Contos de Cerejeira


Escrita porHatakesaturn
Revisada por Lelen


Capítulo 8 • Aquele dia do delito

Tempo estimado de leitura: 20 minutos

19 de Março

Obito olhava para Sasuke um pouco chocado, tentava entender quando foi que tudo começou a dar errado naquela família. Primeiro ele, agora Sasuke não podia ser o que ele era por um capricho de Fugaku. Achar que pessoas do mesmo sexo não podiam se relacionar era tão ultrapassado quanto era criminoso aquele preconceito.
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  Naruto abria uma garrafa de vinho, enquanto esperava o clima ficar mais ameno para pedir a Sasuke para pegar o Whisky e servir seus convidados naquela noite. Uzumaki tentava servir bebidas, arrumar os petiscos e pedir uma pizza ao mesmo tempo, enquanto absorvia aquela conversa da intimidade da família Uchiha, estava realmente difícil se concentrar em algo.
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  — Honestamente, não esperava menos do meu tio. — Obito se recostou na poltrona e cruzou os braços. — Seu pai foi o pior de todos, Sas, meu pai no começo não era contra, mas algo aconteceu e tenho pra mim que foi o tio Fugaku.
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  — Achei que tinha sido o tio Madara que tinha expulsado você de casa. — Sasuke franziu o cenho.
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  — Ele nunca me expulsou, muito pelo contrário, ele que me sustentou enquanto não arranjava um emprego na capital. — Obito sorriu. — Meu pai se mostrou contra em frente a família, mas nunca disse uma palavra quando estávamos a sós.
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  — Sas, o whisky — lembrou Naruto, vendo o namorado levantar e ir pegar a garrafa.
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  — A família de vocês sempre foi problemática — comentou Kakashi.
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  — Concordo com você… — Uzumaki riu, levando um tapa de Sasuke. — Você discorda? — Sasuke negou mudo. — Então não me bate.
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  — Estamos sem gelo… — Uchiha constatou ao abrir o congelador.
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  — Vai pedir pra vizinha, tenho certeza que ela vai dar de bom grado. — Naruto riu com a piadinha de duplo sentido, sendo repreendido pelo namorado logo em seguida.
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  — Eu posso ir. — Hatake se predispôs para ajudar os anfitriões, já que os dois estavam arrumando tudo para eles poderem beber e comer. Sasuke deu um pote para ele e continuou pegando os copos e taças.
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  — É no 503 — falou o loiro.
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  Kakashi saiu do apartamento, fechando a porta atrás de si e bateu no apartamento indicado, encarava seus pés enquanto aguardava pacientemente, até que a porta branca foi aberta e seus olhos subiram calmamente, vendo os sapatos de salto vermelhos, as pernas longas à mostra, as coxas grossas dentro de um vestido preto apertado, deixando o quadril e cintura bem marcados, o decote em V profundo e logo o rosto um tanto familiar.
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  — Doutor Hatake. — Sakura uniu as sobrancelhas. — Não se mudou para o meu prédio para me perseguir, não é?
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  — Eu… — Por um momento, Kakashi esqueceu como era falar, engoliu em seco e viu os olhos verdes brilharem e um sorriso um tanto travesso brotar nos cantos dos lábios da médica. — Sasuke e Naruto pediram para eu… pedir gelo à vizinha, não sabia que ela era você.
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  — Claro, Obito é seu melhor amigo, primo do Sas. Entendi tudo… — Deus as costas e foi até a geladeira que podia ser vista da entrada do apartamento pela arquitetura de espaço aberto. Kakashi não conseguiu tirar os olhos dela, estava estonteante, os cabelos soltos, quase batendo na bunda empinada, a maquiagem leve com um batom vermelho sangue nos lábios. Sakura era realmente uma mulher atraente. Ela pegou duas bandejas de gelo e entregou a Hatake. — Diga aos dois que estou de saída, então caso precisem de mais, vão ter que ir comprar ou colocar para fazer… pelo menos uma vez na vida. — Revirou os olhos com aquele fato recorrente.
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  — Obrigado, doutora Haruno — Kakashi agradeceu quando percebeu que o silêncio durava tempo demais e seus olhos não queriam parar de olhar para aquela beldade de mulher. Virou-se para voltar ao apartamento ao lado, mas sua atenção foi chamada.
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  — De nada, Kakashi, tenha uma ótima noite. — Antes que ele pudesse voltar seu olhar a ela, seus olhos encontraram a porta fechada.
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  — Que mulher difícil… — disse para si mesmo sem entender o motivo de ela ter falado seu primeiro nome pela primeira vez desde sempre.
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  Sakura se encostou na porta e começou a rir em silêncio, ela realmente tinha percebido os olhos desejosos de Hatake no seu corpinho, então estava mais do que óbvio que Kakashi tinha mesmo uma quedinha por ela, Ino estava certa afinal. Passou a língua pelo seu canino e mordeu o lábio, a brincadeira tinha acabado de ficar divertida para si. Pairou seu olhar no relógio da cozinha e lembrou de seu compromisso, pegou a bolsa e saiu enquanto chamava um Uber pelo celular.
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  Chegou em alguns minutos no restaurante, afinal, tudo naquela cidade era perto. Entrou e falou com a recepcionista que logo mostrou o caminho até a mesa do seu date. Sakura sorriu assim que viu o moreno em uma camisa cinza, os dois primeiros botões abertos davam um gostinho do que poderia ser aquele corpo. Ela agradeceu a recepcionista, dando a entender que continuaria dali em diante sozinha.
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  — Doutora Haruno. — O homem levantou sorrindo e puxou a cadeira para ela que sentou, agradecendo.
