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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Ready to run

Escrita porLiv
Revisada por Lelen

🛈

Capítulo 2 • uma pintura para você

Tempo estimado de leitura: 22 minutos

  Seo %Minho% encarou o céu pela janela e levantou da cama disposto, torcendo para que o início da semana fosse tão incrível quanto desejava. Ao chegar em casa após a queima de fogos, o garoto sentia como se estivesse nas nuvens, e por mais que não quisesse confessar, parte disso era por causa do seu mais novo amigo, %Kim% %Namjoon%, que lhe fez companhia tanto lá na praça quanto na volta — e claro, Vivian estava junto.
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  %Minho% sempre teve um círculo pequeno de amigos próximos, por mais que não tivesse problemas em ser comunicativo com o restante da sua turma; contando com ele, o seu grupo tinha cinco integrantes, e desde que se entendiam por gente eles estavam juntos, então, com a mudança, Seo achava que só conseguiria fazer amigos quando as aulas começassem, apesar de não querer que ninguém tomasse o lugar deles. Quando conversou com seu pai sobre isso, o mais velho disse que ninguém tomaria o lugar de ninguém, e que se %Minho% quisesse e permitisse, todos teriam o seu lugar especial no coração do menino, e isso fez com que Seo percebesse que estava tudo bem se abrir e fazer novas amizades. Portanto, ao ser apresentado para %Namjoon%, %Minho% se sentiu confortável com o pensamento de ter um novo amigo, mesmo que tentasse ignorar a sensação estranha que %Kim% lhe causava. O seu último relacionamento acabou de maneira abrupta e que partiu o seu coração, e o menino se perguntava se era certo tentar entender a tal sensação que o seu mais novo amigo causava, no entanto, antes que pudesse se perder nesses pensamentos, seu pai o chamou do pé da escada:
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  — %Min%, você tem visita!
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  %Minho% respondeu que já ia, mas estava extremamente confuso com a visita repentina. Era o seu segundo dia em Los Angeles e as únicas pessoas com quem tinha um certo contato eram Vivian e %Namjoon%, mas a avó do amigo disse que eles tinham planos para hoje, o que fez a sua curiosidade crescer ainda mais. Ele deu uma última olhada no espelho e sorriu, percebendo que sua feição estava melhor do que ontem, mais... alegre.
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  — Quem é? — questionou ao seu pai assim que começou a descer as escadas.
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  — Acho melhor você ver com os seus próprios olhos, filho. — O mais velho sorriu, desviando o olhar para a visita.
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  — Aish, pra que tanto suspense... — %Min% chegou no fim da escada e logo encarou a porta aberta, sem acreditar na visão à sua frente. — Mimi?
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  — My love!
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  %Minho% recebeu a garota de braços abertos, que não demorou para pular em si, visivelmente feliz por poder vê-lo. Mia O’Brien era a irmã mais velha de Kayla — sua melhor amiga que morava em Seul —, que decidiu morar com sua mãe em Los Angeles enquanto o seu pai e irmã moravam na Coreia do Sul. Por mais que tenha ficado mais tempo em LA, Mia sempre visitava a família e o amigo nas suas férias assim como Seo fazia, e eles viviam grudados sempre que se viam — o que fazia as pessoas pensarem que ambos engatariam em um relacionamento quando crescessem. Vê-la depois de tanto tempo o fazia ficar animado, e finalmente poderia matar as saudades da amiga, no entanto, uma outra pessoa surgiu na porta, parecendo se divertir com a cena.
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  — %Namjoon%?! — %Minho% ainda estava nos braços de Mia ao perceber quem era a segunda visita, e a aparição do outro o deixou um tanto surpreso, algo que não passou despercebido por O’Brien.
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  — Bom dia, %Mio%. — Ele tentou conter a risada por causa da situação. — Quando essa aí disse que um amigo viria pra vizinhança, não imaginava que era você.
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  — Vocês se conhecem? — Seo olhou pros dois com uma interrogação estampada em seu rosto, completamente perdido.
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  — Infelizmente. — Mia rolou os olhos, apertando as bochechas do garoto. — Esse aí é o meu melhor amigo que às vezes lembra que eu existo e vem me visitar... que nem você.
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  — Tudo bem, me desculpa! — %Min% não aguentava mais sentir as suas bochechas serem puxadas de um lado para o outro.
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  — Bom, viemos aqui te chamar para irmos à praia! Tio, o %Minho% pode ir com a gente? Tia Vivian está no quiosque de sempre.
