Chapter VII
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Lá estavam eles, %Louise%, %Fitzroy% e Nikolai com o coroinha que agora vestia sua batina. Estava sentado em uma cadeira próxima à pia de Nikolai, sem amarras, porém com os dois homens quase grudados em si. Sua expressão era fechada, o tom de voz totalmente ríspido. Em uma das perguntas chegou cuspir na cara de %Fitzroy%, que emputecido lhe desferiu um soco no nariz do mesmo, que logo após o bruto golpe começou a sangrar insistentemente.
- Moleque, abre essa boca, antes que eu seja obrigado a quebrar cada osso do seu corpo. – %Fitzroy% proferiu irritadíssimo e frustrado. Apesar de parecer estar puto em consequência do moleque, sua maior raiva era %Louise% estar ali, no meio daquilo.
- Estou apenas fazendo o serviço do Senhor. Deus me mandou aqui, vocês são servos do diabo, não vou responder nada ao satanás.
- Serviço do Senhor? Deus te mandou pro meio da floresta, em plena noite, pra se enfiar em mata fechada pra enfrentar um homem armado? Seu Deus está meio burro, molecote. – dessa vez disse Nikolai, que agora estava vestido. Não era de bom grado ficar de cueca na frente das visitas. O menino irou-se e tentou atingir Nikolai com socos descoordenados e %Fitzroy% prontamente o impediu o socando no rosto novamente. Ele estava tremendo de raiva por dentro, os cabelos estavam molhados de suor e nem mesmo o frio da floresta fazia que suas costas parassem de transpirar. Sem paciência, grudou o coroinha pela batina e aproximou as testas de ambos. Ele respirava e bufava na cara moleque sem nem ao menos se preocupar se aquilo o irritaria mais ou não.
- É melhor você começar a falar. - falou entre dentes, as narinas inflamadas como as de um dragão. %Louise% olhava a cena com um pouco de distância, não sabia mais que horas eram e não sabia direito onde estava. Seus pais também rondavam sua mente, talvez eles perguntassem para Charllote - sua melhor amiga - onde estava e a mesma respondesse que iriam dormir juntas, era esse o combinado para situações assim. Porém, mesmo perante aquelas dúvidas e ao bizarro fato à sua frente o que mais lhe gastava sinapse era ele, %Fitzroy%. Os músculos retraídos pela raiva, as expressões másculas em puro furor, os olhos cheios de violência, camisa suada, uma leve tira da boxer preta que aparecia quando ele se movia e os lábios secos que minuto a minuto eram molhados por sua língua.
Ela queria mandar tudo mundo calar a boca e ir ali, ao lado dele, sentar em seu colo e beijá-lo. Mas, por mais que fosse inconsequente e irresponsável, jamais faria algo do tipo naquele momento. Nikolai e %Fitzroy% conversavam em voz baixa entre si enquanto o garoto estava ali, de olhos fechados rezando uma Ave Maria. Por mais que os dois pensassem não sabiam como agir e a última opção seria machucá-lo mais do que já estava.
- Nikolai, eu não faço ideia da razão do frangote estar aqui, só sei que tudo está muito estranho e eu não estou suportando. - desabafou %Fitzroy% ao pé do ouvido de Nikolai.
- Irmão, eu não sei por que esse garoto está aqui. Nunca o vi na vida e você sabe muito bem que tem gente nessa cidade que nem sabe da minha existência. Essa merda está errada. Não gosto quando pessoas agem sem que eu entenda. O infeliz deve ter algo a ver com a ronda que andam fazendo. - quando terminaram de se falar ouviram passos tímidos caminhando para perto deles. Era %Louise%, calmamente se aproximando do menino.
- Garoto, você fala com Deus? - ela perguntou timidamente.
- Ele fala comigo, me pede coisas, me dá missões. Sou guiado pelo espírito e a Virgem Maria me protege. O diabo está solto, menina, vá embora daqui, eles são o demônio e eu vim purificá-los. - aquela conversa espiritual estava fazendo com que os neurônios de %Fitzroy% entrassem em uma combustão agonizante.
- %Louise%, não se mete. Sai daqui. - falou áspero e rígido tirando um sorriso sem graça da menina que se afastou.
