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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Lustful Contract

Escrita porAven Lore
Editada por Lelen

Capítulo Quatro

Tempo estimado de leitura: 29 minutos

  %Seonghwa% deslizou a ponta dos dedos pelas laterais da cintura dela, subindo lentamente até o centro de seus seios expostos, como se quisesse memorizar cada curva, cada linha desenhada pela luz suave do quarto.
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  %Daisy% fechou os olhos, sentindo o toque dele como se fosse fogo contra sua pele sensível. O jeito como ele a explorava era diferente de tudo que já tinha vivido — não havia pressa, não havia fome bruta. Havia reverência. Um desejo de fazer daquele momento algo que ela não esquecesse.
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  %Seonghwa% inclinou-se novamente, sua boca quente envolvendo um dos mamilos dela com uma mistura perfeita de suavidade e firmeza. Ele sugou levemente, circulando com a língua em movimentos lentos, enquanto a outra mão acariciava o outro seio, desenhando trajetos preguiçosos que a faziam arquear o corpo contra ele, em busca de mais.
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  Um gemido baixo escapou dos lábios de %Daisy%, como se tivesse sido arrancado diretamente de sua alma.
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  %Seonghwa% sorriu contra a pele dela, satisfeito com a resposta, e deixou um rastro de beijos molhados descendo pela barriga até a linha da calcinha. O tecido de renda vinho parecia ainda mais provocante agora, moldando-se às curvas suaves dela.
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  Ele passou o nariz sobre o tecido, inalando o cheiro adocicado que já escapava dela, e soltou um gemido baixo e rouco, como se precisasse de toda a força do mundo para manter o controle. Seus olhos subiram para encontrar os dela — queria ver a reação dela a cada toque.
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  — Posso? — murmurou, os dedos já brincando com a borda da calcinha.
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  %Daisy% assentiu, mordendo o lábio com força, os olhos brilhando com antecipação.
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  %Seonghwa% deslizou a peça pelas coxas com paciência infinita, como se estivesse abrindo um presente precioso. Quando ela ficou completamente exposta diante dele, ele parou por um segundo, apenas olhando. Apenas… apreciando.
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  %Daisy% se sentiu quente por inteiro. Cada centímetro de sua pele parecia pulsar sob o olhar dele. Mas diferente do medo que esperava sentir, só havia uma estranha sensação de poder e vulnerabilidade se misturando de um jeito avassalador.
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  Ele beijou a parte interna de uma de suas coxas, depois da outra, aproximando-se perigosamente do centro de seu corpo, mas ainda evitando o contato direto, aumentando a expectativa até ela quase enlouquecer.
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  Quando finalmente sua língua tocou sua pele mais íntima, %Daisy% soltou um gemido entre um suspiro e um soluço, a mão agarrando os lençois ao lado de seu corpo.
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  %Seonghwa% se moveu com perícia, explorando-a com a boca, alternando movimentos suaves e mais firmes, ouvindo e sentindo cada pequena reação dela como se estivesse afinando um instrumento precioso. Ele sabia exatamente quando acelerar, quando diminuir o ritmo, quando apenas pairar, deixando a expectativa tomar conta.
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  E %Daisy%, perdida na sensação, deixou-se levar.
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  Seu corpo se arqueava involuntariamente a cada investida, e seus gemidos ficavam mais altos, mais desesperados, como música crua ecoando pelo quarto.
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  %Seonghwa% segurava suas coxas abertas com firmeza, mantendo-a vulnerável, entregue a ele — mas sempre com espaço para que ela se afastasse, se quisesse. Só que ela não queria. Não mesmo.
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  Ele intensificou o movimento da língua, pressionando o ponto certo com uma precisão que a fez estremecer inteira. %Daisy% sentiu a tensão se acumular em seu ventre, a respiração tornar-se errática. Suas mãos se moveram até os cabelos dele, segurando-os com força, como se estivesse se agarrando à própria realidade.