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  — Itachi, use meu primeiro nome, por favor.
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  — Me desculpe, vou me policiar, Sakura. — Sorriu de maneira graciosa. — O que quer beber?
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  — Uma taça de vinho branco.
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  — Peço desculpas desde já. Não vou poder te acompanhar, estou dirigindo.
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  — Ah, é? — Sakura apoiou o queixo com a mão, enquanto seu cotovelo encontrava a mesa. — Vai me levar a algum lugar interessante depois daqui? — Ela sorriu ladino, deixando Itachi sem graça.
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  — Caso queira…
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  Depois de um jantar agradável, três taças de vinho e um policial muito charmoso, interessante e inteligente conversando e flertando de forma excitante. Itachi a levou para ver a cidade de cima, estacionou o carro na colina mais alta de Konoha e Sakura olhava tudo encantada. Teve que admitir que na capital não tinha nada como aquela paisagem. Estava entretida demais nas histórias que ele contava da cidade e de como proibiram subir até ali, já que os jovens estavam fazendo muita baderna e coisas ilícitas.
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  — Quer dizer que estamos quebrando leis, policial Itachi? — Sakura mordeu o lábio.
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  — Não, já que você está acompanhada de um policial.
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  — Já me sinto mais segura… — Acariciou o peitoral do homem e sorriu maliciosa.
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  — Mas se fizermos o que eu sei que está imaginando, definitivamente estaremos quebrando uma lei. — Ele sentiu a mão de Haruno descendo pelo seu abdômen e chegar em seu cinto, desafivelando-o devagar, o brilho suave das luzes do painel do carro iluminava seus rostos, fazendo Itachi notar os olhos de Sakura transbordarem o desejo latente.
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  — Não ligo, e você? — Ela umedeceu os lábios com a ponta da língua.
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  Itachi agarrou a nuca da médica e findou a distância entre seus lábios, logo entre suas línguas que exploravam cada canto de suas bocas. O beijo se aprofundou, tornando-se mais urgente, como se estivessem tentando capturar todo o desejo expresso em seus olhos. Sakura tirou os sapatos com os próprios pés e subiu no colo do policial, agarrou firme o pescoço dele e sua língua passeou pela pele branca, deixando uma mordida em seu pescoço. Sentiu seus fios serem puxados e os dentes em seu queixo, seu seio esquerdo foi massageado e então sentiu os dedos suaves de Itachi deslizando sua alça do vestido para o lado, beijando o ombro dela e logo descendo sua boca até o mamilo rijo.
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  — Ninguém vem aqui. — Beijou cada pedaço de pele ao seu alcance, apertou a bunda farta, ouvindo um ronronar da mulher ao jogar a cabeça para trás e então lambeu a aréola para deixar uma mordida suave em seu seio. Subiu o vestido e, percebendo a falta de um pano íntimo, sorriu com a visão. — Vejo que você que estava planejando me levar para um lugar interessante. — Sorriu safado antes de levar dois dedos na boceta e perceber ela encharcada.
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  — ‘Hm… Quando um gostoso me chama pra sair eu espero sentar nele até o final da noite. — Rebolou nos dedos de Itachi e mordeu o lábio, olhando intensamente os olhos negros presos em si. Passou a língua pelos lábios grossos e sentiu os dedos irem até o seu ponto de prazer e o circularem com habilidade. — Ita…chi, ah, que delícia, não para… — Beijou o homem com veemência, estava sedenta por aquilo, ele era realmente bom com os dedos. Ouviu um barulho conhecido e o mirou com os olhos brilhando em luxúria.
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  — Quero ver essa carinha gozando no meu pau. — Ele apertou o maxilar da médica, chupou seus próprios dedos e sorriu passando a língua nos lábios, abriu a calça e Haruno levantou o quadril se apoiando no banco, para que ele pudesse libertar seu pênis. Encaixou-se em Sakura e os gemidos encorpados dos dois se uniram em uma só melodia. — Vai, Sakura, rebola bem gostoso… — Ela obedeceu com o maior prazer, subia e descia engolindo o pau de Itachi, rebolava ao ter ele bem fundo dentro de si, aquilo estava a levando a loucura rápido demais, Sakura apoiou uma das mãos no teto da caminhonete e a outra no vidro já embaçado, gemia cada vez mais alto.
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  — ‘Tô tão perto, lindo… — gemeu, as mãos de Itachi foram até a bunda, apertando com vontade a carne branca. Beijou a boca de Sakura mais uma vez para abafar seus gritos de prazer e sentiu seu pau ser massacrado pelas paredes acolhedoras da mulher. Segurou o quadril e ajudou ela a se mover mais rápido. — Ah, meu Deus, Ita!
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  As mãos de Sakura buscavam apoio para se impulsionar e sentir ele cada vez mais dentro de si, queria tudo que ele pudesse dar a ela. Bateu no teto do carro com sua mão fechada em punho e jogou a cabeça para trás gritando ao se derramar em um orgasmo intenso o suficiente para fazê-la perder a audição por alguns segundos e até mesmo, nem notar que o policial também tinha gozado, apertando forte em sua cintura. Quando ela voltou a si, abriu os olhos encarando o tecido que cobria a lataria, sentia o suor escorrendo pelo seu pescoço e seu interior ainda pulsava. Olhou para frente e viu Itachi com os olhos fechados, também se recuperando do orgasmo. Respirou fundo e começou a rir, os olhos ônix a miraram sem entender.
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  — O que houve?
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  — Fiz um policial cometer um delito — explicou e começou a rir novamente, dessa vez, acompanhada de Itachi.
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[...]

