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ATENÇÃO!

História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Lustful Contract

Escrita porAven Lore
Editada por Lelen

Capítulo Seis

Tempo estimado de leitura: 37 minutos

  As mãos dele estavam firmes em suas coxas, os dedos pressionando a pele desnuda enquanto ela se movia lentamente sobre ele, encaixada com perfeição. %Daisy% mantinha os olhos semicerrados, as mãos apoiadas nos ombros largos de %Seonghwa%, sentindo o corpo todo vibrar a cada movimento mais profundo, mais íntimo.
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  O som abafado do vídeo ainda em exibição preenchia o ambiente, mas os dois estavam absortos demais um no outro para prestar atenção.
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  — Assim… — ele murmurou com a voz grave, os lábios roçando a curva do pescoço dela. — Você não tem ideia do que tá fazendo comigo, %Daisy%...
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  Ela gemeu baixinho, pressionando mais os quadris contra ele, sentindo o calor se espalhar entre as pernas, as terminações nervosas em brasa.
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  — Então me mostra… — ela provocou, arqueando levemente o corpo para trás, deixando os seios mais expostos à visão dele. A respiração estava entrecortada, o rosto corado, os olhos enevoados de desejo.
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  %Seonghwa% levou uma das mãos até a base das costas dela, guiando os movimentos com mais firmeza, enquanto a outra subiu para acariciar os seios dela com a palma aberta, sentindo a maciez, o arrepio que se formava sob seu toque.
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  — Você é ainda mais bonita do que eu lembrava — ele disse, encarando o próprio toque sobre a pele dela, depois voltando os olhos para o ponto onde seus corpos se uniam. — E eu me lembro de tudo.
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  Ela estremeceu, mordendo o lábio inferior com força quando ele se moveu de baixo para cima com mais intensidade. Os corpos se encaixavam com uma sincronia surpreendente, e %Daisy% podia jurar que nunca havia sentido algo tão… profundo.
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  — Fala comigo… — ela pediu entre suspiros. — Eu gosto quando você fala.
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  %Seonghwa% soltou uma risada rouca, o calor subindo pelo corpo todo.
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  — Você quer que eu diga o quanto sua pele é perfeita? O quanto você se encaixa em mim como se tivesse sido feita pra isso?
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  Ela fechou os olhos por um instante, sentindo uma onda quente percorrer o ventre.
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  — Sim… — respondeu com a voz trêmula. — Diz mais…
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  Ele levou os lábios até o canto da boca dela, depois ao maxilar, e por fim à clavícula, onde deixou beijos lentos.
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  — Eu pensei em você naquela noite. Mesmo depois da gravação. Mesmo depois que você saiu daqui usando minha camiseta. Eu fiquei pensando no seu gosto, no seu corpo, no som que você faz quando goza…
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  %Daisy% apertou os ombros dele com mais força e gemeu alto quando ele a penetrou mais fundo, instintivamente. As mãos dela desceram para a cintura dele, sentindo os músculos contraírem a cada estocada.
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  — %Seonghwa%… — ela sussurrou, a voz embargada. — Eu tô perto…
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  Ele colou a testa na dela, os olhos escuros fixos nos dela. As respirações se misturavam, quentes, urgentes.
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  — Olha pra mim… — pediu com doçura. — Não fecha os olhos, quero ver você.
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  Ela obedeceu, as pálpebras pesadas, mas se manteve conectada ao olhar dele enquanto o ritmo entre eles crescia. O prazer se acumulava, palpitava, até que o corpo dela começou a tremer, o ventre se contraindo violentamente.
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  — Isso, %Daisy%… deixa vir… — ele incentivou, acelerando os movimentos com mais profundidade e intensidade.
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  Ela arqueou o corpo contra ele, as unhas cravadas nos ombros, o gemido escapando entre os lábios entreabertos quando o orgasmo a tomou por completo. Ondas e mais ondas de prazer atravessaram seu corpo e ela mal conseguiu sussurrar o nome dele entre os espasmos.
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  %Seonghwa% gemeu baixo ao sentir a contração dela ao redor dele, o corpo inteiro reagindo. Agarrou sua cintura e moveu-se mais algumas vezes antes de deixar o próprio clímax atingi-lo com força. Enterrou o rosto no pescoço dela, arfando contra a pele, derramando-se dentro dela com um gemido abafado e prolongado.