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  Quando o orgasmo a atingiu, foi como uma onda avassaladora, arrancando um gemido alto e rouco de seus lábios. Ela perdeu a força nas pernas, nas mãos, no corpo inteiro, desabando de volta contra a cabeceira da cama, ofegante e suada.
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  %Seonghwa% permaneceu ali por mais alguns segundos, diminuindo o ritmo até ela se acalmar, antes de subir novamente, espalhando beijos suaves por sua barriga, peito, pescoço, até voltar a encontrar seus lábios.
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  Ele a beijou de novo — dessa vez mais suave, quase carinhoso — como se selasse o momento.
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  A câmera continuava gravando, capturando não apenas o ato em si, mas a conexão crua, intensa e completamente real entre os dois.
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  E, pela primeira vez em muito, muito tempo, %Daisy% se sentiu viva.
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  %Daisy% ainda recuperava o fôlego, o corpo leve e pesado ao mesmo tempo, como se estivesse flutuando sob a superfície de uma onda quente. Mas %Seonghwa% não parecia disposto a lhe dar muito tempo para se recompor.
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  Ele a olhava de cima, os olhos escuros cravados nos dela, como se houvesse uma conversa silenciosa acontecendo entre seus corpos, uma troca de promessas que dispensava palavras.
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  Deslizando as mãos pela cintura dela, ele voltou a explorar, subindo devagar até alcançar novamente os seios, onde seus dedos brincaram com a pele sensível, arrancando pequenos arfares dos lábios entreabertos de %Daisy%.
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  Ela moveu o quadril de leve, sem perceber, em busca de mais contato. Seu corpo inteiro parecia clamar pelo dele.
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  %Seonghwa% sorriu de canto, percebendo cada nuance da reação dela.
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  Sem pressa, ele deslizou para deitar ao lado dela, apoiando parte do próprio peso sobre um dos cotovelos, enquanto a mão livre voltou a acariciar sua barriga com movimentos circulares, preguiçosos, quase hipnóticos.
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  %Daisy% virou o rosto na direção dele, e os olhares se encontraram outra vez — a tensão agora quase tangível no ar ao redor deles.
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  %Seonghwa% inclinou-se e capturou os lábios dela num beijo mais profundo, dessa vez com uma fome controlada que fazia o corpo dela se aquecer novamente num ritmo quase cruel de tão lento.
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  As línguas se encontraram, se provocaram, deslizando uma contra a outra com uma intimidade que arrancou de %Daisy% um gemido surdo, abafado pela boca dele.
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  A mão dele desceu outra vez pelas coxas dela, explorando o caminho já conhecido, mas agora com mais propósito. Ele passou a ponta dos dedos pela parte interna da coxa, subindo lentamente, quase tocando o centro dela, que já pulsava de antecipação.
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  Mas ele não tocou ainda.
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  Provocou. Apenas roçando a pele próxima, fazendo %Daisy% se contorcer sob ele, implorando silenciosamente por mais.
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  %Seonghwa% afastou o rosto do dela apenas o suficiente para falar, a voz rouca, carregada de desejo:
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  — Me diz se estiver demais, hum?
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  Ela respondeu apenas puxando-o pela nuca, unindo suas bocas novamente, o gesto tão cheio de necessidade que %Seonghwa% não pôde conter o gemido baixo que vibrou contra os lábios dela.
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  Foi então que ele deslizou a mão até entre as pernas dela, dessa vez tocando sem mais delongas.
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  %Daisy% arfou, sentindo os dedos dele deslizando pela umidade quente de sua intimidade, explorando com movimentos suaves, ritmados, circulares.
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  O quadril dela se ergueu instintivamente, buscando mais, pedindo sem palavras.
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  %Seonghwa% a observava com olhos pesados de desejo, absorvendo cada pequeno tremor, cada suspiro entrecortado, cada olhar perdido que ela lançava enquanto se desfazia pouco a pouco em suas mãos.
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  E então, ainda mantendo o contato visual, ele retirou a própria camiseta de uma só vez, revelando o tronco definido, o corpo forte e ao mesmo tempo elegante.
