{"id":7868,"date":"2015-11-11T08:35:00","date_gmt":"2015-11-11T11:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/historia\/historia-sem-nome\/rascunho-automatico\/"},"modified":"2025-11-11T08:38:04","modified_gmt":"2025-11-11T11:38:04","slug":"chapter-vii","status":"publish","type":"capitular","link":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/historia\/forest-on-fire\/chapter-vii\/","title":{"rendered":"Chapter VII"},"content":{"rendered":"\r\n<p>\u2003\u2003L\u00e1 estavam eles, %Louise%, %Fitzroy% e Nikolai com o coroinha que agora vestia sua batina. Estava sentado em uma cadeira pr\u00f3xima \u00e0 pia de Nikolai, sem amarras, por\u00e9m com os dois homens quase grudados em si. Sua express\u00e3o era fechada, o tom de voz totalmente r\u00edspido. Em uma das perguntas chegou cuspir na cara de %Fitzroy%, que emputecido lhe desferiu um soco no nariz do mesmo, que logo ap\u00f3s o bruto golpe come\u00e7ou a sangrar insistentemente. <br>\u2003\u2003 &#8211; Moleque, abre essa boca, antes que eu seja obrigado a quebrar cada osso do seu corpo. \u2013 %Fitzroy% proferiu irritad\u00edssimo e frustrado. Apesar de parecer estar puto em consequ\u00eancia do moleque, sua maior raiva era %Louise% estar ali, no meio daquilo.<br>\u2003\u2003 &#8211; Estou apenas fazendo o servi\u00e7o do Senhor. Deus me mandou aqui, voc\u00eas s\u00e3o servos do diabo, n\u00e3o vou responder nada ao satan\u00e1s. <br>\u2003\u2003 &#8211; Servi\u00e7o do Senhor? Deus te mandou pro meio da floresta, em plena noite, pra se enfiar em mata fechada pra enfrentar um homem armado? Seu Deus est\u00e1 meio burro, molecote. \u2013 dessa vez disse Nikolai, que agora estava vestido. N\u00e3o era de bom grado ficar de cueca na frente das visitas. O menino irou-se e tentou atingir Nikolai com socos descoordenados e %Fitzroy% prontamente o impediu o socando no rosto novamente. Ele estava tremendo de raiva por dentro, os cabelos estavam molhados de suor e nem mesmo o frio da floresta fazia que suas costas parassem de transpirar. Sem paci\u00eancia, grudou o coroinha pela batina e aproximou as testas de ambos. Ele respirava e bufava na cara moleque sem nem ao menos se preocupar se aquilo o irritaria mais ou n\u00e3o. <br>\u2003\u2003 &#8211; \u00c9 melhor voc\u00ea come\u00e7ar a falar. &#8211; falou entre dentes, as narinas inflamadas como as de um drag\u00e3o. %Louise% olhava a cena com um pouco de dist\u00e2ncia, n\u00e3o sabia mais que horas eram e n\u00e3o sabia direito onde estava. Seus pais tamb\u00e9m rondavam sua mente, talvez eles perguntassem para Charllote &#8211; sua melhor amiga &#8211; onde estava e a mesma respondesse que iriam dormir juntas, era esse o combinado para situa\u00e7\u00f5es assim. Por\u00e9m, mesmo perante aquelas d\u00favidas e ao bizarro fato \u00e0 sua frente o que mais lhe gastava sinapse era ele, %Fitzroy%. Os m\u00fasculos retra\u00eddos pela raiva, as express\u00f5es m\u00e1sculas em puro furor, os olhos cheios de viol\u00eancia, camisa suada, uma leve tira da boxer preta que aparecia quando ele se movia e os l\u00e1bios secos que minuto a minuto eram molhados por sua l\u00edngua. <br>\u2003\u2003 Ela queria mandar tudo mundo calar a boca e ir ali, ao lado dele, sentar em seu colo e beij\u00e1-lo. Mas, por mais que fosse inconsequente e irrespons\u00e1vel, jamais faria algo do tipo naquele momento. Nikolai e %Fitzroy% conversavam em voz baixa entre si enquanto o garoto estava ali, de olhos fechados rezando uma Ave Maria. Por mais que os dois pensassem n\u00e3o sabiam como agir e a \u00faltima op\u00e7\u00e3o seria machuc\u00e1-lo mais do que j\u00e1 estava. <br>\u2003\u2003 &#8211; Nikolai, eu n\u00e3o fa\u00e7o ideia da raz\u00e3o do frangote estar aqui, s\u00f3 sei que tudo est\u00e1 muito estranho e eu n\u00e3o estou suportando. &#8211; desabafou %Fitzroy% ao p\u00e9 do ouvido de Nikolai. <br>\u2003\u2003 &#8211; Irm\u00e3o, eu n\u00e3o sei por que esse garoto est\u00e1 aqui. Nunca o vi na vida e voc\u00ea sabe muito bem que tem gente nessa cidade que nem sabe da minha exist\u00eancia. Essa merda est\u00e1 errada. N\u00e3o gosto quando pessoas agem sem que eu entenda. O infeliz deve ter algo a ver com a ronda que andam fazendo. &#8211; quando terminaram de se falar ouviram passos t\u00edmidos caminhando para perto deles. Era %Louise%, calmamente se aproximando do menino. <br>\u2003\u2003 &#8211; Garoto, voc\u00ea fala com Deus? &#8211; ela perguntou timidamente. <br>\u2003\u2003 &#8211; Ele fala comigo, me pede coisas, me d\u00e1 miss\u00f5es. Sou guiado pelo esp\u00edrito e a Virgem Maria me protege. O diabo est\u00e1 solto, menina, v\u00e1 embora daqui, eles s\u00e3o o dem\u00f4nio e eu vim purific\u00e1-los. &#8211; aquela conversa espiritual estava fazendo com