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ATENÇÃO!

História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

O Espaço Criativo não se responsabiliza pelo conteúdo das histórias hospedadas na sessão restrita ou apontadas pelo(a) autor(a) como não próprias para pessoas sensíveis.


Silent Heart


Escrita porPams
Revisada por Lelen

2 • Hello Outono

Tempo estimado de leitura: 18 minutos

Londres - Hyde Park, outono de 2022

  A porta da cobertura se abriu com um leve clique magnético. 
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  Estar instalado no grandioso Mandarin Oriental Hyde Park era sinônimo de comodidade e privacidade, além de conforto e luxo. O primeiro impacto da suíte master platinum não vem do excesso, mas da precisão — tudo ali transmitia uma elegância silenciosa, calculada. Cada linha reta, cada ângulo, cada textura foi escolhida para dizer, sem palavras: “Aqui mora alguém que não falha”. O hall de entrada era agraciado com piso de mármore italiano negro, brilhante como um espelho. Nas paredes, painéis de nogueira polida, discretamente iluminados por spots de luz indireta, criando uma atmosfera que é, ao mesmo tempo, acolhedora e fria — como o próprio hóspede.
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  À direita, continha a sala principal, janelas do chão ao teto da fachada principal revelam uma vista panorâmica do Hyde Park. No inverno passado, as copas desnudas das árvores se tornaram quase uma extensão da própria solidão de %Charles%. O sofá de couro italiano, em tom grafite, contrastava com uma mesa de centro de mármore branco rajado de cinza. Nenhum objeto pessoal. Nada fora do lugar. Apenas uma única peça de arte: uma escultura abstrata de aço retorcido — perfeitamente posicionada, perfeitamente vazia. 
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  O escritório era o verdadeiro coração da suíte.
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  Seu lugar de silêncio e reflexão, que utilizava para trabalhar quando tirava o dia para home-office. A mesa de carvalho escuro, minimalista, devidamente posicionada em frente à janela, com visão direta do parque. Uma tela dupla de computador e pastas organizadas geometricamente ao lado do teclado, uma bandeja de cristal com garrafa de whisky escocês e dois copos — os quais nunca foram utilizados.
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  — Como posso dizer, lar doce lar?! — sussurrou para si, enquanto a última frase de impacto de %Maggie% martelava em sua mente.
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  Principalmente quanto tudo o que resta, é o que nos machuca.
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  Seus olhos percorreram o quarto.
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  E, em meio a todo glamour do ambiente requintado digno dos palacetes reais, um pequeno e singelo objeto o atraiu. Sobre a mesa de cabeceira, o discreto porta-retratos continha uma foto antiga que sempre carregava consigo em suas viagens de negócios. %Margareth%, jovem, sorrindo, enquanto segurava %Evelyn%, ainda criança, nos braços. A moldura de prata e gasta nas bordas, demonstrava ser o único objeto em todo aquele império de perfeição que carregava sinais do tempo.
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  Ele a tinha como seu tesouro escondido.
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  O silêncio havia tomado conta do ambiente, porém, era diferente. 
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  Não era o silêncio confortável do lar, nem o elegante das reuniões com a elite londrina que costumava frequentar. 
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  Era o tipo de silêncio que gritava.
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  %Charles% largou as chaves do carro e o cartão de acesso da suíte sobre o aparador ao lado da porta, o som metálico ecoando mais alto do que deveria. A Londres noturna pulsava abaixo — viva, brilhante e indiferente. Ajeitando as abotoaduras, tirou o paletó e jogou sobre a poltrona de couro, sem a menor cerimônia. O relógio de pulso foi o próximo, depositado com um descuido raro, quase como se o tempo, naquele momento, não tivesse mais importância. Talvez pelo fato que desejar ter congelado a cena de %Maggie% rindo com naturalidade em uma fração de instantes no jantar.
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  Caminhou até a prateleira de bebidas. 
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  Serviu-se de mais vinho, um Chateau Duvalier 1947 que tinha ganhado de presente de um cliente investidor de imóveis. Observou o líquido âmbar por alguns segundos, enquanto rodava a taça com delicadeza, como se dentro daquele copo houvesse alguma resposta.
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  Mas não havia.
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  Após alguns goles, apoiou-se na bancada de mármore que compunha a parte da adega privativa da suíte, cabeça baixa, os ombros rígidos e um nó na garganta. Respirou fundo — aquele tipo de respiração que vinha antes de um colapso ou de um disfarce. Minutos de reflexão que mais pareciam um choro silencioso, com a resistente ausência das lágrimas, porém a mesma ardência de como se estivessem presentes. Então elevou subitamente o rosto, voltando a atenção para a cidade do lado de fora, e pela primeira vez em muito tempo, percebeu o quanto tudo parecia... 
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  Vazio.
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  — Brilhante, não é, %Charles%? — murmurou para si mesmo, amargo. — Tão brilhante quanto inútil seu pedido de divórcio.
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  Levou a taça aos lábios, mas parou no meio do caminho. A mão tremeu. Não de fraqueza — de raiva. 
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  De frustração. 
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  De impotência.
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  Raiva de si. 
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  Por não ter conseguido deixar seu orgulho de lado reconhecendo os muitos erros que cometeu em mais de dezoito anos de relacionamento. Por ter sido engolido pela própria obsessão em construir algo e, no processo, destruir o que realmente importava. 
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  Sua família.
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  Apoiou o copo na bancada com força, o som seco preenchendo o vazio da sala. Passando a mão pelo rosto, fechou os olhos, e por trás das pálpebras apertadas, flashes do que um dia foram momentos felizes surgiram sem controle: o sorriso de %Margareth% quando ainda era só amor; o cheiro do café nas manhãs de sábado em que era raro a sua presença; o som da risada de %Evelyn% quando era pequena — risada que agora se tornava cada vez mais escassa. Não havia rota de fuga para ele, nenhuma reunião com clientes em potencial, não havia contrato, não havia um julgamento o esperando para ser vencido.
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  Só ele.
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  Ele e o eco das escolhas que fez.
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  Abriu os olhos, encarando seu próprio reflexo no vidro da janela. Por um segundo, não reconheceu aquele homem que havia escolhido a solidão proporcionada pelo vício no trabalho, ao invés do aconchego nos braços de sua família.
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  — Agradeça ao seu orgulho — sussurrou com um sorriso quebrado, quase um deboche amargo para si próprio.
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  As lágrimas não caíram, mas persistiam continuar no canto dos olhos ardendo juntamente com a culpa por magoar a mulher que tanto amava. 
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  Seu recomeço era exatamente assim.
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  Silencioso. Frio. Amargo.
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  Na manhã seguinte. 

