Capítulo 5 • Aquele dia da insônia
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06 de Fevereiro
Mais uma semana tinha se passado, Sakura estava atarefada no hospital, além dos relatórios semanais dos enfermeiros, tinha pacientes que receberiam alta e os recém-formados que entrariam para iniciar a residência. Estava tão sem tempo que não tinha conseguido nem ver seus vizinhos, estava curiosa para saber como Sasuke estava indo com Gaara, e, como se eles a tivessem ouvido, recebeu uma mensagem de Naruto perguntando por ela, então tratou de marcar algo com eles.
Pizza na minha casa hoje?
Naruto: sabe que não recuso comida.
Sakura chegou em casa, tomou um banho ouvindo música, por mais que tivesse feito mais plantões do que podia contar, seu corpo estava elétrico, resultado da privação de sono. Vestiu uma calça de flanela xadrez e uma blusinha de alças, eram apenas seus melhores amigos e tudo bem não se arrumar para vê-los, essa era a melhor parte. Três batidas na porta e quando foi aberta, recebeu quatro braços a rodeando.
— Estávamos com saudades, Saky! — Naruto praticamente ralhou com ela. — Nem foi para o nosso
happy hour essa semana. Sentimos sua falta. — O loiro fez bico.
— Eu achei ótimo, consegui pelo menos ganhar na sinuca. — Levou um soco leve do namorado. — Ai, Naruto! — Sakura começou a rir da infantilidade dos dois. — Senti sua falta, irritante. — Sasuke deu um beijo na bochecha da médica fazendo-a sorrir.
— Uma pizza quatro queijos e uma marguerita para o Sas, certo? — Fechou a porta e pegou o celular do bolso para pedir pelo aplicativo.
— Sim! — falou Uzumaki, animado, jogando-se no sofá ao lado de Uchiha.
Sakura fez o pedido e se juntou a eles no móvel confortável, começaram a contar as novidades e uma delas era que Sasuke tinha conseguido o emprego com Sabaku. A médica ficou mais do que feliz com aquela notícia, a relação deles estava a salvo e nem o chefe de polícia poderia se intrometer. As pizzas chegaram, comeram assistindo qualquer coisa na TV, mas estavam mesmo conversando, o som do programa aleatório só servia de som ambiente.
— Eu esqueci de falar! — exclamou Sakura.
— Deu pra quem dessa vez?
— Sas, você sabe, se soubesse mais do que isso teria que estar aqui pra assistir — brincou ela e viu a careta na cara de Uchiha se formar.
— Não gosta de voyeurismo, apenas com seu namorado. Anotado — disse Sakura e Naruto gargalhou fazendo o moreno estirar o dedo do meio.
— Ei, espera aí. — O loiro parou de rir. — Nunca transamos na sua casa. — Ele fez bico.
— Não seja por isso… — Haruno se insinuou para Naruto, se aproximando.
— Muito cheio pra isso, mas vou cobrar — falou, enquanto levava o quarto pedaço de pizza à boca.
— Os dois, foco — Sasuke chamou atenção estalando os dedos.
— Tem um Uchiha trabalhando no hospital. — Viu o amigo arregalar os olhos.
— Um Uchiha? Só pode ser…
— Seu primo, Obito — completou Naruto. — Ele voltou!
Sasuke explicou que Obito tinha fugido da família para se casar com um homem, foi para a capital e nunca mais voltou, até aquele momento. A família deserdou Obito pelo simples fato de, segundo eles, “amar errado”. Parecia que o preconceito da família Uchiha vinha de outras gerações. Sakura achou que ele poderia ajudar e disse para o amigo tentar conversar com seu primo, afinal, ele passou por algo parecido, em escala maior, claro. E ela tinha finalmente sanado a confusão do sobrenome, agora que o amigo tinha falado sobre ele ter se casado, isso explicaria o sobrenome diferente na ficha que o doutor Hatake deu a ela.
