Contos de Cerejeira


Escrita porHatakesaturn
Revisada por Lelen


Capítulo 15 • Aquele dia do tribunal

Tempo estimado de leitura: 23 minutos

19 de Maio

— No que merda estava pensando quando foi falar com meu pai? — Naruto ralhou com Sakura.
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  — Eu estava preocupada, porra! — Haruno tinha chegado do hospital quase na hora do almoço e foi diretamente falar com seus vizinhos, e eles seguiam discutindo há uns bons minutos. — Não fiz nada para prejudicar vocês, se é o que está pensando.
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  — Não estamos pensando que fez de propósito ou algo do tipo, mas o pai do Sasuke vai ser julgado e provavelmente condenado! — gritou Naruto.
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  — E isso é ruim? — O loiro pressionou a têmpora. — Ele sequestrou o Sasuke! Por que estão brigando comigo?
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  — Porque Naruto decidiu não falar nada, Sakura — Uchiha finalmente falou. — Naruto não queria envolver o pai dele nisso. Além de que… meu pai não ia fazer nada para me machucar.
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  Sakura riu desacreditada.
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  — Você está brincando, não está? — disse encarando o moreno, que mantinha o rosto impassível. — Você está se ouvindo?
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  — Calma, Saky. — Gaara tentou acalmá-la acariciando seus ombros.
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  — Não, não vou ter calma. Já fazia dias que tinha um carro preto parado em frente ao prédio todas as noites — explicou, irritada. — Naquele dia que apareci aqui foi porque quem estava no carro me viu! E ele saiu cantando pneu. Além do mais, o Itachi… — Haruno parou e pensou se seria uma boa ideia, aquela teoria de Itachi envolvia uma terceira pessoa e uma acusação muito grave.
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  — O que tem meu irmão? — perguntou Sasuke franzindo o cenho e dando passos para se aproximar da médica.
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  — Ele… também está preocupado com você.
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  — Não era isso que ia falar, Sakura… — pediu Naruto, e ela umedeceu os lábios pensando se era mesmo uma boa ideia.
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  — Itachi acha que seu pai teve algo a ver com o acidente do Shisui na operação que eles fizeram — soltou tudo de uma vez.
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  Sasuke arregalou os olhos e entreabriu a boca, estava chocado que seu pai seria capaz de quase matar o próprio sobrinho; aquilo era demais. Ele deixou seu corpo cair no sofá, estava sem acreditar naquilo, Naruto sentou ao seu lado e o acariciou.
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  — Desculpa, Sas, mas talvez seu pai seja pior do que você imagina. — Ela murchou os ombros e respirou fundo.
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  — Saky, vamos… — Gaara pegou a mão dela e a puxou. — Vamos dar espaço para vocês. Qualquer coisa estaremos aqui do lado, só bater.
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  Sakura e Gaara foram para o apartamento da médica, assim que cruzaram a porta, ela se jogou no sofá e exalou o ar pelo nariz. Ele sentou ao lado dela e a abraçou, ficaram ali sentados, ouvindo apenas a respiração um do outro. Era confortável estar com ele, ter Gaara consigo era reconfortante, fazia com que ela sentisse algo com que não estava acostumada, muito menos tinha sentido tal sensação em sua vida; era bom. Ela olhou para ele e curvou os lábios.
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  — Tá tudo bem?
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  — Acho que sim… — Ela baixou a cabeça encostando no peito do ruivo novamente. — Não queria magoá-los.
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  — Você fez o que achou certo, Saky, você só queria protegê-los. Não se culpe por eles estarem lidando com isso dessa maneira, uma hora ou outra isso iria acontecer. — A médica o olhou, agradecendo mudo pelas palavras. — E talvez você tenha sido a responsável por não ter dado uma merda muito pior. — Ele acariciou o rosto dela e sorriu.
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  — Dorme comigo hoje — falou Sakura no ímpeto, só queria estar com ele naquele momento.
