Natal de Velhos Amigos, ato I


Escrita porBetiza
Editada por Lelen


Capítulo 5

Tempo estimado de leitura: 18 minutos

  25 de Dezembro de 2024, Seul, Coreia do Sul:

  O relógio na parede da sala marcou meia-noite, e, ao mesmo tempo, o ambiente se encheu de risos e aplausos. A festa estava em pleno auge, mas, no momento exato em que o novo dia começava, todos se pararam por um segundo para celebrar o Natal. Abraços e felicitações começaram a se espalhar pela sala, com sorrisos e palavras de carinho, mas, no meio da alegria, os olhos de %Eleonora% foram atraídos para DK.
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  Ele estava de pé perto da janela, aparentemente perdido em seus próprios pensamentos, uma taça de vinho em uma das mãos. Seus olhos estavam embaçados, mais pelo álcool do que pela emoção, mas %Eleonora% o viu ali, com a expressão suave, o rosto iluminado pela luz suave das velas que ainda queimavam ao redor da sala.
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  Sem pensar duas vezes, ela se levantou de onde estava, atravessando a sala rapidamente, e, com um sorriso no rosto, foi até ele. Quando chegou perto, não hesitou. Ela abriu os braços e, sem qualquer aviso, o abraçou com força.
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  – Feliz Natal, Seokmin! – Ela disse, sentindo o calor dele envolver seu corpo, a familiar sensação de conforto em seus braços.
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  DK, surpreso com o abraço, não reagiu imediatamente. Mas, ao sentir %Eleonora% ali, em seus braços, algo dentro dele finalmente explodiu. O álcool em seu sistema já tinha causado seu efeito, tornando suas emoções mais intensas do que o normal. Ele olhou para ela com os olhos semi-fechados, o sorriso que normalmente ficava preso no fundo de seu peito agora se espalhando de forma confusa.
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  – Eu não posso mais fazer isso, %Eleonora% – ele murmurou, a voz embargada. – Eu não posso mais ficar aqui, fingindo que não me importa. Não posso mais ver você... ver o Mingyu... ver vocês dois juntos... e não dizer o que eu sinto por você.
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  A sala, antes cheia de risadas e conversas, agora estava mais silenciosa. Alguns amigos próximos, que estavam mais perto de DK e %Eleonora%, ouviram suas palavras e imediatamente pararam, os olhares se voltando para o casal.
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  %Eleonora%, ainda nos braços de DK, olhou para ele com surpresa. O que ele estava dizendo não era algo que ela esperava ouvir. Ela tentou dar um passo para trás, para entender melhor o que estava acontecendo, mas DK a segurou mais firme, como se temesse que ela fosse desaparecer.
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  – Eu te amo, %Eleonora% – ele continuou, sua voz tremendo com a intensidade do momento. – Eu sempre amei. E, mesmo que você nunca tenha visto isso, mesmo que eu tenha ficado aqui por tanto tempo só olhando, tentando esconder... Eu te amo, e isso não vai mudar.
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  O silêncio na sala era profundo. Os amigos, que antes estavam ocupados com seus próprios momentos de celebração, agora estavam todos observando a cena. Alguns trocavam olhares surpresos, outros se sentiam desconfortáveis com a intensidade da confissão.
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  %Eleonora%, ainda surpresa, finalmente se afastou um pouco, segurando as mãos de DK. Ela olhou para ele com os olhos brilhando, mas com uma expressão de confusão.
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  – Seokmin... Eu... – Ela começou, mas não sabia o que dizer. As palavras não vinham.
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  – Eu sei, %Eleonora%. Sei que você estava com o Mingyu. Eu sei que você tem sentimentos por ele. Mas eu... eu não posso mais esconder isso de mim. Não posso mais mentir. Eu te amo, e isso vai me corroer se eu não falar.
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  %Eleonora%, em choque, só conseguiu se afastar mais um pouco, o olhar distante. Ela não estava preparada para ouvir aquilo, não assim, especialmente com todos ao redor, mas sabia que as palavras de DK eram sinceras, apesar de tudo.
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  Antes que ela pudesse responder, Mingyu apareceu, saindo de um canto da sala, notando a tensão no ar. Ele observou rapidamente a cena, o olhar fixo em DK, e então, sem dizer nada, deu um passo à frente, interrompendo o momento.
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  – Seokmin, eu acho que você já disse o suficiente por hoje – disse Mingyu, com a voz calma, mas firme.
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  A tensão na sala aumentou, com os amigos trocando olhares nervosos. DK, sem conseguir mais controlar o que sentia, desviou o olhar, suas palavras ainda pesando no ar.