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  %Daisy% encarou-o, sem conseguir desviar o olhar. Era como ver o desejo materializado ali, em carne viva.
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  Ele se inclinou sobre ela novamente, agora com os corpos ainda mais próximos, pele contra pele, calor contra calor.
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  Os dedos de %Seonghwa% continuaram o trabalho entre as pernas dela, aumentando a pressão, os movimentos, levando-a rapidamente a outro estado de tensão deliciosa.
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  Com a outra mão, ele segurou o queixo dela com delicadeza, fazendo-a olhá-lo nos olhos, como se quisesse gravar aquele momento em sua memória.
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  — Você é linda assim — murmurou, a voz grave e baixa como um sussurro proibido.
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  %Daisy% gemeu baixinho, as pernas tremendo ao redor dos quadris dele.
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  %Seonghwa% parou o movimento dos dedos só o suficiente para deslizar a mão para a própria calça, desfazendo o botão e o zíper com habilidade.
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  Ela sentiu, através da pouca distância entre eles, a excitação dele, firme, quente, pulsante.
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  E mesmo assim, ele não tinha pressa.
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  %Seonghwa% se abaixou novamente, beijando o pescoço dela, depois o ombro, descendo devagar pelo peito, pela barriga — cada beijo era uma promessa do que estava por vir.
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  %Daisy% sentia o próprio corpo implorar. A necessidade era crua, urgente, mas ao mesmo tempo deliciosa, como se todo o seu ser estivesse sendo cuidadosamente preparado para aquele momento.
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  %Seonghwa% se afastou por um segundo apenas para se proteger — profissional, seguro, como era seu dever. Ela o observou fazendo isso com eficiência, a respiração descompassada, os olhos brilhando de ansiedade e desejo.
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  Quando ele voltou a se posicionar sobre ela, encostando a testa na dela por um breve instante, %Daisy% entendeu:
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  Não era apenas sobre prazer.
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  Era sobre confiança. Sobre entrega.
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  E, naquele momento, ela estava pronta.
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🔥🔥🔥

  %Seonghwa% roçou o nariz contra o dela, o toque simples, íntimo, que fez %Daisy% fechar os olhos por um segundo, buscando coragem na proximidade dele.
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  — Olha pra mim — ele murmurou, a voz rouca, carregada de uma ternura inesperada.
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  Ela obedeceu. E encontrou nele não só o desejo ardente, mas uma promessa silenciosa: que ele a guiaria, que ele estaria ali o tempo todo.
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  %Seonghwa% posicionou-se com cuidado entre suas pernas, uma das mãos segurando seu quadril para ajustar o encaixe. %Daisy% sentiu o calor dele ali, tão perto, a ponta pressionando suavemente sua entrada, e seu corpo inteiro estremeceu de antecipação.
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  Ele não a apressou. Esperou.
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  Esperou até ela se acomodar, até ela respirar fundo e assentir sutilmente, mesmo que o coração dela estivesse batendo tão rápido que ela mal podia acreditar que ainda estava respirando.
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  Com um movimento lento e cuidadoso, %Seonghwa% começou a invadir seu corpo, centímetro por centímetro.
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  %Daisy% soltou um suspiro trêmulo, misturado entre o desconforto inicial e a sensação avassaladora de preenchimento, de entrega total.
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  Ele parou quando sentiu a tensão dela, apoiando a testa no ombro dela e deixando o tempo fazer seu trabalho. Sua mão acariciava as laterais do corpo dela em círculos lentos, transmitindo paciência, transmitindo calma.
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  — Relaxa… — sussurrou contra a pele dela. — Deixa eu cuidar de você.
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  As palavras dele, o calor da boca contra seu pescoço, o carinho contínuo nas costas e na cintura… tudo isso ajudou %Daisy% a respirar, a se render, a se abrir.
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  %Seonghwa% voltou a se mover, dessa vez deslizando ainda mais fundo, até que seus corpos estivessem completamente encaixados, conectados de forma irreversível.
