Capítulo 7
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%Kacey% chegou ao círculo formado próximo à fogueira com os ombros tensos e o coração batendo mais rápido do que deveria para um evento supostamente espiritual. Havia umas doze pessoas ali, entre casais noivos e recém-casados, todos de mãos dadas, sorrindo com um brilho manso nos olhos.
Ela sentia que estava entrando em uma espécie de seita.
%Namjoon% apareceu logo atrás, o cabelo úmido — provavelmente havia jogado água no rosto para parecer mais... devoto. Ou talvez para esfriar a própria pele, o que parecia justo, considerando o que acabara de acontecer entre eles nos fundos do acampamento.
O pastor Eunice — uma mulher baixa, de voz doce e mãos sempre erguidas — pediu que todos se aproximassem.
— Juntem-se, queridos. %Namjoon% e %Kacey%, aqui na frente. O amor jovem precisa ser celebrado e protegido.
%Kacey% sentiu as pernas fraquejarem quando %Namjoon% passou o braço pela cintura dela, conduzindo-a com carinho até o centro do círculo. Estavam todos olhando. Os tios, as tias, a mãe. Até Soyun — com os braços cruzados e a expressão cínica de sempre — observava cada movimento como uma juíza implacável.
— Vamos começar com uma oração para fortalecer os laços. — a pastora disse. — E depois, quero que cada casal declare em voz alta uma promessa de cuidado, entrega e fidelidade. Algo simples. Mas verdadeiro.
%Kacey% lançou um olhar apavorado para %Namjoon%.
— Isso não estava no script. — sussurrou.
— Improviso faz parte da atuação. — ele respondeu, com um sorrisinho de canto. — Confia em mim.
A pastora começou a orar. Palavras como
paciência,
propósito,
construção e
entrega ao Senhor ecoavam entre os presentes. %Kacey% tentava manter os olhos fechados, mas o toque de %Namjoon% era uma distração constante — ele segurava a mão dela com firmeza, mas os dedos acariciavam os dela por baixo. Com lentidão. Intimidade. Familiaridade.
Como se estivesse jurando algo sem dizer palavra alguma.
E então, chegou o momento das promessas.
O primeiro casal prometeu apoio. O segundo, respeito. O terceiro falou sobre “guardar o coração um do outro como se fosse templo”.
%Kacey% já estava suando frio.
A pastora olhou para eles com um sorriso acolhedor.
Ele foi o primeiro a falar.
— Eu prometo ser abrigo quando ela se sentir perdida. E ser chão quando ela precisar de firmeza. — disse com tanta naturalidade que até a fogueira pareceu silenciar. — Prometo ouvir mesmo quando ela não quiser falar, e respeitar mesmo quando discordarmos. E mesmo que não saibamos o que o futuro nos reserva… eu prometo tentar.
%Kacey% não conseguiu esconder a surpresa. Era bonito. Sincero demais. Quente demais.
Agora todos a olhavam, esperando sua promessa. Ela limpou a garganta, tentando organizar os pensamentos. Mas só conseguiu dizer:
— Eu prometo... não bater nele em público. — ouviu algumas risadas. — E também... prometo ser gentil. Mesmo quando estiver impaciente. E lembrar que a gente tá aprendendo. Juntos. Mesmo que tudo seja meio bagunçado às vezes. — olhou diretamente pra ele. — Eu prometo não fugir... enquanto ainda tiver algo que valha a pena ficar.
Um silêncio respeitoso caiu. A pastora sorriu com ternura.
— Amém. — todos repetiram.
Mas o único som que %Kacey% conseguia ouvir era o da própria respiração.
E o único toque que ainda sentia era o dos dedos de %Namjoon% acariciando os seus, como se a promessa dele ainda estivesse acontecendo ali. Em segredo. Dentro dela.
✨✨✨
O quarto estava silencioso, mas os passos dele logo quebraram o momento e %Kacey% subiu os olhos da bíblia para encontrá-lo.