  %Maggie% acordou cedo, e após preparar o café da manhã, dirigiu-se para o escritório improvisado que montou no terraço da cobertura, uma xícara de cappuccino na mão e o olhar atento nos papeis à sua frente. Seguia reorganizando e conferindo um a um os contratos com os fornecedores da reforma da galeria, um investimento de alto risco iniciado pela irmã, que acabou por ter seu toque de realidade e prudência para finalmente se concretizar. Trabalhar era o jeito dela de não encarar as próprias dores e afastar seus medos. 
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  — Bom dia, mãe! — disse %Evie% ao se aproximar da mesa e bisbilhotar o que ela fazia.
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  — Bom dia, Pandinha! — murmurou elevando o olhar para a filha. — Dormiu bem em nossa primeira noite?
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  — Relativamente, sim. — Suspirou fraco. — Meu corpo sentiu a diferença do colchão.
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  — Compreensível. — Uma risada rápida. — Quer que eu te leve no primeiro dia de aula em sociedade?
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  Um tom descontraído de brincadeira.
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  — Não precisa, já estudei todas as rotas para chegar lá. — Um sorriso grato, enquanto ajeitava a mochila nas costas. — Vou sair mais cedo, pois quero passar em uma livraria antes.
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  — Tenha um bom dia — desejou %Maggie%.
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  %Evie% se permitiu animar um pouco e deixar de lado o pessimismo que tentou lhe consumir durante a mudança. Ela sabia que não seria fácil adaptar-se a um novo ambiente, uma nova realidade de convivência, e teria que vencer seu lado introspectivo para finalmente ter amigos de sua faixa etária, e não apenas as senhoras bibliotecárias.
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  — É tão difícil para mamãe entender que este é o meu mundo? — sussurrou ela ao parar em frente à discreta, porém acolhedora, fachada da livraria Casa del Libro.
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  O sino antigo na porta tilintou assim que abriu. Espalhando seu som metálico e delicado pela manhã cinzenta.
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  Assim que cruzou a soleira da livraria, %Evie% sentiu que havia atravessado um portal mágico para um universo do qual não queria sair. A livraria parecia suspensa no tempo — um relicário de séculos guardado entre paredes de pedra desgastada e vigas de carvalho escurecidas, onde o cheiro de madeira antiga se misturava ao perfume agridoce de páginas amareladas.
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  — Acho que devo um agradecimento à senhora Smith por sua indicação — murmurou mantendo o tom baixo, sentiu os olhos brilharem.
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  A luz morna das lanternas de ferro forjado penduradas na parede desenhava sombras macias sobre os livros, que se empilhavam como torres desordenadas de sonhos. A lareira no fundo crepitava discretamente, aquecendo não só o ambiente, mas também a alma de quem se aventurava ali. Em frente, poltronas individuais que permitiam os singelos clientes desfrutarem de leituras serenas que os transportavam para as páginas dos livros, ao som do fundo sonoro, uma sinfonia clássica medieval que rescindia pelo espaço. Ao chão, os tapetes persas envelhecidos que amorteciam os passos. 
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  Nos mínimos detalhes…
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  Cada canto parecia guardar um sussurro, um segredo, uma história esperando por olhos curiosos. %Evie% deslizou os dedos por uma lombada de couro gasto, sentindo sob a ponta a textura viva do tempo. Sorriu, pequeno, para si mesma. 
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  Ali, ela se sentia segura. 
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  Invisível, no melhor dos sentidos.
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  Instantes de contemplação e seus olhos alcançaram um livro de capa dourada de veludo com bordas pretas nas laterais, se tratava da estante de edições raras. Seu corpo se locomoveu inconscientemente até o local, com uma ponta de curiosidade para saber qual aventura continha em suas páginas, ela esticou a mão para alcançá-lo. Contudo, sua estatura a traiu sutilmente, mostrando que o objeto que brilhava aos seus olhos poderia ser inacessível.