21 de Março

  Sakura estava sorridente, além de ter tido uma ótima transa com um policial gostoso, sábado tinha sido sua folga, então aproveitou para descansar, fazer skin care e maratonar uma das muitas séries que ela deixava pela metade. Domingo era um belo dia para viajar ou tomar banho de piscina na mansão dos Sabaku, porém, ela não tinha esse privilégio e isso ficaria para terça-feira, depois do seu plantão de 36 horas que ainda tinha pela frente. Chegou ao hospital, cumprimentou as recepcionistas e enfermeiras que estavam atendendo os pacientes e entrou no elevador mexendo no celular e antes que as portas se fechassem, uma mão foi colocada entre elas, fazendo-as parar.
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  Sakura levantou a cabeça vendo o doutor Hatake, ela automaticamente sorriu, aquele plantão não parecia tão ruim naquele momento, pois agora quem iria infernizar a vida do doutor sabe-tudo era ela.
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  — Bom dia, Kakashi. — O homem ao seu lado a olhou incrédulo, as portas se fecharam e o elevador começou a subir.
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  — Bom dia, Sakura. 
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  Kakashi ainda estava encucado com ela o chamando pelo primeiro nome depois de tanta recusa, mas não iria reclamar. Olhou para ela de soslaio e a viu pegar algo da bolsa, Sakura virou para o espelho e começou a retocar o batom. Ele acompanhava tudo com o olhar, nem percebeu que o fazia, até sentir uma gota de suor se formar em sua testa, ao ver ela passando a ponta do dedo indicador no lábio inferior para espalhar o produto. Engoliu em seco e tudo que ele pensava era que precisava sair daquele espaço que tinha se tornado apertado demais.
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  As portas metálicas abriram e ele e a médica tentaram sair ao mesmo tempo, fazendo com que trombassem um no outro e Sakura se desequilibrasse e quase cair no chão, porém Hatake a segurou pela cintura, ficando próximos demais. Kakashi pensava em quando começou a ficar nervoso perto daquela mulher, ah, lembrava-se bem, culpa de Obito que o arrastou até o apartamento do seu primo para ter uma DR familiar.
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  — Está bem? — perguntou o médico, antes que o silêncio ficasse ainda mais constrangedor.
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  — Planejou isso? — Ela cerrou os olhos e ele arregalou os dele. — Estou brincando, doutor Hatake. — Ele pigarreou ajeitando o jaleco após soltá-la, ajudou a recolher os papéis que tinham caído no chão. — Obrigada. — Sakura seguiu seu caminho até sua sala e riu, negando com a cabeça, assim que estava em território seguro e sozinha. Às vezes o destino dava um jeito de as coisas acontecerem.
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[...]

