Sirena del Atlantis


Escrita porHels
Revisada por Natashia Kitamura


Capítulo 25

  Logo após perguntar ao dono da pousada qual era o quarto de Taehyung, segui como um furacão por todos os corredores, passando por todo tipo de gente que não me interessavam nem um pouco agora.
  O quarto dele era longe do meu e ficava no final de um corredor ligado a uma bifurcação. Nos meus passos pesados, vou até à porta indicada e começo a bater na madeira listrada.
  — Abra essa porta, seu pirata cretino! Eu sei que esse é o seu quarto! — Esmurro tanto a porta, que até mesmo os bêbados que zanzavam pelo corredor me encaravam como se eu fosse uma doida varrida.
  Permaneço fazendo escândalo do lado de fora até que a porta seja aberta.
  Taehyung surge do outro lado, segurando a maçaneta, enquanto me encarava como se não entendesse, mas eu sabia que apenas fazia parte do seu cinismo habitual.
  Sem esperar por um convite, passo para dentro do quarto e fecho a porta, a trancando com a chave que ainda estava na fechadura.
  — Não vamos sair desse quarto até você devolver o meu colar. — Falo entre os dentes, puxo a chave da fechadura e jogo dentro do decote do meu vestido azul.
  Taehyung arqueia as sobrancelhas e me fita por alguns segundos, antes de sorrir cínico.
  — Por que está tão interessada naquele colar? Quem te deu? Por acaso foi algum namorado? — Sua voz carregava provocação.
  Enrugo as sobrancelhas.
  — Não é da sua conta. Agora, me devolva o colar. — Exijo, batendo um pé com força no chão.
  Com tranquilidade, Taehyung se afasta de mim e se senta na beirada da grande cama forrada com um lençol branco. Ele cruza as pernas e apoia as mãos atrás do corpo.
  — E se eu não quiser? — O sorriso cínico não abandonava seu rosto, o que me irritava ainda mais.
  Aperto os dentes, respirando pesado e sem paciência.
   — Se você não quiser, é? — Falo baixo, enquanto estreito os olhos e observo todo o quarto. — Se você não quiser... — Caminho firmemente em direção a um tambor grande com uma lamparina em cima, da qual a pego e jogo no chão, estraçalhando todo o vidro em volta da vela apagada. — então eu acabo com todas as coisas que você tem aqui. E não serei eu a pagar por elas.
  Evitando apenas as poucas lamparinas acessas que iluminavam o quarto, começo a jogar tudo pelos ares, derrubando qualquer coisa que fizesse barulho, deixando o quarto em um completo estado de caos, mas Taehyung observava tudo sem fazer nada, quando minha intenção era justamente tirá-lo do sério como ele fez comigo.
  Com a respiração desregulada, meu peito enchia o decote reto do vestido, fazendo o movimento descer e subir. E em uma tentativa drástica, vou em direção a uma lamparina acessa e a seguro pela alça de ferro.
  — Me dê a porcaria do colar ou eu colocarei fogo no quarto. — Ameaço, olhando dele para a vela acessa dentro da lamparina.
  Ainda com sua irritante tranquilidade, Taehyung se levanta da cama e caminha até a cadeira que eu derrubei, ele se agacha e enfia a mão dentro do casaco que antes estava pendurado na cadeira. Ele puxa um cordão preto para fora do casaco e depois consigo ver a pedra azul cintilante brilhar do lado de fora. Os meus olhos se abrem um pouco mais.
  — Você fez um belo estrago aqui. — Ele diz, normalmente, enquanto se aproxima de mim.
  Quando Taehyung para na minha frente, estico minha mão livre e faço menção de pegar o colar, mas ele afasta o objeto de mim e faz um gesto de cabeça indicando a lamparina na minha mão.
  Com um expirar alto, coloco a lamparina de volta no lugar.
  — Por que você pegou o meu colar? — Pergunto, com a mão esticada, esperando ele me devolver.
  — Pensei que tivesse pedido para se livrar de tudo. — Taehyung enruga as sobrancelhas, tentando soar confuso, mas ele estava fazendo de propósito.
  — Não o colar. Eu o tirei por engano. Era para se livrar apenas do vestido. — Digo, impaciente.
  Taehyung estreita os olhos de novo e me encara por segundos.
  — Mas acho que isso agora é meu. — Ele sorri de lado, em seus lábios levemente avermelhados por todas as bebidas que ele tomou hoje.
  Enquanto meu tronco subia e descia em uma respirar pesado, o seu, revelado sutilmente pela habitual camisa branca aberta por alguns botões - às vezes, parecendo a única roupa que ele tinha, estava tranquilo com movimentos quase imperceptíveis.
  — Por que você continua fazendo isso comigo? Realmente é divertido me provocar dessa maneira?
