I Need U

Escrita porPams
Revisada por Natashia Kitamura

Capítulo 5

Tempo estimado de leitura: 19 minutos

Eu respirei fundo e a convidei para entrar, estava tentando pensar no que iria dizer, como iria reagir. Ter ela ali era como a vida me dando uma terceira chance ou algo do tipo, pelo menos era isso que eu estava pensando na hora, a convidei para se sentar e me sentei na poltrona ao lado. Tentei me acalmar internamente e fiquei em silêncio, estava me concentrando na respiração dela, parecia um pouco tranquila, mas percebi que estava balançando a perna direita, acho que demonstrava um pouco de nervosismo ou ansiedade.
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  — Está tudo bem? — perguntei.
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  — Sim. — respondeu ela. — É que estava com medo de você me mandar ir embora.
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  — Bem, eu... me desculpe, não queria passar essa impressão. — disse meio sem graça.
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  — Não se preocupe, está tudo bem. — ela riu de leve. — Se você me xingar hoje, provavelmente não vou me lembrar amanhã.
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  — Verdade, mas jamais xingaria você. — concordei segurando o riso.
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  — Posso te fazer uma pergunta?
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  — Claro.
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  — Por que usa óculos escuros dentro de casa?
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  — Hum. — era de se esperar que ela me perguntasse aquilo, mas não queria que fosse tão rápido. — Bem, meus olhos são um pouco sensíveis a luz.
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  — Ah, você é um vampiro? — seu tom era sério e um pouco inocente.
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  — Não. — eu ri baixo, mas logo minha face ficou série e automaticamente sussurre. — Apesar de viver no escuro.
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  — O que disse? — perguntou ela.
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  — Nada. — eu respirei fundo e me levantei do sofá. — Você aceita um chá? Ou água?
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  — Não. — senti a movimentação dela se levantando. — Eu queria te convidar para tomar café da manhã comigo.
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  — Hum? — acho que já estava se tornando comum minha falta de reação perto dela.
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  — Você aceita? — insistiu ela.
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  — Eu...
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  — Não aceito uma resposta negativa, e por mais que o sol esteja bonito, acho que somente seus olhos são sensíveis a ele. — ela sabia como me deixar sem resposta.
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  — Já que insiste. — eu sorri para ela. — Só preciso pegar minha carteira.
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  — Tudo bem, eu espero.
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  Eu caminhei até o quarto, ainda não acreditando no convite dela, troquei minha roupa de forma rápida e peguei minha carteira que estava na cômoda ao lado da porta, coloquei no bolso e voltei para a sala. %Jenie% estava cantarolando algo que não identifiquei, já estava perto da porta de saída.
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  — Estou pronto. — disse ao me aproximar dela.
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  — Ah, quando disse que iria buscar sua carteira, fiquei preocupada. — disse ela segurando o riso.
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  — Por quê?
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  — Pensei que não trocaria de roupa. — ela deu um riso rápido. — Fiquei imaginando como seria nós dois andando na rua e você de pijama.
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  — Por um momento eu realmente esqueci que estava de pijama. — eu ri junto. — Mas acho que agora estou com roupas mais apropriadas para um passeio.
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  — Eu não me sentiria nem um pouco incomodada se você estivesse de pijama, quando eu era mais nova, um dia fui para a escola de pijama.
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  — Nossa. — eu virei minha face para sua direção. — Uau.
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  — É uma roupa qualquer como todas, a única coisa que muda é que usamos à noite e dormimos com ela.
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  — Pela lógica, está certa. — eu ri. — Mas vai explicar isso para sociedade.
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  — Verdade. — seu riso era espontâneo. — Um dia te faço sair de casa de pijama junto comigo.
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  — Um dia? — aquelas palavras me assustaram um pouco.
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  — Sim, por quê?
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  — É que, quer dizer que você não quer se esquecer de mim?
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  — Por que eu iria querer me esquecer de alguém como você? — a pergunta era séria, mas sua voz sempre permanecia suave.
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  — Diz isso somente porque te salvei. — a amargura estava novamente em minha voz.
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  — E se não for somente por isso? — retrucou ela. — Se quiser, posso apagar essa parte.
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  — O quê? — ela apagaria que eu a salvei?
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  — Não pense que estou aqui só porque me salvou. — disse ela. — Você não é a primeira pessoa que me salva de um atropelamento, e acho que não será a última.
