Entre a Honra e o Desejo

Escrita porRay Dias
Revisada por Lelen

Capítulo 3

Tempo estimado de leitura: 20 minutos

  %Sooah% estava exausta de sorrir para pessoas que mal lembravam seu nome. O vestido prateado brilhava, mas ela se sentia apagada por dentro. A música suave, o aroma de vinho caro, o tilintar de taças… tudo parecia envolver como uma redoma sufocante. Então o avistou: %Yujin%, sozinho, encostado em uma das pilastras, observando o salão com aquele olhar que parecia enxergar através da máscara de glamour.
0
Comente!x

  A luz batia no rosto dele de um jeito que o tornava ainda mais impossível de ignorar. Ela sentiu o ar escapar. Eles não deveriam se aproximar, naquele lugar. Eles não deveriam se olhar, seriam descobertos. Eles não deveriam querer, acabaria em mágoas! O olhar dele a puxou. %Sooah% atravessou o salão sem perceber as pessoas ao redor. O coração batia tão alto que abafava o som da orquestra.
0
Comente!x

  Quando parou diante dele, %Yujin% endireitou a postura. Um músculo no maxilar dele se contraiu; ele estava tenso, rígido… lutando.
0
Comente!x

  — Você não deveria estar aqui — disse ele, num sussurro baixo, carregado de tudo o que não podia dizer.
0
Comente!x

  — Eu também acho — ela respondeu. — Mas sequer pensei, e aqui estou. É melhor disfarçarmos agora.
0
Comente!x

  Havia algo diferente nele naquela noite. Uma inquietação. Um medo que não era dele — era por ela.
0
Comente!x

  — %Sooah%… — Ele hesitou, os olhos percorrendo o rosto dela com a vulnerabilidade de alguém prestes a perder o controle. — Estão observando você mais de perto do que imagina.
0
Comente!x

  Ela sentiu a espinha gelar.
0
Comente!x

  — Quem?
0
Comente!x

  %Yujin% não respondeu. Em vez disso, deu um passo à frente, ficando perto o suficiente para que ela sentisse a respiração dele.
0
Comente!x

  — O que está acontecendo? — insistiu.
0
Comente!x

  Ele passou a mão pelo cabelo, nervoso — gesto raro, reservado apenas aos momentos em que o passado apertava sua garganta.
0
Comente!x

  — Um dos meus investidores… mencionou seu nome. — Pausa. — Não do jeito que eu gostaria.
0
Comente!x

  O coração dela se acelerou. %Yujin% aproximou-se ainda mais, o suficiente para que, se alguém visse, perceberia que ali havia algo errado.
0
Comente!x

  — %Sooah%, acho que alguém percebeu os nossos… encontros. — A palavra saiu pesada, quase uma confissão.
0
Comente!x

  Ela engoliu seco.
0
Comente!x

  — Como assim? Quem?
0
Comente!x

  — Um homem da sua família. — Ele a encarou. — Alguém está juntando peças. Peças demais.
0
Comente!x

  — Meu pai? — A voz dela saiu num sussurro desesperado.
0
Comente!x

  — Não sei ainda — %Yujin% respondeu. — Mas… %Sooah%, estamos nos colocando em riso, e você está se colocando em uma situação delicada vindo até mim aqui…
0
Comente!x

  Ela sentiu o estômago virar. %Sooah% recuou um passo, olhando em volta como se o salão inteiro estivesse prestes a se voltar contra ela. Ao mesmo tempo, %Yujin% avançou em um impulso sútil tocando o braço dela, firme, mas gentil.
0
Comente!x

  — Eu não quero que nada aconteça com você.
0
Comente!x

  Essa foi a primeira vez que ele disse isso claramente. Não era mais sobre química, não era mais sobre encontros furtivos. Agora era sobre proteção, sobre risco, e sobre consequências reais.
0
Comente!x

  %Yujin% deu um passo atrás, soltando-a, e forçou a postura de quem precisa tomar uma decisão que dói.
0
Comente!x

