II • Unsung Hero.
Tempo estimado de leitura: 21 minutos
destino- substantivo masculino
- tudo que é determinado pela providência ou pelas leis naturais; sorte, fado, fortuna.
- o que há de vir, de acontecer; futuro.
1861.
Houston, Texas.
— Jazz.
Jazz. Jasper Whitlock!
Aquele sempre foi seu som favorito, o tom da voz dela, a melodia das palavras dela.
Jasper Whitlock encarou a garotinha que cresceu se tornar uma jovem adolescente com um temperamento terrível, os olhos azuis profundos, enquanto corria pelos campos abertos atrás dos cabelos castanhos escuros, a risada irritante, entretanto, Lily Davis não era como as garotas de sua idade.
Aos 7 anos de idade, ela montou um potro sem pensar duas vezes com a experiência de um homem que viveu a vida toda em cima de cavalos, enquanto Jasper teve dificuldades em acompanhar aquele crescimento repentino da garota de 6 anos que tinha medo de cavalos para aquela garota destemida.
Lily o encarou com os grandes olhos azuis, enquanto bebia uma xícara de chá.
— Por que você tem que ir?
— Hmm, porque é um dever. Patriotismo.
— Patriotismo? Você acha que sou uma tola. Inferno, Jazz. Por que você não pode ficar aqui?
Lily tinha uma expressão feroz, o que a deixava mais bonita quando se irritava, e, diferentemente de todas as garotas que caiam em seus charmes, talvez ela fosse imune às conversas fiadas que Jasper tinha em sua mente.
Nunca conseguia convencer ela com seu carisma, e mesmo que ela fosse imune a ele, Jasper sempre ouvia ela no final do dia.
Sempre. Ele gostava da teimosia dela, do jeito irritante que ela dava sermão, da risada dela.
— Quem não deseja glória,
Lily?
— E você acha que consegue enganar eles? — Os olhos intensos fixos nele, enquanto Jasper sorriu com seus olhos castanhos analisando o rosto cheio de sardas. —
Jasper. Por que você é teimoso?
Lily soltou um suspiro profundo. Jasper segurou suas mãos, ao mesmo tempo em que tocou no nariz dela, os olhos castanhos encaravam os azuis como mar da Sicília.
— Eu prometo me cuidar. E, você, promete me esperar?
— Você é impossível, Jazz.
Lily pulou nele, os olhos azuis cheios de lágrimas.
Tempo atual.
Jasper abriu os olhos, e encarou o branco do quarto, ao mesmo tempo em que sentiu aquela angústia atravessar seu peito, os segundos passando lentamente, a contagem das horas para o novo dia,
Lily.
Se ergueu do sofá, e andou até os quadros espalhados pelo quarto, os olhos azuis penetrantes fixos em si. O sorriso que ele estava cravando em sua mente em ferro de brasa.
Entre todas as mulheres no mundo, Lily sempre seria a mais bonita aos olhos. Jasper apenas encarou mais uma vez as imagens que sua mente humana tentava manter na memória, do cheiro de flores selvagens que estava esquecendo com o tempo.
Alice encarou ele, os olhos fixos nele, sua decisão impensada, talvez fosse o fato de que ele e Alice tinham coisas em comum, ou que ela não compreendesse aquele sentimento humano que criava intensas raízes em seu coração.
— Você vai procurar ela de novo?
— Jazz. Você é um teimoso.
Um dos motivos para seguir Alice era o fato das lembranças que Lily enraizou em sua mente.
Lily, enquanto ouviu as conversas no segundo andar, dos comentários monótonos que Emmett fazia, da conversa baixa que Esme e Carlisle estavam tendo.
Tinha alguns momentos que Jasper não pensava em Lily com tanta frequência, mas os últimos anos eram mais complicados, ao mesmo tempo em que criou aquele hábito de desejar ver Lily de novo.
Pulou pela janela, talvez fosse aquela saudade que não morria.