— Você está lendo a bíblia? Isso tava no script?
%Kacey% soltou um risada falsa.
— Muito engraçado você né? Cada dia que passa tenho mais certeza que você é sim um comediante frustrado que só tá fazendo faculdade de engenharia civil porque seu pai te obrigou.
Ele se sentou ao lado dela na cama. O cheiro de banho recém tomado invadiu as narinas dela, e %Kacey% fechou a bíblia e os olhos.
— Tá perto demais %Namjoon%, pode chegar os ombrinhos para lá.
— Eu sou seu namorado %Kacey%, podemos encostar os ombros. — Ele virou o rosto na direção dela.
— Não tem ninguém aqui, %Namjoon%. Só nós dois.
— Só nós dois. — Ele repetiu, sussurrando.
— Só nós dois. — ele repetiu, sussurrando.
Aquela frase, dita daquele jeito, parecia carregar um mundo inteiro. Um lembrete de que ali, entre as quatro paredes da cabana, não existia público. Não existiam cláusulas. Não existiam “ensaios”.
%Kacey% manteve os olhos fechados por mais um segundo, tentando conter o arrepio que o tom da voz dele causou. O cheiro do sabonete ainda fresco misturado com o calor do corpo dele era uma armadilha traiçoeira. E ele ainda nem havia encostado de verdade.
— %Namjoon%, não complica. — ela murmurou, abrindo os olhos lentamente.
— Não tô complicando. Você é quem complica toda vez que eu me aproximo. — ele disse, os olhos fixos nela. — Mas aí, quando eu recuo... você parece decepcionada.
— Isso é coisa da sua cabeça. — respondeu rápido demais.
— É? — ele se inclinou um pouco, os ombros agora de propósito encostados nos dela. — Então por que você não se afasta?
Ela poderia. Poderia empurrá-lo, levantar, reclamar. Mas o corpo não se moveu. O rosto dela virado para frente, mas os olhos sabiam exatamente onde ele estava.
— Porque se eu me mexer, posso te dar um tapa. — ela disse, tentando manter o sarcasmo, mas a voz saiu mais fraca do que queria.
%Namjoon% sorriu de leve. Mas o olhar não era zombeteiro.
Ele estendeu a mão e tocou de leve o queixo dela, virando o rosto dela para ele com delicadeza.
— A gente pode continuar fingindo. Mais um dia. Dois. O resto da semana. — sua voz era baixa, quase rouca. — Mas você precisa parar de fingir que não sente. Porque eu não vou conseguir continuar mentindo pra mim mesmo.
O coração dela martelava dentro do peito.
Ele estava tão perto. Tão honesto.
E por mais que ela tivesse tentado controlar tudo — os gestos, as palavras, até a própria respiração — nada disso servia agora.
orque quando %Namjoon% se aproximou devagar e encostou os lábios nos dela pela segunda vez… ela não teve forças pra recuar.
O beijo foi diferente do primeiro.
Mais firme. Mais seguro. Menos proibido.
Não havia plateia. Nem mãe. Nem primo. Nem Soyun.
Só a vontade represada. A confusão silenciosa. O medo de sentir e o desejo de se render.
As mãos dele seguraram seu rosto com cuidado, como se ela fosse feita de vidro. Mas a boca... a boca era fome.
%Kacey% suspirou contra os lábios dele, sentindo o mundo sumir. Sentindo
ele.
Os dedos dela subiram até a nuca dele. E quando ele aprofundou o beijo, ela correspondeu. Sem hesitar.
Sem contrato. Sem regras.
E então, do nada — como sempre — veio o toque na porta.
— Filhos? — a voz de Eun-ha soou do outro lado da porta. — Estão orando antes de dormir? Posso entrar rapidinho?
%Kacey% arregalou os olhos, afastando-se como se tivesse levado um choque.
— Essa mulher vai me matar de infarto! — ela sussurrou, já arrumando a blusa, os cabelos, e pegando a bíblia caída no chão.