  — Talvez seja hora de nos afastarmos — disse, quase murmurando.
0
Comente!x

  %Sooah% sentiu o peito se fechar.
0
Comente!x

  — Você não quer isso.
0
Comente!x

  A respiração dele falhou.
0
Comente!x

  — Não. Mas talvez eu precise.
0
Comente!x

• ENTRE • A • HONRA • E • O • DESEJO •

  A casa ainda parecia respirar o mesmo ar pesado da noite anterior. No corredor, %Sooah% caminhava devagar, como se temesse acordar memórias recém-desenterradas. Cada porta semiaberta, cada passo no piso frio de mármore parecia fazê-la lembrar do que %Yujin% havia dito, das expressões nos rostos dos pais dela, do arrepio que ainda não conseguia explicar.
0
Comente!x

  A luz da manhã atravessava as cortinas do quarto dela, formando faixas douradas no chão. Ela se deixou cair na cama, a cabeça latejando com fragmentos de pensamentos que não queria organizar. Mas eles insistiam.
0
Comente!x

  Demorou para perceber, mas %Yujin% sabia algo sobre ela, algo importante e ligado ao passado de suas famílias. Ele não era “um homem proibido” apenas por rixas de família que brigaram por poder… Não fazia sentido! Por que seus pais eram tão veementes sobre os Han, uma família quase falida e que não representava riscos para os Park? Ou ela achava que não representava, até pensar quase uma noite inteira nas palavras e reações de %Yujin% em seu último evento. Ela havia se aproximado dele deliberadamente, poderia criar qualquer desculpa, mas o modo como %Yujin% se mostrou atento ao redor, tenso com a aproximação dela. A maneira como ele a alertou sobre colocar ambos em risco… O que Han %Yujin% escondia? O que ele sabia que %Sooah%, não? Mais uma vez, ela sentia que tudo que sempre acreditou sobre sua própria história — sobre quem ela era — estava começando a se desmanchar.
0
Comente!x

  Na sala de jantar, os pais dela conversavam baixo. O tom contido denunciava estarem discutindo justamente aquilo que prometeram não comentar mais.
0
Comente!x

  Ela ouviu algo como:
0
Comente!x

  — …não era o momento certo, Marco.
0
Comente!x

  E depois:
0
Comente!x

  — Ela tinha o direito de saber. Pelo menos uma parte.
0
Comente!x

  Era impossível não perceber quando o nome de %Yujin% surgia ainda que não tivessem o pronunciado audivelmente, pois ele vinha sempre acompanhado de hesitação. %Sooah% desceu as escadas devagar. Os dois pararam imediatamente, como se tivessem sido flagrados em algo indevido.
0
Comente!x

  — Bom dia.
0
Comente!x

  — Bom dia, querida — respondeu a mãe, com gentileza exagerada.
0
Comente!x

  — Dormiu bem? — perguntou o pai, desviando o olhar.
0
Comente!x

  Ela apenas assentiu, mas todos ali sabiam que era mentira. O pai limpou a garganta.
0
Comente!x

  — Sobre ontem à noite…
0
Comente!x

  — Não — ela interrompeu. — Não quero falar disso agora.
0
Comente!x

  O pai fechou a boca. A mãe suspirou e apoiou a mão no braço da filha.
0
Comente!x

  — Quando estiver pronta, a gente conversa.
0
Comente!x

  Ela se afastou antes que o toque pudesse virar controle, antes que aquele gesto despertasse perguntas que temia ouvir as respostas.
0
Comente!x

• ENTRE • A • HONRA • E • O • DESEJO •

  %Yujin% estava parado na varanda da casa dele, café na mão, camisa meio aberta, cabelo ainda molhado do banho. Mas ele parecia carregado por um peso silencioso, como se houvesse passado a noite inteira acordado.
0
Comente!x

  O primo dele, elegante até nos gestos mais simples, atravessou o ambiente com uma revista dobrada na mão.
0
Comente!x

  — Ela ficou assustada? — ele perguntou sem rodeios.
0
Comente!x

  %Yujin% não respondeu de imediato. Observava o jardim. O espaço onde o passado insistia em retornar, onde os segredos tinham o hábito de ressurgir.
0
Comente!x