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  — Então, você já...
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  — Sim, não é a primeira vez. — ela respirou fundo. — Além do mais, se fosse para me interessar por alguém só porque essa pessoa já me salvou, eu ficaria com o paramédico que me socorreu da primeira vez.
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  Ela abriu a porta e saiu rindo.
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  — Vamos, antes que o café esfrie. — disse num tom um pouco mais alto do lado de fora.
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  Aquela garota estava se tornando ainda mais maravilhosa e incrível a cada instante que eu a conhecia. Seria isso algo para eu me agarrar e jogar minha parte negativa no lixo? Eu sorri de canto e saí do apartamento, caminhamos lado a lado por todo o caminho, e sempre que parávamos de falar, ela começava a cantarolar.
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  %Jenie% me guiou até sua casa que ficava atrás da cafeteria do tio dela, era um pequeno loft, eu fiquei um pouco com receio ao entrar. Era um lugar novo para mim e não sabia nada sobre a quantidade de móveis e onde estavam todos, decoração e o layout, eu estava desesperado por dentro.
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  — Está tudo bem? — perguntou ela ao perceber que eu estava paralisado na porta de entrada.
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  — Sim. — eu ainda não conseguia me mover por medo dela perceber que eu era cego, acho que não suportaria ver a reação de espanto dela novamente.
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  — Oh, me desculpe, que mal educada eu. — ela se aproximou de mim e pegando no meu braço. — Tenho que fazer direito já que é sua primeira vez aqui, e como uma boa anfitriã, seja bem-vindo a minha casa. — ela impulsionou meu corpo me fazendo entrar.
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  — Obrigado.
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  — Me desculpe pelo corredor ser pequeno, mas o loft é bem amplo, ainda mais depois que coloquei o mezanino, assim consegui mais espaço para montar um quarto decente.
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  — Ah, que bom. — concordei sem saber como reagir.
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  — Venha, vou te mostrar minha pequena grande casa. — ela riu de leve me puxando, mas após três passos paramos. — O corredor nem é tão grande assim, mas pelo menos ao lado dele coube o banheiro, pensei que não daria certo, mas, no final, as dicas de arquitetura da Darya funcionaram.
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  — É sempre bom ter amigos que dão dicas boas. — assegurei, gravando em minha mente que o banheiro ficava no corredor da porta de entrada.
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  — Darya é ótima com dicas de decoração. — ela respirou fundo. — Mais ainda acho que a cozinha poderia ter ficado maior, ela me puxou para o lado e senti a bancada na minha frente. — Olha só esse espaço, é tão pequeno, logo para mim, que sou uma patissier.
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  Aquele “Olha só” foi uma facada no meu coração.
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  — Tenho certeza que mesmo com esse tamanho você consegue fazer coisas maravilhosas. — disse tentando me concentrar em memorizar o layout do loft.
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  — Mas pelo menos minha sala é ampla e espaçosa. — ela me puxou até a sala, parecia mesmo ser espaçosa.
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  — Você gosta de...
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  — Poucos móveis? — perguntou ela. — Sim, eu sempre gostei de coisas mais simples, como diz a Darya, às vezes o menos é mais. Entretanto, eu não consegui convencer ela com a escolha das cores.
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  — Hum. — e agora, cores, estava me remoendo de vontade de saber pelo menos que cores tinham nas paredes.
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  — Ela achava que eu não conseguiria combinar laranja, marrom e bege, mas o resultado final ficou melhor do que o esperado. — disse ela com ar de satisfação.
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  — Acho que, neste caso, se você está feliz, ela deve aceitar, é você quem mora aqui.
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  — Concordo plenamente, e no final eu ainda surpreendi a todos, ela achava que eu pintaria todas as paredes de laranja, eu jamais faria isso, é claro que todas as paredes bege e uma em destaque de marrom ficaram mais harmônico e elegante com alguns pontos de alaranjado.
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  — Tem certeza que é a Darya que entende de decoração? — eu virei minha face para a direção da sua voz, não sei se estava aliviado ou apreensivo com tudo aquilo.
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  — Acredite, isso é efeito de tutoriais no Youtube. — ela riu me fazendo rir também. — Mas vamos à última parte, meu quarto.
