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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Division

Escrita porPams
Revisada por Lelen

1 • Segunda Vida

Tempo estimado de leitura: 18 minutos

  "A vida passa rápido demais; e se você não parar de vez em quando para vivê-la, acaba perdendo seu tempo." Essa frase nunca tinha feito tanto sentido na minha primeira vida, que atualmente não existia mais. Para mim, que passei anos da infância ao ensino médio planejando cada dia do meu futuro universitário, viver o momento era apenas uma desculpa para pessoas irresponsáveis curtir a vida adoidado. 
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  — Assim, de acordo com as leis que reguem o Estado do Alabama, a ré %Violet% Grimmer foi sentenciada à pena de morte por injeção letal, a ser executada em vinte e quatro horas. — Assim que as palavras do juiz Smith foram pronunciadas, um frio passou por minha espinha.
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  Meu olhar apenas conseguiu se direcionar para o rosto de minha irmã Kate em desespero, sendo segurada pelo marido, pedindo ao júri clemência por sua irmã mais nova. Estava grata a Deus por meus pais não estarem vivos, pois seria muito pior vê-los ali, presenciando a cena. Mas... O que eu tinha feito de tão errado para ver minha vida terminar desta forma? Eu não me lembrava de nada referente àquela noite no Moonlight, o que ajudou a promotora a me ferrar por completo no julgamento, e agora já me sentia arrependida por ter aceitado o convite do primo de Carl, e me aventurado em uma noite de despedida na casa noturna mais famosa de Huntsville.
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  Eu só estava de passagem pela cidade com um grupo de amigos, nossa última semana de férias antes de retornar para o segundo semestre em Stanford. Um futuro promissor, nas palavras do meu advogado de defesa, que foi ralo abaixo após uma decisão errada. A única coisa que me lembrava era de estar sendo rendida por uma policial robusta que gritava os meus "direitos" de permanecer em silêncio e de pedir um advogado. Eu era a principal suspeita da morte de seis amigos da universidade e mais três pessoas desconhecidas, incluindo o primo que nos convidou para a noite de diversão, e cumpriria a minha sentença sem direito a apelação.
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  — Kate — sussurrei, ao olhar minha irmã adentrando a sala reservada para onde me levaram depois da leitura da sentença.
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  — %Violet%. — Seus olhos marejados fizeram meu coração se cortar novamente, seu corpo veio em minha direção e, sem importar com os guardas e as algemas em meu pulso, ela me abraçou forte. — Minha irmãzinha.
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  — Kate… — Tentei segurar minhas emoções, afinal eu era a racional da família e ela sempre a emotiva chorona, contudo, diante das circunstâncias... — Eu juro que…
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  — Não precisa dizer nada, você é minha caçula, eu te vi nascer, te conheço desde sempre e sei que não é a culpada. — Ela me manteve aninhada em seu abraço por mais um tempo, depois olhou em meus olhos com ternura. — Ainda temos vinte e quatro horas, vamos encontrar uma solução, o John vai conseguir.
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  — Ele nem mesmo conseguiu a autorização para me defender, por motivos inexistentes ao meu ver — disse num tom baixo, revoltada pelo namorado da minha irmã ter sido deixado de fora de minha defesa por ter ligação com a família da ré.
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  — Eu não vou desistir de você, pandinha — assegurou ela, confiante em suas palavras. — Até o último suspiro, eu vou lutar.
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  — Eu te amo, Kate… — declarei abraçando-a novamente ao perceber a movimentação dos guardas para retirá-la.
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  — Eu também te amo. — Ela elevou mais a voz, ao ser arrastada pelos guardas para a porta, voltando o olhar aflito.
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  — Diga às meninas que eu as amo! — gritei, antes da porta se fechar e voltar ao silêncio que seguiria depois.
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  Precisava manter minha sanidade nas últimas horas que me restavam de vida, porém existia um grito preso dentro de mim e uma raiva descomunal que me fazia querer matar de verdade, principalmente aquela promotora desumana e amargurada. Antes de sair do prédio do tribunal, olhei para aqueles rostos que me julgavam e xingavam pelos corredores, até que notei, bem ao canto direito próximo à porta, um homem de capuz preto e mãos nos bolsos da jaqueta de coura preta, que acompanhava o julgamento desde o primeiro dia, e agora me observava com o olhar frio e analítico, se destacava diante de uma sutil cicatriz que descia da sobrancelha ao início da bochecha, na forma de um risco.