- Garoto, fica de pé. - pediu, mas a resistência do menino era mesma. - Eu falei para ficar pé, filho de uma puta! - o garoto novamente cuspiu na cara de %Fitzroy% que viu sua paciência enfim atingir um limite negativo. Ele agiu drasticamente. Chutou a cadeira que o coroinha estava sentado fazendo o mesmo cair de um modo desengonçado. Antes mesmo que ele atingisse o chão as mãos fortes e ágeis do lenhador o puxaram para cima. Bateu as costas do mesmo na parede mais próxima. O garoto não resmungava de dor e nem ao menos demonstrava fraqueza, seus olhos fechados continuavam a rezar. Isso ia pouco a pouco transformando %Fitzroy% em uma fera indomável.
- Porra, %Fitzroy%, calma. Solta o moleque, ele não vai falar. - Nikolai pediu calmamente e com uma voz serena, se aproximando de %Fitzroy%, que mais parecia um rinoceronte faminto grudado no rapaz. Ele somente soltou o dito cujo de qualquer jeito quase indo ao chão novamente. O lenhador coçava a testa e bagunçava o cabelo perdido e desorientado.
- Estou com sede. - proferiu o menino ficando próximo da mesa da cozinha.
- Dá água pra peste, Nikolai, se eu me aproximar dele, o mato. - %Fitzroy% precisava acalmar sua respiração, o oxigênio entrava por seu pulmão quase tão rápido quanto a luz. Seu sangue fervia, ele podia sentir as veias borbulhando em ódio. Falta de controle, essa era uma das situações que faziam o lenhador perder todo seu senso e raciocínio.
Nikolai foi até seu armário e pegou um copo. Em passos vagarosos foi até a pia abrindo sua torneira e ali segurou o copo até que a água o enchesse, sem transbordar. Deu o copo ao garoto que foi com muita calma bebeu o líquido até o copo por fim, ficar vazio. Ali mesmo sentado com o copo entre suas mãos o mesmo rezava baixinho. Seu balbuciar era audível e irritava todos à sua volta, já não era mais possível suportar aquilo.
Quando Nikolai deu suas costas para o mesmo para dizer algo a %Fitzroy% eles ouviram um barulho, ao olharem puderam ver o rosto do garoto banhado em sangue proveniente de um corte profundo em sua fronte. Seu corpo ia aos poucos tremendo pelo sangue que seu corpo perdia e sua batina alva ia se mesclando ao tom de seu líquido vermelho aos poucos atingindo a cor escarlate. Antes que qualquer um pudesse interferir um dos cacos de vidro daquele maldito copo furou sua jugular.
Seus olhos estavam agora abertos e as mãos estendidas para cima como se abrisse seu corpo para que sua alma de mártir pudesse sair de seu corpo. %Louise% se afastou em um choque assustada, %Fitzroy% totalmente irado apenas visualizou a cena amaldiçoando a alma do moleque, que a mesma fosse queimar para sempre no inferno. O sangue jorrava de sua garganta, pintando tudo em volta de um macabro tom de vermelho escuro.
- ESTOU CUMPRINDO MINHA MISSÃO, PAI, SOU TEU MÁRTIR SANTA IGREJA. PORQUE TEU É O REINO, O PODER E A GLÓRIA, PARA SEMPRE. AMÉM. - quando o amém fora pronunciado finalmente sua garganta estava rasgada e o seu corpo balançava de um lado para outro lançando sangue para o chão, parede, pia, mesa e outros objetos. %Louise% ficou atordoada fechando os olhos e com o choro preso em sua garganta. %Fitzroy% xingou a mãe de todos os seres do planeta e voou ao corpo do menino. Nikolai apenas fez com que %Fitzroy% se afastasse e fechou os olhos do menino que ainda estavam abertos. Ele havia morrido e seu segredo havia ido para o céu ou para o inferno, junto com sua alma. Merda, gritou %Fitzroy%.
- Porra, Nikolai, porra. Eu... pelo amor de Deus, se vira com esse corpo.
- Calma, meu lenhador, eu resolvo tudo. Temos coisas pra conversar, mas não agora. - Nikolai olhou para %Louise% sutilmente e logo após para %Fitzroy% que estava transpassado de fúria. Ele havia entendido o recado, teria que levá-la embora.
Além de um mistério grotesco e mal resolvido, um corpo morto cheio de sangue na sua frente, havia aquela criatura ali. Vestida como um unicórnio, com aquela carinha de anjo corrompido esperando por uns tapas. O inferno pessoal de %Fitzroy%, o mais perturbador. %Louise% %Martins%.
