Contos de Cerejeira


Escrita porHatakesaturn
Revisada por Lelen


Capítulo 7 • Aquele dia da mesa de bilhar

Tempo estimado de leitura: 23 minutos

03 de Março

— Mas o que porra deu em você, Gaara? — perguntou Sakura, enquanto os dois estavam fumando na varanda do bar. O ruivo encostado no guarda corpo e ela não parava de andar de um lado para o outro. Depois de toda a confusão, Kankuro foi embora e todos os amigos deles tentaram apaziguar a situação, mas tudo que Sakura fez foi chamar Gaara para conversar.
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  — Eu disse que ele era problema.
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  — E eu sou uma mulher adulta! — Sakura parou e virou o encarando, ela suspirou e apertou os olhos com o polegar e indicador, tentando se acalmar. — Não preciso de proteção, você não é meu namorado, Gaara.
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  — Sakura, não foi essa a minha intenção. — Ele sacudiu a cabeça em negativo algumas vezes, estava preocupado que ela entendesse errado.
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  — Você socou o seu irmão!
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  — Ele mereceu. — Os dois olharam para o lado e viram Temari de braços cruzados e uma expressão triste. Ela se aproximou e pediu um cigarro para o irmão, que prontamente a alcançou. — Saky, o Gaara tem razão, ele é problema. Foi idiotice minha achar que ele tinha mudado. Desculpe por ele ter tratado você daquela forma. — Sabaku riscou a pedra do isqueiro e colocou em frente ao cigarro da irmã para acendê-lo.
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  — Tema, não se desculpe por algo que não foi você que fez. — Ela voltou a olhar para o ruivo. — Por mais que ele tenha sido um babaca, não precisava de uma agressão física.
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  — O Gaara só queria proteger você, Saky — a loira tentou explicar.
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  — Eu sei me defender, mas agradeço a preocupação, só não precisava chegar a tanto. — Ela tragou a fumaça e estalou a língua no céu da boca. — Porra, Gaara… — Sakura viu que o ruivo estava calado e de cabeça baixa, não entendia muito bem o comportamento dele naquele momento, já que ele nunca foi de ficar quieto, então apenas respirou fundo tentando trazer um pouco de paz para a sua cabeça.
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  — Ele assediou a ex-namorada dele, Saky. — A médica virou a cabeça devagar para olhar a amiga.
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  — Temari! — Gaara a repreendeu.
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  — Ele o quê? — Haruno estava perplexa com o que tinha acabado de ouvir.
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  — Temari, você não tinha o direito de falar sobre isso. — Ele crispou os lábios olhando para a irmã.
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  — Ela precisava saber, você não é um idiota que nem ele. — Os dois discutiam enquanto Sakura tentava absorver as informações. — Você a protegeu com razão!
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  — Gente, calma — pediu Sakura e os dois se calaram. — Isso é muito sério! — Ela ficou em silêncio, tentando ver a situação de um novo ângulo com a nova informação e voltou a olhar para o ruivo. — Desculpa, Gaa…
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  — Você não tinha como saber, tá tudo bem — o ruivo a interrompeu e acendeu outro cigarro. — Eu nunca cheguei a bater nele… Nem quando… — Ele engoliu em seco deixando a frase morrer.
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  — Você não precisa falar sobre isso… — Sakura deu alguns passos e o abraçou com carinho.
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  — Vou deixar vocês… — A loira apagou o cigarro e curvou os lábios olhando para o irmão, entrou no bar com o coração tranquilo, pois sabia que os dois se entenderiam.
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  — Eu fiquei em choque… — ele começou a justificar o motivo de não ter feito nada antes, não queria que Haruno entendesse errado. — Era meu irmão.
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  — Não precisa se explicar… — Sakura se afastou e acariciou o rosto do ruivo. — Quando estiver pronto e quiser, eu escuto você, sabe disso. — Ele afirmou com a cabeça e curvou os lábios com uma expressão serena e também de agradecimento pela compreensão.
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  Gaara e Sakura eram grandes amigos, todos daquele grupo eram, a amizade deles era sempre de muito companheirismo e carinho. E naquela noite, todos foram para casa preocupados com Sabaku, eles viram que ele não tinha ficado muito confortável com a situação toda. Haruno considerou ir para a casa dele, mas Temari disse que faria companhia ao irmão e isso a deixou mais tranquila.
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[...]