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  — Aqui no seu apartamento? — perguntou, surpreso.
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  — Onde mais seria? — Ela se afastou para olhar ele nos olhos.
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  — Nunca quis que eu viesse aqui.
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  — Agora é diferente.
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  — Me explique por que é diferente… — Gaara sentia que iria se divertir com aquilo e foi dito e feito, a expressão de Sakura foi de manhosa para completamente perdida.
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  Ela levantou do sofá de vez e foi até a cozinha, pegou dois corpos, uma jarra com chá gelado e levou para a mesinha de centro. Gaara assistia cada passo que ela dava, era bom tentar entender o que se passava na cabeça dela pela linguagem corporal. Sakura estava em um certo pânico, não era boa com sentimentos ou em explicar eles, não era boa em relacionamentos, por isso nunca se relacionou com ninguém. Gaara seria seu primeiro… alguma coisa, e isso a estava levando a loucura dentro da sua própria cabeça.
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  — Não quero que surte aí dentro — falou ele, atraindo os olhos verdes até si. — Não precisa me explicar que agora somos mais que uma foda casual, Sakura.
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  — Não é só isso. — Ela se sentou no sofá ao lado dele, serviu chá e pegou seu copo, dando um gole generoso no líquido antes de respirar fundo e começar: — Preciso dizer que eu não sou boa nisso, ou com sentimentos, ou com seja lá o que vamos ter daqui pra frente. — Ela pegou a mão do ruivo e entrelaçou os dedos, olhou as mãos deles juntas e voltou a encará-lo. — É difícil pra mim entender que… Não sei me comportar em uma relação normal.
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  — Sakura, nós dois somos novos nisso. Eu não planejei me apaixonar por você e acredito que você também não. — O ruivo passou os dedos pelo maxilar delicado da mulher e sorriu. — Vamos tentar entender juntos como fazer isso funcionar, certo? — Ela balançou a cabeça, concordando, e selou os lábios nos dele.
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  — Quero falar algo pra você… Sobre mim. — Gaara a olhou com curiosidade. — Como eu vim parar aqui.
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  — Achei que tinha aceitado o emprego no hospital porque pagava bem.
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  — Na verdade, eu fugi dos meus pais.
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  — Fugiu? — Ele franziu o cenho.
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  — É, nós meio que… não nos damos muito bem. — Ela murchou os ombros devagar. — Sabe, meu estilo de vida não é o mais bem aceito na sociedade, principalmente para uma médica. Tive várias discussões com eles sobre isso, eu estava cansada… — Terminou o líquido e serviu-se de mais. — Eles me julgavam e falavam que eu precisava agir como médica. O que diabos quer dizer isso exatamente?
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  — Ter pais controladores é um problema…
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  — Por isso ver como o pai de Sasuke o tratou me deixou tão ensandecida. Não é como se ele tivesse escolhido nascer bissexual… — Sakura cruzou as pernas e virou de frente para Sabaku. — Acho que eu não devia ter me metido nessa confusão da família dele, mas eu queria ver os dois felizes como eles são. Assim como me sinto feliz aqui em Konoha.
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  — Achei que odiasse a cidadezinha de interior. — Gaara gargalhou e ela torceu os lábios segurando a risada, afinal, era novidade para ela também.
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  — Eu gosto daqui por causa de você, da Ino, do Sasuke e do Naruto, da Tema e da Hina… todos vocês. Vocês me fazem sentir mais amada do que os meus próprios pais.
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  — Por que a gente realmente ama você, Sakura, do seu jeito. — Ele a abraçou com afeto, beijou sua testa e sorriu.
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  — Eu sei, e obrigada por isso. — Sakura sorriu e beijou os lábios do ruivo, demorando-se um pouco mais, sentia uma paz tão grande com ele, era reconfortante estar em seus braços e por ela, não sairia mais dali.
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[...]

