{"id":9332,"date":"2025-12-29T17:35:04","date_gmt":"2025-12-29T20:35:04","guid":{"rendered":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/historia\/historia-sem-nome\/rascunho-automatico\/"},"modified":"2025-12-29T17:39:07","modified_gmt":"2025-12-29T20:39:07","slug":"prologo","status":"publish","type":"capitular","link":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/historia\/no-coracao-da-fazenda\/prologo\/","title":{"rendered":"Pr\u00f3logo"},"content":{"rendered":"\n<p><span class=\"capitular1\">O<\/span> horizonte montanhoso que apontava o p\u00f4r do Sol configurava uma bela pintura de um cen\u00e1rio campestre. Os pequenos animais que ciscam, como galinhas, patos e at\u00e9 mesmo alguns gansos soltos, rodeavam o casar\u00e3o em obra.<br>\u2003\u2003Ali, ante o horizonte de natureza emocionante em contraste \u00e0 constru\u00e7\u00e3o que ocorria, quatro pessoas e algumas crian\u00e7as se faziam presentes. A menina de maria-chiquinha, vestida em um short jeans velho, sujo de barro, com botinas infantis e uma camisa florida j\u00e1 surrada de tanto brincar, observava \u00e0 conversa dos adultos, enquanto brincava com as outras duas crian\u00e7as aos p\u00e9s deles. Bernardo, seu irm\u00e3o ca\u00e7ula, tinha apenas quatro anos de idade, mas j\u00e1 apresentava um olhar de profundas irises azuis brilhantes. Ele n\u00e3o parava de observar o beb\u00ea que sua irm\u00e3 mais velha, Rosa, com sete anos de idade, brincava e tratava como se fosse uma boneca. A menina de dois aninhos apenas esticava seu rosto em sorrisos largos, alegres e era graciosa, desde os gestos \u00e0s pontas de seus cabelos.<br>\u2003\u2003O menininho aos poucos se aproximou da irm\u00e3 e da priminha e abaixou-se segurando os pr\u00f3prios joelhos. Encarou o beb\u00ea, como quem busca desvendar algum segredo. Havia algo de fascinante naquela coisinha de poucos dentes que mal falava, e o menino n\u00e3o sabia explicar. Os irm\u00e3os, Rosa e Bernardo, frequentavam a catequese e a escola, o que lhes permitia conhecer a inf\u00e2ncia de outras crian\u00e7as, e ainda tinha L\u00facia, a garotinha da fazenda vizinha. Ou seja, Bernardo tinha contato com outras crian\u00e7as, sim, mas raramente, ao ser levado \u00e0 cidade. Com apenas quatro anos, o mundo de Bernardo se resumia \u00e0 vastid\u00e3o que a pr\u00f3pria fazenda lhe representava. E assim como algu\u00e9m que acaba de descobrir algo novo e desconhecido para si, ele analisava a pequena Nicole.<br>\u2003\u2003O beb\u00ea sorriu e esgani\u00e7ou um grito satisfat\u00f3rio ao ver aquele garotinho a encarando, e logo levou as pequenas m\u00e3ozinhas ao rosto do menino.<br>\u2003\u2003\u2014 Olha, B\u00ea! Eu acho que ela gostou de voc\u00ea!<br>\u2003\u2003Rosa falou animada ao irm\u00e3ozinho, que confuso n\u00e3o sabia reagir, e ela lhe indicou:<br>\u2003\u2003\u2014 <em>Abra\u00e7a ela,<\/em> B\u00ea! Ela n\u00e3o \u00e9 a priminha mais linda do mundo?<br>\u2003\u2003O garotinho estava louco para abra\u00e7ar o beb\u00ea. E quando a irm\u00e3 lhe disse aquilo, ele rapidamente abra\u00e7ou Nicole, apertado, levantando a menina do ch\u00e3o, como se fosse um dos seus bichinhos da fazenda. Com certa dificuldade, afinal, ele n\u00e3o era t\u00e3o forte quanto imaginava. Os adultos sorriam com a cena e Nicole, n\u00e3o parou de soltar guinchos de gargalhada infantil.<br>\u2003\u2003Rodolfo e Teresa Andrade, pais de Nicole, felicitavam-se ao notar que as crian\u00e7as pareciam se entender. Assim como, Laura e Fabiano Aguiar, pais de Bernardo e Rosa.<br>\u2003\u2003\u2014 Voc\u00eas est\u00e3o fazendo uma boa obra, Laurinha! \u2014 disse Rodolfo \u00e0 sua irm\u00e3.<br>\u2003\u2003\u2014 Fabiano tem amor pela fazenda at\u00e9 mais do que eu, Dod\u00f4. E bem, este \u00e9 o \u00fanico patrim\u00f4nio que temos para as crian\u00e7as, precisamos cuidar!<br>\u2003\u2003\u2014 Claro! E voc\u00eas realmente merecem! Se n\u00e3o fosse a nossa vida em S\u00e3o Paulo, eu voltava para Mato Alto.