que os neur\u00f4nios de %Fitzroy% entrassem em uma combust\u00e3o agonizante. <br>\u2003\u2003 &#8211; %Louise%, n\u00e3o se mete. Sai daqui. &#8211; falou \u00e1spero e r\u00edgido tirando um sorriso sem gra\u00e7a da menina que se afastou. <br>\u2003\u2003 &#8211; Garoto, fica de p\u00e9. &#8211; pediu, mas a resist\u00eancia do menino era mesma. &#8211; Eu falei para ficar p\u00e9, filho de uma puta! &#8211; o garoto novamente cuspiu na cara de %Fitzroy% que viu sua paci\u00eancia enfim atingir um limite negativo. Ele agiu drasticamente. Chutou a cadeira que o coroinha estava sentado fazendo o mesmo cair de um modo desengon\u00e7ado. Antes mesmo que ele atingisse o ch\u00e3o as m\u00e3os fortes e \u00e1geis do lenhador o puxaram para cima. Bateu as costas do mesmo na parede mais pr\u00f3xima. O garoto n\u00e3o resmungava de dor e nem ao menos demonstrava fraqueza, seus olhos fechados continuavam a rezar. Isso ia pouco a pouco transformando %Fitzroy% em uma fera indom\u00e1vel. <br>\u2003\u2003 &#8211; Porra, %Fitzroy%, calma. Solta o moleque, ele n\u00e3o vai falar. &#8211; Nikolai pediu calmamente e com uma voz serena, se aproximando de %Fitzroy%, que mais parecia um rinoceronte faminto grudado no rapaz. Ele somente soltou o dito cujo de qualquer jeito quase indo ao ch\u00e3o novamente. O lenhador co\u00e7ava a testa e bagun\u00e7ava o cabelo perdido e desorientado. <br>\u2003\u2003 &#8211; Estou com sede. &#8211; proferiu o menino ficando pr\u00f3ximo da mesa da cozinha. <br>\u2003\u2003 &#8211; D\u00e1 \u00e1gua pra peste, Nikolai, se eu me aproximar dele, o mato. &#8211; %Fitzroy% precisava acalmar sua respira\u00e7\u00e3o, o oxig\u00eanio entrava por seu pulm\u00e3o quase t\u00e3o r\u00e1pido quanto a luz. Seu sangue fervia, ele podia sentir as veias borbulhando em \u00f3dio. Falta de controle, essa era uma das situa\u00e7\u00f5es que faziam o lenhador perder todo seu senso e racioc\u00ednio. <br>\u2003\u2003 Nikolai foi at\u00e9 seu arm\u00e1rio e pegou um copo. Em passos vagarosos foi at\u00e9 a pia abrindo sua torneira e ali segurou o copo at\u00e9 que a \u00e1gua o enchesse, sem transbordar. Deu o copo ao garoto que foi com muita calma bebeu o l\u00edquido at\u00e9 o copo por fim, ficar vazio. Ali mesmo sentado com o copo entre suas m\u00e3os o mesmo rezava baixinho. Seu balbuciar era aud\u00edvel e irritava todos \u00e0 sua volta, j\u00e1 n\u00e3o era mais poss\u00edvel suportar aquilo. <br>\u2003\u2003 Quando Nikolai deu suas costas para o mesmo para dizer algo a %Fitzroy% eles ouviram um barulho, ao olharem puderam ver o rosto do garoto banhado em sangue proveniente de um corte profundo em sua fronte. Seu corpo ia aos poucos tremendo pelo sangue que seu corpo perdia e sua batina alva ia se mesclando ao tom de seu l\u00edquido vermelho aos poucos atingindo a cor escarlate. Antes que qualquer um pudesse interferir um dos cacos de vidro daquele maldito copo furou sua jugular. <br>\u2003\u2003 Seus olhos estavam agora abertos e as m\u00e3os estendidas para cima como se abrisse seu corpo para que sua alma de m\u00e1rtir pudesse sair de seu corpo. %Louise% se afastou em um choque assustada, %Fitzroy% totalmente irado apenas visualizou a cena amaldi\u00e7oando a alma do moleque, que a mesma fosse queimar para sempre no inferno. O sangue jorrava de sua garganta, pintando tudo em volta de um macabro tom de vermelho escuro. <br>\u2003\u2003 &#8211;<strong> ESTOU CUMPRINDO MINHA MISS\u00c3O, PAI, SOU TEU M\u00c1RTIR SANTA IGREJA. PORQUE TEU \u00c9 O REINO, O PODER E A GL\u00d3RIA, PARA SEMPRE. AM\u00c9M.<\/strong> &#8211; quando o am\u00e9m fora pronunciado finalmente sua garganta estava rasgada e o seu corpo balan\u00e7ava de um lado para outro lan\u00e7ando sangue para o ch\u00e3o, parede, pia, mesa e outros objetos. %Louise% ficou atordoada fechando os olhos e com o choro preso em sua garganta. %Fitzroy% xingou a m\u00e3e de todos os seres do planeta e voou ao corpo do menino. Nikolai apenas fez com que %Fitzroy% se afastasse e fechou os olhos do menino que ainda estavam abertos. Ele havia morrido e seu segredo havia ido para o c\u00e9u ou para o inferno, junto com sua alma. Merda, gritou %Fitzroy%. <br>\u2003\u2003 &#8211; Porra, Nikolai, porra. Eu&#8230; pelo amor de Deus, se vira com esse corpo. <br>\u2003\u2003 &#8211; Calma, meu lenhador, eu resolvo tudo. Temos coisas pra conversar, mas n\u00e3o agora. &#8211; Nikolai olhou para %Louise% sutilmente e logo ap\u00f3s para %Fitzroy% que estava transpassado de f\u00faria. Ele havia entendido o recado, teria que lev\u00e1-la embora. <br>\u2003\u2003 Al\u00e9m de um mist\u00e9rio grotesco e mal resolvido, um corpo morto cheio de sangue na sua frente, havia aquela criatura ali. Vestida como um unic\u00f3rnio, com aquela