  — Ela ficou — disse %Yujin% por fim. — Mas… não sei se foi só isso.
0
Comente!x

  O primo o encarou, avaliando-o em um silêncio carregado.
0
Comente!x

  — Você sabe que ainda não pode contar o resto.
0
Comente!x

  — Eu sei.
0
Comente!x

  — E sabe que ela vai perguntar.
0
Comente!x

  — Eu sei.
0
Comente!x

  Minjae pousou a mão em seu ombro.
0
Comente!x

  — Quando chegar a hora… tudo isso vai fazer sentido. Mas até lá, você precisa decidir qual lado dessa história quer carregar.
0
Comente!x

  %Yujin% desviou o olhar. Porque para ele, não era mais uma história sobre famílias, agora era sobre ela.
0
Comente!x

• ENTRE • A • HONRA • E • O • DESEJO •

  Era fim de tarde quando %Sooah% saiu da livraria, carregando mais dúvidas do que livros. Tinha passado horas tentando se distrair, mas tudo que lia acabava voltando ao mesmo ponto: o que %Yujin% tinha dito. O que ele deixou de dizer. O que o pai e a mãe ocultavam. A brisa estava fria quando ela virou a esquina — e parou.
0
Comente!x

  %Yujin% estava ali, cabeça baixa, encostado na parede da fachada, como se estivesse esperando alguém há muito tempo. O casaco escuro, a gola alta, o cabelo caindo nos olhos… tudo nele parecia mais adulto, mais sério e mais tentador. Ela quase voltou, mas ele levantou o olhar exatamente no instante em que ela considerou fugir. Os olhos dos dois se encontraram e não houve mais para onde %Sooah% ir.
0
Comente!x

  %Yujin% endireitou a postura. Por um momento, pareceu hesitar entre ir até ela ou ficar onde estava. Ela respirou fundo, deu dois passos adiante. No terceiro, ele se aproximou também.
0
Comente!x

  — Você… — A voz dela falhou. — O que está fazendo aqui?
0
Comente!x

  %Yujin% abriu um pequeno sorriso, mas não um sorriso leve. Era um sorriso cansado, um que escondia mais coisas do que revelava.
0
Comente!x

  — Eu ia fazer a mesma pergunta.
0
Comente!x

  Ela cruzou os braços, tentando preservar algum controle da situação.
0
Comente!x

  — O que se faz em uma livraria? — perguntou retoricamente e analisou a situação — Você me seguiu?
0
Comente!x

  — Não — ele respondeu de imediato. Depois desviou o olhar, sincero demais. — Quer dizer… não exatamente.
0
Comente!x

  Ela sentiu o coração bater mais rápido.
0
Comente!x

  — O que isso significa?
0
Comente!x

  — Significa — ele respirou fundo — que eu estava indo falar com você. Mas não decidi como. Nem quando. Então fiquei… aqui.
0
Comente!x

  — Esperando que eu aparecesse?
0
Comente!x

  — Ou que eu tomasse coragem de mandar uma mensagem.
0
Comente!x

  Eles ficaram alguns segundos em silêncio. O tipo de silêncio que pesa. Então ele disse, baixo:
0
Comente!x

  — Sobre aquela noite… eu não devia ter dito nada daquele jeito. Te assustei, não é?
0
Comente!x

  Ela sentiu raiva e alívio ao mesmo tempo.
0
Comente!x

  — Mas você disse.
0
Comente!x

  — Eu sei.
0
Comente!x

  Os dois ficaram ali, frente a frente, como se o mundo estivesse segurando o próprio fôlego
0
Comente!x

  — Vamos andar um pouco? — %Yujin% sugeriu.
0
Comente!x

  Ela pensou em recusar. Tinha mil motivos para recusar. Mas as pernas a traíram antes que a cabeça organizasse uma resposta. Eles começaram a caminhar pela rua arborizada, sem rumo definido. A luz do fim da tarde tornava tudo silencioso, quase íntimo. Por alguns minutos, só se ouviam passos, até que  %Sooah% perguntou:
0
Comente!x