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  Os dois permaneceram assim por alguns segundos — grudados, suados, ofegantes — até que %Seonghwa% a envolveu num abraço apertado e murmurou:
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  — Isso não foi só sexo, %Daisy%… não pra mim.
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  Ela não respondeu. Só escondeu o rosto no ombro dele e deixou o coração desacelerar devagar, sem coragem de admitir que, pra ela, talvez também não tivesse sido.
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🔥🔥🔥

  O silêncio entre os dois começava a ficar desconfortável e então %Daisy% se moveu primeiro, se sentando no sofá. Cobriu o corpo da forma que dava e olhou para a tela, onde o vídeo começava de novo.
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  Os dois se beijando.
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  Ela engoliu seco. O peito subiu e desceu.
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  — Acho que já entendi. — A voz de %Seonghwa% ecoou pelos ouvidos dela. Seca, triste e até um pouco irônica. — Se para você tiver sido só sexo e dinheiro, eu entendo %Daisy%. Tudo bem. Eu já deveria saber que tudo que rolou entre nós dois foi negócio.
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  %Daisy% resolveu criar coragem para encará-lo.
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  — Não tire palavras da minha boca %Seonghwa%. Mas se quer saber, sim. Negócio, desespero, eu precisava de dinheiro.
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  Ela mentiu. Como sempre fazia com os sentimentos.
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  Auto defesa, os muros sendo erguidos para se proteger. Prometeu nunca mais se apaixonar, para nunca mais ser destruída como havia sido antes de fugir.
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  %Seonghwa% parecia ser incrível. Parecia não, ele era. E ela não podia e não iria destruí-lo e muito menos correr o risco de ser destruída por ele.
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  — Mas podemos ser amigos se você quiser.
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  Ele riu, seco. Uma risada nasalada, cheia de escárnio.
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  Os olhos dele pareciam arder em chamas ainda. E %Daisy% desviou os olhos de lá, procurando pelas próprias roupas.
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  — Pode postar o vídeo quando quiser, tem a minha autorização. Não vimos direito, mas eu sei que ficou incrível.
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  — E se você fosse minha parceira?
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  Ela congelou enquanto pegava as peças no chão da sala.
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  — O que? — Perguntou com a mão suspensa no ar segurando o sutiã.
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  — Podemos ser sócios. Você pode ganhar muito dinheiro %Daisy%. Arrumar emprego é demorado, você pode ir ganhando a vida com o conteúdo adulto até lá. Eu posso ajudar você.
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  %Daisy% soltou uma risada seca, que morreu antes mesmo de ecoar de verdade. Encarou o sutiã nas mãos por alguns segundos, depois se forçou a levantar o olhar.
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  — Você tá brincando, né? — disse, tentando soar debochada, mas a voz falhou um pouco. — Foi mal, mas essa não é exatamente a carreira dos meus sonhos.
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  %Seonghwa% cruzou os braços, o semblante mais sério agora.
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  — E viver com medo, devendo pra agiota, pulando de bico em bico, é?
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  — Pelo menos eu não preciso tirar a roupa pra desconhecidos na internet — retrucou rápido, afiada, mesmo sabendo que a frase soava injusta.
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  %Seonghwa% nem piscou. Só a encarou em silêncio, como se enxergasse muito além das palavras. E ela odiava isso. Odiava que ele visse por trás da pose que ela tentava manter.
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  — Você já tirou, %Daisy%. E foi incrível. Não só por você ser linda — mas porque foi você. E você sabe disso.
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  Ela apertou o sutiã nas mãos e desviou os olhos. O coração batia forte, e ela odiava sentir que ele estava certo.
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  — E se amanhã eu sumir? Se eu mudar de cidade de novo? — ela perguntou, como se quisesse arranjar qualquer desculpa para manter distância. — E se a gente se odiar? E se... isso for só mais uma coisa que parece fácil agora e depois vira um desastre?
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  %Seonghwa% respirou fundo.
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  — A gente assina contrato. Tudo claro, tudo seguro. Nada de sentimentos, se é isso que te assusta. Só negócio. Parceria. Você no controle.
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  %Daisy% apertou os olhos, lutando internamente.
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  “Você no controle.”
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  Essas palavras ficaram martelando dentro dela. Por anos ela tinha sido controlada. Fugido de homens que a manipulavam, exploravam, que prometiam ajuda e só entregavam dor. Agora ele estava oferecendo algo diferente. Parceria. Liberdade. Poder.