carinha de anjo corrompido esperando por uns tapas. O inferno pessoal de %Fitzroy%, o mais perturbador. %Louise% %Martins%. <br>\u2003\u2003 Ele apenas a olhou e apontou a porta com os olhos, a mesma deu um aceno t\u00edmido para Nikolai que lhe deu um tchau sorridente. Ela saiu pela porta com %Fitzroy% logo atr\u00e1s. Antes de finalmente sair o homem bateu contin\u00eancia para Nikolai que o olhou safado, fazendo o mesmo lhe lan\u00e7ar um dedo do meio. J\u00e1 no lado de fora, %Louise% olhava para o c\u00e9u observando as estrelas que ficavam bem mais vis\u00edveis ali. %Fitzroy% a pegou pelo bra\u00e7o e foram caminhando trilha a fora. Quando %Louise% pensou que os dois iriam para a casa <strong>dele<\/strong> se espantou ao perceber que caminhavam em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 cidade. <br>\u2003\u2003 Finalmente estavam pr\u00f3ximos da entrada da cidade, fazia muito frio e o vento gelado das \u00e1rvores fez com que %Louise% cruzasse os bra\u00e7os para tentar esquentar seu corpo. N\u00e3o era \u00e9poca de frio absoluto, ainda estavam no meio do ver\u00e3o do sul sueco, que apesar de n\u00e3o ser muito quente, permitia sair de casa sem fortes agasalhos. <br>\u2003\u2003 Ali estavam parados, um afastado do outro desviando o olhar esperando que um deles abrissem a boca para proferir algo cab\u00edvel. %Fitzroy% estava com a mente completamente confusa e em brasa, pensando em todas aquelas coisas e ficando mais perturbado a cada rajada de vento que sentia. Ele n\u00e3o queria se envolver, queria apenas ignorar todo aquele enorme problema que ocorria sem explica\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, n\u00e3o podia. A floresta era sua responsabilidade, a vida de %Gustav% era uma preocupa\u00e7\u00e3o e %Louise% era um maldito dem\u00f4nio que n\u00e3o o abandonava. <br>\u2003\u2003 &#8211; %Louise%, n\u00e3o quero ser est\u00fapido com voc\u00ea, mais do que j\u00e1 fui. \u2013 falou pausadamente de olhos fechados se controlando para n\u00e3o gritar. \u2013 Mas eu te implorei e pedi muito diretamente que n\u00e3o fizesse mais isso de me perseguir. E voc\u00ea viu o que aconteceu? Viu o que poderia ter acontecido? Voc\u00ea poderia ter morrido, se machucado muito feio. \u2013 finalmente abriu os olhos e a olhou ali, t\u00edmida, envergonhada, com os olhos levemente marejados e tremendo. <br>\u2003\u2003 &#8211; Eu, s\u00f3 n\u00e3o consigo&#8230; \u2013 ela sentia vontade de chorar. Por que era t\u00e3o perigoso ficar perto de %Fitzroy%? O que ele tinha que a fazia simplesmente entrar em estado vegetativo e esquecer sua responsabilidade? Ela nunca havia entrado naquela maldita floresta e nunca havia pensado em mentir tanto para seus pais e entrar em tantas encrencas por causa de um estranho. Ele era um estranho e ela queria conhec\u00ea-lo. Queria ser \u00edntima dele e n\u00e3o sabia ao menos a raz\u00e3o de tudo aquilo. <br>\u2003\u2003 &#8211; Como n\u00e3o consegue, %Louise%? \u2013 %Fitzroy% se aproximou a olhando, sua diferen\u00e7a de altura para a dela era consider\u00e1vel ent\u00e3o se abaixou, ficando de joelhos para que pudesse olh\u00e1-la mais face a face. \u2013 N\u00f3s n\u00e3o somos nada um do outro, voc\u00ea nunca tinha me visto na vida. Eu s\u00f3 sou um lenhador, um homem na meia idade que corta madeira para ganhar a vida. E agora, no meio de tudo isso tem uma hist\u00f3ria maluca e doente acontecendo. Algo que nem eu e muito menos voc\u00ea pode entender. E eu te quero longe de tudo isso, quero que voc\u00ea viva tranquila e em paz, que tenha sua vida de princesa e n\u00e3o se suje com essas coisas. Por favor, me escute. \u2013 sua voz era carregada de desespero, por mais que quisesse bat\u00ea-la ele n\u00e3o poderia. <br>\u2003\u2003 &#8211; N\u00e3o adianta voc\u00ea pedir para que eu n\u00e3o te persiga mais ou n\u00e3o fa\u00e7a mais essas coisas, eu n\u00e3o sei me controlar, quando eu vejo, j\u00e1 foi. <br>\u2003\u2003 &#8211; Voc\u00ea vai ter que come\u00e7ar a se controlar e medir seus atos e isso n\u00e3o \u00e9 um aviso ou um conselho, \u00e9 uma porra de uma ordem. N\u00e3o me fa\u00e7a ser grosso com voc\u00ea. <br>\u2003\u2003 &#8211; Eu n\u00e3o vou parar de fazer isso, voc\u00ea n\u00e3o manda em mim. \u2013 ela queria que %Fitzroy% enxergasse que n\u00e3o era s\u00f3 uma menininha dependente e inocente. Ela podia ser independente e dona de seus atos e faria de tudo para estar perto dele. <br>\u2003\u2003 &#8211; Se aparecer sem me avisar nessa porra de floresta de novo, eu juro que te arrebento. \u2013 disse ele a grudando pelos ombros, mas, por mais que quisesse lhe por de castigo, a vontade de agarrar a menina pelos cabelos e beijar sua boca era maior que a raiva. <br>\u2003\u2003 &#8211; Eu