Depois da Meia-Noite


Escrita porAlly M.
Editada por Natashia Kitamura


Capítulo 17

Tempo estimado de leitura: 19 minutos

  Eu sei que eu decidi ser uma pessoa mais determinada e me expor a quaisquer tipos de estímulos que pudessem me fazer lembrar da minha vida e relacionamento com %Aidan%, mas... Eu era uma preguiçosa. E depois de uma semana dividida entre trabalho e — para o meu terror — academia, tudo o que eu conseguia pensar naquele fim de semana era em não fazer absolutamente nada.
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  De repente, um senso de autopreservação tomou conta de mim e eu decidi levar as coisas com mais calma, como já vinha fazendo. Ou talvez isso fosse apenas uma desculpa para mim mesma. Eu estava assustada e com o estômago cheio de biscoitos que fizeram o papel crucial de me manter sã e sem pensar em nada, enquanto eu me enchia deles com grandes colheradas de sorvete de creme. Às vezes usando até os biscoitos como colher.
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  %Aidan% %Callahan% era, definitivamente, o amor da minha vida. Eu estava seriamente cogitando que éramos mesmo predestinados. Eu não precisava ser um gênio para perceber que não tínhamos uma conexão comum.
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  Era mais que isso.
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  Me fazia pensar em livros de fantasia e eu amava a ideia de %Aidan% ser a minha pessoa. Sempre fui fascinada em lendas como a do Fio Vermelho do Destino, vulgo Akai Ito, chamas gêmeas, e coisas do tipo. Na faculdade, eu tinha uma colega que fazia leituras de tarô. Na época, ela estava aprendendo, então fazia de graça, já nos deixando sob aviso caso errasse alguma coisa.
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  Mas eu sabia que tarô não se tratava bem de acertar e sim do que fazia o ouvinte se identificar. Achei muitas vezes que iria encontrar o amor da minha vida nos corredores da universidade, mas isso obviamente não aconteceu. E quando me envolvi com Andy, eu meio que desconfiei que não era ele. Foi em um dia aleatório enquanto eu trabalhava, que me veio em mente uma leitura sobre eu permitir a entrada de um homem em meu coração, mas ele não era O cara, por mais que a relação pudesse ser boa.
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  Lembrei disso novamente quando Andy e eu terminamos, mas parei de pensar nisso depois. Não sei se era a isso que %Aidan% se referia quando mencionou que eu brincava que éramos predestinados, mas a lembrança daquela leitura de tarô me veio à mente novamente, sei lá quantos anos depois.
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  Podia parecer ingênuo da minha parte acreditar nessas coisas, mas minha vida seria chata demais se eu não enxergasse um pouco de magia no universo. Sempre achei que ser uma pessoa cética quanto a absolutamente tudo devia ser cansativo, então eu me permitia fanficar com o meu próprio destino, imaginando como seria conhecer a minha pessoa um dia.
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  Nada do que eu esperava, certamente. Nem nas minhas fanfics imaginárias mais indecentes eu tinha pensado que tudo se desenrolaria a partir de um caso de uma noite.
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  Mas ter o meu caminho cruzado com o de %Aidan% foi a melhor coisa que podia me acontecer, junto com ser a agente literária de Katherine Reed. Haha.
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  Agora estávamos ambos deitados na cama, eu olhando para o teto, enquanto %Aidan% passava vídeos aleatórios no TikTok, rindo ocasionalmente. Era tão mundano que me peguei pensando se as outras fãs o imaginavam assim.
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  Alguns minutos depois, os sons de vídeos aleatórios pararam e virei a cabeça, notando que %Aidan% digitava algo no celular.
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  — O que você tá fazendo? — perguntei, curiosa, me aninhando a ele.
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  Eu normalmente não era uma pessoa que curtia muito contato físico, mas %Aidan% era uma exceção. Ele era um ímã que me atraía e seu toque me trazia paz. Era bem esquisito, na verdade. Isso nunca tinha acontecido antes, mas eu estava feliz por saber que não era imune a esse tipo de coisa.
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  %Aidan% me encarou por um breve instante, antes de voltar o olhar para a tela do celular.
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  — Planejando nosso próximo encontro — respondeu.
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  — Mas já? — Estiquei o pescoço para dar uma espiada, mas ele bloqueou a tela. — Ei!
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  — É surpresa.
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  — Eu posso fingir surpresa se você me contar.
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  — Não quero que você finja nada, %Lexi%. Quero a experiência real.