O casal deixou a casa de Sakura quase 1 da manhã, falando que estavam morrendo de sono, porém, ela continuava elétrica, resultado de muitos plantões em uma semana só, o corpo ficava tão acostumado com a privação de sono que ele não entendia que chegara a hora de dormir e se recuperar. Depois de rodar os canais da televisão, beber uma taça de vinho em busca de lhe dar sono, o que acabou fazendo o efeito contrário, pegou o celular e começou a ver o
feed do
Instagram. Coisa que ela odiava, no entanto, já tinha tentado de tudo e depois de mais de 1 hora ela não aguentava mais não conseguir pregar os olhos.
Gaara: acordada a essa hora?
Uma DM apareceu em sua barra de notificações e ela sorriu.
Estou com insônia :(
Gaara: banho quente?
Até vinho eu já tentei.
Gaara: Alguém não vai trabalhar amanhã, hahaha
E você está acordado por quê?
Gaara: Tentando escrever, mas acabei perdendo o foco.
Perdeu o foco no meu instagram?
Gaara: Você inteira me tira o foco, moranguinho.
Sakura riu com aquilo, um orgasmo talvez fosse o que precisava para adormecer em sono profundo, porém, não queria apenas
nudes. Será que tinha chegado o momento de provar Sabaku? Ela respirou fundo, fechou os olhos e umedeceu os lábios pensando no ruivo, ele tinha um poder sobre ela que chegava a ser assustador, já se sentia excitada o suficiente para pegar a moto às 2:46 da manhã e ir até o prédio dele.
Chego em 10 minutos.
Colocou uma
lingerie, vestiu uma calça jeans e a jaqueta de couro fechada por cima, colocou os coturnos, pegou a bolsa e a chave, e partiu em direção ao prédio do ruivo. Estacionou já sentindo seu corpo pedindo por ele. Céus, conseguia ter uma imaginação fértil demais. Mordeu o lábio olhando para o prédio durante alguns minutos e então respirou fundo e entrou. Sentia seu corpo esquentando enquanto subia o elevador. Chegou ao apartamento e encontrou tudo a meia luz, uma garrafa de vinho na mesa de centro, quando chegou próximo, viu a marca de uma taça que deveria estar ali e uma limpa, serviu-se e foi até a varanda. Viu o ruivo de costas, usava apenas uma calça de moletom, pés descalços, um cigarro aceso entre os dedos e a taça com o líquido bordô na outra mão.
— Chegou mesmo em dez minutos. — Ele virou, sorrindo, estendendo o braço com o cigarro que Sakura pegou de bom grado, dando um trago em seguida. — Vi quando chegou, ficou parada em frente ao prédio, estava em dúvida se subiria?
— Nunca tenho dúvidas quando se trata de você, ruivo. — Ela deu um gole no vinho e curvou o canto da boca de maneira libidinosa, aproximou-se dele devagar e encostou seus lábios nos dele, as línguas se aproveitavam apreciando o gosto misturado dos dois, do vinho, de hortelã;
uma bela mistura.
Gaara soltou a taça na mesa que havia ali e segurou a cintura dela com uma mão e a nuca com a outra, subiu os dedos até o cabelo preso em um coque, tão frouxo que se desfez quando ele puxou alguns fios.
— Só não queria acabar com a nossa brincadeira tão cedo… — falou entre suspiros e os lábios do ruivo enrolados nos seus.
— Ela está só começando — sussurrou ele no ouvido dela e a pegou pelas pernas, fazendo-a se encaixar em sua cintura.
Sakura virou o restante do vinho em sua taça e também a largou na mesa, segurou a nuca do homem e o beijou com voracidade enquanto ele caminhava até o quarto, onde tinha um LED roxo aceso deixando tudo muito sensual, ele realmente tinha se preparado.
