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ATENÇÃO!

História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Pandemonium

Escrita porLelen
Revisada por Any

06 • Fugindo

Tempo estimado de leitura: 9 minutos

  Depois de um certo tempo no local onde %Greg% havia morrido, os quatro restantes resolveram ir embora. Não havia mais nada que pudessem fazer. %Mark% decidiu levar a todos para seu apartamento no centro da cidade, estava na hora de mudar um pouco de ares, pensou. %Michelle% fungava a cada segundo, %Mike% parecia calado demais e %Candice% parecia estar presa em pensamentos profundos.
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  — Pessoal, não podemos ficar assim pra sempre — %Mike% tentou falar pela primeira vez. — Não podemos simplesmente aceitar isso dessa forma! — ele retrucou fazendo careta.
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  — Então você acha mesmo que foi o jogo? — %Mark% perguntou erguendo a sobrancelha.
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  — Você ainda tem alguma dúvida, %Downs%? — %Michael% o encarou sério. — Quatro pessoas mortas exatamente da mesma forma que no jogo.
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  — É. Na verdade estou tentando não acreditar... É... Assustador — %Mark% concluiu baixando o olhar. — E o que você sugere dizendo que não podemos aceitar isso dessa forma?
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  — Eu não sei, mas precisamos parar essa coisa! Senão, estamos todos mortos!
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  Um instante se passou em silêncio, ninguém havia pensado dessa forma... Eles estariam condenados a isso também? O jogo, ou fosse o que fosse, iria atrás deles? %Mark% mordeu o lábio inferior um tanto aflito e %Mike% continuou a observar os amigos.
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  — Gente... — %Candy% murmurou baixinho sem olhar para ninguém, ainda mergulhada em pensamentos. — A última vez que %Greg% jogou foi quando o game travou, certo? — ela perguntou levantando o olhar.
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  — É, foi. Ele resolveu sair hoje de tarde porque "a porcaria do jogo não queria destravar" — %Mike% respondeu imitando o jeito de falar do amigo. — Por quê?
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  — Não é óbvio?! — %Candice% exclamou arregalando os olhos. — O jogo travou porque o espelho o pausou, como foi que o personagem de %Greg% morreu? — a garota questionou fazendo todos voltarem a atenção uns para os outros, até mesmo %Michelle% que estava sentada num canto do sofá chorosa prestou atenção.
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  — Aquela vaca enrugada está jogando por nós quando percebe que não voltaremos mais! — %Michelle% cuspiu as palavras com raiva.
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  — Mas isso é impossível! — %Mark% ainda lutava para não começar a acreditar naquela loucura toda.
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  — É, assim como era impossível um jogo estar matando — %Mike% disse parecendo preocupado.
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  — Precisamos parar com essa coisa — %Candy% murmurou pensativa novamente.
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  — Cara, como eu queria ter prestado atenção nas baboseiras que minha irmã mais nova dizia sobre essas coisas... — %Michael% murmurou se condenando.
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  — Como se isso fosse ajudar em... — %Michelle% começou, mas logo parou em meio a frase. — Esperem, acho que sei como ajudar.
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  Ela se levantou e se direcionou à saída do apartamento.
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  — Onde vai? — %Mark% perguntou assustado.
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  — Vou até em casa pegar algumas coisas, volto logo — a garota respondeu séria e saiu do lugar.
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  — O que essa doida vai fazer? — %Mike% questionou arregalando os olhos.
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  — Não devíamos ir atrás dela? %Michelle% não está em seu estado normal, e se... — %Mark% se recusou a terminar seu pensamento.
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  — Não. %Michelle% não faria isso. Se ela sabe de alguma coisa que pode nos ajudar, ela vai ajudar — %Candy% disse convicta, mas no fundo estava preocupada com a amiga.
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  Não se passou muito tempo até %Michelle% voltar ao apartamento de %Mark% com uma mochila aparentemente pesada nas costas, completamente ofegante.
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  — O que houve? Parece até que você subiu pela escada... — %Mike% tentou descontrair.
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  — Eu subi pela escada — ela resmungou sem tirar a mochila das costas se voltando para %Mark%. — Ligue a TV, %Downs% — ordenou um tanto irritada.
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  %Mark% obedeceu procurando pelo controle e logo ligando a televisão em um canal de notícias.
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  — Estamos ao vivo em frente à casa de um dos suspeitos dos assassinatos que ocorreram recentemente em Nova Orleans. Aparentemente não há ninguém em casa... — um repórter murmurava para a câmera. Os três olharam bem para a casa ao fundo e perceberam ser a de %Candy%. A moça arregalou os olhos. — Ameline, alguma novidade por aí? — o mesmo repórter perguntou e a tela da TV foi dividida dando espaço à uma outra repórter.