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  Ela engoliu em seco.
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  — Me dá um tempo. Pra pensar.
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  %Seonghwa% assentiu. Mas os olhos dele ainda ardiam.
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🔥🔥🔥

  Chegou em casa e largou a bolsa no sofá indo direto para o banho, largando as roupas no caminho, depois as pegaria.
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  O cheiro de %Seonghwa% impregnado na blusa dela fez %Daisy% soltar um suspiro com as lembranças do que tinha acabado de acontecer.
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  Entrou no box e deixou a água escorrer quente pelas costas, o corpo ainda sensível em certos pontos, como se o toque dele ainda estivesse ali — os dedos longos pressionando sua cintura, os lábios percorrendo sua pele com fome e reverência.
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  Sentiu um arrepio atravessar a espinha quando a lembrança da primeira investida veio à tona: o calor do colo dele, o modo como seus corpos se ajustaram como se tivessem feito aquilo mil vezes antes.
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  Ela mordeu o lábio inferior, tentando ignorar o latejar entre as pernas, mas era impossível. O som da respiração dele em seu ouvido ainda estava vívido demais. As palavras sussurradas com a voz rouca, o ritmo aumentando, as mãos fortes mantendo-a segura enquanto ele a levava até o limite…
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  O jeito como ele a olhou depois... não como um parceiro de cena. Como um homem. Como alguém que estava tão entregue quanto ela.
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  Fechou os olhos e apoiou a testa na parede fria do box, sentindo o contraste entre o azulejo gelado e o calor que ainda borbulhava dentro de si.
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  “Você foi perfeita.”
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  A frase sussurrada por ele após o clímax ainda ecoava em sua mente, e ela odiava — odiava — o quanto aquilo tinha mexido com ela. O quanto seu peito doía mais agora do que antes. Como se algo tivesse sido arrancado quando ela se afastou.
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  Mas era melhor assim, certo? Era só sexo. Era só um acordo.
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  Ela tentou convencer a si mesma… mas o gosto da verdade era amargo demais para engolir.
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🔥🔥🔥

  %Seonghwa% ajeitou-se na cadeira, com os cotovelos apoiados nos joelhos e a cabeça entre as mãos. O silêncio do apartamento parecia gritar ao redor dele. Ainda sentia o perfume dela no ar — na camiseta jogada sobre o encosto do sofá, na almofada onde ela se recostou, na própria pele.
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  Por um momento, ele fechou os olhos… e a enxergou novamente em seu colo, os cabelos bagunçados, os gemidos abafados contra sua boca, os olhos fechados de puro prazer.
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  “Droga.”
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  Se levantou de um pulo e passou as mãos pelo rosto, irritado consigo mesmo.
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  — Você é profissional. É só trabalho. — murmurou para si, entre dentes.
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  Mas sabia que estava mentindo. O jeito como ela o olhava, mesmo tentando esconder, não era só atuação. O modo como o corpo dela reagia, como ela se entregava... aquilo o marcou de um jeito que nenhuma parceira de cena antes havia feito. E o pior de tudo: ele deixou.
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  Deixou que ela entrasse. Que quebrasse suas defesas.
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  Bufou, afastando o pensamento. Caminhou até o computador e se obrigou a focar no que precisava fazer. A edição da prévia já estava pronta — cuidadosamente cortada, com ângulos perfeitos e iluminação suave. O rosto dela, como prometido, jamais aparecia. Apenas os corpos. O movimento. Os sons. A química absurda entre eles que saltava da tela.
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  Era um vídeo de divulgação… mas mesmo assim, o desejo pulsava ali com força, vivo, indomável.
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  Suspirou fundo, abriu a plataforma e começou o upload do conteúdo gratuito, aquele que sempre deixava disponível para atrair assinantes. Seus dedos digitavam quase no automático, mas sua mente estava longe. Em %Daisy%.
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  No gosto da pele dela.
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  No modo como ela se afastou.
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  Na proposta que ele fez.
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  Ele não deveria ter dito aquilo. Tão cedo, tão direto. Mas a ideia de não tê-la por perto de novo — nem que fosse em cena — o incomodava mais do que queria admitir.
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  Quando o vídeo foi finalmente publicado, ele jogou o celular sobre a mesa e se recostou na cadeira, os olhos presos no teto. O coração ainda batendo rápido. A frustração misturada com um medo sutil. Medo de que ela nunca mais aparecesse…
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  Medo de que aquela noite tenha sido só… isso.