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  Subimos a escada até o mezanino, todo corrimão era de metal e tinha um guarda-corpo de vidro que cercava a parte que dava vista para a parte de baixo do loft, eu tentei a máximo não me locomover muito e deixar ela falando sobre como decorou seu quarto. À primeira vista, para muitos aquilo era desnecessário e tedioso, mas para mim era incrível ouvir todos aquele detalhes, e a cada palavras que saía eu sentia ainda mais a sua empolgação.
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  Até que em um breve momento, %Jenie% pegou em minha mão e me puxou para sentar na cama ao seu lado, paralisei de imediato tentando entender o que ela estava tramando.
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  — E este aqui é meu álbum. — disse ela colocando em meu colo.
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  — Uau, está meio pesado. — disse não me desesperando, ela me mostraria seu álbum e eu não iria ver.
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  — Sim, tem muitas fotos aí. — ela suspirou fraco. — Só não tenho uma sua.
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  — Minha? — elevei minha face direcionando para ela.
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  — Bem, eu só tenho coisas escritas sobre você, mas não tenho como te ver, acho que isso me fez querer ver você ainda mais.
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  Suas palavras pareciam o que eu estava sentindo, eu só tinha a voz e seu perfume para me dizer que era ela, e isso me fazia querer vê-la ainda mais.
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  — Eu entendo. — disse dando um sorriso disfarçado.
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  — Então, posso tirar uma foto com você? — perguntou ela.
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  — Hum, você tem foto daquele paramédico que te salvou? — perguntou meio curioso.
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  — Não. — ela riu. — Eu acho que tive por um tempo, pelo menos o que estava escrito é que ele não era interessante, mas por que a pergunta?
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  — Curiosidade. — eu ri um pouco.
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  — Hum.
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  Ela riu um pouco mais e se levantou, eu me levantei também, não sabia o que fazer, mas permaneci parado. Após alguns minutos, eu senti ela encostando seu corpo no meu de leve e batendo a foto, o barulho e a luz do flash estava acionado, ela tirou mais duas fotos e se afastou novamente. Eu acho que aquela câmera era uma polaroide, porque a cada foto que tirávamos ela me entregava o papel da polaroide para que eu “olhasse”, como se fosse realmente possível.
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  — Nossa, estou aqui só falando e ainda não tomamos café da manhã. — ela riu pegando minha mão e me puxou para a escada de novo.
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  %Jenie% se dirigiu para a cozinha, enquanto isso eu encontrei umas banquetas que ficavam do outro lado da bancada da cozinha, bem próximo aos puffs da sala. Fiquei sentado me atentando aos movimentos dela naquela cozinha apertada, seus passos eram poucos, mas suas mãos se moviam bastante.
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  Às vezes eu tinha a impressão que ela fazia barulho de propósito, além de sempre cantarolar quando eu ficava em silêncio. Ela não demorou muito para preparar tudo, e logo depois de colocar tudo na bancada, ela se sentou ao meu lado e me serviu um cappuccino e torta de morango, o cheiro estava muito bom.
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  — Espero que goste. — disse ela. — É uma receita nova que estava testando ontem à noite.
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  — Bem, o cheiro está bom. — disse sentindo o aroma do morango como se fosse fresco. — Tenho certeza que o gosto também.
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  — Tomara, eu finalmente consegui acertar o ponto da calda de morango, nunca fiquei tão feliz na vida.
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  — Pela sua empolgação, imagino que sim. — eu sorri automaticamente e me virei para o prato. — Hum, eu gosto de morango.
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  — Sério? Eu também. — ela parecia estar feliz com meu comentário. — O que mais você gosta?
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  — Bem, maracujá também, acho que uma sobremesa com as duas frutas ficaria muito bom. — respondi.
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  — Interessante, nunca pensei em fazer nada além de vitamina com essas duas frutas, mas acho que posso tentar inventar algo.
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  — Sério? — eu ri de leve. — Eu estava brincando.
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  — Mas não seria divertido juntar duas coisas que gosta em uma só? — ela me perguntou num tom sério, porém descontraído.
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  — Sim, seria. — e mais uma vez ela estava me deixando sem argumentos. — Não é estranho para você uma pessoa desconhecida na sua casa?
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  — Não. — respondeu ela.
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  — Não?
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  — Não é qualquer pessoa que eu trago aqui, e você não é uma pessoa desconhecida para mim, tenho páginas sobre você no meu álbum. — sua explicação era tão espontânea e convincente.
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  — Devo ficar feliz por isso? Estar em algumas páginas de um álbum? — acho que tinha saído como algo inconformado, e eu estava, acho que não queria ser somente páginas de um álbum pra ela.
