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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Delicate


Escrita porBetiza
Editada por Lelen

Capítulo 6

Tempo estimado de leitura: 23 minutos

  Uma semana havia passado desde o Natal. A lembrança daquela noite ainda pairava na minha mente, misturada à confusão dos meus sentimentos por Yunho. Mas, agora, era véspera de Ano Novo, e lá estávamos novamente, na casa dele, que parecia o ponto de encontro preferido de todos.
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  O apartamento estava cheio de vida, com vozes, risadas e música se espalhando pelos cômodos. Yunho tinha organizado uma festa, convidando amigos em comum, e a energia vibrante era exatamente o que eu precisava para afastar qualquer dúvida persistente.
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  Entrei com uma taça de champanhe na mão, observando a decoração discreta, mas charmosa, que Yunho havia montado. Ele sempre tinha esse toque especial, mesmo nas coisas mais simples.
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  — Olha só quem chegou! — uma voz animada soou, e logo vi Soo-young, uma amiga nossa, se aproximar com um sorriso. — %Lily%, eu sabia que você não ia perder essa festa!
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  — Claro que não, né? — respondi, dando um abraço nela. — Yunho sabe como atrair as pessoas.
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  Ela riu, concordando, antes de ser chamada por outra amiga. Eu continuei a caminhar pela sala, até avistar Yunho perto da janela, conversando com alguns amigos.
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  Ele estava impecável, como sempre, usando uma camisa preta ajustada e jeans escuros que destacavam seu porte. Seus olhos brilhavam sob as luzes, e o sorriso fácil fazia com que ele parecesse mais acessível e encantador do que nunca.
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  — Não vai me dar oi, não? — chamei sua atenção, parando ao lado dele.
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  Ele virou-se para mim, e o sorriso que surgiu em seu rosto fez meu coração disparar.
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  — Achei que fosse ficar escondida no canto como da última vez. — Ele me provocou.
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  — Acho que estou aprendendo com você. — Dei de ombros, fingindo indiferença.
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  Ele riu e estendeu uma taça para brindar comigo.
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  — A noite promete.
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  Antes que eu pudesse responder, o som de risadas chamou nossa atenção, e logo estávamos rodeados por um grupo de amigos compartilhando histórias e planejando a contagem regressiva. Apesar da agitação, meus olhos frequentemente encontravam os de Yunho, e havia algo em seu olhar que parecia me puxar, como se fosse um convite silencioso para algo mais.
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  Enquanto a noite avançava, aquele magnetismo entre nós se tornava cada vez mais difícil de ignorar.
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  A festa estava em pleno vapor, com mais gente chegando e outros já saindo depois de algumas horas. O ambiente era uma mistura de conversas altas, música que parecia pulsar pelas paredes, e o cheiro convidativo das comidas espalhadas por uma mesa na sala de jantar. Havia uma variedade de petiscos: rolinhos primavera, espetinhos de carne, mini sanduíches e uma tábua de queijos que Yunho havia preparado com cuidado.
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  Entre um gole de champanhe e outro, eu pegava petiscos aleatórios, aproveitando a animação ao meu redor. Amigos dançavam perto da mesa, alguns cantando junto com a música que tocava, enquanto outros conversavam em cantos mais reservados.
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  Yunho, por outro lado, era o perfeito anfitrião. Ele ia de grupo em grupo, garantindo que todos tivessem o que precisavam, mas sempre encontrava um momento para voltar ao meu lado.
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  — Aproveitando, %Lily%? — Ele apareceu com duas taças de vinho, estendendo uma para mim.
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  — É claro. Você sabe como fazer uma festa, Yunho. — Peguei a taça, dando um sorriso enquanto nossos dedos se tocavam brevemente.
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  — E você sabe como roubar a cena. — Ele respondeu, seus olhos brilhando com diversão.
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  Fiz um gesto de indiferença, mas meu rosto esquentou com a provocação. Antes que eu pudesse responder, Soo-young puxou minha mão.
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  — Vamos dançar, %Lily%!
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  Ri, deixando Yunho para trás enquanto era arrastada para a improvisada pista de dança. A música animada me envolveu, e logo estava dançando com Soo-young e outras amigas. Meus olhos, porém, sempre encontravam Yunho, que me observava da lateral com um sorriso que me deixava inquieta.
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  Depois de algumas músicas, voltei ao balcão onde ele estava, servindo-se de mais uma dose de tequila.