08 de Março

  Sakura respirou fundo segurando firme a agenda que tinha em mãos, era a primeira vez naquele hospital que seria a médica responsável por guiar os residentes. Não que fosse uma tarefa difícil para si, mas fazia alguns anos que não era vista como médica modelo por alguém, era um pouco aterrorizante. Entrou na sala dedicada aos residentes e deu boa tarde, apresentou-se e explicou como funcionaria os dias dali em diante.
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  Ela estaria à frente dos atendimentos, finalmente sairia um pouco de sua sala, além das saídas para cirurgias, claro. Fazia algum tempo que não clinicava, mas adorava ouvir os pacientes e aquela vontade de ajudar as pessoas que fazia parte do seu ser, sempre fez.
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  — Podemos dar início ao nosso dia indo para o ambulatório. — Sakura se levantou e os 4, ainda estudantes de medicina, seguiram-na. Entrou no ambulatório, cumprimentou as enfermeiras que estavam presentes e foi diretamente a um paciente específico. — Essa é a Nika, ela chegou ao hospital tossindo muito e com falta de ar.
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  — Ela teve febre, Doutora Haruno? — perguntou um dos garotos.
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  — Sim.
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  — Poderia ser algum tipo de resfriado? — questionou uma das garotas.
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  — Até poderia, mas constatamos que a tosse está cheia e ela também reclamou de dor no peito.
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  — Pneumonia?
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  — Muito bem, Konohamaru. — Sakura sorriu, largando o prontuário da garota, o garoto curvou os lábios um pouco sem graça e todos seguiram a médica que ia em direção aos próximos pacientes.
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  Depois de um dia exaustivo pelo ambulatório e a reunião com os residentes, Sakura se despediu de seus agora alunos e foi se dirigindo à sua sala. Só pensava em ir para casa e tomar um belo banho de banheira para relaxar, mas seu caminho foi interrompido por uma enfermeira dizendo que um paciente queria vê-la. Haruno deu meia volta no corredor e foi em direção à ala dos consultórios, estava no mínimo curiosa para saber quem pediria por ela em específico, porém, quando chegou à porta do consultório viu o moreno de cabelos longos sendo examinado por uma enfermeira. Sorriu se lembrando dele e entrou no ambiente, sendo cumprimentada pela mulher que logo pediu licença e deixou a sala.
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  — Então, Izuna não estava lhe atendendo bem? — Sakura sorriu.
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  — Fui muito bem atendido, doutora Haruno, apenas pedi que a chamassem para lhe agradecer mais uma vez. — O homem falava de modo calmo e baixo. — Salvou minha vida, afinal.
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  — Já disse que é meu trabalho, assim como você salva vidas no seu trabalho também, policial Itachi.
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  — Então, de um mero trabalhador para outro, aceitaria sair para jantar? — Sakura riu e olhou para baixo, subiu os orbes verdes para ele novamente e assentiu. — Posso pegar seu número? — Os dois trocaram celulares e anotaram seus telefones.
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  — Mande uma mensagem para marcarmos. — Ela entregou o aparelho para ele, segurando o lábio inferior entre os dentes, ele fez o mesmo com o celular dela, os olhos pareciam se atrair a cada troca de palavras e a médica precisava sair dali, era seu local de trabalho, o único que não ousava transgredir a linha profissional. — Preciso ir agora, policial Itachi. 
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  — Sempre um prazer falar com você, doutora Haruno.
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  Ela foi caminhando para sair do quarto, mas não antes de falar:
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  — Apenas Sakura, por favor.
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  Finalmente o expediente tinha chegado ao fim e Sakura iria poder desfrutar de sua banheira, um bom livro e uma taça de um bom vinho. Largou a bolsa no sofá, tirou os coturnos no corredor e a jaqueta assim que entrou em seu quarto, foi até o banheiro, ligou a torneira e jogou sais de banho na água; enquanto aguardava a banheira encher foi até a cozinha, serviu vinho e voltou ao quarto para terminar de se despir. Testou a temperatura da água com a ponta dos dedos e começou a ouvir gritos, franziu o cenho e fechou a água para escutar melhor. Ela reconheceu uma das vozes, pegou o robe e o fechou bem, já caminhando devagar pelo apartamento, assim que chegou na sala ouviu em alto e bom som:
