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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

O Espaço Criativo não se responsabiliza pelo conteúdo das histórias hospedadas na sessão restrita ou apontadas pelo(a) autor(a) como não próprias para pessoas sensíveis.

Pedro Mania: O Jogo

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

Prólogo

  — Mãe — chamou um menino. Ele tinha cabelos castanhos, e olhos negros. — Pode me contar uma história? — perguntou.
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  Cristiane Cardoso nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 31 de outubro de 1973. Filha de Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e proprietário da RecordTV, e da escritora Ester Bezerra. É casada com o bispo da Universal e apresentador da RecordTV, Renato Cardoso. Casou-se em 6 de julho de 1991, aos 17 anos de idade, com o primeiro namorado. Cristiane e Renato se conheceram em São Paulo, e duas semanas após o casamento, foram morar em Nova York, em trabalho evangelístico.[5] O casal viveu na cidade durante dois anos. Em 1998, ela e o marido adotaram Filipe Bezerra Cardoso, que tinha quatro anos de idade. Desde 2011 apresenta aos sábados o programa The Love School, na RecordTV, notável na imprensa por ser o programa de menor audiência da emissora. Em 2015, assumiu o cargo de supervisora de teledramaturgia da Record TV. Em 2022, assina sua primeira novela como autora principal Reis, a partir da quarta temporada da trama.
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  Em 2024, estreou na Record a série A Rainha da Pérsia.
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  Atualmente está escrevendo a série Paulo, o Apóstolo.
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  Sua gestão como supervisora de teledramaturgia da RecordTV desde 2015 é marcada pela demissão de autores renomados, como Lauro César Muniz, Carlos Lombardi e Marcílio Moraes, e substituição deles por autores iniciantes sob sua tutela, além da troca da dramaturgia contemporânea e com temas atuais para textos bíblicos e conservadores. Apesar disso, a maior parte destes autores promovidos por ela, como Emílio Boechat, Paula Richard, Vivian de Oliveira e Raphaela Castro, pediram demissão da emissora no decorrer dos anos, descontentes com a interferência frequente dela nos textos e até mesmo cenas regravadas sob sua ótica. Cristiane também foi acusada de ser a responsável pela saída da maioria dos atores de prestígio que estavam na emissora há mais de uma década, devido à restrição da dramaturgia ao único tema bíblico. Em 2020, Gustavo Reiz foi escalado como autor de Gênesis, porém, em 8 de outubro de 2018, a colunista Patrícia Kogut divulgou no jornal O Globo que a novela havia sido adiada pela supervisão nos textos por Cristiane. Em 22 de fevereiro de 2019, Gustavo deixa o projeto após conflitos e diversas mudanças impostas pela por Cristiane Cardoso em seus textos e a falta de liberdade artística nas criações dos núcleos, decidindo abdicar ao trabalho e assinar com a Rede Globo. Apesar de deixar 50 capítulos escritos, Emílio solicitou que seu nome não constasse nos créditos da novela, alegando que não enxergava mais o texto que havia escrito após as interferências de Cristiane, que mudou completamente seu roteiro. Camilo Pellegrini, Raphaela Castro e Stephanie Ribeiro, que eram colaboradores, foram promovidos a autores principais e assumiram o projeto. Em 1993, o casal foi transferido para Miami, nos Estados Unidos, onde trabalhou por oito meses, até a abertura da nova sede da igreja, em Hialeah. Em 1994, viajaram à Cidade do Cabo, África do Sul, onde abriram uma nova igreja. O local cresceu e aos domingos pela manhã as reuniões contavam com cerca de duas mil pessoas. Em 1995, abriram uma igreja na Inglaterra, em Brixton. Cristiane e Renato mudaram-se para Londres, onde demoraram seis meses só para encontrar um lugar que abrigaria a nova sede. Ao longo de quase sete anos, várias igrejas foram abertas nas cidades de Londres e Birmingham. Em 2001, foram transferidos para a África do Sul, agora, como líderes, em Johanesburgo. Naquele momento, havia mais de cem IURDs por todo o país africano. Em 2003, retornaram a Londres, onde Cristiane passou a escrever colunas semanais na sessão de mulheres das revistas, jornais e sites da Igreja Universal. No mesmo ano, passou a fazer um programa de rádio todas as semanas, o “Free Woman”, na Rádio Liberty, de Londres, e, mais tarde, essas mensagens transformaram-se em podcasts. Em 2007, junto com três amigas, começou a apresentar um programa de TV ao vivo para mulheres, chamado “Coisas de Mulher”, na Rede Record Internacional, para as comunidades portuguesa e brasileira da Europa. Em 2008, nova transferência para Houston, no Texas (EUA). E em fevereiro de 2010, a primeira igreja foi aberta ao lado de Southwest Freeway. Em seguida, abriram outras igrejas em San Antonio, Dallas e Katy. Em 2011, Cristiane gravou uma música intitulada “Ah, Que Dia!”, tema da campanha Jejum de Daniel, da IURD.