  — Você me conhece… desde quando? Digo… Não sei mais se sua aproximação naquele jantar era uma coincidência.
0
Comente!x

  Ele não respondeu de imediato. O silêncio dele já era uma resposta e ela sentiu o estômago apertar. Finalmente, %Yujin% disse:
0
Comente!x

  — Desde muito antes de você me reconhecer. Mas eu não sabia naquela noite que você era você.
0
Comente!x

  — Isso não faz sentido.
0
Comente!x

  — Faz. Só não fui eu que escolhi.
0
Comente!x

  Ela parou na calçada.
0
Comente!x

  — Está falando de quê? Do que exatamente, %Yujin%?
0
Comente!x

  Ele parou também, virando-se para ela com uma expressão que travava qualquer movimento.
0
Comente!x

  — Da nossa história. Da história das nossas famílias.
0
Comente!x

  O frio percorreu suas costas.
0
Comente!x

  — Eu não entendo por que ninguém fala disso. Nem meus pais… nem você.
0
Comente!x

  — Porque tem coisas… — seus olhos escureceram — que mudam tudo quando vêm à tona.
0
Comente!x

  Ela recuou meio passo.
0
Comente!x

  — E você acha que eu não aguentaria?
0
Comente!x

  — Não é isso — disse ele, firme. — Acho que não deixaram você se preparar. Esse é o problema.
0
Comente!x

  Ele deu mais dois passos em direção a ela. Não agressivo; apenas decidido. Determinado de um jeito que fazia o mundo ao redor desaparecer.
0
Comente!x

  — E eu também não sei mais se consigo carregar isso sozinho.
0
Comente!x

  Ela não sabia o que responder. Era como se cada palavra dele abrisse uma porta que ela nunca soube que existia — e todas levavam ao mesmo corredor escuro. %Yujin%, percebendo o turbilhão no rosto dela, respirou fundo.
0
Comente!x

  — Deixa eu te mostrar uma coisa.
0
Comente!x

  Ele tirou algo do bolso interno do casaco. Um pequeno envelope antigo, amarelado, dobrado nas pontas como se tivesse viajado por muitos anos. O tipo de objeto que carrega história, não apenas papel.
0
Comente!x

  — Reconhece isso? — ele perguntou.
0
Comente!x

  Ela não reconhecia. Mas o coração dela reagiu como se sim.
0
Comente!x

  — De onde tirou isso?
0
Comente!x

  — Da casa do meu pai. Ele guardou isso durante muito tempo. Talvez tempo demais.
0
Comente!x

  Ela hesitou.
0
Comente!x

  — Posso abrir?
0
Comente!x

  — Pode. Mas… — %Yujin% estendeu a mão, tocando levemente a dela com a ponta dos dedos — se você abrir, não tem volta.
0
Comente!x

  O vento passou, frio. A rua estava mais silenciosa do que antes. %Sooah% olhou para o envelope, depois para ele. Uma pergunta escapou antes que percebera que tinha dito:
0
Comente!x

  — Por que você parece… ter tanto medo de eu descobrir isso?
0
Comente!x

  O olhar de %Yujin% ficou vulnerável. Realmente vulnerável.
0
Comente!x

  — Porque essa história não é só sua, nem só da sua família.
0
Comente!x

  — Nem da sua? — ela sussurrou.
0
Comente!x

  %Yujin% respondeu com um quase-sussurro:
0
Comente!x

  — É nossa.
0
Comente!x

  Ela segurou o envelope. As mãos tremiam. %Yujin% observou, sem pressão, mas com medo. Não era o medo da verdade em si. Era o medo do que a verdade faria com eles.
0
Comente!x

  — Se quiser abrir agora, eu fico com você se precisar de um tempo ou lugar… — ele disse.
0
Comente!x

  — E se eu não quiser?
0
Comente!x

  — Eu fico também, mas não posso deixar você levá-lo com você. O conteúdo do envelope.
0
Comente!x

  Ela fechou os dedos ao redor do papel. Respirou fundo.
0
Comente!x

  — Me leva a algum lugar onde eu possa pensar com tranquilidade antes de abrir isso aqui.
0
Comente!x

