A Modern Myth


Escrita porLysse
Revisada/Editada por Natashia Kitamura


I • Você estava segura e quente no seu casaco de braços... Com os dedos em um punho?

Tempo estimado de leitura: 25 minutos

“Os meus demônios São a sombra Que me protege Dos raios ardentes Ao amanhecer”. — Evy.

[UNIVERSO PARALELO DE CREPÚSCULO]

%Benjamin%.

  “Por favor, fique”.
  Aquelas palavras quase mataram o restante de sua humanidade, %Benjamin% apenas encarou a garota humana que amava, assim como antes, ele sabia que era um demônio que não poderia viver ao lado dela até terem cabelos em tons de cinza, %Benjamin% Swan renegou os desejos pelo sangue.
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  Houveram alguns anos em que ele não ligava para as bolsas de sangue que consumia, mas após tanto tempo, ele queria um pouco de paz quase duas décadas depois de seu renascimento entre os vampiros.
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  %Ângela% Weber seria a sua ruína.
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  Apenas percebeu quando encarou o prontuário médico, ao mesmo tempo em que sentiu toda aquele impulso pelo sangue dela, ao mesmo tempo em que decidiu tomar a decisão mais sensata da sua vida.
  %Benjamin% Swan fugiu, não apenas uma, mas duas vezes da mulher que levaria anos de disciplina para o ralo com o cheiro delicioso dela.
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  A primeira, ele deixou sua família após perceber o poder do sangue de humano sobre sua força de vontade, e a segunda vez, era para própria segurança de %Ângela% e de sua família.
  Pro Diabo com tudo, enquanto pensou na infeliz ideia que daria certo entre, uma humana e um vampiro, enquanto pensava que seu primeiro foi ter pensando que funcionaria.
  Ele lembrava de %Ângela% como alguém frágil demais para seus dedos frios, o quente de sua pele contra a sua era eletrizante.
  Da garota que deixou para trás em Forks, antes que a matasse, %Benjamin% sentia a queimação em sua garganta de apazigua após mais um animal ser consumido.
  E tentando não cair em tentação e correr para os braços de sua amada humana, ela era frágil demais para viver cercada de vampiros.
  %Benjamin% nunca ousou ser um monstro desde seu renascimento como um sugador de vidas como eram chamados os vampiros, mas pela primeira vez em anos, ele pensou em sugar até a última gota de sangue da garota inocente.
  E quase levou a ruína a família que tinha, e ao qual, ele não se perdoaria se levasse aquelas pessoas que o acolheram para o fundo do poço consigo.
  Talvez, ele devesse tê-la matado, enquanto a mera menção de viver num mundo em que %Ângela% Weber não estivesse parecia insensata demais até mesmo para ele que não conseguiria viver talvez com sem ela naquele mundo.
  Enquanto ela vivesse, ele viveria sua vida imortal até o dia em %Ângela% Weber estivesse viva.
  Ele pensou em volta, mas se conteve nos últimos dois meses, %Ângela% não merecia aquele fim.
  — Hmm.
  A voz masculina, ao mesmo tempo em que Cassius encarou ele, a expressão compassível com sua situação de fugir do sangue que cantava, ao mesmo tempo em que o então irmão de criação e o homem que impediu dele matar metade de uma cidade no passado o encarou com uma expressão curiosa.
  — Você está bem?
  %Benjamin% queria acredita que um dia a ferida que ele mesmo causou se curaria com o tempo.
  — Vou viver.
  — Vamos volta?
  Apenas encarou o céu limpo de Juneau com um suspiro.
  — Sim. Vamos.
  %Benjamin% achava difícil viver entre os humanos, porém, com certo tempo, ele aprendeu a controlar seus impulsos por sangue, enquanto correu entre a mata, o cheiro leve de flores silvestres espalhados pelo local onde os flocos de gelo se formavam.
  Talvez o fato da criação dos Swan, ser um pouco peculiar, como fato de abstinência ao sangue humano, %Benjamin% pulou entre as árvores até casa escondida na floresta, o cheiro de vampiros afastava os animais mais sábios de se aproximarem dali, tais como eles eram os predadores mais perigosos do planeta vivendo pacificamente.