23 de Março

  — Finalmente, princesa! — exclamou Ino ao abrir a porta da casa dos Sabaku.
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  — Não embaça, Ino, tô chegando de um plantão de 36 horas. — Empurrou a loira para o lado e entrou na casa, deixando sua bolsa no sofá. — Cadê as vadias dessa casa?
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  — Aqui! — gritou Hinata e Haruno seguiu o som das vozes das amigas, viu a luz colorida da hidromassagem acesa e sorriu travesso.
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  — Vamos nos divertir hoje?
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  — Fica quieta, Saky, está vindo de um plantão de 36 horas. — Yamanaka riu, recebendo o dedo do meio da médica em resposta, o que fez as gargalhadas das garotas soarem altas. — Grossa!
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  — Também te amo, loira. — Sakura tirou a roupa, ficando apenas de lingerie e entrou na hidromassagem.
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  — Eu podia emprestar um biquíni, sabia? — comentou Temari e Haruno deu de ombros enquanto se afundava na água. — Ok, entendi…
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  Conversavam sobre as fofocas que rolaram nas festas do fim de semana que, infelizmente, Sakura tinha perdido devido ao seu date, o cansaço e depois o trabalho. Hinata reclamou que não existiam garotas na cidade para ela, todas eram novas demais ou então não queriam nada sério, enquanto ela só queria ficar de boa em um relacionamento saudável. Talvez tivesse que sair da cidade para achar alguém disposto ao mínimo. Ino acabou sendo pressionada a contar como estava o enrosco com Nara, já que depois que Sakura contou o episódio do hospital as garotas ficaram tirando sarro dela.
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  — Devo confessar que estou pensando em ficar só com ele… — Yamanaka mordeu o lábio.
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  — Mentira… — disse Sakura incrédula.
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  — Não seja hipócrita! — gritou Ino antes de beber um gole do seu drink e continuar: — Faz quanto tempo que você ‘tá transando só com o irmão da Tema?
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  — Sinto informar que sexta eu transei gostoso com um policial delícia. — Haruno sorriu safada, arrancando gritinhos eufóricos e pedidos para contar mais. — Não, não vou falar nem nome. Chega, minha vida está virando um livro aberto demais.
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  — Você sempre estragando a melhor parte. — Temari revirou os olhos.
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  — Ah, Tema, então conta pra gente como foi transar com o outro irmão do rolê… De novo. — Haruno riu.
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  — Como você…
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  Neji e Temari treinavam na mesma academia, desde a festa os dois trocavam olhares um tanto quanto libidinosos, mas nenhum dos dois era corajoso o suficiente para falar sobre o assunto. Mesmo sem trocar uma palavra, dava para sentir a tensão sexual de longe e em um dia qualquer, os dois se trombaram na entrada dos vestiários da academia. Os olhos se cruzaram e disseram mais do que eles mesmos podiam dizer em palavras, Neji puxou Temari para dentro do vestiário masculino. Entraram na ala dos chuveiros aos beijos e sem ouvir barulho de água, os dois tomaram uma das cabines para eles.
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  Temari fechou a porta e empurrou Hyuuga nela, mordeu o pescoço e voltou até a boca, fazendo as línguas disputarem espaço. Tiraram os tênis com pressa, jogando-os para fora, as meias foram as próximas, a blusa de Hyuuga deixou seu corpo e parou pendurada na divisória. Os beijos eram sedentos e necessitados, envoltos em uma luxúria inexplicável, e Neji não conseguia parar de olhar o corpo da loira dentro daquela malha apertada.
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  — Por mais que fique sexy com essa roupa, te quero nua, Tema… — Neji abriu o chuveiro e deixou a água escorrer pelos corpos entrelaçados.