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  — Não leva ele!
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  Seu coração disparou e ela correu para a porta, abrindo-a, dando de cara com Sasuke sendo empurrado para dentro do elevador. Sakura arregalou os olhos e não pensou duas vezes em puxar um dos seus melhores amigos pelo braço para trás de si.
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  — Quem é você? — o homem, claramente mais velho, perguntou.
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  — A vizinha e melhor amiga do Sas. Quem é você!? — Ela deu ênfase na última palavra de maneira agressiva.
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  — O pai dele. Agora se me permite. — Ele tentou alcançar Uchiha, mas Sakura entrou na frente mais uma vez. — Saia da frente antes que eu perca a paciência.
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  — Me obrigue — a médica falou com a expressão mais séria que conseguia, não estava entendendo nada do que estava se passando, porém, para Naruto gritar e Sasuke estar chorando era algo bem sério.
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  — Você vai voltar pra casa nem que eu tenha que mandar seu irmão vir escoltá-lo! — O homem olhava bem nos olhos do filho, apontando o indicador.
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  — Ele não vai a lugar algum! — Ela peitou o velhote, enquanto Naruto olhava tudo apreensivo, estava tão em choque que não conseguia se mover. — Em que mundo você vive que acha que pode fazer isso?
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  — Eu sou o chefe de polícia dessa cidade, eu posso fazer o que quiser — disse com um ar de superioridade e arrogância na voz.
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  — Grande merda! Enfie seu… — Sasuke colocou a mão no ombro de Sakura, chamando a sua atenção e ela viu o desespero nos olhos negros quando ele negou com a cabeça. — Só vá embora daqui, não foi convidado a entrar, tenho certeza. — O homem bufou irritado e entrou no elevador, sumindo das vistas deles. — Você está bem? — Ela virou para Uchiha e ele apenas a abraçou.
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  — Obrigado, Saky.
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  — Sas! — Naruto correu até eles, Sasuke deixou os braços de Haruno e abraçou o namorado. — Achei que perderia você.
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  — Alguém pode me explicar o que acabou de acontecer? — perguntou ela, completamente confusa.
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  — Fugaku queria levar o Sas embora, iria trancá-lo em casa pra gente nunca mais se ver — disse Uzumaki com lágrimas nos olhos enquanto Uchiha acariciava seu rosto.
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  — Seu pai é maluco? — Sakura suspirou. — Não precisa responder o óbvio. Peguem roupas e venham, vão dormir na minha casa, vai que ele acha uma boa ideia te sequestrar de madrugada? — Naruto arregalou os olhos. — Calma, não vamos deixar ele levar o Sas. — Os três se abraçaram.
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  Naruto e Sasuke foram até seu apartamento enquanto a médica voltou a fazer o que estava fazendo antes do drama estilo filme de ação lhe desviar a atenção. O casal pegou uma mochila e colocaram pijama e uma muda de roupa, após isso, trancaram a porta de seu apartamento e entraram no apartamento de Sakura, trancando a porta, seguiram pelo corredor até verem a luz do banheiro acesa. Os dois se apoiaram no batente e riram baixo com a cena que viram. Ela estava dentro da banheira, seu Kindle em uma mão e a taça de vinho em outra, estava tão concentrada que nem notou a presença deles, até Uchiha pigarrear.
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  — Oh, desculpem. — A médica colocou a taça e o objeto eletrônico na mesinha ao lado. — Querem se juntar a mim? — Os dois se entreolharam. — Nada sexual, eu prometo. — Os dois riram e começaram a se despir para entrar na banheira, quando os três conseguiram se encaixar no espaço pequeno, começaram a rir. — Talvez não tenha sido uma boa ideia.
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  — Foi uma ótima ideia — disse Sasuke baixo entre os dois que olharam para ele um pouco surpresos, mas entendiam sua fragilidade naquele momento. — Tô me sentindo seguro. — Uzumaki sorriu e entrelaçou seus dedos nos dele, ao mesmo tempo que Sakura pegou sua outra mão, os dois encostaram suas cabeças em Sasuke, um em cada ombro, abraçando-o.
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  — Obrigado de novo, Saky
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[...]

