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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

O Espaço Criativo não se responsabiliza pelo conteúdo das histórias hospedadas na sessão restrita ou apontadas pelo(a) autor(a) como não próprias para pessoas sensíveis.

Nathan Mania

Escrita porJosie
Revisada por Lelen

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Capítulo 4 • O Alvorecer do Canto de Batsua

Tempo estimado de leitura: 7 minutos

  Assim que chegou em Adulam, Judá conheceu uma jovem que achou muito bonita... A jovem começava a se aproximar... Judá a observou com interesse. Ela tinha cabelos castanhos, era baixa e um sorriso gentil. Na verdade, mais divertido do que gentil. Ela o olhava de forma divertida. Como se tentasse desvendar um enigma.
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  — Eu sou Judá — ele se apresentou.
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  — Batsua — respondeu a jovem simplesmente.
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  — É um prazer te conhecer, Batsua — disse Judá.
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  — O prazer é meu, senhor — respondeu ela. — O que faz nessas terras?
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  — Vim passar um tempo nessa cidade.
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  — Seja bem-vindo — disse Batsua.
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***********

  DIA DA PRISÃO DE %ALIERC%

  — Essa comida! — gritou Zuleika. — Está envenenada! Foi José.
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  — Calma, Zuleika, não vamos fazer protestos.
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  — Foi ela — acusou uma serva apontando para %Alierc% — ou José.
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  — Fui eu — confessou %Alierc%. — Na verdade, não sei como isso aconteceu, me distraí e o veneno apareceu e quando já estava na comida.
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  — FORA, SUA IMUNDA — disse Zuleika brava com a serva.
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  — Calma, Zuleika — disse Potifar. — Os dois já estão na prisão. Primeiro foi aquela garota que envenenou sua comida e agora José que está pagando por ter tentado te violar.
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  — Obrigada, Potifar, meu marido, não sei o que faria sem você.
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  %Adinah% andava pelo acampamento pensativa. Ela ainda não havia superado o estupro que recebeu de Siquem. Tudo havia sido doloroso demais para que pudesse superar, mesmo que já fizesse dois anos. E o sumiço de José um ano e meio atrás era ainda pior. Ela andava pelo acampamento com expressão alegre, mas só Deus sabia o quão triste ela estava. Mas ela preferia esquecer isso.
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  — Ei, pequena, você viu o Judá? — perguntou Rubem.
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  — Não, pensei que ele estava com vocês — disse %Adinah%.
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  Enquanto isso, Judá tinha seu primeiro momento com Batsua. Observando o céu estrelar, os dois corações pensativos começaram a pensar:
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  — As estrelas são lindas à noite, não? — perguntou Batsua a Judá com um sorriso nos lábios. — Me lembra alguém que já partiu.
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  — Quem elas te lembram? — perguntou Judá curioso.
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  — Meu pai — respondeu Batsua. — E você, já perdeu alguém? — perguntou ela.
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  — Sim, mas não gosto de falar sobre isso — disse Judá.
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  — Você sente falta dos seus irmãos? — perguntou %Alierc% a José enquanto observavam a noite cair na cela da prisão onde apenas os dois estavam.
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  — Sim, eles eram tudo para mim, até me traírem, mas %Adinah% era diferente.
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  — Como ela era? — perguntou %Alierc% curiosa.
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  — Viva. Reluzente. Sempre me defendendo.
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  — Imagino que sinta falta dela.
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  — Ela era minha luz em meio às trevas — explicou José.
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  — Talvez seja hora de encontrar novas luzes.
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  — Não sei se posso — disse José sombriamente.
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  Enquanto isso, o copeiro da terra do Egito cozinhava para o faraó. A rainha e o faraó ainda não tinham filhos e novas histórias começavam.
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  — Pai, essa é a Atar — disse Rubem apresentando a jovem que conheceu em uma das idas a aldeia próxima. — Eu estou pensando em toma-la como esposa. Ela segue nossos costumes.
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  — Seja bem-vinda a família, Atar. — Jacó sorriu para a jovem ruiva.
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  — Obrigada, senhor, Rubem fala muito bem de sua família — disse Atar educadamente. — Gostaria de poder ter conhecido a família toda.
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  — Você parece uma boa moça — disse Jacó.
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  — Calma, pequeno Benjamin, vamos construir esse castelo, sim — disse Womanita ao pequeno, cuidando dele.
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  — Você parece ter dom com crianças. — Reparou Simeon.
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  — Talvez.... Eu costumo gostar de crianças desde que perdi meus irmãos mais novos.
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  — Eu sinto muito por aquilo é que...
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  — Sua irmã foi violada. Entendo. — Assente Womanita compreendendo. — Mas ainda assim você não precisava matar toda a cidade por causa disso.
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  — Eu...
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  — Está tudo bem, eu apenas estava brincando.
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  — Obrigado, Womanita.
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  — Não há de que, Simeon.
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  — Vou te deixar brincando com o pequeno Benjamin — disse Simeon.
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  — Senhor Jacó, pode contar mais sobre o povo hebreu, a aliança de Deus com Abraão? — pede Atar.
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  Reunidos na fogueira do acampamento, Jacó começa a contar a história de Abraão.
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  — Então você me entende? — disse Judá na terra de Adulam, para Batsua. — Você também perdeu alguém.
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  — Sim, por isso acho que a dor devia ser dividida — explicou Batsua. — Talvez dividir torne o fardo menos pesado.
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  — Talvez seja verdade — concordou Judá.
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  No dia seguinte, Judá acordou ainda sonolento, vendo Batsua dormir a seu lado, onde estavam contemplando as estrelas. Só os dois. Por um breve momento, Judá se lembrou de sua mãe, Leia. Se ela ainda estivesse viva, talvez poderia questionar se a mãe estaria feliz vendo ele conversar com outra jovem. Mas ao que parece, a mãe estaria vendo isso dos céus. Observou a jovem Batsua dormir e seguiu seus afazeres na casa de seu amigo com o rebanho e as coisas do mesmo. Batsua, acordando, o observou de longe. Os dois no dia anterior pareciam estar compartilhando um momento de amizade...
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  — Posso, pai? — perguntou %Adinah% vendo Jacó desfrutando de um momento com o filho com sua esposa falecida mais amada, Raquel. — Segurar o Benjamin.
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  — Claro, Dinah, venha aqui, minha pequena — disse Jacó.
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  Dinah ou %Adinah% se aproximou pegando o pequeno Benjamin nos braços. Assim que o segurou, sentiu uma conexão familiar. Jacó sorriu.
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  — Você leva jeito. Sinto muito sobre o que aconteceu com seu marido.
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  — Pai, podemos não falar disso? — pede Dinah.
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  — Tudo bem, minha filha, mas um dia vai precisar falar disso com alguém — disse Jacó.
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  — Tudo bem, pai — concordou Dinah voltando sua atenção ao pequeno Benjamin.
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  — Como sua vida começou, José? — perguntou %Alierc%.
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