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  — Não vai dançar? — Perguntei, pegando um shot para mim.
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  — Estou esperando a música certa. — Ele respondeu, levantando a sobrancelha de um jeito desafiador.
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  — Qual seria essa música? — Perguntei, provocando.
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  — Talvez a próxima. — Ele sorriu de lado, os olhos fixos nos meus enquanto tomava o shot.
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  A troca de olhares foi interrompida quando alguém pediu que ele trocasse a música, e Yunho foi até o som para ajustar a playlist. Nesse meio tempo, algumas pessoas começaram a se despedir.
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  — Já é quase meia-noite. — Comentei, me aproximando novamente.
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  — Tempo suficiente para dançar. — Ele respondeu, puxando minha mão antes que eu pudesse protestar.
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  A música mudou para algo mais lento, uma balada envolvente, e Yunho me conduziu para o meio da sala.
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  — Isso é sério? — Perguntei, rindo enquanto ele segurava minha cintura.
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  — Você está rindo, mas não está dizendo não. — Ele respondeu, puxando-me um pouco mais para perto.
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  Enquanto dançávamos, o álcool no meu sistema fazia tudo parecer mais intenso. O toque das mãos dele na minha cintura, a proximidade dos nossos corpos, e aquele olhar provocador, tudo fazia meu coração bater mais rápido.
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  — Acho que você só está fazendo isso porque está bêbado. — Murmurei, tentando parecer mais confiante do que me sentia.
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  — E você só está deixando porque também está. — Ele respondeu no mesmo tom, com um sorriso que me desarmou completamente.
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  A música continuava tocando, suas batidas lentas ditando o ritmo enquanto Yunho e eu nos movíamos quase em sincronia. Cada passo parecia mais lento do que o necessário, cada toque mais carregado de intenção.
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  As mãos dele permaneciam firmes na minha cintura, seus dedos pressionando levemente o tecido fino do meu vestido, como se quisesse garantir que eu não escapasse. Por outro lado, minhas mãos se alternavam entre os ombros e a nuca dele, em um toque que parecia casual, mas escondia uma intenção que nem eu mesma queria admitir.
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  — Não sabia que você dançava tão bem. — Sussurrei, tentando quebrar a tensão que estava quase palpável.
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  — Não danço. — Ele respondeu, seus olhos encontrando os meus. — Estou só acompanhando você.
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  O olhar dele parecia me prender no lugar, e minha respiração ficou mais pesada quando percebi o quão perto nossos rostos estavam.
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  — Você está me provocando de propósito… — Murmurei, meu tom acusatório, mas sem nenhuma força real.
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  — Talvez. — Ele inclinou ligeiramente a cabeça, o sorriso de canto nos lábios apenas alimentando minha inquietação. — E se estiver?
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  — Então talvez você esteja conseguindo. — A resposta escapou antes que eu pudesse me impedir, e percebi tarde demais que aquilo só o encorajaria.
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  Yunho sorriu mais abertamente, um brilho divertido e perigoso em seus olhos. Ele aproximou o rosto do meu ouvido, sua respiração quente contra minha pele.
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  — Eu sempre consigo, %Lily%.
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  As palavras enviaram uma onda de calor pelo meu corpo, e senti minhas mãos deslizarem instintivamente para os ombros dele, apertando levemente.
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  — Convencido. — Foi tudo o que consegui dizer, minha voz saindo mais baixa do que pretendia.
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  — Só sendo sincero. — Ele riu baixinho, seus dedos apertando levemente minha cintura, nos puxando ainda mais para perto.
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  A música terminou, mas continuávamos nos movendo, nossos corpos tão próximos que parecia impossível nos separar. Podia ouvir as risadas e conversas ao fundo, mas o mundo parecia reduzido a esse momento, a essa dança.
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  — Yunho... — Murmurei, sem nem saber o que ia dizer, mas incapaz de manter o silêncio.
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  Ele se afastou ligeiramente, apenas o suficiente para que nossos olhares se encontrassem novamente.
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  — Sim?
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  As palavras estavam na ponta da minha língua, mas algo me impediu de dizê-las. Em vez disso, abaixei o olhar, tentando disfarçar minha vulnerabilidade.
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  — Nada. — Sorri, mas ele não pareceu convencido.
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  — Não parece ser nada. — Ele inclinou a cabeça, observando-me com curiosidade, mas antes que pudesse pressionar mais, outra música começou, e a atenção dos nossos amigos foi puxada para outro ponto da sala.
