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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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The Beast


Escrita porPams
Revisada por Maria Carolina

3 • Aceitação

Tempo estimado de leitura: 20 minutos

Verão de 2016
Berlim, Alemanha

  O inverno nunca havia passado tão rápido na vida de %Aaron%, até que uma certa jovem atravessou seu caminho e despertou um lado adormecido de seu coração, e até os perfumes da primavera colaboraram para que seus sentimentos continuassem a se voltar para ela. Agora, todos os seus pensamentos se resumiam à babá de sua filha. E não era mais a dívida do pai que a mantinha naquela casa, mas a vontade de um homem apaixonado que lutava contra seus sentimentos ao mesmo tempo que desejava se declarar.
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  Mas será que após todas as singelas demonstrações de crueldade e frieza, seria o impedimento para chegar ao coração dela?
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  Manhã de domingo, %Alice% estava caminhando pelo jardim. Nina tomava seu café tranquilamente no pergolado adiante, acompanhada de seu pai. Assim que a babá se aproximou deles, a criança a olhou curiosa.
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  — Não vai mesmo tomar café com a gente? — Perguntou Nina.
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  — Não, estou sem fome. Mas vejo que você acordou faminta — comentou ela, sorrindo de leve.
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  — Sim — assentiu a criança, mostrando a taça de salada de frutas já nas últimas colheradas.
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  — Está tudo bem? — Perguntou %Aaron%, num tom mais sério.
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  — Sim — assentiu.
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  O olhar do homem ficou mais sério ao perceber que o rosto da babá estava pálido. %Alice% sentiu-se estranha de repente e seu corpo ficou um pouco trêmulo. Tenebrae se levantou da cadeira e amparou a jovem assim que percebeu suas pernas falhando e a mesma se apoiando na estrutura do pergolado.
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  — %Alice%, você está bem? — Perguntou ele, mais preocupado.
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  — Sim, não deve ser nada demais — sussurrou ela, sentindo sua respiração ficar um pouco pesada e cansada.
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  Assim que as pernas de %Alice% falharam novamente, %Aaron% a pegou no colo com firmeza e gritou para que o motorista retirasse o carro. Em seguida, deu ordens expressas para Carmen cuidar de Nina, e se aproximou do veículo. Assim, colocou a babá no banco do carona, quase desacordada, e ajeitou o cinto de segurança nela. Entrou do outro lado e deu a partida em direção ao Berlim Sollary Hospital.
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  Chegando ao lugar, Tenebrae, sendo reconhecido por todos, logo foi atendido pela residente chefe que encaminhou %Alice% para o quarto de atendimento vip para família da Continuum.
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  — Quais os sintomas? — Perguntou Victor Sollary ao entrar no quarto e se aproximar para fazer o atendimento mais avaliativo.
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  — Ela ficou pálida de repente e teve um mal estar, desmaiou no caminho — respondeu %Aaron%, com o olhar temeroso.
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  — Vejamos — Victor pegou sua lanterninha e avaliou as pupilas dela, depois checou o pulso e leu o prontuário inicial. — Daisy, vamos fazer alguns exames para uma avaliação completa.
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  — O que ela tem? — Perguntou %Aaron%, controlando seu nervosismo interno.
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  — Eu estou bem — disse %Alice%, em sussurro, sentindo mais cansaço ainda.
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  — Senhorita? — O médico se voltou para o Tenebrae. — A paciente tem um nome?
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  — %Alice% Ortiz — disse %Aaron%. — Você poderia me responder?
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  — Peço que se acalme, Tenebrae. Neste hospital quem manda sou eu, e quando eu tiver um diagnóstico completo e preciso, lhe direi — Victor manteve o tom cordial, mas soando autoridade, e olhou para a jovem acamada. — Senhorita Ortiz, possui algum problema de saúde?
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  — Mais ou menos — respondeu ela. — Eu estou bem.
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  — Pare de dizer que está bem e responda o médico corretamente — Tenebrae se mostrou impaciente. — O pai dela uma vez disse que ela teve uma doença.
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  %Aaron% se lembrou vagamente do dia em que a conheceu, da explicação que Petruz Ortiz lhe deu pelo roubo.
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  — Que doença a senhorita teve? — Victor olhou novamente para ela.
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  %Alice% respondeu ao doutor, porém sua voz não saiu. Como um bom leitor labial, Victor conseguiu entender muito bem o que disse. O médico pediu para que a residente continuasse com os procedimentos para a bateria de exames e se retirou do quarto, sendo acompanhado por Tenebrae.
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  — Então? — Perguntou impaciente o homem.
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  — A senhorita Ortiz tem uma rara doença que, se não tratada adequadamente, causa anemia por doença crônica — explicou Victor. — Vamos primeiro tratar o quadro da anemia, enquanto descubro mais sobre a doença dela e como estava sendo o tratamento.