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  Foi em Houston que veio a inspiração para iniciar um trabalho voltado para as mulheres. O Godllywood é a união de três grupos: Pré-Sisterhood, Sisterhood e Mulher-V, que têm como alvo mulheres de diferentes idades, membros da IURD, que pretendem se tornar pessoas melhores em todos os aspectos. O projeto nasceu de uma análise sobre os valores errôneos que a sociedade vem adquirindo por meio de Hollywood. Com esse pensamento, Cristiane fundou o grupo, no intuito de despertar as pessoas para o que, de fato, “é bom e saudável”. Atualmente, o Godllywood está presente em muitas IURD’s do mundo. Inúmeras adolescentes, jovens e mulheres adultas têm se beneficiado dos desafios semanais, realizados pelo Facebook, Twitter e Instagram as que participam do grupo presencial –, que envolvem todas as áreas da vida da mulher moderna. Em 2010 foi criada a primeira agenda do Sisterhood, para ajudar moças a se organizar melhor em seus afazeres diários, que incluem vida pessoal, familiar, escolar/profissional e espiritual. Foram vendidas todas as 20 mil agendas no Brasil. E, em 2011, foi criada uma versão similar em inglês. No mesmo ano, foi lançada no Brasil, na Feira Expo Cristã. A cada ano, uma nova agenda baseada no grupo é criada.
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  (Texto retirado da Wikipédia)
  Mas após essa introdução, qual a conclusão disso tudo? Simples. Existia naqueles dias, um fã de Cristiane Cardoso. A forma como ela se inspirava na TV criando personagens de novelas fascinantes, ele se inspirou decidindo escrever uma história onde se ligasse a emissora escrevendo uma novela em colaboração com ela. Não é verdade, mas se fosse, imaginemos como teria sido e...
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  — Então — começou Cristiane Cardoso —, estamos aqui reunidos porque Amor em Ruínas tem sido um sucesso. Estourou em audiência. Todos estão gostando então decidimos tentar uma nova abertura de novelas. Para a primeira remessa, tem essa autora que está começando, Edna Costa. Ela tem ideias.
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  — A novela começaria contando a história de Pedro e Margarida. Inicialmente o protagonista seria vivido por Rafael Sun e Maisa e depois por Miguel Coelho e Michelle Batista. São atores que admiro. É uma novela contemporânea dos anos 1930. Mas seria uma novela baseada em dramas familiares e também em entender como as famílias se dão.
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  — E teria algum vilão? — perguntou um dos diretores artísticos da emissora. — Ou algum exemplo de fé.
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  — A principal vilã seria Givenia, uma prostituta. Givenia seria uma mulher da vida. Muitos a julgam por ter mais de seis filhos de pais diferentes. Ela é magra e adoecida, mas tem uma força de trabalhar inabalável. Ela surge na segunda fase da novela, quando Pedro já está sob atuação de Miguel Coelho ou um ator mais velho, já que Pedro conhece Givenia após a morte de sua esposa.
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  — Interessante — disse o marido de Cristiane Cardoso. — Parece a Gomer.
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  — Outro vilão seria Esdra. Esdra é uma vilã cômica. Ela é sobrinha da protagonista. Mas um pouco calculista. Mas sua vilania está em seu humor, ela sabe como cativar. Ela é extremamente divertida, aquela diversão e um olhar duro que te faz sentir como se você fosse nojento. É uma vilã que todos amam ver.
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  — E o tema secundário? — perguntou outro autor mais interessado.
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  — Há também a história de Talessa. Talessa é uma mulher de fé, mas que já foi mundana. Ela adorava andar a cavalo. Mas a juventude e seus sonhos a tornaram uma mulher sofrida, quando teve de se casar e criar seus filhos. É uma mulher que, apesar de tudo, é humorística.
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  — E os outros personagens? — perguntou Cristiane. — Quantos mais tem!
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  — Tem também a história de Rothan. Rothan é um homem ambicioso. Ele é casado com Marla. Ele tem um casamento complicado. Mas ele gosta de viver no mundo da música, teve uma vida sofrida, mas com seu humor alegra tudo. Ele é um personagem permanente na terceira fase da história, quando a irmã dele se casa com Doest, o filho de Pedro. Para Pedro, Rothan é um vilão. Também tem a história de Margarida, uma jovem de fé inabalável, mas que tem dúvidas. Ela sabe cozinhar e ensina tudo aos filhos. Mas ela vai sofrer nas mãos do marido. Tem ainda a história de Rubi, irmã de Rothan. E muito mais.
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  — Até agora encontramos consistência — disse Cristiane animada. — Personagens muito bem descritos. A produção vai contar a história dos netos também? — pergunta.
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  — Vai. A neta chamada Edna, tem um melhor amigo chamado Cesar, mas essa amizade pode se danificar. Também há a história dela com o jovem Eduardo, que vai catalizar muita coisa. E nesta fase pode esperar conotação a magia.
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  — Perfeito! Agora vamos pensar no processo de criação! — disse Cristiane.
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  E assim, o show começa...
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