  O olhar de %Yujin% suavizou, mas não perdeu a tensão.
0
Comente!x

  — Eu sei exatamente onde.
0
Comente!x

  Eles começaram a caminhar. %Yujin% a levou para um lugar escondido da cidade, não clandestino, mas íntimo: um pequeno jardim suspenso no alto de um prédio comercial antigo, um espaço quase esquecido onde poucas pessoas ainda iam. Luzes amarelas fracas iluminam bancos de madeira e uma fileira de arbustos floridos que pareciam sobreviver por teimosia.
0
Comente!x

  — Eu venho aqui quando o mundo pesa demais — ele disse, afastando um galho para abrir passagem.
0
Comente!x

  — O mundo pesa tanto assim para você? — ela perguntou.
0
Comente!x

  Ele apenas sorriu, mas era um sorriso que não negava. Eles entraram no jardim. %Sooah% respirou mais fundo do que respirou o dia inteiro. O ar ali era diferente, como se o barulho da cidade estivesse distante, quase irrelevante. Sentou-se no banco mais discreto, perto da borda do terraço, onde o vento soprava mais forte. %Yujin% permaneceu de pé por alguns segundos, como se não soubesse se deveria aproximar-se ou deixá-la sozinha.
0
Comente!x

  — Pode sentar — ela disse.  A voz saiu baixa, mas firme.
0
Comente!x

  %Yujin% sentou-se ao lado, deixando alguns centímetros entre eles, poucos demais para serem formais, muitos demais para serem íntimos. %Sooah% encarou mais uma vez o envelope.
0
Comente!x

  — Está comigo agora — ela respirou. — Então acho que… eu tenho que abrir.
0
Comente!x

  Ele não disse nada, mas ela sentia o olhar dele em cada movimento seu. A mulher passou o dedo pela aba gasta do envelope. O papel estava velho o bastante para ceder sem esforço. Dentro, não havia muitas coisas. Um único papel dobrado duas vezes e uma fotografia. A fotografia ela viu primeiro, porque caiu em seu colo antes que ela conseguisse segurar.
0
Comente!x

  %Sooah% então pegou uma foto antiga e mais velha do que ela imaginava. Um registro feito em um consultório de advocacia, ela reconhecia o brasão na parede. Mas o que prendia seus olhos, não era o lugar. E sim, quem estava na foto. Dois homens e uma mulher. A mulher era sua mãe, mas muito mais jovem. Um dos homens era alguém que ela não conhecia, mas %Yujin% sim reconhecia. Ele cansara de ver aquele homem em retratos antigos guardados em caixas pela sua casa: o seu pai.
0
Comente!x

  O outro homem era o advogado que tratou da fusão entre as famílias Park e Cho anos antes — %Sooah% o conhecia de eventos, de jantares, de fotografias sobre negociações. E todos os três estavam sorrindo, não um sorriso social. Um sorriso íntimo, de quem compartilhava um segredo.
0
Comente!x

  Ela sentiu o corpo inteiro gelar.
0
Comente!x

  — %Yujin%… Este homem…?
0
Comente!x

  — É o meu pai. O outro, o advogado Cho Taeyon — ele respondeu, com um peso que confirmava que ele já vira muito mais do que essa foto.
0
Comente!x

  A mão dela apertava a fotografia com força. O vento balançou uma mecha de cabelo em seu rosto, mas ela não moveu a mão livre para arrumar.
0
Comente!x

  — Por que minha mãe… está com seu pai?
0
Comente!x

  — Não sei tudo — ele disse. — Mas sei que essa foto foi tirada pouco antes de tudo dar errado.
0
Comente!x

  %Sooah% então abriu o papel dobrado. Era uma carta escrita pela mãe dela. Um aperto involuntário surgiu em seu peito.
0
Comente!x

0 0 votos
Classificação do artigo
Inscrever-se
Notificar de
guest

0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
Todos os comentários (1)
×

Comentários

Você não pode copiar o conteúdo desta página

0
Adoraria saber sua opinião, comente.x