%Namjoon% pegou a bíblia e entregou a ela com um sorrisinho debochado.
— Ora com carinho… e depois a gente termina de
meditar.
Ela bufou, mas não conseguiu esconder o sorriso que escapou nos lábios ainda quentes.
E naquele momento, com o coração disparado e os lábios trêmulos, %Kacey% soube:
não tinha mais volta.
✨✨✨
Ela não conseguia dormir. Estava com o corpo em chamas e o coração não desacelerava por nada. Tudo culpa de %Namjoon%. Ela abriu os olhos e então virou na cama, dando de cara com o rosto dele, já próximo ao dela.
As pontas dos narizes se tocaram, roçaram com gosto uma na outra e logo as mãos grandes de %Namjoon% já estavam pousadas sobre sua cintura, puxando-a para si com certa força.
— %Namjoon%… — Ela pediu, fechando os olhos. — Sem mais ensaios, né? Acho que já estamos bem convincentes.
— Eu discordo, baby. — Os lábios dele roçaram nos dela com delicadeza, mas cheios de intenção. — Acho que ainda precisamos de mais. De mais conexão… de mais toque.
O beijo veio a seguir. Um beijo sem pressa, mas carregado de promessas. Os lábios dele exploraram os dela com firmeza, aprofundando aos poucos, como quem saboreia. As mãos deslizaram por suas costas, pela curva da cintura até alcançar a parte de trás da coxa, puxando-a ainda mais para perto, colando os corpos.
%Kacey% arfou quando sentiu o quadril dele contra o seu, a dureza já evidente do desejo dele pressionando seu ventre.
— A gente vai ser pego. — ela disse entre um beijo e outro, a voz baixa, rouca.
— Só se você não conseguir ficar quieta. — ele respondeu, os lábios descendo para o pescoço dela. — E eu sei que você consegue, %Kacey%. Fica quietinha... deixa eu cuidar de você.
Ela sentiu os dentes dele arranharem levemente sua pele sensível logo abaixo da orelha. Um gemido escapou involuntário, e ele mordeu o lábio dela com um aviso.
— Shh... você vai acordar a senhora %Kim%, e ela vai achar que você tá tendo outra visão espiritual.
%Kacey% riu baixinho, perdida no meio da provocação e do fogo que se espalhava por dentro. As mãos dela buscaram o corpo dele, tocando o peitoral quente e firme sob a camiseta. Subiram pelas costelas, pela garganta, até segurarem o rosto dele com as duas mãos. Ela puxou para mais um beijo — mais faminto dessa vez. Sem delicadeza.
%Namjoon% correspondeu na mesma medida, enquanto suas mãos trabalhavam com facilidade para subir a blusa dela. Quando os dedos tocaram sua pele nua, a reação foi imediata — um arrepio, um suspiro preso na garganta.
Ele a ajudou a se livrar da peça de roupa, sem nunca parar de beijá-la. Os lábios agora exploravam o colo, a curva dos seios por cima do sutiã, até os dedos abrirem o fecho com agilidade. %Kacey% sentiu o ar sumir quando ele sugou um dos mamilos, enquanto a outra mão dele deslizava por sua barriga, com uma calma que a deixava enlouquecida.
— Eu preciso sentir você inteira. — ele sussurrou contra sua pele. — Posso?
Ela apenas assentiu, com o corpo arqueado em resposta.
Os dedos dele desceram lentamente por dentro da calcinha. Primeiro um toque leve, como se mapeasse o caminho. Depois, um dedo firme passando entre seus lábios úmidos, encontrando-a quente, aberta, pronta.
— Você tá tremendo. — ele murmurou, com um sorriso satisfeito. — E ainda nem comecei de verdade.
Os dedos começaram a se mover, deslizando com facilidade entre os lábios, massageando o centro do prazer dela com precisão e lentidão, enquanto os beijos subiam de volta até seus lábios.
Ela agarrou os ombros dele, tentando conter os sons, mas os quadris se moviam por vontade própria, seguindo o ritmo dos dedos dele.