Ela desceu de seu colo e o empurrou na cama, fazendo com que ele ficasse apoiado em seus cotovelos admirando-a, arrancou os coturnos e os jogou em um canto, foi tirando a jaqueta de maneira lenta e estava adorando as expressões de tesão e desejo por si de Sabaku. Quando finalmente se livrou da peça, começou a tirar a calça jeans revelando o
body cavado de cor preta, todo rendado e com transparência em lugares estratégicos.
— Cacete, Sakura… — Ouviu a voz mais grossa pelo tesão e um arrepio correu pela sua espinha, sorriu começando a caminhar até ele, subiu na cama engatinhando em direção ao ruivo e atacou os lábios dele novamente enquanto arranhava seu abdômen.
— Me privei demais de provar você, Gaara… — falou a médica e começou a descer, beijou o pescoço, o peitoral, passou a língua devagar nos pequenos gomos que tinha na barriga raspando os dentes de leve, e, finalmente, chegou na calça, que fez questão de arrancar junto com a cueca de uma só vez. Sentiu sua boca salivar por aquele pau à sua frente, estava duro, brilhante do pré-gozo, não segurou mais nenhum segundo, abocanhou com gosto e vontade, enfiou até quase senti-lo em sua garganta;
delicioso.
— Puta que… pariu! Sakura! — O ruivo estava indo à loucura com tamanho empenho e maestria com que ela fazia aquilo.
A língua de Sakura parecia conhecer todos os seus pontos erógenos, sentia seu corpo quente como o inferno, arrepios lhe subiam pela pélvis, estômago, até deixar sua boca seca. Ele levantou, ficando sentado na cama, e a puxou pela cintura, fazendo-a sentar em seu colo, beijou a boca com os lábios avermelhados devido ao sexo oral. Haruno rebolava em sua ereção e arranhava suas costas, soltava gemidos baixos quando deixava sua boca para jogar a cabeça para trás aproveitando os toques de Gaara pelo seu corpo. Ele a pegou pela cintura e virou, colocando-a deitada no colchão.
— Eu estava aproveitando…
— Quero adorar a Deusa agora. — Ele sorriu travesso e a mulher mordeu o lábio em expectativa.
Sakura puxou o zíper na lateral do
body e o tirou até a cintura, libertando os seios, que capturaram o olhar de Gaara no mesmo instante, suas mãos foram quase automáticas para os mamilos rijos, sentiu a textura macia deles e quis experimentar com a língua. Chupou o bico duro e mordeu de leve fazendo Sakura gemer e agarrar os fios ruivos, a língua dele deslizou do seu seio, passou pelo colo, pescoço e encontrou a dela iniciando um beijo voraz.
Gaara voltou a descer pelo corpo feminino, massageou o seio direito com sua mão enquanto descia beijos pela barriga lisa. Suas mãos foram até o
body enrolado no quadril e o tirou até cruzar os calcanhares. Agarrou o quadril e mordeu o interior das coxas, causando a inquietação da médica, ele estava adorando ter os gemidos melódicos de Haruno como música ambiente para si. Seu ego envaideceu quando viu a boceta dela brilhando de excitação e ele não pensou duas vezes, passou a língua por toda a extensão, de sua fenda até o botão inchado.
— Ah, Gaa… — gemeu seu nome o deixando ainda mais excitado, fez movimentos circulares e logo a penetrou com dois dedos, ouvindo um gemido ainda mais longo, continuou a estocando enquanto se deliciava com o gosto doce dela na ponta de sua língua. — Mais… mais…
— Me diz o que quer, Sakura.
— Me bate. — Gaara arregalou os olhos.
— O quê? — Levantou a cabeça para encará-la e ver se não entendeu errado, mas viu seus olhos fechados, a mão em um dos seios e os dentes maltratando o lábio inferior. Ele desferiu um tapa fraco no quadril dela para ver a reação.