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  — Falando assim, até parece que você tá falando sobre fingir outra coisa. — Sorri, divertida. %Aidan% rolou os olhos.
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  — Que besteira. Eu sei que você nunca fingiu comigo — o idiota disse, em um tom arrogante.
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  — Muito prepotente você achar isso quando nem eu lembro...
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  — Mas eu lembro por você, %Lexi%. E sabe por que eu sei? — Ele se virou, me envolvendo com um braço, e murmurou no meu ouvido. — Por que você sempre fica arrepiada e sensível... Sua respiração fica entrecortada e você sempre franze o cenho quando está perto de um orgasmo. Então você se aperta ao redor de mim e me puxa para mais perto como se não quisesse me soltar nunca mais.
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  Senti a pele arrepiar com a respiração dele batendo no meu pescoço e meu corpo esquentou quando ouvi aquilo. Eu não sabia se ele estava brincando ou não, mas tendo como base nossas últimas vezes, imaginei que fosse verdade.
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  Senti o centro do meu corpo doer por ele e me sentei, passando as pernas ao redor de sua cintura. %Aidan% riu, como se soubesse exatamente o que tinha feito. Eu quis tirar aquele sorrisinho da cara dele, mas então percebi que ele também havia ficado excitado. Sorri e me inclinei sobre seu tronco. Ele estava sem camisa, seus músculos expostos fazendo leves ondulações em sua pele levemente bronzeada.
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  Encarei a tatuagem enorme que ia do pescoço ao peito esquerdo e deixei um pensamento intrusivo vencer.
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  Passei a língua no final da tatuagem até a base do pescoço e mordisquei ali, fazendo ele se arrepiar.
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  %Aidan% levou as mãos até minha cintura e pressionou seu corpo contra o meu.
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  — %Lexi%...
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  — Agora você não tá mais rindo, né? — provoquei.
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  — Tira logo a porra dessa roupa, %Alexa%. Eu quero te foder.
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  Ri baixinho, satisfeita por deixá-lo impaciente com tão pouco. Ninguém mandou ele começar. Eu o teria provocado um pouco mais se fosse em outro momento, mas meu corpo clamava por contato com o dele e tudo o que eu conseguia pensar era em nos fundir em um só. Naquele momento, eu não precisava de mais que isso. Sem preliminares, só uma coisa rápida e crua para satisfazer nossos corpos. Depois, podíamos ir com mais calma. Quem sabe testar cada cômodo da casa... Esse pensamento me fazia rir por dentro. %Aidan% conseguia despertar a vagabunda que habitava dentro de mim, e eu não estava nem um pouco incomodada com isso.
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  Sem pestanejar, puxei minha camisola pela cabeça e um sorrisinho apareceu nos lábios dele. %Aidan% enroscou os dedos no cós da minha calcinha, mas no momento em que pensei em me afastar para tirá-la, ele a arrebentou de uma vez.
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  Descanse em paz, mais uma calcinha.
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  — Você tem que parar de destruir minhas calcinhas — reclamei, me fingindo de ofendida.
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  — Eu te compro mais depois. De preferência, um monte para eu ter passe livre pra rasgar quantas eu quiser — O idiota arrogante respondeu.
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  Eu rasgaria a cueca dele também, se eu tivesse forças para isso e o tecido não fosse tão largo. Mas a única opção que eu tinha era abaixá-la e liberar seu pau inchado.
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  Talvez eu pudesse me vingar de outra forma.
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  — Eu quero você assim, quietinho — anunciei, para que ele não pensasse em inverter nossas posições; embora eu adorasse tê-lo no controle, aquela era a minha vez.
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  Quando terminei de me livrar da cueca de %Aidan%, eu a rodei em um dedo e puxei o tecido como um estilingue, a atirando no chão do quarto logo depois. %Aidan% deu uma risadinha que imediatamente cessou quando o envolvi com uma mão.
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  — %Lexi%...
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  — Quase lá, %Aidan% — respondi, ainda movimentando a mão em seu membro. %Aidan% estava firme e pesado, e eu mal podia esperar para tê-lo dentro de mim.
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  Me posicionei em cima dele e fui abaixando o quadril devagar, o tomando aos poucos enquanto meu corpo se esticava para recebê-lo. Ele me fazia sentir deliciosamente cheia, no entanto, para a minha sorte, não era doloroso. Quando o envolvi por completo, %Aidan% apertou as mãos em meus quadris, mas continuou parado.