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  Yunho deu um passo para trás, mas suas mãos ainda permaneceram em mim por um momento, como se ele hesitasse em se afastar completamente.
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  — Melhor a gente pegar mais uma bebida. — Disse, minha voz forçando um tom leve enquanto eu me afastava em direção à cozinha, tentando recuperar o controle sobre meus pensamentos e, principalmente, sobre meu coração.
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🍾🍾🍾

  A taça de vinho já estava quase vazia em minha mão, mas isso pouco me importava enquanto observava Yunho do outro lado da sala. Ele estava conversando com uma garota que eu nunca tinha visto antes. Alta, linda e cheia de confiança, ela ria exageradamente de algo que ele tinha dito, inclinando-se um pouco mais a cada minuto.
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  Os toques dela eram sutis, mas eu notava cada um. A forma como sua mão pousava no braço dele, como os dedos arrumavam uma mecha imaginária de cabelo. Ela era óbvia, mas quem não seria? Yunho era... bem, Yunho.
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  Tentei me convencer de que não me importava, mas, honestamente, isso era uma mentira descarada. Cada movimento dela me incomodava, e eu odiava o fato de que estava deixando aquilo me afetar.
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  Ainda assim, enquanto eu o observava, percebi algo que me acalmou: Yunho não parecia interessado. Ele estava sendo educado, como sempre, mas seus olhos vagavam pela sala, como se procurassem uma rota de fuga. Ele mantinha uma distância sutil, inclinando-se apenas o suficiente para ouvir o que ela dizia.
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  "Ele não está nem aí para ela", pensei, sentindo um alívio que eu não queria admitir.
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  Tomei mais um gole de vinho, tentando ignorar o aperto que sentia no peito e a vontade inexplicável de interromper aquela conversa. Eu odiava me sentir assim, mas odiava ainda mais a ideia de alguém tomar o lugar que, em minha mente, parecia ser meu.
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  Quando a meia-noite começou a se aproximar, alguém anunciou que era hora da contagem regressiva. Foi então que vi Yunho se afastar da conversa e caminhar até a mesa onde a garrafa de champanhe esperava. Ele olhou diretamente para mim e sorriu, despreocupado, como se quisesse dizer que a garota de antes não importava.
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  — Ei, vem cá. — Ele gesticulou para que eu me aproximasse.
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  Deixei minha taça vazia em uma mesa próxima e me juntei a ele, o coração batendo um pouco mais rápido do que eu gostaria. As pessoas se reuniam ao redor, animadas, enquanto a contagem regressiva começava.
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  Yunho segurava a garrafa de champanhe, concentrado em equilibrar a rolha.
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  — Dez, nove, oito... — Todos começaram a contar juntos.
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  No "um", ele puxou a rolha com um estalo, e a espuma borbulhante jorrou da garrafa, arrancando risadas e aplausos dos outros.
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  — Feliz Ano Novo! — Ele exclamou, levantando a garrafa antes de começar a servir os copos ao redor.
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  Peguei o meu quando ele me entregou, os olhos dele encontrando os meus por um instante que pareceu durar mais do que deveria.
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  — Feliz Ano Novo, Yunho. — Minha voz saiu baixa, quase inaudível no meio da confusão.
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  — Feliz Ano Novo, %Lily%. — Ele respondeu, e havia algo em sua expressão que fez meu coração pular uma batida.
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  Enquanto o barulho da festa continuava ao nosso redor, aquele momento entre nós parecia uma pausa em tudo. Eu deveria desviar o olhar, deveria voltar a socializar, mas não consegui. Por um segundo, parecia que nada mais importava.
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  Após a meia-noite, a festa começou a perder o ritmo, como uma chama que, aos poucos, vai diminuindo. Algumas pessoas começaram a ir embora, deixando o barulho da música mais distante e os risos se tornando mais suaves. Yunho, mais uma vez, se afastou para conversar com alguns amigos, mas logo voltou até mim, o copo de champanhe ainda na mão.
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  — Você ainda está por aqui? — ele perguntou com um sorriso torto, claramente se divertindo ao ver que muitos já tinham partido.
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  Olhei para ele, um pouco surpresa, mas também divertida.
