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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Infinito

Escrita porLysse
Revisada/Editada por Natashia Kitamura

Capitulo I • A sinfonia escarlate.

2026.

Londres.

  %Elizabeth% McQueen era uma princesa.
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  Uma das jovens mais ricas antes dos 30 anos – os empregados sempre diziam isso sobre a irmã mais jovem dos irmãos McQueen – sendo a mais jovem dos cinco irmãos, %Elizabeth% tinha os característicos olhos verdes do senhor McQueen e os cabelos ruivos e rebeldes de sua falecida mãe.
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  Era jovem herdeira mais cobiçada pelo mundo.
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  Aos olhos da sociedade, enquanto a garota se movia pela sala com a espada samurai, em uma forma perfeita, os músculos perfeitamente alinhados como um velho mestre do Oriente – fazia dez anos desde que se lembrara de tudo, das dores, ao mesmo tempo em que se lembrou de tudo que sofreu – da dor em sua costela, dos dedos frios em Oslo, das batidas em seu coração decaindo a cada segundo.
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  Era mais noite em que ela se lembrava daquela imagem – do corpo se quebrando da torre enquanto vestido vermelho se esvoaçava pelo ar –, %Elizabeth% ouvia os passos apressados, e atrapalhados do lado de fora, ao mesmo tempo em que encarava as nuvens escuras do lado de fora.
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  Era um mal presságio, ao mesmo tempo em que encarou o relógio era exatamente 2 da manhã, ao qual, %Elizabeth% apenas deixou de lado sua espada e deitou-se sobre a cama.
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  Mas, aquela sensação estava em seus ossos: algo iria acontecer.
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30 minutos antes.

