abraça-las. — Sinto-me feliz por vê-las tão bonitas e coradas.
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  — A primavera trouxe alegrias, assim como seu casamento. — Disse Jenie sorridente.
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  Os olhos de minha amiga brilhavam deixando-me intrigada. Será que tinha se resolvido com o melhor amigo de infância? Annia a olhava desconfiada, parecia estar surpresa com a serenidade da irmã.
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  — Estamos mesmo muito felizes por sua conquista. — Disse Nalla.
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  — Quem bom que o sr. Bellorum a deixou vir. — Eu sorri para ela.
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  Após os relatos de sua última carta, estava preocupada se poderia ou não comparecer ao meu casamento.
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  — Sim, foi um tanto conturbado, mas ele deixou sim. — O olhar de Nalla estava triste, apesar do sorriso em seu rosto.
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  — E você, Annia? Se casará no início do verão. — A olhei curiosa. — Estou feliz pela data escolhida, já terei voltado de minha lua de Mel em Roma.
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  — Pois é, meu pai quem escolheu a data. — Confirmou ela nada empolgada.
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  — Você vai para Roma? — Jenie ficou boquiaberta. — Meu sonho era conhecer esta cidade.
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  — Sim, foi um pedido de , ele quer me mostrar o monastério em que vivia. — Expliquei o motivo.
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  — Se casou com um padre. — Annia brincou de leve, lançando me um olhar malicioso. — Será que ele é virgem também?
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  — Annia? Olha os modos, que pergunta. — Jenie a repreendeu.
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  Nós quatro rimos daquilo. 
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  Sendo a primeira das quatro a casar, logo na primavera, mostrava que em cada estação o amor iniciaria para cada uma de nós. Após o final da festa, me conduziu ao nosso quarto recém reformado para a noite especial. O castelo de vossos pais seria minha nova casa agora após o casamento. O que me deixava meio apreensiva morar com minha sogra.
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  — Eu te amo. — Sussurrou ele em meu ouvido após entrarmos em nosso quarto, envolvendo seus braços em minha cintura.
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  — Eu também amarei a vós. — Brinquei rindo dele.
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  — Deverias dizer que me ama? — me virou para ficar de frente a ele.
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  — Direi todos os dias de nossas vidas, mas hoje, quero apenas ouvir de você. — Sorri de leve. — O homem que se tornou padre e deixou de ser por minha causa. 
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  — Eu te amo. — Disse ele novamente.
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   me beijou com intensidade, fazendo meu corpo arrepiar.
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  Neste momento, assegurei a mim mesma que não deixaria nenhum desconforto relacionado à distância de nossa idade nos atrapalhar. Ele me amava e eu estava disposta a me apaixonar por aquele cavalheiro todos os dias de nossas vidas. 
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  E sem reservas me entregaria a ele para viver o amor verdadeiro e sublime.
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Todas as noites eu continuo rindo por alguma razão
Mesmo quando fecho os olhos, não consigo dormir
Eu passo a noite inteira com pensamentos em você
Seu sorriso brilhante me permite respirar 
– Heaven / EXO

  “Escolhas: Esta não é a história que eu quero lembrar, é a história que eu quero viver.” – by: Pâms

Fim

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Lelen
Lelen
1 ano atrás

Eu NÃO esperava o moço ser um padre, de verdade, fiquei “É O QUÊ? COMO ASSIM?”, mas achei fofinho a motivação dele.

Curti bastante a história, e olha que não sou muito fã de história de época <3

Comentário originalmente postado em 21 de Agosto de 2021


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