14 de março

  Talvez fosse uma boa ideia descansar depois do dia pesado que teve; clinicar, ensinar os residentes, fazer cirurgias de emergência, plantões, tudo isso estava a deixando exausta. Contudo, a exaustão foi substituída pela raiva que Kakashi fazia ela sentir quase todo santo dia, tinham dias específicos, como aquele, em que ele tinha resolvido que seria o dia oficial de tirar Sakura Haruno do sério.
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  Já faziam alguns dias em que Kakashi brincava com Sakura que um de seus alunos estava de quatro por ela, Sakura apenas ignorava os comentários sem noção. Apesar de que ela realmente tinha notado o admirador em questão, mas admitir para Hatake que ele estava certo era fora de cogitação. Ela apenas fazia o seu trabalho, ignorando completamente a existência de um moleque vivendo a primeira paixão por admiração da sua vida. No entanto, Kakashi conseguia ser extremamente irritante quando queria.
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  — Estou indo embora, Kakashi, não me atormenta.
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  — Doutora Haruno, não seja irresponsável e diga para o garoto que você é muita areia pro caminhãozinho dele. — Sakura parou de supetão em meio ao corredor, vazio pelo horário, virando para ele, que freou os pés no mesmo instante. Sakura levou os olhos verdes até os negros e o mirou de maneira arrogante, seus lábios curvaram o mais libidinoso sorriso.
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  — Eu sou muita areia para o seu caminhãozinho e não vejo você me deixando em paz, doutor Hatake. — Ela o olhou de cima a baixo e riu anasalado, virando em seguida para seguir o seu caminho. Deixou o homem perplexo e com o ego ferido, com certeza aquilo teria volta.
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  Sakura apertava o acelerador com certa força, sua moto passava rápido pelos carros e se não tivesse pegado o caminho mais longo, já estaria em casa, mas precisava sentir o vento abraçando seu corpo. Respirar fundo depois de um dia de trabalho pesado era como voltar à superfície depois de um mergulho demorado, sentir os pulmões enchendo de ar como se fosse restaurar a sua energia. Ela olhou o relógio de pulso e pensou que talvez o bar dos Hyuuga estivesse fechado, mas não custava nada ir até lá dar uma olhada, sentia que uma bebida e um bate-papo com sua amiga poderiam ser revigorantes.
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  Estacionou a moto em frente ao bar e desceu, já retirando o capacete, subiu os 4 degraus, cruzando a varanda e abrindo a porta com a mão livre em seguida.
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  — Estamos fechados… — Sakura sorriu e colocou o peso de seu corpo em uma perna só, assim que o loiro, que varria o chão, virou para encará-la. Deidara pensou que seu dia poderia melhorar ali e se pudesse ler os pensamentos impuros que passavam pela cabeça de Haruno, ele teria a certeza. — Sakura…
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  — Olá, Deidara. — Ela deu alguns passos e colocou o capacete em cima do balcão de maneira preguiçosa, sentou em um dos bancos altos. — Será que você poderia abrir uma exceção pra mim?
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  — Claro, acredito que Hinata não ficaria contente se eu lhe negasse atendimento — falou ele, largando a vassoura e contornando o balcão. — O que posso lhe oferecer?
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  — Depende… — Deidara franziu o cenho. — Sabe pilotar?
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  — Estou com receio de responder essa pergunta — disse divertido.
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  — Minha moto está lá fora e se eu beber, você vai precisar me levar para casa. — Sakura sorriu travessa.