n\u00e3o me importo se voc\u00ea me arrebentar. \u2013 ela olhava s\u00e9ria para ele, seus olhos faiscavam em adrenalina e excita\u00e7\u00e3o, %Fitzroy% n\u00e3o a proibiria de fazer o que queria. <br>\u2003\u2003 &#8211; Garota, se eu te der um soco na cara, voc\u00ea cai e n\u00e3o levanta nunca mais. \u2013 o lenhador estava nervoso, sua camisa estava pequena para o tamanho aperto em seu corpo. Sua biologia agia com total efici\u00eancia, o cora\u00e7\u00e3o bombeando sangue, a sinapse acelerada, o pulm\u00e3o expulsando o g\u00e1s carb\u00f4nico de seu corpo, os horm\u00f4nios o ouri\u00e7ando e o suor insistente que n\u00e3o para de sair por sua pele. <br>\u2003\u2003 &#8211; Voc\u00ea n\u00e3o tem coragem de fazer isso comigo. \u2013 ela afirmou dura e confiante, afinal isso n\u00e3o passava de uma dura e perfeita verdade. %Fitzroy% se levantou e deu uma meia volta ficando de costas para ela. Caralho, ele pensava, que porra de efeito dos infernos essa menina tinha sobre ele? E por qual raz\u00e3o? Qual raios era a l\u00f3gica disso? <br>\u2003\u2003 &#8211; E como voc\u00ea sabe que n\u00e3o? Hein? Voc\u00ea n\u00e3o me conhece, n\u00e3o sabe do que sou capaz. Voc\u00ea me viu bater na cara daquele moleque e sabe muito bem que eu poderia mat\u00e1-lo sem dificuldade nenhuma. Pare de achar que pode sair fazendo o que quer, entendeu? J\u00e1 matei um lobo por sua causa, j\u00e1 tive que ajudar a Wilda a mentir pros seus pais, tive que salvar sua vida hoje, que porra, hein? <br>\u2003\u2003 &#8211; Voc\u00ea fez tudo isso porque se preocupa comigo e n\u00e3o porque foi obrigado. \u2013 %Fitzroy% riu em esc\u00e1rnio e nervosismo. Seus m\u00fasculos fortes e imponentes estavam vibrando, a barba mal feita co\u00e7ava seu rosto e sua boca quase sangrava tamanha era for\u00e7a com qual a mordia. <br>\u2003\u2003 &#8211; Vai embora daqui agora, some da minha frente e me esquece, %Louise%. Me esquece, simplesmente finge que n\u00e3o existo. \u2013 seus olhos estavam agora fechados, ele precisava se afastar dela e n\u00e3o conseguia ao menos olh\u00e1-la, precisa lutar contra seus dom\u00ednios e n\u00e3o se entregar a ela. <br>\u2003\u2003 &#8211; Eu n\u00e3o vou embora e voc\u00ea pode fazer o que quiser comigo. \u2013 %Louise% se ajoelhou no ch\u00e3o com a cabe\u00e7a baixa, ela n\u00e3o sairia dali nem ao menos se %Fitzroy% lhe enchesse de pancada, ela queria que ele encostasse nela e que a chama que lhe corro\u00eda a alma pudesse se alastrar ainda mais. %Fitzroy% deu alguns passos a frente ficando de frente para ela. <br>\u2003\u2003 &#8211; Levanta da\u00ed, pelo amor de Deus. Vai embora, n\u00e3o tem nada aqui pra voc\u00ea. <br>\u2003\u2003 &#8211; N\u00e3o. \u2013 falou relutante olhando para cima. \u2013 Eu j\u00e1 vi um garoto morrer hoje, se suicidar, n\u00e3o \u00e9 voc\u00ea que vai me botar medo. <br>\u2003\u2003 &#8211; Ah, eu n\u00e3o consigo te botar medo, \u00e9 isso? \u2013 perguntou cruzando os bra\u00e7os. %Louise% aproximou seu rosto das pernas fortes e grossas dele, grudando em seus jeans para que pudesse erguer um pouco a coluna. Agora suas m\u00e3os caminhavam pela coxa dele e sua respira\u00e7\u00e3o bem na altura do z\u00edper de %Fitzroy% fez com que ele arfasse pesadamente. N\u00e3o, n\u00e3o e n\u00e3o. Ele n\u00e3o poderia em hip\u00f3tese alguma imaginar ou ao menos cogitar aquela hip\u00f3tese. <br>\u2003\u2003 &#8211; Sai. \u2013 ele ordenou bravo e rispidamente, levantando o olhar da menina ao pux\u00e1-la pelo queixo. Por\u00e9m, ela continuou ali, ro\u00e7ando sua boca nas pernas dele. <br>\u2003\u2003 &#8211; N\u00e3o, eu n\u00e3o vou sair daqui. Eu quero&#8230; \u2013 os dedos com as unhas pintadas de lil\u00e1s da menina agora corriam pelo z\u00edper dele, ela n\u00e3o era a mais experiente naquele neg\u00f3cio de fazer sexo oral em um homem, mas que mal haveria aprender com %Fitzroy%? <br>\u2003\u2003 &#8211; Voc\u00ea n\u00e3o quer nada, levanta e vai embora. \u2013 ele a grudou pelos cabelos em uma \u00faltima tentativa de se livrar daquela tenta\u00e7\u00e3o. \u201c<em>Voc\u00ea pode deixar o passarinho sobrevoar sua cabe\u00e7a, mas n\u00e3o pode deix\u00e1-lo fazer o ninho.