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  %Daisy% mordeu o lábio, fechando os olhos, sentindo-se cheia de uma maneira que era quase dolorosamente boa. Cada fibra de seu corpo parecia vibrar, reconhecendo algo primal, algo que ela nunca havia experimentado daquela forma.
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  Ele permaneceu imóvel por alguns segundos, permitindo que ela se acostumasse, que sentisse, que aceitasse.
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  Quando percebeu que ela relaxava sob ele, %Seonghwa% começou a mover-se devagar. Ritmado. Cuidadoso. Quase reverente.
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  As mãos dele estavam em toda parte — acariciando os quadris, os seios, o rosto — como se precisasse sentir para acreditar que ela estava ali, sob seu toque, recebendo-o.
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  %Daisy% se agarrou aos ombros dele, as unhas fincando levemente na pele, deixando marcas que %Seonghwa% recebia como medalhas silenciosas da confiança dela.
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  Os gemidos de ambos se misturavam, baixos e abafados, como uma canção só deles dois, ecoando no quarto aquecido.
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  O movimento entre eles aumentava de intensidade de maneira quase imperceptível, crescendo em ondas, construindo algo maior, mais intenso, mais inevitável.
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  %Seonghwa% não tirava os olhos dela. Cada expressão, cada suspiro, cada arquear de quadril era recebido como combustível para a fome controlada que agora o dominava.
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  E %Daisy%… %Daisy% já não pensava em dívidas, em medo, em agiotas, em nada além do calor dele. Da segurança dele. Do prazer que se construía em seu ventre como uma maré impiedosa, pronta para arrastá-la.
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  %Seonghwa% acelerou o ritmo apenas quando percebeu que ela estava pronta, quando sentiu seu corpo pedir, exigir mais.
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  Os sons dela — gemidos curtos, soluços de prazer — guiavam seus movimentos como uma melodia secreta.
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  Até que tudo ficou mais rápido, mais intenso, mais descontrolado.
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  E quando %Daisy% se desfez em torno dele pela segunda vez naquela noite, tremendo de prazer, puxando-o ainda mais para si, %Seonghwa% se entregou junto com ela, enterrando o rosto no pescoço dela enquanto gemia seu prazer, seus corpos colidindo em um clímax intenso, quente e devastador.
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  Durante alguns segundos, o mundo deixou de existir.
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  Só havia eles.
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  Só havia aquela respiração compartilhada, os corações disparados, a pele úmida colada em pele.
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  Conexão.
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  Entrega.
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  Vida.
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🔥🔥🔥

  O silêncio que pairou depois parecia quase sagrado.
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  %Seonghwa% permaneceu sobre ela por alguns instantes, apoiando parte do peso nos braços, para não esmagá-la, enquanto ambos tentavam regular a respiração. Seus corpos ainda colados, quentes, úmidos, entrelaçados de uma forma que %Daisy% jamais imaginaria sentir.
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  Com um último beijo demorado na testa dela, %Seonghwa% se afastou devagar, saindo de dentro dela com cuidado, respeitando o corpo dela que ainda pulsava com a memória do prazer.
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  Ele se levantou da cama e, sem dizer nada, caminhou até a câmera. Apertou o botão de desligar, encerrando a gravação com a mesma discrição que havia começado. A pequena luz vermelha se apagou, e o quarto voltou a ser apenas deles, sem testemunhas.
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  %Daisy% puxou o lençol próximo para cobrir o corpo ainda exposto, instintivamente buscando alguma proteção. Mas antes que ela pudesse envolver-se completamente, %Seonghwa% voltou para a beira da cama e, com um gesto suave, segurou a mão dela.
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  — Não precisa se esconder. — a voz dele era baixa, um pouco rouca ainda, mas infinitamente gentil. — Não depois disso. Não aqui.
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  %Daisy% parou, seu peito subindo e descendo com a respiração ainda acelerada. Havia tanta ternura nos olhos dele que algo dentro dela se quebrou e, ao mesmo tempo, se curou um pouco.
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  %Seonghwa% pegou uma toalha dobrada que estava sobre uma cadeira próxima e se aproximou novamente.