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  — Sim, eu sei pilotar. — Sorriu o bartender. — Cowboy? — Referiu-se à bebida enquanto pegava a garrafa de whisky e um copo baixo, e a médica assentiu, mordendo o lábio em um sorriso.
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  Sakura pegou o copo e levantou, indo em direção à sinuca, organizando as bolas, pediu para Deidara ligar uma música e o chamou para jogar com ela. Ele pegou um dos tacos e começou a passar giz na ponta, enquanto sorria para a médica, que se preparava para dar a primeira tacada. As bolas se espalharam pela mesa e ela pegou o copo, dando um gole em sua bebida, assistindo o loiro se curvar na mesa para jogar. Viu os músculos dos braços tencionarem e ela passou a língua pelos lábios, perdeu-se analisando o homem e na possibilidade de ser fodida ali mesmo por ele, mas logo foi acordada de seus pensamentos pelo impacto da bola.
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  — Finalmente um oponente a altura. — Ela sorriu enquanto contornava a mesa para jogar. — Você é bom, Dei — usou o apelido que nem sabia se era utilizado —, mas não tanto quanto eu. — Ela encaçapou uma bola e logo outra foi para o buraco, deixando o barman surpreso.
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  — Não sabia que estava jogando com uma profissional. — Ele olhou para ela com malícia, a curvatura indecente no canto dos lábios era evidente e Sakura não iria deixar passar.
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  Aproximou-se dele, que estava ao lado de seu copo, pegou o whisky e sorriu antes de virar. Os olhos verdes não desgrudavam dos azuis, o homem era bonito além da conta, os cabelos loiros presos em um coque bagunçado, a barba rala por fazer, o piercing na sobrancelha e as tatuagens que insistiam em aparecer pelas mangas da camiseta. O homem era gostoso, estava louca para olhar tudo aquilo sem roupa.
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  — Não sou profissional, apenas sei bastante sobre jogos — o sorriso ladino e a aproximação repentina os deixou à beira do abismo, as respirações podiam ser sentidas no rosto um do outro —, mas caso queira me ensinar algo, prometo me comportar e ser uma boa aluna. — Deidara a pegou pela cintura e a colocou em cima da mesa de bilhar, os tacos caíram no chão com a velocidade que ele fez o movimento. Ele olhou bem nos olhos dela sentindo sua respiração ofegante e a boca entreaberta de Sakura, que só significava uma coisa.
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  Os lábios se tocaram com pressa, as mãos tocaram o corpo um do outro em busca de mais contato, o lábio de Sakura foi puxado pelos dentes do loiro, que a olhava apreciando suas expressões de prazer. O pescoço de Sakura foi tocado pela língua quente do homem, enquanto as mãos dele desfilavam pela cintura e subiam o tecido da sua camiseta até ele se afastar para arrancar o tecido do corpo da médica.
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  — Faz tanto tempo que a olho de longe. — Tocou os seios, já desnudos, desceu a língua até os mamilos e os chupou, quando deixou uma mordida ouviu o gemido encorpado e sentiu os dedos dela enrolaram em seus cabelos.
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  — Por que não... me chamou pra sair? — disse, entre suspiros e gemidos. — Eu aceitaria.
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  — Acredito que o flerte deixa o sexo mais gostoso… — Desceu a mão pela barriga chapada e desabotoou a calça jeans, enfiou os dedos e começou a estimular ainda por cima da calcinha pequena. Deidara lambeu o lóbulo de Haruno, enquanto se deliciava com as expressões e gemidos. — Você é muito gostosa, Sakura…
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  — Me fode logo, vai… — Ele sorriu travesso.
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  — Está com muita pressa, doutora. — Ele puxou a calça jeans a deixando apenas de calcinha, pressionou três dedos na boceta dela, o tecido já estava molhado. Sakura jogou a cabeça para trás, abriu mais as pernas, colocou as mãos para trás para se apoiar e acabou se desequilibrando por causa de uma bola.