<br>\u2003\u2003\u2014 Assim voc\u00ea faz eu me sentir culpada, Rodolfo! \u2014 Sua esposa brincou, fazendo cunhados e marido rirem.<br>\u2003\u2003\u2014 N\u00e3o, Tet\u00ea! Voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 culpada de nada! Voc\u00ea \u00e9 um presente da vida para mim, e gra\u00e7as a S\u00e3o Paulo, n\u00f3s ganhamos a nossa pequena Nicole, ap\u00f3s tanto tempo de espera.<br>\u2003\u2003A mulher assentiu abra\u00e7ando ao marido. Fabiano, cunhado de Rodolfo, pai dos primos mais velhos de Nicole, e que n\u00e3o era muito de conversar, naquele momento surpreendeu a todos com sua fala chamando aten\u00e7\u00e3o \u00e0s crian\u00e7as.<br>\u2003\u2003\u2014 Nicole \u00e9 encantadora, um verdadeiro presente na vida de voc\u00eas. E h\u00e1 de ser uma <em>mo\u00e7ona<\/em> bonita. E o Bernardo j\u00e1 percebeu isso.<br>\u2003\u2003Todos tornaram a olhar as crian\u00e7as. Rosa tentava fazer o irm\u00e3o soltar a prima, mas Bernardo pirra\u00e7ava com ela, e n\u00e3o largava Nicole. Entre um berro e outro com a irm\u00e3 mais velha, ele fazia carinhos no rosto do beb\u00ea e estalava um beijinho protetor em sua testa.<br>\u2003\u2003\u2014 Solta ela B\u00ea! \u2014 Rosa insistiu, at\u00e9 desistir e olhar para os pais dizendo: \u2014 Eu acho que ele gostou muito dela! Bernardo \u00e9 muito grudento!<br>\u2003\u2003O som das risadas dos adultos e a troca de olhares satisfeitos entre si, denotavam que tudo estava como eles gostariam que estivesse. Teresa, Rodolfo e Nicole estiveram ali na Fazenda do Riacho Doce, por apenas um final de semana. Haviam ido visitar os parentes que h\u00e1 algum tempo n\u00e3o viam, e foi uma r\u00e1pida estadia para apresentar sua filha rec\u00e9m-adotada. Nicole chegou \u00e0 fam\u00edlia dos Netto Andrade e Macedo Aguiar, com muito carinho e amor. E as crian\u00e7as entenderam-se t\u00e3o bem, que a despedida foi dolorosa para Bernardo e Rosa, embora n\u00e3o fosse t\u00e3o percept\u00edvel aos olhos dos adultos.<br>\u2003\u2003Algum tempo depois, a fam\u00edlia reuniu-se novamente. Bernardo j\u00e1 tinha seis anos, Rosa, nove, e Nicole quatro. A rea\u00e7\u00e3o do garotinho ao rever a priminha \u2014 que para ele era como a primeira vez j\u00e1 que n\u00e3o se recordava muito dela \u2014 n\u00e3o foi diferente da anterior. Ao deparar-se com a pequena garotinha de franjinha e tran\u00e7as, corpinho franzino e sorriso doce dentro de um vestidinho verde cheio de babados, Bernardo n\u00e3o conseguiu evitar: queria brincar com Nicole e mostrar todas as maravilhas da fazenda para ela. Rosa, j\u00e1 n\u00e3o se importava tanto com a aten\u00e7\u00e3o da priminha, mas queria estar junto com os dois nas brincadeiras. E nem poderia escapar daquilo, afinal, era a mais velha e,&nbsp; portanto, respons\u00e1vel por eles.<br>\u2003\u2003Bernardo era protetor demais com a crian\u00e7a mais nova. E Rosa achava aquilo engra\u00e7ado. Os dois andavam de m\u00e3os dadas aonde quer que fossem pela fazenda, com a mais velha sempre atr\u00e1s os observando. Brincaram com as galinhas, com os patinhos, com os c\u00e3ezinhos. Colheram frutas, mexeram na horta com tia Laura e tia Teresa. Comiam juntos na panelinha de Bernardo, pois ele queria que Nicole sempre almo\u00e7asse com ele e o menino desde novinho, n\u00e3o comia em pratos. Brincaram de balan\u00e7ar na rede aos finais da tarde, andaram de barco com os adultos na outra manh\u00e3, nadaram de rio \u00e0 tardinha com os pais, e beberam leite ao p\u00e9 da vaquinha.<br>\u2003\u2003Nicole seguia Bernardo para todo o lado, como se ele fosse o desbravador aventureiro de suas brincadeiras. Ele nunca tirava o olhar cuidadoso da menina, e queria que a prima morasse na fazenda com eles, assim poderiam brincar por muito tempo. Mas, novamente, quando chegou \u00e0 vez da despedida, a tristeza o assolou. Um dia antes de Nicole e seus pais voltarem a S\u00e3o Paulo, tia Laura contou ao filho que eles iriam embora, e Bernardo, claro, fez pirra\u00e7a. Era pirracento dos mais insuport\u00e1veis desde crian\u00e7a! E s\u00f3 desemburrou a face, quando o seu pai apareceu ao seu quarto em tom autorit\u00e1rio, mas tamb\u00e9m acolhedor:<br>\u2003\u2003\u2014 Bernardo! Vamos parar de <em>m\u00e1-cria\u00e7\u00e3o<\/em>! Eu vou contar at\u00e9 tr\u00eas para voc\u00ea descer e se comportar!