24 de Junho

  — Não precisava ter vindo comigo, Gaa. — Empurrou sua mala para dentro do quarto e o ruivo vinha logo atrás.
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  — Não deixaria você vir sozinha, muito menos de ônibus.
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  — Outra coisa que preciso fazer aqui na capital… — Jogou-se na cama do hotel enquanto o ruivo pegava uma água no frigobar. — Comprar uma moto nova.
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  — Posso ajudar você com isso…
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  — Você não é mais um problemático há tempos, ruivinho, ainda sabe escolher uma boa moto? — brincou com o homem, que sorriu sedutor ao engolir a água, fechou a garrafa colocando-a em cima da mesa e subiu em cima da cama, ficando bem próximo de Haruno.
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  — Está com saudade de transar nos galpões das minhas festas, moranguinho?
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  — Uma festa sua esse ano seria uma boa — passou a mão pelos cabelos do ruivo acima de si com aqueles olhos verdes predatórios grudados nos seus —, mas eu ainda prefiro você todo pra mim dentro de quatro paredes.
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  — Deixou de ter graça foder em público pra você? — Os dedos dele rasparam em seus lábios, passaram pelo queixo, garganta e a cada centímetro que seu indicador e dedo médio desciam pelo colo, os olhos de Sakura se fechavam automaticamente. Estava aproveitando as sensações que ele causava em si e seu lábio inferior foi maltratado pelos seus dentes.
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  — Jamais… ainda mais se for com você. — Os dedos invadiram o decote do vestido florido que ela usava e quando ela menos esperou, abriu os olhos com o susto de ter a língua molhada e quente na parte interna de sua coxa esquerda. Olhou para baixo vendo apenas os cabelos entre suas pernas. — Não está cansado de ter dirigido até aqui?
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  — Nunca estou cansado demais pra te chupar… — A calcinha foi afastada e a boca sedenta do ruivo abocanhou a boceta da médica, que levou a cabeça para trás e soltou um gemido sonoro.
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  — Céus, Gaara!
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  — É pra lá que pretendo te levar…
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  Enfiou as mãos por baixo das coxas grossas e a puxou para si ainda mais, usou a língua para lamber desde a curvatura da bunda até o topo de vênus. Seus dedos marcaram o quadril, apertando a pele branca, enquanto chupava o clitóris inchado devido ao tesão que Sakura sentia correr como uma onda por todo seu corpo. Seus braços esparramaram no colchão, e seus dedos agarraram o edredom arrumado, que agora ela maltratava o puxando. Gaara enfiou dois dedos na cavidade molhada, fez movimentos de entra e sai enquanto mordiscava seus grandes lábios.
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  — Gaa, eu vou gozar desse jeito…
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  — Me dá esse prazer, Saky, goza na minha língua…
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  Afastou-se e soprou a boceta gostosa, vendo a pele de Haruno se arrepiar, usou a ponta da língua para penetrá-la e voltou para cima, sentia o ponto sensível vibrar em seu músculo quente, sua ereção já reclamava de estar presa na calça jeans. Entretanto, sua garota precisava gozar, levou o dedão até seu púbis e esticou a pele para lamber o clitóris com mais veemência. Seus dedos foram apertados pelas paredes da mulher, e o gemido agudo que deixou a garganta da médica deixou claro que seu clímax chegaria a qualquer momento. Apertou a cintura fina com a outra mão e quanto mais a chupava, mais os gemidos ecoavam pelo quarto.
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  — Ah, assim, Gaa… Não para… Deus…
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  — Bom saber que sou um Deus, agora goza bem gostoso, delícia…
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  Sakura chegou ao estopim com a sugada que ele deu, arqueou a coluna e sentiu os arrepios correrem pelas suas pernas e braços e se acumularem em seu baixo ventre. Explodindo em um orgasmo potente que a levou revirar os olhos e acaso estivesse em pé, cairia no chão, definitivamente. Respirava ofegante, sentindo as sensações remanescentes do prazer absoluto que seu homem lhe provocou.