  Talvez ele sentisse falta do sol, enquanto o tempo bom de Juneau os manteria longe de olhares humanos, enquanto aquele leve brilho como se milhares de diamantes estivessem grudados em sua pele.
  Um dos lembretes de que ele não mais humano.
  %Benjamin% desejou ser humano de novo por causa de %Ângela%, talvez fosse uma daquelas crises existências, uma das poucas vezes que queria volta atrás em sua decisão de viver para sempre.
  Seguiu para seu quarto, enquanto ouvia o som do violino e do piano, Bree e Elizabeth em uma harmonia que %Benjamin% detestaria destruir, ao mesmo tempo em que pensava nas palavras de Elizabeth quando o transformou 20 anos atrás: “isso vai se doloroso, você deseja isso?”.
  Aquele pensamento quando estava morrendo, então mulher lhe deu a escolha de viver para sempre.
  Parecia sensato queimar sua alma para viver, e se ele tivesse morrido naquele ano, %Benjamin% não teria conhecido %Ângela% se seguisse o fluxo de sua vida humana, enquanto apenas mexeu no pincel enquanto o quadro ganhava vida através de seus dedos, ao mesmo tempo em que fazia todo o sentido ele transformar ela.
  Mas, %Ângela% não seria condenada a danação eterna.
  — Temos visitas.
  A voz era normal, mas o som chegou perfeitamente em seus ouvidos, enquanto apenas desceu as escadas, ao mesmo tempo em que Diego saiu de seu quarto assim como todos que encararam Fred.
  — Garrett acabou de ligar.
  — Hmm. Só o Garrett. Por que essa agitação toda?
  — Ele disse que é urgente. Aparentemente, nós devemos ajudar ele.
  A voz era infeliz, Fred odiava socialização desnecessária, enquanto %Benjamin% apenas lavou os dedos, ao mesmo tempo em que pensava na falta de entusiasmo de sua família em ver Garrett.
  Enquanto apenas se sentou ao lado de Isabella, o cheiro cítrico escapando de suas roupas, enquanto a leve batida na porta.
  — Ele está sendo civilizado.
  Murmurou Cassius em uma risada suave, enquanto a figura de cabelos cor de areia abriu a porta para o homem com cabelos castanhos, %Benjamin% sempre pensou que Garrett tinha ares rebeldes, enquanto apareceu em seu traje antigo, ao mesmo tempo em que girou Elizabeth em seu braços como se ela fosse uma bonequinha de porcelana.
  Talvez, no passado, Garrett tenha pensado nela como uma possível companheira.
  — Você está linda como sempre.
  — Não se leve por elogios desnecessários – murmurou Fred em tom seco, ao mesmo tempo em que Garrett gargalhou com o tom de seu então filho – Não se engane com ele.
  – Não diz nem oi para seu pai, seu patife.
  Garrett era o pai adotivo e criador de Fred, %Benjamin% sempre pensou naquela relação familiar do dois desde que Fred abandonou a vida nômade para viver em paz com sua família depois de pouco mais de 2 anos vivendo com Garrett desde seu nascimento, enquanto o então criador seguiu como um vampiro tradicional caçando entre as cidades, e as vezes, ele vinha visitá-los.
  Porém, após alguns anos, ele acabou fazendo parte de sua família, e algumas vezes, viajava para visitar alguns vampiros.
  — O que houve para a sua visita surpresa?
  — As vezes, eu tenho quase certeza que me odeia, seu pirralho. Eu senti sua falta, e talvez eu fique mais um pouco.
  Fred apenas revirou os olhos com as atitudes desnecessárias do homem que o criou, enquanto apenas grunhiu, os cabelos loiros caindo por seus olhos dourados tensos.
  — Eu preciso que vocês venham comigo.
  — Por quê?
  — Eu preciso da ajuda de vocês.
  — Ajuda em quê?
  Garrett não respondeu, enquanto tocou no ombro do filho adotivo que pareceu se irrita.
  — Por mim, Frederick.
  A repulsão foi sentida, ao mesmo tempo em que o grunhido escapou dos seus lábios, como se fosse um lembrete de um passado remoto, Garrett apenas abriu um sorriso zombeteiro para o filho.
  — Viu? Ele não me trata como pai dele.
  — Às vezes, você é insuportável, pai – murmurou Diego descendo as escadas, seguido de Bree – E, Fred está certo. Isso deixar qualquer pessoa desconfortável. Afinal, está pedindo favores, então, por quê? Seria bom responder.
  — Inacreditável.