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  Não entendia o motivo de tudo aquilo estar acontecendo comigo, eu não tinha cometido aquele crime, eu não tinha matado meus amigos e não sabia como provar diante de tantas evidências contra mim. A única coisa que pude fazer foi aceitar meu destino e ver minha primeira vida ser ceifada pelo sistema que insistia em me condenar por um crime que não cometi.
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  — Últimas palavras? — perguntou a enfermeira que conduzia todo o procedimento.
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  Permaneci em silêncio, com os olhos avermelhados ardendo pelas lágrimas que já não existiam mais para rolarem por meu rosto. Voltei meu olhar para meu braço estendido, alguns aparelhos ligados para monitorar meus batimentos, e a seringa na mão da mulher em minha frente, apenas fechei meus olhos e assenti com a cabeça, não estava pronta, entretanto, tinha que encarar meu destino com a face erguida e a consciência limpa, de que era inocente.
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  Assim, %Violet% Grimmer, a caloura extrovertida do curso de Engenharia da Computação, filha caçula e extrovertida de um casal latino-americano, irmã amorosa de Kate e tia sensacional das pequenas Alice e Melissa, respirava pela última vez.
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  “— Estamos perdendo ela! — uma voz feminina gritou ao longe.
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  — Administre 2 miligramas de adrenalina... Desfibrilador... — Outra voz, agora masculina, soou ao longe. — Carrega em 100... Afasta...
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  — Nenhum sinal — a mulher novamente anunciou.
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  — Carrega em 200... Afasta...
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  — Doutor?! — Uma terceira voz surgiu, num tom de preocupação.
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  — Não vamos perdê-la, tem minha palavra, Collins. — O médico pareceu seguro de suas ações.”
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  Em um piscar de olhos, podemos ganhar ou perder a nossa vida, por isso, não se deve perder a oportunidade quando ela aparece. No meu caso, tive a inusitada chance de viver duas vezes, porém nunca imaginei que minha segunda vida seria assim. Minha mente estava turva e confusa, minhas pernas sem mobilidade, minha boca seca e minhas vistas doendo, por mais que meu corpo seguisse com sensações estranhas, era nítido em minha audição o barulho de aparelhos próximos.
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  O som do bipe que possivelmente media a frequência de algo. 
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  Me lembrava perfeitamente dos movimentos da seringa entrando em minha veia, a sensação do fluido passeando pelo meu corpo até chegar ao meu coração. Era para eu estar morta, mas parecia bem viva ao meu ver. Mas… Se era real, se a vida ainda habitava em mim… Onde eu estava? O que havia acontecido? Tentei puxar o ar para dentro dos pulmões, sem sucesso, o que me fez perceber o incômodo pelos tubos ligados a mim. Meu coração deu uma acelerada diante do desespero por não saber o que me acontecia, até que forcei minhas pálpebras se abrirem, mostrando uma visão embaçada do lugar.
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  — Hum… — murmurei frustrada por não conseguir mover nem o dedo indicador.
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  — A paciente está reagindo — disse uma voz feminina. — Vou chamar o doutor.
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  — Seja rápida — uma voz masculina, áspera e rouca soou em seguida.
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  — Hum… — Com todos aqueles tubos em mim, eu só conseguia sentir um gosto amargo em minha boca, e tentar inutilmente falar alguma coisa.
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  Aos poucos meus olhos foram se acostumando com a luz central do que parecia ser o teto do lugar em que estava. Mais vozes foram surgindo, me deixando ainda mais zonza e com náuseas, não conseguia me atentar a princípio ao que diziam, estava tão focada em fazer algum som sair de mim, em mover nem que fosse meu dedo indicador… E no meio de tudo, lutar contra a frustração por não ter controle sobre meu corpo, nenhuma sensibilidade…
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  — Quanto tempo até ela se recuperar totalmente? — Finalmente minha audição conseguiu captar com mais clareza, a voz rouca de antes.
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  — Diante das circunstâncias que ela chegou aqui, uma semana talvez. — Certamente aquele era o tal doutor. — Seu corpo ainda está fraco e não sabemos se sua consciência voltou ao eixo, senhor Collins.
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  — Lhe dou três dias — reforçou o homem rude. — Faça ela se levantar dessa cama, ou o senhor é que estará em seu lugar.
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  Collins… Quem é você?
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[ três dias depois… ]