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  Gaara levantou sorrindo, levantando o vestido, beijou a barriga, passou a língua nos mamilos enrijecidos e estava bem acima do rosto da médica, que abriu os olhos, encontrando o olhar sensual que ele destinava a ela. Ele sorriu devasso e ela levou a mão até os lábios do homem, subiu até a nuca e reivindicou sua boca, envolveu sua língua na dele, sentindo seu coração ainda bater forte contra o peito.
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  — Vamos tomar um banho…
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  — Essa língua faz maravilhas. — Segurou o queixo dele e lhe deu mais um selinho.
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  — Foi ela que te conquistou, não é? Admite. — Ele sorriu, convencido.
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  — Talvez. — Mordeu o lábio dando de ombros.
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  — Que abusada. — Ergueu a mulher nos braços, fazendo-a soltar um gritinho e agarrar em seu pescoço. — Pra baixo do chuveiro.
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  Tomaram banho juntos e desceram para jantar, estavam cansados da viagem, mas Sakura queria levá-lo até seu restaurante favorito. Iam passar poucos dias na capital e conseguir uma reserva tão em cima da hora era difícil. Saíram de mãos dadas do hotel e Gaara recebeu a chave de seu carro, e os dois seguiram caminho para o restaurante. Sakura estava animada, fazia mais de 3 anos que não via a cidade grande, era surpreendente o quanto tudo havia mudado.
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  Entraram no restaurante e a médica deu seu nome à recepcionista, que os levou até a mesa deles. O restaurante ficava em um rooftop, a vista da cidade era incrível lá de cima, e ela fez questão de pedir uma mesa ao ar livre.
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  — É lindo aqui, Saky — disse Sabaku assim que sentou.
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  — A comida fica mais gostosa quando a vista é bonita, acredite. — Ela sorriu, enquanto se ajeitava na cadeira do outro lado da mesa.
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  — Acredito sim… a vista daqui é linda. — Os olhos verdes encontraram os dela.
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  — Não sabia que era romântico… — Sakura mordeu o lábio inferior e deu um sorriso.
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  — Eu sou escritor de romance, Haruno, o que esperava?
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  — Não li nenhum dos seus livros, Sabaku, você nunca me disse seu pseudônimo.
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  — Não é como se eu tivesse muitos… — O garçom se aproximou e anotou os pedidos, deixando-os a sós novamente. — Vou lhe dar uma cópia autografada do meu primeiro livro.
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  — Mal posso esperar! — A médica sorriu largo e bateu palminhas, fazendo o outro rir.
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  — Você percebeu que é o nosso primeiro encontro?
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  — Você tem razão… — A Haruno pareceu ponderar algo. — Tem algum protocolo que devemos seguir? — falou, soltando um riso em seguida.
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  — Não sei e nem quero saber. Podemos fazer os nossos próprios… protocolos. — Gaara segurou a mão de Sakura por cima da mesa e piscou o olho direito.
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  — Ah, ótimo… Porque pelo que eu sei — ela olhou para os lados e colocou a palma da mão na frente da boca antes de falar mais baixo: —, não se pode transar no primeiro encontro.
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  — Definitivamente eu protestaria contra isso. — Os dois riram e acarinharam a mão um do outro. — Nosso relacionamento não será igual aos outros.
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  — Tenho certeza disso, ruivinho delícia.
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[...]