X
Casa dos Swan.
A pequena casa tinha crescido, ou remodelado nos últimos anos para agrupar os trigêmeos ao passo em que cresciam e acomodam suas necessidades de privacidade, e entre outros desejos ocultos pelos hormônios da adolescência.
%Elizabeth% se lembrava dividir quarto com Cassius e Isabella até os 7 anos quando teve uma enorme briga entre eles sobre a nova pintura na época, após isso, Charlie reformou a casa de dois andares e acrescentou dois quartos para que houvesse paz durante as três semanas do verão no qual eles estavam ali.
Havia resquícios de Renée pela casa, assim como algumas fotos dos anos da família, enquanto %Elizabeth% olhava os registros dos anos, e o quarto de Charlie ficou no andar de baixo.
Havia um banheiro adicional na casa, ao mesmo tempo em que os três quartos eram do mesmo tamanho com um closet. Enquanto um azul, roxo e azul-escuro, as poucas bagagens estavam no chão, Charlie estava na porta, desconfortável, enquanto %Elizabeth% suspirou.
Parecia uma Isabella
2, mas naquele caso, ela sentia aquela animosidade, aquele conforto dos olhos idênticos ao de sua irmã, enquanto apenas sorria. Cassius era a cópia de Renée com seus intensos olhos castanhos herdados de Charles e cabelos naturalmente mais claros do que os das irmãs.
Enquanto Isabella era mais a cara de Charlie, entretanto, %Elizabeth% tinha os olhos verdes de sua mãe e os cabelos castanhos de Charlie, era uma mistura dos dois, enquanto os poucos fios claros se destacavam em sua aparência.
Ela era um pouco dos dois, talvez fosse a proporção perfeita para a pequena família, %Elizabeth% encarou o pai atentamente enquanto sorriu para ele.
— Eu comprei isso para você.
A pequena caixa de som, enquanto a melodia tomou o quarto em tons azuis escuros, afinal, essa era sua cor favorita, %Elizabeth% apenas sentiu o olhar constrangido dele.
Naquela noite, %Elizabeth% sentiu anseio que corroía suas entranhas, algo que agitava seu estômago, e ao qual seria uma nova emoção, apenas abriu a mochila, enquanto pegou o boneco antigo, os fios de cavalos puros sangues havia se esvaído com o tempo quando a mesma escondeu em um buraco na Noruega quando era mais jovem.
Aos 14 anos ela recuperou um pedaço de si durante um campeonato internacional pela escola quando teve a chance, ela sentiu falta do aconchego de Renée naquele momento, enquanto tentou conter sua ausência.
O som da chuva acalmou sua mente agitada, apesar de que ainda dormira consideravelmente mal com as lembranças e os pesadelos rondando sua mente, %Elizabeth% soltou um suspiro longo.
Ao mesmo tempo em que encarou o chuvisco daquela manhã, o frio parecia espantar sua vontade de sair da cama, por isso apenas seguiu em silêncio até o banheiro, onde percebeu a figura de Cassius com os cabelos recém lavados.
— Você levantou sozinha — debochou da pontualidade de um animal noturno como ela, e ao qual desde os tempos antigos, ela jamais fora fã de acordar cedo, %Elizabeth% revirou os olhos com aquela declaração do irmão. — Isabella não dormiu muito, então, se prepare para um mau humor do cão.
— Eu imaginei. Ela odeia Forks.
— É, bem melhor do que o Gobi, pelo menos não comemos areia todo dia — murmurou em mandarim para ela que apenas deu de ombros, pensando nos tempos dentro de um dos maiores desertos da China, num lugar onde a sede os mataria, ou as tribos selvagens que arrancariam seus braços, ou seriam vendidos como escravos. — Afinal, temos água aqui.