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  — Que cachorrinho obediente — brinquei, me inclinando em seu peito para mordiscar seu pescoço.
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  %Aidan% gemeu com a fricção que isso causou.
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  — Vai logo, %Lexi%. Ou eu vou te mostrar o cachorrinho desobediente.
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  Tentador, mas quem sabe outra hora.
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  Ainda inclinada sobre ele, levantei e abaixei os quadris, observando atentamente cada segundo de suas reações. Se %Aidan% me conhecia tão bem a ponto de saber o que eu sentia, então eu faria o mesmo. Enquanto não lembrasse, eu aprenderia.
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  Ele arfou quando desci os quadris e eu mordi o lábio inferior em meio a um sorriso. Levantei os quadris novamente e o abaixei de uma vez. Então repeti uma terceira e uma quarta vez, garantindo que havia lubrificação suficiente para nós dois. Segui para adquirir um ritmo constante e me afastei para apoiar as mãos em seu peito enquanto continuava a me movimentar.
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  Uma onda de eletricidade percorreu meu corpo e eu sabia que não demoraria muito para eu chegar lá. Tendo o controle total, eu deslizei em %Aidan% em busca do meu próprio prazer. Ele continuou com os quadris parados, me deixando comandar tudo, mas suas mãos percorreram todo o meu corpo, se demorando em meus seios até o momento em que ele me puxou contra si para envolvê-los com a boca. Suspirei pesadamente e senti outra onda de eletricidade passar por mim, me fazendo sentir um pouco fraca. Eu explodiria a qualquer momento, então decidi deixar %Aidan% assumir naquele instante. Ele riu baixinho contra meu pescoço quando anunciei, e então segurou meus quadris com firmeza para que eu ficasse parada enquanto ele acabava comigo.
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  Felizmente, meus joelhos tinham apoio, ou eu teria me desfeito em cima dele feito manteiga derretida em poucos segundos.
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  %Aidan% me encarou nos olhos com determinação e eu franzi o cenho, sentindo o primeiro tremor em meu corpo. Então veio de uma vez, me atingindo com tudo e fazendo o ar escapar de meus pulmões. No entanto, %Aidan% não parou. Sem hesitar, ele continuou a bater dentro de mim, e eu me segurei com força em seus ombros enquanto nossos corpos ainda se chocavam. Senti outro orgasmo começar a crescer e, de repente, %Aidan% sorriu.
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  — Que tal o cachorrinho desobediente agora? — ele perguntou e eu só consegui assentir freneticamente, um instante antes dele sair de dentro de mim e me virar na cama, seu peito em contato com minhas costas. Antes que eu pudesse reclamar, %Aidan% me preencheu outra vez.
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  Eu estava deliciosamente preenchida e meu corpo estava tenso mais uma vez. Então, alguns movimentos a mais foram o suficiente para me fazer tremer em seus braços, e eu propositalmente contraí meus músculos internos ao redor de seu membro, fazendo-o perder o controle também. %Aidan% se derramou em mim um momento depois, gemendo baixo no meu ouvido, e até me passou pela cabeça sugerir para que ele colocasse aquele som em uma música. Eu tinha certeza de que seria sucesso.
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  Quando nos separamos, eu era apenas um peso morto em cima da cama, ainda ofegante e olhando para o teto com uma expressão satisfeita no rosto.
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  — Acho que gosto das duas versões do %Aidan% cachorrinho — comentei, fazendo-o rir.
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  — Eu sei.
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  Idiota. Espere só até eu me lembrar de todos os seus pontos fracos também, %Aidan% %Callahan%, anunciei mentalmente.
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  Em seguida, bocejei e virei para o lado, em uma posição confortável. %Aidan% me puxou para perto e se aconchegou comigo. Eu tinha tomado banho há pouco tempo e já precisava de outro, mas dessa vez iria esperar.
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  Fui tomada pelo sono pouco tempo depois.
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  A próxima coisa de que me lembro foi de estar em um estacionamento vazio com uma garota ruiva parada a minha frente. A reconheci de imediato. Era a minha skin de Ayla %Danforth%.
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  Seus olhos pareciam diferentes, no entanto. Tinham um tom brilhante de prateado que não condizia com os olhos escuros da protagonista de Tenaz.
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  Não era algo humano e depois de meus anos como uma fã fiel de Sobrenatural, comecei instintivamente a tentar identificar que coisa era aquela com que eu estava sonhando.
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  Estranhamente, não senti medo.