Ele apenas a olhou e apontou a porta com os olhos, a mesma deu um aceno tímido para Nikolai que lhe deu um tchau sorridente. Ela saiu pela porta com %Fitzroy% logo atrás. Antes de finalmente sair o homem bateu continência para Nikolai que o olhou safado, fazendo o mesmo lhe lançar um dedo do meio. Já no lado de fora, %Louise% olhava para o céu observando as estrelas que ficavam bem mais visíveis ali. %Fitzroy% a pegou pelo braço e foram caminhando trilha a fora. Quando %Louise% pensou que os dois iriam para a casa dele se espantou ao perceber que caminhavam em direção à cidade.
Finalmente estavam próximos da entrada da cidade, fazia muito frio e o vento gelado das árvores fez com que %Louise% cruzasse os braços para tentar esquentar seu corpo. Não era época de frio absoluto, ainda estavam no meio do verão do sul sueco, que apesar de não ser muito quente, permitia sair de casa sem fortes agasalhos.
Ali estavam parados, um afastado do outro desviando o olhar esperando que um deles abrissem a boca para proferir algo cabível. %Fitzroy% estava com a mente completamente confusa e em brasa, pensando em todas aquelas coisas e ficando mais perturbado a cada rajada de vento que sentia. Ele não queria se envolver, queria apenas ignorar todo aquele enorme problema que ocorria sem explicação, porém, não podia. A floresta era sua responsabilidade, a vida de %Gustav% era uma preocupação e %Louise% era um maldito demônio que não o abandonava.
- %Louise%, não quero ser estúpido com você, mais do que já fui. – falou pausadamente de olhos fechados se controlando para não gritar. – Mas eu te implorei e pedi muito diretamente que não fizesse mais isso de me perseguir. E você viu o que aconteceu? Viu o que poderia ter acontecido? Você poderia ter morrido, se machucado muito feio. – finalmente abriu os olhos e a olhou ali, tímida, envergonhada, com os olhos levemente marejados e tremendo.
- Eu, só não consigo... – ela sentia vontade de chorar. Por que era tão perigoso ficar perto de %Fitzroy%? O que ele tinha que a fazia simplesmente entrar em estado vegetativo e esquecer sua responsabilidade? Ela nunca havia entrado naquela maldita floresta e nunca havia pensado em mentir tanto para seus pais e entrar em tantas encrencas por causa de um estranho. Ele era um estranho e ela queria conhecê-lo. Queria ser íntima dele e não sabia ao menos a razão de tudo aquilo.
- Como não consegue, %Louise%? – %Fitzroy% se aproximou a olhando, sua diferença de altura para a dela era considerável então se abaixou, ficando de joelhos para que pudesse olhá-la mais face a face. – Nós não somos nada um do outro, você nunca tinha me visto na vida. Eu só sou um lenhador, um homem na meia idade que corta madeira para ganhar a vida. E agora, no meio de tudo isso tem uma história maluca e doente acontecendo. Algo que nem eu e muito menos você pode entender. E eu te quero longe de tudo isso, quero que você viva tranquila e em paz, que tenha sua vida de princesa e não se suje com essas coisas. Por favor, me escute. – sua voz era carregada de desespero, por mais que quisesse batê-la ele não poderia.
- Não adianta você pedir para que eu não te persiga mais ou não faça mais essas coisas, eu não sei me controlar, quando eu vejo, já foi.
- Você vai ter que começar a se controlar e medir seus atos e isso não é um aviso ou um conselho, é uma porra de uma ordem. Não me faça ser grosso com você.
- Eu não vou parar de fazer isso, você não manda em mim. – ela queria que %Fitzroy% enxergasse que não era só uma menininha dependente e inocente. Ela podia ser independente e dona de seus atos e faria de tudo para estar perto dele.
- Se aparecer sem me avisar nessa porra de floresta de novo, eu juro que te arrebento. – disse ele a grudando pelos ombros, mas, por mais que quisesse lhe por de castigo, a vontade de agarrar a menina pelos cabelos e beijar sua boca era maior que a raiva.
- Eu não me importo se você me arrebentar. – ela olhava séria para ele, seus olhos faiscavam em adrenalina e excitação, %Fitzroy% não a proibiria de fazer o que queria.