  Murmurou Garrett, enquanto o cheiro leve de whiskey preenchia o ambiente, mas %Benjamin% reconheceu o cheiro leve de flores silvestres.
  Era uma ilusão pensou para si mesmo.
  — Então, o que você deseja?
  — Isso é uma péssima ideia.
  Murmurou Fred pela décima vez, enquanto a risada baixa de Diego para ele, de sua vida humana, Frederick trouxe sua falta de habilidades sociais.
  — Podemos não reclamar, Fred?
  Comentou Bree, enquanto %Benjamin% riu, e ouviu um rosnado vindo de Fred.
  — É uma visita rápida, Fred.
  Murmurou Cassius apaziguando as emoções primitivas de Fred.
  — Isso é estúpido. Eu não gosto da ideia de ir.
  — Você é chato.
  Reclamou Diego, enquanto Isabella soou uma risada baixa ao perceber que eles eram completos opostos um do outro, enquanto ouvia os resmungos baixos dele que vinha não muito distante deles.
  E então sentiu, o cheiro leve de vampiro, enquanto acelerou quando perceberam a grande casa dos Denali, ao mesmo tempo em que pararam.
  O leve som de passos, enquanto %Benjamin% reconhecia aquele cheiro de flores selvagens, a mulher de cabelos escuros encarava ele com ansiedade, os lábios ainda tão belos quanto antes, %Benjamin% tinha certeza que perderia o controle naquele segundo quando a voz soou em comando.
  “segure-o”, o rosnado, %Ângela% Weber realmente desejava morrer enquanto os braços de aço de Cassius o seguraram para longe da mulher que um dia pensou em matar, amar e desposar, ao mesmo tempo em que Elizabeth apenas ficou a frente dela analisando o rosto perfeito, a cor das bochechas perdidas na transformação.
  %Ângela% se tornou uma vampira.
  Rosnou, ao pensar em alguém maculado a garota, todo o seu esforço em manter %Ângela% segura pareceu em vão, enquanto o mero pensamento de acabar machucando quem fez isso só aumentava a sua raiva.
  “Você vai se odiar”, murmurou Elizabeth em sua mente, enquanto rosnou quando tentava manter sua parte racional, “pare, %Benjamin%”, enquanto as mãos em posição para quebrar suas pernas se necessário.
  %Benjamin% Swan era o mais incontrolável dos irmãos, mesmo com seus quase 20 anos como Vampiro, Elizabeth diria que uma das maiores qualidades dele era ser convicto em suas próprias palavras e que suas chamas eram sua então melhor arma.
  Ele manipulava o fogo, havia vezes que perdia o controle como naquele momento que ele poderia queimar tudo ao redor.
  “Esta doendo, Elizabeth”, %Benjamin% Swan se sentiu incapaz de pensar racionalmente, os lábios comprimidos em uma linha fina e irritável.
  “Garrett”, os dois pensaram ao mesmo tempo enquanto o vampiro era derrubado no chão com um movimento, enquanto os braços de ferro de Cassius o seguravam com firmeza.
  — Ei, ei, eu sei, eu sei... – ele disse, enquanto era jogado contra a árvore com apenas um movimento de mão – Me desculpe, Elizabeth.
  — Me dê um bom motivo para eu não arrancar a sua cabeça agora, pai?
  Fred apenas encarou os Denali, %Benjamin% se afastou, enquanto queria quebrar algo, apenas sentiu como se raiva que sentiu evaporasse de seus dedos.
  “PARE”, a figura loira encarou ele, enquanto %Benjamin% sentiu os braços de Isabella e Cassius o segurando firmemente, enquanto percebeu que Elizabeth bloqueou a pessoa que tentou acabar com suas emoções.
  — O que houve?
  Sua voz em um sussurro tão baixo, e insignificância de sua própria existência, enquanto %Ângela% pareceu perceber a raiva na superfície, a fúria em cada parte de si, como um filhote.
  Ele era um bebê como Elizabeth chamava entre as vezes que tentou controlar sua própria raiva.
  — Eu sofri um acidente.
  Murmurou ela, incerta.
  — Elizabeth.
  %Benjamin% encarou a mulher, enquanto a mesma pareceu franzi o cenho, os lábios em uma linha dura como se tentasse compreender algo.
  — Eu ia sugerir para não mentir – murmurou Isabella, analisando a expressão da vampira – %Benjamin%.
  Naquele segundo, se ele pudesse chorar, seriam lágrimas de sangue pelo pecado de cobiça aquela humana.
  “eu quero ficar sozinho”, suplicou em sua mente enquanto apenas sentiu os braços afrouxarem quando Cassius sentiu sua necessidade de fuga.
  Ele apenas correu.