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  — Ayla? — chamei, mesmo ciente de que não era ela.
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  A coisa com a imagem de Ayla sorriu e deu um passo à frente.
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  — Você pode me chamar assim.
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  — Quem é você? — perguntei, dando dois passos para trás.
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  — Não tenha medo, não vim te machucar. Sou uma mensageira. Meu trabalho é te alertar.
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  — Me alertar? Sobre o quê? — A encarei, confusa.
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  De repente, os olhos dela brilharam ainda mais, como duas pequenas estrelas.
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  — As coisas não estão como deveriam estar. — Sua voz soou quase automática, como se repetisse um discurso pronto. — Você não deve tentar interferir e ir além do permitido.
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  — O quê? Que coisas? Tá falando de Tenaz?
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  — O destino não pode ser mudado. Coisas boas e ruins sempre hão de acontecer, não importa a vida ou o universo em que você esteja presente — ela continuou, ignorando minhas perguntas. — Aquele ao seu lado nunca vai te soltar se você não soltá-lo antes. O universo quis assim e assim será. Tente ir contra as decisões e enfrente as consequências. O que você passou era necessário para fazer a conexão perdurar. Não interfira. Leia os sinais. Aceite. E assim tudo voltará ao seu devido lugar.
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  — Do que você tá falando?! Que papo estranho é esse? Eu não sou boa com enigmas, tá? Foi porque eu interferi em Tenaz?
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  Os olhos dela se apagaram um pouco, voltando a como estavam antes.
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  — Em breve, você descobrirá. Não tente alterar aquilo que já foi premeditado. Receba uma segunda chance, mas se atente, pois não haverá uma terceira.
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  Foi a última coisa que ela disse, antes de começar a brilhar forte. Tive que proteger meus olhos da claridade, mas um segundo depois, tudo ficou escuro.
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  Ouvi um barulho alto, semelhante a uma página virando e, num piscar de olhos, eu estava em um beco, com fones de ouvido tocando “TKO” do Justin Timberlake.
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  Era a cena que eu havia mudado. Que eu inocentemente havia mudado, achando que não teria nenhuma consequência real. Se aquilo era apenas um sonho, então era um novo tipo. Mas de todo modo, encarei como um sinal. A coisa que me alertou mencionou uma segunda chance. Só podia ser aquilo. Eu não deveria interferir.
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  Fiz uma careta, pensando na certeza de apanhar durante aquela cena, e deixei que meus pés se movessem em modo automático. Senti a presença de um dos ladrões atrás de mim e minha skin de Ayla começou a andar mais rápido. Meu coração acelerou e meu corpo — o corpo de Ayla — foi tomado por ansiedade.
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  Então cheguei ao beco onde o outro ladrão estava escondido e a cena da qual eu me lembrava aconteceu automaticamente. Tive que me controlar para não tomar as rédeas da situação no primeiro ataque. Quando caí no chão e meu braço esbarrou em um pedaço de ferro, gritei de dor ao sentir o metal cortando minha pele.
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  Os caras pegaram o celular de Ayla, mas nem por isso ela deixou de apanhar. Eu sabia que o celular era apenas uma desculpa e que aquilo tinha sido planejado por James Nam, o pai de Dean.
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  Houve alguns momentos em que Ayla tentou se defender em vão e senti cada segundo de sua dor, até que ouvi um grito. Agradeci silenciosamente quando vi Minsik e o outro colega correndo até mim. Um momento depois, os meus atacantes foram embora e eu fui levada para o hospital, apavorada.
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  Eu ainda estava no carro com Minsik quando acordei, de repente.
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  Encarei o quarto que eu dividia com %Aidan% e me sentei na cama, procurando por alguma dor nova. Eu ainda estava sem roupas, assim como %Aidan%, e ele dormia profundamente ao meu lado.
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  Levantei o braço e encontrei apenas o arranhão que havia aparecido naquela manhã, mas nada de cortes que necessitariam de pontos. Respirei aliviada, deixando meu corpo cair na cama mais uma vez. Felizmente, aquela cena era a única que eu lembrava em que Ayla se machucava fisicamente.
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  Então lembrei das palavras que ouvi do ser de olhos prateados que tinha a mesma aparência dela.
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  O destino não pode ser mudado. O universo quis assim e assim será.
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  As palavras ecoaram na minha mente, ainda frescas na memória, e torci para não ter deixado a tal segunda chance que ela mencionou passar.
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  Mesmo não fazendo ideia do que era.
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