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  — Vem. — disse, estendendo a mão para ela. — Vamos tomar um banho. Você vai se sentir melhor.
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  Ela hesitou, olhando para ele, tão natural e à vontade na própria nudez, sem qualquer arrogância, sem qualquer traço de desdém. Apenas... presença.
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  %Daisy% estendeu a mão e deixou que ele a puxasse com cuidado. Quando seus pés tocaram o chão frio, %Seonghwa% imediatamente passou a toalha pelas costas dela, cobrindo-a antes de guiá-la lentamente até o banheiro.
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  O banheiro era espaçoso, com tons claros e iluminação suave. %Seonghwa% ligou o chuveiro, deixando a água esquentar, e então voltou para ela.
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  Sem pressa, ele a ajudou a entrar no box, depois entrou também, fechando a porta de vidro.
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  A água quente caiu sobre os dois, lavando os vestígios da gravação, mas parecia também lavar algo mais profundo — o medo, a vergonha, a solidão.
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  %Seonghwa% passou a mão molhada pelos ombros dela, pelos braços, como se estivesse tentando gravar cada pedaço de pele em sua memória.
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  %Daisy% encostou a testa no peito dele, sentindo o coração forte batendo contra sua pele. Ele a abraçou, forte, quente, protetor.
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  Ali, no calor da água e no calor daquele abraço, %Daisy% permitiu-se fechar os olhos e, pela primeira vez em muito tempo, sentir-se segura.
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  Não era sobre câmeras.
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  Não era sobre dívida.
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  Não era sobre sobrevivência.
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  Era sobre estar viva.
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  Depois de algum tempo sob o chuveiro quente, %Seonghwa% desligou a água e, com a mesma delicadeza de antes, envolveu %Daisy% em uma toalha. Eles se secaram em silêncio, e embora o clima ainda estivesse carregado de algo intenso, havia também uma espécie de serenidade no ar.
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  %Daisy% foi a primeira a se mover. Ela pegou suas roupas dobradas cuidadosamente sobre uma cadeira e começou a se vestir de costas para ele, como se aquilo fosse um lembrete silencioso: acabou.
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  %Seonghwa% ficou parado, apenas observando enquanto ela vestia a calcinha nova, ajeitava a peça no quadril com gestos apressados e, em seguida, puxava a calça jeans pelas pernas ainda levemente úmidas.
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  Quando ela pegou a blusa que usara antes da gravação e a puxou sobre a cabeça, ele agiu.
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  Antes que %Daisy% pudesse ajeitar completamente o tecido sobre o corpo, %Seonghwa% se aproximou rapidamente e, com um gesto seguro, puxou a blusa para cima novamente, fazendo-a deslizar por seus braços.
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  Surpresa, ela arregalou os olhos e segurou o tecido, confusa.
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  — O que você está fazendo? — perguntou, a voz baixa, quase trêmula.
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  %Seonghwa% apenas sorriu de canto, tirando a blusa das mãos dela e largando-a sobre a cama sem cerimônia.
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  %Daisy%, agora apenas de calça e sutiã, ficou paralisada por um momento, sem saber se deveria recuar ou confrontá-lo. Mas antes que pudesse reagir, ele caminhou até uma cômoda, abriu a primeira gaveta e puxou uma camiseta larga, preta, com um tecido visivelmente macio.
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  Ele voltou até ela, estendendo a peça.
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  — Veste isso. — disse, o tom calmo, mas firme. — Você não precisa ir embora agora.
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  Ela olhou para ele, depois para a camiseta em sua mão. A hesitação em seus olhos era clara, quase dolorosa.
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  — Achei que… já tivesse acabado o que eu tinha que fazer. — murmurou, quase como uma desculpa para si mesma.
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  %Seonghwa% se aproximou mais, diminuindo a distância entre eles até que ela pudesse sentir a respiração dele na sua pele ainda quente.
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  — Acabou o trabalho — ele corrigiu, a voz grave, suave. — Mas ninguém disse que você precisa sair correndo.