- Garota, se eu te der um soco na cara, você cai e não levanta nunca mais. – o lenhador estava nervoso, sua camisa estava pequena para o tamanho aperto em seu corpo. Sua biologia agia com total eficiência, o coração bombeando sangue, a sinapse acelerada, o pulmão expulsando o gás carbônico de seu corpo, os hormônios o ouriçando e o suor insistente que não para de sair por sua pele.
- Você não tem coragem de fazer isso comigo. – ela afirmou dura e confiante, afinal isso não passava de uma dura e perfeita verdade. %Fitzroy% se levantou e deu uma meia volta ficando de costas para ela. Caralho, ele pensava, que porra de efeito dos infernos essa menina tinha sobre ele? E por qual razão? Qual raios era a lógica disso?
- E como você sabe que não? Hein? Você não me conhece, não sabe do que sou capaz. Você me viu bater na cara daquele moleque e sabe muito bem que eu poderia matá-lo sem dificuldade nenhuma. Pare de achar que pode sair fazendo o que quer, entendeu? Já matei um lobo por sua causa, já tive que ajudar a Wilda a mentir pros seus pais, tive que salvar sua vida hoje, que porra, hein?
- Você fez tudo isso porque se preocupa comigo e não porque foi obrigado. – %Fitzroy% riu em escárnio e nervosismo. Seus músculos fortes e imponentes estavam vibrando, a barba mal feita coçava seu rosto e sua boca quase sangrava tamanha era força com qual a mordia.
- Vai embora daqui agora, some da minha frente e me esquece, %Louise%. Me esquece, simplesmente finge que não existo. – seus olhos estavam agora fechados, ele precisava se afastar dela e não conseguia ao menos olhá-la, precisa lutar contra seus domínios e não se entregar a ela.
- Eu não vou embora e você pode fazer o que quiser comigo. – %Louise% se ajoelhou no chão com a cabeça baixa, ela não sairia dali nem ao menos se %Fitzroy% lhe enchesse de pancada, ela queria que ele encostasse nela e que a chama que lhe corroía a alma pudesse se alastrar ainda mais. %Fitzroy% deu alguns passos a frente ficando de frente para ela.
- Levanta daí, pelo amor de Deus. Vai embora, não tem nada aqui pra você.
- Não. – falou relutante olhando para cima. – Eu já vi um garoto morrer hoje, se suicidar, não é você que vai me botar medo.
- Ah, eu não consigo te botar medo, é isso? – perguntou cruzando os braços. %Louise% aproximou seu rosto das pernas fortes e grossas dele, grudando em seus jeans para que pudesse erguer um pouco a coluna. Agora suas mãos caminhavam pela coxa dele e sua respiração bem na altura do zíper de %Fitzroy% fez com que ele arfasse pesadamente. Não, não e não. Ele não poderia em hipótese alguma imaginar ou ao menos cogitar aquela hipótese.
- Sai. – ele ordenou bravo e rispidamente, levantando o olhar da menina ao puxá-la pelo queixo. Porém, ela continuou ali, roçando sua boca nas pernas dele.
- Não, eu não vou sair daqui. Eu quero... – os dedos com as unhas pintadas de lilás da menina agora corriam pelo zíper dele, ela não era a mais experiente naquele negócio de fazer sexo oral em um homem, mas que mal haveria aprender com %Fitzroy%?
- Você não quer nada, levanta e vai embora. – ele a grudou pelos cabelos em uma última tentativa de se livrar daquela tentação. “Você pode deixar o passarinho sobrevoar sua cabeça, mas não pode deixá-lo fazer o ninho.”
%Louise% mordeu os lábios instintivamente, nunca havia sentido tanto tesão em apenas sentir alguém lhe tocando com força e a puxando daquela maneira. Mais do que nunca agora ela sabia que queria ali naquele momento, naquela hora sugar de %Fitzroy% tudo que podia.
- %Fitzroy%... Me pune, me usa, eu quero que você faça isso ... – ele sentiu seu estômago revirar e o sangue ir saindo com pressa de suas veias superiores e correr desesperadamente para sua parte baixa: seu pênis. Ele já endurecia ao cogitar aquela hipótese maluca.
- Você ao menos sabe fazer isso? – perguntou nervoso, quase desistindo de resistir.