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  Uma noite.
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  Mas, e se não fosse?
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🔥🔥🔥

  Alguns dias depois…

  Mais uma entrevista que provavelmente ficaria sem resposta, e %Daisy% estava começando a ficar cansada de entrevistas que não eram “sim” nem “não”. E sem dinheiro também…
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  Os dias haviam passado até rápido, com ela ocupada buscando emprego na área, fazendo entrevistas, alguns trabalhos como freelancer em buffets de eventos a céu aberto ou para grandes empresas.
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  Ela até começou a enviar seu currículo para outras áreas que não fossem de cozinha e que não envolvessem preparo de alimentos e pratos, mas não tinha experiência com nada além da cozinha. O que dificultava bastante o processo.
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  Pensava em %Seonghwa% mais do que devia, revivendo as cenas quentes na memória e na pele, como se tudo que viveram tivesse sido gravado nela como tatuagens. O vídeo havia sido um grande sucesso de acordo com as mensagens dele e %Daisy% é claro, havia caído em tentação e assistido o vídeo de prévia na plataforma um zilhão de vezes. Até havia se tocado assistindo o conteúdo… e depois se culpado por isso.
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  A proposta dele também rondava sua mente com frequência.
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  “Inferno”, por que ele tinha que ser tão diferente?
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  Ela já estivera com outros homens antes, mas com %Seonghwa%… foi como se algo tivesse se conectado. Algo dentro dela. Algo que ela não queria aceitar. Por isso mentiu, por isso se blindou. Porque se deixasse ele chegar perto demais, teria que lidar com tudo o que vinha junto. E ela não tinha estrutura pra isso.
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  Ser parceira dele. Sócia. Fazer mais vídeos. Ganhar dinheiro suficiente para se estabilizar, talvez até economizar. %Seonghwa% garantiu respeito, limites, contrato, segurança. E até agora, tudo o que ele havia prometido… ele cumpriu.
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  Passou uma das mãos pelos cabelos bagunçados pelo vento e parou em uma faixa de pedestre. O sinal demorava a abrir. E era como se o universo estivesse lhe dando tempo. Para pensar. Para decidir.
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  Porque por mais que tentasse negar… por mais que se obrigasse a procurar outro caminho, outra saída… aquela proposta de %Seonghwa% começava a parecer menos como uma loucura, e mais como uma possibilidade real.
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  Mas seria capaz de separar o trabalho do desejo?
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  Ou pior… seria capaz de separar o desejo dos sentimentos?
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  O sinal abriu. E %Daisy% atravessou. Mas sua mente ainda estava lá atrás. Preso entre o toque dele e o não que ela ainda não teve coragem de dizer.
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  Os comentários no vídeo eram todos positivos, especialmente no vídeo completo, no vídeo que os assinantes pagaram para ter acesso. O número de assinantes inclusive tinha aumentado desde a postagem do vídeo com %Daisy%.
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  Os mesmos variavam entre “Preciso saber quem é a garota do vídeo, pode deixar o perfil dela na plataforma nos comentários?”, “O melhor vídeo que você já postou até hoje %Seonghwa%!”, e coisas mais quentes como “Ela geme de um jeito tão real… deu até pra sentir o prazer dela daqui.”
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  Ou ainda “Me tornei assinante só por causa desse vídeo. FAÇAM MAIS JUNTOS!”, “A maneira como ele olha pra ela no final… pqp. Isso não foi só sexo.”, “A textura da pele dela, as tatuagens, os movimentos... tudo, absolutamente tudo nesse vídeo é perfeito.”
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  %Seonghwa% recostou na cadeira, passando a mão pelo cabelo molhado — acabara de sair do banho e ainda estava de calça de moletom e camiseta larga. O computador à sua frente exibia as estatísticas da plataforma em tempo real: curtidas, novos assinantes, tempo médio de visualização…
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  E todos os números gritavam uma mesma mensagem: %Daisy% deu certo.
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  Não só como conteúdo. Mas como conexão. Como imagem. Como desejo que ultrapassava a tela.
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  A forma como os corpos se encaixaram, como a entrega dela havia sido real — até mesmo os trechos que ele editou com mais cuidado para preservar a identidade dela, ainda carregavam uma energia diferente. Mais crua. Mais íntima. Mais intensa do que qualquer outro vídeo que ele já tinha feito.