— Mais forte, Gaara! — falou como se estivesse ordenando e ele acatou o desejo dela, o encontro entre sua palma e o quadril dela estalou alto. — ‘Hm… isso. — Ele voltou a chupá-la e apertou com força suas coxas, sentiu as paredes dela apertarem seus dedos e viu a coluna arquear, os gemidos mais agudos denunciavam o ápice chegando. Desferiu outro tapa mais forte e ela gritou ao se desfazer em um orgasmo, que ele tratou de sorver cada gota do seu prazer.
— Não sabia que gostava de apanhar, moranguinho. — Gaara sorriu indecente e os olhos esmeralda o miraram nublados pelo tesão. — Fica de quatro pra mim, vai. — Ela virou e se empinou em direção a ele, Gaara se ajoelhou e pegou o preservativo desenrolando em seu pênis em seguida, passou pela entrada molhada de Sakura apenas para provocar, viu ela rebolando como se pedisse para que fosse logo. — Está querendo algo? — perguntou o ruivo e deu um tapa forte na nádega direita, ouviu um gemido encorpado e viu a pele criar um tom de rosa na mesma hora.
— Me come logo, Gaara! — Ele sorriu presunçoso e começou a se enfiar nela devagar, querendo torturá-la por mais tempo, mas também estava torturando a si mesmo, sentia cada músculo de seu corpo querendo meter com força, porém, ouvir ela gemendo e movendo o quadril para ter mais contato era prazeroso demais. — Para de me torturar…
— É prazeroso ouvir seus gemidos pedindo mais. — Gaara terminou a frase e se enfiou nela com tanta força que o corpo da médica quase caiu no colchão, sorte que suas mãos estavam bem firmes. Ele rosnou em prazer ao preenchê-la, tão apertada e deliciosa, chegava a pensar que existia sim um encaixe perfeito.
— Ah… Isso! — Outro tapa forte em sua bunda a fez gritar, agarrou os lençóis tentando sanar seu prazer, iria ao segundo orgasmo rápido demais se ele continuasse assim. — Gaara, deita, quero sentar em você.
Inverteram as posições, ele deitou na cama e Sakura subiu em cima dele, colocou um joelho de cada lado de seu quadril e sentou revirando os olhos a cada centímetro que o pau de Sabaku entrava em si. Ela começou a rebolar e subir e descer levando Gaara a loucura mais uma vez, ele gemia rouco com os movimentos dela, apertava a carne de suas coxas entre seus dedos em busca de extravasar tamanho prazer. Ele pensava em como ela sabia todos os seus pontos fracos, o que essa mulher tinha? Subiu as mãos até a bunda dela e apertou com força, roubando um gemido esganiçado de Haruno, ele levou o olhar até ela, admirando a cena à sua frente, o suor escorria pelo pescoço, passava pelo vale dos seios e descia até o umbigo, que possuía um
piercing discreto, alguns fios rosas grudavam em seu rosto, a boca entreaberta em busca de ar tornava tudo mais sexual, além dos seios médios, balançando, como a cereja do bolo.
— Você deve ser ainda mais linda tendo um orgasmo. — Ele levou a mão até o pescoço dela e a puxou para si com certa agressividade, as línguas disputavam espaço enquanto a movimentação frenética de suas pélvis não parava. Ele sentiu as paredes dela o mastigando, chegou a apertar o pescoço dela um pouco mais forte e sentiu a vibração do gemido dela em seus dedos. Gaara a largou e ela voltou a cavalgar com mais afinco, apoiada no peito dele, gemendo sem parar. — Goza pra mim, Sakura. — Ela sentiu o pau dele latejar entre suas paredes e essa foi a deixa para ela ir mais rápido, os corpos esquentaram de maneira intensa e se derramaram em um ápice compartilhado. Sakura se jogou no colchão ao lado do ruivo respirando ofegante, seu corpo pedia clemência depois de tanto esforço, mas sua boceta queria mais.
Olhou para o relógio constatando ser 3:54.
— É, eu realmente não vou trabalhar amanhã — disse e voltou seu olhar ao ruivo sorrindo sapeca. — Próxima?