25 de Junho

  — Todos de pé para receber o juiz Hashirama Senju.
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  Sakura estava nervosa, Naruto e Sasuke não falavam consigo há dias, era oficial, eles estavam brigados. O juiz chamou a primeira testemunha, Itachi Uchiha. Mal conseguia olhar para o policial, era culpa dela que estavam todos ali, ela levou tudo ao conhecimento do prefeito e acabaram em um tribunal.
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  — Senhor Uchiha, poderia nos contar exatamente como tudo começou? — começou a promotora.
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  — Do começo eu não sei, fui avisado pelo meu cunhado, Naruto, que meu irmão havia sido sequestrado e que eles, ele e Sakura Haruno, vizinha e melhor amiga do meu irmão, suspeitavam ter sido meu pai.
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  — Por que suspeitavam de seu pai?
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  — Ele estava querendo forçar o meu irmão a voltar para casa porque… — Itachi engoliu em seco — ele está em um relacionamento homossexual. — Itachi não sabia se ele podia jogar essa informação assim, não sabia se seu irmão se sentiria confortável. Olhou rapidamente para Sasuke que mantinha uma expressão de acalento para seu irmão.
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  — Então isso é um caso de sequestro e homofobia?
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  — Objeção, meritíssimo, o caso é sobre a acusação de sequestro. — A advogada de Fugaku levantou.
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  — Mantido. O motivo do sequestro foi homofobia, senhorita Kyoko. — O juiz voltou a olhar para a promotora. — Pode continuar, senhorita Mei.
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  — Seu pai tinha sido homofóbico com seu irmão anteriormente?
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  — Na verdade… com meu irmão não, mas com meu primo — respondeu Itachi.
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  — Sem mais perguntas, meritíssimo.
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  A defesa fez as perguntas necessárias e não conseguiu provar inocência, pelo menos era isso que Gaara acreditava. Estava atento às perguntas e não era possível que qualquer juiz acreditasse naquela baboseira de que Sasuke estava na casa dos pais sendo bem tratado e alimentado. O Juiz chamou Naruto, que relatou tudo de forma chorosa e sentida, não queria estar ali, e afirmou que não era de sua vontade que aquilo fosse até o tribunal. Itachi quis bater no seu cunhado.
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  Depois de Sasuke também contar seu lado da história, Sakura foi chamada e então sentiu o nervosismo e ansiedade tomar conta de seu corpo. Caminhou lentamente até o lado do juiz e sentou, fez o juramento de honestidade e sorriu de nervoso.
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  — Então, senhorita Haruno, de acordo com Naruto Uzumaki, você foi falar com Minato Uzumaki, prefeito de Konoha, por conta própria e sem ter o aval de seu filho — começou a defesa. — Teve algum acontecimento que inventou?
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  — Nem sequer um. Falei a verdade, mesmo que meus melhores amigos não me perdoem por isso, continuo achando que fiz o certo.
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  — De acordo com você… — A mulher pega uma folha e lê: — Abre aspas: “eu vi um carro preto parado em frente ao prédio e achei que Sasuke tinha sido sequestrado novamente, então bati no apartamento dos meus amigos e fiquei aliviada, vi que eles estavam bem.”
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  — Sim, foi isso que aconteceu. Eu ainda estava em choque com tudo que houve. Ele passou mais de uma semana desaparecido e…
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  — Estava na casa dos pais…
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  — Contra a vontade dele! — gritou. — Desculpe, meritíssimo. — Olhou para o Juiz de cabeça baixa, mas voltou sua atenção para frente. — Sasuke foi sequestrado pelo próprio pai porque não podia amar quem queria, não podia ser quem ele é. Itachi e eu tivemos que socorrer ele e trazer ele de volta para casa, onde é o lugar dele.
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  — Invadiram a casa do senhor Uchiha?
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  — Itachi salvou o irmão! Está ouvindo o que estou dizendo? — Sakura perdeu a paciência. — Eu vi ao vivo o quanto esse homem — apontou para Fugaku — pode ser detestável. Ele sim, invadiu o nosso prédio e quis levar o Sasuke à força para casa.