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  E o público percebeu.
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  “Você está sendo a primeira…” ele se lembrou das palavras ditas na manhã seguinte. A primeira que ele deixou ficar. A primeira com quem tomou café. A primeira que mexeu com ele mesmo quando as câmeras estavam desligadas.
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  Soltou um suspiro lento, abrindo outra aba da plataforma para ver as mensagens privadas. Havia pelo menos quinze mulheres se oferecendo para gravar com ele, a maioria estrangeiras.
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  Mas ele ignorou todas.
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  %Seonghwa% abriu a galeria de vídeos e pausou na miniatura daquele que havia postado com %Daisy%. A imagem congelada mostrava apenas o ombro nu dela, um dos dedos dele tocando levemente sua clavícula. Nenhum rosto. Só toque, textura, pele.
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  O suficiente para deixar qualquer um querendo mais.
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  Inclusive ele.
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  Fechou os olhos por um instante e passou a mão pela nuca, sentindo a tensão se acumular.
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  Ele não queria uma substituta.
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  Ele queria ela.
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  — %Mingi%. — %Seonghwa% deu espaço para que ele entrasse no apartamento e o amigo assim o fez. — Há quanto tempo você não aparece pessoalmente por aqui… a que devo a honra dessa visita tão ilustre?
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  %Song% %Mingi% era um amigo de longa data de %Seonghwa%, inclusive quem incentivou e apresentou a carreira dos conteúdos adultos para ele, fora %Mingi%. Sendo ele hoje um dos maiores criadores do nicho de asiáticos nas plataformas, e ainda assim os dois continuavam amigos.
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  — Eu precisei vir, por mensagem achei que ficaria sem sentido. — %Mingi% tirou os óculos escuros do rosto e exibiu um sorriso que %Seonghwa% conhecia muito bem.
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  — Hum, sei. — %Seonghwa% soltou uma risada nervosa e fechou a porta atrás de si. — Senta, você já é de casa, fica à vontade. Aceita alguma coisa?
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  — Aceito o contato da garota que gravou o último vídeo com você. Cara, ela é sensacional, eu preciso gravar com ela…
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  %Seonghwa% travou por alguns segundos.
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  A frase do amigo ecoou no ar como uma provocação involuntária. A mão dele ainda segurava a garrafa de água que tinha ido pegar, mas o corpo congelou — como se um instinto primitivo tivesse sido acionado. Contato da garota. Gravar com ela.
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  Engoliu em seco e tentou disfarçar o incômodo.
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  — Você quer… gravar com a %Daisy%? — perguntou devagar, encarando %Mingi% com um olhar mais firme do que pretendia.
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  — Ué, por que não? — %Mingi% riu, achando graça da reação. — Ela é linda, natural, o vídeo ficou com uma vibe insana. Não dá pra fingir aquilo, %Seonghwa%. A entrega de vocês dois foi… outro nível. Eu assisti inteiro. Duas vezes. — Ele ergueu as sobrancelhas. — E pensei que a gente podia fazer algo juntos. Os três. Você, ela e eu.
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  %Seonghwa% arqueou uma sobrancelha, ainda digerindo a ideia.
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  %Mingi%, como sempre, ia direto ao ponto. E ele conhecia o amigo bem o suficiente para saber quando havia um interesse profissional genuíno por trás das palavras. E havia. Mas ainda assim…
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  — Não sei se ela toparia… — ele respondeu, a voz mais baixa, ainda atravessada por um traço de possessividade que ele odiava admitir.
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  — Cara, pensa comigo. — %Mingi% se inclinou na poltrona com aquele entusiasmo típico de quem já visualizava números e cliques. — Um trio real, sem roteiro forçado, com dois dos maiores criadores asiáticos da plataforma e uma estrangeira que já causou comoção com um único vídeo. Isso explode. A gente cobra mais caro, faz a pré-venda… mete teaser, vaza sugestão de bastidor… o engajamento vai ser insano.
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  %Seonghwa% levou a garrafa à boca, pensativo.
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  Era uma ideia ousada.
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  E %Mingi% estava certo: comercialmente, era ouro.
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  Mas mesmo assim… ele pensava na forma como %Daisy% reagiria. No desconforto possível. No fato de que ela não era atriz. Ela tinha feito aquilo por desespero… e talvez, só talvez, por ele.
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  E agora, ele estaria dividindo essa experiência?