X

%Ângela%.

  %Benjamin% era mais bonito que as suas lembranças, o rosto modificado pela raiva, enquanto desapareceu no ar, como em suas lembranças no passado.
  Ao mesmo tempo em que pensou em seguir o leve cheiro de café, tinha quase duas semanas como recém-criada, e ao qual era mais rápida de qualquer vampiro ali, porém, não se mexeu.
  Sua vontade não era o suficiente.
  — Por favor.
  Elizabeth apenas abriu um sorriso insincero, os olhos dourados fixos em %Ângela%, no passado, a garota odiou aquela mulher de cabelos acaju, rosto e proporções perfeitas, e acreditou piamente que ela amava %Benjamin%.
  O rosnado escapou dos lábios dos expectadores.
  — Se quiser que ela se machuque, então eu irei deixá-la ir.
  Murmurou Elizabeth em advertência.
  — Ouçam ela, Elizabeth não está fazendo pro mal de ninguém.
  Naquele segundo, ela estava com raiva, mas refreou tais ações quando a risada baixa soou, ela encarou o homem de pele em tons de oliva que sorriu para a garota minúscula ao seu lado de mãos dadas.
  — Meu Deus, ele ficou furioso.
  — Mas ainda está perdendo a aposta, eu disse que ele ia ter outro surto... – comentou Bree, os lábios em uma risada suave – Será que vai ficar tudo bem? Mas, quem não ficaria, Diego? Ele lutou tanto contra a gente em não transformar ela, e vejam só, ela virou uma vampira mesmo assim?
  — Bree.
  Advertiu Isabella, enquanto a mesma suspirou.
  — Desculpe.
  Diego e Bree Swan eram tão lindos quanto suas lembranças ao mesmo tempo em que o casal sorriu para ela, mas %Ângela% estava furiosa, enquanto encarou Elizabeth seriamente.
  — Me solte.
  — Ela ainda é um bebê – comentou o homem encarando ela, os olhos cheios de uma curiosidade inata por ela, ao mesmo tempo em que se aproximou de Elizabeth tocando em seus ombros – Vejam só, ela está tentando quebrar as pernas.
  Foi quando percebeu que eram suas pernas presas ao chão, %Ângela% franziu o cenho, enquanto a risada suave da mulher que odiava soou ao mesmo tempo em que encarou quem ela imaginou ser Fred com seus olhos analisando a tudo e todos ali.
  — %Benjamin% é teimoso, deixe-o quebrar algumas árvores antes de ir atrás dele, querida %Ang% – murmurou Cassius, tocando no ombro da irmã – Além disso, você não vai conseguir sair daqui mesmo que quisesse, e nem mesmo alguém pode te ajuda agora.
  A lembrança dela sobre Cassius, Elizabeth e Isabella era ruim, enquanto os três eram como anjos, os olhos tão dourados quanto o ouro límpido estavam fixos nela com curiosidade mórbida.
  — Me solta.
  — Não. Ele pediu para manter você aqui.
  Murmurou Elizabeth pela segunda vez, sua cabeça se virou para encarar Garrett que abriu um sorriso para ela, %Ângela% suplicou a Garret que a ajudasse com os Swan, após a sua transformação, ela tinha que rever %Benjamin%, ao mesmo tempo em que uma dúvida surgiu em sua mente