- Não, mas eu quero que você me ensine. – Boom! %Fitzroy%, agora, depois de ouvir aquilo não podia mais negar, não podia mais resistir. Ele queria que %Louise% o chupasse, com vontade, com volúpia. Ele precisava daquilo, era questão de vida. Suas mãos baixaram-se para o rosto de %Louise%, ali ele fez um carinho quase paternal e passou os dedos pelos lábios. Ela o olhou esperando por um sinal que a permitisse agir.
- Faça o que você quer fazer comigo. – ele permitiu. %Louise% ainda o olhava, sentindo o toque em sua boca. Tomou um dos dedos de %Fitzroy% para si o lambendo antes de chupá-lo, ainda encarando %Fitzroy% com entusiasmo. O homem surtou, podia sentir seu pau queimando. Suas coxas retraíam e sua cabeça pegava fogo. Seria uma honra ensiná-la a fazer aquilo.
- Abre meu zíper. – pediu com a voz mais grave que o normal.
As mãos trêmulas de %Louise% foram para o zíper dele, fazendo tudo muito devagar com medo de errar em algum momento. Pouco a pouco, seus dedos foram abrindo o zíper do homem, até finalmente o mesmo deixar a calça mais solta no corpo dele e deixar evidente sobre a boxer o volume do tesão dele.
%Louise% desceu a calça dele, deixando-a na altura dos joelhos. Ela olhava para o membro de %Fitzroy% maravilhada, queria pegá-lo, lambê-lo, fazer-lhe carinho e mimá-lo. Estava louca para pô-lo para fora, mas sentia uma pontada de medo, podia ver mesmo sobre a roupa íntima dele que aquele seria o maior pênis que havia visto na vida, robusto e tão suculento.
Suas mãos vagarosamente percorriam a extensão do membro de %Fitzroy% ainda coberto, quase o matando. A porra da respiração dele falhava e cada vez sentia seu caralho se endurecer e quase entrar em colapso. E %Louise% continuava ali, o pegando e sentindo-o vibrar em sua mão. Ela sorriu ao se dar conta de que aquelas sensações que sentia no corpo de %Fitzroy% aconteciam por sua causa. De um jeito fofo e sexual, ela se sentia importante e querida.
- Eu posso ... lamber? – perguntou o olhando temendo ouvir um “não” da parte dele, o que era uma tamanha besteira, ele nunca a negaria aquilo.
- Você deve! – ele exclamou forte, deixando uma %Louise% cada vez mais empolgada. Cuidadosamente a língua da garota foi lambendo a superfície dura de %Fitzroy%, os espasmos que %Fitzroy% pensou não poderem ficar mais fortes, ficaram. Ele não aguentaria mais tanta provocação e demorar por muito tempo mais, porém, precisava sentir tudo aquilo até o limite de sua sanidade.
%Louise% foi gostando cada vez mais daquilo, suas mãos grudaram nas coxas dele e sua boca agora brincava de morder e lamber o volume. Quando sentiu a cabeça do mesmo, um arrepio correu sua espinha, era tão voluptuosa e estava tão rígida, deveria ser muito bom sentir o gosto dela, pensou. Enquanto %Louise% se descobria e descobria o quão prazeroso poderia sentir em sua boca o pau de um homem, %Fitzroy% descobria o quão agoniante e desesperador poderia ser aguentar tanto estímulo provocativo. Ele queria se controlar para não ser grosso ou bruto com ela, mas não conseguia mais se conter.
- %Louise%, coloca ele pra fora e chupa pelo amor de Deus. – pediu entre dentes, apertando as próprias mãos contra suas pernas. Ele precisava sentir a boca carnudinha de %Louise% sugar seu membro, ele queria ver sua cara inocente se preencher com a porra dele, precisava daquilo.
Timidamente e vagarosamente %Louise% foi descendo a boxer preta de %Fitzroy%, não foi preciso muito para que o volume saltasse para fora firme e reto apontando para o rosto de %Louise% que estava totalmente maravilhada. Ela sorriu abobada, era tão grosso e tão vermelho.
- Meu Deus. – disse mordendo os lábios, com uma expressão facial tão natural de susto por ver “aquilo tudo” em sua frente. %Fitzroy% olhou para ela que procurava um jeito certo de segurar seu pênis, mas não o encontrava. Ele sorriu de leve, com o convencimento estampado no rosto, sabia que tinha um caralho e tanto. – É tão... grande. Por onde eu começo?