<\/em>\u201d<br>\u2003\u2003 %Louise% mordeu os l\u00e1bios instintivamente, nunca havia sentido tanto tes\u00e3o em apenas sentir algu\u00e9m lhe tocando com for\u00e7a e a puxando daquela maneira. Mais do que nunca agora ela sabia que queria ali naquele momento, naquela hora sugar de %Fitzroy% tudo que podia. <br>\u2003\u2003 &#8211; %Fitzroy%&#8230; Me pune, me usa, eu quero que voc\u00ea fa\u00e7a isso &#8230; \u2013 ele sentiu seu est\u00f4mago revirar e o sangue ir saindo com pressa de suas veias superiores e correr desesperadamente para sua parte baixa: seu p\u00eanis. Ele j\u00e1 endurecia ao cogitar aquela hip\u00f3tese maluca. <br>\u2003\u2003 &#8211; Voc\u00ea ao menos sabe fazer isso? \u2013 perguntou nervoso, quase desistindo de resistir. <br>\u2003\u2003 &#8211; N\u00e3o, mas eu quero que voc\u00ea me ensine. \u2013 Boom! %Fitzroy%, agora, depois de ouvir aquilo n\u00e3o podia mais negar, n\u00e3o podia mais resistir. Ele queria que %Louise% o chupasse, com vontade, com vol\u00fapia. Ele precisava daquilo, era quest\u00e3o de vida. Suas m\u00e3os baixaram-se para o rosto de %Louise%, ali ele fez um carinho quase paternal e passou os dedos pelos l\u00e1bios. Ela o olhou esperando por um sinal que a permitisse agir. <br>\u2003\u2003 &#8211; Fa\u00e7a o que voc\u00ea quer fazer comigo. \u2013 ele permitiu. %Louise% ainda o olhava, sentindo o toque em sua boca. Tomou um dos dedos de %Fitzroy% para si o lambendo antes de chup\u00e1-lo, ainda encarando %Fitzroy% com entusiasmo. O homem surtou, podia sentir seu pau queimando. Suas coxas retra\u00edam e sua cabe\u00e7a pegava fogo. Seria uma honra ensin\u00e1-la a fazer aquilo. <br>\u2003\u2003 &#8211; Abre meu z\u00edper. \u2013 pediu com a voz mais grave que o normal. <br>\u2003\u2003 As m\u00e3os tr\u00eamulas de %Louise% foram para o z\u00edper dele, fazendo tudo muito devagar com medo de errar em algum momento. Pouco a pouco, seus dedos foram abrindo o z\u00edper do homem, at\u00e9 finalmente o mesmo deixar a cal\u00e7a mais solta no corpo dele e deixar evidente sobre a boxer o volume do tes\u00e3o dele. <br>\u2003\u2003 %Louise% desceu a cal\u00e7a dele, deixando-a na altura dos joelhos. Ela olhava para o membro de %Fitzroy% maravilhada, queria peg\u00e1-lo, lamb\u00ea-lo, fazer-lhe carinho e mim\u00e1-lo. Estava louca para p\u00f4-lo para fora, mas sentia uma pontada de medo, podia ver mesmo sobre a roupa \u00edntima dele que aquele seria o maior p\u00eanis que havia visto na vida, robusto e t\u00e3o suculento. <br>\u2003\u2003 Suas m\u00e3os vagarosamente percorriam a extens\u00e3o do membro de %Fitzroy% ainda coberto, quase o matando. A porra da respira\u00e7\u00e3o dele falhava e cada vez sentia seu caralho se endurecer e quase entrar em colapso. E %Louise% continuava ali, o pegando e sentindo-o vibrar em sua m\u00e3o. Ela sorriu ao se dar conta de que aquelas sensa\u00e7\u00f5es que sentia no corpo de %Fitzroy% aconteciam por sua causa. De um jeito fofo e sexual, ela se sentia importante e querida. <br>\u2003\u2003 &#8211; Eu posso &#8230; lamber? \u2013 perguntou o olhando temendo ouvir um \u201cn\u00e3o\u201d da parte dele, o que era uma tamanha besteira, ele nunca a negaria aquilo. <br>\u2003\u2003 &#8211; Voc\u00ea deve! \u2013 ele exclamou forte, deixando uma %Louise% cada vez mais empolgada. Cuidadosamente a l\u00edngua da garota foi lambendo a superf\u00edcie dura de %Fitzroy%, os espasmos que %Fitzroy% pensou n\u00e3o poderem ficar mais fortes, ficaram. Ele n\u00e3o aguentaria mais tanta provoca\u00e7\u00e3o e demorar por muito tempo mais, por\u00e9m, precisava sentir tudo aquilo at\u00e9 o limite de sua sanidade. <br>\u2003\u2003 %Louise% foi gostando cada vez mais daquilo, suas m\u00e3os grudaram nas coxas dele e sua boca agora brincava de morder e lamber o volume. Quando sentiu a cabe\u00e7a do mesmo, um arrepio correu sua espinha, era t\u00e3o voluptuosa e estava t\u00e3o r\u00edgida, deveria ser muito bom sentir o gosto dela, pensou. Enquanto %Louise% se descobria e descobria o qu\u00e3o prazeroso poderia sentir em sua boca o pau de um homem, %Fitzroy% descobria o qu\u00e3o agoniante e desesperador poderia ser aguentar tanto est\u00edmulo provocativo. Ele queria se controlar para n\u00e3o ser grosso ou bruto com ela, mas n\u00e3o conseguia mais se conter. <br>\u2003\u2003 &#8211; %Louise%, coloca ele pra fora e chupa pelo amor de Deus. \u2013 pediu entre dentes, apertando as pr\u00f3prias m\u00e3os contra suas pernas. Ele precisava sentir a boca carnudinha de %Louise% sugar seu membro, ele queria ver sua cara inocente se preencher com a porra dele, precisava daquilo. <br>\u2003\u2003 Timidamente e vagarosamente %Louise% foi descendo a boxer preta de %Fitzroy%, n\u00e3o foi preciso muito para que o volume saltasse para fora firme e reto apontando para o rosto de %Louise% que estava totalmente maravilhada. Ela sorriu abobada, era t\u00e3o grosso e t\u00e3o vermelho. <br>\u2003\u2003 &#8211; Meu Deus. \u2013 disse mordendo os l\u00e1bios, com uma express\u00e3o facial t\u00e3o natural de susto por ver \u201caquilo tudo\u201d em sua frente. %Fitzroy% olhou para ela que procurava um jeito certo de segurar seu p\u00eanis, mas n\u00e3o o encontrava. Ele sorriu de leve, com o convencimento estampado no rosto, sabia que tinha um caralho e tanto. \u2013 \u00c9 t\u00e3o&#8230; grande. Por onde eu come\u00e7o? <br>\u2003\u2003 &#8211; Por onde quer come\u00e7ar? \u2013 ele perguntou fazendo carinho nos cabelos dela. <br>\u2003\u2003 &#8211; Aqui por baixo ou aqui por cima, n\u00e3o sei, estou perdida.