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  — Deveria ter encaçapado todas as bolas antes disso acontecer… — Ela riu, jogando as bolas para longe.
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  — Vou encaçapar meu pau na sua boceta, e tenho certeza que você vai adorar… 
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  Agarrou os cabelos rosas e mordeu o pescoço de Sakura que gemeu em um fio de voz. Ela deitou na mesa e sua calcinha foi arremessada longe assim que deixou seu corpo, os dedos de Deidara finalmente tocaram seus lábios, pele com pele, não demorou para a língua se juntar ao serviço. O músculo quente lambuzava sua pele com saliva e seu próprio fluido, os dedos escorregavam para dentro dela com facilidade, enquanto a língua circulava seu clitóris, ele fez algo com os dentes e chupou seu ponto inchado a fazendo dar um gemido apertando os olhos. Ela pôde jurar que era o melhor sexo oral que já tinha recebido em sua vida, aquela habilidade com a língua não era qualquer um que possuía.
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  — Ah, Dei… Eu vou… — falou mais esganiçado — gozar! — gritou ao chegar em seu ápice, seu corpo tremia em espasmos, sua boca secou e sentiu sua respiração faltar. — Céus… — Olhou para frente e não viu o barman, franziu o cenho e apoiou-se em seus cotovelos para procurá-lo. Sentiu mãos em seu quadril, que foi virado para o lado, bem no meio da mesa de sinuca, quando finalmente focou seu olhar, viu Deidara nu, seu pau já estava com o preservativo e lindamente duro, então ele subiu na mesa ficando de joelhos entre as pernas de Sakura.
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  Beijou as coxas dela e assim que alcançou a cintura, trouxe-a para o seu colo. Encaixaram-se gemendo alto pelo contato, Deidara fechou os olhos aproveitando o aperto em volta de seu pênis. Era delicioso estar dentro dela, quente, apertado e pulsante. Os olhos dela o olhavam com desejo e ele fazia questão de manter o contato visual, aproveitando cada expressão de prazer da médica. Os movimentos de vai e vem começaram lentos e quanto mais o tesão e o prazer os abraçava, os quadris se chocavam com mais intensidade. Os gritos ficaram mais altos até os dois se calarem completamente, em um orgasmo poderoso que os deixou sem voz.
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  Os dois deitaram na mesa de bilhar, encarando o teto para tentar retomar a respiração que estava falhada pelo esforço físico. Sakura respirou fundo e disse:
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  — Belo jogo.
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  — Podemos jogar mais vezes.
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  — Mal posso esperar.
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Capítulo 7

Nota: Oi meus amores, essa história é um projetinho meu que surgiu de uma forma inesperada. Fiquei com bloqueio durante muito tempo e agora consegui voltar a escrever e se a Deusa da inspiração permitir, vou terminar! Escutei um amém? Hahahaha
Se divirtam e aproveitem com um ventilador e água gelada pois aqui o que não falta é hot de qualidade ✨
Beijos e have fun!


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Lelen

MAS GENTE, O SASUKE E O NARUTO NÃO TÊM UM MINUTO DE PAZ, NÉ? Ô senhor “chefe de polícia” (leia em tom de criança birrenta kkkk) vai correr atrás de criminosos e deixa seu filho viver a vida dele? Obrigada, de nada.
E quando vai rolar Kakashi e esse slow burn? ONASNASDP
E essa história da ex do Gaara? Que horror e que irmão de merda, hein? aff

hatakesaturn

Não, sasunaru perseguidos pelo maior pai sem noção do planeta terra 🙄
Pois é, podia estar fazendo o trabalho dele, né! Odio
Vem aí, amg hahahahahaha

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