- Por onde quer começar? – ele perguntou fazendo carinho nos cabelos dela.
- Aqui por baixo ou aqui por cima, não sei, estou perdida.- não era algum tipo de piada, ela realmente estava perdida.
- Começa aqui por baixo e vai brincando com ele... – %Louise% então lambeu os testículos de %Fitzroy% enquanto sua mão brincava de encontrar a extensão do lenhador, que quase caiu no chão tamanha fraqueza sentia em suas pernas; aos poucos %Louise% foi perdendo o medo e se aventurando cada vez mais por ali, ela o masturbava e sugava as bolas dele com vontade. Um tempo depois e quase tendo um ataque de excitação %Fitzroy% a puxou pelos cabelos a fazendo olhar para cima. Sua boca estava vermelha, os lábios molhados e seus olhos tinham aquela malícia que o fazia perder sua culpa em abusá-la.
- Agora coloca ele inteiro na boca... – instintivamente %Louise% lambeu a cabeça que ela achava tão vermelha e atrativa. Queria sentir o gosto dela, saber qual era sua textura e isso fez com que %Fitzroy% a grudasse mais pelos cabelos grunhindo como um animal. Depois de beijar a glande dele e desfrutar de sua curiosidade com muita paciência, ela foi colocando-o na boca, engolindo pouco a pouco, do jeito que conseguia. Ela podia senti-lo cada vez mais próximo de sua garganta; ela queria sentir até o máximo onde poderia ir.
%Fitzroy% apenas se contorcia em tanto prazer, cada toque da menina era um gemido a mais, cada vez mais seu pau latejava. Ele a puxou pelos cabelos novamente fazendo com que o encarasse, ele queria Vê-la com a boca cheia por seu pau. Aquela imagem merecia uma moldura em puro ouro e cristais, o rostinho inocente e delicado preenchido por um enorme cassete duro, pulsante, cheio de veias corrompendo os lábios rosados e cheios de carne.
Com um pouco de brutalidade que já brotava em si, %Fitzroy% foi a guiando pelos cabelos para que o engolisse e soltasse, engolisse e soltasse e assim por diante. As mãos dela foram para a base para ganhar apoio e logo o chupava com vontade, os cabelos iam e voltavam em seu rosto e seu rebolado ia imitando os movimentos de sua boca. Finalmente o chupava do jeito que ela queria, rápido e firme. Os braços de %Fitzroy% estavam contraídos assim como praticamente todos os músculos do corpo, ele sentia que poderia morrer quando %Louise% o olhava assanhada, o chupando.
Mas, por mais que aquilo estivesse maravilhoso e sensacional, não era o suficiente.
%Fitzroy% a puxou para cima do jeito que conseguiu e %Louise% se assustou achando que poderia ter feito algo errado.
- Eu fiz alguma coisa? – perguntou assustada e envergonhada.
- Calma. - ele disse a grudando pelo rosto e se aproximando dela – Você fez tudo certo, estava delicioso, mas... eu preciso de mais que isso. – %Fitzroy% a segurava com força pelo queixo, queria sentir todo seu corpo e a grudar pra sempre em si. Com violência a puxou para um beijo, um beijo louco e perdido em perversão.
Oh sim, que delícia era enfiar a língua naquela boca e levá-la de um lado para o outro, morder aqueles lábios e grudar naquela cintura. %Fitzroy% impulsivo foi chutando os sapatos, tirando a calça do jeito que dava para não perder o equilíbrio. Quando se viu livre, subiu a saia da menina sem parar de beijá-la e a agarrou forçando seu membro totalmente ainda duro na calcinha dela.
%Louise% já se desmanchava em umidade. Estava totalmente molhada, mais que em qualquer dia da sua vida. Os mamilos estavam duros, sua testa suada e seu desespero crescendo cada vez. E o lenhador estava perdido, não sabia o que fazer primeiro, se a beijava, se apertava as nádegas dela, se enfiava a mão em sua calcinha, não conseguia raciocinar direito.
Foi ali a empurrando para árvore e a fez bater com as costas na mesma. %Louise% desajeitadamente foi procurando os botões da camisa de %Fitzroy%, ela queria enfim vê-lo nu de verdade, não em sonho. Quando sua mão atingiu o primeiro botão, o lenhador a tirou dali prendendo as mãos da menina. Ele abaixou a saia dela mostrando a calcinha branca que usava e as pernas roliças que queria sentir rebolando em si.