  — Sim. — Ele responde sem pestanejar. — Mas, de toda forma, você pode perceber como eu ando sendo legal com você nos últimos tempos.
  — Legal? — Cruzo os braços e pergunto descrente.
  — Sim, legal. Eu até mesmo fui te resgatar, não fui? E fiz isso pessoalmente. — Mesmo já conhecendo esse seu lado, eu ainda estava surpresa com seu descaramento.
  — Você pensa que me engana? Eu sei que fez aquilo apenas porque sou a única que pode te levar para Atlantis, seu cretino. — Digo, cruzando os braços e olhando para o lado, irritada.
  — Não diga isso. Eu não voltei apenas por Atlantis. — Ele balança sutilmente sua cabeça, fazendo seus cabelos escuros balançarem também. Os fios deslizam por sua testa e sobrancelhas, também, balançando na parte detrás de seu pescoço enfeitado por alguns colares. — Acreditaria se eu dissesse que é importante para mim? — Ele pergunta e eu enrugo as sobrancelhas. — Você já me irritou muitas vezes, se isso a faz se sentir melhor. Descumpriu todas as minhas regras e ainda fez um motim no meu navio. Mas eu posso admitir que sua coragem passou a me surpreender. Essa é uma das maiores qualidade que nós admiramos em um pirata.
  Taehyung joga o colar no chão, para longe de nós, mas não desvia seus olhos de mim. Ele até mesmo se aproxima um pouco mais, me fazendo ficar atenta, pronta para pegar a lamparina acessa atrás de mim e incendiar tudo, se ele tentasse algo.
  — Desde muito cedo, eu estive navegando no Vingança, sou um pirata de berço. E em todos as vezes que roubei pessoas de suas cidades, ninguém nunca tentou se voltar contra mim, você foi a primeira. E mesmo após fracassar, não desistiu de continuar com suas teimosias. — Ele ri, nasalado. — Serena, você é uma verdadeira pirata.
  — Eu não sou. — Rebato, rapidamente.
  — Ah, com certeza você é. Pode não admitir, mas mente como um pirata, tem a coragem de um pirata e pode ser trapaceira como um também. Pense só no caos que você deve ter causado no navio do meu irmão quando ele descobriu que foi saqueado. — Sua próxima risada era tão autêntica, quase contagiante. Mas ele deveria apenas estar feliz por saber que o irmão se deu mal.
  — Por que está falando todas essas coisas? — Pergunto, confusa e um pouco sem paciência. Tudo que eu queria era pegar o colar e sair daqui.
  — Nós estamos sempre estamos brigando, achei que você gostaria de escutar isso também. — Ele sorri de novo e se aproxima mais uma pouco. E eu sinto meu coração saltar nervoso dentro do peito.
  — Eu te odeio e você me odeia, lembra? — Sinto o desespero e ansiedade passar como uma corrente elétrica quando suas mãos enfeitadas pelos anéis coloridos se apoiam uma em cada lado do tambor atrás de mim, que servia de mesa para a lamparina acesa.
  Ele inclina sutilmente a cabeça e estreita os olhos mais uma vez, antes de rir baixo.
  — Eu nunca disse que te odiava, Serena. — Seus olhos me fitam por mais alguns segundos, antes que sua mão escorregue do tambor e vá parar ao redor da minha cintura, trazendo meu corpo sutilmente para frente. Os meus olhos se arregalam e meu coração parece que para por um momento, quando seu rosto se aproxima do meu. Com o corpo paralisado e nervoso, sem saber o que fazer, sinto seus lábios encostarem nos meus, do mesmo jeito que ele fez no dia do meu resgate.
  Fiquei com os olhos abertos, pela surpresa, por mais alguns segundos, até sentir a ponta de sua língua pelos meus lábios fechados que, involuntariamente, se abrem em curiosidade para recebê-lo. Em toda minha vida, eu só havia feito isso uma vez, e na ocasião, não senti nada de especial, apenas achei estranho. Mas, me trazendo uma sensação completamente nova e criando uma alta expectativa em mim, quando sua língua toca a minha, sinto todo o meu corpo amolecer, se rendendo, ao invés, por agora.
  Talvez eu ainda esteja um pouco irritada por perceber que quando ele me abraçou e deixou seus dedos deslizarem pelo meu pescoço, se emaranhando nos fios loiros dos meus cabelos, eu vibrei de um jeito único pela primeira vez. A irritação por todas as provocações que ele adorava fazer comigo, me tirar do sério; a irritação por admitir no meu interior, que talvez eu já tenha pensando em como poderia ser estar no lugar de todas aquelas mulheres que sempre tentavam chamar sua atenção; mas eu nunca poderia admitir isso para mim ou para ele, porque parecia ridículo demais, então tudo que eu podia fazer, era me convencer de que o odiava mais e mais.