[...]
Se tinha uma coisa que Sakura não fazia, era acordar com seus casos, como ela gostava de chamar, muito menos em suas casas. Tinha aberto uma exceção a Sabaku, claro que também tinha seus vizinhos; dormiu com Sasuke e Naruto, mas a logística entre os três funcionava de maneira natural, eles tinham se tornado melhores amigos, dormiam juntos mesmo sem terem transado e estava tudo bem. Contudo, percebeu que com Gaara seria diferente assim que colocou seus olhos nele há pouco menos de 1 ano, quando se conheceram, o ruivo tinha um certo poder sobre ela que nem saberia explicar colocando em palavras. Gostava de manter a distância justamente pelo medo do que aconteceria depois e, ah, o depois tinha chegado.
— Bom dia, moranguinho. — Ele beijou sua nuca enquanto envolvia sua cintura com o braço. Acordar nua na cama de alguém sempre foi evitado, mas nunca negou a possibilidade de isso acontecer um dia, Sakura gostava da sua liberdade, da sua vida de solteira, mas nunca manteve a cabeça fechada a ponto de ser impossível.
— Bom dia, Gaa. — Ela virou para ele e selou os lábios. — Preciso ir.
— Não disse que não iria trabalhar?
— Apenas pela manhã. — Olhou o relógio e notou ser 12:32. — Ainda dá tempo de pegar o turno da tarde, preciso ver alguns pacientes. O lado bom de ser a chefe do setor é que posso não ir pela manhã depois de 4 dias fazendo plantões. — Sakura sorriu e levantou sem se importar com a nudez. Caminhou pelo quarto sentindo os olhos do ruivo queimar em seu corpo, pegou o
body e a calça jeans no chão. — Por mais que eu gostaria muito de ao menos uma rapidinha, estou exausta. — Ela olhou para ele antes de entrar no banheiro e piscou o olho direito dizendo: — Fica para outro dia. — Fechou a porta e tomou um banho rápido, viu as marcas em seu corpo no reflexo do espelho e sorriu lembrando da madrugada intensa, deixou o pequeno espaço já vestida. — Me empresta uma camiseta branca?
— É claro, tem várias no meu closet, pode ficar à vontade.
Pegou uma camiseta básica, deu um nó na lateral e voltou para o quarto, sentou na cama e calçou os coturnos. Levantou e colocou a jaqueta por cima dos ombros, ajoelhou-se na cama apenas para dar um selinho no ruivo, que já estava sentado encostado na cabeceira assistindo a movimentação da mulher.
— Sim, é a festa na mansão dos Sabakus, conhece? — Ela riu fazendo pouco caso enquanto pegava o resto de suas coisas.
— Sabe que não? Quem são esses riquinhos metidos a besta? — Sakura continuou rindo e ele levantou, indo até ela. — Me diz que eu vou te ver antes. — Beijou o pescoço dela fazendo com que Haruno fechasse os olhos, aproveitando o contato dos lábios dele com sua pele.
— Você me deixa sem condições de responder negativamente dessa forma, ruivo. Ainda mais pelado… — Ela desceu os olhos até as coxas torneadas e quis desistir de sair daquele apartamento pelo resto do dia. — Vou pensar. — Empurrou ele pelo peito e acenou com a mão sem olhar para trás, deixando o quarto antes que decidisse ficar. — Céus, o que eu tô fazendo… — murmurou para si mesma enquanto colocava o capacete e ia em direção ao hospital, teria um longo dia pela frente.
Nota: Oi meus amores, essa história é um projetinho meu que surgiu de uma forma inesperada. Fiquei com bloqueio durante muito tempo e agora consegui voltar a escrever e se a Deusa da inspiração permitir, vou terminar! Escutei um amém? Hahahaha
Se divirtam e aproveitem com um ventilador e água gelada pois aqui o que não falta é hot de qualidade ✨
Beijos e have fun!
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