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  A situação estava longe de ser resolvida, mas o que acontecera naquela noite mudaria tudo entre eles…
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  %Eleonora%, em estado de choque, não sabia o que fazer com tudo o que acabara de ouvir. A confissão de DK havia sido como um soco no estômago. Ela sentia uma mistura de confusão, culpa e tristeza, sem saber como lidar com a situação. Ela olhou ao redor, seus olhos procurando algum refúgio, e finalmente, sem dizer nada mais, ela fez o que parecia ser a única coisa que poderia fazer: decidiu ir embora.
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  – Eu... Eu preciso ir embora – ela murmurou para as meninas, as palavras saindo entrecortadas. O rosto pálido e os olhos marejados de lágrimas eram suficientes para que as amigas soubessem que algo estava muito errado.
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  As meninas, preocupadas e sem saber o que exatamente tinha acontecido, rapidamente se levantaram e a seguiram até a porta.
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  – %Eleonora%, calma. Vamos conversar – disse Mizuki, mas %Eleonora% já estava determinada, abrindo a porta e saindo sem olhar para trás.
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  Shinae e Mizuki a acompanharam, tentando consolá-la, mas nenhuma delas sabia exatamente o que dizer.
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  Enquanto isso, dentro da casa de Joshua, a tensão ainda estava no ar. DK, completamente bêbado e ainda atordoado pelo que tinha acontecido, estava sentado em um canto, com a cabeça baixa. Ele sabia que havia cometido um erro, mas a sensação de angústia não passava.
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  Joshua, percebendo o estado de DK, decidiu agir. Ele se aproximou com uma expressão séria e firme.
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  – Vamos te colocar debaixo do chuveiro – disse Joshua, sem espaço para discussões. – Você vai tomar um banho e, depois disso, vai beber o chá que eu vou fazer. Vai te ajudar a ficar melhor.
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  Seungcheol e Mingyu, que estavam observando a situação, concordaram silenciosamente. Eles ajudaram DK a se levantar e o levaram até o banheiro, onde o colocaram sob a água fria para tentar amenizar os efeitos da bebedeira. Enquanto isso, Joshua preparava o chá, sabendo que seria a melhor forma de acalmar a situação.
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  Depois de alguns minutos, DK finalmente saiu do banheiro, agora mais sóbrio, mas com o rosto ainda vermelho e os olhos visivelmente cansados. Ele se vestiu com algumas roupas de Joshua mesmo e ele entregou o chá, e DK, sem palavras, o aceitou com as mãos trêmulas.
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  – Isso vai te ajudar – Joshua disse, tentando dar um pouco de conforto, embora soubesse que a situação estava longe de estar resolvida.
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  Depois que DK tomou o chá e se sentou no sofá, ele e Mingyu se encontraram no canto da sala. A tensão entre os dois ainda estava palpável, mas agora havia uma calma que precedia a necessidade de resolver as coisas. Mingyu, respirando fundo, foi o primeiro a falar.
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  – Seokmin, sobre o que aconteceu... Eu entendo o que você sente, mas você não pode fazer isso. Você estava bêbado, e eu sei que as coisas ficam distorcidas assim – disse Mingyu com calma, tentando controlar a frustração. – Eu sou seu amigo, e eu sei que você não queria fazer isso. Mas isso mexe com tudo.
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  DK, com a cabeça ainda levemente pesada, olhou para Mingyu com os olhos cansados. Ele sabia que Mingyu estava certo, mas a dor e a confusão ainda estavam presentes.
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  – Eu... Eu sei, Mingyu. Eu estava bêbado, mas, ao mesmo tempo... Eu não consegui mais mentir sobre o que sinto. Eu me sinto tão preso, cara. Eu via vocês dois juntos, e aquilo... Eu só queria gritar, queria dizer a verdade, mas estava tão difícil, tão confuso... – DK falou, as palavras saindo num fluxo rápido e caótico. – Eu sei que você e a %Eleonora% têm algo, e eu respeito isso. Eu só não sei mais como lidar com isso. Não sei mais o que fazer.
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  Mingyu suspirou profundamente, sentando-se ao lado de DK. Ele sabia que a situação estava complicada, mas a sinceridade de DK não podia ser ignorada.
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  – Eu não posso mudar o que sinto por ela, Seokmin. Mas, cara, eu também não quero te perder. Você é meu amigo, e não quero que isso acabe assim. Eu não posso te dar o que você quer, mas eu ainda te considero muito, e isso não vai mudar só porque algo está acontecendo ou aconteceu entre eu e ela.