  A boate estava a pleno vapor, pensou a mulher de cabelos grisalhos enquanto limpava os camarins, e verificava as meninas que já tinham sido liberadas pelos clientes que comia animadas no refeitório no segundo andar enquanto as músicas eletrônicas tomavam conta de todo o ambiente.
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  Amélia mandou os seus subordinados para limparem os respetivos quartos liberados -, e mexeu no tablet em que se encontrava todos os quartos do estabelecimento -, ali as acompanhantes de luxo recebiam um auxílio vindo da Boate Hell's, e muitas vezes conhecidas como o prostíbulo de luxo onde magnatas, parlamentares, e até mesmo alguns nobres ingleses vinham ali para satisfazer as suas necessidades sexuais.
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  A chefe da limpeza Amélia escutava os gritos de prazer das jovens de luxo enquanto passava pelos corredores destinado para os funcionários da limpeza e segurança trafegarem com segurança entre os quatros -, a mulher de 50 anos suspirou, e lembrou-se da primeira vez que pusera os pés no prostíbulo Hell, mesmo após a repulsa inicial pelo estabelecimento de luxo, Amélia escutava das jovens garotas de programa que os patrões lhe davam todas as regalias que qualquer trabalhador precisava, e foi um dos motivos para Amélia ficar naquele local, e também pelo apreço que tinha pelas jovens de 20 anos que pagavam os estudos com o dinheiro ganho nas noites que trabalhavam ali, e também ela cuidava de todas e verificava se estavam todas saudáveis e se alimentando bem, as ordens dos patrões que sempre lhe davam ouvidos sobre qualquer coisa que acontecia no Hell's -, os olhos escuros desceram pela lista de quartos ocupados até o momento, porém parou na frente da porta do apartamento 13, e franziu o cenho, e novamente verificou abrindo uma aba sobre as especificações do quartos e de todos os pedidos dos clientes e das jovens prostitutas.
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  Stanley Kubrick, ela leu atentamente que aquele homem sempre pedia um vinho, e vários guloseimas para desfrutar juntamente das dançarinas.
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  Não havia nenhum pedido do cliente desde que entrará no quarto, e nem mesmo das jovens que estavam com ele -, ela tentou relembrar quem estava com o homem dentro do quarto, Sammy e Dot, e ela conhecia melhor do que ninguém as meninas, e elas sempre pediam o jantar após o cliente dormir caso ficasse o restante da noite, e também pedia roupas para ela que sempre entregava para as meninas, e aquele hábito era todas as noites que estavam no trabalho, ela apenas olhou a porta, e pensou entrar e verificar como estavam as jovens, porém ela apenas pegou o rádio que todos os funcionários do Hell's tinham.
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  - Ei, Abby - chamou a chefe de segurança que cuidava de todos os passos dos funcionários e clientes que entravam e saíam do Hell's - Não há pedidos do apartamento 13, poderia mandar alguém para entrar comigo e verificámos se está tudo bem?
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  - Estou mandando o Aram - a voz de Abby soava profissional e séria, enquanto a mulher mais velha apenas pensou preocupada com as mulheres dentro do quarto - Ele estará armado, Amélia, não se preocupe com elas. Só devem ter dormindo.
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  Amélia franziu os lábios com isso - houve um incidente sobre um cliente querer bater numa das meninas, desde então, qualquer coisa suspeito, os seguranças estavam com o aval de entrar nos quartos para ajudar as mulheres -, e ela lembrava da menina que saíram com vários machucados, e que fora remanejada para trabalhar na área administrativa juntamente com Abby.
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  Ouviu o elevador dos funcionários, e Aram acompanhado de Stefani, uma segurança truculenta e que dava medo em praticamente todos os clientes abusivos desde que entrou no ano passado, quando impediu a agressão a uma das dançarinas - ambos armados, enquanto a chefe da limpeza retirou das vestes as chaves, e o clique da fechadura foi ouvido, enquanto Aram apenas entrou na frente sendo seguida pelas duas mulheres -, tocava uma música "Karma Police" do Radiohead que Amélia reconheceu ser a favorita de Sammy, Amélia procurou pelas garota, enquanto percebeu o sangue espalhado pelo quarto assim como os corpos das meninas com as gargantas cortadas em cima da cama, além do cliente também, e reconheceu dois guardas que ela pensou estaren de folga naquele dia.
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  Um grito escapou dos lábios, enquanto Aram a parou antes que tocasse em alguma coisa -, os fios loiros de Samantha estavam com sangue, além dos olhos vidrados com uma expressão de horror, enquanto Dorathea estava no mesmo estado, porém seus olhos fechados enquanto as lágrimas escapavam de seus olhos, provavelmente esperando uma morte rápida pelo seu agressor -, Amélia já havia visto de tudo em sua vida, mas a cena a sua frente fora demais para seu coração.
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  - Abby, ligue para a polícia - a voz rígida de Aram soou urgente pelo rádio, enquanto Stefani observava também em total espanto - Houve um homicídio, e avise para os donos. Agora, Abby!
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  As lágrimas desceram pelo rosto de Amelia, enquanto foi arrastada dali por Stefani, que ainda tentava entender como alguém matou dois seguranças, um cliente e duas dançarinas a sangue frio -, entre todas as garotas, Samantha era a sua favorita, pois ela sempre era confiante de que um dia ela sairia daquela vida, e se tornaria uma arquiteta um dia.
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  E agora, ela estava morta.
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  Uma chuva forte e continua caía enquanto Leonard McQueen seguia o Audi A3 sedan de seu namorado, em direção ao apartamento dele. A batida dos limpadores de para-brisa não interrompia os seus pensamentos que parecia seguia em uma sincronia de caos e harmonia, ao mesmo tempo em que a imagem dos olhos de Richard estava em sua mente como um lembrete, ademais que pensava que o namorado estava exagerando.
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  Ex-namorado, corrigiu-se mentalmente. A exatos quarenta cinco minutos atrás.
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  Ele batia seus na direção do carro ao ritmo de "Robbers", de The 1975 que tocava aleatoriamente em uma das milhares de playlist no Spotify que sua irmã havia adicionado na última semana -, foi o ano de sua vida, ele pensou, está realmente pronto para passar uma borracha sobre o assunto?
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  Havia uma saída melhor? Leonard pensou em ligar para sua irmã mais velha e lhe pedir conselhos amorosos, porém o relógio em sua BMW X6 marcava exatamente 23:45, enquanto as melhores desculpas até mesmo os apelos para Richard Turner estavam a se formar em sua mente; talvez ele ficasse melhor deixando para trás o seu furacão particular. Uma racionalização banal: ele é o parlamentar inglês que não havia assumido sua sexualidade, e Leonard é um playboy gay que vivia em revistas de celebridades e fofocas, e uma das subcelebridades mais conhecidas do Reino Unido.