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  — Não, não, Anthony, aparentemente aqui também não há ninguém — a moça disse apontando a casa ao fundo. A casa de %Mike%.
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  — Mas que merda... — %Mark% murmurou com certa raiva.
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  — Só vai piorar... Olhem pela janela — %Michelle% murmurou apontando a enorme janela da sala.
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  Todos correram até lá e perceberam vários carros de polícia perto da entrada do prédio. Policiais tentavam convencer o síndico do lugar a deixá-los entrar, mas parecia que o homem estava impedindo. %Mark% olhou para os outros três amigos tentando achar alguma saída.
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  — Alguém tem um lugar para irmos? — perguntou começando a andar para seu quarto, pegando o máximo de roupas limpas que conseguia dos armários e as enfiando de qualquer jeito dentro de uma enorme mala.
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  — Pra que tudo isso? Vai fugir do país? — %Michelle% perguntou irônica e com raiva.
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  — Acho que será útil para todos nós a certa altura — %Mark% murmurou não prestando muita atenção no tom da garota. — E então, alguém tem em mente algum lugar que poderíamos usar como refúgio? — O rapaz estacou no meio do corredor do apartamento esperando resposta.
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  — Se conseguirmos sair daqui sem sermos vistos, podemos ir para a casa de Sam — %Candy% sugeriu ouvindo %Mike% suspirar.
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  — O grande problema é sairmos... — o rapaz murmurou desanimado, quase que se dando por vencido.
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  — Sem problemas. — %Mark% sorriu um pouco nervoso. Podia ouvir o síndico berrando coisas aos policiais, algo como invasão. — Saímos pela escada de emergências, ela dá em um beco que nos liga à avenida.
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  — Certo, mas se formos não poderemos pegar seu carro e...
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  — %Mike%, você ainda tem aquele seu amigo da transportadora? — %Candice% perguntou esperançosa.
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  — Tenho, mas...
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  — Então está tudo certo. Pediremos a van dele emprestada por algum tempo, ou só uma carona até a casa de Sam.
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  %Michael% não tentou nem ao menos discutir com a amiga, não havia tempo para essas coisas, os policiais já deveriam estar quase batendo à porta. %Mark% apressou os três amigos e os guiou até um quarto com uma janela que dava para a plataforma da escada de saída de emergência. Os quatro desceram pela mesma um tanto nervosos, tentando não fazer barulho. Quando %Candice%, que ficara por último, colocou os pés no asfalto, todos suspiraram um tanto aliviados e saíram correndo em direção oposta da dos policiais, desembocando numa movimentada avenida.
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  Depois que se afastaram longamente do prédio, eles se permitiram parar para respirar.
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  — Certo. %Mike%, ligue para seu amigo. Precisamos da van agora — %Candy% murmurou tomando ar.
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  O rapaz assentiu pegando seu celular e procurando o número na lista de contatos.
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  Alguns minutos depois já falava com seu tal amigo tentando negociar uma viagem.
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  Um pouco impaciente vendo que a conversa de %Mike% não surtia resultado, %Michelle% pegou o aparelho telefônico das mãos do amigo.
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  — Toddy? — murmurou suspirando. — Hey, sou a %Michelle%, amiga do %Mike%, se lembra? — a garota perguntou recebendo um "claro que sim, como não?". — Pois é, é o seguinte... Toddy, estamos mesmo precisando dessa sua ajuda, por favor?
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  Depois de um grande tempo nessa conversa, finalmente %Michelle% conseguira convencer Toddy a emprestar-lhes a van de transporte. Em poucos minutos o rapaz já estava ali acompanhado de outro carro para levá-lo embora. %Mark% foi quem pegou as chaves do veículo e logo já estava de motor ligado esperando pelos outros três amigos que se ajeitavam no banco de trás.
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  — Tudo bem, pra onde? — perguntou encarando %Candice% pelo retrovisor.
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  — Para a casa de Sam. Rua Sprous. Vai saber quando chegar lá. É a única casa da rua com faixas amarelas impedindo a entrada — %Candy% murmurou retorcendo o rosto com expressão de angústia.
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  Os próximos momentos não seriam nada fáceis para eles, disso ela tinha absoluta certeza.
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  Mas todos os quatro estavam determinados, não deixariam uma bruxa fantasma e seu jogo idiota acabarem com suas vidas. Não daquela maneira.
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