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  Ele não a tocou. Não a forçou. Apenas ficou ali, esperando.
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  %Daisy% respirou fundo, sentindo o cheiro dele — sabonete amadeirado, limpo, reconfortante. Olhou para a camiseta de novo. Era um convite. Uma escolha.
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  E, pela primeira vez em muito tempo, alguém estava lhe dando a opção de ficar sem exigir nada em troca.
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  Com as mãos ainda um pouco trêmulas, ela pegou a camiseta das mãos dele e, lentamente, passou pela cabeça, deixando o tecido deslizar pelo corpo após retirar a calça jeans.
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  A camiseta ficou larga nela, descendo quase até metade das coxas, cobrindo o que precisava ser coberto de maneira confortável, aconchegante.
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  %Seonghwa% sorriu, satisfeito.
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  — Muito melhor. — disse baixinho, quase como um elogio íntimo.
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  %Daisy% abaixou os olhos, mas não pôde conter o pequeno sorriso que ameaçou nascer em seus lábios.
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  Pela primeira vez naquela noite, ela não se sentia apenas usada ou útil.
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  Ela se sentia… bem-vinda.
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  %Seonghwa% apagou algumas das luzes mais fortes do quarto, deixando apenas a iluminação indireta acesa, suave, quente, transformando o ambiente em um refúgio silencioso.
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  %Daisy% sentou-se na cama, com as pernas cruzadas sob a camiseta larga que usava, sentindo-se estranhamente confortável naquele espaço que, até poucas horas atrás, era totalmente desconhecido para ela.
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  %Seonghwa% sentou-se no chão, de costas para a cama, os braços apoiados nos joelhos dobrados. Ficaram assim por alguns minutos, em silêncio, ouvindo apenas a respiração tranquila um do outro.
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  %Daisy% observou-o em silêncio. A maneira como ele parecia tão presente, tão calmo… era estranho o quanto aquilo a confortava.
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  Foi ela quem quebrou o silêncio primeiro.
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  — %Seonghwa%… — chamou, a voz baixa, quase incerta.
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  Ele virou o rosto para olhá-la por cima do ombro, a expressão aberta, sem pressa.
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  — O que foi?
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  Ela mordeu o lábio, tentando encontrar as palavras certas.
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  — Sobre o que aconteceu… — começou, desviando o olhar por um momento — ...foi diferente do que eu imaginei.
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  %Seonghwa% se virou completamente para encará-la, subindo na cama, sentando-se próximo a ela, mas sem invadir seu espaço.
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  — Diferente como? — perguntou, com um interesse genuíno na voz.
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  %Daisy% brincou com a barra da camiseta entre os dedos, organizando os pensamentos.
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  — Achei que seria algo mecânico. Frio. Como se eu estivesse… vendendo alguma coisa. — Ela respirou fundo. — Mas... não foi assim.
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  %Seonghwa% a ouviu em silêncio, respeitando cada pausa, cada hesitação.
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  — Não é assim que eu trabalho. — ele disse, com sinceridade. — Nunca foi só sobre o corpo. É sobre a conexão. Sobre fazer quem está ali comigo se sentir... viva. Desejada. No controle.
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  %Daisy% ergueu os olhos para ele e, por um instante, sentiu o peito apertar. Não pelo medo — mas pela verdade naquelas palavras.
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  — Você conseguiu. — admitiu, num sussurro. — Me fez sentir tudo isso.
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  %Seonghwa% sorriu de leve, mas havia algo de sério no fundo do olhar dele.
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  — E você foi incrível, %Daisy%. Mais do que eu esperava.
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  Ela corou, olhando para as próprias mãos, mas um sorriso pequeno e sincero escapou.
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  — Eu só… ainda estou processando tudo. — confessou. — É estranho. Me sinto vulnerável, mas ao mesmo tempo... forte. Como se tivesse recuperado algo que eu nem sabia que tinha perdido.
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  %Seonghwa% se aproximou mais, reduzindo ainda mais a distância entre eles, até que seus joelhos quase se tocassem.