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  — Eu vou pensar — disse enfim, repousando a garrafa na mesa. — Vou conversar com ela primeiro. Ver se ela toparia. Mas não força nada, ok?
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  — Nunca forçaria. — %Mingi% levantou as mãos, em paz. — Você me conhece. Ela tem que querer, claro. Mas se quiser… %Seonghwa%, a gente vai quebrar a internet.
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  %Seonghwa% soltou uma risada abafada e balançou a cabeça, olhando para o teto por um segundo.
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  Sim, ele conhecia %Mingi%.
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  E talvez, no fundo, soubesse que aquela proposta mexia mais com ele do que gostaria de admitir — não apenas pelo dinheiro ou pelo sucesso… mas pela ideia de dividir %Daisy%.
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  E era isso que o incomodava de verdade.
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🔥🔥🔥

  Abriu a porta do apartamento mais rápido do que deveria e a viu parada do lado de fora com as mãos nos bolsos da calça jeans, os cabelos soltos e bem penteados, a blusa justa marcava o contorno dos seios dela dentro do sutiã e só essa visão fez a boca de %Seonghwa% secar, o levando a umedecê-los com a língua.
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  A bolsa pendurada no ombro e ela mordia o lábio inferior, totalmente incerta do que estava fazendo lá.
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  — Oi. — %Seonghwa% quebrou o silêncio antes de dar espaço. — Entra.
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  — Com licença. — Ela pediu baixo antes de adentrar o apartamento, agora familiar.
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  Os olhos dela pousaram em %Mingi%, sentado no sofá.
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  Ele estava ali, completamente vestido, mas a presença dele parecia ocupar mais espaço do que o próprio sofá. Sentado de forma relaxada, com as pernas afastadas e o braço jogado sobre o encosto, ele exalava uma confiança preguiçosa, como se soubesse exatamente o tipo de impacto que causava ao entrar em qualquer lugar.
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  O corpo dele era… imenso.
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  Largo. Forte. Espalhado como se o sofá fosse pequeno demais para comportá-lo. O peitoral parecia prestes a estourar sob o tecido escuro da camisa justa que moldava os ombros largos e os braços longos. As coxas cobertas pela calça preta chamavam atenção pelo volume e definição, abrindo espaço entre os joelhos de forma natural, como se ele dominasse o ambiente apenas pela forma de se sentar.
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  E o rosto…
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  O rosto era bonito demais. Intenso demais.
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  Os olhos semicerrados analisaram %Daisy% com uma calma provocadora, e o maxilar bem marcado se moveu sutilmente quando ele passou a língua pelos lábios, como se avaliasse a presença dela em silêncio. Havia algo em %Mingi% que não pedia licença — ele simplesmente estava lá, bruto, presente, e impossível de ignorar.
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  %Daisy% engoliu em seco.
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  Era a primeira vez que o via ao vivo… e agora entendia perfeitamente por que o nome dele carregava tanto peso no meio em que %Seonghwa% trabalhava.
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  — %Daisy%… — O nome dela saiu dos lábios dele, a voz grave, grossa, com uma rouquidão que vibrou no ar por alguns segundos como um eco suave demais para ser ignorado.
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  Ela piscou.
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  Uma vez.
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  Depois outra.
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  Como se a simples maneira como ele pronunciou seu nome tivesse atravessado sua pele.
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  %Seonghwa% se moveu sutilmente ao lado dela, mas %Mingi% não desviou os olhos — encarava %Daisy% como se estivesse diante de algo que queria experimentar, tocar, descobrir. Sem pressa. Mas com uma intensidade que fazia o estômago dela revirar.
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  — Então você é ela. — %Mingi% completou, o canto da boca puxando um sorriso discreto. — Agora eu entendo o motivo do sucesso do último vídeo.
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  %Daisy% ajeitou a alça da bolsa no ombro e limpou a garganta, tentando disfarçar o calor que se espalhava por seu corpo.
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  — E você é o tal %Mingi%… — disse, sustentando o olhar dele, mesmo que por dentro estivesse implodindo.
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  %Mingi% riu, baixo.
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  — O “tal”? Gostei disso.
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  %Seonghwa% pigarreou, finalmente encerrando o duelo silencioso que crescia entre os dois.
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  — %Mingi% veio conversar sobre uma possível proposta de conteúdo… em trio. — Ele lançou um olhar de aviso ao amigo, como quem diz “vai com calma”. — Mas nada vai ser decidido agora. %Daisy% acabou de chegar.