  — Vocês são difíceis de achar – comentou ela, tentando distrair os vampiros – Nem mesmo Alice conseguiu vê-los.
  — Culpada – murmurou Bree, em uma risada angelical – Como eu poderia permitir que terceiros achem nossa família e perturbasse a nossa paz? Vamos entrar, %Benjamin% deve demorar algum tempo.
  %Ângela% se sentiu livre e prestes a ir atrás dele, quando o par de mãos virou ela, como uma boneca, e o sorriso dócil e perigoso pintava tais lábios de Adônis.
  — Nem pense nisso. %Benjamin% não é como nós, ele ainda é um bebê também. Entre. Por favor, %Ângela%.
  — Ele me odeia...?
  Cassius sorriu de maneira compassível, enquanto Elizabeth apenas observou a casa, os olhos curiosos, o cheiro leve de grama verde e floresta, %Ângela% queria rosnar para ela quando a mesma se virou para a vampira com uma sobrancelha arqueada.
  — Ela é bem controlada.
  Comentou, em um sorriso de lado, enquanto Garrett se aproximou dela, tocando em seus cabelos.
  — Surpreendente. Não acha? Ela me lembra você quando foi transformada, mas menos.... Refinada – %Ângela% franziu o cenho, enquanto Elizabeth riu do elogio mal disfarçado – Ele está furioso?
  — Ele tinha um plano, isso incluía %Ângela% ser humana até a morte, e ele viver na sombras até o dia em que o coração dela parasse de bater... – murmurou a mulher, sua voz tão suave quanto uma pluma – E, ele iria seguir ela depois disso, ou voltaria para ela, mas %Benjamin% é um homem de convicções perturbadoras e um gênio incontrolável. Eu achei que ele perderia a sanidade, e quem diria que o amor dele por ela o manteria sã?
  — Ele ia...?
  %Ângela% sentiu sua voz morrer, os lábios em uma linha reta ao pensar em %Benjamin% não ser mais parte do mundo, enquanto Elizabeth apenas deu de ombros.
  — Quem sabe? Ele iria morrer por você se necessário, e será que isso vale a pena?
  Então, ela rosnou, %Ângela% sentia antipatia por aquela mulher, mas Elizabeth manteve uma expressão tão neutra e um sorriso acolhedor que quebrava qualquer barreira dela como ímã.
  — Me deixe ir atrás dele.
  — Você deve ter sido mimada pelo Garrett, a resposta é não.
  Rosnou mais uma vez.
  — %Ângela% – murmurou Isabella, enquanto percebeu o rosto dela fixo em Elizabeth que encarava a face tão pálida quanto a sua – %Benjamin% a ama, mas ele é um homem convicto de suas ações. Por isso, ele está furioso, e ir atrás dele... Não é uma boa ideia.
  — Por que não?
  — Porque eu posso acabar queimando você – o cheiro de fogo queimava sua língua, enquanto os olhos dourados fixos em si, ao mesmo tempo em que encarou os irmãos, as mãos sujas, o cheiro de cinzas, ao mesmo tempo em que ele apenas parou ao lado de Elizabeth sem encarar %Ângela%, os olhos dourados parecendo espera algo dela – Eu posso conversar com ela?
  Pediu, os olhos intensos de dourados fixos em si.
  — Claro – murmurou Cassius, em uma risada – Boa sorte, %Ben%. Vamos brincar, pessoal?