- n\u00e3o era algum tipo de piada, ela realmente estava perdida. <br>\u2003\u2003 &#8211; Come\u00e7a aqui por baixo e vai brincando com ele&#8230; \u2013 %Louise% ent\u00e3o lambeu os test\u00edculos de %Fitzroy% enquanto sua m\u00e3o brincava de encontrar a extens\u00e3o do lenhador, que quase caiu no ch\u00e3o tamanha fraqueza sentia em suas pernas; aos poucos %Louise% foi perdendo o medo e se aventurando cada vez mais por ali, ela o masturbava e sugava as bolas dele com vontade. Um tempo depois e quase tendo um ataque de excita\u00e7\u00e3o %Fitzroy% a puxou pelos cabelos a fazendo olhar para cima. Sua boca estava vermelha, os l\u00e1bios molhados e seus olhos tinham aquela mal\u00edcia que o fazia perder sua culpa em abus\u00e1-la. <br>\u2003\u2003 &#8211; Agora coloca ele inteiro na boca&#8230; \u2013 instintivamente %Louise% lambeu a cabe\u00e7a que ela achava t\u00e3o vermelha e atrativa. Queria sentir o gosto dela, saber qual era sua textura e isso fez com que %Fitzroy% a grudasse mais pelos cabelos grunhindo como um animal. Depois de beijar a glande dele e desfrutar de sua curiosidade com muita paci\u00eancia, ela foi colocando-o na boca, engolindo pouco a pouco, do jeito que conseguia. Ela podia senti-lo cada vez mais pr\u00f3ximo de sua garganta; ela queria sentir at\u00e9 o m\u00e1ximo onde poderia ir. <br>\u2003\u2003 %Fitzroy% apenas se contorcia em tanto prazer, cada toque da menina era um gemido a mais, cada vez mais seu pau latejava. Ele a puxou pelos cabelos novamente fazendo com que o encarasse, ele queria V\u00ea-la com a boca cheia por seu pau. Aquela imagem merecia uma moldura em puro ouro e cristais, o rostinho inocente e delicado preenchido por um enorme cassete duro, pulsante, cheio de veias corrompendo os l\u00e1bios rosados e cheios de carne. <br>\u2003\u2003 Com um pouco de brutalidade que j\u00e1 brotava em si, %Fitzroy% foi a guiando pelos cabelos para que o engolisse e soltasse, engolisse e soltasse e assim por diante. As m\u00e3os dela foram para a base para ganhar apoio e logo o chupava com vontade, os cabelos iam e voltavam em seu rosto e seu rebolado ia imitando os movimentos de sua boca. Finalmente o chupava do jeito que ela queria, r\u00e1pido e firme. Os bra\u00e7os de %Fitzroy% estavam contra\u00eddos assim como praticamente todos os m\u00fasculos do corpo, ele sentia que poderia morrer quando %Louise% o olhava assanhada, o chupando. <br>\u2003\u2003 Mas, por mais que aquilo estivesse maravilhoso e sensacional, n\u00e3o era o suficiente. <br>\u2003\u2003 %Fitzroy% a puxou para cima do jeito que conseguiu e %Louise% se assustou achando que poderia ter feito algo errado. <br>\u2003\u2003 &#8211; Eu fiz alguma coisa? \u2013 perguntou assustada e envergonhada. <br>\u2003\u2003 &#8211; Calma. &#8211; ele disse a grudando pelo rosto e se aproximando dela \u2013 Voc\u00ea fez tudo certo, estava delicioso, mas&#8230; eu preciso de mais que isso. \u2013 %Fitzroy% a segurava com for\u00e7a pelo queixo, queria sentir todo seu corpo e a grudar pra sempre em si. Com viol\u00eancia a puxou para um beijo, um beijo louco e perdido em pervers\u00e3o. <br>\u2003\u2003 Oh sim, que del\u00edcia era enfiar a l\u00edngua naquela boca e lev\u00e1-la de um lado para o outro, morder aqueles l\u00e1bios e grudar naquela cintura. %Fitzroy% impulsivo foi chutando os sapatos, tirando a cal\u00e7a do jeito que dava para n\u00e3o perder o equil\u00edbrio. Quando se viu livre, subiu a saia da menina sem parar de beij\u00e1-la e a agarrou for\u00e7ando seu membro totalmente ainda duro na calcinha dela. <br>\u2003\u2003 %Louise% j\u00e1 se desmanchava em umidade. Estava totalmente molhada, mais que em qualquer dia da sua vida. Os mamilos estavam duros, sua testa suada e seu desespero crescendo cada vez. E o lenhador estava perdido, n\u00e3o sabia o que fazer primeiro, se a beijava, se apertava as n\u00e1degas dela, se enfiava a m\u00e3o em sua calcinha, n\u00e3o conseguia raciocinar direito. <br>\u2003\u2003 Foi ali a empurrando para \u00e1rvore e a fez bater com as costas na mesma. %Louise% desajeitadamente foi procurando os bot\u00f5es da camisa de %Fitzroy%, ela queria enfim v\u00ea-lo nu de verdade, n\u00e3o em sonho. Quando sua m\u00e3o atingiu o primeiro bot\u00e3o, o lenhador a tirou dali prendendo as m\u00e3os da menina. Ele abaixou a saia dela mostrando a calcinha branca que usava e as pernas roli\u00e7as que queria sentir rebolando em si. <br>\u2003\u2003 %Fitzroy% n\u00e3o era de falar, de se expressar, ele apenas conseguia