  — HHHH… — Como o despertar de um pesadelo, sentindo falta de ar e quase sem fôlego.
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  Foi assim que acordei, meu corpo se erguendo no impulso do susto e minhas vistas embaçadas pela claridade da luz. Deixei meus olhos semicerrados por um tempo até me acostumar, senti que meus pulmões finalmente conseguiam puxar o ar devidamente, assim como meu corpo conseguia se mover com mais facilidade. Meus movimentos estavam de volta e eu estava verdadeiramente viva. Aos poucos, a sensibilidade em minha pele me fez notar a textura fria e rígida da qual eu me encontrava deitada, sem cobertores e travesseiro, nada além de mim e do metal que me sustentava. Se não estava morta... Aquilo era uma cela? Não, mesmo sem janela e uma única saída, era limpa demais, vazia demais, iluminada demais para ser uma simples cela de prisão, a menos que seja uma prisão específica para pessoas com crimes como o meu.
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  — O que está acontecendo comigo? — sussurrei, ao respirar fundo para manter a razão em mim.
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  Assim que minha visão foi chegando ao eixo, pude notar, bem no canto esquerdo da sala, próximo ao teto, uma câmera instalada com um ponto de luz vermelho piscando, provavelmente para indicar seu bom funcionamento. Passei longos minutos encarando a lente, tentando entender quem estaria por detrás me observando, quem havia me levado para aquele lugar. Respirei fundo e, escorando com a mão direita na parede, forcei minhas pernas a se sustentar de pé, a passos pequenos e lentos me aproximei da porta e ergui meu corpo tentando ver pelo pequeno filete de vidro, foi quando senti a aproximação de pessoas do outro lado e me afastei apressadamente.
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  Observei duas pessoas entrarem na sala. Reconheci de imediato o rosto do homem que se manteve próximo à porta, encostando-se na parede com as mãos nos bolsos da calça, o dono da cicatriz no olho direito. O mesmo olhar frio de antes. Já a senhora de cabelos grisalhos, seu semblante não parecia tão velho, porém, transmitia uma aura de poder e imponência de causar medo e inveja.
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  — Quem são vocês? Onde eu estou? — perguntei de imediato, sentindo minha voz quase falhar.
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  Bem... Eu ainda tinha uma voz.
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  — Bem-vinda de volta à vida, senhorita. — Ela se limitou a não me chamar pelo nome ou sobrenome. — Como está se sentindo?
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  Ela me olhou com tanta espontaneidade que parecíamos íntimas a primeiro momento, como se eu fosse uma conhecida de anos que havia se machucado e estava recebendo a visita dos amigos no hospital. Não consegui manter minha atenção nela, pois meus olhos insistiam em encarar o homem que retribuía com intensidade.
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  — Este é o agente Collins — continuou ela, no tom suave e delicado. — Acredito que o esteja reconhecendo vagamente, por ter acompanhado o julgamento. Quanto a mim, pode me chamar de Huston, sou a diretora deste lugar.
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  — E que lugar é este? — indaguei, confusa por sua colocação enigmática.
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  — Você se encontra nas instalações da Division — respondeu ela, mantendo a serenidade no olhar, com uma ponta de brilho e orgulho. — Somos uma agência anônima e não governamental que presta serviços específicos aos governos do mundo todo, serviços estes que não podem ser considerados oficiais.
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  — Oficiais?! — Senti a ênfase nesta palavra.
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  Não quer dizer: Legalizados?!
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  — E por que eu estou aqui? Por que me salvaram da morte? — perguntei a ela, no fundo, não querendo ouvir a resposta.
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  — Nós não te salvamos — respondeu direta e, agora, inexpressiva. — A sentença de %Violet% Grimmer foi executada exatamente às cinco horas de vinte e dois minutos da tarde, cerca de sete horas após seu julgamento, enterrada logo após por seus entes queridos. Se quiser, posso lhe dar a localização exata do túmulo.
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  Eu engoli seco, tentando entender o que eles tinham feito comigo.
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  — Já a mulher que está diante de mim agora, nasceu nas instalações da minha agência com um novo propósito de existência, ou, se preferir, uma nova chance — continuou ela, voltando o olhar para o agente por um momento.
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  Afinal, eu não conseguia deixar de focar nele, por mais que me esforçasse para manter a atenção nela.
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  — E o que esta mulher diante de você está fazendo aqui? — indaguei ao constatar que, para eles, eu era apenas uma folha em branco com possibilidades que eu não desejava imaginar.
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  Era óbvio que eu não teria mais uma vida, contudo, minha existência a partir daquele ponto dependeria desta tal agência, e temia que o senhor da cicatriz tivesse alguma participação no processo.
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  — Como eu disse, agora você terá um novo propósito de vida. — Ela respirou fundo, pareceu procurar pelas melhores palavras para me explicar a situação. — Nas próximas semanas receberá um treinamento intenso e completo sob a supervisão do agente Collins, após finalizar, entrará em nossa lista de agentes alpha.