%Elizabeth% soltou um sopro com isso, talvez um dia eles voltem às suas raízes. Ela entrou no banheiro e jogou uma água que a fez tremer, os fios de água caindo por sua cabeça, ela respirou fundo quando secou os cabelos após uns 5 minutos, pensando que no passado, havia fome, miséria...
os outros.
O espelho refletia as imagens que mais odiava, os cabelos lisos e longos, enquanto os rostos das vidas passadas refletiam por seus olhos como um lembrete de que ela não tinha uma alma pura, e muito menos fosse de bom coração, já que houve tempos que levantou a espada.
Afinal, ela tinha sangue nas mãos, ela encarava a chuva com um único desejo em mente, no qual, ela queria que os pecados da vida passada fossem lavados.
O café da manhã foi silencioso para Charlie que saiu após engolir um café encorpado feito por Cassius que conversava com seu irmão sobre alguma bobagem de futebol. O clima minou o seu humor quando percebeu a figura de sua irmã mais velha com aquela expressão que não era das melhores, %Elizabeth% sentiu animosidade no ar vindo de Isabella, então tocou no ombro dela, apenas afastando a cadeira ao lado dela.
Deu um tapa nas costas de Cassius e tocou na cabeça de Isabella e %Elizabeth% que sorriu, apesar de que percebia que havia algo errado com a sorte.
— Ainda está cedo — refletiu Bella — Seremos a fofoca.
— E, quando não somos fofocas, Bella? Não existe lugar no mundo livre desse martírio de sermos alvos de mexericos? — comentou %Elizabeth% enquanto bebia o copo de leite, mordendo os pães que estavam sobre a mesa. Ela sentiu seu corpo um pouco leve. — Eu acho que nós sairemos bem. Apesar do seu mau humor.
— Isso é verdade, precisa melhorar a cara de enterro. Por favor, não faça essa ser a pior experiência pós mudanças depois de todos esses anos, Bella — murmurou Cassius pegando o cereal, após comer a bomba de açúcar — Eu até sinto falta dos tempos quando éramos Enjica, Yuma e Oba.
— Éramos idiotas. Nós quase morremos na Guerra com os malditos.
— E, nós já morremos, Bella. Uma morte a menos, ou mais, quem está contando?
Isabella revirou os olhos, enquanto encarava o carro que Charlie havia arrumado para eles como um presente de boas vindas.
— Você é péssima na direção desde os tempos da China, nem a cavalo você conseguia ser boa, Bella — comentou e Isabella apenas mostrou sua irritação com o semblante estarrecido de sua irmã com tais calúnias sobre suas vidas passadas. Isabella percebeu o celular na mão dela — Cassius tem boas habilidades, além disso, será um dia agitado demais para você mostrar as suas habilidades.
— Acha que algo vai acontecer?
%Elizabeth% apenas deu de ombros quando pegou a mochila e sentiu que o clima de Forks de alguma forma acalmava a sua respiração.
— Talvez seja um dia bom, mas muita atenção.
Sorriu de maneira afetuosa para sua irmã que revirou os olhos.
—
Mm... Eu passo — disse %Elizabeth% em tom sério, encarando a porta da pequena casavao mesmo tempo em que pensou no carro. — Talvez quando estiver chovendo mais.
— Você é a única pessoa no planeta que gosta de chuva desse modo. Como você pode gostar disso?
%Elizabeth% não riu, e quando pensou em tais palavras, apenas lembranças da terra molhada sobre seus dedos, do sangue que a chuva lavava chegaram a sua mente; talvez fosse por isso que gostasse da chuva, ela lavava os pecados; houve tempos em que andou dias e dias na chuva para fugir dos seus sequestradores no passado.
De fugir de uma vida que levava a miséria.
— Melhore essa cara, Bella.
— Haha, muito engraçado — retrucou, quando sentiu os dedos sobre sua pele — Odeio chuva.
— Infelizmente, Forks é um local que chove todo ano, minha cara.