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  — Eu pego para você! — Uma voz grossa e roupa surgiu atrás dela, assustando-a de leve.
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  Tudo aconteceu de forma tão rápida quanto inevitável.
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  Em sua reação ao inesperado, o corpo de %Evie% se desequilibrou, sendo amparado pela mão quente e firme do rapaz, que a puxou para perto a ponto de aproximar o suficiente seus corpos para sentirem um a respiração um do outro. Os olhos assustados da garota eram rebatidos pelo olhar gentil dele, que deixou um discreto sorriso surgir no canto do rosto, a fim de tranquilizá-la.
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  — Te peguei — disse ele.
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  — Me desculpe. — Sua voz quase falhou ao sentir seu corpo arrepiar pelo calor da mão dele.
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  — Tudo bem, acidentes acontecem, mas felizmente conseguimos impedir um. — O rapaz se afastou um pouco, porém, inconscientemente, manteve a mão nas costas dela. — Você está bem?
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  — Sim, eu acho. — Agora soou como um sussurro.
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  O livro desejado por ela escapou das mãos dele e tombou no tapete, abrindo-se como se também, de algum modo, participasse daquele acidente. Sua distração devia-se ao sorriso singelo e angelical da jovem, que o hipnotizou por um curto espaço de tempo.
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  — Parece que também estou desastrado hoje... — brincou ele, um olhar tão sereno que transmitiu uma calma desconcertante.
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  %Evie% tentou não se maravilhar com os olhos azul-cinza dele, frios na superfície, mas com alguma coisa… uma profundidade não nomeável pulsando ali no fundo que, por um segundo, a deixou sem reação. Como se o mundo inteiro — a lareira, os livros, as vozes distantes dos outros clientes — tivesse ficado suspenso no mesmo silêncio que cabia entre um suspiro e uma palavra não dita.
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  — Acho que meu lado desastrado está contagioso hoje — comentou num tom baixo, soando de forma espontânea, algo que jamais imaginou fazer diante de um estranho.
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  O que a fez arrancar risadas descontraídas por parte dele.
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  Sendo devolvido por um sorriso tímido por parte dela.
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  — Bennett! — A voz do dono da livraria roubou-lhes a atenção, quebrando a atmosfera de curiosidade e profundidade criada em torno deles. — Ainda faltam caixas no depósito!
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  — Já estou indo! — gritou o rapaz de volta, num tom ponderado para não assustar %Evie% e manter a cordialidade, então, apenas naquele momento percebeu que sua mão ainda se mantinha tocando o corpo da jovem.
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  Em um movimento rápido, porém, não deixando a suavidade de lado, deslizou-a até que finalmente completou o distanciamento. Abaixando, pegou o livro e ao se levantar, esticou para ela.
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  — Era este que queria, estou certo? — indagou.
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  — Sim. — Seu suspiro foi discreto, tentava controlar as batidas aceleradas que a mergulhava em um caos interno. — Obrigada.
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  — Tenha uma boa leitura — desejou o rapaz. — E se precisar de outro livro…
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  — Pedirei sua ajuda. — Assentiu, deixando reluzir um brilho incomum no olhar.
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  O canto da boca dele ameaçou um sorriso, mas não se entregou por completo. 
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  E então, como se aquele instante tivesse durado tempo demais, ele desviou o olhar sem dizer mais nada, seguindo em direção à porta de acesso dos fundos, restrita apenas aos funcionários, deixando no ar aquele rastro invisível e inquietante de quando dois mundos se colidem e não sabem ainda o que fazer com isso. %Evie% permaneceu por mais alguns minutos em modo estático, respirando fundo, tentando entender o porquê, de repente, o som da própria respiração parecia tão alto, competindo com as batidas do seu coração no volume.
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  Nunca imaginou que o seu jeito meio desajeitado pudesse lhe proporcionar um momento como aquele.