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  — O que fazem os agentes alpha? — indaguei.
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  No que eles queriam me transformar?
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  — O agente Collins irá lhe explicar no momento adequado. — Ela deu um passo para se retirar, voltando-se para a porta. — Ela é toda sua, certifique-se de mantê-la viva até o final do treinamento.
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  — Alguma vez deixei de cumprir os requisitos? — retrucou ele, se afastando da parede, mantendo o olhar em mim.
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  A resposta veio como um silêncio da parte dela, que após um aceno com a cabeça, se retirou. Collins permaneceu a me observar em silêncio, iniciamos uma troca de olhares da qual me intimidava um pouco, logo eu, que nunca me senti intimidada por nenhum garoto em meus anos colegiais.
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  — Venha comigo — disse ele, ao se virar para a porta e abri-la.
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  — Onde vamos? — perguntei, em sussurro.
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  — Nada de perguntas. — Ele manteve o tom rude e áspero ao passar pela porta. — Apenas me siga.
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  Assenti com a cabeça e, respirando fundo, o segui para fora daquela sala. Se eu estava bem ou não fisicamente, não sabia, mas o senhor da cicatriz estava me conduzindo exatamente para a pessoa que teria as respostas. Doutora Charlot, a médica responsável pela saúde e boas condições físicas dos agentes da Division. Primeira impressão? Empatia poderia ser a melhor palavra para classifica-la, além do otimismo.
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  — O que vai fazer comigo? — indaguei à ela, enquanto colocava alguns aparelhos conectados a mim.
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  — Vamos começar fazendo um checape geral para ter certeza de que está bem fisicamente, você quase morreu e o doutor Han passou por muita dificuldade para te trazer de volta — explicou ela, ao finalizar e retirar o estetoscópio do pescoço. — E agora, vou medir seus batimentos.
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  Foram dois dias de exames, testes e mais alguns medicamentos receitados para que eu pudesse iniciar meu treinamento. Oficialmente, aquele lugar frio e vazio havia se tornado meu quarto e, pontualmente às seis da manhã, Collins abriu a porta fazendo as luzes se ascender em meu rosto me acordando no susto.
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  — Levante-se — ordenou ele. — Seu treinamento começa hoje.
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  — Eu não vou até me dizer o que são esses agentes alpha — disse me mantendo de pé, próximo à base de metal que usava como cama.
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  — Acha mesmo que está em condições de exigir algo? — Seu olhar demonstrou impaciência, pois não esperava tal reação de minha parte.
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  — Não, não posso exigir nada… Mas posso dificultar que cumpra os requisitos da diretora Huston. — Cruzei os braços, olhando-o com firmeza.
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   %Violet% Grimmer pode ter morrido, mas sua essência não.
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  — Agentes Alpha é como são chamados os assassinos profissionais da nossa agência, são treinados para serem especialistas em armas de todos os estilos e acionados quando precisamos eliminar algum alvo de nossos clientes. — Direto e preciso em sua resposta, numa entonação que me fez estremecer a espinha.
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  Então a diretora Huston queria me transformar em uma assassina. Claro que pelo meu histórico penal, era meio óbvio querer que eu me tornasse alguém assim, somente eu sabia da minha inocência e, se realmente quisesse sobreviver ali, teria que sujar minhas mãos de vermelho.
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  — Vocês querem que eu me torne uma… — Nem mesmo consegui terminar a frase, tentando assimilar.
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  Ele sorriu de canto, um ar de deboche inacreditável. Então abriu mais a porta para sair, porém, ficando entre o vão e olhando firme para mim.
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  — Sua situação é simples — disse ele, como se quisesse finalizar a conversa ali sem direito a mais nenhum argumento de minha parte. — Você escolhe: ou mata para o sistema ou o sistema mata você.
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  Engoli seco diante daquelas palavras. 
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  Um fardo pesado demais que eu teria que carregar, mesmo sem ter cavado com minhas próprias mãos.
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Eu quero respirar, eu odeio essa noite
Eu quero acordar, eu odeio esse sonho
Eu estou preso dentro de mim e estou morto.
- Save Me / BTS

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Lelen

Eu tô bem confusa com o que aconteceu com a principal JAIODHOASIHDOAIS
COLLINS, EU PRECISO DE EXPLICAÇÕES, PARA DE SER CHATO E RESPONDEEEE!
Eu muito imaginei o Collins como o Lee Soo-hyuk em Tomorrow, eu não ia com a cara dele no começo da história, mas depois ele foi conquistando espaço HAHAHAH
Vamos ver como vai ser com o Matt (a íntima) nos próximos capítulos.

ANSIOSA PELO RESTO (e quando digo ansiosa, quero dizer ANSIOSA MESMO kkkkk)

Pâms

Soohyuk em Tomorrow me derreteu toda kkkkkkkkkkkkkk

Liv

Gente, que babado! Tô curiosa pra saber como que eles “resgataram” ela, e será que a pp vai conseguir provar a própria inocência da sua “primeira” vida?

Pâms

Vamos aguardar! Obrigada por ler e comentar! ❤

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