  Esse maldito pirata cretino de uma figa, era desprezível, não posso negar, mas ele também era atraente como o mar, e o pior, ele sabia disso e usava como se fosse uma de suas armas. Eu não sei por quanto tempo essa sensação vai durar, se estará aqui amanhã, quando eu acordar, mas, nesse momento, não quero lutar e nem me arrepender ao pensar no que poderia acontecer, porque eu não conseguiria mandar embora o que controlar o meu corpo agora.
  Por já ter feito isso diversas vezes, apenas deixo que os movimentos de Taehyung me guiem, enquanto tento acompanhá-los da melhor maneira que posso. E não sei por ele, mas se todos os beijos fossem assim, então eu definitivamente poderia entender porque as meninas suspiravam sozinhas.
  Seguro em seus ombros quando o sinto começar a andar, sem separar nossas bocas. Meus pés tropeçavam vez ou outra, e foi assim até que eu sentisse a cama bater contra as minhas panturrilhas. Em seguida, sinto meu corpo ser sutilmente empurrado para trás e deitado no colchão da grande cama. Taehyung deita seu corpo sobre o meu e suas mãos se apoiam uma em cada parte do meu corpo: a esquerda segura a lateral da minha barriga, a um palmo acima do umbigo, enquanto a direita foi parar em minha perna. Seus dedos se arrastam ali, fazendo o meu vestido e a chemise embaixo dele começarem a subir até que eu sentisse seus dedos deslizando pela pele da minha coxa, fazendo meu corpo se arrepiar com o contraste gelado.
  Lentamente, seus lábios vão parando de se movimentar nos meus e Taehyung afasta seu rosto. Ele me fita por alguns segundos e sorri, antes de se inclinar para baixo e beijar o meu pescoço, me causando mais um arrepio. Conforme seus beijos molhados iam descendo, suas mãos subiam, arrastado toda minha roupa, até que elas ficassem no começo das minhas cochas, e isso torna as minhas bochechas quentes, pois isso deixaria ele a um levantar de ver o meu corpo de forma íntima, da qual ninguém além da minha mãe já viu antes.
  Suas mãos passam pelo tecido e deslizam por minha barriga coberta e vão para as laterais do meu busto quando seus lábios param rente ao decote reto do meu vestido. Nesse ponto, eu já temia que ele poderia escutar as batidas fortes do meu coração.
  Quando seus dedos escorregam para dentro dos cantos do decote, o puxando para baixo e deixando os meus seios livres, suspiro baixo, tentando me manter calma ao sentir a chave que escondi ali, escorregar e cair no colchão.
  Tudo era novo para mim e eu não sabia como reagir.
  Seus olhos observam a minha pele descoberta, apenas aumentando a minha vergonha, por isso, fecho os olhos, o que não me impede de sentir sua boca encostando em um dos meus seios. Mais uma vez me arrepio, e meu corpo se mexe sozinho quando sua língua molhada rodeia no ponto mais sensível daquele lugar, enquanto uma de suas mãos apalpa o meu outro seio, me fazendo pressionar bem os lábios para conter alguns suspiros que ameaçavam surgir. Contudo, não sou capaz de me conter por muito tempo, visto que eram tantas sensações novas, que eu estava perto de perder o controle.
  Ainda de olhos fechos, levo minhas mãos até os seus cabelos, os apertando com força, e ele continua me provocando nos pontos sensíveis, fazendo meu tronco se curvar vez ou outra, empurrando mais os meus seios em direção à sua boca e mãos.
  Taehyung permanece assim por mais algum tempo, e então escorrega uma mão para baixo e a mete dentro do meu vestido. Quando sua mão desliza por minhas coxas, indo para o interior delas, automaticamente as fecho, em nervosismo.
  Seus lábios, roçando minha pele, se afasta dos meus seios e vão em direção ao meu pescoço de novo, lugar em que começa a beijar lentamente, me relaxando de modo que eu fosse cedendo aos poucos e ele conseguisse tocar onde queria.
  Assim que seus dedos encostam em minha intimidade, sinto-o se contrair e formigar; eu também sentia o lugar começar a ficar molhado de um jeito que nunca aconteceu antes. Toda a ansiedade se instala dentro de mim quando seus dedos começam a se movimentar nos pontos molhados. Minhas pernas já dobradas, se encolhem ainda mais, e quando sinto um de seus dedos entrando em mim, mordo o lábio inferior para continuar prendendo qualquer som que quisesse sair da minha boca.
  Ele continua beijando o meu pescoço e fazendo alguns movimentos com seu dedo, e só para quando eu sinto minha intimidade doer e formigar, como se esperasse por algo a mais.