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  — Eu não sou dessas que saem no primeiro sinal de fim de festa. — Respondi, dando um gole no meu copo, sentindo o sabor doce e efervescente. — Diferente de você, que está sempre tentando escapar quando a situação começa a esquentar.
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  Yunho se inclinou para frente, os olhos brilhando com um desafio. Ele deu uma leve risada e ajeitou o cabelo, os dedos passando de forma despreocupada pelo couro da jaqueta que agora ele usava.
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  — Ah, é? Eu sou um fugitivo agora? — ele arqueou uma sobrancelha, seu tom de voz baixo e provocador. — E você, %Lily%, só fica esperando o momento certo para lançar sua isca. Você não engana ninguém.
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  Fiquei em silêncio por um instante, sentindo a tensão crescer no ar. Aquela provocação entre nós dois era algo quase habitual agora, mas parecia que a cada vez, a linha entre o desafio e a atração ficava mais tênue.
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  — E quem disse que estou tentando enganar alguém? — retruquei, tentando esconder o sorriso. — Eu sou só… observadora.
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  Yunho inclinou a cabeça, um sorriso brincando em seus lábios.
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  — Observadora, hm? Então o que viu até agora? — ele se aproximou um pouco mais, e eu pude sentir a proximidade dele de novo, como uma onda que estava prestes a me engolir.
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  Engoli em seco, sentindo a pressão aumentar. Não consegui evitar olhar para os lábios dele, sentindo uma onda de desejo tomar conta de mim. Mas, como sempre, tentei manter a compostura.
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  — Vi um Yunho que não consegue se decidir se está me desafiando ou se… — pausei, jogando um olhar direto para os olhos dele, sem nem perceber o que estava deixando transparecer — ...está tentando se aproximar de mim.
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  Ele se manteve em silêncio por um segundo, a expressão dele suavizando de forma quase imperceptível, mas o sorriso que apareceu logo em seguida era um tanto provocador.
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  — E você, %Lily%? O que está esperando para se aproximar de mim? — a voz dele era baixa, e havia uma intensidade ali que me fez pensar que talvez a provocação não fosse mais apenas jogo.
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  Fiquei sem resposta por um momento, sentindo a tensão entre nós dois crescer. A música tocava ao fundo, mas era como se estivéssemos em nosso próprio mundo, cada palavra, cada olhar, fazendo o ambiente ao redor parecer menos importante.
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  Eu estava a um passo de dar o próximo movimento, mas, de alguma forma, algo me dizia que ele também sabia disso. E que talvez, só talvez, ele esperasse que eu fosse a primeira a romper essa barreira.
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  A tensão entre nós dois estava insuportável, e eu podia sentir cada segundo se arrastando, como se tempo estivesse nos provocando. Eu estava completamente ciente da distância mínima que ainda restava entre nossos corpos, mas o espaço parecia irrelevante. A música parecia desaparecer, e tudo o que existia era ele e a energia que nos conectava de maneira intensa.
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  Yunho olhou para mim, seus olhos escuros e profundos, e a expressão que ele tinha não era mais de pura provocação. Era algo diferente, mais intenso. Ele estava me observando de uma maneira que me fazia sentir vulnerável, mas, ao mesmo tempo desejada.
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  A respiração dele estava mais pesada, e a minha também. Ele se aproximou ainda mais, até que pude sentir a leve pressão da sua presença. Seu rosto estava perto suficiente para que eu conseguisse perceber cada ..traço, cada detalhe que o tornava irresistível.
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  — %Lily%... — Ele sussurrou o meu nome, e a forma como ele disse, como se fosse a única coisa que importava naquele momento, fez meu coração disparar.
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  Eu estava quase sem fôlego as palavras escapando de mim, mas eu não conseguia dizer nada. Era como se, finalmente, eu tivesse chegado ao limite. Não havia mais jogo, apenas que acontecia naquele instante, e eu não queria mais negar isso.
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  Com um movimento quase imperceptível, ele levantou a mão, tocando suavemente meu rosto, e eu fechei os olhos, sentindo o toque de seus dedos na minha pele. Eu não podia mais resistir, e o que quer que tivesse entre nós dois agora parecia mais real do que nunca
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  E então, sem palavras, ele se inclinou para mim.... Eu não me movi, esperando, e quando os lábios dele finalmente tocaram os meus, foi como se tudo ao redor se apagasse. O beijo foi suave no começo, quase como se ele estivesse esperando uma reação, mas logo foi se intensificando, os lábios se encaixando com mais urgência, mais desejo. Era como se tudo que eu tivesse guardado dentro de mim, todas as emoções e a tensão, se dissolvessem naquele momento
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  Eu me afastei um pouco, sem conseguir acreditar no que acabara de acontecer, e o olhei nos olhos, respirando pesadamente. Ele parecia tão perdido quanto eu, mas também com aquele sorriso satisfeito que fazia meu estômago dar voltas
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  — Então… — eu disse, tentando disfarçar a sensacão de que o chão tinha sumido dos meus pés. — Isso estava na nossa "agenda" também?
