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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

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Condessa de Sangue

Escrita porLelen
Revisada por Lelen

Epílogo

Tempo estimado de leitura: 3 minutos

  Dias se passaram desde a morte da Condessa Elizabeth Báthory.
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  A torre do cemitério, seu eterno túmulo, encontrava-se lacrada por um enorme cadeado de ferro, que dias mais tarde foi violado por um jovem com seus trinta e tantos anos. Ele chorava pela mulher morta e em estado de putrefação deitada na cama à sua frente. Chorava enquanto tremulava e passava um líquido rubro em todos os ferimentos do cadáver, esse tal líquido tinha cor vermelho vivo e seu cheiro era férreo: Sangue fresco.
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  O rapaz terminou de passar o sangue, que trouxera num frasco, nos ferimentos visíveis no corpo da condessa e então passou a rezar baixinho. Logo que terminou sua prece ouviu o barulho de algo se trincando ao seu lado. Com receio, olhou em direção ao som, sua respiração parou por um instante ao dar de cara com o reflexo de Elizabeth encarando-o de um espelho quebrado.
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  — Quem és? — Ouviu um sussurro vindo de algum lugar.
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  — Jakob… — respondeu o rapaz.
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  Ah, Elizabeth conhecia bem aqueles olhos. Não estavam no mesmo rosto, mas a genética fizera um bom trabalho e deixou boa parte dos traços iguais aos do rosto original. Ela nunca esqueceria de nenhum daqueles traços, os traços de Demeter.
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  — Filho meu, que fazes aqui? — questionou o reflexo docemente.
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  — Não creio como puderam fazer uma coisa dessas à senhora, teus próprios filhos! — Jakob exclamou parecendo indignado.
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  — O que farias, filho?
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  — Qualquer coisa, qualquer coisa pela senhora, minha mãe! — o rapaz disse.
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  Blanka criara Jakob dando-lhe todo o amor de uma mãe, mas deixando bastante claro quem lhe dera à luz.
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  A criada ficou sabendo de todos os ocorridos que envolviam sua ama, não poderia contar a uma criança tamanhas atrocidades, então, criara uma nova imagem para a Condessa, apenas para o pequeno Jakob. Ele cresceu acreditando que sua mãe era uma santa. Acreditou que ela fora assassinada pelos próprios filhos por injustiça, por dinheiro talvez.
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  Blanka havia criado um bom menino, mas dera a imagem errada da mulher errada. Jakob era um bom garoto, mas inocente demais e também cegado pelas fantasias que sua segunda mãe criara. Blanka bem tentou corrigir o seu erro, mas era tarde; seu menino se tornaria, em breve, um ceifador de vidas, faria qualquer coisa por sua mãe.
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Fim

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