  Taehyung pressiona seu corpo conta o meu, e eu sinto algo duro dentro de suas calças me cutucando na barriga coberta. O meu coração dispara, pois me lembro de uma conversa que tive com minha mãe uma vez, em que ela me explicava o que acontecia entre um homem e uma mulher em sua noite de núpcias.
  Não demora até que ele afaste suas mãos de mim e comece a abrir seu cinto, e depois as calças. E isso me faz sentir ainda mais envergonhada, mas, percebendo isso, Taehyung empurra delicadamente minhas pernas para os lados, as abrindo bem. Ele fica entre elas, sem me deixar ver o que puxaria de dentro de suas calças. De novo, deitado sobre mim, ele aproxima seu rosto do meu, mas não me beija, apenas fica me encarando, enquanto sinto alto me tocar lá embaixo, e eu já sabia muito bem o que era.
  Seguro em seus ombros e espero até que, com a ajuda de sua mão, ele empurre o começo de seu membro duro e molhado para dentro de mim. Ele faz isso de forma lenta e bem devagar, observando cada uma das minhas reações.
  Aperto com força seus ombros e fechos os olhos quando sinto uma ardência incômoda no meio das pernas. Isso doía mais do que a minha mãe me contou, e era totalmente diferente do que ter o seu dedo dentro de mim - o que não era nada dolorido.
  Ainda lento, meu corpo é sutilmente empurrado para cima quando ele se coloca por inteiro dentro de mim. Abro os olhos lentamente e suspiro, e ao fitar Taehyung, ao invés de ficar mais envergonhada por nossa situação, me sinto um pouco mais confortável, já que ele tinha uma expressão calma em relação a isso.
  — Tudo bem? — Ele pergunta, porque sei que desde o começo ele já deveria saber que eu era uma virgem.
  Mesmo que ainda fosse um pouco incômodo tê-lo dentro de mim e que ainda doesse, assinto fracamente, e isso o faz me dar um selar longe e molhado.
  Em seguida, Taehyung começar a mexer seu quadril, entrando e saindo de dentro de mim, continuando lento. E mesmo com esse desconforto novo, alguns gemidos insistem em começar a escapar por minha boca, e, dessa vez, não consigo contê-los.
  Os meus seios para fora do decote, balançavam com os movimentos. E meu vestido e o chemise estavam completamente embolados em minha cintura, me permitindo ver algumas vezes o seu membro entrando e saindo de dentro de mim.
  Conforme ia aumentando a velocidade em que nossos corpos balançavam para cima e para baixo, o incômodo foi começando a sumir, e os beijos de Taehyung ajudaram a tornar tudo mais prazeroso.
  Dentro do quarto iluminado pelas lamparinas, tudo que se podia escutar agora era um barulho molhado que vinha de nossas intimidades, acompanhando o barulho das nossas bocas desajeitadas em beijos difíceis de sincronizar. E quando a boca de Taehyung se afastou um pouco da minha e um gemido lhe escapou, aquilo soou como se fosse o que faltava para me tirar do sério, por isso, não consegui segurar minhas mãos quando elas foram até sua camisa e abriram cada um dos botões presos. Eu não a tirei de seu corpo, mãos deslizei minhas mãos por seu tronco bronzeado e definido, com os dedos correndo por cada parte, principalmente pela grande cicatriz que ele tinha do começo do peito, atravessando o abdômen todo.
  Os seus gemidos se tornaram mais frequentes e altos, e isso deixava meu corpo literalmente mais quente, como se eu estivesse com febre. E quando começamos a suar, era realmente como se estivéssemos doentes.
  Com as mãos afundadas no colchão, ele se impulsionava com mais rapidez para dentro de mim, sempre tomando cuidado para não me machucar, já que essa era a minha primeira vez. Eu sabia que ele estava se contendo e era algo que nunca imaginaria que ele faria, era completamente diferente do pirata cretino que conhecia. E eu pensei dessa forma até suas mãos apalparem minha bunda, os meus seios de novo e até mesmo a parte livre da minha intimidade, me tocando das formas que parecias as mais sujas e erradas possíveis.
  Com as unhas apertando suas costas, um gemido muito alto sai da minha boca e meu corpo inteiro esquenta ferozmente, enquanto me curvo para cima, apreciando o arrepio, seguido por um tremelicar que me corre dos pés à cabeça. O meu corpo relaxa em seguida, e vejo Taehyung morder o lábio inferior, abafando um gemido quando ele retira seu membro de dentro de mim, despejando no colchão um líquido branco e viscoso.
  Nossas respirações altas entoavam pelo quarto e eu sentia o meu corpo voltando ao normal, aos poucos, enquanto observava o pirata mais cretino e mais bonito que eu já havia visto em toda minha vida, sorrindo sem vergonha alguma para mim.

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