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  — Posso ajudar em algo além de pagar a conta do hospital? — Ele tentou ponderar o teor irônico de sua voz.
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  — Me ajudaria trazendo alguém da família que possa me dar melhores informações — disse Sollary, se afastando dele e seguindo pelo corredor.
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  Se esse era o pedido dele, %Aaron% não pouparia esforços para atender. Bastou apenas uma ligação, ordenando que seus homens buscassem o pai de sua funcionária. Algumas horas se passaram, com Tenebrae sentado em uma cadeira observando %Alice% dormindo após sua bateria de exames, com sua respiração já restabelecida e recebendo soro intravenoso por onde também administraram os devidos medicamentos.
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  — Papai — a voz de Nina soou da porta.
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  Automaticamente o olhar dele se voltou para a sua direção. A pequena estava acompanhada de Carmen.
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  — O que fazem aqui? — Perguntou ele, voltando o olhar para a governanta.
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  — Perdoe-me, senhor, mas a pequena estava inquieta e não parava de perguntar pela senhorita Ortiz — explicou a mulher.
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  — Está tudo bem — ele sorriu para a filha. — Venha querida.
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  — Ela está dormindo? — Perguntou a criança, se aproximando dele.
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  — Sim — %Aaron% a pegou, sentando-a em seu colo.
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  — Vou aguardar lá fora, senhor — disse Carmen.
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  — Obrigado — assentiu ele.
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  A pequena Nina esticou sua mão e tocou na mão de %Alice%. Em instantes a babá abriu os olhos. Ao vê-la, um sorriso se fez em sua face.
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  — Querida — disse %Alice%, mantendo o tom baixo. — O que faz aqui?
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  — Queria ver você — respondeu ela com timidez, mas o olhar feliz.
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  %Alice% voltou seu olhar para %Aaron%, que a observava com serenidade. Um silêncio pairou entre eles, até que Nina se remexeu no colo do pai.
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  — Você vai voltar pra casa com a gente? — Perguntou a criança.
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  %Alice% manteve o olhar em Tenebrae, pois ele era o único que poderia responder àquela pergunta.
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  — Claro que ela vai — respondeu ele, mantendo o olhar intenso na jovem.
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  Alguns minutos depois, a atenção deles se voltou para os dois toques que deram do outro lado da porta. Logo uma residente entrou para medir a pressão de %Alice% e checar seus sinais vitais. O pai e a irmã de %Alice% entraram acompanhando-a, o que deixou a jovem surpresa. Não se conteve em olhar novamente para Tenebrae, que manteve um sorriso discreto no rosto.
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  — Senhor Tenebrae — o pai dela se encolheu um pouco, ainda tinha pesadelos com aquele dia.
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  — %Ally% — Margareth não se importou com a presença do homem e correu para perto da irmã, chamando-a pelo apelido. — Estava morrendo de saudade.
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  — Eu também, pimentinha — disse, mantendo um sorriso leve na face ao apelidar a irmã. — Espero que não esteja aprontando muito.
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  — Não, eu juro que tenho me comportado, e serei uma boa aluna na escola nova — garantiu ela.
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  — Escola nova? — %Alice% ficou intrigada.
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  — Sim, nós mudamos de casa e o senhor Tenebrae me colocou em uma escola particular — contou sua irmã, como se fosse a notícia mais simples e natural do mundo.
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  %Aaron% desviou seu olhar para a residente. Não sabia como reagir a espontaneidade de Margareth.
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  — Vou deixá-los à sós — disse ele, com a filha no colo, ao seguir para a porta.
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  Tudo ficou silencioso novamente até que a residente se retirou do quarto. Então %Alice% voltou seu olhar para o pai, séria e inexpressiva.
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  — Poderia me contar a história toda? — Pediu ela.
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  — Não há o que contar, querida. Nós pensamos que já soubesse — respondeu ele, e continuou: — Dois dias depois que você foi levada, um advogado da empresa veio nos visitar e nos levou para um apartamento em Wedding. No final, me deram meu emprego de volta como zelador.
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  — Se estamos devendo ele, por que fez isso? — Perguntou a jovem, confusa.
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  Ela já não sabia mais o que pensar sobre Tenebrae. Ao mesmo tempo que o via como uma homem sem coração, gestos como aquele pareciam mais do que contraditórios. Dentro dela havia um misto de medo e curiosidade que a faziam sentir-se atraída pelo homem, o que a deixava ainda mais desnorteada e, em partes, culpada, pois ele havia sido o homem que quase matou o seu pai.