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  — Quer dizer que me acha sexy com essa roupa?  — A loira virou de costas, tirando o short devagar, esfregando a bunda na ereção do moreno.
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  — De qualquer jeito… — Apertou o quadril com vontade e a virou para si. Neji a pegou no colo assim que a nudez foi explícita, agarrou a bunda empinada e pressionou as costas da Sabaku na parede. Mordeu o pescoço, o queixo e o ombro escutando gemidos sôfregos, desceu para os seios e chupou, mordeu e lambeu os mamilos rijos. Temari se remexia inquieta no colo dele, suas mãos passeavam pelas costas largas e arranhavam toda a extensão delas.
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  — Ah, Neji, me fode com força vai…
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  — Informações demais! — gritou Hinata, levantando do assento da banheira de hidromassagem. — Meu Deus, preferia quando eu não sabia de nada. Ok, vocês venceram, não quero saber quando vocês derem pro Neji. — Sentou novamente, emburrada.
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  — Culpe a Saky, foi ela que pediu! — reclamou Temari, enquanto Ino e Haruno gargalhavam. — Inclusive, como sabe?
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  — Você esquece que tem outras pessoas que malham na Hard Fit, né?
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  — Eu vou matar o meu irmão. — Sabaku rangeu os dentes.
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  Voltaram a rir alto, dessa vez Hinata acompanhou as amigas. Quando conseguiu parar de rir e voltar a si, Sakura comentou:
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  — O Neji fode bem, né? — Temari confirmou, sorrindo safada e Hinata bufou, revirando os olhos.
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  Após uma tarde divertida e um jantar maravilhoso com suas melhores amigas, Sakura sentia que seu corpo merecia um descanso. Apesar de conseguir dormir em alguns momentos no hospital, ela precisava estar sempre em alerta caso precisassem dela. Nunca eram as melhores dormidas, mas dava para não desmaiar de exaustão. Queria sua cama, seus travesseiros, ar condicionado e dormir de calcinha e uma blusa velha o suficiente para ser confundida com pano de chão.
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  O elevador abriu as portas e ela respirou fundo com os olhos fechados, agradecendo aos deuses que estava em casa. Saiu da caixa metálica e logo viu Naruto caminhando de um lado para o outro no corredor. Franziu o cenho e deu mais alguns passos, chegando mais próximo do loiro.
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  — Naru, o que houve? — Ele virou para ela e a abraçou apertado.
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  — O Sas, Saky, ele saiu depois do almoço para ir ao supermercado e ainda não voltou. — Sakura arregalou os olhos. — Eu tô com medo…
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Capítulo 8

Nota: Oi meus amores, essa história é um projetinho meu que surgiu de uma forma inesperada. Fiquei com bloqueio durante muito tempo e agora consegui voltar a escrever e se a Deusa da inspiração permitir, vou terminar! Escutei um amém? Hahahaha
Se divirtam e aproveitem com um ventilador e água gelada pois aqui o que não falta é hot de qualidade ✨
Beijos e have fun!


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Lelen

Tamo chegando no Kakashi HEHEHEHEEH
Ok, Gaara é meu fave, mas no começo o Kakashi foi meu first crush na história, então sim, eu tô esperando esse momento HAISDASOIDN
E olha só, fiquei surpresa de saber que o pai do Obito não é um ser humano tão desprezível assim, apesar de querer (ter que?) fazer pose na frente dos outros 😑😑
E eu tô achando que o chefe de polícia sequestrou o próprio filho. Apenas acho mesmo. Vamos ver nas cenas dos próximos capítulos.

hatakesaturn

Gaara é tudo pra mim, mas como meu coração é grande cabe todos os queridos hahahahaha
Sera que vamos de sequestro? 👀🥲

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