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  Mas não era tão simples? Leonard apenas pensava que todo aqueles títulos eram apenas besteira, mas Richard trabalhava para o Rei Charles, enquanto Leonard é um dos solteiros mais cobiçados do Reino Unido, além de ser objeto sexual de pelo menos 99% dos britânicos e ter sua própria multinacional que estava se expandindo para o restante do mundo -, Leonard coçou o nariz ao pensar nisso, e frustrou-se com todos os contra que existiam entre Richard e ele, além da preocupação excessiva de sua família dele com esse relacionamento e o medo desnecessário de Richard perante a sociedade, caso descobrissem que ele tinha um relacionamento homoafetivo com o McQueen.
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  Leonard viu o Audi A3 virar a esquerda e ligou a seta para segui-lo, porém um Volvo o fechou e, quase por um triz, um Porsche atrás de si não bateu no carro.
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  Richard Turner saiu do carro no estacionamento do prédio onde se encontrava com Leonard -, o parlamentar olhou curioso por perceber que Leonard não estava mais atrás de si, deve ser o trânsito, pensou o homem enquanto retirou a gravata e pegou a sua maleta -, os seguranças que normalmente faziam sua proteção estavam de folga naquele dia, porém os de Leonard estavam seguindo ele, como sempre, para todos os lugares que McQueen ia; olhou mais uma vez para entrada do estacionamento enquanto pegava o elevador.
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  Ele deve ter ficado preso no trânsito.
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  O segurança de nome Stuart estava explicando que não era preciso esperar a polícia, que ninguém havia se ferido enquanto o outro carro com seus seguranças esperava pacientemente para seguirem o destino com seu chefe -, Leonard observava os quatro brutamontes que era obrigado a arrastar para todos os lados desde os seus 12 anos. Ele mantinha a expressão aborrecida, enquanto batucava sobre o volante; os pensamentos estavam sobre o que ele e Richard iam conversar naquela noite.
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  Ele pega suas coisa e cai fora da vida do homem da Rainha, ou passa a última noite fazendo amor, como se fosse a última vez?
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  Ou, pro diabo com tudo, pensou amargo sobre o destino de seu relacionamento.
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  E os assuntos que os atraía? O padrão típico dos relacionamentos do playboy? Leonard McQueen, solteiro convicto, além de ter uma boa quantia em dinheiro no banco -, sempre foi considerado brilhante, porém as expectativas dos seus relacionamentos? Seis meses, até um ano. Bem, ele estava a quase dois anos com Richard Turner.
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  Era um recorde, diriam as más línguas, afinal, seus relacionamentos não duravam mais do que uma noite. Ele checou relógio novamente, fazia 25 minutos desde que perdera Richard de vista; estava perdendo a paciência com aquela mulher e seus ataques histéricos.
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  Richard Turner parou em frente ao apartamento: tudo acabou mesmo? Ele se lembrava da voz do amante ao falar da recepção para arrecadar fundos para doar aos orfanatos carentes -, Turner havia cometido um erro ao ir à festa, sabendo que vários parlamentares e pessoas de alta classe estariam lá -, embora Leonard tenha dito que seriam discretos naquele compromisso social, provavelmente foi um passo mal dado.
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  E havia também August Freeman.
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  Leonard havia tido um caso curto com o homem antes de conhecê-lo, e tinha sido honesto ao discutir a possibilidade dele ir ao evento.
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  Porém, em seu íntimo, Richard tinha que admitir que eles formavam O casal!
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  August Freeman, advogado conceituado e assumidamente gay. Ênfase ao gay. Leonard McQueen, empresário assumidamente homossexual e de bem com a sua vida e família -, eles formavam um casal que não possuía discussões tolas sobre discrição, e que deveriam se encontrar às escondidas ou qualquer coisa do gênero -, este sempre seria o problema entre eles, sempre parte da dinâmica que faltava entre eles.
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  Ele balançou a cabeça a contragosto, enquanto abriu o apartamento, porém assim que ele entrou havia algo de errado.
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  A luz do hall estava desligada, mas mesmo na semiescuridão podia perceber que seu apartamento estava remexido. Pegou celular no bolso, contudo, uma mão enluvada obstruiu sua boca, e ele perdeu os sentidos.
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  Após alguns minutos desde que deixara Stuart cuidar do quase acidente mesmo sobre os protestos da mulher que estava esperando os benditos dos polícias, Leonard estacionou o carro ao lado do Audi de Richard e ajeitou a gravata que estava lhe incomodando. Percebeu os dois seguranças restantes também estavam estacionando.
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  Ele desceu e ajeitou o terno que usava naquela noite e, trancando o carro, sinalizou para os seguranças que dali ele podia ir muito bem sozinho; sabia que o velho Raymond estaria no corredor no dia seguinte com um copo de café expresso.
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  - Tenham uma boa noite, rapazes - diz sorridente para Aaron e Raymond - E, não fumem aqui.
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  Aaron soltou uma risadinha, enquanto Raymond apenas ignorou o patrão que adentrou no elevador e apertou o número 10.
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  Observou seu rosto no espelho dele - Leonard tinha uma cicatriz no supercílio esquerdo, porém era quase imperceptível a olho nu enquanto os olhos verdes acinzentados esperavam impacientes que chegassem ao 10° andar, e tentava montar um plano estratégico para pode salvar seu relacionamento com Richard.
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  Assim que a porta abriu ele buscou o apartamentos 1010, porém seus olhos pararam na porta entreaberta, e a sensação que estava no ar era sufocante.
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  Empurrou com os sapatos a porta enquanto buscava a silhueta de Richard pelo apartamento, a luz do hall estava acesa -, enquanto um círculo de sangue estava desenhado no chão e no centro dele, com o tórax aberto e os olhos arrancados estavam Richard Turner.
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  Morto.
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  Leonard parou na entrada do apartamento, enquanto observava cuidadosamente o círculo desenhado no chão -, ele tirou o celular do bolso do terno e percebeu o tremor tomar conta de suas mãos, e digitou 999.
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  - 999. Telefonista.
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  Ele arranhou a garganta - a bola de angústia estava se formando, porém olhou Richard e se forçou a dizer as palavras:
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  - Gostaria de comunicar um assassinato.
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