{"id":5099,"date":"2024-11-05T16:40:00","date_gmt":"2024-11-05T19:40:00","guid":{"rendered":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/historia\/historia-sem-nome\/rascunho-automatico\/"},"modified":"2025-10-13T16:41:32","modified_gmt":"2025-10-13T19:41:32","slug":"unico","status":"publish","type":"capitular","link":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/historia\/ouro-preto\/unico\/","title":{"rendered":"Cap\u00edtulo \u00fanico"},"content":{"rendered":"\n<h3>Festa dos calouros<\/h3>\n<p><span class=\"versalete\">\u2003\u2003E quem diria que<\/span> as ladeiras de Ouro Preto teriam algumas hist\u00f3rias para me contar e muitas pe\u00e7as para me pregar.<\/p>\n<p align=\"center\"><strong>&#8212;<\/strong><\/p>\n<p>\u2003\u2003Tudo aconteceu em um simples final de semana de outubro em que eu e minha amiga Laila fomos passar na casa da av\u00f3 dela para a festa a fantasia inspirada no Halloween americano, para os calouros do pr\u00f3ximo semestre da UFOP, promovida pelos veteranos. A humilde, por\u00e9m, moderna resid\u00eancia se localizava em um quarteir\u00e3o bem distante do centro comercial, na metade de um morro bastante inclinado. <em>Ah!<\/em> Um detalhe, todos os morros s\u00e3o inclinados e aquelas pedras ajudam bastante, \u00e9 s\u00f3 deitar e descer rolando! E para algu\u00e9m como eu que nasci em outro estado, nunca imaginei que uma rua poderia ser t\u00e3o inclinada na minha vida.<br>\u2003\u2003Ao chegarmos na casa, com sua arquitetura tradicional barroca, Vov\u00f3 Azaleia, como gostava de ser chamada, nos recebeu com uma mesa farta de quitutes mineiros, desde doce de leite at\u00e9 a sua famosa broa de fub\u00e1, e o cheiro do caf\u00e9 fresquinho e mo\u00eddo na hora foi entrando pelas minhas narinas sem pedir licen\u00e7a. Eu particularmente detesto caf\u00e9, s\u00f3 tomo se ele vier acompanhado com um bom queijo mineiro, um costume t\u00edpico que aprendi com meu padrasto que nasceu na cidade de Diamantina. Enfim, me servi de um ch\u00e1 que havia no velho bule de alum\u00ednio, admirando a caneca esmaltada em minha m\u00e3o, lembrando-me de ter visto v\u00e1rias \u00e0 venda, no Mercado Central de BH.<br>\u2003\u2003As horas se passaram, sexta \u00e0 noite em Ouro Preto \u00e9 o momento ideal para um passeio pelos botecos e bares, seria a primeira noite daquele final de semana de comemora\u00e7\u00e3o dos calouros. Por\u00e9m eu ainda n\u00e3o estava animada, resolvi ficar em casa enquanto Laila saiu com a inten\u00e7\u00e3o de rever alguns amigos. <em>Amigos?!<\/em> Eu aposto que ela queria ver o Marcos, seu namorado de inf\u00e2ncia, mas isso n\u00e3o vem ao caso. Na sala vendo TV e afagando seu gatinho, estava vov\u00f3 Azaleia, quando eu entrei e reparei em um porta-retratos com uma foto bem velha e com tra\u00e7os de antiguidade. Eu perguntei quem eram aquelas pessoas na foto, e a vov\u00f3 enrolou um pouquinho at\u00e9 que finalmente cedeu e contou.<br>\u2003\u2003\u2014 Eu n\u00e3o deveria te contar, todos da minha gera\u00e7\u00e3o prometeram guardar segredo. Voc\u00ea promete guardar tamb\u00e9m? \u2014 Eu assenti com a cabe\u00e7a e ela continuou com um tom nebuloso e medonho. \u2014 Foi h\u00e1 anos e mais anos, quando os ingleses vieram para Minas trazendo consigo seus vag\u00f5es de ferro e trilhos ferrovi\u00e1rios. Neste grupo da foto havia um homem rodeado de mist\u00e9rio, meus av\u00f3s me contaram que ele n\u00e3o veio para c\u00e1 s\u00f3 por neg\u00f3cios, ele tinha um filho que era fascinado com p\u00e1ssaros, principalmente \u00e1guias, pobre garoto, tinha uma doen\u00e7a rara. Ap\u00f3s a morte do pai, o garoto morou sozinho em um casebre perto da gruta de \u00e1guas claras, que fica perto desta cachoeira, mas nunca ouvimos mais nada sobre ele. O guia da gruta diz que ao entrar nela as pessoas conseguem ouvir o som dos p\u00e1ssaros vindo do lado de fora&#8230;<br>\u2003\u2003Eu n\u00e3o tinha