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  Houve um momento de silêncio entre eles, onde os dois processavam as palavras e a situação. DK finalmente olhou para Mingyu com uma expressão mais serena, mas ainda com o peso de suas emoções.
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  – Eu entendo, Mingyu. E, mesmo que doa, eu vou tentar seguir em frente. Eu só... preciso de tempo, sabe? Eu preciso entender o que fazer com esses sentimentos. Não vou mentir, mas vou tentar respeitar o que está acontecendo entre vocês dois.
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  Mingyu assentiu, seu olhar carregado de um misto de alívio e pesar. Ele sabia que as coisas não seriam fáceis para nenhum dos dois. A conversa que acabaram de ter era importante, mas não resolvia tudo. Havia tanto entre ele e %Eleonora% que ainda precisava ser resolvido, e embora a honestidade fosse um passo, o caminho para superar seus sentimentos por ela parecia cada vez mais difícil.
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  Ele respirou fundo, tentando manter a calma enquanto observava DK. A verdade era que, apesar de tudo, ele ainda nutria sentimentos por %Eleonora%. O término deles havia sido necessário, mas o peso da despedida ainda o acompanhava. Ele sabia que precisava seguir em frente, mas a dor não desaparecia assim tão facilmente.
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  – Eu sei que você está tentando lidar com isso, Seokmin – Mingyu disse, sua voz mais suave agora, com um toque de vulnerabilidade. – Mas, eu vou ser honesto com você. Eu... Eu ainda me importo com ela. E sei que isso não ajuda, mas... – Ele parou por um momento, procurando as palavras certas. – Eu só não quero te perder, sabe? Não queria que isso afetasse nossa amizade.
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  DK, agora mais calmo, olhou para Mingyu com uma expressão de compreensão, mas a dor ainda estava ali, latente.
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  – Eu entendo, Mingyu. Eu sei que você e a %Eleonora% têm algo ainda não resolvido totalmente, e mesmo que doa, vou tentar lidar com isso da melhor forma possível. Eu não sou um cara egoísta, não quero que você se arrependa de nada, e se ela é importante para você... Eu vou tentar seguir em frente. Mas preciso de tempo.
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  Mingyu olhou para DK, os dois finalmente se entendendo em um nível mais profundo. As palavras de DK não eram fáceis de ouvir, mas eram genuínas. Ele sabia que a dor era recíproca, mas ao menos agora, podiam tentar lidar com ela sem rancores.
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  – Eu respeito isso, Seokmin – Mingyu respondeu, um sorriso triste mas sincero se formando em seu rosto. – E você tem o tempo que precisar. Eu só quero que, no final das contas, a gente ainda esteja aqui, ok?
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  DK sorriu fracamente, sentindo-se mais leve, embora a tristeza ainda estivesse presente. Ele se levantou, estendendo a mão para Mingyu.
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  – Obrigado, cara. Por entender. Eu vou tentar não deixar isso afetar nossa amizade também.
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  Mingyu apertou a mão de DK, e ambos se entreolharam, conscientes de que o caminho à frente seria tortuoso, mas, ao menos, havia um entendimento mútuo e uma promessa de que não iriam se afastar, mesmo que as circunstâncias complicassem as coisas.
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🎄🎄🎄🎄

  Mingyu sentou-se sozinho no sofá, a casa já em silêncio, as luzes de Natal piscando suavemente ao fundo. A festa havia terminado, e a tensão no ar ainda estava palpável. Ele estava lá, no centro da sala, imerso em seus próprios pensamentos. O álcool já havia passado, e agora a clareza da noite caía sobre ele como um peso.
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  Ele pensou em %Eleonora%, no que tinha acontecido entre os dois, nas palavras que haviam sido ditas e nas coisas não ditas. Sentia falta dela de uma maneira que não sabia como expressar. O coração ainda apertado, ele sabia que as decisões tomadas, os caminhos escolhidos, haviam sido necessários. Mas a dor de perder alguém que ainda amava era inevitável. Era difícil, mas talvez fosse o melhor para os dois. Ou talvez não.
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  Ele fechou os olhos, lembrando-se dos momentos felizes que tiveram, das risadas compartilhadas, das conversas longas e da leveza de quando tudo parecia possível. Mas agora, tudo parecia diferente. O que restava agora? Uma amizade quebrada? Uma tentativa de seguir em frente, mesmo que não soubesse para onde ir?
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  A porta da sala se abriu, e Mingyu ouviu o som suave de passos. Ele não precisou olhar para saber quem era. Era Seungkwan, provavelmente vindo ver se ele estava bem após a tempestade de emoções da noite. Mingyu não tinha respostas, mas sabia que a vida seguia, mesmo sem ter certeza de qual direção tomar.