<br>\u2003\u2003O menino olhou com medo para o pai, e cal\u00e7ou os chinelos ainda emburrado. Ent\u00e3o Fabiano sorriu por baixo do bigode, e quando o filho se aproximou, colocou a m\u00e3o na cabe\u00e7a dele bagun\u00e7ando os cabelos do garoto, de forma cuidadosa:<br>\u2003\u2003\u2014 Voc\u00ea n\u00e3o quer que a Nicole v\u00e1 embora triste, por voc\u00ea n\u00e3o brincar com ela no \u00faltimo dia, n\u00e3o \u00e9?<br>\u2003\u2003O menino n\u00e3o olhou para o pai, e apenas se limitou a dizer:<br>\u2003\u2003\u2014 Eu n\u00e3o quero que ela <em>vai<\/em> embora nunca, papai.<br>\u2003\u2003Fabiano sorriu novamente. Entendia o que estava acontecendo e at\u00e9 achava engra\u00e7ado. E foi ele quem fez os outros adultos perceberem o \u00f3bvio: aquele era o primeiro amor plat\u00f4nico de Bernardo.<br>\u2003\u2003\u2014 Quem sabe quando adultos eles n\u00e3o se casem? \u2014 Laura falou \u00e0 sala, onde todos observavam com admira\u00e7\u00e3o as duas crian\u00e7as.<br>\u2003\u2003\u2014 Mam\u00e3e, eles s\u00e3o primos! \u2014 Rosa advertiu enojada.<br>\u2003\u2003\u2014 \u00c9 verdade, Cora! \u2014 Rodolfo exclamou como o pai de menina, zeloso e ciumento que j\u00e1 era.<br>\u2003\u2003Mas, no fundo, aquela era a vontade de Laura Coralina. Ela achava que n\u00e3o haveria hist\u00f3ria mais rom\u00e2ntica do que um amor de inf\u00e2ncia que se torna real. Talvez, fosse apenas uma maneira de lidar com a frustra\u00e7\u00e3o de sua pr\u00f3pria vida. Amava Fabiano, era verdade! Ele tornou-se o homem com o qual ela formou fam\u00edlia. E como ele era apaixonado por ela e ela por ele! Mas, nas profundezas de seu cora\u00e7\u00e3o, as mem\u00f3rias infantis de Laura n\u00e3o a deixavam esquecer-se de uma pequena pergunta: E se, ela houvesse se casado com o seu primeiro amor?<br>\u2003\u2003Depois daquela vez, Bernardo, Nicole e Rosa nunca mais se viram de forma direta ou se falaram. Laura e seu irm\u00e3o Rodolfo trocavam cartas, telefonemas e muitas promessas de reencontros, que infelizmente n\u00e3o aconteceram. A vida encarregou-se de ocup\u00e1-los demais com a rotina familiar e a expans\u00e3o do trabalho na fazenda, j\u00e1 que eram apenas Laura Coralina, Fabiano e um ou outro ajudante quando necess\u00e1rio. Logo, as crian\u00e7as eram maiores e tamb\u00e9m ajudavam, mas nunca queriam sair do rancho para visitar o tio em S\u00e3o Paulo. A educa\u00e7\u00e3o dos filhos tamb\u00e9m lhes prendia. Sair de seu lar campestre para passear era na maior parte do tempo, imposs\u00edvel para Cora \u2014 apelido de Laura \u2014 e Fabiano.<br>\u2003\u2003Quando a juventude dos filhos brotou, o casal come\u00e7ava a planejar uma velhice mais solta. At\u00e9 que o seu marido adoeceu, e com isso, tristes e longos anos de tratamento fizeram com que a fam\u00edlia deixasse alguns sonhos aos poucos. Bernardo assumia a responsabilidade no lugar do seu pai na fazenda, enquanto tentava se equilibrar entre a revolta de perd\u00ea-lo e a necessidade de ser adulto. Rosa assumia o papel de filha mais velha que precisava cuidar da m\u00e3e e a apoiar, enquanto se entristecia por perder o pai antes mesmo que se casasse. Uma alegria, que julgava n\u00e3o poder dar a ele, uma vez que fez de sua juventude uma busca incans\u00e1vel pela carreira dos estudos.