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  — A escolha é dele, pequena Mia. — Donghae riu.
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  — Aposto que você vai gostar, %Mio%. — %Namjoon% estava encostado na porta com uma feição tranquila.
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  — Vou só me trocar — avisou ao subir as escadas correndo, retornando em menos de cinco minutos. — Até mais tarde, pai!
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  — Cuidado, crianças. Não se esqueçam de passar o protetor!
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  Os três se despediram do homem e começaram a andar em direção ao mar, que ficava cerca de quinze minutos da vizinhança que moravam. Durante o trajeto, O’Brien segurou a mão dos dois, fazendo eles correrem até avistarem a praia, e não é preciso dizer que o trio pisou na areia ofegante, já que nenhum deles fazia parte do clube de atletismo e preferiam pintar do que se exercitar.
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  — Olha, vamos curtir bastante! As aulas voltam semana que vem, e eu quero criar várias memórias com os meus melhores amigos!
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  — Você diz isso, mas marcou um encontro com a Amy aqui e... ai, ai! Larga a minha orelha, sua doida! — %Minho% caiu na gargalhada ao ver a cara de %Namjoon% enquanto estendia as toalhas que Mia havia levado.
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  — Para de estragar as minhas novidades, eu que tenho que contar pro meu amor, tá? — A garota bufou e foi ajudar Seo a arrumar as coisas.
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  — Tá, e quem é Amy? — %Min% olhou sugestivo pra amiga, que logo ficou com as bochechas coradas.
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  — A gente estuda na mesma sala desde o ano passado, e começamos a sair tem um mês. Demos nosso primeiro beijo no último encontro. — Mia parecia estar toda apaixonada, e %Minho% ficava feliz pela amiga. — Bom, quando ela chegar eu apresento vocês! Agora vamos aproveitar esse mar!
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  — É, ela largou a gente mesmo.
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  %Minho% suspirou ao ver a amiga mais afastada, brincando na água com Amy, que chegou um pouco depois deles. Os quatro conversaram por um tempinho até as meninas decidirem ir mergulhar, e desde então, havia se passado uma hora que %Min% e %Joon% estavam na companhia um do outro, jogando conversa fora. Seo adorava o mar e possuía várias memórias boas com ele de fundo, tanto com seus pais, sua avó e os seus amigos de Seul, talvez fosse por isso que acabou se perdendo nos seus pensamentos e foi embalado por uma brisa um tanto melancólica; ele sentia falta desses momentos, sentia falta de estar no seu mundinho onde tudo era maravilhoso e todos se protegiam. Mas, quando a paz foi interrompida, %Minho% se viu em uma situação em que queria correr. Correr para o mais longe que conseguisse, até suas pernas não aguentarem mais. %Minho% queria correr, e correu.
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  Só que ele não estava pronto para isso, e talvez fosse essa a razão pela qual o seu interior se remexia por completo com o pensamento de estar dando início a algo novo.
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  — Aqui, pra você. — %Namjoon% lhe entregou uma casquinha de sorvete de chocolate, trazendo o garoto para a realidade.
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  — Ah, obrigado. — Seo sorriu sem graça.
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  — É o segundo dia que nos conhecemos, e você parece estar sempre em outro mundo.
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  — Desculpa.
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  — Pelo quê? — %Joon% encarou o mar e fechou os olhos, sorrindo. — Acho que faz parte do seu charme, mas não sei o motivo que faz você parecer estar tão triste.
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  O menino ficou quieto, apenas saboreando o seu sorvete que já estava a derreter. Ele não queria se abrir com %Kim% ou com Mia, principalmente por acreditar que era melhor deixar o passado para trás, no entanto, mesmo em dois dias, %Minho% se sentia à vontade com o garoto, e isso causava um certo medo em si.
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  — Eu sei que tenho um charme — comentou um tanto convencido, ignorando a última parte da fala do outro.
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  — É, deu pra notar.
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  %Minho% se viu preso na cena à sua frente, especialmente nos olhos do rapaz; %Namjoon% parecia uma pintura, e %Min% queria muito memorizar todos os detalhes para que pudesse gravá-los em uma tela, desde o cabelo molhado e bagunçado do garoto até os seus pés que estavam cobertos de areia, com o mar de fundo.