%Fitzroy% não era de falar, de se expressar, ele apenas conseguia sentir e fazê-la sentir e naquela altura do campeonato mal era capaz de se segurar para finalmente meter nela.
- Deixa eu te ver sem camisa. – pediu manhosa, fazendo um adorável biquinho.
- E por que você quer me ver sem camisa? – ele perguntou roçando a barba no pescoço dela com os lábios bem próximos ao seu ouvido.
- Eu eu quero ver seus músculos.
- Você nem sabe se eu tenho músculos ou não. – ele ainda se roçava nela, tanto em cima quanto embaixo tentando a deixar perdida e provocada.
- Eu sei que tem, deixa eu ver... – a mão serelepe de %Louise% correu para as partes dele que sorriu surpreso ao sentir aqueles dedos passearem por seu pau.
%Fitzroy% então levou as mãos dela para sua camisa e pouco a pouco a menina abriu os botões da mesma finalmente vendo a sua frente o resultado de muitos anos cortando madeira. Um tronco largo, forte, bem definido e tão gostoso. A garota nem ao menos conseguiu falar algo, apenas ficou ali boba e boquiaberta olhando para ele de cima a baixo. %Fitzroy% novamente a puxou pelo queixo fazendo com que o olhasse, %Louise% mordia os lábios em sinal de gostar do que via.
- Agora eu preciso tirar sua roupa também... – dizia enquanto a mão dele ia para a blusa dela, puxá-la para cima. Os peitos de %Louise% mal se aguentavam no soutien roxo de listras cinzas que usava. Com maestria, %Fitzroy% fez aquela peça cair nas folhas em que pisavam. Sem pedir ou avisar, a grudou pela cintura e foi para seus peitos, os agarrando e mordiscando. Como era bom sentir aquele gosto, aquela dureza, aqueles dois seios suculentos em sua boca e mãos.
%Louise% gemia, de olhos fechados, mas %Fitzroy% sempre a fazia olhar para ele, queria ver o quanto a excitava. Os dois não aguentavam mais, eles precisavam terminar aquilo de uma vez. Uma das mãos de %Louise% tentou ir ao membro de %Fitzroy% mais uma vez e ele não deixou, se ela abusasse ali ele logo gozaria e isso não estava nos planos, não antes dela.
- Fala pra mim, você me quer dentro de você? – perguntou com a boca agora pertíssimo da dela, o pau rígido, o coração desesperado e ideia de meter ali quase o matando.
- É claro que eu quero. – ela respondeu com a voz falha.
- Então pede. – as mãos de %Fitzroy% corriam pelo rosto dela, a boca a mordia em seu pescoço e seios, perdido no que fazia. - Pede pra eu te foder, pra eu meter em você até você gritar gozando pra mim. – os dois já estavam fora do corpo, necessitando até o fundo de suas almas que o sexo enfim acontecesse. %Louise% não conseguia montar a frase, ela queria pedir, queria falar, mas seu corpo não obedecia. - Anda, pede pra mim, eu não vou te comer até você pedir. – finalmente se olharam antes que ela enfim pedisse. Os olhos faiscando, a perversidade e libido no ar os envolvendo naquela noite.
- %Fitzroy%... – balbuciou fraca.
- Pede, %Louise%, pede ...
- Me fode até eu não aguentar mais ...
Ele não falou, não espero, não fez nada. Apenas puxou a calcinha dela do jeito que conseguiu, ergueu uma das pernas de %Louise% e colocou dois dedos na boca pedindo que os molhasse. Então ele foi até a entrada dela, lubrificou por ali e encostou a cabeça a provocando em seu clitóris. Ele sabia que não podia meter de uma vez, mas estava totalmente tentado.
Ela gemia, pedia, implorava com o corpo para que ele metesse de uma vez. E finalmente sem mais aguentar um segundo, ele entrou. Ela gritou e ele tapou a boca dela como da outra vez e foi aos poucos forçando seu pênis dentro dela, não muito depois ele finalmente havia entrado por inteiro.
- Está machucando? – ele perguntou e a garota apenas acenou negativamente. E mesmo que estivesse, %Louise% queria sentir aquele pau enorme a fodendo como se não houvesse amanhã.