— Quietinha pra mim, baby... — ele provocou, os olhos fixos nos dela.
Ela mordeu o lábio inferior com força, tentando obedecer. Mas quando ele introduziu um dedo — depois dois — e começou a mover em um ritmo lento e torturante, não teve controle. O corpo dela se arqueou, trêmulo, os músculos se contraindo ao redor dele.
Ele não parou até sentir ela perder completamente o ar.
E então a despiu por completo.
Os olhos de %Namjoon% desceram pelo corpo dela com uma reverência silenciosa. Ele parecia absorver cada detalhe — as curvas, a pele arrepiada, os mamilos sensíveis que ele já havia tocado com a boca. Mas agora, sem nenhuma barreira entre eles, havia algo diferente. Mais cru. Mais real.
%Kacey% já arfava antes mesmo dele se mover.
Ele desceu devagar, os lábios tocando novamente seu pescoço, mas agora com mais intensidade. Os beijos passaram pela clavícula, pelo vale entre os seios, descendo até o ventre com um carinho lento que a fazia tremer. A língua traçou um caminho pela lateral de sua barriga, enquanto as mãos seguravam suas coxas, abrindo-as com delicadeza, como quem abre um presente precioso.
— Fica aberta pra mim, %Kacey%... — ele murmurou entre beijos. — Deixa eu te provar.
Ela não teve tempo de responder. A boca dele encontrou o centro do corpo dela, quente, sensível, pulsante. A língua deslizou com firmeza entre seus lábios, lenta no início, provocando, saboreando. Depois, ele sugou com precisão o ponto mais sensível, alternando entre pressão e ritmo, enquanto os dedos mantinham as coxas afastadas.
%Kacey% levou a mão à boca, tentando conter os sons. Mas o prazer era intenso demais.
— %Namjoon%... — gemeu baixinho, os quadris se movendo sob ele, desesperados por mais.
Ele respondeu com um gemido satisfeito contra sua pele, a vibração da voz dele aumentando ainda mais as sensações. A língua explorava cada parte dela, mergulhada entre os gemidos e os suspiros abafados. Quando ela se aproximou do clímax, ele recuou, subindo com os beijos até o pescoço, os seios, e finalmente os lábios dela — deixando que ela sentisse o gosto de si mesma em sua boca.
— Eu precisava sentir você assim. — ele disse, a respiração pesada. — Toda minha.
%Kacey%, ainda ofegante, retribuiu com um beijo urgente. Agora era sua vez.
Virou-o na cama, ficando por cima. Ele a observava com os olhos escuros, famintos. Ela passou os dedos pelo peito suado dele, descendo devagar, sentindo os músculos se contraírem sob o toque. A mão traçou o caminho do abdômen até a linha da calça de moletom que ele ainda vestia.
Com um sorriso no canto dos lábios, ela puxou devagar, desnudando-o por completo.
O corpo dele era tão bonito quanto parecia — forte, definido, mas sem exageros. E agora totalmente vulnerável sob as mãos dela.
Ela inclinou-se para beijar o pescoço dele, depois desceu com a boca pelo peito, até os mamilos, brincando com a língua e os dentes. %Namjoon% arfou, os dedos cravando levemente o lençol. Quando ela desceu ainda mais e o envolveu com a mão, ele gemeu baixo, os quadris se movendo involuntariamente.
— Você disse pra eu ficar quietinha... — ela sussurrou contra a pele dele, a voz rouca de desejo. — Agora é sua vez de tentar não fazer barulho.
%Namjoon% riu baixinho, os olhos fechados, os lábios entreabertos.
Ela envolveu o membro dele com a mão, lenta e firme, e começou a estimular, acompanhando o movimento com beijos molhados pelo baixo ventre, provocando cada vez que se aproximava demais e recuava.
Ele estava completamente entregue. O corpo dele reagia a cada toque, a cada provocação, como se ela tivesse o controle total — e por um momento, ela realmente teve.
