O Conto das Cinco Irmãs


Escrita porMikaelson
Revisada por Lelen


Capítulo 2 • %AnaLaura% e %MariaConceição%

Tempo estimado de leitura: 7 minutos

  Você queria ser como eles. Ter a felicidade deles. Você se pergunta se algum dia terá a felicidade que seus dois ex-melhores amigos tinham. Você vê seus dois melhores amigos felizes e agora casados com um filho de seis anos. Você se pergunta como chegou no fundo do poço. Você costumava ser alegre, não havia pessoa mais radiante que você. Você costumava sempre sorrir e com suas piadas, fazer com que todos te vissem como você realmente era. Não como tentava ser. As pessoas riam das suas piadas, seus pais, no caso. Você ainda não era chato. Você era... Você! Você usava sua alegria dentro de casa, para descontar as frustrações da escola. Era um tempo bom, seu pai ainda vivia. Mas depois da morte do seu pai, nada nunca mais foi como antes. Você precisou perder o que mais amava para sentir o verdadeiro efeito da dor e este era seu pai. E seus amigos, bem, eles te esqueceram...  Será que algum dia você será lembrado? As pessoas te julgam precipitadamente, como se você fosse o único a errar. Ninguém nunca cometeu um erro na vida, mas você sim. Você é o causador de todos os males. Até quando isso...
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  11,4–6. Crisóstomo: Mas Cristo, conhecendo as intenções de João, não disse: “Eu o sou”, porque isso causaria uma nova dificuldade àqueles que o ouviam; eles pensariam, mesmo sem dizê-lo, o que disseram dele os judeus: “Tu dás testemunho de ti mesmo” (Jo 8,13); por isso Ele os ensinou através dos milagres, e assim apresentou sua doutrina de forma clara e insuspeitável; o testemunho dos fatos é mais forte que o das palavras; e, em seguida, Ele curou os cegos, os coxos e muitos outros, não para ensinar João, que não o ignorava, mas aqueles que o punham em dúvida.
  “Tu dás testemunho de ti mesmo” (Jo 8,13)

  — Precisa ver, pai — disse %MariaEduarda% com um sorriso travesso nos lábios. — Hoje os vídeos dos irmãos Scribel foram o máximo.
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  — Sim — concordou %Luisa%. — A forma como o Antonio salvou a Rafa.
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  — Senti falta das irmãs Caliano no vídeo.
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  — Falando nisso, o Natal está chegando. As vésperas de Natal estão cada vez mais próximas — disse %AnaLaura%.
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  Joachim estava em sua casa conversando com o irmão, Jessé de Sousa. Os dois estavam conversando sobre a família Austen.
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  — Sério que você ainda perde tempo com as meninas Austen? — perguntou Jessé com seus 29 anos. Ele tinha estatura mediana, cabelos negros. Um sorriso divertido.
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  — Não é só porque você tem problemas com o pai delas que eu preciso ter com as filhas dele também — disse Joachim com um sorriso.
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  — Ele é... complicado! — disse Jessé se defendendo.
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  %AnaLaura%, a mais velha das irmãs, olhava para o arbusto das árvores pensativa. Ela sabia que o Natal estava chegando. Era uma data que para ela era complicada. Sempre nos Natais, o pai parecia estranho. Quase como se fosse nostálgico.
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  Ela tinha irmãs, mas as irmãs não viam como ela sempre tentou ser a irmã mais velha protetora. Já Maria Conceição era uma jovem de fé. Ela sempre estava tentando transmitir conhecimento para as outras. As outras três menores eram marotas e gostavam de assistir os irmãos Scribel e até mesmo o pai delas gostava dos vídeos dos irmãos Scribel. Embora não admitisse.
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  Enquanto isso, Jessé de Sousa flertava com diversas garotas, sendo o jovem brincalhão, divertido e até mesmo mais despojado e espontâneo que o irmão, não que o irmão não o fosse. Mas ali estava ele demonstrando seu lado sedutor. Jessé estava flertando atualmente com Jaqueline, a garota que estava mexendo com suas estruturas.
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  Enquanto isso, um festival estava acontecendo na cidade. Joachim estava lá. Era um filme, um clássico infantil de ação. E por algum motivo, Guilherme Austen, o pai de %AnaLaura% e Maria Conceição também estava lá. Era uma forma dele esquecer seu próprio passado.
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  Joachim fez um sinal com a mão como se perguntasse ao patriarca dos Austen como ele estava e os dois sorriram um para o outro. Era um sinal de que mesmo com o passado entre o irmão mais velho e o Sr. Austen, o Sr. Austen não era tão rude com ele, como Jessé fazia parecer que Guilherme Austen era.
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  Ao mesmo tempo, não muito longe dali, outra cena se desenvolvia.
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  A coordenadora da pastoral da saúde católica, Dulce Rocha, com sua fé na divina providência, estava ajudando o padre. Eles conversavam sobre tudo, como por exemplo, como cuidar daqueles que estavam doentes. Do outro lado dali, Cassia, a freira, organizou um bazar para ajudar aqueles mais necessitados na venda de tecelagem. E assim a noite seguiu.
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  Do outro lado, um casal de duas mulheres dava desgosto para os pais por só se importarem como elas mesmas ao invés da família.
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  As ruas estavam mais floridas. Talvez mais paradisíacas. As árvores soltavam suas folhas, mostrando algumas que brotavam.
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  No dia seguinte, Joachim estava andando por aí, pensativo. Sem perceber esbarrou em uma garota, que parecia bonita. Seus olhos fixaram-se na bela donzela. EnnaLucy. EnnaLucy era uma jovem morena, muito bonita.
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  — Acho que vi o paraíso — disse Joachim admirado com tamanha beleza.
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  — Paraíso? — perguntou Ennalucy achando graça das palavras de Joachim.
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  Naquele domingo, Guilherme Austen levou a filha Maria Conceição a missa, pois ela queria muito ir lá orar. Lá encontraram o padre que começou a falar sobre a importância de orar sobre o terço. Juntos, pai e filha começaram a orar.
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  Assim que Jessé de Sousa botou os olhos na bela Jaqueline, a paixão brotou nele. Ele via como ela era linda, e parecia também compartilhar de sua religião espírita. Assim os destinos começavam a se entrelaçar...
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  — Oi, eu sou o Jessé — disse o moreno.
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  — Eu sou a Jaqueline.
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  — Então, Enna, o que você gosta de fazer? — perguntou Joachim em tom carismático.
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  — Muitas coisas — respondeu Enna. — Orar, buscar a Deus, fazer churrasco em família, festas. Muitas coisas.
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  — Eu também gosto de festas — disse Joachim com um sorriso nos lábios.
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Capítulo 2
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