sentir e faz\u00ea-la sentir e naquela altura do campeonato mal era capaz de se segurar para finalmente meter nela. <br>\u2003\u2003 &#8211; Deixa eu te ver sem camisa. \u2013 pediu manhosa, fazendo um ador\u00e1vel biquinho. <br>\u2003\u2003 &#8211; E por que voc\u00ea quer me ver sem camisa? \u2013 ele perguntou ro\u00e7ando a barba no pesco\u00e7o dela com os l\u00e1bios bem pr\u00f3ximos ao seu ouvido. <br>\u2003\u2003 &#8211; Eu eu quero ver seus m\u00fasculos. <br>\u2003\u2003 &#8211; Voc\u00ea nem sabe se eu tenho m\u00fasculos ou n\u00e3o. \u2013 ele ainda se ro\u00e7ava nela, tanto em cima quanto embaixo tentando a deixar perdida e provocada. <br>\u2003\u2003 &#8211; Eu sei que tem, deixa eu ver&#8230; \u2013 a m\u00e3o serelepe de %Louise% correu para as partes dele que sorriu surpreso ao sentir aqueles dedos passearem por seu pau. <br>\u2003\u2003 %Fitzroy% ent\u00e3o levou as m\u00e3os dela para sua camisa e pouco a pouco a menina abriu os bot\u00f5es da mesma finalmente vendo a sua frente o resultado de muitos anos cortando madeira. Um tronco largo, forte, bem definido e t\u00e3o gostoso. A garota nem ao menos conseguiu falar algo, apenas ficou ali boba e boquiaberta olhando para ele de cima a baixo. %Fitzroy% novamente a puxou pelo queixo fazendo com que o olhasse, %Louise% mordia os l\u00e1bios em sinal de gostar do que via. <br>\u2003\u2003 &#8211; Agora eu preciso tirar sua roupa tamb\u00e9m&#8230; \u2013 dizia enquanto a m\u00e3o dele ia para a blusa dela, pux\u00e1-la para cima. Os peitos de %Louise% mal se aguentavam no soutien roxo de listras cinzas que usava. Com maestria, %Fitzroy% fez aquela pe\u00e7a cair nas folhas em que pisavam. Sem pedir ou avisar, a grudou pela cintura e foi para seus peitos, os agarrando e mordiscando. Como era bom sentir aquele gosto, aquela dureza, aqueles dois seios suculentos em sua boca e m\u00e3os. <br>\u2003\u2003 %Louise% gemia, de olhos fechados, mas %Fitzroy% sempre a fazia olhar para ele, queria ver o quanto a excitava. Os dois n\u00e3o aguentavam mais, eles precisavam terminar aquilo de uma vez. Uma das m\u00e3os de %Louise% tentou ir ao membro de %Fitzroy% mais uma vez e ele n\u00e3o deixou, se ela abusasse ali ele logo gozaria e isso n\u00e3o estava nos planos, n\u00e3o antes dela. <br>\u2003\u2003 &#8211; Fala pra mim, voc\u00ea me quer dentro de voc\u00ea? \u2013 perguntou com a boca agora pert\u00edssimo da dela, o pau r\u00edgido, o cora\u00e7\u00e3o desesperado e ideia de meter ali quase o matando. <br>\u2003\u2003 &#8211; \u00c9 claro que eu quero. \u2013 ela respondeu com a voz falha. <br>\u2003\u2003 &#8211; Ent\u00e3o pede. \u2013 as m\u00e3os de %Fitzroy% corriam pelo rosto dela, a boca a mordia em seu pesco\u00e7o e seios, perdido no que fazia. &#8211; Pede pra eu te foder, pra eu meter em voc\u00ea at\u00e9 voc\u00ea gritar gozando pra mim. \u2013 os dois j\u00e1 estavam fora do corpo, necessitando at\u00e9 o fundo de suas almas que o sexo enfim acontecesse. %Louise% n\u00e3o conseguia montar a frase, ela queria pedir, queria falar, mas seu corpo n\u00e3o obedecia. &#8211; Anda, pede pra mim, eu n\u00e3o vou te comer at\u00e9 voc\u00ea pedir. \u2013 finalmente se olharam antes que ela enfim pedisse. Os olhos faiscando, a perversidade e libido no ar os envolvendo naquela noite. <br>\u2003\u2003 &#8211; %Fitzroy%&#8230; \u2013 balbuciou fraca. <br>\u2003\u2003 &#8211; Pede, %Louise%, pede &#8230; <br>\u2003\u2003 &#8211; Me fode at\u00e9 eu n\u00e3o aguentar mais &#8230; <br>\u2003\u2003 Ele n\u00e3o falou, n\u00e3o espero, n\u00e3o fez nada. Apenas puxou a calcinha dela do jeito que conseguiu, ergueu uma das pernas de %Louise% e colocou dois dedos na boca pedindo que os molhasse. Ent\u00e3o ele foi at\u00e9 a entrada dela, lubrificou por ali e encostou a cabe\u00e7a a provocando em seu clit\u00f3ris. Ele sabia que n\u00e3o podia meter de uma vez, mas estava totalmente tentado. <br>\u2003\u2003 Ela gemia, pedia, implorava com o corpo para que ele metesse de uma vez. E finalmente sem mais aguentar um segundo, ele entrou. Ela gritou e ele tapou a boca dela como da outra vez e foi aos poucos for\u00e7ando seu p\u00eanis dentro dela, n\u00e3o muito depois ele finalmente havia entrado por inteiro. <br>\u2003\u2003 &#8211; Est\u00e1 machucando? \u2013 ele perguntou e a garota apenas acenou negativamente. E mesmo que estivesse, %Louise% queria sentir aquele pau enorme a fodendo como se n\u00e3o houvesse amanh\u00e3. <br>\u2003\u2003 O lenhador saiu e entrou novamente, devagar, aumentando aos poucos, %Louise% gemia alto, %Fitzroy% tamb\u00e9m e os dois se perdiam. Cansado da posi\u00e7\u00e3o que estavam %Fitzroy% resolveu levar as coisas para o ch\u00e3o. Sem romantismo ou sutileza, ele a jogou ali, deitada. E sem paci\u00eancia j\u00e1 se jogou por cima dela, sem pedir licen\u00e7a ou avisar, apenas foi por cima da menina metendo tudo que podia. Ela gritou, ela continuava gritando, desesperada e t\u00e3o excitada. <br>\u2003\u2003 A grossura dele a preenchia, ela podia sentir tudo t\u00e3o intensamente que queria o lenhador ali dentro de si para sempre. Os dois estavam acabados, extremamente cansados e esgotados.