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  — Acredite, antes de estar nas páginas do meu álbum, precisa me convencer que pode estar no meu coração também. — ela respirou fundo. — Meu álbum são meus pensamentos.
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  %Jenie% estava realmente se tornando mestre em me deixar sem palavras, suspirei um pouco fraco, estava pensando nas suas palavras, aquilo me fazia ficar esperançoso e ao mesmo tempo inseguro. Ela era incrível, mas e eu? Eu era um homem que vivia preso em sua escuridão e que tinha medo da luz, mas estava gostando dela, estava gostando de ficar perto dela.
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  Tomamos nosso café tranquilamente, ao longo daquela degustação, %Jenie% me contava como tinha feito a torta de morango, eu tentava imaginar como tinha acontecido a cada palavra que ela falava. Mais uma vez os seus detalhes estavam se tornando um brilho para me guiar, o que me deixava ainda mais admirado com ela.
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  — Me parece que você gostou mesmo da torta. — disse ela recolhendo os pratos.
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  — Você é muito boa na confeitaria. — a elogiei sorrindo um pouco, — Sua especialidade se espalha para outros lados da gastronomia?
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  — Obrigada, bem, eu cozinho desde muito nova. — ouvi os pratos sendo colocados na cuba da bancada da pia. — Minha mãe era chefe profissional, tenho ela como referência.
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  — Hum, mas vejo que sua especialidade é doce.
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  — Digamos que o doce consegue despertar mais sorrisos, e é um desafio maior para os profissionais.
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  — E você gosta de desafios? — perguntei.
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  — Adoro. — ela riu de leve. — Eu estava no terceiro ano da universidade, mas depois do acidente tive que sair, não dava para memorizar todo um semestre em algumas horas de leitura.
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  — Entendo, lamento por não poder continuar. — disse tentando dosar meu tom por estar frustrado por ela.
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  — Agora eu estou um pouco menos chateada e mais conformada, não cursar gastronomia não quer dizer que não vou mais cozinhar, eu somente não terei um diploma para provar que sei fazer algo que já faço.
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  — Você é incrível. — disse num quase sussurro. — O modo como vê as coisas, torna positivo o que é negativo.
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  — Eu só acho que mesmo no escuro, ainda existe um interruptor que possa fazer uma luz se acender. — ela se aproximou de mim e pegou em minha mão. — Assim como não haveria a noite sem o dia, não existe algo negativo sem o positivo. — ela entrelaçou nossos dedos enquanto explicava. — Só é preciso achar o equilíbrio e não deixar que as coisas ruins se tornem maiores que a boas.
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  — Não consigo achar coisas boas há muito tempo. — senti meus olhos encherem de lágrimas, felizmente tinha meus óculos para disfarçar. — Eu acho que preciso ir.
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  — Já?
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  — Sim. — soltei minha mão da dela com suavidade e me afastei me virando para a porta. — Obrigado pelo café.
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  — Eu fiz alguma coisa de errado? — ela perguntou num tom meio apreensivo.
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  — Não. — eu me virei para ela. — Você é maravilhosa, o problema sou eu, me desculpe.
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  Eu dei alguns passos até chegar na porta.
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  — Espera. — disse ela correndo até mim e colocando a mão dela em cima da minha na maçaneta da porta. — Me deixe abrir, para você voltar.
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  Eu senti que naquele pequeno corredor, nossos corpos estavam de frente um para o outro, a proximidade era tanta que conseguia sentir o vapor da sua respiração, respirei fundo sentindo meu coração um pouco acelerado. Era a primeira vez depois que fui dispensado pela minha ex, que eu estava com um enorme desejo de beijar uma garota. Eu queria, mas deveria? Tomei impulso para beijá-la, porém parei no meio do caminho, estava pensando que se fizesse isso, poderia me machucar de novo e me arrepender.
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  Na minha mente o lado negativo estava vencendo, foi quando senti os lábios dela tocarem os meus, um beijo doce e ao mesmo tempo molhado pelas minhas lágrimas.
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"Não vamos nos apaixonar, ainda não nos conhecemos muito bem,
Na verdade, estou um pouco assustado, me desculpe,
Não vamos fazer promessas, você nunca sabe o que te espera amanhã,
Mas estou sendo sincero, quando digo que gosto de você."

- Let's Not Fall In Love / Big Bang

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