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  O sol ia se pondo bem lentamente, entregando uma paisagem tão linda que transformava tudo em algo mágico, e Seo, embalado por todo o cenário, levou a sua mão para a testa do amigo, afastando o cabelo dele que insistia em ficar na altura dos seus olhos. Os dois não disseram nada, apenas ficaram admirando um ao outro em silêncio, como se quisessem manter esse momento somente para eles. %Minho% desceu os seus dedos para a bochecha de %Kim%, dedilhando a sua pele calmamente, reparando em todos os mínimos detalhes do rosto do menino, e quando %Namjoon% colocou a sua própria mão sobre a dele, %Min% voltou à realidade, contudo, permaneceu da mesma forma, tentando entender o que estava sentindo.
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  — Sua mão é macia — %Joon% comentou sem quebrar o contato visual. — Mas ainda dá pra sentir os calos por causa dos pincéis.
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  — Ei, não tem calo nenhum, olha! — %Minho% não percebeu, mas havia chegado perto o suficiente de %Namjoon% para provar o seu ponto.
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  — É, talvez você esteja certo. — Só agora %Min% reparou o quão perto eles estavam. Perigosamente perto.
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  — Ei, %Namjoon%! Pare de estressar o meu amor!
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  Seo suspirou aliviado ao ver Mia e Amy vindo na direção dos dois, sendo salvo a tempo. Sua cabeça estava confusa em relação a tudo, então o garoto precisava pensar no que aconteceu no último mês e nesses dois dias, e para isso, tinha que voltar para casa, e felizmente a avó de %Joon% também chegou, pronta para acompanhar todos os adolescentes.
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  — A vida não é fácil.
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  %Minho% suspirou pela milésima vez, soltando o pincel em algum canto da sua escrivaninha. A sua mais nova obra estava perfeita, mas havia algo que o estava incomodando, e ele não fazia a mínima do que podia ser. Dois dias se passaram desde a ida à praia, e desde então, ele trocava apenas mensagens com Mia, Amy — ele e a garota se deram bem logo de cara — e %Namjoon%, mas com esse, o contato era um pouco mais devagar. %Min% ainda se via preso em um labirinto de sentimentos, em uma montanha-russa que parecia que tinha ficado empacada na subida, e o jovem não sabia muito bem como agir.
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  — Gostaria de compartilhar o motivo da vida não ser fácil?
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  Seu pai apareceu na porta do seu quarto trajado com o seu avental, o que anunciava que a janta ainda não estava pronta. %Min% se sentou na cama, aguardando que o mais velho se juntasse a si, no entanto, Donghae continuou em pé, observando a mais nova arte do seu filho.
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  — Você tem ignorado o seu amigo por dois dias, mas fez uma pintura dele. — O homem riu, vendo que %Minho% ficou com as bochechas coradas.
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  — Como você sabe?
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  — Você tem suspirado a cada meia hora quando estamos juntos ao olhar o celular, e toda vez que Mia e %Namjoon% vem bater na porta, você finge estar dormindo ou se tranca no banheiro. Sabe quantas vezes eu tive que dizer que você não estava se sentindo bem nesses últimos dias?
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  — Desculpa. — O mais novo colocou um travesseiro no rosto, querendo se esconder.
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  — Não é pra mim que você deveria pedir desculpas. E sinceramente, não precisa, se não quiser. Mas que tal tentar ser mais honesto com os seus amigos, e principalmente, com você mesmo?
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  — Pai, você sempre soube que a mamãe era o amor da sua vida? — A pergunta repentina não pegou o mais velho de surpresa, mas fez com que ele entendesse melhor a situação do filho.
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  — Eu tive certeza quando ela quase quebrou a mesinha de centro da casa do seu avô. — Donghae sorriu. — Tínhamos combinado de vir pra cá nas nossas férias juntamente da sua avó, mas minha família era contra, então, como uma pessoa normal faria, Rin simplesmente disse que se tentassem impedir, ela quebraria a casa inteira, começando pela mesa de centro que era passada de geração em geração. Nunca vi os meus avós e o meu pai com tanto medo de alguém. — Ele caiu na gargalhada, lembrando do acontecimento como se tivesse ocorrido ontem. — Nós não éramos casados e nem tínhamos o apoio da minha família, apenas da sua vó, e se antes eu já sabia que queria casar com Rin, depois disso, eu tive a comprovação de que ela seria a mulher da minha vida.
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  — Quando a mamãe queria, ela movia montanhas. — %Minho% sentiu o seu coração ficar quentinho com a história sobre Rin. — Você era o amor da vida dela?