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  Seungkwan parou ao lado dele, vendo a expressão distante de Mingyu.
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  – Você está bem, cara? – ele perguntou, sem saber exatamente o que dizer.
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  Mingyu levantou a cabeça lentamente, um sorriso fraco surgindo em seus lábios.
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  – Acho que vou ficar bem. Um dia de cada vez, né?
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  Seungkwan assentiu, percebendo a intensidade do momento. Não havia palavras certas, apenas a presença silenciosa de um amigo tentando compreender a dor do outro. Eles ficaram ali, compartilhando o silêncio, cada um perdido em seus próprios pensamentos.
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  DK olhou para o vazio à sua frente, sentindo um peso esmagador no peito. Ele ainda estava sob o efeito do que havia acontecido, do álcool e das emoções intensas que o consumiram durante a noite. A confusão era enorme, como se ele tivesse se perdido entre as próprias vontades e os sentimentos reprimidos. Ele pensava em %Eleonora%, na dor de vê-la se afastando, na raiva e na frustração de ter se permitido se apaixonar por ela, sabendo que ela não sentia o mesmo.
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  “Eu sabia, sempre soube que ela não me veria dessa forma. Mas eu me deixei enganar. Eu me deixei acreditar que havia algo mais entre nós... algo que pudesse ser real. E agora? Agora eu sou só mais um amigo perdido entre tantos outros.”
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  Ele se sentia pequeno, quase insignificante. Como se toda a intensidade de seu amor fosse invisível para ela, uma sombra que ele carregava sozinho. O calor do álcool ainda corria por suas veias, tornando as emoções mais fortes, mais difíceis de controlar. Ele pensava no que havia dito para Mingyu, a raiva que explodiu sem pensar. “Mas ele tinha razão. Ele estava certo, e eu estava cego. E agora... agora o que restou de mim?”
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  A angústia apertava sua garganta, e ele fechou os olhos por um momento, tentando afastar o turbilhão de pensamentos. Ele sabia que o que sentia por %Eleonora% era algo profundo, mas, ao mesmo tempo, sentia que não era suficiente. Não bastava amar alguém para que o amor fosse recíproco.
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  Junhui, ao seu lado, o observava sem palavras, compreendendo a profundidade do sofrimento de seu amigo. Sabia que DK estava atravessando uma tempestade interna, mas também sabia que o tempo era o único remédio para aquilo tudo. No entanto, não queria deixar DK sozinho nesse momento. Mesmo que as palavras não pudessem curar a dor, sua presença já significava muito.
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  — Está tudo bem, Jun... — DK murmurou, quebrando o silêncio, embora sua voz estivesse embargada. — Eu só... não sei mais o que fazer. Me sinto como se estivesse me afogando, e nem sei como sair disso.
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  Junhui colocou a mão no ombro de DK, em um gesto de conforto.
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  — Você vai encontrar seu caminho, Seokmin. Às vezes, só precisamos de um pouco mais de tempo para entender o que realmente importa.
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  DK suspirou profundamente, seu olhar perdido no vazio.
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  — Eu espero que você esteja certo... Eu só... não consigo parar de pensar no que poderia ter sido. No que poderia ter dado certo.
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  E enquanto os dois permaneciam ali, em silêncio, o tempo parecia se arrastar, e DK sentia que, mesmo sem respostas, havia algo profundamente transformador naquele momento. Ele não sabia como tudo isso se resolveria, mas uma coisa era certa: ele ainda estava tentando entender o que fazer com o vazio que se formava dentro de si.
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  Do lado de fora, na calçada fria de Seul, Amélia e as meninas estavam reunidas. A noite estava encerrada, mas havia algo mais no ar. Algo que ainda não estava resolvido. Enquanto caminhavam para a casa delas, as conversas fluíam naturalmente, mas o peso da situação ainda estava presente.
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  Amélia, especialmente, estava quieta, pensativa. Ela sentia que algo estava prestes a mudar, algo que ela não conseguia entender completamente. Algo estava prestes a acontecer, mas o que?
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  Enquanto as meninas se dispersavam para se preparar para os próximos dias, Amélia olhou para o céu noturno de Seul, o vento gelado tocando seu rosto. Era como se o destino estivesse se preparando para virar uma página.
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  O que aconteceria a seguir? Ela sabia que algo estava por vir, mas o que? Talvez o tempo fosse mostrar.
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  A história estava longe de acabar.
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FIM DO ATO I.
Capítulo 5
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