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  %Alice% ficou mais alguns dias no hospital até que finalmente recebeu alta. Seu retorno para a casa do Tenebrae seria feito pela escolta do mesmo. Após o doutor Victor assinar a papelada de liberação, ambos seguiram para o estacionamento privativo do hospital. %Aaron% se sentiu incomodado ao percorrer o caminho, como se estivesse sendo observado e seguido. Assim que chegaram próximo ao carro dele, ela parou e olhou para a sacola de remédios em sua mão.
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  — Algum problema? — Perguntou ele.
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  — Não, só estava conferindo se está tudo aqui — assegurou ela.
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  Em um piscar de olhos, ele avistou o vulto de uma pessoa. Logo um homem apareceu em seu campo de visão com uma arma apontada para ele. O barulho de um tiro soou e a fração de tempo que %Aaron% tinha o fez segurar %Alice% pela cintura e girar seus corpos para que a bala atingisse suas costas e não ela.
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  — Senhor Tenebrae — sussurrou ela, ao sentir o impacto do corpo dele sobre o dela.
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  Tenebrae sentiu um frio passar por seu corpo e segurou a dor que sentiu pelo projétil que se alojou em seu ombro. Ele rapidamente retirou a arma que estava presa em seu cinto nas costas e, se afastando um pouco, olhou-a nos olhos.
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  — Olhe somente para mim, tudo bem? — Pediu ele, tendo o balançar da cabeça dela em confirmação.
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  %Aaron% girou de leve seus corpos, mantendo-a segura junto dele e, erguendo a mão, voltou o olhar para o lado e atirou no homem que seguia na direção deles. Foram poucos os segundos do ocorrido, mas que deixaram %Alice% em desespero interno.
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  — Fique aqui — Tenebrae soltou-a e seguiu em direção ao homem.
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  Sua mira era excelente e havia acertado com precisão. Olhando mais de perto, reconheceu aquele rosto como sendo de um dos sliters do seu irmão gêmeo, Andrei Tenebrae.
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  — Senhor Tenebrae! — %Alice% gritou, chamando a atenção dele para outro homem que se aproximava, também armado.
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  %Aaron% mirou no homem, iniciando uma troca de tiros. Ele correu para perto de %Alice% e a puxou para trás do carro, mantendo sua segurança. Mais trocas de tiros ocorreram quando os seguranças do hospital apareceram. Ao final, acompanhando o primeiro, havia mais quatro homens que também foram exumados.
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  — Está tudo bem agora — disse ele ao abraçar %Alice%, sentindo seu medo. — Não deixarei que ninguém a machuque.
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  Ela encostou de leve a mão no tórax dele e sentiu o sangue em sua camisa. Só então %Aaron% se lembrou que havia sido atingido. Ele foi socorrido rapidamente pelos funcionários do hospital. Ignorando as recomendações de internação do doutor Sollary, que também se manteve irritado por tal atentado em seu hospital, Tenebrae finalmente seguiu de carro para casa.
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  Os dias se passaram após a recuperação do susto pelo atentado. A notícia havia se espalhado por toda a sociedade Continuum, chamando a atenção da família mais interessada no assunto.
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  — Meu irmão tentou me matar, Sebastian. Acredite, não sou seu inimigo. Minha ambição nunca foi a Continuum. Possuo ligações com as famílias, mas tenho meus próprios negócios, sou reconhecido e respeitado na Alemanha inteira não somente como o melhor em Direito, mas o maior consigliere que existe aqui — suas palavras saiam com sinceridade ao falar ao telefone com o chefe da família Dominos. — Acha mesmo que vou perder meu tempo lutando por uma herança que nem é minha? Tenho o sobrenome Tenebrae por consideração de Godric, mas não tenho o sangue deles, nem Andrei.
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  — Vou confiar em suas palavras, %Aaron%, e saiba que terá meu total apoio se ficar ao meu lado contra Lionel — disse Sebastian do outro lado da linha. — Lamento que tenha sofrido isso do seu próprio irmão.
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  — O poder subiu à cabeça de Andrei. Lionel o fez muitas promessas depois que assumiu o controle da nossa família, o que me manteve afastado aqui em Berlim — revelou ele. — Acabei atrapalhando alguns de seus planos, certamente foi o motivo dele ter mandado esse recado.
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  — Quanto a sua segurança e a de sua filha, se precisar de algumas ligações minhas... — ofereceu Dominos.
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  — Não se preocupe, eu mesmo tenho meus contatos. Meu irmão não terá mais nenhuma outra oportunidade como essa — garantiu ele, com confiança.
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  — Bem, nos vemos em duas semanas, então, para selar nossa aliança — disse o homem.
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  — Estarei no aguardo — %Aaron% assentiu e encerrou a ligação.
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  Ele guardou o celular no bolso e voltou sua atenção para o vaso em sua frente. Somente seu hobby de jardinagem para deixá-lo mais tranquilo e relaxado, além do silêncio em que o jardim lateral lhe proporcionava. Continuou por um bom tempo ali.
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  — Pergunte logo — %Aaron% ergueu seu olhar para frente, ao parar de adubar o vaso na bancada diante dele.