<br>\u2003\u2003J\u00e1 em S\u00e3o Paulo, as coisas tamb\u00e9m n\u00e3o eram t\u00e3o simples. Por mais desejo que tivesse de visitar a irm\u00e3, Rodolfo apenas conseguiu faz\u00ea-lo, uma \u00fanica vez e sozinho: ao falecer do seu cunhado. Teresa havia ficado com Nicole na cidade grande, esfor\u00e7ando-se em dar aulas e cuidar da filha adolescente, que se rebelava como jamais acharam que faria. E nesta ocasi\u00e3o, Cora foi visitar a sua cunhada e sobrinha, quando o irm\u00e3o a convidou para rapidamente espairecer. O irm\u00e3o percebeu que l\u00e1 na fazenda, Rosa e Bernardo precisavam de um momento de luto onde a preocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o fosse o tempo todo, amparar \u00e0 pr\u00f3pria m\u00e3e. Depois deste triste reencontro, ele n\u00e3o mais a viu.<br>\u2003\u2003Rodolfo era delegado, sempre muito ocupado e apaixonado pela sua profiss\u00e3o. Precisava ser firme com a filha, que sa\u00eda de sua adolesc\u00eancia rebelde e entrava \u00e0 juventude de maneira mais calma. E quanto \u00e0 Teresa, seguia suas fun\u00e7\u00f5es de m\u00e3e, esposa, e professora. E como bem dizia: <em>\u201cprofessores n\u00e3o t\u00eam expediente, pois s\u00e3o professores do acordar ao dormir\u201d.<\/em> Ela dedicava horas afinco ao trabalho e o amava. Mais do que uma carreira, a <em>professoralidade<\/em> de Teresa, era uma personalidade pr\u00f3pria. Quase um talento natural e indissoci\u00e1vel \u00e0s suas atitudes. Adorava estar dentro das salas de aula, e vez ou outra, recebia a visita de alguns antigos alunos em casa. Aquilo lhe trazia fulgor de viver! E foi justamente, o amor \u00e0 profiss\u00e3o, que a sustentou forte para lutar pela vida. O c\u00e2ncer j\u00e1 se instalava em seu organismo h\u00e1 alguns anos, mas escondeu-o at\u00e9 quando p\u00f4de.<br>\u2003\u2003Quando o tratamento agressivo foi necess\u00e1rio, Nicole e Rodolfo encararam aquela realidade com todo o peso do susto e desejo de salv\u00e1-la. Teresa obteve melhora, mas infelizmente no meio daquele processo, o marido n\u00e3o percebia \u00e0 pr\u00f3pria sa\u00fade. E uma doen\u00e7a do cora\u00e7\u00e3o foi o que o levou de sua fam\u00edlia. Nicole, embora odiasse a ideia, preparou-se tanto para as m\u00e1s not\u00edcias vindas sobre a sa\u00fade da professora, que n\u00e3o conseguira lidar com a perda repentina do pai. Mas, era forte. Tornou-se uma mulher guerreira e mal sabia daquilo.<br>\u2003\u2003Sua tia Laura, reapareceu em sua vida \u00e0quela \u00e9poca, no vel\u00f3rio do irm\u00e3o. A filha segurou-se em sua pr\u00f3pria dor, ainda tinha que cuidar da m\u00e3e. Para Teresa, a morte t\u00e3o prematura do seu amado esposo como foi para Nicole, fizera Tet\u00ea esmorecer. Alguns meses depois, a doen\u00e7a voltou e mesmo com todos os esfor\u00e7os da filha, ela n\u00e3o resistiu. Deixou Nicole com o fantasma que ela n\u00e3o conhecia, da ado\u00e7\u00e3o, com as mem\u00f3rias felizes dos pais, e com as recentes d\u00edvidas. O tratamento de Tet\u00ea ainda estava sendo pago por Rodolfo quando esse falecera. E com isso, Nicole precisou vender a casa deles. Tia Laura se fez presente, aos poucos, pelas redes sociais e em seguida pelo telefone. E s\u00f3 soube da morte de Teresa, quando Nicole estava atribulada demais na trag\u00e9dia que sua vida se transformara. Foi ali que seus caminhos de novo se cruzaram.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"parent":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":true,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"ngg_post_thumbnail":0},"historias":[2469],"class_list":["post-9332","capitular","type-capitular","status-publish","format-standard","hentry","historias-no-coracao-da-fazenda"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/capitular\/9332","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/capitular"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/capitular"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9332"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9332"}],"wp:term":[{"taxonomy":"historias","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/historias?post=9332"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}