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  %Mingi% ergueu as mãos, como se dissesse que estava tudo bem.
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  — Claro. Eu só queria conhecer pessoalmente. Ver com meus próprios olhos o que a câmera não conseguiu capturar completamente.
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  — E o que você acha que a câmera não capturou? — %Daisy% perguntou antes que pudesse se impedir, surpreendendo até a si mesma.
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  — O cheiro. O toque. O calor da pele. — %Mingi% respondeu num tom mais baixo. — Mas tudo isso pode ser resolvido… se você aceitar a proposta.
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  O silêncio voltou a se instalar por um momento.
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  E foi %Seonghwa% quem estendeu a mão suavemente para a base das costas de %Daisy%, num toque leve e protetor, como se a lembrasse que ela não estava sozinha.
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  — A gente pode conversar sobre isso com calma, só se você quiser — ele disse a ela, e pela primeira vez desde que entrou, %Daisy% sentiu a tensão aliviar um pouco.
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  %Daisy% assentiu para %Seonghwa% com a cabeça e então voltou a olhar para %Mingi%.
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  — Como vai funcionar? O que vocês têm em mente?
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  %Mingi% não perdeu tempo. Se ajeitou no sofá, apoiando um dos braços no encosto com casualidade, mas ainda assim com um certo domínio do ambiente. O porte dele era grande, largo, imponente. Mesmo sentado, transbordava presença. Os ombros largos preenchiam a camisa escura que usava, e o peito firme ficava evidente a cada movimento. As pernas longas estavam relaxadas, uma delas esticada enquanto a outra permanecia dobrada, sustentando seu cotovelo. A mão grande repousava sobre o queixo agora, os olhos cravados nela.
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  — A ideia é simples, mas com potencial. — Ele começou. — Conteúdo a três. Um vídeo apenas, pelo menos por enquanto. Mas não qualquer vídeo. Eu e %Seonghwa% juntos já temos um público consolidado… se colocarmos você, que já está gerando burburinho, o vídeo tem potencial pra explodir.
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  %Seonghwa% cruzou os braços, observando as reações de %Daisy% com atenção.
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  — A gente não precisa gravar nada muito performático, se você não se sentir confortável. — ele disse, a voz mais baixa, quase suave. — O que funcionou da última vez foi justamente a entrega ser verdadeira. A química. O clima real.
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  %Mingi% completou:
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  — Exato. E se a gente conseguir capturar isso de novo… com três pessoas… os números vão bater recorde. Sem exagero.
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  %Daisy% desviou os olhos por um instante, processando as palavras. O coração batia mais rápido que o normal, não só pela proposta em si, mas pelo modo como ela estava sendo olhada. Avaliada. Desejada.
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  — E como vai funcionar a parte prática? Local, contrato, pagamento, esse tipo de coisa…?
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  — Contrato individual para você, como da outra vez — %Seonghwa% respondeu. — Valor fechado, com porcentagem de lucros adicionais, se quiser. Ou valor integral pago antes. E a gravação seria aqui, como antes, ou em estúdio, se preferir.
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  — E a liberdade? — Ela perguntou, firme. — Eu escolho até onde vou?
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  %Mingi% sorriu largo, inclinando-se um pouco para frente.
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  — Você dita os limites, %Daisy%. A gente segue o seu ritmo. Isso não é uma armadilha, é uma proposta comercial. E você tem controle do que quer ou não fazer.
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  %Seonghwa% confirmou com a cabeça, os olhos cravados nos dela. Quentes. A expressão dele dizia mais do que qualquer palavra: ele estava ali com ela, e por ela.
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  — Mas… — %Mingi% continuou, com um tom provocativo. — Confesso que torço pra você aceitar.
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  %Daisy% manteve o olhar fixo em %Mingi% por alguns segundos, como se ainda pesasse as palavras, mas no fundo… a resposta já estava ali, pulsando embaixo da pele. Ela respirou fundo, desviou os olhos para %Seonghwa% por um instante — o olhar dele era firme, presente, como se dissesse "só vai se quiser". E aquilo a fez decidir.
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  — Tudo bem. — disse enfim, com firmeza. — Eu aceito.
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  O silêncio que se seguiu durou apenas um segundo, mas foi intenso. %Mingi% abriu um sorriso lento, quase felino, os olhos escurecendo por detrás do brilho satisfeito.