Bella revirou os olhos, enquanto entrou na parte de trás do carro, ao mesmo tempo em que o caminho foi entre falas amenas, e canções antigas que escapavam de seus lábios, entre elas, uma velha canção de guerra entre aos quais a A Balada de Mulan era uma das mais famosas pelo mundo.
%Elizabeth% apenas encostou a cabeça sobre o acolchoado do carro, ao mesmo tempo em que ouvia o som da rádio, em que seguiam pela rua com construções similares entre si, e como o único colégio com aterrorizante 357 estudantes, ou 360 alunos.
A garota encarou o conjunto de prédios iguais que parecia nada com as escolas que frequentou no passado, e o pensamento de que todas as crianças dali haviam crescido juntos, grupos sociais se desenvolvido. Pensou nos tempos de Murim que lutou pelo seu lugar no exército com crianças com colher de ouro na boca.
Talvez fosse uma analogia péssima para um sistema morto pelo tempo, mas talvez fosse como um campo de batalha que eles teriam suas vidas testadas, e o alvo de hoje eram eles, %Elizabeth% percebeu o carro mais novo entre os estacionados.
Uma sensação de animação já que era uma das poucas coisas que amava; percebeu os cochichos inevitáveis dos alunos, dos sentimentos que eles exalavam, dos pensamentos que provavelmente não eram decentes, %Elizabeth% apenas ajeitou o boné, escondendo o rosto pela máscara que trouxe, quando ouviu os cochichos.
Talvez fosse uma celebridade em Forks, enquanto lembrava dos tempos de Ópera quando vivia na França, da guerra, e da revolução americana… Dos tempos em que lutava era mais prático que conversas.
Garrett? Quando foi a última vez que pensou em seu camarada de armas? Será que casou? Talvez estivesse nostálgica demais com aqueles pensamentos, ao mesmo tempo encarou a ruiva, os cachos caindo por sua face, enquanto observava os três com curiosidade.
— Somos Cassius, Isabella e %Elizabeth% Swan.
Os olhos se iluminaram,
enquanto seus pensamentos eram agitados, havia vezes que %Elizabeth% lia sem querer, um mau hábito seu, enquanto travou o maxilar, ao mesmo tempo em que a mulher verificava alguns papéis e mostrou para eles.
— Mapa da escola, os seus horários e aqui, seus professores devem assinar.
— Obrigado — agradeceu Cassius — Vamos?
— Avançado de história — murmurou Cassius, enquanto encarou as duas aulas avançadas na lista de atividades de %Elizabeth% com escárnio.
— Você deveria ter avançado em todas as aulas.
— Ah, muito obrigada, mas não. E, olha, quem fala? Poderia ter avançado na eletiva todas. E, graduado mais cedo.
— O currículo deste ano está bom. Não quero apressar as coisas.
Os dois riram, quantas vezes viveram para brincar com tais pensamentos?
— Seu espanhol é o melhor de nós três.
— Considerando o seu tailandês, podemos sobreviver.
Murmurou encarando o avançado em Espanhol também, franziu o cenho ao pensar naquelas horas patéticas, falava quase 30 línguas diferentes, além de dialetos mais antigos. Suspirou ao pensar que talvez fosse ruim nascer e reaprender aquelas pequenas coisas quando era pequena.
Mas, ela sempre aprendia rápido demais todas aquelas pequenas coisas, ao qual, ela sempre foi uma estudante dedicada.
Ela suspirou, enquanto percebeu o rosto lívido, de uma maneira ou de outra, ela percebeu algo no ar, ao mesmo tempo que seguiu em passos pelo prédio seguindo Cassius.
—
Estamos na mesma sala no último período, Bella — as vozes cochichos dos dois, enquanto %Elizabeth% sentiu um arrepio com a aula de espanhol no último período, apenas franziu o cenho com aquele sentimento de que havia algo errado com isso com suas duas aulas avançadas, porém, soltou um suspiro. — %Elizabeth%? Você vai ficar bem?
— Claro. Não se preocupe. Até mais tarde.
