Sinais


Escrita porBetiza
Editada por Lelen


CAPÍTULO UM • Noite Quente na Estrada da Usina

Tempo estimado de leitura: 2 minutos

“De bicicleta, eu corria na estrada da usina, noite quente de um lugar qualquer. Longe das igrejas e das coisas protegidas, algo chama, eu quero me perder…”

  Suga pedalava sua bicicleta com determinação pela estrada deserta que contornava a antiga usina da cidade. A noite estava quente, com o calor do verão pairando no ar. O céu estrelado e a lua cheia iluminavam seu caminho, mas a escuridão ao redor da usina conferia um ar misterioso à paisagem.
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  Longe das igrejas e das coisas protegidas pela sociedade, Suga sentia um chamado indescritível, uma força magnética que o puxava para longe da rotina habitual. Seus pensamentos vagueavam, e a necessidade de se perder em algo mais profundo e significativo o impulsionava a continuar.
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  Enquanto as luzes das casas ficavam para trás, Suga mergulhava na solidão da estrada. O som dos grilos e o zumbido distante da usina abandonada ecoavam à medida que ele se aproximava. A estrada de paralelepípedos lembrava-o de tempos passados, de histórias antigas contadas por seus avós sobre os segredos guardados por trás daquelas paredes enferrujadas.
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  Ao chegar próximo à usina, Suga sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Um impulso inexplicável o fez desviar do caminho principal e adentrar um atalho coberto por árvores altas. A escuridão era densa, mas algo iluminava seu interior, guiando-o como uma luz vinda de dentro.
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  Entre sombras e murmúrios da noite, Suga parou sua bicicleta em um claro onde a lua lançava sua luz. Ali, em meio à natureza, ele sentiu algo além do tangível. Uma presença sutil, uma energia que o envolvia como um manto invisível.
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  "Algo chama, eu quero me perder...", sussurrou Suga consigo mesmo, tentando entender a conexão que sentia com aquele lugar. Naquele momento, um murmúrio suave parecia flutuar no ar, uma voz distante que não era ouvida pelos ouvidos, mas captada pelo coração.
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  Desprovido das amarras da sociedade e das expectativas cotidianas, Suga respirou fundo, permitindo-se mergulhar naquela experiência única. A noite quente na estrada da usina marcaria o início de uma jornada além do comum, onde a busca pelo desconhecido o levaria a encontrar algo dentro de si mesmo que jamais imaginara existir.
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