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  — Tem como provar isso, senhorita Haruno? — falou a advogada debochada e Sakura sorriu vitoriosa.
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  — Já que perguntou. — Um policial trouxe uma TV e ligou com as imagens das câmeras do prédio onde eles moravam. Inclusive a filmagem do carro preto parado em frente ao prédio. Todos assistiam a cena que desenrolava no corredor onde Fugaku arrastava Sasuke junto a si para dentro do elevador chocados, e Sakura olhou para Sasuke e Naruto e mexeu seus lábios sem voz: — Me desculpem.
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  — Senhor Fugaku, vou lhe dar mais uma chance — começou Hashirama. — Você sequestrou o seu próprio filho? — A advogada falou algo no ouvido do delegado de Konoha, que levantou.
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  — Apenas levei ele para casa, meritíssimo, estava preocupado e…
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  — Ótimo, vai ser do modo difícil. — O juiz escreveu algo e carimbou. — Sentencio Fugaku Uchiha a 16 anos de prisão por sequestro, homofobia e tentativa de obstrução da justiça. — O juiz bateu o martelo.
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  Sakura respirou fundo e levantou, Fugaku foi algemado novamente, e enquanto Sakura caminhava para os bancos o homem gritou:
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  — Eu vou acabar com você, Sakura Haruno!
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  — Quer mais 5 anos na cadeia, senhor Fugaku? — Uchiha se calou. — Tirem ele daqui!
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  Gaara abraçou sua mulher e beijou sua testa, Sasuke e Naruto vieram na direção deles e Haruno virou, encarando os seus dois melhores amigos com os olhos marejados. Eles pareciam arrependidos de terem brigado com ela, olharam-na com um pedido de desculpa mudo e ela os conhecia bem demais para não reconhecer que estavam sendo verdadeiros. Os dois abraçaram sua amiga com força.
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  — Desculpa, Saky — Naruto foi o primeiro a falar. — Agora eu entendo o quanto foi importante você ter falado com meu pai.
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  — Eu amo vocês e faria tudo de novo — disse a médica chorosa. — Mesmo que brigassem comigo.
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  — Obrigado, Sakura. — Sasuke mirou-a e sorriu, deu um selinho em seus lábios. — Você me protegeu mais do que qualquer um.
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  — Ei! — reclamou Naruto.
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  — Você também, idiota. — Beijou o namorado. — Desculpe, eu não deveria…
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  — Vamos almoçar juntos? — Gaara interrompeu… curvando os lábios em um sorriso singelo, e todos concordaram.
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  — Aí conversamos… — Sakura sorriu, abraçando os melhores amigos. — Vamos sair daqui, por favor.
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  — Ei, Ita… — chamou Sasuke. Itachi se aproximou com uma expressão preocupada. — O que houve?
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  — A mãe ligou, ela queria saber se “o pesadelo já teve fim”. — Ele fez aspas com as mãos.
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  — Ela não veio? — perguntou Sakura, surpresa.
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  — Nossa mãe ficou em choque, ela não sabia que o Sas sequer estava em casa por todos aqueles dias — explicou o policial. — Ela ficou muito abalada.
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  — Eu sinto muito…
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  — Vamos almoçar com a gente? — Naruto cortou a conversa que estava deixando todo mundo com cara de enterro.
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  — Ótima ideia. — Gaara sorriu, puxando Sakura, e logo os outros os seguiram também para fora do dito pesadelo.
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Capítulo 15

Nota: Oi meus amores, essa história é um projetinho meu que surgiu de uma forma inesperada. Fiquei com bloqueio durante muito tempo e agora consegui voltar a escrever e se a Deusa da inspiração permitir, vou terminar! Escutei um amém? Hahahaha
Se divirtam e aproveitem com um ventilador e água gelada pois aqui o que não falta é hot de qualidade ✨
Beijos e have fun!


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Lelen

Meu Deus, finalmente acabou essa palhaçada do pai do Sasuke (mas sinto que a ameaça ainda pode acontecer, esse lixo deve ter contatos dentro da cadeia).
Bora pra um “felizes para sempre”? PONASDPOASNPODMASDOP

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