prestado muita aten\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria, e devo ter dormido na metade\u2026 <br>\u2003\u2003Na manh\u00e3 seguinte ap\u00f3s o caf\u00e9, eu decidi caminhar um pouco, Laila, como havia chegado tarde, s\u00f3 iria acordar depois do almo\u00e7o. Como era minha primeira vez em Ouro Preto resolvi visitar os pontos tur\u00edsticos. Ap\u00f3s conseguir me deslocar por entre um grupo de estudantes festeiros fantasiados de hobbits, consegui chegar na famosa feirinha de artesanatos. Foram alguns minutos admirando cada barraquinha at\u00e9 comprar uma pulseira com pequenas pedras ametista.<br>\u2003\u2003Assim que enviei uma mensagem para Laila, decidi fazer uma visita a tal gruta, que parecia mais uma caverna, um ambiente frio e \u00famido, tudo o que eu mais \u201cgosto\u201d! <em>S\u00f3 que n\u00e3o!<\/em> Na entrada havia um guia contando o in\u00edcio da hist\u00f3ria do local. Era um senhor de idade, de voz rouca e pouco baixa, ele contou exatamente com as mesmas palavras da vov\u00f3. Eu e mais cinco pessoas entramos atr\u00e1s do senhor, observei rapidamente que as duas meninas estavam fantasiadas tamb\u00e9m, s\u00f3 n\u00e3o consegui identificar se o que vestiam era mesmo uma fantasia para a ocasi\u00e3o ou um cosplay de anime dos anos 90. E sinceramente, n\u00e3o estava a fim de ouvir mais hist\u00f3rias, ent\u00e3o me afastei do grupo, entrando em um corredor estreito e escorregadio, a \u00fanica luz que tinha era do meu celular que por azar ficou com a bateria fraca de repente. Em um certo momento comecei a ouvir vozes e barulhos, pensei que era o grupo e tentei correr para alcan\u00e7\u00e1-los.<br>\u2003\u2003Ironia&#8230; <br>\u2003\u2003Eu acabei me infiltrando ainda mais gruta adentro, me perdendo completamente. Para piorar, pisei em falso e ca\u00ed deslizando barro abaixo, consequentemente, bati a cabe\u00e7a. Quando consegui abrir meus olhos, minha vis\u00e3o ainda turva e emba\u00e7ada me permitiu enxergar dois homens perto de mim, os senti mexendo nos meus bolsos, contudo, nesta mesma hora apareceu outro homem. Os vultos foram claros, eu acho, uma pessoa estava batendo em duas, ou ser\u00e1 que eram duas batendo em uma? N\u00e3o me recordo muito do momento, s\u00f3 sei que me levantei tentando segurar nas paredes e ca\u00ed de novo em um desmaio espont\u00e2neo.<br>\u2003\u2003Eu n\u00e3o sabia onde estava quando acordei, mas pude sentir uma fogueira perto de mim me aquecendo, quando finalmente retomei meus sentidos, havia um rapaz, aparentava minha idade, me olhando encostado na parede que era de pedra. Ele sorriu rapidamente e andou at\u00e9 mim para me entregar a caneca que estava em suas m\u00e3os. Chocolate quente! Tudo o que eu precisava naquele momento. Mesmo sem meus \u00f3culos, que n\u00e3o sabia onde estavam e com a vis\u00e3o meio turva, sorri em agradecimento.&nbsp;<br>\u2003\u2003\u2014 Acho melhor descansar \u2014 disse ele, quase me ordenando.<br>\u2003\u2003As horas se passaram ao longo do meu cochilo, logo fui acordando ao som de gritos de dor, ranger de dentes e tremores no ch\u00e3o como se dois ursos estivessem brigando ali dentro. Em plena cautela me levantei daquele humilde aconchego de cobertores e comecei a andar em dire\u00e7\u00e3o aos gritos. Ele estava perto de um laguinho ajoelhado em sua borda, gritando de dor. A princ\u00edpio n\u00e3o entendi o porqu\u00ea. Eu me apavorei de in\u00edcio pelos seus gritos, voltei para as cobertas tentando pegar minhas coisas e curiosamente encontrei meus \u00f3culos, assim que os coloquei, fui me afastando em sil\u00eancio para sair de l\u00e1. Eu escorreguei \u2013 de novo \u2013 e ca\u00ed. Consequ\u00eancia: chamei a aten\u00e7\u00e3o dele. Quando ele me olhou, seus olhos estavam amarelos fazendo um formato avulsado como os de uma \u00e1guia. <em>Ser\u00e1 que eu estava delirando agora?