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História NÃO RECOMENDADA PARA MENORES ou PESSOAS SENSÍVEIS.

Esta história pode conter descrições (explícitas) de sexo, violência; palavras de baixo calão, linguagem imprópria. PODE CONTER GATILHOS

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Condessa de Sangue

Escrita porLelen
Revisada por Lelen

Cinco

Tempo estimado de leitura: 3 minutos

  Ninguém ousava comentar sobre a violência que a criada de Elizabeth havia sofrido na noite anterior, ninguém queria ser o próximo da lista. Tudo o que podiam fazer era cuidar da pobre jovem espancada, aqueles ferimentos deixariam lembranças por um longo tempo no corpo da moça. Elizabeth não demonstrara arrependimento do que havia feito, não demonstrava absolutamente nada.
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  A noite caiu depressa, e logo o Conde estava novamente em seus aposentos à procura de mais prazer. Naquela noite não recebera protestos ao tentar possuir o corpo da esposa, ela mal gritava, apenas gemia baixo e permitia que o Conde fizesse o que bem entendesse com seu corpo. Em poucos minutos o homem chegou a seu ápice e, como de costume, logo depois de conseguir o prazer desejado, ele rumou para o banheiro para tomar seu banho relaxante.
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  Elizabeth esperara por aquele instante o dia inteiro. Naquela noite sentir-se-ia violada pela última vez.
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  Assim que ouviu o barulho das torneiras da banheira serem desligadas, ela se levantou da cama e sem pressa caminhou até a penteadeira ao lado da porta do banheiro, pegou dentro da gaveta uma tesoura grande e pesada que suas criadas usavam para fazer ajustes de costura. Ainda nua, caminhou lentamente em direção ao banheiro, encarou a porta fechada à sua frente com encanto e então abriu-a com certa delicadeza, sem, é claro, esquecer-se de esconder a tesoura às costas.
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  Seu marido banhava-se quando ela entrou. Ele olhou em sua direção com ar de irritação, o que logo desapareceu assim que viu o corpo nu de Elizabeth adentrar o lugar. Ela fechou a porta assim que conseguiu a atenção do marido, que lhe sorriu malicioso.
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  — O que quer? — perguntou endireitando-se na banheira.
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  Elizabeth olhou-o com um sorriso igualmente malicioso e caminhou para mais perto do marido. Sentou-se à beirada da banheira — fazendo o impossível para continuar escondendo a tesoura às suas costas — e, mantendo o olhar de seu marido nos seus, acariciou seu peito molhado. Logo suas mãos foram escorregando cada vez mais, até chegar ao membro rijo do conde que estremeceu com o toque. A condessa sorriu ao perceber, levantou-se e com cuidado entrou na banheira junto de seu marido que parecia cada vez mais excitado.
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  — O que está fazendo, Elizabeth? — perguntou o conde se deliciando com as carícias que a esposa voltou a fazer em seu peito.
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  — É hora de purificar o meu corpo, Ferenc. — Ela sorriu vendo a expressão de confusão surgir no rosto do homem que usara da violência tantas vezes para possuí-la. — Purificar meu corpo… Com o seu sangue — disse cuspindo as últimas palavras com nojo, numa investida rápida sacou a tesoura e, com toda a força que ainda dispunha, enfiou as duas pontas afiadas no pescoço do marido. As pontas desapareceram no pescoço e reapareceram na nuca do homem que mal teve tempo de pedir por socorro tão rápida fora a investida da esposa.
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  Elizabeth fincou um pouco mais fundo a tesoura em seu marido que arregalou os olhos, logo depois, arrancou o instrumento afiado do corpo do conde fazendo com que o sangue jorrasse dos ferimentos. A condessa não se deu ao trabalho de segurar o marido para impedi-lo de fugir, sabia que já era tarde para ele, logo se afogaria no próprio sangue. A mulher deu de ombros vendo o sangue escorrer infinitamente do pescoço do conde, se acomodou melhor na banheira e passou a se banhar nas águas vermelhas despreocupadamente enquanto observava o marido morrer. Naquela noite o Conde Ferenc Nádasdy morria, mas nascia então, a Condessa de Sangue.
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