%Elizabeth% deu um aceno com cabeça, enquanto havia decorado o mapa que havia lhe dado com apenas um olhada, seguiu em passos certos para a primeira parte de sua agenda na escola, e ao mesmo tempo em que ouvia os murmúrios, e entre todos os seus pensamentos foi parados quando percebeu o loiro parado na porta da sala de história avançada, enquanto pela primeira vez percebeu como alguém poderia ser tão bonito.
Era um crime alguém ser tão bonito.
Das palavras que ficaram presas em sua mente, enquanto as emoções que conhecia ele... Era um crime que ele fosse um dos homens mais bonitos que viram em seus mais de 600 anos andando por aquele planeta.
Entretanto, ela percebeu, aqueles olhos dourados, a aparência, enquanto a olho nu de um humano, talvez passasse despercebido, mas %Elizabeth% possuía os sentidos mais aguçados, e observou as marcas de mordidas espalhadas pela manga levantada, %Elizabeth% apenas sentiu sua visão turva de repente.
E invadiu a mente dele sem querer.
1, 2, 3...
“Hey, Jasper”, o grito, enquanto a garota girou em seus calcanhares e sorriu para ele, aquele sentimento, enquanto a mesma mostrou a língua para, “Onde está indo?”, ao mesmo tempo que encarou o homem cercado de sangue, dos desejos mundanos.
Havia dor demais naqueles olhos.
Se apoiou na parede, enquanto as lágrimas ameaçavam escapar por sua face, o suor grudando em sua nuca, e ao qual sentiu a mão sobre seu ombro. Um dos alunos encarou ela, ao mesmo tempo que suspirou com tal atenção.
%Elizabeth% sorriu e apenas deu de ombros, seguindo em passos até o professor de história. Ela encarou a própria mão enquanto tentava apertava os dedos, aquela sensação ínfima, ao mesmo tempo em que se sentiu lado a lado a ele.
— Srta. Swan, tem um lugar vago ao lado do Sr. Hale no fim do corredor.
Apertou a bolsa. Os hormônios daquelas crianças estavam a flor da pele, junto com o cheiro de terra e grama seu nariz ficou sensível aquele odor e ela fechou a expressão lentamente ao imaginar o que ele era, mas importante, porque um vampiro estava em uma sala cheia de humanos?
Entre os quais ele poderia matar todas aquelas pessoas em segundos, %Elizabeth% pensava que aquela vida estava pacífica demais para uma pessoa que viveu em guerras e carnificinas que vivenciou por causa de seres sobrenaturais.
Lembrava de uma de suas vidas do passado, no qual, uma delas eram as benditas guerras do sul, da sua carne sendo machucada pelos caninos, talvez devesse ter empreendido em matar vampiros no passado.
O som da respiração pesada, enquanto percebeu que era jovem demais para ser um dos anciões, entretanto não tão jovem talvez, ou tinha pouco controle sobre sua sede, %Elizabeth% apenas suspirou pelo nariz quando fez um movimento com a mão quando percebeu o humor minado dele.
Soltou um tsc pela boca ao pensar que havia vampiros em Forks, aquela seria uma longa aula.
Jasper sentiu aquele cheiro quando ela se sentou ao seu lado,
selvagem demais, apenas se virou para a garota que possuía tal fragrância. Encarou a garota de canto de olho, os olhos verdes fixos em si.
Desviou em um constrangimento dele, as maçãs do rosto ganhando uma coloração avermelhada que fazia aquela ser a presa mais deliciosa entre humanos ali, a garota era miúda demais.
Mas, aquele cheiro, se Jasper pudesse chorar, talvez ele tivesse chorado ali, enquanto o cheiro de Lily se espalhava por todo o recinto, de maneira que impregnava o local, a respiração pesada demais ao seu lado, enquanto as correntes de ar se espalhavam pela sala.
¹Unsung Hero - for KING e COUNTRY.