Mas então ele a puxou de volta para cima, com as mãos em sua cintura e a boca colando nos lábios dela com uma fome crua.
— Agora. — ele sussurrou, encostando a testa na dela. — Eu preciso estar dentro de você agora.
E quando ele a posicionou sob si novamente, com o corpo já trêmulo de antecipação, a penetração veio intensa, profunda e desesperadamente íntima — como se aquele momento fosse uma fusão de tudo o que reprimiram até ali.
Ele entrou devagar, os olhos presos nos dela, como se quisesse registrar cada reação. O corpo de %Kacey% o recebeu quente, pulsante, apertado — e o gemido contido que escapou dos dois ao mesmo tempo quase encheu o quarto.
%Namjoon% manteve-se parado por um instante, os corpos colados, o coração batendo contra o dela.
— Você me sente? — ele sussurrou, com a voz baixa e rouca. — Assim... inteiro em você?
Ela assentiu com os olhos úmidos, as mãos subindo pelas costas dele, puxando-o ainda mais.
— Me move, %Namjoon%... me mostra que isso não é mentira.
Começou devagar, os quadris se movendo com precisão, mergulhando fundo a cada investida. Os corpos se chocavam com ritmo, pele contra pele, os sons abafados pelos lençois e pelos suspiros roucos entre beijos e toques.
Os braços dele a envolviam com força, como se quisesse proteger e ao mesmo tempo perder o controle. A mão dele segurava sua coxa, a puxando para cima, facilitando a profundidade. Os lábios percorriam sua mandíbula, a curva do pescoço, os seios, alternando entre mordidas leves e beijos molhados.
— Você é tão linda assim... — ele sussurrou, ofegante, colando a testa na dela. — Tão quente... tão minha.
Aquela última palavra fez %Kacey% se contorcer embaixo dele, os quadris se movendo para encontrar os dele com mais força, mais urgência.
Ela subiu as mãos até o cabelo dele, puxando com intensidade enquanto a boca buscava desesperadamente a dele. O beijo foi faminto, molhado, desajeitado de tanta entrega.
%Namjoon% aumentou o ritmo, os quadris agora se chocando com mais intensidade. O som dos corpos se unindo ecoava abafado no quarto. %Kacey% mordeu o ombro dele para não gritar. O prazer crescia de forma contínua, latejante, tomando cada nervo.
— Você vai gozar pra mim, baby? — ele murmurou no ouvido dela, a respiração quente, o tom grave. — Quero sentir... quero ver você se perder inteira comigo.
Ela já estava perto. O corpo trêmulo, o ventre se contraindo. Bastou ele mudar levemente o ângulo, aprofundar mais uma vez, e a mão dele descer entre eles para tocar seu ponto de prazer com os dedos ágeis.
%Kacey% se arqueou contra ele, os lábios se abrindo em um gemido silencioso, os olhos fechando com força. O clímax veio em ondas, intenso, absoluto, arrancando o ar dos pulmões e qualquer pensamento que ainda restava.
%Namjoon% continuou se movendo, agora mais descontrolado, os músculos tensos, o corpo inteiro tomado pelo calor dela. Os gemidos dele ficaram mais baixos, mais brutos, até que enterrou o rosto no pescoço dela e também chegou ao ápice, com um gemido abafado que soou como o nome dela.
Eles ficaram assim por longos segundos, suados, ofegantes, os corpos entrelaçados e os corações batendo no mesmo ritmo.
%Namjoon% saiu devagar de dentro dela, beijando sua boca com delicadeza.
— Foi real. — ele disse, apenas.
%Kacey% não respondeu de imediato. Apenas acariciou o rosto dele com os dedos, os olhos ainda turvos de emoção e exaustão.
E quando ele a puxou para mais perto, abraçando-a contra o peito nu, ela finalmente entendeu:
Aquilo nunca foi só um acordo. Eles estavam perdidos um no outro.
E pela primeira vez... ela não queria ser salva.