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  — Isso é o que acontece quando você retoma o controle da própria história. — disse ele, baixinho.
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  %Daisy% sentiu os olhos marejarem, mas piscou rápido, afastando qualquer sinal de lágrimas.
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  %Seonghwa% percebeu, mas não comentou. Apenas estendeu a mão, virando a palma para cima, oferecendo-a.
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  Sem pensar muito, ela colocou sua mão sobre a dele.
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  O contato era simples, mas carregava tudo o que palavras jamais poderiam dizer.
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  Ficaram ali, conectados, silenciosamente.
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  Não como duas pessoas que haviam acabado de gravar algo para uma audiência invisível.
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  Mas como duas almas que, de alguma forma, haviam se encontrado no meio do caos.
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  E pela primeira vez em muito tempo, %Daisy% não sentia pressa para ir embora.
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  Depois de alguns minutos apenas com as mãos entrelaçadas e as respirações tranquilas preenchendo o quarto, %Seonghwa% puxou levemente a mão de %Daisy%, guiando-a para mais perto.
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  Sem dizer nada, ele se recostou contra a cabeceira da cama e abriu espaço para ela. Um convite silencioso.
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  %Daisy% hesitou por um instante — não porque não quisesse, mas porque sentia o peso de tudo o que aquele gesto carregava. Mesmo assim, aceitou. Deitou-se devagar, acomodando a cabeça no peito dele, ouvindo o batimento forte e constante do coração sob sua orelha.
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  %Seonghwa% passou um dos braços ao redor dela, envolvendo-a com uma proteção silenciosa.
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  — Tá confortável? — ele perguntou, a voz vibrando contra a pele dela.
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  — Uhum. — respondeu baixinho, fechando os olhos por um momento.
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  O calor do corpo dele, o cheiro amadeirado, a sensação de segurança… era fácil se perder naquilo.
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  Ficaram assim por alguns minutos, apenas respirando juntos, o mundo lá fora se tornando distante.
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  Até que, naturalmente, outra conversa começou a nascer entre eles.
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  — Você sempre quis isso? — ela perguntou, sua voz quase perdida contra a camiseta dele.
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  %Seonghwa% demorou alguns segundos para responder.
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  — Trabalhar com conteúdo adulto, você quer dizer?
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  Ela assentiu, sentindo o peito dele se mover com a respiração lenta.
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  — Não. — ele disse enfim. — Não era um plano de vida. — Fez uma pausa, pensativo. — Mas... foi o que me deu liberdade. Liberdade pra viver como eu queria, pra não depender de ninguém. Pra ter o controle da minha vida nas minhas mãos.
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  %Daisy% absorveu aquelas palavras em silêncio.
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  — E você? — %Seonghwa% perguntou, virando ligeiramente o rosto para olhar para ela. — O que você queria?
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  %Daisy% sorriu de forma triste, quase sem humor.
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  — Eu queria paz. — respondeu com sinceridade. — Só isso. Um lugar pra chamar de lar. Um lugar onde eu pudesse acordar sem medo.
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  %Seonghwa% apertou o braço ao redor dela com mais força, como se pudesse protegê-la do mundo inteiro naquele gesto.
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  — Você merece isso, %Daisy%. — murmurou.
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  Ela fechou os olhos, deixando que a verdade daquela frase a envolvesse, mesmo que ainda parecesse um sonho distante.
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  Depois de alguns instantes de silêncio confortável, ela perguntou:
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  — E agora? O que acontece?
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  %Seonghwa% sorriu, um sorriso que ela não viu, mas sentiu na vibração suave contra seu corpo.
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  — Agora? — ele disse. — Agora você descansa. Aqui. Sem pressa. Sem cobranças.
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  Ela soltou um suspiro, sentindo finalmente o peso do dia, do medo, da tensão, começar a se dissolver.
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  E ali, deitada sobre o peito dele, ouvindo o coração batendo forte e constante, %Daisy% soube:
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  Não era o fim daquela história.
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  Era apenas o começo.
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