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  Uma memória a se guardar.
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  — Me daria licença, por favor? — A voz de uma cliente a despertou de seus devaneios.
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  — Oh, sim. — %Evie% afastou-se rapidamente, então caminhou até o caixa.
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  Não se permitiria sair daquele lugar deixando o livro para trás. Não apenas por sua capa chamativa, e a possibilidades de uma leitura fascinante, mas também por ter sido parte de algo que ainda não sabia classificar. Mas que sentia o coração aquecido por tê-lo vivenciado.
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  Voltamos ao primeiro dia na King’s College London.
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  O campus parecia saído de um filme. 
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  Sendo a terceira universidade mais antiga da Inglaterra, conhecida por sua arquitetura clássica, corredores de pedra clara e janelas imensas. Seus estudantes iam e vinham como se fizessem parte de uma coreografia secreta que só eles conheciam. O notório sotaque britânico era o destaque das conversas que se misturavam aos passos apressados, às risadas e ao som distante de um violinista de rua tocando na entrada. A jovem inexperiente cruzou os portões com o coração disparando. 
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  A primeira aula seria no ateliê de Expressão Gráfica.
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  O cheiro de papel, tinta e madeira invadiu os sentidos de %Evie% assim que ela cruzou a porta de entrada. Um espaço que parecia mais um refúgio criativo do que uma sala convencional de aula, como de fato era a intenção dos professores responsáveis. Para eles, um lugar inspirador era a chave de sucesso para motivar os alunos e se arriscarem em seus talentos. Os olhos da jovem percorreram os painéis lotados de croquis, as mesas gastas de carvalho, as prateleiras abarrotadas de materiais.
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  E tudo ao seu redor parecia pulsar vida, criatividade e história.
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  O espaço exalava poesia, fazendo-a se sentir parte de uma ilustração em movimento. A professora, senhora Heiden, uma mulher alta, magra, de cabelos brancos sempre presos em um coque e óculos pendendo na ponta do nariz, escreveu algo no quadro e então virou-se para os alunos que iam se acomodando pelas banquetas ao redor.
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  — Bem-vindos, alunos, à disciplina de Expressão Gráfica I. Aqui vão aprender que desenhar não é apenas sobre um pingo de tinta derramado em um papel, mas sobre comunicar através dos seus traços. Onde os pensamentos se tornam um ponto, um ponto se torna uma linha. Ideia vira traço. E falhas se tornam parte do processo. — Uma leve gargalhada para descontrair e repelir a tensão deles, então ajeitou os óculos. — E para inspirar o lado competitivo de vocês, os alunos que obtiverem o melhor progresso em minha aula, receberão o destaque no final do ciclo e a oportunidade de expor seus trabalhos em uma galeria de arte profissional.
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  O som de murmúrios tomou o espaço.
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  Alguns de motivação e outros de reclamação. Para %Evie%, expor seus desenhos em uma galeria não seria algo tão atraente ao ponto de entrar no jogo da professora. Sua família era dona de uma. Contudo, assim como a mãe, ela era adepta da meritocracia, e daria seu melhor para ser uma boa aluna e desenvolver suas habilidades com dedicação, sem ambicionar algo em troca como ser o destaque do curso.
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  Era o início de sua vida acadêmica.
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Primeira vez que o amor bateu de frente comigo
Antes era só um amigo
Agora mudou tudo de vez.
- Olha o Que o Amor Me Faz / Sandy & Junior

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Lelen

Ai, esses dois adultos agindo como adolescentes orgulhosos, mas vejam só. Vontade de dar uns tapões nos dois, viu?
Em teoria, por enquanto, pelo menos uma pessoa precisava ter uma experiência feliz nessa nova etapa da vida, né? kkkkkkrying
Eu super seria como a Evie, morando na livraria (principalmente agora que tem outra motivação, né? HAHAHAHAH)

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