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ATENÇÃO!

História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Pandemonium

Escrita porLelen
Revisada por Any

05 • Brincadeira

Tempo estimado de leitura: 6 minutos

  — Eu tô dizendo, a gente devia prender ela imediatamente! — um dos investigadores murmurou ao parceiro enquanto encarava %Candice%.
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  — Ah, claro! Com que argumentos, Steven? Ela pegou uma carroça, atropelou o amigo e depois voltou para a cidade sem ninguém perceber?
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  — Eu tô falando, ela é suspeita.
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  — Mas enquanto não tivermos provas, ficaremos apenas de olho — o outro homem murmurou indo em direção à garota, que estava sentada na parte de trás de uma van. — Senhorita %Riney%, poderia dar uma palavrinha com você?
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  %Candy% apenas fez que sim com a cabeça e se levantou sendo guiada até um pouco mais longe dos amigos.
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  — Escute, %Candice%, eu realmente acho que você não tem nada a ver com isso, mas se eu pegar você e seus amigos mais uma vez no local de um crime, terei que prendê-los, entendeu? — o homem murmurou a encarando com pena.
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  — Tem alguma coisa matando meus amigos e vocês não fazem nada! — ela resmungou chorosa.
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  — Estamos fazendo nosso trabalho aqui, mocinha.
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  — Então é arquivando o caso que vocês fazem seus trabalhos?
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  — Como você sabe sobre isso?
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  — Então arquivaram mesmo? — %Candice% encarou o detetive que fez cara de culpado. — Sinceramente...
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  — Não, escuta, você não devia jogar isso! — %Candy% ouviu %Mike% murmurar.
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  — Cala a boca, fedelho! — o outro detetive reclamou enquanto jogava online.
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  %Candice% encarou o policial e a tela em que o personagem do homem se encontrava, preso a uma cadeira de tortura.
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  — NÃO, DESLIGA ISSO! — Ela correu na direção do detetive e alguns guardas impediram seu caminho. — Me solta! Precisa desligar o jogo! — %Candice% exclamou lutando para chegar à tela do notebook, olhando aterrorizada o personagem do policial morrer com a mandíbula arrancada. Quando finalmente conseguiu fechar o aparelho, já era tarde demais.
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  — Então é esse joguinho bobo que está assustando vocês? Fala sério — o homem zombou.
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  — Não devia ter jogado — %Candy% resmungou o encarando séria.
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  — Eu disse... — %Mike% tentou falar.
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  — Cala a boca! — o investigador foi grosso ao falar. — E você, garota, estaremos de olho. É bom não se meter em encrencas, ou vai me dar o prazer de te prender? — Ele sorriu malicioso.
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  — Vamos, Steven — um dos companheiros de equipe o chamou.
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  — De olho, não se esqueça. — Ele deu um último sorriso malicioso à garota que apenas retorceu a cara de raiva.
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  Os quatro amigos passaram mais um tempo no local da morte de %Greg%, o silêncio reinou por um longo momento.
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  — Ele era tudo o que eu tinha... — %Michelle% cuspiu as palavras encarando %Candice%. — Por que trouxe esse maldito jogo pras nossas vidas, %Candy%? — a garota terminou de falar e se desmanchou em lágrimas.
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  — Pensei que não acreditasse nisso... — %Mike% murmurou sendo brutalmente cortado na conversa.
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  — CALA A BOCA, %MICHAEL%! — %Michelle% se sentiu contrariada, afinal, apesar de tudo, ela realmente duvidara. — Como quer que eu não acredite depois de ver o corpo do meu namorado estirado nessa estrada, atropelado por uma CARRUAGEM?! — ela gritou caindo de joelhos no asfalto judiado pelos carros.
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  — Erm... Gente, não sei se é a melhor hora, mas precisam ver isso — %Mark% murmurou apontando para a tela do notebook.
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  %Candice% e %Michelle% que estavam mais afastadas se aproximaram, e %Mike%, que ainda continuava sentado na parte de trás da van, apenas se virou para ver melhor. %Mark% havia encontrado o corpo do personagem que %Greg% criara para jogar. Ele estava jogado no canto de uma estrada, a cabeça completamente virada para trás, uma poça de sangue o cercava. Quando %Michelle% viu a imagem, simplesmente tapou os olhos com as mãos e voltou a chorar.
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  — É, %Mark%, não era a melhor hora — %Candy% murmurou antes de fechar o aparelho.
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  — Fala aí — um garoto com aparência nerd falou ao perceber que um homem o encarava. — Deixa eu adivinhar, tá atrás de um game violento, com muito sangue e cabeças rolando?
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  — Não, quero o jogo do Packman — o homem respondeu sério, o que fez o garoto erguer uma das sobrancelhas. — Seu idiota, eu só quero uma informação — o homem resmungou mostrando seu distintivo de polícia.
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  — Aah, claro, claro. E então, o que quer saber? — o garoto perguntou sem graça.
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  — Quero saber se conhece algum jogo chamado... — o policial parou para ler um papel. — Stay Alive.
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  — Stay Alive? Ih, cara, não conheço não... Mas deve ser um beta. — O atendente deu de ombros.
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  — Beta?
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  — É, jogos em fase de teste. E sabe, se não divulgaram nada sobre ele, deve ser proibidasso! — O rapaz tinha os olhos brilhando de excitação.
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  — Tá, obrigado.
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  — Não quer levar nenhum jogo mesmo?
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  — NÃO! — o policial fez uma carranca que assustou o vendedor.
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  Ao sair da loja de games, o homem sorriu vitorioso. Um jogo ilegal era tudo o que ele queria para encurralar aqueles adolescentes enxeridos. Entrou no carro ainda com o sorrisinho, colocou o cinto e arrumou o retrovisor, que na mesma hora se trincou.
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  — Mas que... — ele murmurou para si mesmo e chegou mais perto do espelho para analisá-lo. Ao fazer isso percebeu uma mulher completamente em decomposição se materializando no banco de trás.
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  O Detetive Steven tentou sair do carro, mas seu corpo estava preso ao banco do motorista. A mulher sorriu para ele pelo espelho e se aproximou segurando seu rosto para que encarasse o espelho.
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  Tudo que se pôde ouvir foi o grito de agonia do policial e talvez o som de sua mandíbula se partindo.
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