<\/em> Depois de tantas quedas. Mesmo meus olhos fascinados com os dele, meu c\u00e9rebro n\u00e3o quis impedir as minhas pernas de sa\u00edrem de l\u00e1.<br>\u2003\u2003Nunca corri tanto na minha vida, foram corredores, pequenas escaladas e muito cansa\u00e7o at\u00e9 que cheguei na entrada. Quando sa\u00ed me deparei com total escurid\u00e3o, deveria estar de madrugada, s\u00f3 a lua iluminava. O pior \u00e9 que eu n\u00e3o tinha nem mesmo o meu celular, primeiro porque estava descarregado e segundo, mesmo que n\u00e3o estivesse, eu o deixei no conforto dos cobertores. Ent\u00e3o, me lancei na mata fechada, andando e sendo observada por alguns animais.<br>\u2003\u2003Em um piscar de olhos come\u00e7ou uma ventania estranha me fazendo sentir um longo e pavoroso frio na espinha, fui assim olhando ao meu redor. Caminhando em sil\u00eancio total, um barulho surgiu do meu lado esquerdo, e, sem pensar duas vezes, disparei a correr. At\u00e9 deveria ter olhado para frente, mas meus olhos insistiam em verificar se algu\u00e9m me seguia. Foi neste momento que trombei em algu\u00e9m, ou alguma coisa, que me fez cair \u2013 de novo.<br>\u2003\u2003Sussurrando, fui pedindo que n\u00e3o fosse o rapaz da caverna e uma m\u00e3o se estendeu para me ajudar a levantar.<br>\u2003\u2003\u2014 Voc\u00ea est\u00e1 bem? \u2014 me perguntou o rapaz com apar\u00eancia de jovem e algumas marcas no rosto, s\u00f3 foi uma pena n\u00e3o poder ver seus olhos que foram cobertos pela sombra das \u00e1rvores.<br>\u2003\u2003Assenti com a cabe\u00e7a. Ap\u00f3s levantar tentei me limpar um pouco daquela terra que estava grudada na minha cal\u00e7a, ele me acompanhou o resto do caminho com algumas conversas r\u00e1pidas. Chegando \u00e0 cidade, por um descuido dele, um feixe de luz se refletiu em seus olhos e eu pude ver os mesmos olhos do rapaz da caverna, olhos de \u00e1guia.<br>\u2003\u2003Poupando minha voz, pois ainda recuperava o f\u00f4lego, mesmo com um grito preso na garganta, tornei a correr ainda mais em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 casa da vov\u00f3. Entrando, tranquei a porta e corri para o quarto, ao entrar, tranquei a porta e desabei no ch\u00e3o. Meu corpo estava exausto de tantos sustos e corridas n\u00e3o planejadas, o resto da minha noite foi em claro, encolhida na cama e olhando para o rel\u00f3gio, ouvindo de longe o barulho das festividades vindo da dire\u00e7\u00e3o do centro comercial da cidade, estavam no \u00e1pice da festa com suas mais variadas e criativas fantasias.<br>\u2003\u2003Enfim chegou o domingo&#8230;<br>\u2003\u2003Laila entrou no quarto me perguntando onde eu estava, pois ela n\u00e3o tinha me visto na festa na noite anterior tamb\u00e9m. Notei que ainda vestia sua fantasia de Rainha de Copas, e curiosamente parecia agir meio estranha, como se segurasse o riso ou algo do tipo, principalmente quando eu disse a ela que tinha ido \u00e0 gruta no dia anterior. N\u00f3s descemos as escadas, com ela dizendo que eu deveria voltar \u00e0 gruta naquele dia, mas eu n\u00e3o queria reviver nenhuma experi\u00eancia do dia anterior, mesmo que fosse pelo meu celular.<br>\u2003\u2003Quando chegamos na cozinha: <br>\u2003\u2003\u2014 %Mia%, voc\u00ea foi \u00e0 gruta, ontem? \u2014 perguntou vov\u00f3 me servindo um ch\u00e1, eu assenti com a cabe\u00e7a e ela continuou: \u2014 Ent\u00e3o, o que achou do passeio?<br>\u2003\u2003\u2014 N\u00e3o tenho palavras para definir \u2014 murmurei a mim mesma em voz alta enquanto partia um peda\u00e7o de bolo.<br>\u2003\u2003\u2014 Disso eu n\u00e3o tenho d\u00favidas \u2014 disse uma voz grave vindo da porta.<br>\u2003\u2003Automaticamente eu levantei a faca, quase que jogo o peda\u00e7o de bolo no ch\u00e3o. L\u00e1 estava o tal rapaz da caverna.<br>\u2003\u2003\u2014 Calma, eu n\u00e3o sou assombra\u00e7\u00e3o. Podemos conversar? \u2014 perguntou ele com seus olhos que no momento estavam normais, castanhos claros.