<\/p>\r\n<p align=\"center\"><em>Come with me, in to the trees. We lay on the grass and let the hours pass.<\/em><\/p>\r\n<p>\u2003\u2003- Mais? \u2013 ele perguntou mordendo o l\u00e1bio da menina. Ela n\u00e3o conseguia responder, mal podia balan\u00e7ar a cabe\u00e7a indicando um sim. Ele a puxou para cima a grudando pelo pesco\u00e7o e aumentou a velocidade do sexo. %Fitzroy% era forte, tinha um enorme condicionamento f\u00edsico e pernas de a\u00e7o, n\u00e3o era nada dif\u00edcil ficar naquela posi\u00e7\u00e3o e for\u00e7ar o m\u00e1ximo que podia. <br>\u2003\u2003 Por\u00e9m, ele queria mais posi\u00e7\u00f5es, queria com\u00ea-la de todas as maneiras poss\u00edveis. Ent\u00e3o a pegou em seus bra\u00e7os invertendo as posi\u00e7\u00f5es. Como sabia que ela n\u00e3o teria for\u00e7as para subir e descer nele, a abra\u00e7ou erguendo o corpo dela e indo com seu quadril e a fodendo com brutalidade e destreza. <br>\u2003\u2003 &#8211; Geme pra mim, %Louise%, geme. &#8211; Gemer era a \u00fanica coisa que ela conseguia fazer.<\/p>\r\n<p align=\"center\"><em> Take my hand, come back to land. Where everything is ours, from a few hours.<br>\u2003\u2003 <strong>Let me see you stripped<\/strong><\/em><\/p>\r\n<p>\u2003\u2003O homem tirou for\u00e7a da onde n\u00e3o mais tinha e ao sentir que %Louise% aumentava os gemidos e intensidade dos pux\u00f5es e arranh\u00f5es nele, decidiu intensificar tudo e a foder mais ainda. For\u00e7ou o olhar dos dois, grudando as testas vendo uma %Louise% vermelha, suada, descabelada e t\u00e3o deliciosa \u00e0 sua frente, gemendo o nome dele e se alargando em seu pau. <br>\u2003\u2003 &#8211; Goza, %Louise%, goza. Vamos, goza pra mim. \u2013 %Louise% n\u00e3o conseguia gemer mais tamanha era sua fraqueza, %Fitzroy% a segurou pelo pesco\u00e7o a olhando sem pudor algum e foi para seu clit\u00f3ris intensificar mais ainda aquilo. Ela enlouqueceu, rebolou como pode e n\u00e3o muito depois sentiu o gozo vindo. <br>\u2003\u2003 &#8211; Vai, %Fitzroy%, vai &#8230; isso, vai. Me faz gozar. \u2013 n\u00e3o precisou muito mais que ouvir aquilo para que %Fitzroy% se superasse e com maestria a fizesse gozar. %Louise% tremeu e se jogou nela, que grudada em seu corpo continuou metendo e estimulando seu grelho, o que a fez gemer mais e gritar mais, completamente arrombada. <br>\u2003\u2003 Com seu p\u00eanis quase pegando fogo e os m\u00fasculos pedindo descanso %Fitzroy% sentiu seu gozo sair, inundando uma %Louise% fraca e tr\u00eamula com sua porra quente. Ele uivou se jogando para baixo levando a menina para si. Ele gritou um \u201cPorra\u201d desesperado e ardente. P\u00f4de ver %Louise% sorrir fraca. Se havia tido uma trepada \u00e9pica em sua vida, seria aquela. Por mais inexperiente que fosse a menina, nada superava seu pudor sendo perdido. Ele a acariciou nos cabelos e quase sem for\u00e7a nenhuma se levantou com ela em seu colo. A fez ficar em p\u00e9 por um instante pegando as roupas no ch\u00e3o e novamente a pegou no colo voltando para floresta para que fossem dormir.<\/p>\r\n<p><strong>\u2003\u2003Jerusal\u00e9m \u2013 1096<\/strong><\/p>\r\n<p>\u2003\u2003Os homens e suas pesadas armaduras de Cavaleiros Templ\u00e1rio estavam dentro de um templo crist\u00e3o na cidade s\u00edmbolo do cristianismo. Suas m\u00e3os estavam carregadas de pratarias e outros objetos de ouro pesad\u00edssimos, cristais e pedras preciosas. Levariam tudo isso ao Vaticano e matariam quem fosse preciso no caminho.<br>\u2003\u2003 No ombro de um dos cavaleiros estava um enorme ba\u00fa, talhado em madeira e com um enorme cadeado dourado em sua abertura. No topo havia um crucifixo banhado em ouro branco e alguns dizeres escritos em hebraico na cor vermelha. Pelo peso que tinha, os homens deduziram que haveria muitas moedas de ouro dentro do mesmo, um tesouro de valor inestim\u00e1vel. A Igreja ficaria muito feliz em ter toda aquela preciosidade em suas m\u00e3os.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u2003\u2003L\u00e1 estavam eles, %Louise%, %Fitzroy% e Nikolai com o coroinha que agora vestia sua batina. Estava sentado em uma cadeira pr\u00f3xima \u00e0 pia de Nikolai, sem amarras, por\u00e9m com os dois homens quase grudados em si. Sua express\u00e3o era fechada, o tom de voz totalmente r\u00edspido. 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