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  — Movia mesmo, e sobre a sua pergunta: eu era um dos seus amores. — Donghae se sentou ao lado do filho. — Rin nunca gostou muito de como romantizam essa ideia de somente uma única pessoa ser o amor da sua vida, já que, para ela, uma mulher é livre apesar da nossa sociedade, a vida é muito curta para nos prendermos a um só amor e depositarmos isso só no âmbito romântico. Antes dela me conhecer, o seu amor era voltado à arte, e depois, ela o dividiu comigo; quando você estava na barriga dela, você também era o amor da vida dela; as melhores amigas dela também eram os seus amores, do mesmo modo que o quadro e o prato favorito da sua mãe possuíam um espaço especial em seu coração. Portanto, Rin acreditava que o amor da sua vida não precisava de fato ser uma pessoa, mas podia ser algo que você sempre amou e adorou.
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  — Oh, então ela era o seu próprio amor?
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  — Com toda a certeza. Sua mãe se amava demais, sendo sempre confiante e decidida. — Donghae ajeitou os óculos que insistiam em deslizar pelo seu nariz. — Bom, seu pai aqui não quer mais alugar o seu tempo, mas se meus achismos estiverem certos, alguém está com o coração confuso, não é mesmo? — A reação surpresa de %Min% foi a confirmação da sua pergunta. — Você é novo, querido. E terá diversas situações que se encontrará assim: confuso e perdido. Não é porque você terminou um relacionamento que não pode dar início a outro.
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  — Não parece justo... — Suspirou.
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  — %Minho%, não é errado outra pessoa ocupar um espaço em seu coração, seja uma amizade ou um namoro. As pessoas vêm e vão, e não é porque você não está mais junto de alguém que esse alguém perdeu a importância pra você, certo? Essa pessoa continuará no seu coração, mas ocupando um outro espaço, não acha? Você não precisa se forçar a tentar algo novo para esquecer o passado, mas não deixe de aproveitar as novidades por medo. Aposto que, assim como eu, ele gostaria de te ver feliz. E quem sabe ele também não está se sentindo desse mesmo jeito após ter conhecido alguém que possa ser um dos amores da vida dele? Bom, o timer está tocando, preciso ver como está a janta!
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  O garoto se jogou na cama raciocinando o que o pai havia acabado de dizer, e mais uma vez, ele se sentia grato por ter nascido em uma família tão compreensiva e amável. Essa conversa o fez se sentir mais leve e a culpa foi se esvaindo, de forma que ele tomou coragem para mandar uma mensagem para seu ex, perguntando como tudo estava. O último mês havia sido cheio de mudanças bruscas e uma correria sem fim, onde %Min% se viu completamente perdido e com saudades de tudo, por mais que soubesse que precisava de uma mudança.
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  “Oi, %Minho%!
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  Espero que tenha chegado bem em Los Angeles. A vida aqui por Seul continua a mesma, por mais que não seja totalmente a mesma sem você por aqui. As férias estão quase acabando, e em breve você vai iniciar o seu primeiro ano, né? Posso adiantar que não é nem um pouco fácil, Matteo insiste que eu passe as respostas pra ele hahaha
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  Nós quatro sentimos a sua falta, e temos mais uma integrante no nosso grupo! O nome dela é Leylin, e nos conhecemos no mirante. Nunca imaginei que alguém fosse ao mesmo lugar que eu!
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  Então... sei que tudo aconteceu muito rápido, e espero que você não se sinta culpado por algo que não foi sua culpa. Espero que a sua arte toque o coração das pessoas como tocou o meu, e que o meu melhor amigo possa ser feliz sem medo.
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  Eu também quero ser feliz e guardar todas as memórias que compartilhamos juntos!
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  Ah, e nada de ficar chorando porque terminamos! Já tivemos tempo o suficiente para chorar, né? Eu chorei bastante hahaha
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  Seja feliz, %Minho%!”
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  Apesar do último mês ter sido uma loucura, o término havia sido um pouco antes dos demais iniciarem a vida no ensino médio lá em Seul, e %Minho% ainda se martirizava por tudo o que tinha acontecido até agora. Por conta da mudança que estava programada para início de agosto, %Min% e seu pai foram morar com seu avô por meados de maio, e como a cidade do homem era bem longe, ele não conseguiria manter contato direto com os amigos, o fazendo remoer muito mais todos os acontecimentos e os seus sentimentos. Para piorar, a cobrança do seu avô para que %Minho% não seguisse os passos de sua mãe e avó era sufocante, o que o fazia ignorar tudo a sua volta e se concentrar em apenas sair dali; com a mudança feita e a aparição de %Namjoon% em sua vida, tudo relacionado a Scoups veio à tona, o deixando em um labirinto extremamente confuso. Agora, depois de ler essa mensagem, %Min% se sentiu extremamente aliviado, percebendo que estava tudo bem em seguir em frente e que ele não precisava ficar preso ao passado dessa forma.