  Os Swan se moveram, enquanto Garret analisava a situação assim como os dois vampiros do clã de Tanya pareciam paralisados com aquela dinâmica estranha.
  — Elizabeth.
  — Eu irei matar ele, não se preocupe... – murmurou a mulher em tom suave, e os lábios em uma linha rígida, e uma risada suave – Satisfeito?
  — Obrigado.
  Elizabeth parou, enquanto suspirou, e encarou Garrett seriamente, ao mesmo tempo em que o sussurro escapou dos seus lábios.
  — Podemos conversar lá fora?
  Enquanto %Benjamin% encarou ela, a análise minuciosa dos rosto que a pouco menos de 10 minutos estava furioso consigo.
  — Você me odeia.
  — Eu posso ser muitas coisas, mas não a odeio, eu a amo. E, me desculpe pela reação exagerada, mas... Eu sou assim.
  — Por que foi embora?
  — Para proteger você. Quem fez isso?
  — Carlisle – murmurou sem pensar – Eu estava morrendo, ele...
  — Hmm. Sua família?
  — Eu... Não posso volta. Você odiou tanto?
  %Benjamin% tocou em sua face, enquanto um suspiro resignado escapou dos seus lábios, ao mesmo tempo em que riu.
  — Eu amo você, %Ângela%. Eu desejo você, mas... Eu não queria que entrasse nesse mundo, não precisava ser um monstro, %Ang%.
  — Por causa de Elizabeth?
  Ele riu, enquanto o mesmo tocou em sua face ao sentir as emoções negativas pela então vampira, o roçar dos lábios um no outro.
  — Elizabeth contou seus pensamentos ciumentos, chérie – ele suspirou, o hálito próximo de seu pescoço – Sinceramente, ela é a minha criadora, a pessoa que me salvou, a minha irmã, além disso, ela me impediu de queimar a casa dos Denali porque isso aborreceria você, ela me acalmou todo o caminho até eu esquecer a raiva.
  — E quem ela vai matar?
  — O homem que ousou machucar você e a deixou na estrada, %Ângela%, acha mesmo que eu permitirei que tal animal vive neste mundo depois de tudo que ele fez? Elizabeth tem o melhor controle da família, ela pode matar ele, sem uma gota de sangue sendo derramada, e condenado ele a uma vida miserável.
  — C-como? Como soube?
  O sorriso brilhante, enquanto %Ângela% percebeu os dedos sobre a sua face.
  — Não se preocupe com detalhes, chérie. Você quer ir para casa comigo?
  Enquanto, %Ângela% Weber apenas estava finalmente em casa nos braços de %Benjamin%.

Epílogo.

  Carlisle Cullen encarou o convite, %Ângela% havia finalmente achado a sua família, enquanto o enlace matrimonial ocorreriam em algumas semanas.
  %Ângela% Chistian Weber & %Benjamin% Elliot Swan convidam para o seu enlace matrimonial.
  — Um casamento!
  A voz de Alice soou animada, enquanto desceu as escadas pegando o convite.
  Porém, o destino tinha outros planos para os Cullen.

Fim¹.


  Notas da autora:
  ¹Se minha criatividade permitir vai ter mais uma fanfic de outro casal.
  A autora gosta de pegar alguns mundos aleatórios, e eu espero que gostem!
  With love,
  Lysse.

I
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