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  Yunho riu suavemente, ainda sem se afastar muito seu olhar de mim. Ele parecia em êxtase, como se tivesse acabado de realizar algo inevitável.
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  — Eu diria que sim. — Ele respondeu, com um tom mais suave agora, ainda com a mesma intensidade nos olhos.
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  Eu não sabia o que isso significava, nem o que viria a seguir, mas naquele momento, com ele ainda perto de mim, tudo parecia certo.
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  Eu não conseguia desviar os olhos dele, ainda sentindo o sabor do beijo, a eletricidade em nosso toque… Mas, de repente, algo me interrompeu. Do canto do meu olho, vi a garota que havia tentado flertar com Yunho mais cedo. Ela estava ali, me encarando com um olhar carregado de rancor, seus olhos estreitos, as sobrancelhas franzidas como se estivesse claramente desaprovando o que acabara de acontecer entre nós.
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  O ciúmes parecia saltar dela em ondas visíveis, e por algum motivo, isso fez uma sensação intensa crescer dentro de mim. Eu não sabia o que estava acontecendo exatamente, mas o que sentia era muito mais do que simples provocação. Era um desejo crescente de afirmar algo — não apenas para ela, mas para mim mesma…
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  Eu vi Yunho olhar para o lado e perceber a garota, e a forma como ele imediatamente virou o rosto, ignorando-a, fez algo ainda mais intenso brotar dentro de mim. Não era só o que ele havia feito por mim até agora. Era a maneira como ele estava totalmente focado em mim, me fazendo sentir única, fazendo com que todo o resto do mundo desaparecesse.
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  A maneira como ele me tratava me fazia querer mais dele, mais daquele momento. Sem conseguir mais me segurar virei o rosto para ele, e, com um gesto completamente impulsivo tomei a iniciativa. Não era só um beijo suave, como da última vez. Era algo muito mais quente, mais desesperado.
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  Minha mão foi diretamente para o pescoço dele, puxando-o para mais perto enquanto meu corpo se movia para mais próximo do dele. Quando nossos lábios se encontraram novamente, foi como se uma chama tivesse sido acesa. O beijo foi urgente, as línguas se encontrando em um ritmo frenético, como se quiséssemos devorar um ao outro.
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  Eu podia sentir o calor de seu corpo, e o meu pulsava, em sintonia com o dele. Não era mais apenas uma dança de olhares e provocações. Era algo real, algo que ambos estávamos querendo naquele momento.
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  Yunho respondeu ao beijo com a mesma intensidade, suas mãos movendo-se por minha cintura puxando-me ainda mais para ele, como se precisasse sentir cada centímetro de mim. Eu sabia o que ele estava fazendo, e sabia também que esse jogo não teria mais volta.
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  O som da festa parecia desaparecer de novo. Não havia mais ninguém ao nosso redor, só nós dois. Só o calor, a urgência, e a pressão crescente entre nós. Eu podia sentir meu corpo inteiro reagindo a ele,e estava claro que ele também não conseguia mais segurar o desejo que crescia entre nós. As respirações se tornaram mais pesadas, mais profundas, enquanto a pressão nos lábios aumentava, e eu quase não conseguia mais distinguir onde terminava minha respiração e onde começava a dele.
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  Não sei quanto tempo passamos ali, naquele beijo, mas ele se estendeu até que, finalmente, a necessidade de ar nos forçou a nos afastar um pouco, nossos lábios ainda roçando, respirando pesadamente, nossos corpos próximos como se não quisessem se separar. Olhei nos olhos dele, e, apesar da minha mente ainda confusa com a intensidade do que acabara de acontecer, eu sabia de uma coisa: não havia mais volta.
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“Sometimes, I wonder: When you sleep
Are you ever dreaming of me?
Sometimes, when I look into your eyes
I pretend you're mine, all the damn time”

Capítulo 6
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