<br>\u2003\u2003\u2014 O que \u00e9 voc\u00ea? \u2014 perguntei com dificuldade, minha aten\u00e7\u00e3o estava totalmente nele, sem perceber a rea\u00e7\u00e3o da vov\u00f3 e de Laila.<br>\u2003\u2003Elas come\u00e7aram a rir de imediato de mim. <br>\u2003\u2003Logo fiquei est\u00e1tica sem saber o que acontecia ali. <br>\u2003\u2003\u2014 N\u00e3o ligue para elas. \u2014 Ele segurou o riso tamb\u00e9m. \u2014 Pe\u00e7o desculpas pelo que fizemos com voc\u00ea.<br>\u2003\u2003\u2014 O qu\u00ea? \u2014 Agora \u00e9 que n\u00e3o entendia mesmo.<br>\u2003\u2003\u2014 Bem-vinda \u00e0 Universidade Federal de Ouro Preto, caloura! \u2014 disse Laila com empolga\u00e7\u00e3o jogando alguns pap\u00e9is picados em mim. \u2014 Voc\u00ea acabou de participar do trote dos calouros. E este \u00e9 o %Isaac%, meu irm\u00e3o mais velho.<br>\u2003\u2003\u2014 O qu\u00ea?! \u2014 Senti meu cora\u00e7\u00e3o acelerar, um misto de raiva e choque, minhas m\u00e3os tremeram um pouco, e lacrimejei de leve. \u2014 Eu levei um susto imenso.<br>\u2003\u2003\u2014 Eles garantiram que n\u00e3o iria se machucar \u2014 disse a vov\u00f3.<br>\u2003\u2003\u2014 At\u00e9 a senhora nesse esquema? Essa fam\u00edlia \u00e9 uma m\u00e1fia? \u2014 Agora a indigna\u00e7\u00e3o estava em mim. \u2014 Voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 mais minha amiga, Laila, n\u00e3o teve gra\u00e7a.<br>\u2003\u2003\u2014 Desculpa, amiga \u2014 ela veio at\u00e9 mim e me abra\u00e7ou \u2014, mas como sua veterana, tive que fazer isso.<br>\u2003\u2003\u2014 Meu cora\u00e7\u00e3o, eu quase surtei, passei a noite em claro. \u2014 Bati forte em seu ombro. \u2014 N\u00e3o se brinca com isso.<br>\u2003\u2003\u2014 Hum\u2026 Medrosa. <br>\u2003\u2003\u2014 N\u00e3o sou nada. \u2014 Cruzei os bra\u00e7os. \u2014 Mas eu realmente me machuquei, nunca ca\u00ed tanto em um dia s\u00f3.<br>\u2003\u2003Minhas reclama\u00e7\u00f5es foram reais e plaus\u00edveis, arrancando mais risos e gargalhadas deles.<br>\u2003\u2003Se esse foi o trote de recep\u00e7\u00e3o, n\u00e3o queria ver o que rolaria ao longo da minha estadia naquela cidade para cursar biomedicina. Apesar de tudo, Laila me apresentou formalmente o seu irm\u00e3o, inicialmente ele parecia ser um cara legal e divertido, mas por ora, manteria dist\u00e2ncia, estava mesmo ansiosa para o primeiro dia de aula.&nbsp;<\/p>\n<p align=\"right\">\u201cYou can call me monster.\u201d <br><strong>&#8211; Monster \/ EXO<\/strong><\/p>\n<p>\u2003\u2003<strong>Hist\u00f3ria:<\/strong> Em um piscar de olhos, todos devemos viver a nossa pr\u00f3pria hist\u00f3ria. &#8211; by: P\u00e2ms.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Festa dos calouros \u2003\u2003E quem diria que as ladeiras de Ouro Preto teriam algumas hist\u00f3rias para me contar e muitas pe\u00e7as para me pregar. &#8212; \u2003\u2003Eu n\u00e3o tinha prestado muita aten\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria, e devo ter dormido na metade\u2026 \u2003\u2003Ironia&#8230; \u2003\u2003Enfim chegou o domingo&#8230; \u2003\u2003Quando chegamos na cozinha: \u2003\u2003Elas come\u00e7aram a rir de imediato de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"parent":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":true,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"ngg_post_thumbnail":0},"historias":[1748],"class_list":["post-5099","capitular","type-capitular","status-publish","format-standard","hentry","historias-ouro-preto"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/capitular\/5099","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/capitular"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/capitular"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5099"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5099"}],"wp:term":[{"taxonomy":"historias","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacocriativo.net\/acervo\/wp-json\/wp\/v2\/historias?post=5099"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}