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  — Boa escolha. — ele disse, a voz baixa e quente.
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  %Seonghwa% apenas assentiu, mais contido, mas era impossível ignorar o pequeno alívio que surgiu em seus olhos. E também… a tensão que crescia no ambiente.
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  — Podemos marcar para daqui a alguns dias, se preferir. — ele ofereceu. — Tempo para se preparar, se quiser conversar sobre o roteiro com mais calma…
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  — Não. — %Daisy% o interrompeu com gentileza. — Se é pra fazer, prefiro fazer logo. Sem tempo pra me perder em inseguranças ou pensar demais.
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  %Mingi% soltou uma risada baixa, como se estivesse genuinamente impressionado.
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  — Eu gosto dela. — disse, inclinando-se de novo no sofá. — Então vamos resolver o contrato e a parte prática. Você quer o pagamento antecipado como da outra vez?
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  — Metade antes, metade depois, igual da última vez. — ela respondeu sem hesitar. — Mas quero revisar tudo por escrito primeiro.
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  — Combinado. — %Seonghwa% respondeu com um pequeno sorriso.
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  — Ah, e mais uma coisa. — %Daisy% disse, cruzando os braços. — Só porque aceitei gravar com vocês dois… não significa que eu vou cair no charme dos dois.
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  %Mingi% arqueou uma sobrancelha, divertido.
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  — Mas a gente pode tentar?
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  Ela riu, sacudindo a cabeça, mas havia um brilho nos olhos dela.
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  — Tentem o quanto quiserem. Mas não confundam trabalho com o resto.
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  %Seonghwa% sorriu de canto, observando-a com aquele olhar que parecia atravessá-la por inteiro.
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  "Tarde demais." — pensou.
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🔥🔥🔥

  A porta havia acabado de se fechar quando %Seonghwa% permaneceu por alguns segundos em silêncio, os olhos fixos nela desaparecendo pelo corredor. Só depois ele soltou o ar devagar, como se estivesse segurando algo no peito há tempo demais.
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  — Você tá ferrado, hyung. — %Mingi% disse, já com um sorriso estampado nos lábios. — Nunca vi você olhar assim pra ninguém.
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  %Seonghwa% virou o rosto devagar na direção dele, os braços cruzados, encostado à lateral da bancada da cozinha.
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  — Eu só acho que você precisa tomar cuidado. — rebateu, com a voz baixa e controlada.
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  — Cuidado? Com ela?
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  — Ela é nova nisso, %Mingi%. Não tá acostumada com esse mundo, com o público, com os riscos. Não quero que você vá com muita sede ao pote.
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  %Mingi% arqueou uma sobrancelha.
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  — Vai me dar aula de ética agora? Eu fui o primeiro a te mostrar esse mundo, lembra?
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  — Por isso mesmo. — %Seonghwa% o encarou. — Você sabe como isso pode ser cruel. Não tô dizendo pra pegar leve, tô dizendo pra ter respeito. Não trate ela como só mais uma garota em cena, entendeu?
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  %Mingi% se recostou no sofá, observando o amigo com atenção, como quem desmonta uma armadura invisível.
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  — Você tá caindo por ela.
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  %Seonghwa% bufou, virando de costas e pegando uma garrafa d'água da geladeira.
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  — Não tô. Tô sendo profissional. Coisa que você devia tentar às vezes.
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  %Mingi% riu de novo, dessa vez mais alto.
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  — Profissional? Você serviu café da manhã pra ela depois da primeira gravação, hyung. Café. Da. Manhã.
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  — Cala a boca. — %Seonghwa% resmungou, levando a garrafa aos lábios. — Eu tô falando sério, %Mingi%. Não se aproveita da situação. Ela tá fazendo isso porque precisa, não porque sonhou com isso.
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  %Mingi% ficou em silêncio por alguns segundos, antes de soltar um suspiro mais sóbrio.
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  — Tá bom. Eu entendi. Prometo que vou tratá-la como se fosse a última parceria da minha vida.
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  %Seonghwa% estreitou os olhos, desconfiado.
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  — Tô falando sério.
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  — Eu também. — %Mingi% respondeu, mas seu sorriso malandro permanecia.
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  E %Seonghwa% sabia: aquele projeto tinha tudo pra ser lucrativo. Mas também tinha tudo pra explodir dentro deles de outras formas.
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  E dessa vez… ele não sabia se sobreviveria à explosão.
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