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  Decidido, Seo %Minho% se levantou da cama e limpou as lágrimas, pegando a tela que mal teve tempo de secar e correu para fora da casa, indo imediatamente para a da sua vizinha, que o atendeu com um sorriso no rosto:
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  — Ao que devo a honra? — Vivian estava com uma touca no cabelo e uma máscara no rosto, e %Min% se sentiu um pouco culpado por ter atrapalhado a mulher.
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  — Queria saber se o %Namjoon% está. — Coçou a nuca, um tanto sem jeito.
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  — Ele foi pra praça tem um tempinho, querido. Poderia fazer o favor de trazer ele de volta?
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  — Claro! — respondeu prontamente e saiu correndo em direção ao local, sem ao menos esperar uma resposta da sua vizinha.
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  — Ah, a juventude! — Vivian suspirou, observando o garoto correr pela rua. — Parece que a magia do verão ainda não acabou para alguns, não é mesmo?
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  %Minho% encontrou %Namjoon% concentrado na sua pintura, e ficou um tempinho ali, observando a forma como o menino conduzia o pincel. Era tão legal ver o modo como cada pessoa pintava, as técnicas usadas, as escolhas das cores, que Seo poderia ficar a noite inteira assistindo o amigo fazer a sua arte. Mas, como tinha um propósito, ele respirou fundo, chamando o outro em seguida:
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  — %Joon%! — %Kim% o olhou por cima do ombro, dando um sorriso ao ver quem era.
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  — Ao que devo a honra, %Mio%? — Se virou para o garoto assim que colocou o pincel no cavalete.
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  — Você falou que nem a sua avó. — Riu.
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  — Ela basicamente me criou, aí acabei pegando algumas falas dela. — %Namjoon% esticou a mão na direção de %Minho%, fazendo um sinal para que ele se aproximasse.
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  — Então... eu fiz. Pra você.
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  %Min% entregou a tela incerto se o amigo iria gostar, e o fato de %Joon% ter ficado em silêncio por um minuto inteiro fez com que o menino ficasse ainda mais nervoso.
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  — Queria pedir desculpas por ter te ignorado nesses dois dias. — Olhou para o chão. — Sabe, é que antes de vir pra cá, aconteceram algumas coisas, e ter te conhecido me deixou confuso e... não é culpa sua, tá? É só que...
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  — Obrigado pela pintura, ela é linda!
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  %Kim% interrompeu o garoto e o abraçou apertado, verdadeiramente feliz com o presente. %Minho% ficou sem palavras, e se antes sua cabeça estava cheia, agora ela estava leve, como se todas aquelas preocupações e frases pela metade tivessem ido embora no momento em que se viu nos braços do outro. Um abraço quentinho e acolhedor, sob o céu estrelado e com a companhia de uma brisa fresquinha que embalava os dois em um cenário tão lindo e mágico.
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  %Minho% deitou a sua cabeça no ombro do amigo com um pequeno sorriso no rosto, fechando os olhos ao sentir o cheiro de tinta que havia respingado na roupa de %Namjoon%. Ele não se importava de manchar a sua roupa, tampouco ficaria triste se a tinta não saísse ao lavá-la; o que importava mesmo era que, pela primeira vez nos últimos meses, a calmaria após a tempestade havia chegado.
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  N/A: eu amo eles 🥺😭
  A Mia surgiu só nessa fic mesmo, e ela e a Kayla (Can you hold my hand?) são iguaizinhas 😂 talvez ela apareça na fic da irmã, veremos futuramente hehehehe
  A ida à praia foi TUDO. Amo que os casais tão se formando, e os quatro são adoráveis 🥺🥰
  Veio aí um pouco mais sobre o passado do %Minho% e as confusões do seu coração, mas papai Donghae veio para dar um help e mostrar ao filho que estava tudo bem!
  E esse final do capítulo, gente? Eles são muito fofinhos 🥹
  Espero que tenham gostado!
  Até a próxima <3

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Lelen

Papai Donghae é um amorzinho <3
E pera, o Minho e o Scoups só terminaram porque o Minho ia se mudar, é isso?
Amei a história da mãe do Min, MARAVILHOSA AHAHAHAH
Bom, a gente já sabe que vai ter final feliz pros dois, MAS ATÉ CHEGAR OS FINALMENTES? VAI TER PAZ?

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