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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Tagem – Temporada 3

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

Capitulo 8 • Passado, Presente e Futuro

Tempo estimado de leitura: 7 minutos

“O destino são como lãs, se tecidos de forma correta pode ter um bom destino, mas se forem tecidos de uma má forma, pode causar grandes efeitos”

  UMA HORA APÓS A FESTA DE FORMATURA...

  — Mãe, o que aconteceu? — perguntou Léo a mãe, Laura Guerra, sem conseguir entender tudo que havia acontecido na festa de formatura do diretor.
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  — Nem eu sei te explicar, meu filho — disse Laura. — Só tem certas coisas que não podem ser explicadas. 
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  DIAS ATUAIS...

  — A história de Naamah e Nadja foi muito importante para que vocês entendessem os acontecimentos que permearam tudo que aconteceu. A história dessas duas jovens transcende o tempo.
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  — E agora, vó? — perguntou %Mirella%. — Qual história vai nos contar?
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  — Vou permitir que vocês descansem um pouco — disse %Isis% às netas.
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***********

  O dia para %Mirella% e %Melissa% havia começado bem. Bem, para não dizer anormal. %Melissa% ouvia vozes nos corredores, mais uma vez sua mãe, Heloisa, discutindo com a avó %Isis%. Desde a morte de seu pai, Julio, as coisas não haviam sido como deveriam ser. A família parecia cada vez mais desestruturada. %Melissa% tinha que se acostumar, mas %Mirella% não parecia compartilhar do mesmo pensamento da irmã. Ela parecia pensar em tudo que estava acontecendo. Desde a festa de formatura, %Mirella% não conseguia esquecer os detalhes que aconteceram. A forma como o diretor falara. A forma como o passado dos pais repercutia até os dias de hoje, a faziam refletir. Era um sábado de manhã, a família estava tomando seu café da manhã, quando %Isis% viu o desânimo de %Mirella% e %Melissa%:
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  — O que está acontecendo? — perguntou %Isis% às netas.
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  — Não sei, vó, tudo parece complicado — disse %Melissa%.
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  — Realmente, vó, parece que as coisas mudaram da pior forma — concordou %Mirella%.
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  — Eu conheço a história de duas jovens que assim como vocês passaram por coisas e situações difíceis, mas mesmo assim, tentaram seguir sua vida, mesmo que fosse difícil. 
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  — Qual era o nome delas, vó? — perguntou %Mirella% curiosa, tentando se imaginar na vida de uma das duas jovens. 
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  — Seus nomes eram Basemate e Aolibama — respondeu a avó. — Assim como vocês, elas passaram por situações que as moldaram completamente. Elas não tinham um núcleo familiar muito estável. As duas desde a infância tinham coisas em comum. Ambas queriam resolver suas situações. 
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  — E quais eram as situações delas? — perguntou %Melissa%.
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**********

  Mundo imaginário de %Mirella% e %Melissa% 

  — O que estamos fazendo aqui mesmo? — perguntou Aolibama, a mais nova e prima de Basemate.
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  — Estamos vendo o Esaú caçar — disse Basemate com emoção. — Ele sempre traz as melhores caças mesmo sendo um adolescente ainda. 
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  — Isso é verdade! — concordou Aolibama. 
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  — O que vocês estão fazendo aí escondidas? — perguntou Esaú às duas, com uma flecha nas mãos.
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  — Apenas te observando caçar — disse Aolibama. 
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  — Então fiquem quietas, a corça está vindo! — disse Esaú. 
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  As duas ficaram prontamente quietas. Esaú viu o bicho se aproximar e o acertou com uma flechada. As duas jovens o olhavam admiradas. 
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  — Isso foi muito legal, Esaú! — disse Aolibama.
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  — Sim, você caça bem — disse Basemate. 
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  — Eu sei! — Esaú riu brincando. 
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  Esaú pegou a caça e levou para seus pais, Rebeca e Isaque, enquanto Jacó ainda estava na tenda cozinhando. Enquanto isso, Aolibama seguia para sua casa e Basemate para a dela. 
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  — Você precisava ver, mãe, como ele caçava bem o bicho — dizia Aolibama a mãe admirada. 
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  — Para você estar falando tão bem assim dele, ele deve caçar muito bem mesmo, Aolibama — disse Aclia, a mãe de Aolibama rindo.
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*********

  — Pronto, pai — disse Basemate a seu pai. Ela havia perdido a mãe precocemente e agora tinha de lidar com o luto, mas sempre tinha o pai para contar. — O desjejum já está pronto! 
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  — Obrigado, Basemate — agradeceu o homem sorrindo. — Você sempre sabe como fazer um bom desjejum. 
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  — Continua, vó — pediu %Mirella%. — Mas espera, esse Esaú que está falando é o neto do patriarca Abraão? — perguntou.
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  — Ele mesmo — disse a avó. 
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  — Quero ver como essa história se desenrolará — disse %Melissa%.
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  Os dias começavam a se passar e Basemate e Aolibama cuidavam cada vez mais de suas respectivas famílias. Enquanto Aolibama era mais dedicada a coisas como comida, religião entre os deuses heteus, Basemate acreditava que o Deus de Abraão existia e era importante. Assim as duas jovens começaram a crescer. E claro, podiam contar com suas amigas. 
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  — Aolibama, você não acha que Esaú fica mais bonito a cada dia que se passa? — perguntou Basemate à melhor amiga.
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  — Verdade! — concordou a moça timidamente. — Ele tem seus talentos! 
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  — Quem sabe um dia ele olhe para nós — disse Basemate.
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  — Você acha isso possível? — perguntou Aolibama. 
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  — Quem sabe um dia — disse Basemate. 
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  O tempo começava a se passar. Basemate e Aolibama crescia cada vez mais e se tornavam jovens responsáveis e bonitas. Enquanto uma crescia na idolatria, a outra crescia na retidão.
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*********

  — Amanhã conto mais! Hoje é sábado! Vocês deviam sair — disse %Isis%.
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  — Com quem? — inquiriu %Mirella%. 
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  — Você não estava voltando a ficar próxima do Gustavo, %Mi%? — disse %Melissa%, se lembrando que às vezes eles voltavam a sair.
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  — Ah, é — respondeu %Mirella%. — Acho que vou chama-lo para sair. E você e o %Henry%, como estão? — perguntou para a irmã.
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  — Não estamos, é complicado — disse %Melissa%. 
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  Sem perceberem, a vida das duas irmãs começava a mudar... %Mirella% mandou uma mensagem para Gustavo, e %Melissa% foi para o quarto assistir um pouco de TV. 
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