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  %Alice% permaneceu por um breve momento em silêncio, parada na porta. Sua intenção não era exatamente chamar a atenção dele, mas apenas observá-lo de longe. Até o momento, ela não havia tocado no assunto do apartamento e emprego do pai, mas permanecia inquieta internamente com todos os seus questionamentos.
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  — O que quer que eu pergunte? — Retrucou ela, adentrando o lugar.
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  — A pergunta que lhe vem à mente sempre que me olha — ele deixou a colher de jardinagem na bancada e se aproximou dela.
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  — Senhor Tenebrae… — Ela abaixou o olhar.
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  Em partes tinha a coragem e em partes não.
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  — Pergunte — insistiu ele.
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  — Por que fez isso? — Finalmente as palavras saíram. — Por que ajudar a minha família se ainda estou em dívida com o senhor?
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  — Pode achar que sou um monstro, mas tenho alguns princípios — respondeu ele com serenidade, parando diante dela. — As famílias dos meus funcionários diretos possuem alguns benefícios. Você trabalha em minha casa.
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  A resposta parecia simples e totalmente lógica, mas ela não se contentava com aquilo.
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  — Pelo que sei, o senhor não paga as prestações do apartamento da senhora Carmen, nem o financiamento do carro do Robert, menos ainda as parcelas da faculdade de Annabeth — ela tinha o argumento na ponta da língua. — Por quê?
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  — O salário deles cobrem todo o necessário — retrucou ele. — O apartamento de Carmen pertencia a um cliente, eu negociei diretamente e ele fez pela metade do preço de mercado. O carro do Robert era de um advogado da minha empresa, que ficou feliz em poder ajudar facilitando o pagamento do financiamento. E bastou um telefonema meu para Annabeth conseguir bolsa integral; ela apenas paga pelos livros e materiais que utiliza ao longo do curso.
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  Ele deu mais um passo para frente.
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  — Qual o próximo questionamento? — Num tom provocativo, ele manteve o olhar fixo nela.
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  — O que quer de mim? — Perguntou ela, sentindo seu coração acelerar com a aproximação dele. — O senhor sempre age de forma diferente comigo, levou um tiro para me proteger...
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  Ela se calou ao se lembrar da cena. Seu coração se apertou um pouco. %Aaron% se manteve em silêncio, refletindo se deveria ou não ser honesto com ela.
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  — Você — respondeu ele. — Eu apenas quero você.
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  Ela se manteve estática a princípio. Não sabia o que pensar, mas estava certa da confusão de seus sentimentos por ele.
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  — Nunca desejei tanto uma mulher como a desejo agora — disse %Aaron% ao segurá-la pela mão, seu olhar transmitia sinceridade e transparência.
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  — Senhor Tenebrae — ela se manteve afastada dele, com o olhar temeroso. — Não podemos.
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  — Já lhe disse para não me chamar assim — ele se aproximou mais dela. — Apenas %Aaron% para você, e sei que também me quer como a quero.
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  — Senhor… %Aaron%… — Ela o olhou.
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  Aquele olhar ingênuo que tanto o despertava curiosidade e atração. %Alice% não tinha respostas concretas do que realmente sentia, mas sabia que internamente os olhares intensos de %Aaron% lhe desestruturavam. A forma como sorria para ela e o fato de cuidar de sua família, mesmo depois daquele início conturbado e brutal... Ela não queria se apaixonar pelo homem que fizeram aquilo com seu pai, se sentia culpada só por imaginar sentir-se atraída por ele.
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  Mas o sentimento estava ali, ainda oculto, talvez, mas existia de fato.
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  — Eu sinto isso em você… Seus lábios me chamando, sua pele suplicando pelo meu toque, seu coração acelerado a cada vez que me aproximo — ele se inclinou mais para sussurrar em seu ouvido. — Até mesmo suas artérias estão em desespero por um beijo meu… E eu a desejo com a mesma intensidade.
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  — Eu não posso… — Sussurrou ela, em recusa por todas as coisas que já o presenciara fazer.
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  — Eu posso por nós dois — assegurou ele.
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  %Aaron% a trouxe para mais perto dele e iniciou um beijo apaixonado e intenso, transmitindo todos os seus sentimentos mais profundos, sendo aceitos e retribuídos por %Alice%.
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Há curiosidade em seus olhos,
Você já está apaixonada por mim
Não tenha medo, o amor é o caminho
Meu amor, eu entendi
Você pode me chamar de monstro.
Monster – EXO

 

  Continuum: Dizem que é através da família que tudo se inicia, assim, quando menos se espera, você está amando a pessoa mais imprevisível.
   By: Pâms.

Fim

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