O lenhador saiu e entrou novamente, devagar, aumentando aos poucos, %Louise% gemia alto, %Fitzroy% também e os dois se perdiam. Cansado da posição que estavam %Fitzroy% resolveu levar as coisas para o chão. Sem romantismo ou sutileza, ele a jogou ali, deitada. E sem paciência já se jogou por cima dela, sem pedir licença ou avisar, apenas foi por cima da menina metendo tudo que podia. Ela gritou, ela continuava gritando, desesperada e tão excitada.
A grossura dele a preenchia, ela podia sentir tudo tão intensamente que queria o lenhador ali dentro de si para sempre. Os dois estavam acabados, extremamente cansados e esgotados.
Come with me, in to the trees. We lay on the grass and let the hours pass.
- Mais? – ele perguntou mordendo o lábio da menina. Ela não conseguia responder, mal podia balançar a cabeça indicando um sim. Ele a puxou para cima a grudando pelo pescoço e aumentou a velocidade do sexo. %Fitzroy% era forte, tinha um enorme condicionamento físico e pernas de aço, não era nada difícil ficar naquela posição e forçar o máximo que podia.
Porém, ele queria mais posições, queria comê-la de todas as maneiras possíveis. Então a pegou em seus braços invertendo as posições. Como sabia que ela não teria forças para subir e descer nele, a abraçou erguendo o corpo dela e indo com seu quadril e a fodendo com brutalidade e destreza.
- Geme pra mim, %Louise%, geme. - Gemer era a única coisa que ela conseguia fazer.
Take my hand, come back to land. Where everything is ours, from a few hours.
Let me see you stripped
O homem tirou força da onde não mais tinha e ao sentir que %Louise% aumentava os gemidos e intensidade dos puxões e arranhões nele, decidiu intensificar tudo e a foder mais ainda. Forçou o olhar dos dois, grudando as testas vendo uma %Louise% vermelha, suada, descabelada e tão deliciosa à sua frente, gemendo o nome dele e se alargando em seu pau.
- Goza, %Louise%, goza. Vamos, goza pra mim. – %Louise% não conseguia gemer mais tamanha era sua fraqueza, %Fitzroy% a segurou pelo pescoço a olhando sem pudor algum e foi para seu clitóris intensificar mais ainda aquilo. Ela enlouqueceu, rebolou como pode e não muito depois sentiu o gozo vindo.
- Vai, %Fitzroy%, vai ... isso, vai. Me faz gozar. – não precisou muito mais que ouvir aquilo para que %Fitzroy% se superasse e com maestria a fizesse gozar. %Louise% tremeu e se jogou nela, que grudada em seu corpo continuou metendo e estimulando seu grelho, o que a fez gemer mais e gritar mais, completamente arrombada.
Com seu pênis quase pegando fogo e os músculos pedindo descanso %Fitzroy% sentiu seu gozo sair, inundando uma %Louise% fraca e trêmula com sua porra quente. Ele uivou se jogando para baixo levando a menina para si. Ele gritou um “Porra” desesperado e ardente. Pôde ver %Louise% sorrir fraca. Se havia tido uma trepada épica em sua vida, seria aquela. Por mais inexperiente que fosse a menina, nada superava seu pudor sendo perdido. Ele a acariciou nos cabelos e quase sem força nenhuma se levantou com ela em seu colo. A fez ficar em pé por um instante pegando as roupas no chão e novamente a pegou no colo voltando para floresta para que fossem dormir.
Jerusalém – 1096
Os homens e suas pesadas armaduras de Cavaleiros Templário estavam dentro de um templo cristão na cidade símbolo do cristianismo. Suas mãos estavam carregadas de pratarias e outros objetos de ouro pesadíssimos, cristais e pedras preciosas. Levariam tudo isso ao Vaticano e matariam quem fosse preciso no caminho.
No ombro de um dos cavaleiros estava um enorme baú, talhado em madeira e com um enorme cadeado dourado em sua abertura. No topo havia um crucifixo banhado em ouro branco e alguns dizeres escritos em hebraico na cor vermelha. Pelo peso que tinha, os homens deduziram que haveria muitas moedas de ouro dentro do mesmo, um tesouro de valor inestimável. A Igreja ficaria muito feliz em ter toda aquela preciosidade em suas mãos.